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Iniciativa do BRDE em parceria com a ACATE irá selecionar até 100 startups de Santa Catarina para aceleração

Acelerar o ecossistema de inovação é uma das premissas do Banco Regional de Desenvolvimento (BRDE), já que tem como missão, liderar ações de fomento ao desenvolvimento econômico e social em toda a região Sul. Pensando nisso, a instituição lançou, nesta quarta-feira, 28, o Programa BRDE Labs. Em parceria com a Associação Catarinense de Tecnologia (ACATE) o projeto tem o objetivo de apoiar e fortalecer o desenvolvimento de negócios que estejam em fase de operação e tração.

De acordo com o vice-presidente do BRDE e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito, Marcelo Haendchen Dutra, o programa para promover o ecossistema de inovação está alinhado com as diretrizes do Governo do Estado. “Hoje é um dia muito importante para o BRDE. Estamos lançando um projeto que vem sendo pensado há bastante tempo e em um momento apropriado, onde a busca da tecnologia se intensifica para a solução de problemas e melhoria de vida das pessoas. Assumimos uma postura ainda maior de apoio à inovação, que vai além da oferta de crédito e dos investimentos em fundos que já fazemos. Queremos continuar transformando Santa Catarina em um grande HUB tecnológico”, explicou.

De forma inédita, o programa será realizado em Santa Catarina com possibilidade de atender até 100 startups em 2022. Para a execução do projeto, o BRDE fará um aporte de R$ 315 mil e mais R$ 150 mil em premiações. As 10 startups que obtiverem os melhores desempenhos serão selecionadas para receber uma premiação que vai de R$ 5 mil a R$ 25 mil reais.

“O BRDE sempre teve uma participação muito importante no desenvolvimento em todos os setores, e agora, também em tecnologia. A parceria com a ACATE, vai permitir que nós possamos chegar na ponta, em todas as regiões de Santa Catarina, com esses projetos de inovação. Com certeza o programa servirá de mola propulsora para as boas ideias que já estão em fase de tração, e que poderão gerar mais emprego e renda para os catarinenses”, comentou o diretor financeiro, Eduardo Pinho Moreira.

O foco desta edição será o processo de Growth. Por meio de workshops online, ferramentas e mentorias, as startups selecionadas terão apoio na estruturação e validação das estratégias e processos internos para que consigam ter modelos de negócio e comercial viáveis e escaláveis.

Para o presidente da ACATE, Iomani Engelmann, o BRDE Labs será um segundo passo para todo o apoio que foi feito até agora em inovação e tecnologia no estado. “O BRDE sempre foi muito parceiro com a ACATE, e agora, lança essa iniciativa conosco acreditando no nosso ecossistema. Tivemos muitos investimentos em empresas que estavam nas fases iniciais e agora, é o passo seguinte. Vamos continuar apoiando startups que já estão tracionadas e já aprovadas em seu modelo de negócio”, enalteceu.

Para participar do processo seletivo é necessário ter CNPJ em Santa Catarina e CNAE de Tecnologia. As inscrições serão realizadas de 29/06 a 30/07 via preenchimento de formulário online que pode ser acessado através do site https://www.brdelabs.com.br/

Nesta quinta-feira, 23, representantes da Feesc e das unidades Embrapii da UFSC e IFSC se reuniram com a diretoria e área técnica do Banco de Desenvolvimento Regional do Extremo Sul – BRDE. Durante o encontro foi discutido a construção de uma rede que possibilite alavancar parceiros da indústria para o desenvolvimento e inovação, através de projetos financiados pela indústria, Instituições de Ciência e Tecnologia – ICTs, e Embrapii.

Hoje na UFSC, duas Unidades Embrapii, ambas vinculadas ao Departamento de Engenharia Mecânica, estão ativas: a Unidade POLO e a Unidade MOVE. A Unidade POLO, atua em projetos na área de Tecnologias em Refrigeração e a MOVE, em projetos na área de Máquinas e Equipamentos para Mobilidade para toda a cadeia automotiva. Já o Polo Embrapii PEIFSC atua em projetos na área de sistemas inteligentes de energia.

