BRDE

Aumento em 2021 comparado ao ano anterior se deve ao atendimento para micro, pequenos empresários e MEIs afetados pela crise da Covid-19.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) registrou em 2021, aumento de 162,5% no número total de contratos voltados para o setor de comércio e serviços em Santa Catarina, na comparação com o ano anterior. Ao todo, foram 2449 contratos realizados, chegando ao montante de R$ 472 milhões. Em termos de recursos disponibilizados, comparado a 2020, representa um crescimento de 117,5%.

“Com a chegada da pandemia, esse é o segundo movimento consistente de crédito que o BRDE realiza em pouco mais de um ano, sempre com o objetivo de manter a atividade econômica e, principalmente, o emprego. Com a crise mundial, ajustamos nosso foco procurando viabilizar crédito, especialmente capital de giro, para o pequeno empreendedor. Além dos juros subsidiados, temos prazo de carência e amortização que atendem a necessidade de quem busca o recurso”, ressalta o vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito, Marcelo Haendchen Dutra.

O crescimento ocorreu por conta do SC Mais Renda Empresarial e do Recupera Sul, programas desenvolvidos pelo banco para oferecer capital de giro e possibilitar que as empresas pudessem se manter durante a crise causada pela pandemia.

Para o diretor financeiro do BRDE, Eduardo Pinho Moreira, “estes recursos foram fundamentais para a retomada da economia do Estado com a contratação de mais mão de obra, abertura de novos empregos e geração de renda”.

Ele destaca que o BRDE bateu recordes em investimentos no ano de 2021. “Entendendo a necessidade do mercado, o BRDE criou ou apoiou novos produtos, oferecendo capital de giro. Em especial, o SC Mais Renda Empresarial, uma iniciativa do Governo do Estado, repassou recurso a juro zero para micro e pequenas empresas, algo inédito na operação do banco”, explica Pinho.

SC Mais Renda Empresarial – Lançado pelo Governo do Estado no final de julho do ano passado, o programa SC Mais Renda Empresarial beneficiou micro e pequenas empresas e os microempreendedores individuais (MEIs) catarinenses. A iniciativa foi viabilizada pela Secretaria de Estado da Fazenda e contou com a operacionalização feita pelo BRDE. O SC Mais Renda Empresarial concedeu R$ 263 milhões até o dia 31 de dezembro, somando mais de 6 mil contratos distribuídos em 218 municípios. Além dos financiamentos a juro zero, subsidiado pelo Governo do Estado, o impacto na manutenção dos empregos também é destaque com quase 15 mil empregos preservados.

 

 

Para auxiliar empreendedores de Santa Catarina impactados pela crise econômica, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) disponibilizou em 2021 recursos na ordem de R$ 159 milhões para financiar projetos de investimentos ou como fonte de capital de giro.  Os valores ajudaram a manter negócios e empregos, por exemplo, nas empresas de agências de viagens, empreendimentos turísticos de médio e grande porte, hotéis e pousadas, restaurantes e lanchonetes, transporte de passageiros, etc.

“Acreditamos que apoiar o setor e toda a cadeia do turismo, em meio aos efeitos e prejuízos da pandemia, tem ajudado na reestruturação e desenvolvimento deste importante segmento na nossa economia regional. A entrega destes valores envolve a união de esforços entre BRDE, Governo do Estado de Santa Catarina e Agência de Santa Catarina de Desenvolvimento do Turismo (Santur)”, destaca o vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito, Marcelo Haendchen Dutra.

Além de recursos próprios do banco, os valores também foram disponibilizados por meio do Fundo Geral de Turismo (Fungetur) do Ministério do Turismo, e do SC Mais Renda Empresarial, programa do Governo do Estado, com subsídio integral dos juros, operacionalizados pelo BRDE. Os projetos contemplados são para implantação, ampliação, modernização e reforma de empreendimentos turísticos, além da compra de equipamentos e capital de giro isolado, principalmente, para micro e pequenas empresas – recursos que ajudam no fluxo de caixa.

