BRDE

O investimento total anunciado pelo banco este ano é dez vezes maior do que o operacionalizado em 2019 para o setor. O recurso vem através do Fundo Geral de Turismo (Fungetur) e será gerenciado pelo BRDE para atender micro, pequenos e médios empresários. 

Em cerimônia realizada nesta sexta-feira (18), em Balneário Camboriú, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) anunciou a liberação de mais R$ 100 milhões para apoio ao setor turístico em Santa Catarina. O recurso será gerenciado na região Sul pelo BRDE via Fundo Geral de Turismo (Fungetur), do Ministério do Turismo. Ao todo, o programa prevê destinar R$ 300 milhões para o segmento, divididos em valores iguais nos três estados do Sul. Em Santa Catarina, desde o início da pandemia, o BRDE já disponibilizou R$ 52 milhões para o setor. O recurso total anunciado para atender o estado é dez vezes maior do que o operacionalizado em 2019.

O governador Carlos Moisés participou do ato e enalteceu a iniciativa num momento importante para o setor turístico. “Santa Catarina tem o turismo como uma das forças econômicas, por isso, os recursos são essenciais para ajudar nesta retomada do setor afetado pela crise do coronavírus”, ressaltou.

O programa pretende disponibilizar capital de giro para empresas ligadas ao turismo, permitir a aquisição de máquinas e equipamentos turísticos, além de viabilizar a construção de novos empreendimentos ou reformas e obras de ampliação. Os investimentos em equipamentos e capital de giro terão carência de até 12 meses e outros 60 meses para pagamento. Já obras civis contam com 60 meses de carência e 240 meses para amortização da dívida.

“Em 2019 o banco disponibilizou R$ 15,7 milhões para empreendedores de Santa Catarina via Fungetur, valor que aumentou para 52 milhões em 2020. Com mais os R$ 100 milhões anunciados hoje, aumentamos dez vezes mais o recurso disponível para ajudar os empresários catarinenses”, comemora o diretor financeiro do BRDE, Marcelo Haendchen Dutra.

Um dos exemplos atendidos é o projeto turístico do Oceanário de Balneário Camboriú, que recebeu aporte desta linha de crédito, através do BRDE. O local é uma das mais novas atrações da cidade. “O banco vem se empenhando este ano para atender todas as regiões do Estado. Os recursos somam-se aos R$ 264 milhões que o BRDE, maior operador desta linha de crédito no Brasil, já havia executado até agora.”, destaca o diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito, Vladimir Arthur Fey.

A entrega destes valores envolve a união de esforços entre BRDE, Governo do Estado de Santa Catarina e Agência de Santa Catarina de Desenvolvimento do Turismo (Santur), garantindo mais fomento, manutenção e desenvolvimento do segmento turístico.

“Essa era uma das  principais necessidades do setor no enfrentamento dos impactos da pandemia”, reforça o presidente da Santur, Leandro “Mané” Ferrari.

 

FUNGETUR – Criado em 1971 para financiar empreendimentos, obras e serviços de interesse para o desenvolvimento do turismo nacional, o Fungetur é uma linha de financiamento, com recursos do Ministério do Turismo, destinada, preferencialmente, aos segmentos de micro, pequenas e médias empresas. Diante dos impactos causados pela pandemia de Covid-19, o governo federal autorizou um crédito orçamentário de R$ 5 bilhões para auxiliar empreendimentos turísticos de todo o país, com taxas e prazos diferenciados.

 

 

Quase mil negócios protegidos e mais de 10 mil empregos preservados em Santa Catarina. Esse é o balanço prévio do programa Recupera Sul, apresentado esta semana pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). O programa iniciado em abril disponibilizou R$ 100 milhões para crédito emergencial, com condições diferenciadas aos empresários catarinenses para enfrentamento da crise provocada pelo coronavírus. Do montante, 82% já foram repassados e o restante está em processo final de liberação.  “A estimativa é de que, com a conclusão dos processos em andamento, outras 200 empresas devam ser beneficiadas, aumentando para 12 mil o número de empregos protegidos pelo programa de crédito”, destaca o diretor financeiro, Marcelo Haendchen Dutra.