O desenvolvimento de projetos executados por essas Unidades credenciadas, possibilitam para as indústrias que os custos da inovação sejam compartilhados com as ICTs e a Embrapii, com aporte de pelo menos 33% dos recursos não reembolsáveis.

Participaram da reunião representando a FEESC, Luiz Felipe Ferreira e Milton Pereira, pela UFSC, Jader Riso Barbosa, do projeto POLO e Rodrigo de Souza Vieira, do MOVE e pelo IFSC, Rubipiara Cavalcante Fernandes. No BRDE foram recebidos pelo vice-presidente e diretor de acompanhamento e recuperação de crédito, Marcelo Haendchen Dutra, o superintendente da agência de Florianópolis, Marcone Souza Melo e pelo gerente de planejamento, Felipe Castro do Couto.

O papel do financiamento na retomada do crescimento da economia brasileira foi discutido com importantes instituições de crédito do país

O diretor financeiro do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Eduardo Pinho Moreira, representou a instituição nesta terça-feira, 21, no Seminário Internacional para debater o tema “O papel do financiamento na retomada do crescimento da economia brasileira”. O evento, promovido pela Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços – CDEICS da Câmara dos Deputados, foi presidido pela deputada Perpétua Almeida e teve como objetivo discutir a importância dos bancos no desenvolvimento do país.

Compondo a mesa: Bancos subnacionais, pacto federativo e a agenda do desenvolvimento regional, Moreira apresentou o BRDE, o seu papel na sociedade e os resultados alcançados em mais de 60 anos de existência. Também participaram do debate, o Banco do Nordeste do Brasil (BNB), Banco de Desenvolvimento da Amazônia (BASA), Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) e o Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (BANDES).

Durante o encontro, o diretor abordou a importância de buscar ainda mais linhas de financiamento para os bancos de desenvolvimento. “Os bancos regionais precisam crescer e buscar alternativas de financiamento. Temos que desenvolver porque eles estão mais perto da realidade”, pontuou. Ele colocou em pauta, também, a importância do Pacto Federativo e o Fundo Constitucional para a região Sul.

“O Pacto Federativo tem que existir. A descentralização é vital para o desenvolvimento do nosso país. Além disso, nós também temos regiões economicamente estagnadas, com gargalos em infraestrutura, por exemplo, e por isso, nós também precisamos de um Fundo Constitucional. Com certeza enviaremos sugestões para esta Comissão”, declarou.

Papel durante a Pandemia de Covid -19

Para Moreira, foi durante a pandemia de Covid-19 que o BRDE mostrou sua importância. Durante um dos períodos de maior crise econômica não projetada, a instituição lançou programas que garantiram emprego e renda para a população, como o Recupera Sul, que aplicou R$ 519 milhões em micro e pequenas empresas para capital de giro e o SC Mais Renda Empresarial, que em parceria com o Governo do Estado de Santa Catarina, liberou até R$ 100 mil para micro e pequenas empresas com 12 meses de carência e três anos para pagar a juro zero.

“Num momento em que a economia ficou absolutamente deprimida por conta da covid, o banco agiu de forma muito rápida. Também tivemos a sensibilidade do governador que, pelo programa SC Mais Renda, conseguimos manter 18 mil empregos em Santa Catarina”, explicou.

Fazer com que o lazer e as práticas sustentáveis estejam em consonância é hoje, sem sombras de dúvidas, um objetivo e tanto a ser alcançado. Foi com esse propósito em mente e impulsionado pelo seu amor ao esporte e seu cuidado pela natureza, que o surfista Jairo Lumertz adotou o Surf como o instrumento norteador para a conscientização ecológica de crianças e adolescentes.

Em conjunto a sua esposa, Carolina Scorsin, fundaram a ECO GAROPABA uma associação sem fins lucrativos engajada em assuntos ligados a preservação do meio ambiente, ao esporte e inclusão social.

A associação que hoje é reconhecida mundialmente, vai muito além de desenvolver conceitos sócios ambientais e ecológicos aos alunos, visa também construir uma vida mais saudável e despertar nesses jovens o amor pelo esporte.

