BRDE

Projetos contemplam obras em municípios, geração de energia, turismo e agronegócio

Com foco em áreas estratégicas ao desenvolvimento econômico e melhorias na infraestrutura urbana, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinou, nesta quarta-feira (15/12), um conjunto de operações que somam mais de R$ 322 milhões em novos investimentos no Rio Grande do Sul. Reunindo setores como cooperativas, empresas geração de energia com fontes renováveis, complexos turísticos e prefeituras, o ato contou com a participação do governador Eduardo Leite. Refletindo o bom momento do agronegócio e a retomada mais forte das atividades, o BRDE deverá fechar 2021 se aproximando da marca de R$ 1,3 bilhão em financiamentos apenas para o RS.

“Essas operações se refletem também em geração de emprego e de renda. Seja nas mãos da iniciativa privada ou das prefeituras, elas  significam obras, investimentos e compra de equipamentos que trazem benefícios tanto para as empresas e seus negócios quanto para a arrecadação para os municípios e para o Estado, movimentando o ciclo virtuoso da economia”, afirmou o governador. Leite destacou., ainda, que o BRDE fecha o ano com esse volume expressivo de operações de financiamento para o Rio Grande do Sul.  “Somado aos investimentos que o Estado está promovendo, faz com que tenhamos a expectativa de um ano de 2022 de grandes resultados para o nosso Estado”, acrescentou.

Leite: expectativa de um 2022 de grandes resultados para RS

Além de crédito para investimentos para as quais o banco se valeu de diferentes fundings, os contratos incluem linhas de capital de giro, algo que ganhou espaço entre as operações por conta dos impactos da pandemia. Do montante de R$ 322 milhões, os contratos voltados ao agro representam R$ 76,4 milhões. Destaque para os projetos de um frigorífico de frangos da Cooperativa Languiru e da ampliação das unidades da Cotricampo localizadas em Derrubadas e Humaitá. Neste ano, o banco soma mais de R$ 270 milhões em crédito contratado junto aos produtores gaúchos.

Leany Lemos saliento compromisso do banco com a sustentabilidade
Fotos: Gustavo Mansur/ Palácio Piratini

“Como instituição comprometida com o meio ambiente, impacto social e boa governança, o BRDE fechará o ano alcançando resultados históricos. Mas teremos um 2022 de muitos desafios, por isso a importância de estarmos apoiando setores estratégicos, com maior capacidade de inovação e geração de empregos, além de sempre estarmos aliados ao agronegócio por tudo que representa para várias cadeias”, destacou a diretora de Operações do BRDE, Leany Lemos. Além de cumprir com o seu papel de incentivar o desenvolvimento da região Sul, acrescentou a diretora, o BRDE prioriza projetos com impactos ambientas e sociais positivos. “Somos um banco comprometido com a sustentabilidade”, arrematou.

Prefeituras

Foram assinados quatro contratos com prefeituras, cujas operações irão financiar projetos do sistema de iluminação pública. É o caso de Igrejinha e também em Parobé, onde o recurso ainda terá como destino a implantação de uma unidade de geração fotovoltaica e instalação de câmeras de segurança. Igualmente através do programa BRDE Municípios, as prefeituras de Viamão e São Gabriel celebraram contrato para obras de melhorias na mobilidade urbana.

Diretor Otomar Vivian na assinatura dos contratos

“É importante que as prefeituras gaúchas tenham no BRDE um parceiro não apenas para crédito, mas em especial para auxiliar na concepção dos projetos. Com certeza, assim os resultados em favor da população que receber uma obra, um sistema de iluminação mais moderno e eficiente em termos de consumo de energia, serão mais significativos”, comemorou o diretor de Planejamento do banco, Otomar Vivian. Municipalista convicto, Vivian observa que vem crescendo a procura por parte das prefeituras para conhecer os programas que o banco disponibiliza. “Ainda estamos no primeiro ano dos atuais mandatos para muitos dos gestores e muitos projetos exigem maior tempo de maturação, mas queremos ampliar essa parceria”, resumiu ele.

Turismo

Com a retomada gradativa do fluxo de turistas na medida que avança o programa de vacinação contra a Covid-19, os investimentos no setor representam uma grande demanda por financiamento junto ao BRDE.

São também quatro as contratações deste setor realizadas nesta quarta-feira prevendo investimentos em parques turísticos no estado ou como capital de giro para retomada, totalizando R$ 51,1 milhões.