“Em Santa Catarina, desde o início da pandemia (março de 2020), o BRDE já disponibilizou R$ 211,5 milhões para o setor. Os investimentos para o turismo, além de ajudar os empresários a desenvolver seus negócios, têm sua importância social por manter e ajudar a gerar mais empregos e atrair renda para o Estado”, comemora o diretor financeiro do BRDE, Eduardo Pinho Moreira.

Suporte na crise – O setor do turismo foi um dos mais afetados com a pandemia e, em resposta a isso, foram tomadas diversas medidas para ajudar a aliviar os impactos financeiros nesse setor. Entre elas, houve redução do teto de encargos financeiros para projetos (obras civis) e capital de giro isolado, baixando de 6% e 7% para até 5% a.a. + Selic. Aumento da carência para capital de giro isolado, passando de 6 para até 12 meses, com a suspensão do pagamento de juros por até 6 meses durante o período de carência, devendo o saldo ser capitalizado.

Ainda foram tomadas medidas para ajudar a economia durante a pandemia. Houve aumento do prazo de financiamento para capital de giro isolado de 48 para 60 meses, extensão das linhas de crédito para todos os portes (MEI, micro, pequenas, médias e grandes empresas), suspensão dos limites impostos a aplicação dos recursos do Fundo, permitindo a aplicação de 100% no capital de giro, entre outros.

Projeto: Cuidar e Educar Centro de Educação Infantil Bom Pastor | Proponente: Ação Social do Paraná | Helton L. Moreira – Comunicação ASPR

 

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) destinou R$ 4,6 milhões, em 2021, para projetos que beneficiam públicos de todas as idades com ações educativas, culturais, esportivas e de assistência social. O aporte foi realizado por meio das leis de incentivo fiscal e igualmente distribuído entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Nos últimos seis anos, o montante aplicado pelo banco na região Sul pelos mecanismos de renúncia fiscal ultrapassou a marca de R$ 22 milhões.

O diretor-presidente do BRDE, Wilson Bley, considera que a postura de destaque do banco em relação aos projetos sociais causa impactos positivos na sociedade e cumpre com o propósito do trabalho. “O compromisso do BRDE é transformar o futuro e tornar o mundo um lugar melhor. É por isso que investimos, cada vez mais, em projetos que contribuem para essa mudança”, destacou.

A cada ano, o banco recebe inscrições, exclusivamente em meio eletrônico, para projetos que já tenham obtido aprovação oficial para captar recursos por meio dos seguintes mecanismos: Lei Federal de Incentivo à Cultura/Lei do Audiovisual; Lei Federal de Incentivo ao Esporte; Fundos da Infância e da Adolescência; Fundo Nacional do Idoso; Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (PRONON) e Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS).

As iniciativas apoiadas qualificam equipes e programações de entidades que prestam atendimento a crianças, jovens e idosos; promovem atividades de educação pelo esporte e competições que valorizam atletas; permitem a aquisição de equipamentos para hospitais, creches e asilos; estimulam a produção e a distribuição de livros para escolas e bibliotecas públicas; possibilitam apresentações de dança, música, artes visuais e cênicas, bem como a valorização do patrimônio arquitetônico e histórico, e ajudam a manter programações anuais de instituições como museus, centros de cultura e orquestras, entre outras.

Para conhecer os projetos apoiados em cada estado, clique nos links abaixo:

Rio Grande do Sul 

Santa Catarina 

Paraná

 

 

Crédito em 2021 alcança marca histórica e atende milhares de empreendedores, a maioria beneficiada com o programa de financiamento a juro zero lançado pelo Governo do Estado.

