BRDE

“Nós fazemos Cultura” recebeu suporte do BRDE via Lei de Incentivo à Cultura para as edições de 2021 e 2022

Música e Literatura fazem parte da realidade dos moradores do bairro Guarituba, em Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba, há pelo menos 10 anos. Isso porque o projeto desenvolvido pela Associação Beneficente São Roque (ABSR), “Nós fazemos Cultura”, foi contemplado pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), via edital de Leis de Incentivo, nas edições de 2021 e 2022.

Todos os anos, cerca de 140 crianças e jovens têm a oportunidade de viver experiências artísticas por meio da música, no Coro e Orquestra Gato na Tuba e em turmas de musicalização infantil, a partir dos seis anos de idade. E em Literatura, a associação realiza ações na Biblioteca Monteiro Lobato, que possibilita o acesso a diversas obras, assim como, incentiva à leitura com os grupos “Adora Ser” e “Contasonhos”, dos quais participam cerca de 60 crianças e jovens.

A diretora da ABSR, Anna Thais Fuck, afirma que a mudança é notável, com a continuidade desse projeto na comunidade. “No início, não havia muita adesão das famílias ao projeto e hoje isso mudou completamente. Nosso teatro está sempre cheio nas apresentações. E recebemos relatos dos pais sobre a mudança de comportamento de seus filhos com os familiares e na escola. Acreditamos que trabalhar cultura e arte, em qualquer lugar, transforma vidas”, relata a diretora.

Como, por exemplo, a vida da estudante Lavínia Antunes da Silva, 14 anos, violoncelista e soprano do coral, que conheceu o projeto pelas irmãs, há oito anos. “Essa experiência com o grupo me faz sentir como se estivesse na minha casa e me inspira com muita alegria”, comemora. Já o jovem Pedro Kauan da Silva, 15 anos, está há nove anos no Gato na Tuba e conheceu o projeto, quando viu um cartaz na escola que estuda no Guarituba. “Para mim, participar do coral definiu minha escolha para o futuro, a música”, afirma.

Ao fim de cada ano, a associação promove o “São Roque Aplaude”, evento em que os jovens artistas em formação sobem no palco e mostram o que aprenderam. No ano passado, por conta da pandemia de Covid-19, a associação optou por produzir uma obra audiovisual, “2021: Uma nova Odisseia no Espaço”, inspirada na música de David Bowie, além de clássicos do cinema como: “Star Wars”, “Star Trek”, “Mad Max” e “2001: Uma Odisseia no Espaço”, filme do diretor Stanley Kubrick. Toda a trilha sonora foi executada pelo Coro e Orquestra Gato na Tuba e o atores foram os jovens que participam do projeto. O filme está disponível no canal da associação no Youtube, assista aqui.

Além do projeto na área cultural, a associação mantém trabalhos de assistência social como o Programa Alcance, que atende 170 famílias totalizando 700 pessoas entre adultos, jovens e crianças para quem são repassadas 3 toneladas de alimentos mensalmente, em 3 Núcleos de Piraquara: Guarituba, Bela Vista e Santa Mônica. São realizadas visitas com frequência, palestras educativas sobre direitos e deveres, higiene e saúde. Outra ação é a oferta de curso de corte e costura e de bordado.

APOIO BRDE

Em 2021, o banco destinou R$ 4,6 milhões, por meio das leis de incentivo fiscal, igualmente distribuídos entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. No Paraná, 37 projetos receberam apoio no valor de aproximadamente R$ 1,8 milhão. “Essa é uma política instituída no banco que, por meio de chamamento público, escolhe bons projetos sociais e culturais para serem apoiados por nossos incentivos. Dessa forma estamos devolvendo à sociedade um pouco daqueles resultados que o banco tem e fazendo com que haja promoção social para todos”, explica o diretor-presidente do BRDE, Wilson Bley.

Projeto: Cuidar e Educar Centro de Educação Infantil Bom Pastor | Proponente: Ação Social do Paraná | Helton L. Moreira – Comunicação ASPR

 

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) destinou R$ 4,6 milhões, em 2021, para projetos que beneficiam públicos de todas as idades com ações educativas, culturais, esportivas e de assistência social. O aporte foi realizado por meio das leis de incentivo fiscal e igualmente distribuído entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Nos últimos seis anos, o montante aplicado pelo banco na região Sul pelos mecanismos de renúncia fiscal ultrapassou a marca de R$ 22 milhões.

O diretor-presidente do BRDE, Wilson Bley, considera que a postura de destaque do banco em relação aos projetos sociais causa impactos positivos na sociedade e cumpre com o propósito do trabalho. “O compromisso do BRDE é transformar o futuro e tornar o mundo um lugar melhor. É por isso que investimos, cada vez mais, em projetos que contribuem para essa mudança”, destacou.

A cada ano, o banco recebe inscrições, exclusivamente em meio eletrônico, para projetos que já tenham obtido aprovação oficial para captar recursos por meio dos seguintes mecanismos: Lei Federal de Incentivo à Cultura/Lei do Audiovisual; Lei Federal de Incentivo ao Esporte; Fundos da Infância e da Adolescência; Fundo Nacional do Idoso; Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (PRONON) e Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS).

