BRDE

Ciclo de palestras promovido pelo banco terá sua 4ª edição nesta quinta-feira

Cuidar do meio ambiente, promover impacto social e adotar modelos corporativos éticos estão se constituindo, de maneira crescente nos últimos tempos, em fatores que impactam no desempenho das empresas.  Uma maneira das organizações serem reconhecidas por adotar estas práticas é medida através da sigla ESG (do termo em inglês Environmental, Social and Governance), que significa Governança Ambiental, Social e Corporativa.

O tema será pauta da próxima edição do BRDE Cenários, que acontece nesta quinta-feira (28/10), com a participação da especialista em Sustentabilidade/ESG, Vanessa Pinsky. Com mais de 20 anos de experiência profissional nesta área, ela vai realizar a palestra cujo tema é “Agenda ESG e o Papel dos Bancos de Desenvolvimento no Brasil”.

A palestra iniciará às 14 horas, com transmissão pelo canal de Youtube do banco.  Promovido pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o ciclo de palestras chega a sua quarta edição e tem por finalidade abordar temas sobre a conjunta econômica e fiscal do país, tendências de mercado e o papel das instituições de fomento. O evento é aberto ao público e não exige prévia inscrição.

A sigla ESG acabou assumindo a condição de um selo que pode atestar o nível de compromisso de empresas com essas iniciativas, assim como servir de orientação para investimentos. Segundo a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais), em 2020 havia cerca de R$ 700 milhões em fundos ESG, quase três vezes mais que no ano anterior.

Para a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, além de sua atualidade e importância para as empresas, a pauta do evento instiga uma reflexão interna no banco em termos de análise dos projetos de financiamento. “Como instituição cuja missão é apoiar o desenvolvimento econômico e social, cabe ao banco orientar-se por essa agenda. Estamos neste caminho, incorporando uma governança com base em uma conduta ética e de respeito à diversidade, além de oferecer crédito a projetos alinhados com a pauta ambiental e social”, destacou a presidente.

Em busca do apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) por meio de leis de incentivo fiscal no exercício de 2021, ao todo 427 entidades concluíram o cadastramento dos seus projetos. Do total de inscrições, mais da metade (52%) das propostas está concentrada nos repasses previstos na Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e na sequência, com 81 projetos, aparece os candidatos ao apoio do banco via Lei do Esporte.

Concluído o período de inscrições, as comissões internas das Agências de Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Curitiba (PR) iniciaram as análises dos projetos que tiveram o credenciamento concluído. Este trabalho tem término previsto para o dia 19 de novembro, quando já serão conhecidos também os valores que o BRDE irá disponibilizar neste ano para repassar às entidades selecionadas.

O edital para seleção pública foi lançado em 17 de junho, durante as comemorações dos 60 anos de atuação do BRDE na região Sul do país. As inscrições fecharam no último dia 15 deste mês. No ano passado, foram selecionados 106 projetos, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Os projetos selecionados terão os recursos disponibilizados até o dia 28 de dezembro deste ano.

A inciativa do banco constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos nos três estados do Sul. Desde 2015, o BRDE já disponibilizou mais de R$ 23,7 milhões para instituições da região.

O centro hospitalar é referência em atendimento oncológico no estado do Paraná

Para pesquisar, diagnosticar e tratar um dos maiores estigmas da sociedade médica, o câncer, em 1970 nasceu o Hospital Erasto Gaertner. Hoje, depois de muitos avanços, o centro é considerado uma referência nos diagnósticos e tratamentos do câncer.

Com 80% de seu atendimento voltado para o Sistema Único de Saúde (SUS), o Hospital Erasto Gaertner é um centro médico filantrópico localizado em Curitiba, capital paranaense. E para manter seu tripé no tratamento contra o câncer (cirurgia, quimioterapia e radioterapia) o hospital precisa de recursos, vindos por meio de Incentivos Fiscais. É o caso do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), que já apoiou dois projetos com o objetivo de apoiar iniciativas que fazem a diferença na vida da população.

