BRDE

Iniciativa valoriza líderes que contribuem para o desenvolvimento do RS e conta com o apoio do BRDE

O Prêmio Líderes & Vencedores 2021 conheceu os ganhadores em suas seis categorias em cerimônia híbrida, realizada na noite desta terça-feira (9/11), no Teatro Dante Barone, em Porto Alegre. Iniciativa da Assembleia Legislativa e Federasul, a premiação busca valorizar projetos, empresas e líderes empreendedores que contribuem para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Realizado desde 1995, o evento conta com o apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

A 27ª edição do Prêmio Líderes & Vencedores veio com uma inovação: houve apenas um vencedor por categoria, conhecido após a abertura de um envelope lacrado pelo critério do maior número de indicações recebidas pelas comissões julgadoras (na primeira fase da premiação, jornalistas de todo Estado presidentes das 172 entidades filiadas à Federasul fizeram as indicações). Coube ao diretor de Planejamento do BRDE, Otomar Vivian, fazer o anúncio entre os três finalistas do vencedor na Categoria Referência Educacional. Levou o troféu a ONG Coletivo Autônomo Morro da Cruz, da capital gaúcha.

“Trata-se de um reconhecimento muito especial. Esse prêmio tem um histórico em reconhecer empreendedores e empresas de diferentes tamanhos, mas igualmente lideranças políticas e de atuação social cuja liderança traga impacto ao desenvolvimento econômico e social ao nosso Estado”, destacou Vivian. Ele próprio vencedor do Líderes &Vencedores na edição de 1995, quando presidia o Instituto de Previdência do Estado (IPERGS), o diretor destaca que o reconhecimento deste ano traz um significado especial, pois enaltece o esforço de diferentes áreas na retomada após a crise da pandemia de Covid-19 e seus impactos na sociedade.

O evento híbrido foi transmitido pelas redes sociais das duas entidades promotoras e pela TV Assembleia, e contou com a participação do presidente da Assembleia, deputado Gabriel Souza, do presidente da Federasul, Anderson Trautman Cardoso, de lideranças empresarias e políticas, além de convidados dos finalistas dos finalistas da premiação. O troféu destacou as categorias Expressão Cultural, Destaque Comunitário, Referência Educacional, Sucesso Empresarial – Micro e Pequena Empresa, Sucesso Empresarial – Média e Grande Empresa e Mérito Político.

Em formato on-line pelo segundo ano consecutivo, Mostra se estenderá até sexta-feira (12/11)

 A 7ª edição da Mostra Literária, promovida pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), teve a abertura oficial nesta terça-feira (09/11) e contou com a participação da diretora de Operações Leany Lemos, e da bibliotecária da Agência BRDE do Rio Grande do Sul, Adriana Reus. A Mostra tem o objetivo de divulgar para o público interno e externo produções artísticas – como poesias e crônicas, criadas por colaboradores aposentados e ativos do Banco. A abertura do evento virtual foi transmitida ao vivo pelo canal do BRDE no YouTube.

Segundo a diretora Leany Lemos, que realizou a abertura da Mostra, o BRDE tem uma conexão forte com a cultura, através de diferentes iniciativas de patrocínios, incentivos fiscais na área, como é o caso do Programa Pró-Biblioteca. “Tenho muito orgulho de falar sobre o banco, não só sobre o impacto que tem no crédito, mas também como o BRDE atua na área cultural”, explica a diretora.

Diretora destacou apoio do banco ao setor cultural

“É com esse espírito, da gente celebrar a cultura, a leitura… aquilo que a literatura faz conosco, que é nos transportar para outro mundo, para uma outra realidade, mas também nos conhecer melhor como seres humanos e aventureiros, nessa jornada que é a vida”, completa Leany Lemos. A diretora de Operações instiga a todas e todos a participarem Mostra Literária 2021: “compartilhem os seus talentos conosco”.

