BRDE

Já com um histórico de aprimoramento das estruturas de governança, gestão de riscos e controle interno, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) acaba de formalizar sua adesão ao Programa Nacional de Prevenção à Corrupção (PNPC). Com o objetivo de reduzir os níveis de fraude e corrupção no Brasil a patamares similares aos de países desenvolvidos, o projeto pretende mobilizar dirigentes, instituições de controle e gestores públicos.

Para integrar o programa e receber a marca de participante, o BRDE submeteu-se a uma avaliação sobre mecanismos que medem o nível de atuação da organização em termos de prevenção, investigação, detecção e correção da sua governança, buscando identificar eventuais pontos vulneráveis. “O banco vem se aprimorando de maneira contínua nos seus processos internos, buscando sempre agregar boas práticas. Com a adesão ao programa, reafirmamos nosso compromisso público em promover a integridade e a ética, sempre com transparência. Somos um banco público e precisamos prestar contas à sociedade”, destacou a diretora-presidente, Leany Lemos.

O PNPC busca avaliar todas as organizações públicas do Brasil, mobilizando as redes de controle e os gestores através dos Estados. A partir de um mapeamento e diagnóstico das situações mais suscetíveis à corrupção, o programa pretende apontar caminhos para padrões de integridade de alto nível, com geração de relatório, avaliação e homologação da rede de controle.

Banco já destinou mais de R$ 23,7 milhões a entidades por meio de leis de incentivo fiscal

Termina nesta quinta-feira (30/9) o período de inscrições das entidades interessadas em ter o apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) por meio de leis de incentivo fiscal. Até o momento, perto de 300 entidades da região Sul já iniciaram os processos de cadastramento dos seus projetos através do Portal de Incentivos. O formulário está disponível exclusivamente na forma digital.

A inciativa do banco constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná. Desde 2015, o BRDE já disponibilizou mais de R$ 23,7 milhões para instituições dos três Estados.

Os projetos apoiados qualificam equipes e programações de entidades que prestam atendimento a crianças, jovens e idosos; promovem atividades de educação pelo esporte e competições que valorizam atletas; permitem a aquisição de equipamentos para hospitais, creches e asilos; estimulam a produção e a distribuição de livros para escolas e bibliotecas públicas; possibilitam apresentações de dança, música, artes visuais e cênicas, bem como a valorização do patrimônio arquitetônico e histórico, e ajudam a manter programações anuais de instituições como museus, centros de cultura e orquestras, entre outras.

Recursos

O edital de 2021 para seleção pública foi lançado em 17 de junho, durante as comemorações dos 60 anos de atuação do BRDE na região Sul do país. No ano passado, foram selecionados 106 projetos, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Os projetos selecionados terão os recursos disponibilizados até o dia 28 de dezembro deste ano.

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar projetos por meio dos seguintes mecanismos de renúncia fiscal:

Lei Federal de Incentivo à Cultura 8.313, de 23/12/1991;

Lei Federal 8.685, de 20/7/1993 (Lei do Audiovisual);

Lei Federal 11.438, de 29/12/2006 (Lei de Incentivo ao Esporte);

Lei Federal 8.069, de 13/7/1990 (Fundo da Infância e da Adolescência);

Lei Federal 10.741 (Estatuto do Idoso) e Lei Federal 12.213 (Fundo Nacional do Idoso);

Lei Federal 12.715/2012 e Decreto 7.988/2013 – Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) e Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas).

Para outras informações:

Rio Grande do Sul: duvida.incentivofiscalRS@brde.com.br

Santa Catarina: duvida.incentivofiscalSC@brde.com.br

Paraná: duvida.incentivofiscalPR@brde.com.b

 

Prazo para que as instituições encaminhem proposta ao banco termina no dia 30 deste mês

Restam poucos dias para que entidades interessadas em ter o apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) por meio de leis de incentivo fiscal encaminhem seus projetos. O prazo para inscrição termina no próximo dia 30 deste mês e todo o processo de cadastramento deve ser realizado através do Portal de Incentivos. O formulário está disponível exclusivamente na forma digital.