Um dos empresários já beneficiados é Wesley Silva, da cidade de Joinville. Dono de um negócio no ramo de vestuário, ele conseguiu a liberação de R$ 83 mil em menos de 20 dias. “O programa ajudou para que a minha empresa não parasse. Desta forma consegui manter os empregos e a venda dos produtos nas lojas”, destaca.

Sidinei Chieza, proprietário de uma padaria de Chapecó, também acessou o programa e diz que os recursos do BRDE vieram em boa hora. “Ter um programa que permitiu empréstimos sem burocracia e com condições de pagamento facilitadas, foi uma ótima maneira de ajudar empresários como eu”, afirma. Um dos diferenciais do Recupera Sul foi a possibilidade de acesso ao crédito sem a necessidade de garantias reais. Um formato que viabilizou aproximadamente 80% das operações do programa.

Adriana Bertelli, de Lages, garantiu R$ 200 mil para manter a empresa de autopeças da família funcionando. “O prazo e o juros são excelentes. Isso deu fôlego para me manter no mercado”, comemora.

Outros empresários atendidos pelo programa foram retratados em uma série de vídeos produzidos pelo BRDE, e que começaram a ser exibidos na semana passada nas redes sociais. “A intenção é dar transparência e mostrar o impacto deste trabalho”, destaca o Diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito, Vladimir Arthur Fey. O levantamento prévio mostra que os recursos disponibilizados pelo BRDE chegaram a 125 cidades catarinenses. A região que mais firmou contratos foi o Vale do Itajaí, seguido do Oeste Catarinense e Grande Florianópolis. Na sequência vem Norte, Região Serrana e Sul. “Alcançamos os mais diversos pontos do estado, ajudando muita gente que precisava de apoio neste momento difícil. E isso valoriza o papel do BRDE como banco de fomento”, complementa Fey.

 

O PROGRAMA – Entidades empresariais de Santa Catarina acessaram o Governo do Estado no início da pandemia, solicitando a liberação de crédito emergencial para os empreendedores catarinenses. A partir desta demanda o BRDE disponibilizou recursos próprios e criou o programa Recupera Sul, exclusivo para capital de giro. A linha de crédito disponibilizou entre R$ 20 mil e R$ 200 mil, com carência de 18 meses, prazo de 30 meses para pagamento e juro muito abaixo da média de mercado. As operações tiveram o apoio do Sebrae e cooperativas de crédito parceiras, que auxiliaram na análise dos processos e pulverização dos recursos. “As operações entre R$ 20 mil e R$ 80 mil puderam ser realizadas com o benefício do Fundo de Aval, que funciona como uma espécie de fiador, dispensando a apresentação de garantias como imóvel ou veículo”, complementa o Diretor Financeiro, Marcelo Haendchen Dutra.

Passada a fase aguda da crise o banco começa a estruturar outros programas de crédito que possam incentivar a retomada dos negócios. “O esforço é para atrair recursos, inclusive de fontes internacionais, para que o empreendedor catarinense possa fazer os investimentos que ficaram represados nos últimos meses. A expectativa é que isso possa ajudar a movimentar significativamente a economia local”, finaliza Dutra.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) está disponibilizando 95% dos recursos para execução de duas importantes obras viárias em Rio do Sul/SC. Os recursos são do programa BRDE Municípios, com recursos do FGTS, e foram oficializados nesta segunda-feira (3). “O programa tem o propósito de auxiliar as prefeituras a dotar os municípios catarinenses de infraestrutura adequada. Isso melhora a mobilidade e, por consequência, a qualidade de vida dos moradores”, explica o Diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito Vladimir Arthur Fey. Ele formalizou a liberação dos recursos ao prefeito José Thomé. O governador Carlos Moisés da Silva também prestigiou a cerimônia.