As iniciativas apoiadas qualificam equipes e programações de entidades que prestam atendimento a crianças, jovens e idosos; promovem atividades de educação pelo esporte e competições que valorizam atletas; permitem a aquisição de equipamentos para hospitais, creches e asilos; estimulam a produção e a distribuição de livros para escolas e bibliotecas públicas; possibilitam apresentações de dança, música, artes visuais e cênicas, bem como a valorização do patrimônio arquitetônico e histórico, e ajudam a manter programações anuais de instituições como museus, centros de cultura e orquestras, entre outras.

Para conhecer os projetos apoiados em cada estado, clique nos links abaixo:

Rio Grande do Sul 

Santa Catarina 

Paraná

 

 

Os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná atingem resultados 25% superiores ao ano anterior e o maior volume de negócios ultrapassando o recorde de 2013

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) atingiu em 2021 seu recorde histórico de negócios, com 4,14 bilhões movimentados em contratações, ultrapassando os números do ano anterior em 25%. Também foram superadas as projeções de contratos no mesmo período: o total de 8.428, enquanto em 2020 foram firmados 4.553. Esse foi o melhor desempenho na história do banco, no ano em que completou 60 anos de sua existência. Em 2013 era registrada a melhor marca até então, quando as aplicações chegaram a R$ 3,76 bilhões.

Para o diretor-presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski, em um ano ainda desafiador, por questões ligadas a pandemia da COVID-19, as estratégias de financiamento e liberação de recursos, entre outras ações “permitiram superar as metas estabelecidas e tornou 2021 um ano de resultados concretos e robustos, o que demonstrou o compromisso da instituição com o crescimento econômico e social, mesmo na adversidade”, refletiu Bley. “Há muitas parcerias com cooperativas de crédito, com operações de segundo piso, que nos dá uma pulverização desses recursos, uma redução do tíquete médio, traçando um perfil menos sisudo e mais acessível às necessidades da sociedade” – completou o presidente.

Os setores de Comércio e Serviço representaram cerca de 32% dos contratos firmados no BRDE, enquanto a Agropecuária atingiu em torno de 25%; a indústria e infraestrutura próximo aos 22% cada uma.

Quanto ao porte de investimentos, R$ 638 milhões foram destinados aos produtores rurais e R$ 824 milhões para micro e pequenas empresas. “É importante destacar também as captações das fontes de recursos: o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) representou 59%; BRDE 10,7% e Ministério do Turismo com apoio ao setor com R$ 287 milhões” , enfatizou Bley.

A Linha do Tempo do BRDE

Paraná

Foto: Marco Chameski

Agência do BRDE em Curitiba-PR. Foto: Marco Chameski

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) do Paraná ultrapassou a meta de contratações estipulada para 2021 e alcançou R$ 1,430 bilhões. Com esses números, o banco alcançou resultados 16% acima do volume de contratos do ano passado no Estado. “No Paraná, destaque para a superação da meta orçamentária em R$ 298 milhões e superação da meta gerencial motivada pela diretoria paranaense, que era de R$ 1,25 bilhões, o que representou R$ 180 milhões aplicados a mais em relação ao que se planejava. Isto foi possível com as conquistas de limites junto ao BNDES e fontes externas, além da disponibilidade de recursos próprios e do FUNGETUR para o setor de turismo”, ressaltou o diretor-administrativo do BRDE, Luiz Carlos Borges da Silveira.

Em janeiro, o BRDE assinou um aditivo contratual com o Ministério do Turismo para administrar o Fundo Geral de Turismo, o FUNGETUR, quando foram adicionados mais R$ 100 milhões em investimentos no turismo da Região Sul do País, chegando ao total de R$ 646 milhões. Foram direcionados até agora R$ 181 milhões para o Paraná.

No Dia Internacional da Mulher foi criado o BRDE Empreendedoras do Sul, destinado às mulheres que empreendem. Do montante destinado ao Paraná, foram movimentados R$ 48,08 milhões em aprovações este ano, e efetivados R$ 33,8 milhões em contratos.

Em abril houve o lançamento do Banco do Agricultor Paranaense, para alavancar investimentos por meio da equalização de taxa de juros em diversas atividades agropecuárias, além de promover inovação tecnológica, sustentabilidade, geração de emprego e melhoria da competitividade do produto paranaense.

Dentro do valor total contratado, o BRDE liberou R$ 614,5 milhões em financiamento para projetos de cooperativas paranaenses. Outro fato relevante de 2021 foi a lei sancionada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior, que autorizou a captação de recursos de até EUR 134,6 mil em infraestrutura e sustentabilidade.

E no fim do ano, foi realizado o Final Pitch do BRDE Labs, uma ação que envolveu nove startups finalistas no Paraná, de 177 inscritos no começo do programa, com apresentação de soluções para indústrias, em inovação e tecnologia.

60 anos do BRDE

Em junho o BRDE completou 60 anos, com carteira de crédito de R$ 13,5 bilhões, o que lhe colocou no ranking de melhores bancos públicos com apoio aos produtores rurais.

Foto: Hedeson Alves

Troféu BRDE 60 anos: homenagem concedida em 2021 aos parceiros do banco. Foto: Hedeson Alves

No mês seguinte, BRDE e Sicredi realizaram 2.236 contratações, totalizando R$ 68 milhões. O ticket médio é de R$ 30 mil, sendo a maioria financiamentos pelo Pronaf (Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar).

Através do programa BRDE Promove Sul, o banco procurou fomentar o desenvolvimento produtivo, sustentável e social nos três estados da região Sul.