Percurso da Mostra Literária

De acordo com Adriana Reus, bibliotecária da Agência BRDE do RS, a primeira Mostra Literária aconteceu em 2014, ideia do colaborador aposentado Carlos Ponzoni, que tinha como um dos objetivos promover engajamento entre as três agências (RS, SC e PR) e a Direção Geral do banco. “Nesse primeiro ano houve a divulgação apenas das produções dos colegas da ativa e aposentados, e no ano seguinte abrimos para os seus familiares. Na edição seguinte, fizemos a Mostra com todos os estudos técnicos produzidos pelos funcionários responsáveis pelos projetos financiados pelo banco”, explica. Ainda, segundo Adriana Reus, na edição de 2018 foram expostas as obras selecionadas pelo BRDE com o Incentivo Fiscal da Lei Rouanet e na de 2019 foi realizada uma exposição das primeiras fotos da instalação do BRDE em 1961 e das primeiras empresas financiadas. “Essa exposição foi itinerante e vista pelas três agências”, enfatiza a bibliotecária.

Esse é o segundo ano consecutivo que a Mostra Literária é realizada em formato virtual e que por conta disso agrega novidades à edição. “Pudemos acrescentar fotografias e vídeos”, ressalta Adriana Reus. Durante o evento, foi realizada a homenagem ao ex-funcionário do BRDE e entusiasta da Mostra Literária, Luís Alberto de Moraes Calazans, falecido recentemente. Na ocasião, Adriana Reus leu um poema do “colega Calazans”, intitulado de “O Nascer”. Neste primeiro dia da Mostra, estava prevista a participação do jornalista e poeta Fabrício Carpinejar, patrono da 67ª Feira do Livro de Porto Alegre, mas não pode participar devido à problemas de conexão.

A Mostra Literária foi transmitida ao vivo pelo canal @brdeoficial e segue disponível pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=6GinDW6RpBw

Programação

Nesta quarta-feira (10/11), a 7ª Mostra Literária terá programação preparada para os jovens, e em especial dirigida aos familiares dos funcionários, ex-funcionários, aposentados e pensionistas, com o objetivo de valorizar a educação e a cultura. A transmissão também poderá ser acompanhada ao vivo, a partir das 14h, através do link: https://www.youtube.com/watch?v=GtKdnltg34I.

Já na quinta-feira (11/11), também através do canal do Youtube do BRDE, às 14 horas, será o encerramento da Mostra Literária 2021. Na oportunidade, será realizada a doação de novas coleções de obras de autores consagrados, tanto autores nacionais como internacionais, através do projeto Pró-Biblioteca, que o BRDE apoia por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Acompanhe a transmissão pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=pfA6V3Dk5EM

O evento será em formato on-line pelo segundo ano consecutivo e se estenderá ao longo da próxima semana

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) irá realizar entre os dias 08 e 12 de novembro a 7ª edição da Mostra Literária BRDE, com o objetivo de divulgar para o público interno e externo produções artísticas – como poesias e crônicas, criadas por colaboradores aposentados e ativos do Banco. A Mostra acontece sempre concomitante à tradicional Feira do Livro de Porto Alegre, da qual o BRDE é um dos apoiadores institucionais.

Ao longo da semana, textos e demais manifestações dos colaboradores e ex-funcionários do banco estarão disponíveis numa plataforma digital. A programação se estenderá ao longo da semana, mas nos dias 9, 10 e 11 estão previstos eventos especiais da Mostra Literária, com transmissões diárias através do canal do BRDE no YouTube – @brdeoficial, sempre a partir das 14 horas e que podem ser conferidas pelo público em geral. 

Programação

Na terça-feira (09/11) a abertura da Mostra Literária BRDE 2021 contará com a participação da diretora de Operações do BRDE, Leany Lemos, do diretor de Planejamento do BRDE, Otomar Vivian, e do jornalista e poeta Fabrício Carpinejar, patrono da 67ª Feira do Livro de Porto Alegre, e da bibliotecária do BRDE, da Agência do Rio Grande do Sul, Adriana Reus.

A transmissão pode ser acompanhada ao vivo, através do link: https://www.youtube.com/watch?v=6GinDW6RpBw

O segundo dia da Mostra, na quarta-feira (10/11), terá a participação da psicóloga Marta Elisa Eberle, criadora da plataforma Navegamundo, idealizadora e produtora de podcasts contendo contos culturais infanto-juvenis, da economista Denise Weinréb, ex-funcionária do BRDE, que irá falar sobre suas vivências como produtora cultural e escritora de livros infantis e também da publicitária e jornalista Paula Taitelbaum, colaboradora do projeto Pró-Biblioteca, que o BRDE apoia por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

A transmissão também poderá ser acompanhada ao vivo, através do link: https://www.youtube.com/watch?v=GtKdnltg34I

Para marcar o encerramento, na quinta-feira (11/11), o Banco comunicará oficialmente a doação de livros através do projeto Pró-Biblioteca. Serão distribuídos dez novas coleções contemplando penitenciárias, a Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (Fase) e a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher. Na ocasião, participará um dos fundadores e diretor da L&PM Editores, Paulo Lima, diretores do BRDE e demais autoridades.