O primeiro e o principal projeto desenvolvido pela associação é a “prancha ecológica”, que consiste na confecção de pranchas de surf através de garrafas pets. Também estão inclusas no programa palestras que abordam assuntos relacionados aos benefícios da prática esportiva e conscientização da preservação ao meio ambiente. A ação é realizada principalmente nas escolas da rede pública em diversos estados do país e são atendidos ao todo por ano, cerca de quatro mil alunos de idades que variam entre 10 a 18 anos.

“Nosso maior objetivo é poder levar o projeto para todas as cidades do Brasil, sabemos que plantamos muitas sementes por onde passamos. Seguiremos nosso lema para sempre: um por todos e todos por um Mundo Melhor.” Destaca a cofundadora do projeto.

Uma parceria transformadora

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) empenhando em estimular cada vez mais a prática esportiva, juntamente com o cuidado ao meio ambiente, no Estado de Santa Catarina, contribui para o projeto através da Lei de incentivo ao esporte. Em 2021, no seu primeiro ano como apoiador o Banco repassou cerca de 30 mil reais para a iniciativa.

“A colaboração com o BRDE veio dar oportunidade de levarmos esse trabalho para mais lugares do Brasil. Está sendo muito gratificante para o projeto esse incentivo de poder ajudar ainda mais pessoas.” Comemora Scorsin.

Ela ainda ressalta as mudanças que o projeto promove na vida de quem passa por ele. “Escutamos diariamente relatos de pessoas que começaram a surfar, remar, separar o lixo dentro de casa e participar de mutirões de limpeza (…) Cada vez que o projeto é inserido dentro de uma sala de aula, dentro de um município todos nossos objetivos são alcançados, vemos a mudança na vida das pessoas imediatamente.”

Leis de Incentivo Fiscal

Em 2021, o banco destinou R$ 4,6 milhões, por meio das leis de incentivo fiscal, igualmente distribuídos entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Em Santa Catarina, 37 projetos receberam apoio no valor de aproximadamente R$ 1,8 milhão. Para quem deseja cadastrar seu projeto para receber aporte por parte do BRDE, o cadastro inicia em junho e vai até outubro no endereço eletrônico: https://www.brde.com.br/incentivos-fiscais/

 

Documento autoriza a disposição de um técnico do BRDE para atendimentos na Associação Empresarial de Criciúma e Içara

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) firmou, nesta semana, um Termo de Cooperação Técnica com as associações empresariais de Criciúma e Içara. O documento que autoriza e dispõe de um profissional do banco para atendimentos aos empresários na associação será uma ferramenta para aproximar a instituição dos empresários.

“Assumimos o BRDE com um propósito de levar informações do banco para mais pessoas. O Sul do estado é uma das regiões de Santa Catarina com um potencial enorme para desenvolvimento e nós podemos servir de mola propulsora. Por isso, estamos colocando um técnico à disposição para tirar dúvidas, informações e auxiliar no processo de cadastramento de pedidos”, explica o diretor financeiro Eduardo Pinho Moreira.

A partir de agora, os interessados em buscar financiamentos junto ao BRDE e que tenham dúvidas de como funciona o procedimento para solicitação, poderão agendar, via ACIC, em Criciúma ou ACII, em Içara, uma reunião com técnicos do banco que irão até o Sul realizar os atendimentos.

“A ideia é colocar o BRDE mais próximo dos empresários e empreendedores e fomentar, cada vez mais o desenvolvimento. Nós já temos parcerias como essa em outras regiões do estado e que aproximam o interesse da classe em desenvolver suas atividades com apoio do BRDE”, comenta o vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito, Marcelo Haendchen Dutra.

O presidente da ACIC, Valcir José Zanette, destaca a parceria como fundamental para o desenvolvimento econômico. “A parceria com o BRDE é de fundamental importância, levando aos associados informações sobre possibilidades e oportunidades de financiamentos e linhas de crédito, aproximando o banco dos investidores. A premissa da Associação Empresarial de Criciúma, assim como o do BRDE, é fomentar o desenvolvimento econômico, e com essa aproximação junto aos empreendedores, temos certeza, de que novos negócios serão gerados, melhorias serão fomentadas nas empresas, promovendo competitividade, emprego e renda para a sociedade”, afirma Zanette.