O BRDE e Banco Europeu de Investimento (BEI), disponibilizam financiamento para pequenas e médias (PMEs) empresas afetadas pela pandemia, nos três estados do Sul.

O BRDE estreou no Plano Safra 2020/21 com equalização de juros a pequenos e médios agricultores, usando recursos próprios.

No mês de agosto é lançada websérie com a Agência Francesa de Desenvolvimento, sobre projetos de energia limpa. A parceria totalizou 45 projetos na região Sul do Brasil, a partir de um fundo de 50 milhões de euros.

Em novembro, o Ministério do Turismo confirmou a disponibilidade de mais R$ 85,7 milhões para operações de financiamento às empresas do setor turístico nos três estados do Sul. No total de R$ 414,8 milhões, que a pasta federal se comprometeu com crédito emergencial diante dos impactos da pandemia.

Santa Catarina

Foto: ASCOM - BRDE SC

Entrada da agência do BRDE em Florianópolis-SC.

Os valores em contratos firmados em Santa Catarina totalizam R$ 1,44 bilhão. O montante em recursos representa um aumento de quase 45% em relação a 2020. A quantidade de contratos e recursos para os setores do agronegócio, infraestrutura, comércio e serviços alavancaram este crescimento expressivo. Das 8,4 mil operações realizadas pelo BRDE, a agência catarinense operou 5,4 mil contratos, fortalecendo a política de pulverização dos recursos e a necessidade atual de atendimento aos pequenos negócios.

“Com a pandemia ajustamos nosso foco, buscando viabilizar crédito especialmente para capital de giro, focado no micro e pequeno empreendedor. Nossa prioridade foi a pulverização do crédito, sobretudo para alcançar o maior número de empreendedores do estado, favorecendo uma política de abrangência social e de desenvolvimento, diretriz liderada pelo governador Carlos Moisés”, ressalta o vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito, Marcelo Haendchen Dutra.

Os setores do comércio e serviços absorveram um terço de todo crédito ofertado pelo BRDE no estado. Foram R$ 472 milhões, 117% a mais que o setor recebeu em 2020. O agronegócio recebeu investimentos de R$ 353 milhões, número que equivale a um crescimento de 147%, comparado ao ano anterior. No setor de infraestrutura o valor dos contratos feitos pelo BRDE aumentou 66% – recursos que financiaram obras de saneamento, asfalto e até geração de energia limpa, seja com usinas fotovoltaicas ou PCH´s.

O diretor financeiro do BRDE, Eduardo Pinho Moreira, reforça os resultados positivos alcançados, apesar das dificuldades enfrentadas. “Nós mostramos uma capacidade de crescimento muito grande, apoiando empresas e pessoas físicas nesse momento de dificuldade. Das três agências do BRDE, a de Santa Catarina foi a que mais realizou contratos com valores abaixo de R$ 100 mil, democratizando assim o crédito”, explica.

SC Mais Renda Empresarial

 

Em agosto, o BRDE começou a operar o programa de crédito emergencial. As operações realizadas pelo banco, desde o início dos atendimentos do programa contrataram R$ 240,5 milhões para micros, pequenos empresários e microempreendedores individuais catarinenses (MEIs) dos setores mais impactados pela pandemia. São quase 4 mil contratos distribuídos em 218 municípios – o que corresponde a 74% do território catarinense. Além dos financiamentos a juro zero, subsidiado pelo Governo do Estado, o impacto na manutenção dos empregos também é destaque: são quase 15 mil empregos preservados.

 

Rio Grande do Sul

Com operações efetivadas para os mais diferentes setores da economia gaúcha, o banco atingiu a marca de R$ 1,428 bilhão em financiamentos ao longo de 2021. O crescimento é de 24,5% se comparado com as contratações fechadas no ano passado para o RS, quando o volume de crédito ficou em R$ 1,147 bilhão.

Reflexo do momento positivo que viveu o agronegócio ao longo do ano e da sua importância ao desenvolvimento regional, o setor responde por mais de R$ 345,6 milhões das operações de crédito. O total destinado a atender produtores rurais e cooperativas gaúchas ficou R$ 54 milhões acima do registrado em 2020. O maior incremento em termos de contratações, porém, foi registrado pelo setor da indústria de transformação, que fechou 2021 com um volume de R$ 391,2 milhões em financiamentos do BRDE no estado. É um salto de R$ 103 milhões diante do ano anterior.

Na avaliação da diretora de Operações do BRDE, Leany Lemos, os resultados positivos refletiram a forte atuação do banco num período de retomada da economia, sua capacidade de dialogar com os parceiros e a diversificação dos recursos. “Atingimos resultados históricos no estado em toda a região Sul, o que reforça o nosso papel estratégico em apoiar setores com maior capacidade de inovação e geração de empregos”, destacou a diretora. Ela ressaltou, também, a restruturação que o banco promoveu em 2021 na sua matriz de programas e linhas de crédito, tornando a instituição ainda mais aderente à realidade global, aos critérios ESG e a Agenda 2030. “Somos um banco comprometido com a sustentabilidade”, acrescentou.