Mulheres

Com o objetivo de apoiar empresas que tenham mulheres no comando (ou com mínimo de 40% de sócias) e produtoras rurais, o BRDE Empreendedoras do Sul oferece financiamento para investimentos fixos e capital de giro, ambos disponíveis no valor de até R$ 1 milhão. Lançado neste ano, o programa de crédito específico para mulheres empreendedoras superou a marca de R$ 43 milhões em financiamentos autorizados apenas no RS, dos quais mais de R$ 28 milhões já com contratos assinados.

Para que o crédito chegue ao maior número de interessadas, em especial beneficiando pequenas e médias empresas, uma das alternativas é atuar com instituições parceiras. É o caso do contrato que o BRDE celebrou com a ICC Serra, no valor de R$ 700 mil. Através do Banco do Povo, são liberados empréstimos pela modalidade de microcrédito para empreendedoras de vários municípios gaúchos.

Energia

Dois são os contratos que o BRDE está fechando para projetos de geração de energias com fontes renováveis. A principal contratação se refere à para a implantação de uma pequena Central Hidrelétrica (PCH), no município de Tio Hugo, projeto liderado pela Coprel – Cooperativa de Geração de Energia e Desenvolvimento, que terá financiamento do BRDE de R$ 81 milhões. A outra contratação se refere a um parque de geração de energia com placas fotovoltaicas desenvolvido pela Coopernorte, que atende clientes em Viamão e Santo Antônio da Patrulha.

Realizado no Palácio Piratini, o evento contou com a participação do secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Edson Brum; do líder do governo na Assembleia Legislativa, deputado Frederico Antunes, e demais lideranças empresariais, prefeitos, empreendedores e representantes da Agência de Porto Alegre do banco.

ASSINATURA DE NOVOS FINANCIAMENTOS DO BRDE

Resumo – Principais Contratos

O embaixador do Reino Unido no Brasil, Peter Wilson, esteve em audiência na sede do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), na tarde desta segunda-feira (13/12), quando foi recebido pela diretora de Operações, Leany Lemos. Entre os temas abordados, compromissos em favor da sustentabilidade estiveram em destaque durante o encontro.

Bastante ativo nas questões de preservação ambiental, o embaixador mencionou a possibilidade de futuras parcerias com o BRDE em projetos vinculadas à agenda climática. Mais cedo, ele realizou visita oficial ao governador Eduardo Leite, sendo recepcionado no Palácio Piratini.

No posto de embaixador no Brasil desde fevereiro, Wilson destacou os compromissos que diferentes países assumiram na recente COP 26, realizada em Glasgow, na Escócia. Leany Lemos destacou, por sua vez, que mais de 82% das operações realizadas pelo banco no primeiro semestre apresentaram vinculação com ao menos um dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

Após receber uma cuia como presente de sua visita ao banco, o embaixador fez questão de saber detalhes de como a tradicional bebida gaúcha é feita e como deve ser servida aos convidados da roda de chimarrão. Wilson já atuou como embaixador nos Países Baixos e como representante permanente na Organização para a Proibição de Armas Químicas.

Embaixador manifestou interesse no tradicional chimarrão

 

Acontece nesta sexta-feira (dia10/12), o evento on-line Preparação para Investimentos, do programa BRDE Labs, realizado pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) em parceria com a Universidade Feevale por meio do Feevale Techpark. A atividade, em formato on-line, tem o objetivo de apresentar oportunidades de investimentos no mercado às 14 startups que estão sendo aceleradas pelo BRDE Labs e conta com cinco empresas convidadas, que terão 30 minutos cada para exporem seus fundos e oportunidades de investimento. O evento, fechado para as empresas e startups, acontece das 13h30min às 17h30min, via Blackboard. Confira a programação: 

13h30min – Abertura com BRDE e Universidade Feevale  

14h – Ventiur: auxilia o crescimento de startups com aporte financeiro, conexões de valor e muito conhecimento 

14h30min – Domo Invest: uma das principais gestoras de Venture Capital no Brasil, que investe em empreendedores disruptivos e inovadores e apoia startups de tecnologia ainda em estágio inicial 

15h30min – JKH: fundada em 2008 em Nova York, conta com escritórios na Holanda, Hong Kong e Campo Bom e startups investidas nos setores de tecnologia, e-commerce, meio ambiente e energias renováveis 

16h30min – Harbour Capital: gestora de recursos independente com foco em investimentos alternativos 

17h – Captable: auxilia empreendedores da nova economia a escalarem os seus negócios, aproximando investidores de empreendedores com propósito 

Startups aceleradas pelo BRDE Labs: 2metric, Agidesk, AlterVision, Crops Team, Goclin, Latos, MaxxIntelli, NeedDigital, Nurseme, Pix Force, Prosumir, StartLearning, Zeit e Ziel Biosciences. 