O edital para seleção pública foi lançado em 17 de junho, durante as comemorações dos 60 anos de atuação do BRDE na região Sul do país. No ano passado, foram selecionados 106 projetos, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Os projetos selecionados terão os recursos disponibilizados até o dia 28 de dezembro deste ano.

A inciativa do banco constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná. Desde 2015, o BRDE já disponibilizou mais de R$ 23,7 milhões para instituições dos três Estados

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar projetos por meio dos seguintes mecanismos de renúncia fiscal:

Para outras informações:

´Abrindo Portas para o Futuro’ já recebeu do Banco, via Funcriança, em torno de R$ 84 mil

Em defesa dos direitos de crianças e adolescentes, especialmente aqueles em situação de maior vulnerabilidade, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) apoia o projeto ‘Abrindo Portas para o Futuro’. Desenvolvido pelo Instituto Popular De Arte-Educação (IPDAE), o projeto tem como objetivo propor atividades que possibilitam ao participante redimensionar e ampliar seus horizontes de vida, e desenvolver seus potenciais. O banco apoia a iniciativa desde 2017, com recursos repassados através Fundo para a Infância e Adolescência (Funcriança) que já somam R$ 84 mil.

O IPDAE, localizado no bairro Lomba do Pinheiro em Porto Alegre (RS), é uma organização sem fins econômicos que trabalha com ações voltadas à promoção e à inclusão social de crianças e adolescentes em situação de elevada vulnerabilidade econômica e social. A instituição, fundada há 22 anos, acredita no acesso à leitura, à música, à arte e à cultura como instrumentos mediadores na formação do indivíduo.

“É uma alternativa de promoção da cidadania, da autoestima, de inserção social, cultural e profissional, na qual as crianças, os adolescentes e os jovens têm oportunidade de romper com as condições das quais são originários e delinear um projeto de vida que lhes permita desenvolver suas potencialidades, embasados em valores éticos e humanos”, explica Fátima Flores, presidente-diretora do IPDAE, sobre o objetivo da iniciativa ‘Abrindo Portas para o Futuro’.

De acordo com Fátima Flores, o projeto realiza o atendimento direto de 230 crianças, adolescentes e jovens e, aproximadamente, 3 mil atendimentos indiretos. Ainda, segundo a presidente, a instituição mantém o funcionamento, atualmente, da Biblioteca Leverdógil de Freitas, da Escola de Música, do Museu Comunitário da Lomba do Pinheiro e do Memorial da Família Remião.

Em tempos de pandemia, a música faz a diferença

 Segundo a diretora-presidente da IPDAE, em muitos casos, foram as aulas de música a principal atividade dos alunos do projeto ‘Abrindo Portas para o Futuro’, que em isolamento social, puderam seguir estudando um repertório e sendo orientados semanalmente pelos seus professores. “A depressão juvenil não chegou perto dos alunos do IPDAE, pois permaneceram vibrando em sintonia com seus instrumentos”, completa ela.

Projeto teve aluno seleciona pela Universidade Federal de Santa Maria

Fátima Flores conta com orgulho sobre um dos alunos do projeto, que foi aprovado no curso bacharelado em contrabaixo na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) no primeiro semestre de 2021. “Resultado que demonstra a qualidade de ensino de música do IPDAE”, aponta. As ações do projeto passaram por um processo de transformações por causa da pandemia, segundo ela. “Tivemos que aprender a sair do clássico e conservador e tornarmos digital e moderno”, enfatiza.