Empreendedorismo das mulheres

Na nova matriz foram criados, por exemplo, programas específicos de Sustentabilidade Ambiental, de Sustentabilidade Social, de Energias Renováveis e Mulheres Empreendedoras. Os projetos de geração de energia somaram financiamentos na ordem R$ 124 milhões. A principal contratação foi a respeito da implantação de uma pequena Central Hidrelétrica (PCH), no município de Tio Hugo, projeto liderado pela Coprel – Cooperativa de Geração de Energia e Desenvolvimento, com financiamento do BRDE de R$ 81 milhões.

Como primeira mulher a presidir o banco em 60 anos de trajetória, Leany Lemos lançou no mês de abril, o programa BRDE Empreendedoras do Sul, com o objetivo de apoiar empresas que tenham mulheres no comando (ou com mínimo de 40% de sócias) e produtoras rurais. O programa oferece financiamento para investimentos fixos e capital de giro, ambos disponíveis no valor de até R$ 1 milhão e fechou 2021 superando a marca de R$ 43 milhões em financiamentos autorizados apenas no RS.

Capital de Giro

Além de crédito para investimentos para as quais o banco se valeu de diferentes fundings, os contratos incluem linhas de capital de giro, algo que ganhou espaço entre as operações por conta dos impactos da pandemia. Conforme o diretor de Planejamento, Otomar Vivian, o BRDE se mostrou um importante aliado diante dos desafios do ano passado. Do total das contratações de 2021, mais de R$ 375 milhões foram para médias, micro e pequenas empresas que atuam no RS.

“A grande missão do BRDE é ser um instrumento de apoio aos projetos estratégicos para a economia regional, geralmente de médio e longo prazo. Somos uma instituição de fomento, porém o banco se mostrou sintonizado com as demandas de diferentes setores, em especial de quem mais sofreu os impactos da pandemia”, enalteceu Vivian. As linhas para capital de giro e microcrédito, disponibilizadas através de programas como Recupera Sul e Empreendedoras do Sul, valeram ao banco a conquista do Prêmio Banking Transformation 2021, na categoria inovação.

O diretor de Planejamento destacou, ainda, um importante crescimento em 2021 das operações celebradas com prefeituras, que totalizaram R$ 30,6 milhões para projetos de infraestrutura urbana, melhorias no sistema de iluminação pública e obras de saneamento. “Queremos estreitar ainda mais essa relação de parceria com as prefeituras, pois são investimentos com impactos muito positivos para a população de cada cidade”, avaliou ele.

Demais setores

Somados os segmentos do comércio, alojamento e alimentação, foram mais de R$ 149 milhões em crédito para as empresas do RS. O setor da saúde, fechou em R$ 130 milhões em crédito no estado, com destaque ao financiamento assinado com a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre – contrato para tornar viável o projeto de expansão do complexo hospitalar. A construção do novo Hospital Nora Teixeira, com 15 pavimentos, incluindo espaço para uma nova Emergência SUS, a unidade contará com 270 novos leitos de internação.

Desafios 2022

De acordo com avaliação do diretor-presidente do BRDE, “manter o nível de aplicação num contexto de alta de juros e incertezas quanto à capacidade do país crescer em 2022 é o maior desafio do BRDE, além da disponibilidade de recursos específicos para o agronegócio. Nosso olhar deve se voltar para a aceleração na captação de recursos diferenciados, no mercado nacional e internacional, e no foco contínuo no fomento ao financiamento de longo prazo a projetos de investimento”. E concluiu: “nosso otimismo é grande e vamos trabalhar para que continuemos gerando emprego e renda acima da média nacional”.

Apoio do banco ao Pró-Biblioteca vem desde 2018 e já representa um acervo literário com mais de 200 títulos

Dados da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil” mostram que as vendas de livros cresceram no Brasil durante o período mais agudo da pandemia. No primeiro semestre de 2021, o aumento foi de 46,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Porém, esse incremento na leitura não se reflete em todas as camadas da sociedade brasileira: a mesma pesquisa mostra que os 52% da população com hábito regular da leitura estão concentrados nas classes A e B. A falta de acesso e estímulo são alguns dos principais fatores que explicam essa desigualdade.

Com o intuito de ser uma porta de entrada para o mundo dos livros nos lugares em que eles não costumam chegar, nasceu o projeto Pró-Biblioteca, apoiado pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) desde 2018. De lá para cá, o Banco já destinou R$ 200 mil que foram revertidos em muitas bibliotecas nas escolas da rede estadual e penitenciárias do Rio Grande do Sul, assim como em unidades da Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (FASE).

O projeto

O Pró-Biblioteca nasceu em 2018 com o intuito de incentivar a literatura e a educação, por meio da doação de acervos literários para formação, ampliação e atualização de bibliotecas públicas, escolares e comunitárias. Desde o início, o projeto conta com o apoio do BRDE, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991), conhecida também por Lei Rouanet, que promove incentivos culturais em todo o Brasil.

“O projeto consiste na doação de um acervo bibliográfico de 200 títulos. A curadoria dos livros é feita pela L&PM Editores e a seleção das instituições que receberão esses livros é feita pelo próprio BRDE. Assim, nós realizamos a entrega dos títulos, extremamente atualizados e diversificados, principalmente em escolas”, explica Adriane Laste, responsável pelo relacionamento com os patrocinadores do projeto.

BRDE é parceiro do projeto desde 2018

O programa já beneficiou 1.242 escolas em 260 municípios, quase cinco milhões de pessoas em todo o país e contou com mais 40 patrocinadores, entre eles o BRDE. Além da doação dos livros  infantis, infantojuvenis e de literatura em geral (nacional e estrangeira), o Pró-Biblioteca organiza encontros de Contação de Histórias abertos à comunidade, realizados em locais públicos e com acessibilidade.