Santa Catarina conta com cerca de 500 mil micro e pequenas empresas. Apesar de ser uma das forças da economia no estado, é um dos setores que mais sofre com a crise da Covid-19. Considerando o cenário de enfrentamento da pandemia, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), tradicionalmente focado em operações de longo prazo em diversos setores, vem nos últimos dois anos inovando para atender à necessidade urgente de capital de giro e recursos para investimentos, assegurando a manutenção de milhares de negócios e emprego. Só em 2021, o BRDE concedeu recursos na ordem de R$ 400,5 milhões – deste montante são R$ 138,3 milhões para micro e R$ 262,6 para pequenos empresários e microempreendedores individuais.

“Mais de 95% das empresas catarinenses são de micro e pequeno porte, que juntas respondem por 35,1% do PIB no Estado. Com algumas ações, foi possível que muitas dessas empresas em dificuldades financeiras viabilizassem a manutenção dos negócios, garantindo renda e desenvolvimento durante esse momento difícil”, ressalta o vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito, Marcelo Haendchen Dutra.

Crédito emergencial – Os empreendedores catarinenses de diversos setores como eventos, turismo, alimentação e comércio, tiveram os rendimentos afetados por causa da crise provocada pela Covid-19 e precisaram de apoio para manter os negócios e empregos. Lançado pelo Governo do Estado no final de julho do ano passado, o programa SC Mais Renda Empresarial foi uma das alternativas para socorrer as micro e pequenas empresas e os microempreendedores individuais (MEIs). A iniciativa foi viabilizada pela Secretaria de Estado da Fazenda e contou com a operacionalização feita pelo BRDE. O SC Mais Renda Empresarial concedeu R$ 263 milhões, sendo deste montante, R$ 230 milhões para micro e pequenos empresários e R$ 33 milhões para os microempreendedores individuais (MEIs).

“O programa deve chegar a mais de 6 mil contratos distribuídos em 218 municípios. Isso corresponde a 74% do território catarinense. Além dos financiamentos a juro zero, subsidiado pelo Governo do Estado, o impacto na manutenção dos empregos também é destaque com quase 15 mil empregos preservados”, comemora o diretor financeiro Eduardo Pinho Moreira.

Com o objetivo de auxiliar os empreendedores na busca destes recursos, garantindo um atendimento ágil e eficiente, o BRDE firmou parceria com as cooperativas de crédito em todas as regiões catarinenses.

De acordo com os dados registrados pelo banco, a região com mais recursos contratados para micro e pequenos empresários através do programa é a Oeste, com R$ 126 milhões em 1482 contratos, o que representa 54,8% das operações; em seguida, aparece o Vale do Itajaí, com R$ 58,9 milhões disponibilizados em 699 contratos, cerca de 25% do total de recursos liberados. O Sul catarinense vem na sequência com R$ 15,4 milhões e 184 contratos; seguido do Norte com R$ 14,6 milhões em 192 contratos firmados. A regiões Serrana e da Grande Florianópolis somaram R$ 7,3 milhões cada.

Atendimento aos MEIs – No fim de setembro do ano passado, o BRDE iniciou por meio do programa de crédito emergencial, o atendimento aos microempreendedores individuais (MEIs). Neste caso, a linha de crédito é de até R$ 10 mil e pode ser solicitada independentemente da atividade econômica. O prazo de carência é de seis meses e 12 meses de amortização, totalizando 18 meses. O atendimento é realizado por meio de cooperativas de crédito credenciadas pelo BRDE e a expectativa é alcançar a marca de 3.300 contratos para MEIs.

O valor em 2021 para o setor em Santa Catarina é mais do que o dobro comparado ao ano anterior e o maior já registrado pelo banco em 60 anos.

O número de contratos e projetos aprovados pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) para o agronegócio confirma que 2021 é histórico na agência catarinense. Os dados mostram que o aporte de recursos no segmento totalizou R$ 353 milhões – um crescimento de quase 150% em relação ao ano de 2020 e o maior volume já registrado pelo banco no estado em 60 anos. Ao todo, foram 2,1 mil contratos realizados, representando 79% a mais do que o número realizado no ano anterior.