“O apoio financeiro do BRDE possibilitou que as aulas de música acontecessem do formato virtual, garantindo que o processo de formação dos alunos de violino, viola, contrabaixo, violoncelo, piano, oboé e canto continuassem de forma ininterrupta”, conta Fátima sobre a suspensão de diversas parcerias com o poder público municipal, além da diminuição de recursos recebidos por parceiros locais e doações. Fátima enfatiza que o apoio financeiro do BRDE foi determinante para a continuidade do projeto e para que o IPDAE não fechasse as portas durante a pandemia. “Aplacou a possibilidade da interrupção da continuidade do processo de pedagógico de formação musical”, explica.

Paulo Fiori, ex-funcionário do BRDE e aposentado desde 2007, atuou no Banco por 39 anos, contou sobre a sua ligação com o projeto nos últimos 10 anos. “Passei a colaborar com o IPDAE, ajudando em todas as áreas, mas principalmente me encarregando da elaboração de projetos voltados à captação de recursos”, explica Fiori. “Tem sido muito significativo e extremamente importante o apoio que o BRDE vem nos dando, via Incentivos Fiscais do Funcriança”, ressalta.

Incentivos Fiscais

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

O edital de seleção para os projetos que serão contemplados em 2021 já está disponível no link Seleção Pública BRDE 2021 – Incentivos Fiscais. Os pedidos de apoio aos projetos são recebidos exclusivamente em meio eletrônico, através do Portal de Incentivos, disponibilizado no site do BRDE. No ano de 2020, foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses.

 

Circuito destinado ao público juvenil funciona há dez anos e conta com o apoio do BRDE

Além de oportunizar entretenimento, a cultura do audiovisual vem se intensificando como uma das ferramentas mais importantes no âmbito educacional, principalmente para o público juvenil.   Lançado há dez anos e atendendo a mais de 100 mil pessoas por temporada, o projeto Circuito de Cinema Infantil é um exemplo de iniciativa que busca fomentar a produção cinematográfica e democratizar o acesso das crianças de Santa Catarina à sétima arte.

Realizado pela Secretaria Especial da Cultura – Ministério do Turismo, coordenado pela Lume Produções Culturais e com apoio a lei de incentivo à cultura, o projeto contato com o apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) desde 2014. Neste período, o banco já repassou um total de R$ 100 mil, buscando promover a diversidade cultural e inclusão social desses jovens através do cinema brasileiro.

Circuito mobiliza cerca de 100 mil jovens a cada ano – Imagens captadas antes da pandemia de Covid-19

“O apoio do BRDE ao Circuito de Cinema Infantil é a garantia de fazer chegar para as crianças do interior do estado arte brasileira da melhor qualidade. Graças ao patrocínio de tantos anos pudemos garantir a milhares de crianças a alegria de assistir a um filme onde ela pode ver a cultura brasileira na tela”, destaca a diretora-geral do programa, Luiza da Luz Lins. A iniciativa tem como objetivo levar o cinema nacional para crianças, de 3 a 12 anos, em municípios catarinenses em que o acesso a estas atividades é restrito ou em alguns casos inexistente.

Para cada município participante é elaborado um DVD contendo 7 a 8 filmes de curtas metragens, vencedores da mostra de cinema infantil em Florianópolis, com recursos de audiodescrição e Libras para crianças que tenham deficiências auditivas ou visuais. As sessões são organizadas por gestores culturais de cada município e podem ser realizadas em locais como escolas, museus ou centros culturais.

Incentivos fiscais

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A iniciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

O edital de seleção para os projetos que serão contemplados em 2021 já está disponível no link Microsoft Word – ERRATA Incentivos Fiscais 2021 (brde.com.br). Os pedidos de apoio aos projetos são recebidos exclusivamente em meio eletrônico, através do Portal de Incentivos, disponibilizado no site do BRDE. No ano de 2020, foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses.