As duas obras financiadas pelo BRDE ficam na Zona Leste de Rio do Sul, importante região industrial da cidade. Um dos projetos totaliza R$ 7,9 milhões e prevê a construção de uma Estrada com 2,3 quilômetros, ligando Rio do Sul à vizinha cidade de Lontras. A obra já está em execução e contempla a implantação de um trecho de asfalto e reconstrução da pavimentação já existente, melhoria da drenagem, construção de ciclovia, passeios com acessibilidade e sinalização.

O outro projeto financiado pelo BRDE é orçado em R$ 12,7 milhões e contempla a construção de acessos e uma ponte de 192 metros sobre o Rio Itajaí-Açú. A obra ligando a Estrada Navegantes com a Rua Blumenau prevê ciclofaixa e passeio com acessibilidade, microdrenagem, sinalização e passeios com acessibilidade. O projeto faz parte de um pacote de obras do chamado Acesso Leste, que pretende facilitar a entrada e saída da cidade pela BR 470.

Infraestrutura – Em 2019 o Programa BRDE Municípios beneficiou mais de 20 cidades catarinenses com a liberação de R$ 85,9 milhões. Os recursos foram empregados na drenagem e asfaltamento de ruas, sinalização, construção de pontes, reservatórios de água e até automatização de processos administrativos. Neste ano, incluindo Rio do Sul, o programa está atendendo nove cidades com a liberação de mais R$ 66 milhões para obras de infraestrutura urbana. Os contratos têm, na média 24 meses de carência, e 240 meses para liquidação.

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Apoio: Vladimir Artur Fey, Governador Carlos Moisés da Silva e prefeito de Rio do Sul, José Eduardo Thomé. Foto: Jefferson Douglas da Silva.

Levantamento realizado pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) mostra que o fundo de aval, mecanismo que facilita o acesso ao crédito para capital de giro das empresas catarinenses, está beneficiando os pequenos empreendedores que buscam o recurso para enfrentamento da pandemia. Os dados consolidados pela área técnica do banco indicam que dos R$ 64,5 milhões já liberados ou em processo de liberação, 80% – aproximadamente a R$ 51,5 milhões – estão sendo disponibilizados sem a necessidade de garantia real.

“É uma facilidade enorme para quem busca suporte financeiro neste momento já que não é necessário empenhar um imóvel como garantia, como seria normal em operações de crédito deste porte”, explica o Diretor-Presidente Marcelo Haendchen Dutra.

Esse suporte facilita as operações entre R$ 20 mil e R$ 80 mil, destinadas para micro e pequenas empresas, com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões. Outro diferencial positivo da linha de crédito é a carência. O prazo para início do pagamento das parcelas é de 18 meses. O esforço do BRDE para viabilizar capital de giro aos empreendedores catarinenses faz parte do programa Recupera Sul SC, e destina R$ 100 milhões de recursos próprios do banco para proteger negócios e empregos durante a fase mais crítica da crise.

O acesso facilitado à linha emergencial de crédito foi possível graças as parcerias firmadas com o com Sebrae e Cooperativas de crédito, que atuam de forma indireta nas operações e descentralizam o recurso disponível, de forma a abranger um número maior de clientes e cidades. A primeira fase do projeto, finalizada em maio, atendeu 389 empresas de 81 municípios das seis mesorregiões do Estado.

Novo estudo do Banco de Desenvolvimento Regional do Extremo Sul (BRDE) divulgado nesta sexta-feira (22) mostra que quase 1.200 empresas catarinenses foram beneficiadas pela repactuação de contratos e o alongamento de dívidas em função do coronavírus. Para o Diretor Presidente Marcelo Haendchen Dutra, a medida, efetivada ao longo dos meses de março e abril, teve a intenção de garantir um “suporte financeiro importante para as empresas catarinenses em um momento crítico para a manutenção dos negócios”.