O repasse de recursos permitiu aportes significativos ao sistema cooperativo, como, por exemplo, a contratação de crédito para a implantação de uma nova fábrica de empanados e cozidos de frango em Chapecó, que vai gerar 507 empregos e aumentar em 150% a capacidade de processamento de carne de frango ao longo de 7 anos. O investimento é de R$ 400 milhões, dos quais, R$ 100 milhões financiados através do BRDE.

Nos últimos três anos, o repasse de crédito para o agronegócio operacionalizado pelo BRDE chega a R$ 660 milhões. Para o vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito, Marcelo Haendchen Dutra, a entrega destas obras em parceria com o banco, “reforça a visão de ser um parceiro estratégico imprescindível na promoção do desenvolvimento econômico e sustentável das regiões. Isso só é possível pelo trabalho qualificado de nossa equipe técnica e da relação de confiança que se construiu entre as instituições nesses últimos 60 anos”.

“O BRDE fomenta o agronegócio, permitindo a expansão dos negócios e a geração de emprego e renda no campo. As obras entregues este ano são exemplos para o Brasil e o BRDE participar diretamente nos orgulha muito”, comemora o diretor financeiro, Eduardo Pinho Moreira.

Outro exemplo de apoio ao setor vem do Sul do estado, onde este ano foi inaugurado o novo parque industrial de uma cooperativa no município de Jacinto Machado. A obra de expansão abriga o mais moderno complexo industrial do Sul do Brasil, com uma área construída de 25 mil metros quadrados, capacidade de 10 mil fardos/dia de produção e com armazenagem total de 2 milhões de sacas. Um investimento de mais R$ 75 milhões, sendo quase a metade (R$ 35 milhões) financiados através do BRDE.

 

Objetivo do encontro foi pulverizar informações de fomento para o desenvolvimento da região.

Em agenda no Sul do estado, o Diretor Financeiro do BRDE, Eduardo Pinho Moreira, visitou a Associação Empresarial de Içara (ACII), para apresentar os produtos de fomento ao desenvolvimento para os empresários associados da instituição. O objetivo do encontro foi abrir o canal do banco com o setor produtivo e projetar a região na geração de emprego e renda.

“O Sul do estado é uma região que se destaca em diversos setores da indústria, comércio e serviços e o BRDE tem muitas vantagens para os empresários, do micro empreendedor até as grandes empresas. Financiamentos com carências e prazos melhores são vantagens que promovem o desenvolvimento da região e este é o nosso papel”, comentou Pinho Moreira.

Para a presidente da Associação, Tatiana Pavei da Silva, a visita veio em boa hora, já que o município está em franco desenvolvimento e recursos de financiamento são fundamentais para a conclusão de importantes projetos. “Precisamos pulverizar essas informações e fazer que isso chegue aos demais 200 associados. São inúmeras oportunidades para os nossos empresários, seja pra capital de giro ou pra alavancar o sonho dos nossos empreendedores. Hoje existe uma certa falta de conhecimento e entender que existe esse dinheiro disponível”, revelou.

Em 2021, o número de contratos do BRDE para o setor de comércio e serviços teve crescimento histórico. O aumento se deve ao atendimento para micro, pequenos empresários e MEIs afetados pela crise da Covid-19. Ao todo, foram 2449 contratos realizados, chegando ao montante de R$ 472 milhões.

Apoio do banco ao Pró-Biblioteca vem desde 2018 e já representa um acervo literário com mais de 200 títulos

Dados da pesquisa “Retratos da Leitura no Brasil” mostram que as vendas de livros cresceram no Brasil durante o período mais agudo da pandemia. No primeiro semestre de 2021, o aumento foi de 46,5% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Porém, esse incremento na leitura não se reflete em todas as camadas da sociedade brasileira: a mesma pesquisa mostra que os 52% da população com hábito regular da leitura estão concentrados nas classes A e B. A falta de acesso e estímulo são alguns dos principais fatores que explicam essa desigualdade.