Sobre o BRDE Labs 

O programa selecionou 14 projetos do Rio Grande do Sul nas áreas de saúde, tecnologia da informação, agronegócio, IoT e Indústria 4.0 para participar do processo de aceleração no Feevale Techpark. Voltado à aceleração de startups, o BRDE Labs tem como foco a gestão e a estruturação das empresas, de forma a alavancar recursos futuros ou parcerias que contribuam para o seu êxito operacional. Ao final do processo, os cinco melhores projetos receberão premiação em dinheiro.

O evento de lançamento ocorreu ainda no mês de agosto e contou com a presença do governador Eduardo Leite; do secretário estadual de Inovação, Ciência e Tecnologia, Luís Lamb; dos diretores do BRDE Leany Lemos (Operações) e Otomar Vivian (Planejamento), do reitor da Feevale, Cleber Prodanov; com mediação da diretora de Inovação da Universidade, Daiana Monzon.

No Rio Grande do Sul, além do Feevale Techpark, selecionado pelo BRDE para executar o trabalho junto às startups, cinco empresas parceiras do banco participam da aceleração como âncoras: CCGL, Coagrisol, Fida, Santa Casa de Porto Alegre e Xalingo. As empresas contribuem com suas experiências para mentorar e propor desafios que possam ser solucionados pelos participantes, uma prática já consolidada no mercado e um dos aspectos mais relevantes do programa. A aceleração terminará em 22 de dezembro deste ano, durante o evento BRDE Labs Demoday. 

Projeto da Associação  Vila Flores conta com o apoio via Lei de Incentivo à Cultura

Como uma alternativa de democratizar o acesso à cultura, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) apoia o projeto Vila Flores – Programação Anual. Desenvolvido pela Associação Cultural Vila Flores (ACVF), localizada no bairro Floresta, em Porto Alegre (RS), o projeto tem como objetivo promover apresentações artísticas, atividades formativas, residências, exposições e abrir espaço para diversas manifestações artísticas produzidas na cidade, permitindo o acesso à cultura através da realização das atividades de forma gratuita.

A iniciativa recebeu apoio financeiro do BRDE pela Lei de Incentivo à Cultura nos anos de 2019 e 2020, o valor repassado soma R$ 50 mil. Segundo a presidente da Associação, a gestora cultural Antonia Wallig, os valores foram investidos na remuneração da equipe gestora do projeto, artistas e grupos convidados, arte educadores, profissionais técnicos e serviços necessários para execução das atividades. O Vila Flores se configura como um centro cultural, de inovação e núcleo de práticas de empreendedorismo colaborativo, que abriga espaços de trabalho de artistas e coletivos criativo, locais para apresentações, exposições, espetáculos e atividades educativas. O espaço é reconhecido nacionalmente e internacionalmente como uma importante iniciativa de acesso à cultura e preservação do patrimônio histórico imaterial e arquitetônico.

Desafio durante a pandemia de incluir através da cultura
Fotos: Caroline Jacobi

De acordo com a presidente da ACVF, as atividades do projeto no ano de 2021, mobilizaram um público aproximado de 2.000 pessoas, entre atividades presenciais e online que contaram com tradução em Libras, para promover acessibilidade a todos os públicos. Ainda segundo a presidente, o apoio financeiro do BRDE foi essencial para a realização do projeto, que através das atividades propostas gerou mais de 30 empregos diretos para a classe artística de Porto Alegre. “Proporcionou que o público pudesse voltar a participar de atividades culturais de forma acessível e cuidadosa com todos os protocolos relacionados pandemia”, explica Antonia Wallig.

Os desafios da pandemia e da inclusão social

Para a gestora cultural, a importância do projeto, principalmente no que se refere à inclusão social por meio da cultura, está atrelada a programação cultural de continuidade. ”Tem a potencialidade de promover a relação das diversas linguagens artísticas entre si e com a cidade, buscando compreender a arte como mediadora de processos de transformação urbana, afirmação da diversidade e de  inclusão social e cultural”, comenta.