 Acesso universal à cultura

As instituições beneficiadas são majoritariamente escolas públicas, mas não se limitam a elas. Numa primeira leva de doações, o BRDE contemplou em 2020, em parceria com o projeto Pró-Biblioteca, um total de dois mil livros para dez penitenciárias gaúchas.

Já no ano passado, foram dois momentos de doações. O último marcou o encerramento da 7ª edição Mostra Literária do BRDE, no mês de novembro, quando foram destinadas mais dez novas coleções, incluindo a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Porto Alegre.

 

Escolas públicas, penitenciárias e instituições que cuidam de menores e mulheres vítimas de violência foram contempladas com as coleções

Sem o apoio do Banco, esse movimento não seria possível, segundo Adriane. “A participação do Banco é muito importante, porque o BRDE é nosso parceiro antigo, ele já patrocinou outras edições do Pró-Biblioteca e viabiliza atitudes como essa”, disse.

A responsável pelo projeto conta que poucas pessoas têm acesso à literatura porque não têm condições de adquirir os títulos. Sendo assim, a presença de bibliotecas públicas em escolas, presídios e outros locais vulneráveis são uma forma de aproximar a cultura da sociedade.

“No Brasil, hoje, existem mais de cento e dez milhões de neoleitores, que são pessoas que aprenderam a ler mas não têm o hábito da leitura. Por isso o Pró-Biblioteca é tão importante, porque o livro e o acesso à cultura dão condições para que as pessoas abram seus horizontes, exercitem a visão do todo, a criatividade, conheçam novos assuntos, e tenham outras oportunidades. Queremos dar condições para as comunidades, instituições mais carentes e mais vulneráveis, para ajudar a reduzir o distanciamento econômico e social que temos na sociedade”, conclui.

Projeto da Associação  Vila Flores conta com o apoio via Lei de Incentivo à Cultura

Como uma alternativa de democratizar o acesso à cultura, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) apoia o projeto Vila Flores – Programação Anual. Desenvolvido pela Associação Cultural Vila Flores (ACVF), localizada no bairro Floresta, em Porto Alegre (RS), o projeto tem como objetivo promover apresentações artísticas, atividades formativas, residências, exposições e abrir espaço para diversas manifestações artísticas produzidas na cidade, permitindo o acesso à cultura através da realização das atividades de forma gratuita.

A iniciativa recebeu apoio financeiro do BRDE pela Lei de Incentivo à Cultura nos anos de 2019 e 2020, o valor repassado soma R$ 50 mil. Segundo a presidente da Associação, a gestora cultural Antonia Wallig, os valores foram investidos na remuneração da equipe gestora do projeto, artistas e grupos convidados, arte educadores, profissionais técnicos e serviços necessários para execução das atividades. O Vila Flores se configura como um centro cultural, de inovação e núcleo de práticas de empreendedorismo colaborativo, que abriga espaços de trabalho de artistas e coletivos criativo, locais para apresentações, exposições, espetáculos e atividades educativas. O espaço é reconhecido nacionalmente e internacionalmente como uma importante iniciativa de acesso à cultura e preservação do patrimônio histórico imaterial e arquitetônico.

Desafio durante a pandemia de incluir através da cultura
Fotos: Caroline Jacobi

De acordo com a presidente da ACVF, as atividades do projeto no ano de 2021, mobilizaram um público aproximado de 2.000 pessoas, entre atividades presenciais e online que contaram com tradução em Libras, para promover acessibilidade a todos os públicos. Ainda segundo a presidente, o apoio financeiro do BRDE foi essencial para a realização do projeto, que através das atividades propostas gerou mais de 30 empregos diretos para a classe artística de Porto Alegre. “Proporcionou que o público pudesse voltar a participar de atividades culturais de forma acessível e cuidadosa com todos os protocolos relacionados pandemia”, explica Antonia Wallig.

Os desafios da pandemia e da inclusão social

Para a gestora cultural, a importância do projeto, principalmente no que se refere à inclusão social por meio da cultura, está atrelada a programação cultural de continuidade. ”Tem a potencialidade de promover a relação das diversas linguagens artísticas entre si e com a cidade, buscando compreender a arte como mediadora de processos de transformação urbana, afirmação da diversidade e de  inclusão social e cultural”, comenta.

Antonia Wallig conta que, após o período de isolamento social intenso imposto pela pandemia, foi muito importante poder retomar a produção de atividades culturais em formato híbrido, com público controlado e transmissão online. “Sentimos que os artistas estavam com muita urgência de voltar para a cena cultural e colocar seus trabalhos na rua, e que os momentos de troca direta com o público serão sempre insubstituíveis. As visitas guiadas e atividades formativas focaram na inclusão social de crianças, jovens e adultos de comunidades socioeconomicamente vulnerabilizadas, contribuindo para a melhora da qualidade de vida e a noção de pertencimento sociocultural desse público”, explica.