Com o intuito de ser uma porta de entrada para o mundo dos livros nos lugares em que eles não costumam chegar, nasceu o projeto Pró-Biblioteca, apoiado pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) desde 2018. De lá para cá, o Banco já destinou R$ 200 mil que foram revertidos em muitas bibliotecas nas escolas da rede estadual e penitenciárias do Rio Grande do Sul, assim como em unidades da Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (FASE).

O projeto

O Pró-Biblioteca nasceu em 2018 com o intuito de incentivar a literatura e a educação, por meio da doação de acervos literários para formação, ampliação e atualização de bibliotecas públicas, escolares e comunitárias. Desde o início, o projeto conta com o apoio do BRDE, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313 de 23 de dezembro de 1991), conhecida também por Lei Rouanet, que promove incentivos culturais em todo o Brasil.

“O projeto consiste na doação de um acervo bibliográfico de 200 títulos. A curadoria dos livros é feita pela L&PM Editores e a seleção das instituições que receberão esses livros é feita pelo próprio BRDE. Assim, nós realizamos a entrega dos títulos, extremamente atualizados e diversificados, principalmente em escolas”, explica Adriane Laste, responsável pelo relacionamento com os patrocinadores do projeto.

BRDE é parceiro do projeto desde 2018

O programa já beneficiou 1.242 escolas em 260 municípios, quase cinco milhões de pessoas em todo o país e contou com mais 40 patrocinadores, entre eles o BRDE. Além da doação dos livros  infantis, infantojuvenis e de literatura em geral (nacional e estrangeira), o Pró-Biblioteca organiza encontros de Contação de Histórias abertos à comunidade, realizados em locais públicos e com acessibilidade.

 Acesso universal à cultura

As instituições beneficiadas são majoritariamente escolas públicas, mas não se limitam a elas. Numa primeira leva de doações, o BRDE contemplou em 2020, em parceria com o projeto Pró-Biblioteca, um total de dois mil livros para dez penitenciárias gaúchas.

Já no ano passado, foram dois momentos de doações. O último marcou o encerramento da 7ª edição Mostra Literária do BRDE, no mês de novembro, quando foram destinadas mais dez novas coleções, incluindo a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Porto Alegre.

 

Escolas públicas, penitenciárias e instituições que cuidam de menores e mulheres vítimas de violência foram contempladas com as coleções

Sem o apoio do Banco, esse movimento não seria possível, segundo Adriane. “A participação do Banco é muito importante, porque o BRDE é nosso parceiro antigo, ele já patrocinou outras edições do Pró-Biblioteca e viabiliza atitudes como essa”, disse.

A responsável pelo projeto conta que poucas pessoas têm acesso à literatura porque não têm condições de adquirir os títulos. Sendo assim, a presença de bibliotecas públicas em escolas, presídios e outros locais vulneráveis são uma forma de aproximar a cultura da sociedade.

“No Brasil, hoje, existem mais de cento e dez milhões de neoleitores, que são pessoas que aprenderam a ler mas não têm o hábito da leitura. Por isso o Pró-Biblioteca é tão importante, porque o livro e o acesso à cultura dão condições para que as pessoas abram seus horizontes, exercitem a visão do todo, a criatividade, conheçam novos assuntos, e tenham outras oportunidades. Queremos dar condições para as comunidades, instituições mais carentes e mais vulneráveis, para ajudar a reduzir o distanciamento econômico e social que temos na sociedade”, conclui.