Antonia Wallig conta que, após o período de isolamento social intenso imposto pela pandemia, foi muito importante poder retomar a produção de atividades culturais em formato híbrido, com público controlado e transmissão online. “Sentimos que os artistas estavam com muita urgência de voltar para a cena cultural e colocar seus trabalhos na rua, e que os momentos de troca direta com o público serão sempre insubstituíveis. As visitas guiadas e atividades formativas focaram na inclusão social de crianças, jovens e adultos de comunidades socioeconomicamente vulnerabilizadas, contribuindo para a melhora da qualidade de vida e a noção de pertencimento sociocultural desse público”, explica.

Projeto promove relação das diversas linguagens artísticas entre si e com a cidade

Segundo a presidente da ACVF, todas as atividades do projeto por conta da pandemia foram readequadas. “Optou-se por oferecer as visitas guiadas e atividades formativas para pequenos grupos (entre 7 e 10 pessoas), a fim de garantir o distanciamento social dos alunos e garantir a prevenção da Covid-19. As atividades priorizaram o uso dos espaços abertos do Vila Flores, com ampla ventilação, disponibilidade de álcool em gel e uso de máscaras por todos envolvidos”, explica.  “A experiência foi superpositiva e nos inspirou a seguir em formato híbrido, entendendo que com cuidado, informação e segurança é possível retomar gradualmente as atividades e garantir todos protocolos necessários ao combate da Covid-19”, enfatiza a gestora cultural.

Apesar da pandemia, segundo Antonia Wallig, o projeto do Vila Flores teve uma programação intensa no ano 2021, promovendo uma série de atividades culturais voltadas para formação e fruição artística. A presidente da Associação conta que foram realizadas duas apresentações de teatro de rua no Pátio Interno do Vila Flores; dois shows musicais, com intuito de fomentar a produção artística; quatro visitas guiadas ao complexo cultural Vila Flores para pequenas turmas de escolas e universidades públicas; e ainda três atividades formativas de artes visuais gratuitas ligadas à produção artística visual e contemporânea. Além de uma oficina de teatro e montagem de performance com apresentação pública  e uma  residência artística e exposição de artes visuais, para as quais  foi realizada a chamada aberta para artistas de Porto Alegre, que contou com 25 inscrições.

 Incentivos Fiscais

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

 

Responsável pela realização de uma das maiores feiras do agronegócio do país, a Cotrijal – Cooperativa Agropecuária e Industrial é o ponto de partida de uma série de visitas de diretores do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) para conhecer projetos implementados com o apoio da instituição. A retomada da Expodireto de Não-Me-Toque, programada para o início de março do próximo ano e que chegará à sua 22ª edição, esteve em pauta no encontro da diretora de Operações do banco, Leany Lemos, e do diretor de Planejamento, Otomar Vivian, com os executivos da cooperativa, nesta quarta-feira (01/12).

A comitiva do BRDE foi recebida pelo presidente da Cotrijal, Nei César Manica, e pelo vice-presidente, Enio Schoreder. Depois de ter sua realização cancelada no ano passado por conta da pandemia, a Expodireto 2022 acontecerá no formato presencial, mas também oportunizará às empresas expositoras apresentarem seus produtos através de uma plataforma virtual.

Expodireto Cotrijal retoma formato presencial em 2022

O roteiro dos diretores do BRDE pelo interior gaúcho incluiu ainda nesta quarta-feira uma visita na sede da Cotribá, no município de Ibirubá. Ainda no mês de setembro, durante a 44ª Expointer de Esteio, foi assinado contrato de financiamento para implantação de uma nova fábrica de rações. A unidade terá capacidade de produzir, numa primeira etapa, 72 toneladas de ração por dia. 

 

Local da futura fábrica já recebe primeiras obras

Acompanhados do presidente da Cooperativa, Celso Leomar Krug, os diretores do BRDE conheceram o local das futuras instalações da fábrica de rações. O projeto está orçado em R$ 60 milhões, dos quais o BRDE está disponibilizando R$ 35 milhões em crédito.

Logística e Energia

Entre as maiores do país, com mais de 170 mil associados, a CCGL  é o primeiro compromisso da agenda de visitas nesta quinta-feira (2/12). Com diversos projetos já implementados em parceria com o banco, a cooperativa vem de um recente investimento na logística na exportação de grãos no Porto de Rio Grande. A unidade de logística da CCGL responde por 52% da movimentação de grãos no RS.