Também é possível acompanhar ao vivo a transmissão pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=pfA6V3Dk5EM

 “Agenda ESG e o Papel dos Bancos de Desenvolvimento no Brasil” foi o tema da 4ª edição do ciclo de palestras BRDE Cenários, nesta quinta-feira (28/10), tendo como convidada a especialista em sustentabilidade e inovação, Vanessa Pinsky. Com mais de 20 anos de experiência profissional na área, ela abordou a relevância da agenda ESG em termos globais, o contexto atual e as novas regulações nacionais, destacando a perspectiva de contribuição dos bancos de fomento para o desenvolvimento sustentável. O evento teve mediação do chefe de Gabinete da presidência do BRDE, Mauricio Mocelin.

Agenda ESG e saúde planetária

A sigla ESG (do inglês Environmental, Social and Governance, ou seja, Governança Ambiental, Social e Corporativa) “acabou assumindo a condição de um selo que pode atestar o nível de compromisso de empresas com essas iniciativas, assim como servir de orientação para novos investimentos”, afirmou Vanessa Pinski. É uma agenda em construção e em crescimento constante. Segundo a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais), em 2020 havia cerca de R$ 700 milhões em fundos ESG, quase três vezes mais que no ano anterior.

A palestrante destacou que o impacto da ação humana em todos os ecossistemas do planeta resulta em “consequências extremamente complexas à saúde humana”, que geram também problemas sociais e econômicos. Segundo Vanessa Pinski, diante da complexidade dos problemas emergentes, como a pandemia de Covid-19 e seus impactos, por exemplo, já existe uma percepção entre líderes empresariais, sociedade civil, organizações internacionais em âmbito econômico e formuladores de políticas públicas sobre a necessidade de empreender ações coletivas. “Isso não é um problema de uma empresa ou de um governo, são problemas que devem ter a cooperação internacional e uma união de esforços”, sublinhou.

Novo marco regulatório no Brasil

De acordo com a pesquisadora, a novidade e o grande desafio para os bancos brasileiros são as seis novas regulações lançadas pelo Banco Central (Bacen) e pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), em setembro deste ano, e que entram em vigência em 2022. “Elas [regulações] trazem especificamente as diretrizes sobre como o mercado financeiro vai incorporar a questão da agenda ESG em termos de riscos para o sistema financeiro nacional e de critérios de avaliação de riscos para as empresas”.

Para Vanessa Pinski, espera-se que todos os bancos avaliem as empresas com as quais negociam operações de crédito e investimentos em relação aos impactos de suas emissões. Trata-se de um grande desafio para os bancos, porque ainda não há modelos de avaliação de risco com essa finalidade.  “É algo que está em construção absolutamente em todos os bancos”, informa a especialista.

Nesse sentido, Vanessa Pinski considera como propósito do momento colocar o bem social na centralidade do sistema financeiro brasileiro. “ESG é uma ferramenta fundamental para que o banco trabalhe alinhado com as expectativas do desenvolvimento sustentável”, disse. “A análise de risco traz a perspectiva de o banco trabalhar como parceiro em determinadas cadeias de valor, e identificar, inclusive, oportunidades de novos negócios para atuar em parceria com os próprios clientes. É uma mudança de paradigma, que traz uma série de oportunidades. Um formulário de gestão de risco pode ser um instrumento de trabalho para identificar oportunidades de negócio, para um novo financiamento”, exemplifica.

Ao agradecer a participação da palestrante convidada, Mauricio Mocelin enfatizou a necessidade de o BRDE se manter alinhado com a agenda ESG: “para nós, não é só uma questão normativa, é a nossa missão como banco de fomento”, reiterou.

A palestra teve transmissão ao vivo pelo canal do BRDE no YouTube – @brdeoficial e segue disponível pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=nnoV8mQb4F8

 

 

Ciclo de palestras promovido pelo banco terá sua 4ª edição nesta quinta-feira

Cuidar do meio ambiente, promover impacto social e adotar modelos corporativos éticos estão se constituindo, de maneira crescente nos últimos tempos, em fatores que impactam no desempenho das empresas.  Uma maneira das organizações serem reconhecidas por adotar estas práticas é medida através da sigla ESG (do termo em inglês Environmental, Social and Governance), que significa Governança Ambiental, Social e Corporativa.