Para a presidente da ACII, Tatiana Pavei da Silva, a ação irá fomentar o empreendedorismo na cidade. “Essa parceria com o BRDE permitirá que empreendedores tenham informações importantes para obter recursos. Com esse acesso ao crédito será possível, por vez, fomentar novos negócios e promover atividades já existentes, que podem expandir o mercado de atuação e ampliar a movimentação econômica local. É um grande fomento a inovações. Como Associação Empresarial, seremos cada vez mais um ambiente para conectar oportunidades”, comemora.

Além de diversas linhas de financiamento para pessoas jurídicas nas mais diferentes áreas, como agronegócio, indústria, turismo e inovação o banco também dispõe de linhas de crédito para pequenos produtores e agricultura familiar que queiram investir em suinocultura, avicultura e pecuária, implementos agrícolas, florestamento, irrigação, fruticultura e horticultura, por exemplo. As prefeituras também podem buscar recursos junto à instituição com o programa BRDE Municípios, que financia projetos de mobilidade urbana, saneamento, gestão pública, projetos sustentáveis, entre outros.

Desde 2019, banco já destinou mais de R$ 10 milhões para projetos sociais via leis de incentivo fiscal

 

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul lançou nesta segunda-feira (20), o edital do processo seletivo de incentivos fiscais de 2022. O anúncio foi feito por transmissão ao vivo no Youtube do BRDE e as inscrições vão até o dia 31 de agosto. Desde 2019, o banco já destinou mais de R$ 10 milhões para projetos sociais via leis de incentivo fiscal.

Participaram do evento o presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski, o diretor de Planejamento, Otomar Vivian e representantes de instituições contempladas por editais anteriores. Na abertura, o presidente destacou a responsabilidade de conceder recursos que contribuirão para a transformação da sociedade. “Para isso criamos critérios extremamente objetivos, a fim de que as decisões sejam técnicas. Acreditamos que o poder público deve ser responsável por promover políticas públicas de transformação social, mas também entendemos que a parceria com a sociedade civil deve acontecer, por isso esta é uma contribuição necessária”, disse.

Bley acrescentou que o propósito do BRDE é gerar desenvolvimento econômico e social. “Por trás das empresas e dos financiamentos que fazemos, existem pessoas, e são elas que transformam a sociedade. Queremos que os resultados que vemos ao longo dos anos a partir dos incentivos fiscais se renovem”, completou.

Nesse sentido, Otomar lembrou que o banco é signatário do Pacto 2030 e tem como compromisso os Objetivos Sustentáveis (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). “Temos como princípio a agenda ESG – Environmental, social, and corporate governance. É um compromisso do BRDE produzir resultados que ajudam a transformar a sociedade e torná-la mais desenvolvida socialmente”, destacou. Além disso, o diretor reforçou a responsabilidade do edital e a certeza da boa aplicação dos recursos.

 

A transformação em curso

Uma das instituições contempladas pelas leis de incentivo fiscal via BRDE é a Associação Franciscana de Ensino ao Cidadão Especial (AFECE), uma entidade sem fins lucrativos que oferece atendimento gratuito nas áreas de Educação, Saúde e Assistência Social. Convidadas para contar sobre essa parceria, as representantes da AFECE Maíra de Oliveira, diretora Geral, e Lucilene Marques, gerente do Departamento de Captação de Recursos e Comunicação, ressaltaram a importância da mobilização da sociedade como um todo. 

A associação, que atua a partir de três esferas (saúde, educação e assistência social), contou com recursos via leis de incentivo para ampliar a atuação e o atendimento às pessoas com deficiência e suas famílias. “Os projetos só foram possíveis pelo PRONAS, que deu a possibilidade de equipar a instituição. E durante a execução dos projetos, o BRDE seguiu nos acompanhando”, contou Maíra.