Também em Ijuí, o roteiro incluiu ainda um encontro com os executivos da Ceriluz, cooperativa de geração de energia que atende a quase 15 mil unidades em 23 municípios da região a partir de uma central geradora e pequenas centrais hidrelétricas que controla. No final do dia, haverá uma reunião com representantes do Grupo Frike/Balmer.

A geração de energia com fontes renováveis é um dos programas de desenvolvimento que o BRDE disponibiliza, alcançando cerca de R$ 129 milhões em operações neste ano apenas no estado. Entre as contratações, destaque para a implantação de uma pequena Central Hidrelétrica (PCH), no município de Tio Hugo. Projeto liderado pela Coprel – Cooperativa de Geração de Energia e Desenvolvimento, a unidade que vai ampliar a oferta de energia na região do Alto da Serra do Boticaraí terá financiamento do BRDE de R$ 96 milhões.

Na sexta-feira (3/12), os diretores do BRDE estarão conhecendo mais de perto a atuação da Coprel, numa reunião que deve ocorrer na unidade de Ibirubá ainda na parte da manhã.  Integram também a comitiva do banco o gerente Operacional da Agência de Porto Alegre, Paulo Raffin, o gerente de Planejamento, Alexander Leitzke, e o gerente da Região Norte, Alexandre Barros. 

NR. Esta publicação foi atualizada às 18 horas de 02/12

 

Ministério do Turismo confirma liberação de R$ 85 milhões e banco busca outros R$ 100 milhões para a Região Sul

Em comunicado enviado nesta quinta-feira (26/11), o Ministério do Turismo confirmou ao Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) a disponibilidade de R$ 85,7 milhões para operações de financiamento às empresas que operam no setor turístico nos três estados do Sul. O valor complementa um total de R$ 414,8 milhões que o Ministério se comprometeu com o banco como crédito emergencial diante dos impactos da pandemia. A liberação chega um dia após audiência da diretora de Operações do BRDE, Leany Lemos, na sede do MTur, em Brasília, e com participação on line do diretor-presidente do banco, Wilson Bley.

No encontro com a secretária nacional de Atração de Investimentos e Parcerias do MTur, Débora Moraes da Cunha Gonçalves, os diretores do BRDE salientaram que existe uma forte demanda do setor por crédito para novos investimentos agora com a retomada gradativa do fluxo de turistas. Desde do início da pandemia, o banco já conseguiu superar a marca de R$ 329 milhões em operações para empresas dos três estados. Ao todo foram 1.385 financiamentos em menos de dois anos que o crédito emergencial foi disponibilizado.

Das empresas que buscam acessar o programa BRDE Turismo, o banco registra uma demanda de financiamentos que alcança R$ 325 milhões. Por isso, os diretores do banco renovaram o pedido de liberação de outros R$ 100 milhões já empenhamos pelo Ministério. “Há uma grande procura por novos investimentos diante da retomada do setor. Quando falamos em turismo doméstico, a região Sul do país tem grandes atrativos e o banco quer ser parceiro nesta retomada que beneficia uma cadeira muito ampla, gerando oportunidades de novos empregos e investimentos para fazer a economia rodar”, observou Leany Lemos.

Liberação dos R$ 85 milhões um dia após audiência em Brasília

Através do programa BRDE Turismo, o banco oferece empréstimos com carência de até 60 meses para investimentos fixos, como é caso de projetos de implantação, ampliação, modernização e reforma de empreendimentos turísticos. O prazo do financiamento é de até 25 anos. Desde que passou a operar o programa em parceria com o Ministério do Turismo, em 2017, o BRDE já registra mais de R$ 431 milhões em financiamentos liberados. “Mas nossa expectativa é chegarmos ao total do montante que ajustamos com o Ministério, que é de R$ 646 milhões, pois o fortalecimento do turismo tem um papel estratégico no crescimento econômico da Região Sul”, frisou o diretor-presidente, Wilson Bley.

Para compra de equipamentos e capital de giro isolado (recursos que ajudam no fluxo de caixa das empresas), o programa do BRDE estabelece como prazo de financiamento em 72 meses e carência de um ano. Em todas as situações, os juros são de 5% ao ano, mais taxa Selic.