O tema será pauta da próxima edição do BRDE Cenários, que acontece nesta quinta-feira (28/10), com a participação da especialista em Sustentabilidade/ESG, Vanessa Pinsky. Com mais de 20 anos de experiência profissional nesta área, ela vai realizar a palestra cujo tema é “Agenda ESG e o Papel dos Bancos de Desenvolvimento no Brasil”.

A palestra iniciará às 14 horas, com transmissão pelo canal de Youtube do banco.  Promovido pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o ciclo de palestras chega a sua quarta edição e tem por finalidade abordar temas sobre a conjunta econômica e fiscal do país, tendências de mercado e o papel das instituições de fomento. O evento é aberto ao público e não exige prévia inscrição.

A sigla ESG acabou assumindo a condição de um selo que pode atestar o nível de compromisso de empresas com essas iniciativas, assim como servir de orientação para investimentos. Segundo a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais), em 2020 havia cerca de R$ 700 milhões em fundos ESG, quase três vezes mais que no ano anterior.

Para a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, além de sua atualidade e importância para as empresas, a pauta do evento instiga uma reflexão interna no banco em termos de análise dos projetos de financiamento. “Como instituição cuja missão é apoiar o desenvolvimento econômico e social, cabe ao banco orientar-se por essa agenda. Estamos neste caminho, incorporando uma governança com base em uma conduta ética e de respeito à diversidade, além de oferecer crédito a projetos alinhados com a pauta ambiental e social”, destacou a presidente.

Em busca do apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) por meio de leis de incentivo fiscal no exercício de 2021, ao todo 427 entidades concluíram o cadastramento dos seus projetos. Do total de inscrições, mais da metade (52%) das propostas está concentrada nos repasses previstos na Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e na sequência, com 81 projetos, aparece os candidatos ao apoio do banco via Lei do Esporte.

Concluído o período de inscrições, as comissões internas das Agências de Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Curitiba (PR) iniciaram as análises dos projetos que tiveram o credenciamento concluído. Este trabalho tem término previsto para o dia 19 de novembro, quando já serão conhecidos também os valores que o BRDE irá disponibilizar neste ano para repassar às entidades selecionadas.

O edital para seleção pública foi lançado em 17 de junho, durante as comemorações dos 60 anos de atuação do BRDE na região Sul do país. As inscrições fecharam no último dia 15 deste mês. No ano passado, foram selecionados 106 projetos, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Os projetos selecionados terão os recursos disponibilizados até o dia 28 de dezembro deste ano.

A inciativa do banco constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos nos três estados do Sul. Desde 2015, o BRDE já disponibilizou mais de R$ 23,7 milhões para instituições da região.

Crédito para empreendedoras: programa do BRDE já ultrapassa R$ 106 milhões

Lançado há seis meses pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o programa de crédito especifico para mulheres empreendedoras já superou a marca de R$ 106 milhões de operações aprovadas neste período. Neste período, o banco já liberou 430 pedidos de financiamento nos três estados do Sul, beneficiando empresas de todos os portes.

“O resultado demonstra que as mulheres são participantes ativas da comunidade de negócios e oferecem relevante contribuição para o desenvolvimento da região. O programa traz impactos econômicos e sociais, reduz a desigualdade no acesso ao crédito, uma meta dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Apoiar o empreendedorismo das mulheres significa inserção social, mais riqueza e renda para o Sul.”, comemora a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, ela própria a primeira mulher a assumir o cargo em 60 anos da instituição.

Com o objetivo de apoiar empresas que tenham mulheres no comando (ou com mínimo de 40% de sócias) e produtoras rurais, o BRDE Empreendedoras do Sul oferece financiamento para investimentos fixos e capital de giro.

Além de criar um produto de credito específico para as mulheres, internamente o banco também vem atuando de maneira objetiva em favor da diversidade na sua governança. Há poucos dias, o BRDE tornou-se o primeiro banco de fomento do país a receber o selo Women On Board, conferido a companhias com no mínimo duas mulheres com assento no Conselho de Administração. Pouco mais de 60 empresas do Brasil têm esse reconhecimento por estimular o aumento de participação das mulheres em cargos de liderança e conselhos. A instituição reúne três mulheres no seu Conselho de Administração, elas que respondem por mais de 30% dos postos de liderança no banco.