O levantamento da área técnica do banco mostra que dos contratos elegíveis, 1.390 tiveram assegurada a suspensão das parcelas pelo período de seis meses. “Somadas, as parcelas postergadas, correspondem a R$ 112,2 milhões e representam um fôlego significativo para 1.186 empresas, prefeituras e produtores rurais catarinenses”, complementa Dutra. Os financiamentos em questão utilizam recursos próprios do BRDE ou são operados pelo banco, tendo como origem o BNDES e fundos como o FUNGETUR, que financia projetos turísticos.

Os beneficiados pelo adiamento dos contratos são das mais diversas regiões do estado, e das mais variadas áreas de atuação: 540 micro e pequenas, 93 médias e 39 grandes empresas; 481 pessoas físicas; 24 prefeituras e 9 produtores rurais com propriedades de diversos portes. Juntas essas operações de crédito somam mais de R$ 1,2 bilhão.

Segundo Dutra, o trabalho de postergação dos contratos envolveu a equipe técnica do banco em Santa Catarina que, proativamente, entrou em contato com os correntistas elegíveis, oferecendo o benefício. “Foi um verdadeiro mutirão, realizado com muita competência pela equipe do BRDE. Muitos clientes se surpreenderam positivamente com essa mobilização. E, com a garantia do congelamento temporário das parcelas, tiveram tranquilidade para se preparar para a pandemia ou focar em outros aspectos importantes deste período”.

O Diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito, Vladimir Arthur Fey reforça que o mutirão para postergação da dívida dos clientes catarinenses do BRDE teve outros diferenciais importantes. “O banco decidiu não aumentar taxas de juros, além de não cobrar tarifas adicionais para encaminhar a postergação” explica. Outro ponto importante, segundo ele, foi a redução da burocracia com a dispensa do reconhecimento de firma em cartório, um procedimento comum em situações dessa natureza.

O levantamento preliminar do Banco de Desenvolvimento Regional do Extremo Sul (BRDE) indica que pelo menos quinhentas empresas catarinenses estão sendo beneficiadas na primeira fase do projeto de apoio econômico durante a pandemia do novo coronavírus. Quase um terço dos R$ 100 milhões destinados pelo banco de fomento para microcrédito e capital de giro já se encontram em pedidos na carteira e logo começarão a chegar às empresas das mais diversas regiões do estado através de parcerias com entidades como o Sebrae e cooperativas de crédito.

“Por sua capilaridade, estas entidades facilitam o acesso ao crédito, permitindo que os recursos sejam distribuídos de maneira homogênea”, explica o Diretor Presidente do BRDE, Marcelo Haendchen Dutra. Segundo ele, houve um grande esforço do Banco para consolidar essas parcerias, acarretando em um pequeno atraso no início das operações, mas que “está sendo compensado pela pulverização dos recursos a todas as regiões do estado de Santa Catarina, para que estes cheguem até as empresas que geram emprego e desenvolvem a economia do estado, e que mais precisam de ajuda neste momento”.

Só o Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae), que apoia o BRDE com o recebimento de pedidos e análise de documentos, já processou mais de 400 pedidos de financiamento para capital de giro. São projetos de até R$ 200 mil e que, juntos, somam R$ 26 milhões. A região da Foz do Rio Itajaí Açú é a que mais procurou a linha de financiamento emergencial, seguida das regiões Norte e Oeste do estado. Sicoob, Sicredi, Cresol Sicoper e Sulcredi também começam a operar a nova linha de capital de giro, que tem como foco a manutenção das operações – e de empregos – em micro, pequenas e médias empresas catarinenses.

 

MICROCRÉDITO – Além da linha para capital de giro o BRDE destinou recursos para microcrédito. A primeira parceira a operacionalizar contratos desta linha é a Sicoob Credinorte, que atende Mafra e municípios vizinhos. A cooperativa de crédito vai intermediar a distribuição de R$ 2,5 milhões que vão garantir pelo menos 125 operações. São empréstimos de R$ 5 mil a R$ 20 mil, exclusivos para Microempreendedor Individual (MEI).