“O PRONAS, com a ajuda muito significativa do BRDE, possibilitou a ampliação dos nossos atendimentos para mais de 20 especialidades. São mais de 40 mil procedimentos e mais de 2 mil pessoas assistidas, em cerca de 2 anos. Hoje, conseguimos oferecer todas as especialidades em um único espaço, garantindo a reabilitação da pessoa com deficiência. O Brasil precisa de mais empresas como o BRDE, que não ficam à margem dos problemas vividos pelo terceiro setor”, acrescentou Lucilene.

Já na área da educação, o gerente de Engajamento e Mobilização, na Diretoria Executiva de Educação Básica do Marista Escolas Sociais, Rodolfo Schneider, foi responsável por trazer seu depoimento. O grupo, que conta com 18 escolas especiais nos estados do Paraná, de Santa Catarina e São Paulo, oferece educação gratuita e de qualidade para famílias que têm renda média de até 1,5 salários mínimos. “Na verdade, mais da metade (54%) das famílias estão na linha da pobreza e 17% delas estão abaixo da linha da pobreza”, afirmou.

Rodolfo destacou os desafios enfrentados pelo projeto durante a pandemia e a contribuição do BRDE para recuperar os prejuízos sociais desse período. “Ofertar uma educação pública e de qualidade com refeições e atendimento social com as escolas fechadas foi desafiador. Tivemos que levar alimentos, materiais escolares e de limpeza para as famílias. Isso e a recuperação desses conteúdos agora só é possível graças ao apoio do BRDE a projetos de assistência como o nosso”, contou.

 

O edital

O edital é destinado aos proponentes de projetos aprovados para captação de recursos mediante as leis de 100% de isenção fiscal via Fundos da Infância e da Adolescência; com enquadramento no Estatuto do Idoso e Fundo nacional do Idoso; Lei de Incentivo ao Esporte; Lei do Audiovisual; Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e do Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (PRONON) e Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS). Desde 2019, o banco já destinou mais de R$ 10 milhões para projetos sociais via leis de incentivo fiscal.

O edital está disponível neste link. Dúvidas e sugestões podem ser enviadas para os seguintes endereços eletrônicos, conforme a agência a que o projeto será submetido:

Em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul, colaboradores e parceiros comemoraram os avanços, desafios e propósitos do banco em clima de confraternização

Os 61 anos de criação do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), foram comemorados em clima de retomada dos eventos presenciais, participação de colaboradores “e sentido de propósito, com desafios superados na pandemia, mentalidade do banco ser mais sustentável em suas ações e no posicionamento estratégico nesse diálogo que propomos com vários segmentos da sociedade”, refletiu o presidente Wilson Bley Lipski.

Créditos: Rodolfo Büher

Diretor-presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski, em discurso para colaboradores do banco em comemoração de aniversário da instituição. Créditos: Rodolfo Büher

Fundado em 15 de junho de 1961 para atuar no desenvolvimento e crescimento econômico dos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o BRDE se tornou referência em financiamentos a longo prazo, a partir de clientes que cresceram com o banco no decorrer do tempo. Do fomento à Agricultura, seu carro-chefe, o BRDE abriu espaço e se alinhou com o tempo, à projetos de cidades, indústria, comércio e infraestrutura. Nos últimos três anos, em meio a transformação digital acelerada pela pandemia, o BRDE buscou ocupar outros espaços. Criou e fez parcerias com programas de empreendedorismo, pulverizou créditos por fundos específicos nacionais e internacionais, criou macroprogramas em inovação, energia renovável, turismo, cultura, e se associou às instituições com visão de crescimento social e econômico.

Bley ainda ressaltou sobre uma nova visão do BRDE em sua trilha de se tornar o primeiro banco verde do país. “Estamos nos ajustes finais da criação do fundo verde, que consiste no dinheiro dos resultados operacionais para apoiar a iniciativa privada e a sociedade organizada, por meio de recursos não reembolsáveis (fundo perdido), para que possa haver desenvolvimento de algumas ações que tenham esse viés. A outra é criar uma esteira diferenciada, que exista uma precificação específica para aquele empresário que assumir esse compromisso do carbono zero, da descarbonização, podendo ter um ganho financeiro. Manteremos as duas esteiras a convencional e essa especial, aquelas que tenham esse comportamento se direcionam a esse trabalho”, concluiu.

O vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Créditos, Marcelo Haendchen Dutra falou sobre os desafios do BRDE e sua missão. “Mesmo diante de inúmeros desafios ao longo desses anos, o BRDE mantém a sua importância para a economia dos estados e apoio aos municípios, através de um corpo técnico engajado em fazer valer os conceitos de missão, visão e valores, que o credenciam como parceiro estratégico e imprescindível na promoção do desenvolvimento, aliado ao firme compromisso de protagonismo na geração de emprego e renda”.

As comemorações – No Rio Grande do Sul, funcionários, estagiários da cantaram o tradicional “Parabéns a você” e distribuíram o primeiro pedaço do bolo aos colaboradores com mais de 40 anos de trabalho dedicado ao banco. A diretora de Operações Leany Lemos disse que a chegada aos 61 anos demonstra o quanto o banco vem evoluindo na sua trajetória em favor do crescimento da região. “Somos cada vez mais um banco comprometido com um modelo de desenvolvimento econômico alinhado às demandas sociais e ambientais. Sem dúvida, o BRDE é hoje o banco da sustentabilidade e um modelo de negócio que já serve de referência internacional. Somos uma instituição que tem na sua essência a parceria, quer seja com milhares de clientes, assim como de outros agentes financeiros, sempre com uma visão de futuro de impactar positivamente a vida das pessoas e do planeta”, frisou.

Créditos: Divulgação BRDE

Diretores e colaboradores em cerimonia de comemoração do aniversário do BRDE na agência de Porto Alegre. Créditos: Divulgação BRDE

“Ao longo desses 61 anos, o BRDE se consolidou como um parceiro de quem produz no campo e na cidade. E a partir das políticas definidas pelos Estados controladores e de uma visão estratégica de desenvolvimento da região Sul, o banco desempenha um papel fundamental em favor dos mais diferentes setores econômicos, dos produtores rurais e das prefeituras, mas com uma crescente preocupação com a sustentabilidade e com responsabilidade social”, frisou o diretor de Planejamento, Otomar Vivian. Ele salienta, também, o quanto o quadro funcional qualificado que o BRDE dispõe é determinante nos resultados que são alcançados a cada projeto que o banco atua como parceiro.

Na agência de Santa Catarina colaboradores, diretoria e estagiários se confraternizaram numa festa com bolo, e muita alegria. E o diretor financeiro Eduardo Pinho Moreira ressaltou a respeito da relação do banco com a sociedade. ”Os 61 anos do BRDE merecem o reconhecimento e a comemoração, porque nesses décadas, o banco serviu de instrumento importante para o desenvolvimento econômico, para geração de emprego e renda nos três estados do sul; então cumpriu sua missão, que é estreitar a relação do banco com a sociedade em todos os níveis da área econômica e completa seus 61 anos com sua missão cumprida”, finalizou.

O coro Ottava Bassa do Projeto Bravíssimo Concertos fez uma apresentação de músicas clássicas, e releituras de hits como Smile e Hallelujah de Leonard Cohen no saguão da agência de Curitiba, que encantou todos os colaboradores e convidados.

Créditos: Rodolfo Büher

Apresentação do coro Ottava Bassa do Projeto Bravíssimo Concertos na agência do BRDE em Curitiba. Créditos: Rodolfo Büher

O grupo musical é composto por voluntários de alto nível artístico, sob o comando do maestro Alexandre Mousquer, com projeto apoiado pelo BRDE via incentivos fiscais (lei Rouanet). A tradicional foto na escadaria do Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões também foi registrada nas comemorações.

O superintendente Paulo Starke Junior comentou sobre a importância da história do banco, a comunicação com os colaboradores e “de viver algo grandioso nesse momento de quebra de paradigmas do banco em se tornar mais próximo à sociedade”.