A convite da Associação Comercial e Industrial de Chapecó (Acic), técnicos do BRDE explicaram nesta quinta-feira (02) os procedimentos que devem ser adotados por Ongs, produtores culturais, associações esportivas e outras entidades da cidade, interessadas em receber aportes das Leis de Incentivo. Por videoconferência a Assessora de Comunicação da AGFLO, Deborah Sabatini e o Coordenador do CRESA, Eduardo Grijó, tiraram dúvidas, explicaram as singularidades de cada Lei, os tipos de projetos que o BRDE costuma apoiar – com base na política de responsabilidade socioambiental do banco – além de instruir os interessados sobre como navegar pelo site e cadastrar o projeto.

“Oportunidades como esta democratizam a informação e ajudam a esclarecer as entidades, evitando que os interessados fiquem pelo caminho por erro na inscrição”, explica Deborah.

O encontro virtual promovido pela Acic teve duração de aproximadamente uma hora e reuniu trinta e seis interessados.

“Temos um regramento claro e um processo muito rígido para inscrição e análise dos projetos. Inicialmente parece uma burocracia desnecessária. Mas com o tempo as entidades compreendem que é um cuidado necessário, que garante a lisura de todo processo”, complementa o Diretor Financeiro, Vladimir Arthur Fey.

Para se habilitar aos aportes das Leis de Incentivo os interessados precisam aprovar o projeto para captação na Lei de Incentivo à Cultura ou Lei do Audiovisual; Lei de Incentivo ao Esporte; Fundo da Infância e Adolescência; Fundo Nacional do Idoso; Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica ou Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência. Estando apto o próximo passo é inscrever o projeto em portais como o do BRDE. Esta etapa se encerra em 30 de setembro e é seguida pela análise técnica dos projetos e validação em diretoria.

Nos últimos seis anos o BRDE disponibilizou R$ 23,7 milhões para projetos sociais esportivos e culturais nos três estados de atuação. Santa Catarina recebeu R$ 7,9 milhões para 193 projetos, impactando diretamente mais de 150 mil pessoas.

Atuar no apoio a projetos estratégicos em termos de fortalecimento da economia da região Sul do país, mas com maior alinhamento possível às metas de ação global da Agenda 2030 para o desenvolvimento sustentável. É com essa premissa que o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) atingiu, no primeiro semestre deste ano, uma marca importante: 84,2% as operações diretas contratadas no período têm vinculação com ao menos um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), conjunto de metas estabelecidas pelas Nações Unidas a serem alcançadas até o final da década.

Através de um projeto-piloto e pioneiro entre os bancos de fomento no Brasil, a análise envolveu um valor total de R$ 1,1 bilhão em financiamentos contratados nos três estados. Deste volume em crédito, mais de R$ 924 milhões tiveram aderência a um ou mais entre os 17 Objetivos.

É o caso de projetos de geração de energia solar destinados ao consumo de empresas e produtores rurais que, além do ODS 7 (Energia Limpa e Acessível) como enquadramento principal, estão presentes na agenda da gestão dos recursos naturais (ODS 12) e das metas climáticas (ODS 13). O mesmo contrato de financiamento, por vezes, ainda está presente o vínculo ao ODS 8 (trabalho decente e crescimento econômico) ao destinar crédito para micro e pequenas empresas.

“É um resultado bastante expressivo e reflete, em termos práticos, o compromisso do BRDE de estar alinhado à agenda da sustentabilidade, aliando crescimento econômico com um legado social e ambiental. Fazer na nossa cidade, na nossa região, significa impactar de maneira global”, destaca a diretora-presidente, Leany Lemos. O estudo confirma esse alinhamento mencionado pela presidente, ao mencionar que o impacto total das operações do banco no primeiro semestre alcança 112,1% do valor contratado, o que significa algo acima de R$ 1,2 bilhão

Segundo a presidente, nos últimos anos o banco incorporou a agenda da sustentabilidade ao próprio planejamento estratégico, processo esse que foi acelerado com a participação de instituições internacionais na formação do funding. “Na medida que o BRDE busca essas parcerias para ampliar sua capacidade de atender a demanda na região Sul, automaticamente reafirma seus compromissos com o desenvolvimento sustentável”, acrescentou ela.