Projeto promove relação das diversas linguagens artísticas entre si e com a cidade

Segundo a presidente da ACVF, todas as atividades do projeto por conta da pandemia foram readequadas. “Optou-se por oferecer as visitas guiadas e atividades formativas para pequenos grupos (entre 7 e 10 pessoas), a fim de garantir o distanciamento social dos alunos e garantir a prevenção da Covid-19. As atividades priorizaram o uso dos espaços abertos do Vila Flores, com ampla ventilação, disponibilidade de álcool em gel e uso de máscaras por todos envolvidos”, explica.  “A experiência foi superpositiva e nos inspirou a seguir em formato híbrido, entendendo que com cuidado, informação e segurança é possível retomar gradualmente as atividades e garantir todos protocolos necessários ao combate da Covid-19”, enfatiza a gestora cultural.

Apesar da pandemia, segundo Antonia Wallig, o projeto do Vila Flores teve uma programação intensa no ano 2021, promovendo uma série de atividades culturais voltadas para formação e fruição artística. A presidente da Associação conta que foram realizadas duas apresentações de teatro de rua no Pátio Interno do Vila Flores; dois shows musicais, com intuito de fomentar a produção artística; quatro visitas guiadas ao complexo cultural Vila Flores para pequenas turmas de escolas e universidades públicas; e ainda três atividades formativas de artes visuais gratuitas ligadas à produção artística visual e contemporânea. Além de uma oficina de teatro e montagem de performance com apresentação pública  e uma  residência artística e exposição de artes visuais, para as quais  foi realizada a chamada aberta para artistas de Porto Alegre, que contou com 25 inscrições.

 Incentivos Fiscais

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

 

O Núcleo de Atenção ao Paciente estima beneficiar perto de 500 crianças e adolescentes

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é um dos apoiadores do projeto Núcleo de Atenção ao Paciente, desenvolvido pelo Instituto do Câncer Infantil (ICI), que busca melhorar a qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares e ampliar o alcance da assistência oferecida pela instituição que funciona em Porto Alegre. Referência no atendimento de crianças e adolescentes com câncer, o Instituto completa neste ano 30 anos de atuação.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o número de novos casos de câncer infantojuvenil esperados para o Brasil, para cada ano do triênio 2020-2022, é de 8.460. No Rio Grande do Sul, a estimativa é de que 450 crianças e adolescentes desenvolvam a doença no mesmo período, sendo que a maior parte dos casos são tratados em centros oncológicos de Porto Alegre. Assim, o projeto apoiado pelo BRDE é fundamental para a promoção da saúde de crianças e adolescentes que enfrentam o câncer no Estado.

As atividades do Núcleo de Atenção ao Paciente envolvem diversas áreas, como Serviço Social, Nutrição, Psicologia, Pedagogia, Psicopedagogia, Odontologia, Fonoaudiologia, Fisioterapia e Oncopediatria. Os pacientes e seus familiares recebem atendimentos multidisciplinares e podem participar de oficinas culinárias e de artesanato como forma de geração de renda, bem como de programações divertidas para amenizar o sofrimento do tratamento do câncer infantojuvenil. Além disso, os beneficiários recebem doações de cestas básicas, roupas, medicamentos, auxílios para transporte e para a realização de exames especiais.

Valorização da vida

Estima-se que até o final de sua execução, que depende de recursos externos, o projeto do ICI consiga contemplar cerca de 494 pessoas. Com o intuito de valorizar a vida e a infância, em 2019 o BRDE destinou mais de R$ 30 mil para a iniciativa.

Segundo Valéria Gerbatin Braz Foletto, gerente institucional do ICI, os recursos repassados pelo BRDE foram totalmente aplicados no projeto, especialmente na manutenção e no aprimoramento dos serviços prestados aos pacientes e seus familiares. “O investimento foi para o pagamento dos profissionais dedicados ao projeto, incluindo salários, encargos e benefícios, material de consumo, alimentos, material pedagógico, capacitação dos profissionais, ampliação de algumas áreas multiprofissionais, assim como despesas gerais para a prestação de um serviço de qualidade para comunidade assistida”, explicou ela.

Instituo conta com o apoio em diferentes projetos

Desde 2017, o Instituto do Câncer recebe recursos do banco. Além do Núcleo de Atenção ao Paciente, outros projetos foram apoiados, como o `Manutenção e Qualificação do Ambiente’ e ‘Multiplicando conhecimento para salvar vidas: Programa de Capacitação para Equipes Multidisciplinares em Atenção Primária e Terciária’, somando repasses passam de R$ 120 mil.

“O BRDE tem uma importância significativa no Instituto do Câncer Infantil e no projeto do ‘Núcleo de Atenção ao Paciente’. Ter o Banco ao nosso lado faz toda a diferença para nossos projetos e principalmente para a assistência integral das crianças e adolescentes que enfrentam a doença”, concluiu Valéria.

Importância redobrada

Desde 2020, o cuidado do ICI foi redobrado, assim como a importância dos investimentos destinados ao Instituto e seus projetos. A pandemia de Covid-19 mudou a vida de todos e representa uma ameaça ainda maior para as crianças com câncer e suas famílias, que não podem interromper o tratamento da doença.

“Nossa equipe foi solidária aos nossos pacientes e suas famílias e fiel aos compromissos institucionais, entendendo a importância e necessidade de mantermos as portas abertas. O ICI pode orgulhar-se de ter mantido pleno atendimento, sempre tomando todos os cuidados ao seguir rigorosamente as medidas de prevenção contra o Covid recomendadas pelas autoridades”, afirmou a gerente.