Fotos: Divulgação BRDE e Rodolfo Büher

Encontro promovido pela Cresol Central Brasil ocorreu em Chapecó

Iniciativa da Cresol Central Brasil, o IX Fórum do Crédito Rural debateu, ao longo de dois dias, os resultados alcançados com os financiamentos através do Plano Safra 2021/2022 e as expectativas para a próxima etapa que iniciará em julho. Contando com o apoio do apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o evento encerrou nesta quarta-feira (8/06), reunindo em Chapecó (SC) parceiros, diretores e coordenadores de crédito das cooperativas singulares e agências.

A gerente de Operações Conveniadas do BRDE, Fernanda Costa Maia, foi uma das convidadas do IX Fórum. Segundo a gerente, até o momento foram mais de R$ 385 milhões em operações no convênio com a Cresol Central Brasil. Fernanda Maia ressaltou que as perspectivas são aumentar os volumes do convênio e apostar na produção agroecológica, financiamento para jovens e mulheres, entre outros.

Gerente regional Oeste do BRDE em  SC

Nas linhas de crédito com juro zero, a gerente do BRDE relatou que a Cresol foi a que mais financiou para novos associados, que era o objetivo dos governos estaduais e do banco. Também participaram do evento, realizado na Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc), o gerente Operacional-Adjunto da Agência do BRDE em Florianópolis, André Diehl de Souza, e o gerente regional Oeste do banco, Paulo César Antoniollo.

A equipe do BRDE fez uma explanação sobre os resultados alcançados através dos programas SC Mais Renda e o Juro Zero RS, implementados respectivamente nos estados de Santa Catarina e no Rio Grande do Sul.  Os dois programas têm os juros bancadas pelos governos estaduais e priorizaram o apoio a empresas de menor porte e Micro Empreendedores Individuais (MEIs).

Gerente Operacional-Adjunto do BRDE de SC

Já o presidente da Cresol Central Brasil, Elias de Souza, salientou que o Fórum do Crédito permite não apenas olhar para os números, mas para a parte social desenvolvida nos locais em que as cooperativas estão inseridas. Lembrou que na década de 1990, o volume de contratações em valores não era alto, mas contribuiu para o crescimento que se alcançou hoje. “Na época, muitas famílias que não estavam no mercado financeiro foram acolhidas por nós”, destacou.

A oportunidade atende empreendedores que possuem empréstimos com garantia do Fundo de Aval do Sebrae (FAMPE) interessados em renegociar os débitos e alongar o prazo de pagamento em até 12 meses.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) aderiu à Campanha Nacional de Renegociação de Dívidas promovida pelo Sebrae, para atender as empresas que possuem financiamentos junto ao banco com garantia do Fundo de Aval do Sebrae (FAMPE). A possibilidade de renegociação inclui as contratações feitas a partir de janeiro de 2018, para aquelas operações que ainda não tenham sido objeto de honra com garantia do fundo. A proposta contempla o recálculo do saldo vencido com taxas de adimplência, além da incorporação do saldo vencido recalculado ao saldo vincendo e alongamento do contrato por até um ano. As empresas adimplentes também poderão solicitar o benefício.

O vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Créditos, Marcelo Haendchen Dutra, explica que “no âmbito do BRDE foi um programa que iniciou durante a pandemia chamado de Recupera Sul para atender principalmente pequenos empresários. Agora, estamos entramos numa segunda fase com a possibilidade de alongamento das dívidas de empresas que ainda enfrentam o efeito da pandemia”, afirma.

A expectativa é beneficiar microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte que estiverem enquadradas dentro da condição da campanha. Para o diretor financeiro do BRDE, Eduardo Pinho Moreira, é uma oportunidade para a empresa reorganizar sua capacidade financeira e fluxos de pagamentos. “Entendemos como uma oportunidade de regularização de créditos de pequeno valor, considerando o volume da inadimplência e a peculiaridade dos clientes que compõe a carteira do Recupera Sul do BRDE”, ressalta.