Destaques 

Conforme aponta o estudo, os maiores impactos positivos estão nas contratações direcionados ao ODS 2 (segurança alimentar e agricultura sustentável), que isoladamente alcançou R$ 460 milhões em financiamento. Deste montante, 81% decorre de crédito para as cooperativas agroindustriais. Outros projetos importantes são de armazenamento de grãos, irrigação, agricultura de baixo carbono, agricultura familiar, entre outros.

Para o diretor de Planejamento do BRDE, Otomar Vivian, o alto percentual de vinculação das operações do banco com as metas globais de sustentabilidade significa um diferencial para a região Sul. “O BRDE é um parceiro histórico do agronegócio e, através dos projetos que apoia, vem oportunizando ganhos de produtividade com respeito às questões ambientais. Ao mesmo tempo, o banco está sintonizado com as demandas por inovação na indústria, no apoio aos municípios nas questões de saneamento e na geração de energia com fontes limpas. É um legado importante para as novas gerações”, destaca o diretor.

Neste ranking de vinculação das operações o ODS 8 (crescimento e emprego decente) vem na sequência, com R$ 215 milhões aplicados na disponibilidade de crédito, direcionados em especial para micro e pequenas empresas (total de R$ 170 milhões, considerando a participação de parceiros operacionais do BRDE para atender a esse cliente). As contratações tiveram maior foco no crédito para capital de giro e atenuar os efeitos da pandemia de Covid-19 neste segmento. O mesmo ODS compreende a modernização tecnológica das empresas, que contou com R$ 34 milhões em projetos financiados.

Já o ODS 3 (saúde de qualidade) teve ótimo expressivo no primeiro semestre em decorrência de financiamento à construção de um importante hospital no Rio Grande do Sul que irá refletir na ampliação de leitos e melhoria das condições de atendimento à população em saúde pública. O alinhamento ao ODS 3 respondeu a contratos no valor total de R$160 milhões.

Cada vez mais ocupando escala na carteira do banco, os projetos de construção de centrais geradoras hidrelétricas e pequenas centrais hidrelétricas na geração de energia limpa tiveram R$ 74 milhões em financiamento, com destaque para projetos em Santa Catarina e no Paraná. Também alinhados ao ODS 7(energias limpas e renováveis), a geração distribuída fotovoltaica, permitindo o autoconsumo e a compensação do excedente disponibilizado nas redes de distribuição, registrou R$ 11 milhões em contratos.

Demais vinculações: 

Resultado operacional 

Na última semana, o BRDE divulgou o balanço financeiro do primeiro semestre de 2021. Com mais de 1.400 operações de crédito aprovadas neste período, o banco registrou um lucro líquido de R$ 130,495 milhões. Trata-se do melhor resultado nominal já alcançado na série histórica que inicia em 2001. Com destaque para o resultado operacional e uma forte recuperação de créditos, o lucro apurado é 57% superior na comparação aos primeiros seis meses de 2020.

 

 

A construção do futuro hospital destinado aos pacientes idosos do SUS que necessitam de cuidados para uma rápida recuperação recebe apoio do banco

Com o objetivo de oferecer uma nova opção para tratamentos prolongados a pacientes que necessitam de reabilitação, a implantação da Unidade Hospital São Luis Orione é um dos importantes projetos liderados pelo Pequeno Cotolengo. Com 25 leitos e idealizado para oferecer cuidados de forma individualizada e humanizada, o hospital deverá iniciar o atendimento ao público no próximo ano e sua instalação contou com o apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). O banco igualmente já auxiliou outros projetos da instituição no acolhimento de crianças, jovens e idosos.