Normalmente em operações como esta, instituições parceiras tem liberdade para conceder os empréstimos com taxas de juro que considerem adequadas. Desta vez, tendo em vista a delicada situação financeira dos empreendedores, o BRDE condicionou o repasse de recursos à fixação de uma taxa única. Os empréstimos concedidos por parceiros nesta linha de financiamento, empregando recursos do BRDE, podem ter juro máximo de 1% ao mês. “É uma amarra importante, que democratiza o crédito de fato”, explica o Diretor Presidente do BRDE. Segundo Marcelo Haendchen Dutra, as ações elencadas pelo BRDE para concessão de crédito estão “em linha com a estratégia do Governo de Santa Catarina”, que é um dos controladores do Banco. E integram um pacote de iniciativas emergenciais que estão reunidas neste link.

 

 Mais informações:

Deborah Sabatini Silva – Assessora de Comunicação Santa Catarina.

deborah.silva@brde.com.br

A parceria entre o BRDE e a ACATE sempre rende bons frutos aos catarinenses e ao setor de inovação. Com o lançamento oficial do Fundo Garantidor ACATE (FGA), realizado na última quinta-feira, dia 26, não será diferente, principalmente em um momento tão sensível para nossa economia e para a população. Diante da instabilidade econômica causada pelo COVID-19, o lançamento que estava previsto para o final do mês, foi adiantado para que os empreendedores catarinenses possam contar com o recurso de até R$ 200 mil para alavancar seu negócio.

O Fundo tem o objetivo de oferecer garantia de crédito para empresas de pequeno e médio porte, facilitando o acesso a linhas de capital de giro e investimento. Dessa forma, quem está começando e não possui garantias para pedir um empréstimo não perde a oportunidade de crescer, ou mesmo, se reorganizar financeiramente em momentos emergenciais como o atual.

A ACATE ficará responsável por verificar se os clientes associados estão aptos a utilizar o Fundo, enquanto as garantidoras Garantenorte e Garanteoeste analisam a viabilidade de crédito. O papel do BRDE enquanto principal agente financeiro parceiro do Fundo é finalizar os contratos e repassar os recursos. A parceria entre a entidade, as garantidoras e o BRDE, ajuda a fortalecer ainda mais o ecossistema de tecnologia catarinense, além de abrir caminhos para superarmos, da melhor maneira possível, essa crise que se inicia. Ficou interessado? Entre em contato com a ACATE e saiba mais: http://www.acate.com.br/

Há quase 60 anos, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE está ao lado das pessoas, empresas, instituições e governos que promovem o desenvolvimento socioeconômico nos três estados da Região Sul: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Neste momento de dificuldades extremas, trabalhamos com o objetivo de garantir todo o apoio para salvaguardar não apenas a economia, mas, fundamentalmente, a vida e o bem-estar coletivos em nossa região.

Nesse sentido, informamos que:

Com tais medidas, que serão alvo de detalhamento técnico nos próximos dias, buscamos atender à clara determinação dos três governadores – do Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e do Paraná – para, de forma integrada, solidária, célere e coerente, auxiliar nossos estados e seus cidadãos a vencer essa crise sem precedentes.

A todos os nossos clientes, pessoas físicas e jurídicas do setor produtivo e do setor público, prestamos solidariedade e permanente apoio. Juntos e de forma coordenada, estamos certos de que ultrapassaremos esse período e sairemos ainda mais fortes.

