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Financiamentos 100% alinhados com a pauta da sustentabilidade como regra

Data05/05/22
|CategoriaNotícias

Painel com participação de instituições de fomento e banco privado reforça compromissos com a Agenda 2030

“Os conceitos de sustentabilidade não são mais considerados como elementos adicionais nos projetos que apoiamos, mas sim tornaram-se fundamentais. Não é mais uma agenda de futuro, mas para já.” A manifestação do representante do Grupo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) no Brasil, Morgan Doyle, indicou a tônica do painel “Sustentabilidade/ESG no âmbito de financiamento de Inovação e ODS”, que ocorreu na manhã desta quinta-feira (5/05), no South Summit Brasil, que está acontecendo em Porto Alegre (RS). Realizado no palco Corner Stage, o debate contou com a coordenação da diretora de Operações do Banco regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Leany Lemos.

O representante do Grupo BID salientou que é meta da instituição chegar em 2023 com 100% das operações de crédito vinculados com as metades do Acordo de Paris, Conforme Boyle, entre as prioridades estão os financiamentos com foco nas questões climáticas, geração de energias limpas e de gênero.

Para a vice-presidente executiva de Relações Institucionais e Sustentabilidade do Santander, Patrícia Audi, os financiamentos com vinculação direta os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) tornaram-se fundamentais para o sucesso dos negócios em qualquer segmento. “Sem falar que estamos tratando da sobrevivência de todos nós. Então como não financiar?”, instigou Patrícia Audi.

Unânimes no alinhamento com a pauta da sustentabilidade

A vice-presidente do Santander destacou que o banco hoje é responsável por 30% de todos dos financiamentos em energia renovável do país e o que programa de microcrédito lançando para enfrentar os efeitos da pandemia já atingiu mais de 720 mil clientes. Ela acrescentou que o banco opera com taxas mais atrativas na medida que o cliente atender determinadas metas ambientais, em particular no agronegócio.

Representando no painel o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o administrador Gil Vidal Borba igualmente reforçou a linha de alinhamento total dos projetos apoiados ao tema da sustentabilidade.  “Nossa grande missão é transformar todos os setores produtivos do país, pois não teremos desenvolvimento sem os princípios da sustentabilidade, numa economia verde”, sustentou.

Nova matriz

Leany Lemos: banco sustentável

Durante os debates, Leany Lemos ressaltou, também, a restruturação que o BRDE promoveu em 2021 na sua matriz de programas e linhas de crédito, tornando a instituição ainda mais aderente à realidade global, aos critérios ESG e a Agenda 2030. “Somos um banco cada vez mais comprometido com a sustentabilidade”, frisou ela, ao observar quer a nova matriz trouxe programas específicos para as mulheres empreendedoras e em favor da sustentabilidade ambiental. No ano passado, quando o banco totalizou R$ 4,1 bilhões em contratações na região Sul, três em cada quatro operações diretas (74,3%) apresentaram vinculação a pelos menos uma das 17 metas dos ODS.

Fotos: Carolina Greiwe/BRDE


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