O longo dos últimos quatro anos o MARGS recebe recursos do Banco que permitem a realizações de exposições e qualificação do acervo

Criado em 1954, o Museu de Arte do Rio Grande do Sul (MARGS) é o mais importante museu de arte do Estado e um dos principais do país. Seu acervo reúne mais de cinco mil obras diversas, entre pinturas, fotografias, esculturas, desenhos e outras. O MARGS é uma instituição pública e conta com apoio financeiro de parceiros, como o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), para dar seguimento ao importante papel de valorização da arte.

Com o apoio do banco desde 2017, o projeto ‘Plano Anual MARGS’ recebeu em torno de R$ 240 mil de incentivos fiscais O projeto é estruturado para dar continuidade aos trabalhos que já vêm sendo realizados pelo museu, tais como reparos de obras, manutenção interna, aquisições, elaboração de catálogos, realização de exposições, apresentações musicais e ações educativas com o objetivo de atrair o público para a visitar seu acervo. “Com a pandemia, foram acrescidas, a nossa programação, as atividades online”, destaca Ilita Patrício, tesoureira da instituição.

Museu voltou a receber público, mas seguindo protocolos de prevenção á Covid-19

Neste ano, grande parte do valor foi investido na exposição de retomada das atividades após a flexibilização das medidas de combate à pandemia, em catálogos e na garantia dos materiais necessários para o cumprimento dos protocolos. A reabertura, após as reformas de 2020 que foram também apoiadas pelo BRDE, ocorreu em maio deste ano e contou com duas exposições inéditas, ocupando oito galerias e o foyer do Museu.

 Valorização da arte

Por ser um processo de criação, fabricação ou produção de algo por sujeitos, a arte está sempre ligada à história da sociedade à qual ela pertence. Se um povo sem memória é um povo sem história, podemos compreender a importância de conservar e investir em acervos tão ricos quanto o do MARGS. Contribuir para que a cultura seja valorizada é o objetivo do BRDE ao ser um dos apoiadores do Plano Anual MARGS 2021.

“Sem esse apoio financeiro que recebemos, a gestão do MARGS seria praticamente impossível, porque as verbas públicas estão mais ou menos restritas. O que permite a vida e a manutenção do Museu são os patrocínios que a Associação de Amigos do Museu de Artes do Rio Grande do Sul Aldo Malagoli recebe. O BRDE é nosso fiel amigo há alguns anos, e, graças a ele, o museu continua funcionando”, destaca Ilita. A conservação permitiu, por exemplo, a abertura, em 2021, de uma exposição que repete a primeira da história do MARGS, que ocorreu em 1950, com as primeiras obras adquiridas e que estão na pinacoteca do museu.

Tal apoio possibilita o alcance dos objetivos estabelecidos pela gestão do MARGS: colecionar, catalogar, conservar, restaurar e exibir as obras. “O Museu se preocupa muito com a preservação e ampliação do seu acervo. Para isso, são necessárias ações que envolvam manutenção das obras presentes e aquisição de obras de arte por meio de compras com as verbas dos patrocinadores, as únicas que nós temos para este fim”, explica. Em 2021, o investimento do projeto foi utilizado para compra de novas peças. Além de preservar e ampliar o acervo, a atual gestão pretende viabilizar toda arte que tenha valor artístico, estético, histórico e cultural, seja brasileira ou estrangeira.

Serviço

O MARGS funciona de terça-feira a domingo, das 10 às 19 horas e possui entrada franca. Devido aos protocolos de combate ao Covid-19, o acesso às galerias é limitado em relação ao número de pessoas por ambiente e foram instalados dispensers de álcool em gel e medição de temperatura ao ingresso no prédio, localizado no Centro Histórico de Porto Alegre. É possível conferir a agenda completa de exposições em www.margs.rs.gov.br.

Incentivos Fiscais

O período de inscrições da seleção pública de projetos que terão apoio do BRDE em 2021 terminou na última sexta-feira (15/10). Agora os projetos serão avaliados por uma comissão específica e, depois de definas as propostas selecionadas, os repasses financeiros deverão ocorrer até o final do ano para as respectivas entidades.

