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Conservação do bioma Pampa é foco de oficina promovida pelo BRDE e BirdLife/SAVE Brasil

Data24/03/17
|CategoriaNotícias

Em parceria com a BirdLife/SAVE Brasil, por meio da Alianza del Pastizal, o BRDE promove de quarta a sexta-feira desta semana (22 a 24/03) um encontro com produtores rurais, técnicos, professores, consultores e gestores que representam mais de 30 instituições ligadas à produção rural, ao ambiente e o desenvolvimento sustentável. Em formato de oficina participativa, no auditório do Banco, em Porto Alegre, sob coordenação geral do diretor de Planejamento, Luiz Corrêa Noronha, o evento busca contribuir para o fortalecimento e a ampliação de uma bem-sucedida experiência de manejo da produção agropecuária aliada à conservação do bioma Pampa.
Na quarta-feira (22), a mesa de abertura foi composta pelo diretor-presidente do BRDE, Odacir Klein; o diretor da BIRDLIFE/SAVE Brasil, Pedro Develey; o superintendente Federal de Agricultura do Rio Grande do Sul, Roberto Schroeder; os secretários estaduais Fábio Branco, do Desenvolvimento Econômico, Ciência e Tecnologia; Maria Patrícia Mölmann, do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável em exercício, e Tarcísio Minetto, do Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo. Esteve presente também Raquel Breda dos Santos, diretora do Departamento de Produção e Consumo Sustentáveis do Ministério do Meio Ambiente – MMA.
O diretor Luiz Noronha e Pedro Develey conduziram a primeira sessão da oficina juntamente com Michael Carroll, especialista do Banco Mundial; Marcelo Fett, coordenador nacional da Alianza del Pastizal; Nicolas Marchand, coordenador regional da Alianza del Pastizal; Agustín Carriquirry, do Uruguai; o produtor rural gaúcho, Lucídio Dourado, e o facilitador Acilio Marinello. Funcionários das três agências do BRDE estiveram presentes, além de assessores da direção.
Pela conservação da biodiversidade no Pampa
Iniciativa sul-americana liderada pela BirdLife International/SAVE Brasil, a Alianza del Pastizal está presente no Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai e conta com mais de 40 organizações que compartilham o objetivo de conservar os campos naturais do Cone Sul, congregando representantes de indústrias, sindicatos rurais, instituições de pesquisa e associações de produtores rurais.
Dentre as atividades da Alianza está a criação de um selo ambiental, que certifica a qualidade da carne produzida em condições compatíveis com a conservação dos campos nativos. No Rio Grande do Sul, o programa já trabalha com 120 propriedades certificadas, o que corresponde a 88 mil hectares de campos nativos conservados. A pecuária com base em campo nativo bem manejado é cientificamente reconhecida como atividade que colabora para a redução das emissões de gases de efeito estufa.
Além das secretarias de estado e dos ministérios, estiveram representados nos dois primeiros dias da oficina a Universidade Federal do Rio Grande do Sul; a Empraba Pecuária Sul; o Sebrae-RS; a Caixa Econômica Federal; o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade – Funbio; o Sindicato Rural de Lavras do Sul; e produtores com propriedades associadas à Alianza.


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