Período da campanha

O lançamento da campanha acontece nesta sexta-feira (3) e segue até o dia 31 de agosto para clientes do BRDE. No dia 7 de junho, às 15 horas, no canal do Sebrae no YouTube, acontece a palestra “Como renegociar sua dívida com o BRDE”, ministrada pela Superintendente de Acompanhamento e Recuperação de Créditos, Ana Claudia Silveira Camargo.

O que é o FAMPE?

É um Fundo de Aval às Micro e Pequenas Empresas (FAMPE), constituído pelo Sebrae para complementar garantias de até 80% em uma operação de crédito contratada pelos pequenos negócios, nas instituições financeiras conveniadas, dependendo do porte do solicitante e da modalidade de crédito. O FAMPE avalizou mais de 479 mil operações de crédito até janeiro de 2022, com viabilização de R$ 25,3 bilhões em crédito bancário, sendo avalizados pelo Sebrae R$ 18,3 bilhões para os pequenos negócios.

 Serviço:

  1. O que o BRDE oferece? Oportunidade para empresas renegociarem as dívidas e de alongar o prazo de pagamento em 12 meses, tanto para os clientes em atraso como para aqueles que estão em dia.
  2. Para quem é? A expectativa é beneficiar microempreendedores individuais, microempresas e empresas de pequeno porte que contrataram a partir de janeiro de 2018 operações com garantia do FAMPE.
  3. Quando começa e quando termina? A campanha de renegociação começa no dia 3 de junho e segue até 31 de agosto para clientes do BRDE.
  4. Quais as vantagens de participar da campanha? O empresário poderá renegociar as parcelas em atraso, de acordo com as condições estabelecidas pelo banco. A proposta contempla o recálculo do saldo vencido com taxas de adimplência, além da incorporação do saldo vencido recalculado ao saldo vincendo e alongamento do contrato em 12 meses.
  5. Onde renegociar? A solicitação em Santa Catarina deve ser endereçada para os e-mails: silvia@sc.sebrae.com.br ou sc@brde.com.br e através do telefone: 0800-570-0800.

O diretor financeiro do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Eduardo Pinho Moreira, cumpriu agenda em Brasília nesta terça-feira, 17, na busca de ampliar as fontes de recursos para financiamentos na área do turismo no Sul. Acompanhado da diretora de operações do banco, Leany Lemos, e do presidente da Comissão de Turismo da Câmara dos Deputados, deputado federal Rodrigo Coelho, estiveram com o Ministro do Turismo, Carlos Alberto Gomes de Brito para tratar especialmente do Fungetur, uma das principais linhas de financiamento disponibilizadas pelo BRDE.

Durante o encontro, a comitiva ressaltou a importância do repasse de R$ 300 milhões para aplicar nos três Estados do Sul. De acordo com o diretor financeiro, de 2020 a 2022, a instituição repassou mais de R$ 458 milhões, sendo 1401 contratos que garantiram a sustentação do setor turístico no enfrentamento aos danos da economia causados pela pandemia de Covid-19.

“Desde 2017 o BRDE já utilizou quase R$ 600 milhões do Fungetur. Nós somos um dos principais repassadores destes recursos e agora queremos garantir este aporte para continuar desenvolvendo este setor que é tão importante para a economia do Sul. A conversa com o ministro foi muito produtiva. O deputado Rodrigo Coelho está conosco nesta pauta e vai acompanhar de perto o andamento da liberação”, explicou Moreira.

Papel do BRDE – Para o presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski, o banco se consolida no seu papel de desenvolvimento no turismo da Região Sul e um dos principais financiadores do Brasil nesse setor. “Os três estados do Sul são polos turísticos diversificados, com litoral, gastronomia, serras, vinícolas, em escala regional, nacional e internacional”, ressaltou. “O BRDE trabalha de forma vocacionada para essas operações no Turismo, abastecendo a cadeia de geração de empregos, economia dos municípios e dos estados, estreitando as relações com pequenos, médios e grandes no desenvolvimento e crescimento da sociedade, contribuindo sobretudo, ao bem-estar das pessoas”, concluiu.

A Lei que autoriza e estabelece o repasse dos recursos do Fungetur para as instituições financeiras deverá ser votada no senado na próxima semana.