Incentivos Fiscais

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Neste ano, ao todo 427 entidades concluíram o cadastramento dos seus projetos em busca do apoio do Banco. Concluído o período de inscrições, as comissões internas das Agências de Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Curitiba (PR) iniciaram as análises dos projetos.  Este trabalho tem término previsto para o dia 19 de novembro, quando já serão conhecidos também os valores que o BRDE irá disponibilizar neste ano para repassar às entidades selecionadas.

Em 2020 foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses.

Em busca do apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) por meio de leis de incentivo fiscal no exercício de 2021, ao todo 427 entidades concluíram o cadastramento dos seus projetos. Do total de inscrições, mais da metade (52%) das propostas está concentrada nos repasses previstos na Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e na sequência, com 81 projetos, aparece os candidatos ao apoio do banco via Lei do Esporte.

Concluído o período de inscrições, as comissões internas das Agências de Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Curitiba (PR) iniciaram as análises dos projetos que tiveram o credenciamento concluído. Este trabalho tem término previsto para o dia 19 de novembro, quando já serão conhecidos também os valores que o BRDE irá disponibilizar neste ano para repassar às entidades selecionadas.

O edital para seleção pública foi lançado em 17 de junho, durante as comemorações dos 60 anos de atuação do BRDE na região Sul do país. As inscrições fecharam no último dia 15 deste mês. No ano passado, foram selecionados 106 projetos, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Os projetos selecionados terão os recursos disponibilizados até o dia 28 de dezembro deste ano.

A inciativa do banco constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos nos três estados do Sul. Desde 2015, o BRDE já disponibilizou mais de R$ 23,7 milhões para instituições da região.

O longo dos últimos quatro anos o MARGS recebe recursos do Banco que permitem a realizações de exposições e qualificação do acervo

Criado em 1954, o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) é o mais importante museu de arte do Estado e um dos principais do país. Seu acervo reúne mais de cinco mil obras diversas, entre pinturas, fotografias, esculturas, desenhos e outras. O MARGS é uma instituição pública e conta com apoio financeiro de parceiros, como o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), para dar seguimento ao importante papel de valorização da arte.

Com o apoio do banco desde 2017, o projeto ‘Plano Anual MARGS’ recebeu em torno de R$ 240 mil de incentivos fiscais O projeto é estruturado para dar continuidade aos trabalhos que já vêm sendo realizados pelo museu, tais como reparos de obras, manutenção interna, aquisições, elaboração de catálogos, realização de exposições, apresentações musicais e ações educativas com o objetivo de atrair o público para a visitar seu acervo. “Com a pandemia, foram acrescidas, a nossa programação, as atividades online”, destaca Ilita Patrício, tesoureira da instituição.

Museu voltou a receber público, mas seguindo protocolos de prevenção á Covid-19

Neste ano, grande parte do valor foi investido na exposição de retomada das atividades após a flexibilização das medidas de combate à pandemia, em catálogos e na garantia dos materiais necessários para o cumprimento dos protocolos. A reabertura, após as reformas de 2020 que foram também apoiadas pelo BRDE, ocorreu em maio deste ano e contou com duas exposições inéditas, ocupando oito galerias e o foyer do Museu.

 Valorização da arte

Por ser um processo de criação, fabricação ou produção de algo por sujeitos, a arte está sempre ligada à história da sociedade à qual ela pertence. Se um povo sem memória é um povo sem história, podemos compreender a importância de conservar e investir em acervos tão ricos quanto o do MARGS. Contribuir para que a cultura seja valorizada é o objetivo do BRDE ao ser um dos apoiadores do Plano Anual MARGS 2021.

“Sem esse apoio financeiro que recebemos, a gestão do MARGS seria praticamente impossível, porque as verbas públicas estão mais ou menos restritas. O que permite a vida e a manutenção do Museu são os patrocínios que a Associação de Amigos do Museu de Artes do Rio Grande do Sul Aldo Malagoli recebe. O BRDE é nosso fiel amigo há alguns anos, e, graças a ele, o museu continua funcionando”, destaca Ilita. A conservação permitiu, por exemplo, a abertura, em 2021, de uma exposição que repete a primeira da história do MARGS, que ocorreu em 1950, com as primeiras obras adquiridas e que estão na pinacoteca do museu.

Tal apoio possibilita o alcance dos objetivos estabelecidos pela gestão do MARGS: colecionar, catalogar, conservar, restaurar e exibir as obras. “O Museu se preocupa muito com a preservação e ampliação do seu acervo. Para isso, são necessárias ações que envolvam manutenção das obras presentes e aquisição de obras de arte por meio de compras com as verbas dos patrocinadores, as únicas que nós temos para este fim”, explica. Em 2021, o investimento do projeto foi utilizado para compra de novas peças. Além de preservar e ampliar o acervo, a atual gestão pretende viabilizar toda arte que tenha valor artístico, estético, histórico e cultural, seja brasileira ou estrangeira.

Serviço

O MARGS funciona de terça-feira a domingo, das 10 às 19 horas e possui entrada franca. Devido aos protocolos de combate ao Covid-19, o acesso às galerias é limitado em relação ao número de pessoas por ambiente e foram instalados dispensers de álcool em gel e medição de temperatura ao ingresso no prédio, localizado no Centro Histórico de Porto Alegre. É possível conferir a agenda completa de exposições em www.margs.rs.gov.br.