Um dos projetos que recebe ajuda dos incentivos é o Vida do Idoso e Tratamento de Câncer. “Este projeto é direcionado para custeio do hospital, ou seja, vai para o fluxo de caixa. Este recurso é importante porque mantém o equilíbrio do centro hospitalar em funcionamento, já que esse dinheiro é direcionado para pagamento de medicamentos e pagamento de terceiros, como luz, água, lavanderia e outros”, afirma o analista de negócios e coordenador de projetos de incentivo fiscal do Hospital Erasto Gaertner, Carlos Roberto Schuster Pinto.

O projeto voltado ao idoso atende três mil pacientes pelo SUS no ano, totalizando 30 mil procedimentos de diagnóstico e tratamento do câncer no Erasto. Segundo Schuster, são nove mil cirurgias oncológicas, 300 mil doses de radioterapia e 70 mil doses de quimioterapia.

Outro projeto do hospital, também muito importante para o funcionamento do centro, recebe recursos de incentivos fiscais, o de Renovação Tecnológica da Unidade Oncopediátrica do Erastinho, hospital do centro que atende crianças e adolescentes de 0 a 18 anos que foram diagnosticadas com câncer.

Centro hospitalar é referência para tratamento do câncer em todo o estado

Inaugurado há um ano, o projeto veio para “rechear” o Erastinho, segundo o coordenador. “Com capacidade de 48 leitos, 17 mil consultas, 500 cirurgias e 85 mil procedimentos anuais, os recursos foram usados para compra de equipamentos para radio e quimioterapia, equipamentos de informática e demais materiais que ainda faltavam para atender o público”, conclui Schuster.

Em 2018, o projeto que recebeu recursos do banco foi o do idoso. Já em 2020, foi a vez do Erastinho, que estava se preparando para iniciar seus atendimentos. “O Hospital Erasto Gaertner é um centro de referência não só para quem é de Curitiba, mas de todo o Paraná. Visando sempre na melhoria e inovação dos atendimentos oferecidos por esta instituição que tem um trabalho tão sério e responsável, nós apoiamos dois projetos nos últimos anos do Erasto”, afirma o vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson Bley.

 Inscrições terminam nesta sexta-feira

 O período de inscrições da seleção pública de projetos que terão apoio do BRDE em 2021 termina nesta semana. As entidades interessadas terão até o próximo dia 15 de outubro (sexta-feira) para realizar o cadastramento de suas propostas ou concluir os processos em andamento.  O formulário segue disponível exclusivamente na forma digital no Portal de Incentivos. ser realizado através do Portal de Incentivos. O formulário está disponível exclusivamente na forma digital.

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.  No ano passado foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses.

Fotos: José Fernando Ogura/AEN

BRDE mantém seu apoio à instituição desde 2015

Transformar a vida de crianças e adolescentes através da arte, proporcionando uma formação artística-cidadão de qualidade e a possiblidade de um futuro profissional na dança é a missão da Escola do Teatro Bolshoi no Brasil. Única filial fora da Rússia, a escola é sediada em Joinville, em Santa Catarina, a entrada dos estudantes é feita através de seletivas nacionais em regiões ou extratos da sociedade menos favorecidos, visando resgatar essas crianças de uma possível marginalização, dando a elas uma formação profissional.

A instituição recebe por ano 240 estudantes. Com o ensino fornecido de maneira gratuita, o curso tem duração de oito anos e as aulas acontecem no contraturno escolar. O teatro também conta com aulas de professores brasileiros e russos e pianistas nacionais. Projetos e ações sociais realizados pela escola, tais como palestras de formações e eventos, são apoiados por empresas parceiras através das leis de incentivo à cultura, com objetivo de difundir a arte-educação para toda comunidade.

Bolshoi proporciona mudanças na vida dos estudantes

O apoio financeiro das empresas é de extrema importância para o instituto, pois é a partir dele que a escola consegue manter as bolsas dos alunos além de custos de estrutura e despesas de funcionários. O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) mantém seu apoio desde 2015, repassando valores que variam entre R$ 75 mil e R$ 120 mil por ano.

“O apoio de empresas como o BRDE, que chamamos de Amigos do Bolshoi, compõem uma das principais fontes de recursos para o custeio do Instituto Escola do Teatro Bolshoi no Brasil.” afirma Alessandra Rocha responsável pelas Relações Institucionais da Escola. Ela ainda reitera, que o apoio do BRDE promove a sustentabilidade social e transforma a vida de crianças e adolescentes de baixa renda por meio de educação de excelência, numa estrutura adequada e com profissionais de qualidade.