Na segunda feira, 13 de dezembro, foi transmitido ao vivo o evento “AGRO 5.0 – Inovação e tendências do agronegócio catarinense”. Realizado pela NSC TV, a LIVE teve como objetivo debater o futuro do agronegócio e suas novas tecnologias em Santa Catarina e no Brasil. Para essa conversa foram convidados respectivos membros das empresas parceiras do projeto: BRDE/SC  e Sicoob SC/RS. Representando o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, estiveram presentes no encontro os líderes de setor: Olavo Gavioli, Gerente Adjunto de Operações Agroindustriais da Agência de Florianópolis e Paulo Cesar Antoniollo, Gerente Regional do Oeste Catarinense.

Um dos principais temas da transmissão foi o investimento em tecnologia no setor do agronegócio. Hoje o produtor rural que quer investir no segmento ou aquele que já está no ramo, precisa levar em consideração que esses dois aspectos andam juntos. Essas inovações estão trazendo inúmeros benefícios para o campo tanto na questão de mão de obra, como na qualidade dos produtos e principalmente na qualidade de vida do trabalhador.

Para investir em equipamentos/instrumentos que potencializem essa indústria, existe um alto custo a ser pago. Tendo em vista este aspecto e visando sobretudo apoiar, principalmente o pequeno produtor, o BRDE juntamente com o SICOOB, disponibiliza linhas de créditos para ajudar no financiamento dessas tecnologias.

Paulo Antoniollo, afirma que “as linhas de financiamento para inovação e tecnologia, têm característica de permitir ao investidor captar o recurso e ter um tempo até o início do pagamento das parcelas, para que consiga implementar a tecnologia e colocá-la no mercado. Muitas vezes o desenvolvimento de uma nova tecnologia, chega a demorar de 18 a 24 meses, entre a concepção na engenharia da empresa, até a disponibilidade no mercado ao produtor rural, ou agroindústria. Então é necessário que a carência dos financiamentos também tenha um período de pelo menos 12 a 24 meses.”

Ele ressalta ainda, que o banco não apoia somente os produtores rurais e as cooperativas, mas também indústrias que desenvolvem essas novas tecnologias para atender as demandas do agronegócio. “Não podemos esquecer uma outra ótica onde o BRDE atua muito, que é promover o desenvolvimento das soluções tecnológicas para o produtor adotar. O Banco financia muito as AgTechs, ou as indústrias que desenvolvem essas tecnologias. Podemos dizer que hoje o BRDE é o maior repassar nacional do Programa Finep Inovacred, que é o crédito decentralizado da Finep. Então quando falamos em promover o desenvolvimento no campo, através da tecnologia, o BRDE atua nesses dois enfoques: promover as soluções de crédito para o produtor rural adotar a tecnologia, mas também, apoiando o setor tecnológico das empresas que prestam o serviço, promovendo o desenvolvimento de soluções que possam embarcar no campo, permitindo que ele [o produtor], produza mais, melhor, e com menor custo.”

Para quem quer investir em propriedades rurais, de uma forma ou de outra, o investimento repercute em novas tendencias do mercado, ou seja, em projetos de inovação e tecnologia, assim como explica o Gerente Adjunto de Operações Agroindústrias, Olavo Gavioli, “qualquer atividade dentro da propriedade rural, qualquer atividade na agricultura, tem a tecnologia envolvida. Podemos citar desde a gestão da água até a semente do milho, a semente da soja que é plantada, tem uma tecnologia tremenda envolvida. Inclusive os sistemas de gestão da propriedade para o pequeno produtor também. Hoje temos médios produtores que tem um sistema de racionamento automático, com cortinas automáticas, com granjas extremamente modernas, então sem dúvida, em qualquer aspecto de investimento hoje no campo, a tecnologia está envolvida”.

Santa Catarina é protagonista na utilização de tecnologia para revolucionar o setor do agronegócio. Além do evento, a NSC TV exibiu uma série de matérias especiais no Bom Dia SC, produzidas pela jornalista Eveline Poncio. Para quem tiver interesse, é possível conferir as reportagens especiais no canal do G1 em: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/campo-e-negocios/

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) formalizou nesta sexta-feira (03) investimentos que vão ampliar a capacidade de beneficiamento e armazenagem de arroz em duas importantes cooperativas do Estado: Coperja e Copersulca. Além de ampliar estruturas fabris nas cidades de Turvo e Jacinto Machado os investimentos vão possibilitar melhorias em unidades instaladas em cidades gaúchas, onde as cooperativas catarinenses possuem negócios.