Incentivos Fiscais

O período de inscrições da seleção pública de projetos que terão apoio do BRDE em 2021 terminou na última sexta-feira (15/10). Agora os projetos serão avaliados por uma comissão específica e, depois de definas as propostas selecionadas, os repasses financeiros deverão ocorrer até o final do ano para as respectivas entidades.

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.  No ano passado foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses.

O centro hospitalar é referência em atendimento oncológico no estado do Paraná

Para pesquisar, diagnosticar e tratar um dos maiores estigmas da sociedade médica, o câncer, em 1970 nasceu o Hospital Erasto Gaertner. Hoje, depois de muitos avanços, o centro é considerado uma referência nos diagnósticos e tratamentos do câncer.

Com 80% de seu atendimento voltado para o Sistema Único de Saúde (SUS), o Hospital Erasto Gaertner é um centro médico filantrópico localizado em Curitiba, capital paranaense. E para manter seu tripé no tratamento contra o câncer (cirurgia, quimioterapia e radioterapia) o hospital precisa de recursos, vindos por meio de Incentivos Fiscais. É o caso do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), que já apoiou dois projetos com o objetivo de apoiar iniciativas que fazem a diferença na vida da população.

Um dos projetos que recebe ajuda dos incentivos é o Vida do Idoso e Tratamento de Câncer. “Este projeto é direcionado para custeio do hospital, ou seja, vai para o fluxo de caixa. Este recurso é importante porque mantém o equilíbrio do centro hospitalar em funcionamento, já que esse dinheiro é direcionado para pagamento de medicamentos e pagamento de terceiros, como luz, água, lavanderia e outros”, afirma o analista de negócios e coordenador de projetos de incentivo fiscal do Hospital Erasto Gaertner, Carlos Roberto Schuster Pinto.

O projeto voltado ao idoso atende três mil pacientes pelo SUS no ano, totalizando 30 mil procedimentos de diagnóstico e tratamento do câncer no Erasto. Segundo Schuster, são nove mil cirurgias oncológicas, 300 mil doses de radioterapia e 70 mil doses de quimioterapia.

Outro projeto do hospital, também muito importante para o funcionamento do centro, recebe recursos de incentivos fiscais, o de Renovação Tecnológica da Unidade Oncopediátrica do Erastinho, hospital do centro que atende crianças e adolescentes de 0 a 18 anos que foram diagnosticadas com câncer.

Centro hospitalar é referência para tratamento do câncer em todo o estado

Inaugurado há um ano, o projeto veio para “rechear” o Erastinho, segundo o coordenador. “Com capacidade de 48 leitos, 17 mil consultas, 500 cirurgias e 85 mil procedimentos anuais, os recursos foram usados para compra de equipamentos para radio e quimioterapia, equipamentos de informática e demais materiais que ainda faltavam para atender o público”, conclui Schuster.

Em 2018, o projeto que recebeu recursos do banco foi o do idoso. Já em 2020, foi a vez do Erastinho, que estava se preparando para iniciar seus atendimentos. “O Hospital Erasto Gaertner é um centro de referência não só para quem é de Curitiba, mas de todo o Paraná. Visando sempre na melhoria e inovação dos atendimentos oferecidos por esta instituição que tem um trabalho tão sério e responsável, nós apoiamos dois projetos nos últimos anos do Erasto”, afirma o vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson Bley.

 Inscrições terminam nesta sexta-feira

 O período de inscrições da seleção pública de projetos que terão apoio do BRDE em 2021 termina nesta semana. As entidades interessadas terão até o próximo dia 15 de outubro (sexta-feira) para realizar o cadastramento de suas propostas ou concluir os processos em andamento.  O formulário segue disponível exclusivamente na forma digital no Portal de Incentivos. ser realizado através do Portal de Incentivos. O formulário está disponível exclusivamente na forma digital.

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.  No ano passado foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses.

Fotos: José Fernando Ogura/AEN

Entidades terão agora mais duas semanas para encaminhar seus projetos

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) decidiu prorrogar o período de inscrições da seleção pública de projetos que terão apoio da instituição por meio de leis de incentivo fiscal. Com a ampliação do prazo, agora as entidades interessadas terão até o próximo dia 15 de outubro para realizar o cadastramento de suas propostas ou concluir os processos em andamento.  O formulário segue disponível exclusivamente na forma digital no Portal de Incentivos.

A decisão em prorrogar o tempo de inscrições, que inicialmente se encerrava nesta quinta-feira (30/9), decorreu das limitações ainda impostas pela pandemia de Convid-19 na obtenção dos documentos necessários. Várias entidades relataram dificuldades nas últimas semanas na liberação de autorizações dos processos, o que limitaria o acesso à seleção promovida pelo Banco.

Já são mais de 400 entidades da região Sul que, até o momento, encaminharam os seus processos ou o iniciaram o cadastramento. A inciativa do BRDE constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná.

Desde 2015, o BRDE já disponibilizou mais de R$ 23,7 milhões para instituições dos três Estados.  No ano passado, foram selecionados 106 projetos, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Os projetos selecionados terão os recursos disponibilizados até o dia 28 de dezembro deste ano.

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar projetos por meio dos seguintes mecanismos de renúncia fiscal:

Para outras informações:

Rio Grande do Sul: duvida.incentivofiscalRS@brde.com.br

Santa Catarina: duvida.incentivofiscalSC@brde.com.br

Paraná: duvida.incentivofiscalPR@brde.com.b