Escola de Joinville é a única fora da Rússia

Um palco de sonhos

“Temos hoje um indicador que traduz todo o resultado do trabalho na Escola, que é a empregabilidade. 72% dos alunos formados na Escola estão trabalhando na área da dança, em 21 países do mundo, incluindo o Brasil também. São crianças que saem de uma situação de vulnerabilidade para um protagonismo”, comenta Alessandra, numa referência às mudanças que a escola proporciona a vida dos estudantes.

A Escola do Teatro Bolshoi é hoje uma das maiores referências no mundo da cultura e da arte. Não apenas por levar essas manifestações tão importantes para sociedade à jovens que não tem oportunidades de vivenciá-las, mas também por fomentar sonhos através de seus ensinos.

Novo prazo

Na última quinta-feira (30/9), o BRDE decidiu ampliar em mais duas semanas o prazo de inscrições para 2021. A prorrogação se deve em razão de relatos das entidades que estariam enfrentando dificuldades em obter as autorizações junto aos respectivos Ministérios.  Agora, o prazo se encerra no dia 15 de outubro.  Todo o processo de cadastramento deve ser realizado através do Portal de Incentivos. O formulário está disponível exclusivamente na forma digital.

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.  No ano passado foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses.

 

Entidades terão agora mais duas semanas para encaminhar seus projetos

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) decidiu prorrogar o período de inscrições da seleção pública de projetos que terão apoio da instituição por meio de leis de incentivo fiscal. Com a ampliação do prazo, agora as entidades interessadas terão até o próximo dia 15 de outubro para realizar o cadastramento de suas propostas ou concluir os processos em andamento.  O formulário segue disponível exclusivamente na forma digital no Portal de Incentivos.

A decisão em prorrogar o tempo de inscrições, que inicialmente se encerrava nesta quinta-feira (30/9), decorreu das limitações ainda impostas pela pandemia de Convid-19 na obtenção dos documentos necessários. Várias entidades relataram dificuldades nas últimas semanas na liberação de autorizações dos processos, o que limitaria o acesso à seleção promovida pelo Banco.

Já são mais de 400 entidades da região Sul que, até o momento, encaminharam os seus processos ou o iniciaram o cadastramento. A inciativa do BRDE constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná.

Desde 2015, o BRDE já disponibilizou mais de R$ 23,7 milhões para instituições dos três Estados.  No ano passado, foram selecionados 106 projetos, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Os projetos selecionados terão os recursos disponibilizados até o dia 28 de dezembro deste ano.

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar projetos por meio dos seguintes mecanismos de renúncia fiscal:

Para outras informações:

Rio Grande do Sul: duvida.incentivofiscalRS@brde.com.br

Santa Catarina: duvida.incentivofiscalSC@brde.com.br

Paraná: duvida.incentivofiscalPR@brde.com.b

Diretores do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) conheceram alguns dos primeiros empreendedores do Estado atendidos pelo Programa SC Mais Renda Empresarial. Marcelo Haendchen Dutra e Vladimir Arthur Fey conversaram com representantes de cooperativas parceiras em Pinhalzinho, Modelo e Faxinal dos Guedes, ouviram o feedback de micro e pequenos empresários que acessaram a linha de crédito, e participaram de eventos do Governo do Estado onde o programa foi apresentado a lideranças locais. Neste momento a região Oeste catarinense tem o maior número de contratos firmados, seguida pelo Vale do Itajaí e Norte catarinense.

“O dinheiro veio em boa hora, e com uma condição super vantajosa”, comemora a comerciante Ivania Salete Michelin, de Modelo. Ela é associada da Sicoob Creditaipu, uma das cooperativas parceiras do BRDE.