As operações foram assinadas pelos representantes da Coperja e Copersulca e o Diretor Financeiro do BRDE, Eduardo Pinho Moreira.

“São obras importantes que atuam em três frentes estratégicas: ajudam regular os preços pagos ao produtor; melhoram a produtividade e competitividade das nossas cooperativas; e por fim, garantem segurança alimentar ao consumidor”, resume Moreira.

No caso da Coperja, são R$ 8,9 milhões que vão ser investidos em Jacinto Machado. A capacidade de armazenagem da unidade Araçá vai ser ampliada em 29 mil toneladas. Outros R$ 13,9 milhões serão investidos na ampliação da capacidade de produção de arroz branco e parboilizado na unidade de Santo Antônio da Patrulha (RS).

Já a Copersulca vai destinar R$ 2,3 milhões para ampliar a capacidade de produção na linha de arroz parboilizado em Turvo, permitindo beneficiar mais 20 mil fardos/mês. Outros R$ 17,1 milhões vão ser destinados para a unidade de Torres (RS). A intenção é ampliar a capacidade de produção de arroz branco, além de aumentar a estrutura de armazenamento das atuais 25 mil para 40 mil toneladas.

Iniciativa valoriza líderes que contribuem para o desenvolvimento do RS e conta com o apoio do BRDE

O Prêmio Líderes & Vencedores 2021 conheceu os ganhadores em suas seis categorias em cerimônia híbrida, realizada na noite desta terça-feira (9/11), no Teatro Dante Barone, em Porto Alegre. Iniciativa da Assembleia Legislativa e Federasul, a premiação busca valorizar projetos, empresas e líderes empreendedores que contribuem para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Realizado desde 1995, o evento conta com o apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

A 27ª edição do Prêmio Líderes & Vencedores veio com uma inovação: houve apenas um vencedor por categoria, conhecido após a abertura de um envelope lacrado pelo critério do maior número de indicações recebidas pelas comissões julgadoras (na primeira fase da premiação, jornalistas de todo Estado presidentes das 172 entidades filiadas à Federasul fizeram as indicações). Coube ao diretor de Planejamento do BRDE, Otomar Vivian, fazer o anúncio entre os três finalistas do vencedor na Categoria Referência Educacional. Levou o troféu a ONG Coletivo Autônomo Morro da Cruz, da capital gaúcha.

“Trata-se de um reconhecimento muito especial. Esse prêmio tem um histórico em reconhecer empreendedores e empresas de diferentes tamanhos, mas igualmente lideranças políticas e de atuação social cuja liderança traga impacto ao desenvolvimento econômico e social ao nosso Estado”, destacou Vivian. Ele próprio vencedor do Líderes &Vencedores na edição de 1995, quando presidia o Instituto de Previdência do Estado (IPERGS), o diretor destaca que o reconhecimento deste ano traz um significado especial, pois enaltece o esforço de diferentes áreas na retomada após a crise da pandemia de Covid-19 e seus impactos na sociedade.

O evento híbrido foi transmitido pelas redes sociais das duas entidades promotoras e pela TV Assembleia, e contou com a participação do presidente da Assembleia, deputado Gabriel Souza, do presidente da Federasul, Anderson Trautman Cardoso, de lideranças empresarias e políticas, além de convidados dos finalistas dos finalistas da premiação. O troféu destacou as categorias Expressão Cultural, Destaque Comunitário, Referência Educacional, Sucesso Empresarial – Micro e Pequena Empresa, Sucesso Empresarial – Média e Grande Empresa e Mérito Político.