Desde 1965, o Pequeno Cotolengo acolhe pessoas com deficiências múltiplas (físicas e intelectuais) de todas as idades que foram abandonadas por suas famílias, sofreram maus tratos ou viviam em situação de risco. Cerca de 230 pessoas que passaram não apenas a ter um lar feito de tijolos, mas construído com confiança, carinho e respeito. Fundada por São Luis Orione, na Itália, hoje a instituição possui seis unidades no Brasil, sendo a de Curitiba a maior delas. Todo o atendimento realizado pelo Pequeno Cotolengo é gratuito para os moradores da região.

São 553 funcionários na sede da capital paranaense que oferecem saúde, educação e cultura aos moradores. A maioria dos atendimentos é destinado à saúde, segundo o gerente de captação do Pequeno Cotolengo, Carlos Thomazelli, que possui muita paixão pelos cuidados prestados lá. “Enfermagem, psicologia, fisioterapia, dentista e muitas outras especialidades médicas são oferecidas aos moradores. É deslumbrante porque nosso objetivo é oferecer uma vida com qualidade e acessível para essas pessoas”, afirma.

A instituição costuma acolher asilados hospitalares, ou seja, idosos que foram internados em hospitais e depois foram abandonados pela família enquanto estavam lá. “Há idosos que passam um ano abandonados em hospitais, é muito triste. No Pequeno Cotolengo, eles recebem muito carinho e cuidado”, relata o gerente.

Proposta é oferecer atendimento humanizado na nova unidade

Para manter a instituição, que oferece o atendimento gratuito à população, o Pequeno Cotolengo conta com doações, bazares e incentivos fiscais. Conforme o gerente, a captação de recursos por meio de incentivos fiscais é fundamental para o trabalho e desenvolvimento de organizações da sociedade civil.

Diretamente ao projeto da Unidade São Luis Orione, o BRDE contribuiu para toda a instrumentalização do hospital, como equipamentos de acessibilidade e material médico hospitalar permanente, além de treinamentos específicos para equipes multidisciplinares. “Nosso diferencial é que vamos atender melhor a população carente, sempre levando o legado do nosso fundador. São Luis sempre disse que devemos estar à frente do nosso tempo. Este projeto é isso, um bem à sociedade de maneira inovadora”, reflete Thomazelli.

Com o repasses de R$ 26,5 mil em 2018 e R$ 85 mil,  em 2020, o BRDE se sente parte da incrível história que o Pequeno Cotolengo escreve na cidade. “Um projeto tão bonito como este, que visa ajudar o próximo da maneira mais genuína, é um grande orgulho para o BRDE. Nós queremos tornar projetos como este possíveis, que mudam vidas e realidades”, afirma o vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson Bley.

Incentivos fiscais

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A iniciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

O edital de seleção para os projetos que serão contemplados em 2021 já está disponível no link Microsoft Word – ERRATA Incentivos Fiscais 2021 (brde.com.br). Os pedidos de apoio aos projetos são recebidos exclusivamente em meio eletrônico, através do Portal de Incentivos, disponibilizado no site do BRDE. No ano de 2020, foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses.

É o primeiro banco de fomento do país a receber o selo

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) passa a integrar um grupo seleto de empresas do Brasil que são reconhecidas por estimular o aumento de participação das mulheres em cargos de liderança e conselhos. Nesta quarta-feira (25/8), o banco recebeu o selo Women On Board, conferido a companhias com no mínimo duas mulheres com assento no Conselho de Administração. Além da diretora-presidente Leany Lemos, o BRDE tem outras três conselheiras no colegiado que representa os três estados acionistas.

O WOB é um movimento independente criado há dois anos, com o objetivo de valorizar a existência de ambientes corporativos com a presença de mulheres na liderança máxima das empresas, em conselhos de Administração ou Consultivo. Até o momento, pouco mais de 60 grandes companhias do país foram certificadas e o BRDE é a primeira instituição de fomento a receber esse selo em todo o país.