Desde agosto, quando o SC Mais Renda Empresarial foi lançado, o BRDE aprovou mais de 776 operações em 134 cidades, disponibilizando ao mercado aproximadamente R$ 65 milhões. Podem solicitar o empréstimo de até R$ 100 mil, MPEs com faturamento bruto de até R$ 4,8 milhões/ano, de áreas ligadas aos setores de turismo, bares, restaurantes, eventos, educação, transportes, salões de beleza e estética, comércio varejista e atacadista, atividades de contabilidade, artigos de vestuário e confecções de vestuário. Além do pagamento das parcelas em dia, para ter direito aos juros subsidiados pelo Governo do Estado, os micro e pequenos empreendedores beneficiados devem manter quadro de funcionários compatível com a realização da sua atividade econômica, mantendo, no mínimo, o mesmo quadro de funcionários pelo período da carência concedida. Além do BRDE a Agência de Fomento de Santa Catarina (Badesc) atua com esta linha, cujo juro é subsidiado pela Secretaria de Estado da Fazenda.

“Esse projeto atende uma determinação do Governador Carlos Moisés: garantir capital de giro para empresas fortemente impactadas pela pandemia. E a intensa procura pelo crédito nestes primeiros dois meses só comprova como é grande a demanda reprimida”, explica Marcelo Haendchen Dutra, diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito do BRDE.

Em paralelo às operações de Micro e Pequenos Empreendedores, o banco começou no dia 22 uma nova fase do programa SC Mais Renda, voltada à Micro Empreendedores Individuais (MEI’s) de todas as áreas. Também através de cooperativas parceiras eles poderão financiar até R$ 10 mil, com prazo de carência de seis meses mais doze meses para pagamento do empréstimo.

“Nesta primeira fase contamos com o apoio do Sicoob e Cresol, que nos permitem chegar a 64% da população catarinense. Mas a expectativa é que o número seja ampliado gradativamente, procurando atender todas as cidades do Estado”, complementa o Diretor Financeiro, Vladimir Arthur Fey.

Banco já destinou mais de R$ 23,7 milhões a entidades por meio de leis de incentivo fiscal

Termina nesta quinta-feira (30/9) o período de inscrições das entidades interessadas em ter o apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) por meio de leis de incentivo fiscal. Até o momento, perto de 300 entidades da região Sul já iniciaram os processos de cadastramento dos seus projetos através do Portal de Incentivos. O formulário está disponível exclusivamente na forma digital.

A inciativa do banco constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná. Desde 2015, o BRDE já disponibilizou mais de R$ 23,7 milhões para instituições dos três Estados.

Os projetos apoiados qualificam equipes e programações de entidades que prestam atendimento a crianças, jovens e idosos; promovem atividades de educação pelo esporte e competições que valorizam atletas; permitem a aquisição de equipamentos para hospitais, creches e asilos; estimulam a produção e a distribuição de livros para escolas e bibliotecas públicas; possibilitam apresentações de dança, música, artes visuais e cênicas, bem como a valorização do patrimônio arquitetônico e histórico, e ajudam a manter programações anuais de instituições como museus, centros de cultura e orquestras, entre outras.

Recursos

O edital de 2021 para seleção pública foi lançado em 17 de junho, durante as comemorações dos 60 anos de atuação do BRDE na região Sul do país. No ano passado, foram selecionados 106 projetos, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Os projetos selecionados terão os recursos disponibilizados até o dia 28 de dezembro deste ano.

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar projetos por meio dos seguintes mecanismos de renúncia fiscal:

Lei Federal de Incentivo à Cultura 8.313, de 23/12/1991;

Lei Federal 8.685, de 20/7/1993 (Lei do Audiovisual);

Lei Federal 11.438, de 29/12/2006 (Lei de Incentivo ao Esporte);

Lei Federal 8.069, de 13/7/1990 (Fundo da Infância e da Adolescência);

Lei Federal 10.741 (Estatuto do Idoso) e Lei Federal 12.213 (Fundo Nacional do Idoso);

Lei Federal 12.715/2012 e Decreto 7.988/2013 – Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) e Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas).

Para outras informações:

Rio Grande do Sul: duvida.incentivofiscalRS@brde.com.br

Santa Catarina: duvida.incentivofiscalSC@brde.com.br

Paraná: duvida.incentivofiscalPR@brde.com.b

 

Criado para apoiar empreendedores afetados pela pandemia de Covid-19, o programa oferece linhas de crédito com juros subsidiados integralmente pelo Governo de Santa Catarina.