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.  No ano passado foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) fechou o mês de setembro alcançando a marca de R$ 118,4 milhões em operações de crédito já liberadas ou aprovadas para projetos de geração de energia com fontes renováveis apenas para o Rio Grande do Sul.  O volume representa um aumento de 350% em relação a todo o ano anterior, quando foram liberados R$ 26,1 milhões. Destaque para a implantação de uma pequena Central Hidrelétrica (PCH), no município de Tio Hugo, projeto liderado pela Coprel – Cooperativa de Geração de Energia e Desenvolvimento, que terá financiamento do BRDE de R$ 96 milhões.

Para este ano, foram disponibilizados R$ 300 milhões para atender a essa demanda de mercado no RS. Com um mix de fundos nacionais e internacionais e de recursos próprios, o BRDE vem financiando desde centrais de geração hídrica, parques eólicos, energia solar e até com o uso de biomassa em ações de sustentabilidade na atividade agropecuária. A procura maior é por pequenas centrais hidrelétricas (com potência instalada entre 5 MW a 30 MW) e centrais geradores (até 5 MW de potência).

Ciente das potencialidades da geração de energia com fontes renováveis para o estado e região Sul, o BRDE prepara ações mais ambiciosas para atender a demanda do setor. Conforme a diretora-presidente Leany Lemos, a ideia é definir um marco com forte aporte de recursos para financiamentos ao longo dos próximos anos. “É uma questão estratégica para a economia da região Sul, sermos a região sustentável do país”, destacou.

As perspectivas e demandas em termos de geração de energia com fontes renováveis ficaram evidenciadas durante seminário sobre o tema, promovido pelo banco ainda no mês de agosto. Na oportunidade, o evento debateu as alternativas de financiamento e o quanto a demanda de diferentes setores produtivos trazem de impacto ao desenvolvimento regional e nacional. Os debates contaram com a participação do Ministério de Minas e Energia e representantes dos governos dos três estados do Sul do país.

Em encontro organizado pela prefeitura de Uruguaiana, empresários, produtores rurais e gestores públicos de municípios que integram a Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul tiveram a oportunidade de conhecer, nesta quinta-feira (14/10), os principais programas de crédito que o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) tem à disposição para apoiar projetos de desenvolvimento econômico e social da região. Na oportunidade, a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, e o diretor de  Planejamento, Otomar Vivian, apresentaram as diferentes modalidades de financiamento voltados a investimentos de longo prazo e capital de giro disponíveis.

Encontro mobilizou empresários e gestores públicos

Além de ser um parceiro estratégico em apoio ao agronegócio, o BRDE vem atuando no financiamento de projetos na área do turismo, inovação e na geração de energias com fontes renováveis. Para auxiliar as empresas de diferentes portes diante dos impactos da pandemia de Covid-19, o banco ampliou sua disponibilidade de recursos para capital de giro, incluindo micro e pequenas empresas atendias através de parcerias operacionais. Destaque neste ano para o programa BRDE Empreendedoras do Sul, que passou a financiar empresas lideradas por mulheres na região Sul.

Diretor de Planejamento acompanha roteiro pela Fronteira Oeste

A reunião aconteceu no Salão Nobre Rio Branco e contou com as presentas do líder do Governo na Assembleia Legislativa, deputado Frederico Antunes; do prefeito de Uruguaiana, Ronnie Mello; dos secretários municipais Rodrigo Santariano (Desenvolvimento Econômico), Valdir Venes (Fazenda) e Marcelo Parraga (adjunto de Planejamento Estratégico). Prefeitos, vereadores e dirigentes de entidades empresariais, sindicatos rurais, sindicatos aduaneiros e instituições hospitalares da Fronteira Oeste também acompanharam a apresentação dos programas do BRDE.

Roteiro
O evento na prefeitura de Uruguaiana marcou o início de dois dias que os diretores do BRDE terão na região. Ainda nesta quinta-feira, a presidente e o diretor de Operações do banco participam da posse da nova diretoria da Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) do município.

Já nesta sexta-feira (16/10), os diretores estão em Santana do Livramento. O primeiro compromisso é uma agenda na prefeitura local, seguindo de visitas a empresas que atuam em parceria com o banco.

Ao final do dia, está prevista uma reunião de trabalho as lideranças empresariais da cidade, no Palácio do Comércio. Será uma reunião conjunta da Associação Comercial e Industrial e da Câmara de Dirigentes Lojistas.