“Esse reconhecimento tem um significado enorme não apenas para o banco, mas para toda uma luta em favor da diversidade, da igualdade de gênero no ambiente profissional, nas academias e onde quer que nós, mulheres, queremos estar presentes”, comemora Leany Lemos, ela própria a primeira mulher a ser indicada para o cargo de presidente em 60 anos de trajetória do BRDE.

Com a experiência de também ter sido pioneira em ocupar cargos no setor público tradicionalmente reservados aos homens, Leany Lemos lembra o quanto a presença de uma mulher em posições de destaque estimula que outras busquem o seu espaço. “Tem um efeito de espelho. A mulher no comando preenche suas equipes preferencialmente com outras mulheres, pois reconhece nelas suas habilidades e competências e todo um histórico da sociedade que, por vezes, não lhes permitem avançar na carreira”, complementa.

A certificação do WOB aconteceu no mesmo dia da posse de mais uma mulher no Conselho de Administração. Eleita pelos colegas, Marisa Marques de Toledo Camargo Barroso Magno passa a ocupar a cadeira representando os funcionários do banco. Já integravam o colegiado Vanessa Neumann Sulzbach (representante do Rio Grande do Sul) e Juliana Baldessar Weber Becker (Santa Catarina). Por ser presidente do banco, Leany Lemos responde também pelo mesmo posto no Conselho.

Além do Conselho de Administração, o banco também vem avançando na presença de mulheres em postos de liderança: tanto nos cargos com função gratificada, superintendências e gerências, a média sempre está acima de 30%. Na avaliação da presidente, isso demonstra o quanto a instituição está alinhada com meta específica dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) no que se refere à igualdade de gênero.

Ainda neste ano, o BRDE aprovou no âmbito de sua Diretoria uma diretriz interna em favor da diversidade e lançou um programa especificamente para mulheres empreendedoras da região Sul. Trata-se de uma política de concessão de crédito para empresas lideradas por mulheres e produtores rurais nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Também durante a reunião do Conselho, houve a adesão formal do BRDE à Associação Women On Board. Pelo termo, o banco se compromete seguir as boas práticas corporativas e a manter pelo duas mulheres na composição efetiva do Conselho ou notificar a instituição caso não manter as condições de certificação.

Atuando em parceria no apoio a projetos com impacto positivo no meio ambiente, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) iniciam, a partir desta terça-feira (24/6), a apresentação de uma série de vídeos sobre iniciativas que contemplam a geração de energia com fontes renováveis e melhorias em sistemas de iluminação pública. Com investimentos que alcançam R$ 320 milhões, a parceria já contabiliza 45 projetos na região Sul do país, a partir de um fundo de 50 milhões de euros destinado a financiar propostas alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos pelas Nações Unidas.

Denominada de Parcerias no Desenvolvimento Sustentável da Região Sul, a websérie vai reunir exemplos de empresas privadas que buscaram financiamento do BRDE para implantar usinas de geração fotovoltaicas e a partir de fontes hídricas. Ao todo, os projetos apoiados representam crescimento de 290 GWh por ano na geração de energia renovável e uma redução de 22 milhões de toneladas na emissão de dióxido de carbono (CO2).

O trabalho relata também projetos de instituições e prefeituras que investiram para ganhar maior eficiência energética e avanços no sistema de iluminação pública.

É o caso da prefeitura de Guarapuava, no Paraná, primeiro destaque da série que estará disponível no canal de Youtube do BRDE e também nas redes sociais do banco. Pioneiro no país, o projeto Ilumina Guarapuava permitiu que, em apenas um ano, todo as luminárias da cidade fossem substituídas por lâmpadas LED, o que representou economia de consumo de energia e maior segurança à população local.

Ainda no ano passado, BRDE a AFD estabeleceram uma nova parceria, agora no montante de 70 milhões de euros. Esse fundo é um esforço conjunto para estimular a retomada da economia sustentável nos três estados do Sul.

Ao todo, a websérie reúne seis vídeos. A periodicidade da divulgação será semanal, sempre às terças-feiras.