A partir desta semana, o SC Mais Renda Empresarial abre operações de crédito para microempreendedores individuais (MEIs). Os empréstimos são viabilizados pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), com apoio de cooperativas de crédito conveniadas. “Como ele é um programa amplo, dividimos inicialmente em duas etapas de atendimento, a primeira para micro e pequenos empresários (MPEs) com liberação de até R$ 100 mil e esta segunda fase, iniciando nesta quarta-feira com a operação para os MEIs que poderão financiar até R$ 10 mil, com prazo de carência de seis meses e de amortização de até doze meses”, explica o diretor financeiro do BRDE, Vladimir Arthur Fey.

A primeira cooperativa que vai operacionalizar os créditos para MEIs é a Cresol, com atendimentos nos municípios de Curitibanos, Campos Novos, Frei Rogério, Santa Cecília, São José do Cerrito, Dona Emma, Ibirama, Presidente Getúlio, Mirim Doce, Taió, Irineópolis, Bela Vista do Toldo, Canoinhas, Major Vieira, Monte Castelo, Porto União, Apiúna, Indaial, Lontras, Ascurra, Presidente Nereu e Rio do Sul. A partir do dia 30 de setembro, a parceria se estenderá com o Sicoob em 95 municípios catarinenses.

Para auxiliar os empreendedores na busca dos recursos, o BRDE firmou e seguirá com as parcerias das cooperativas de crédito que tem capilaridade em todas as regiões catarinenses. “Essas primeiras cidades reúnem quase 65% da população catarinense que já poderá ser atendida nesta primeira semana com as cooperativas credenciadas. A implantação desses atendimentos se dará de forma contínua e novas cooperativas vão aderir ao programa para atender o maior número pessoas”, ressalta o diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito do BRDE, Marcelo Haendchen Dutra.

Valores liberados

Desde que o SC Mais Renda Empresarial foi lançado, através do BRDE foram aprovadas 649 operações de crédito para os micro e pequenos empresários, totalizando R$ 54 milhões para 115 municípios catarinenses. Até o momento, a região Oeste catarinense lidera com o maior número de contratos firmados, seguida do Vale do Itajaí e Norte catarinense.

Podem solicitar o empréstimo MPEs com faturamento bruto de até R$ 4,8 milhões por ano e é necessário que a atividade principal ou secundária seja nos setores de turismo, bares, restaurantes, eventos, educação, transportes, salões de beleza e estética, comércio varejista e atacadista, atividades de contabilidade, artigos de vestuário e confecções de vestuário. Além do pagamento das parcelas em dia para ter direito aos juros subsidiados, os micro e pequenos empreendedores beneficiados devem manter quadro de funcionários compatível com a realização da sua atividade econômica, mantendo, no mínimo, o mesmo quadro de funcionários pelo período da carência concedida.

Convidado da 3ª edição do BRDE Cenários, consultor econômico avaliou impactos da pandemia na renda das famílias mais pobres

Mesmo com uma alta carga tributária e gastos sociais em bom volume, o Brasil não consegue enfrentar o problema histórico das desigualdades de renda das famílias. Uma das saídas apontadas pelo consultor econômico do Senado, Pedro Fernando Nery, é destinar maiores investimentos na infância, a exemplo de países que criaram um incentivo universal infantil. “Numa comparação global, o Brasil está ente os mais desiguais e o estado brasileiro acaba gastando muito com quem ganha mais e gasta pouco, com as famílias que ganham menos. Ou seja, uma estrutura de proteção social que não está bem calibrada”, apontou ele, durante participação na terceira edição do BRDE Cenários, nesta quarta-feira (22/9).

Uma das razões para o Brasil não superar a desigualdade, na visão de Pedro Nery, é o gasto público muito baixo na infância em comparação a outras nações. “Existe uma carência enorme por creches e pré-escola no país e precisamos de programas de transferência de renda para famílias com filhos, e não apenas para as mais pobres. Toda a criança teria o direito de receber um auxílio, salvo aquelas muito ricas”, insistiu.

