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BRDE recebe homenagem por apoio a projeto do HC que trata idosos com estenose aórtica

Data28/06/19
|CategoriaNotícias

Nesta terça-feira (25), o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) recebeu uma homenagem do Hospital de Clínicas de Curitiba pelo seu apoio ao projeto “Estenose Aórtica no Idoso: oferecendo uma chance de tratamento para uma velhice digna”. O Banco investiu R$ 150 mil na iniciativa em 2017, via Fundo Municipal do Idoso. O certificado de agradecimento foi entregue ao diretor Administrativo Luiz Carlos Borges da Silveira.
O projeto captou recursos durante três anos para comprar próteses valvulares, que são implantadas em idosos portadores de estenose aórtica degenerativa. A doença consiste em um acúmulo de cálcio na válvula aórtica, tornando-a espessa e aumentando o risco de ataque cardíaco, acidente vascular cerebral e morte.
Antes da iniciativa do HC, estes pacientes só podiam ser tratados com a cirurgia de troca valvar, que é considerada de alto risco em pessoas com idades mais avançadas. Com as próteses, os idosos têm uma alternativa de tratamento menos invasiva e sem anestesia geral, além de ter um pós-operatório sem dor e altas em 48 a 72 horas.
O Hospital de Clínicas é o maior hospital público do Paraná e adquiriu 11 próteses com os recursos do BRDE e de outras empresas parceiras. O valor de cada uma delas varia entre R$ 70 mil e R$ 90 mil. Até o momento, seis próteses já foram implantadas com sucesso e a lista de espera já conta com dez pacientes.
A doutora cardiologista Deborah Nercolini é quem executa o projeto. “Algumas famílias não entendem os benefícios deste tratamento e ficam com receio de implantar a prótese. Hoje o idoso pode não ter sintomas aparentes, mas a estenose aórtica é uma doença degenerativa e, lá na frente, o paciente pode piorar e não haver mais próteses disponíveis”, disse Deborah.
O diretor Administrativo do BRDE, Luiz Carlos Borges da Silveira, que foi ministro da Saúde entre 1987 e 89, destacou a importância da parceria: “Esta sociedade entre empresas e hospitais ainda engatinha no Brasil. Em outros países, ela é mais comum. Como a tecnologia avançou, os custos aumentaram, tornando essa atuação em conjunto muito importante para a saúde pública”, afirmou.
Também participou do evento a assessora de diretoria Edna Maria. O agradecimento aconteceu no prédio principal do Complexo Hospital de Clínicas.


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