 

Marcelo Haendchen Dutra – Diretor Presidente (SC)

Luiz Corrêa Noronha –  Vice-Presidente, Diretor Financeiro e Diretor de Planejamento (RS)

Wilson Bley Lipski  – Diretor de Operações (PR)

Luiz Carlos Borges da Silveira – Diretor Administrativo (PR)

Vladimir Arthur Fey – Diretor de Acompanhamento e  Recuperação de Créditos (SC)

Historicamente, a região Sul do Brasil se destaca por sua produção de vinho, ano após ano conquistando prestígio internacional. Em Santa Catarina, eventos como a Vindima de Altitude celebram a colheita da uva e promovem os vinhos finos da Serra Catarinense, assim como o trabalho dos produtores locais.

A Vindima de Altitude, um dos principais eventos turísticos de Santa Catarina, vai ter mais uma vez a marca do BRDE. O banco assegurou o repasse de recursos ao presidente da Associação das Vinícolas de Altitude, Eduardo Bassetti, na presença do Governador Carlos Moisés da Silva.

O Diretor-Presidente Marcelo Haendchen Dutra explica que o BRDE apoia a Vindima porque acredita que “eventos desta natureza ajudam desenvolver o turismo, além de promover a cultura e a geração de empregos no setor”.

O evento, que está na 7ª edição, começou no dia 28 de fevereiro e encerra no dia 29 de março. A programação prevê visitas a vinícolas, palestras, almoços e jantares harmonizados, degustações e eventos culturais nas cidades de São Joaquim, Bom Retiro, Urubici e Campo Belo do Sul. Os organizadores acreditam que o evento é uma maneira de divulgar o potencial turístico da região, além de promover os vinhos finos de Santa Catarina. A expectativa da comissão organizadora é reunir mais de 50 mil visitantes até o fim de março.

Representando os produtores da região de altitude, o empresário Eduardo Bassetti agradeceu o apoio para a viabilização do evento deste ano e a “parceria histórica” do BRDE com o setor. Segundo ele, “há mais de 20 anos vinícolas catarinenses contam com o suporte financeiro do banco”. O estado tem hoje 35 vinícolas ou projetos relacionados com a produção de vinhos na região de altitude. Juntos estes empreendimentos produzem mais de 1 milhão de litros de vinho, muitos deles premiados no Brasil e exterior.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Associação Catarinense de Tecnologia (Acate) deram nesta quinta-feira (20) em Lages, um importante passo para fomento do setor de inovação de Santa Catarina. Oficializaram o chamado Fundo de Aval, que vai facilitar o acesso ao crédito de micro, pequenas e médias empresas de fundo tecnológico.

“Na prática, empresas de tecnologia que já tem um projeto inovador em desenvolvimento, vão poder acessar linhas de crédito sem a necessidade condicional de garantias próprias”, explica o Diretor-Presidente do BRDE, Marcelo Haendchen Dutra.

A facilitação do processo de crédito vai ser possível porque banco e associação vão dividir os riscos das operações, cabendo à Acate a análise sobre a viabilidade dos projetos interessados no financiamento. A operação vai ter o suporte de dois fundos garantidores de crédito: Garantenorte e Garanteoeste. O modelo é inédito no país e deve incentivar o desenvolvimento de um setor que movimentou R$ 15,8 bilhões no ano de 2018. O balanço de 2019 ainda está sendo fechado pela Acate.

O Governador Carlos Moisés, que prestigiou o evento, comemorou a iniciativa. Segundo ele, a parceria para viabilizar este novo modelo de garantia deve impactar diretamente o setor, dominado por empreendedores com “boas ideias, mas pouco apoio para colocar os projetos em prática”.

Segundo dados da própria ACATE, o mercado de tecnologia de Santa Catarina é um dos mais desenvolvidos do país e responde por 5% do faturamento nacional do setor. São mais de 11.200 empresas – o dobro de seis anos atrás. O segmento emprega mais de 51 mil pessoas, principalmente na Grande Florianópolis, Vale do Itajaí e Norte do Estado. “Justamente por isso estamos fazendo o lançamento desta nova ideia de financiamento em Lages. A intenção é desenvolver o setor de tecnologia de Santa Catarina de maneira mais harmônica”, defende o presidente da entidade, Daniel Leipnitz.