O retorno para o investimento público na infância se reflete nas diferentes fases da vida adulta, sendo um cidadão adulto mais produtivo, gerando bens e serviços, acrescentou o consultor econômico. “Investir na infância e na primeira-infância, em particular, representa uma quebra estrutural da pobreza”, resumiu.

Conforme um estudo que apresentou na sua palestra, Pedro Nery demonstrou que o país convive com um contingente estimado em 17 milhões de crianças e jovens que estão fora das políticas de proteção social. “Existe esse fosso de cobertura para as crianças brasileiras que não se encontram entre aquelas tão miseráveis a ponto de estarem no Bolsa Família ou entre as mais ricas, que declaram Imposto de Renda e que acaba, pelo modelo de dedução, recebendo uma transferência em média de R$ 50 por mês”, descreveu.

Consultou avaliou impactos da crise entre os mais pobres

Com o tema “Desigualdade em V”, a palestra de Pedro Nery abordou os impactos da pandemia na renda das famílias e o quanto o programa Auxílio Emergencial conseguiu marcas históricas na redução da pobreza e da extrema pobreza no país. Ele demonstrou, no entanto, que a redução do valor de ajuda federal representa um retorno muito acentuado da situação anterior. “A crise atingiu as famílias de forma muito desigual. É uma verdadeira ´montanha russa´ na vida dos mais pobres”, lamentou. Pedro Nery lembrou que uma fatia da população que trabalhava no mercado informal hoje está vivendo uma situação de “desemprego oculto”, algo entre 10 a 12 milhões de pessoas.

Promovido pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o ciclo de palestras tem por finalidade abordar temas sobre a conjuntura econômica e fiscal do país, tendências de mercado e o papel das instituições de fomento. Na abertura do evento, a diretora-presidente, Leany Lemos, destacou que o banco tem na sua missão um olhar atento para a questão social. “É importante debater como um banco de fomento deve se interessar no tema da desigualdade e mitigar esse problema do país”, frisou a presidente.

A palestra teve transmissão no canal de Youtube do banco e segue disponível para que não acompanhou ao vivo: https://www.youtube.com/watch?v=VAJ6MeViIzM

Pedro Fernando Nery é o convidado da próxima edição do ciclo de palestras promovido pelo banco

Depois de atenuar ao longo de 2020 os efeitos da pandemia de Covid-19 especialmente nas famílias mais pobres, o programa de socorro federal em uma escala menor pode fazer a desigualdade de renda retornar na mesma velocidade. Para debater o impacto de transferências como o Auxílio Emergencial e o risco de milhões de pessoas retornarem a viver na pobreza ou extrema pobreza, o BRDE Cenários terá, na edição desta quarta-feira (22/9), a participação do professor e consultor econômico do Senado Federal, Pedro Fernando Nery. A palestra iniciará às14 horas, com transmissão pelo canal de Youtube do banco.

“O impacto do Auxílio Emergencial em 2020 foi muito poderoso. A pobreza e a pobreza extrema caíram para o menor nível já registrado”, menciona Pedro Nery. Porém, alerta ele, com a redução do programa a desigualdade de renda deverá subir para um patamar maior do que antes e numa velocidade rápida. O tema da sua palestra será “Desigualdade em V”.

Colunista do jornal O Estado de São Paulo, o convidado do BRDE Cenários é Doutor, Mestre e Bacharel em Economia pela Universidade de Brasília. No Senado, atua como consultor na área de Economia do Trabalho, Renda e Previdência.

Promovido pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o ciclo de palestras tem por finalidade abordar temas sobre a conjunta econômica e fiscal do país, tendências de mercado e o papel das instituições de fomento. “Somos uma instituição cuja missão é apoiar o desenvolvimento econômico e social, por isso o tema da desigualdade de renda das famílias merece essa reflexão”, comentou a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos. O evento é aberto ao público e não exige prévia inscrição.

O Banco

O BRDE completou 60 anos agora em no mês de junho, se consolidando entre os maiores bancos em tamanho de carteira de crédito do Brasil, com R$ 13,5 bilhões. O Banco fechou 2020 com mais de R$ 3,3 bilhões em crédito para investimentos e capital de giro a empreendedores dos três estados acionistas – Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além da parceria com Mato Grosso do Sul.