Como acessar

Para solicitar o financiamento, as empresas devem acessar o site www.brde.com.br, no ambiente do Internet Banking (IB) – https://ib.brde.com.br/Usuario/Login. Todos as operações serão através da plataforma digital e a documentação deverá ser inserida (upload) também através do site. O app do BRDE também traz as informações sobre o programa.

 

O Núcleo de Atenção ao Paciente estima beneficiar perto de 500 crianças e adolescentes

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é um dos apoiadores do projeto Núcleo de Atenção ao Paciente, desenvolvido pelo Instituto do Câncer Infantil (ICI), que busca melhorar a qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares e ampliar o alcance da assistência oferecida pela instituição que funciona em Porto Alegre. Referência no atendimento de crianças e adolescentes com câncer, o Instituto completa neste ano 30 anos de atuação.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o número de novos casos de câncer infantojuvenil esperados para o Brasil, para cada ano do triênio 2020-2022, é de 8.460. No Rio Grande do Sul, a estimativa é de que 450 crianças e adolescentes desenvolvam a doença no mesmo período, sendo que a maior parte dos casos são tratados em centros oncológicos de Porto Alegre. Assim, o projeto apoiado pelo BRDE é fundamental para a promoção da saúde de crianças e adolescentes que enfrentam o câncer no Estado.

As atividades do Núcleo de Atenção ao Paciente envolvem diversas áreas, como Serviço Social, Nutrição, Psicologia, Pedagogia, Psicopedagogia, Odontologia, Fonoaudiologia, Fisioterapia e Oncopediatria. Os pacientes e seus familiares recebem atendimentos multidisciplinares e podem participar de oficinas culinárias e de artesanato como forma de geração de renda, bem como de programações divertidas para amenizar o sofrimento do tratamento do câncer infantojuvenil. Além disso, os beneficiários recebem doações de cestas básicas, roupas, medicamentos, auxílios para transporte e para a realização de exames especiais.

Valorização da vida

Estima-se que até o final de sua execução, que depende de recursos externos, o projeto do ICI consiga contemplar cerca de 494 pessoas. Com o intuito de valorizar a vida e a infância, em 2019 o BRDE destinou mais de R$ 30 mil para a iniciativa.

Segundo Valéria Gerbatin Braz Foletto, gerente institucional do ICI, os recursos repassados pelo BRDE foram totalmente aplicados no projeto, especialmente na manutenção e no aprimoramento dos serviços prestados aos pacientes e seus familiares. “O investimento foi para o pagamento dos profissionais dedicados ao projeto, incluindo salários, encargos e benefícios, material de consumo, alimentos, material pedagógico, capacitação dos profissionais, ampliação de algumas áreas multiprofissionais, assim como despesas gerais para a prestação de um serviço de qualidade para comunidade assistida”, explicou ela.

Instituo conta com o apoio em diferentes projetos

Desde 2017, o Instituto do Câncer recebe recursos do banco. Além do Núcleo de Atenção ao Paciente, outros projetos foram apoiados, como o `Manutenção e Qualificação do Ambiente’ e ‘Multiplicando conhecimento para salvar vidas: Programa de Capacitação para Equipes Multidisciplinares em Atenção Primária e Terciária’, somando repasses passam de R$ 120 mil.

“O BRDE tem uma importância significativa no Instituto do Câncer Infantil e no projeto do ‘Núcleo de Atenção ao Paciente’. Ter o Banco ao nosso lado faz toda a diferença para nossos projetos e principalmente para a assistência integral das crianças e adolescentes que enfrentam a doença”, concluiu Valéria.

Importância redobrada

Desde 2020, o cuidado do ICI foi redobrado, assim como a importância dos investimentos destinados ao Instituto e seus projetos. A pandemia de Covid-19 mudou a vida de todos e representa uma ameaça ainda maior para as crianças com câncer e suas famílias, que não podem interromper o tratamento da doença.

“Nossa equipe foi solidária aos nossos pacientes e suas famílias e fiel aos compromissos institucionais, entendendo a importância e necessidade de mantermos as portas abertas. O ICI pode orgulhar-se de ter mantido pleno atendimento, sempre tomando todos os cuidados ao seguir rigorosamente as medidas de prevenção contra o Covid recomendadas pelas autoridades”, afirmou a gerente.

Incentivos Fiscais

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Neste ano, ao todo 427 entidades concluíram o cadastramento dos seus projetos em busca do apoio do Banco. Concluído o período de inscrições, as comissões internas das Agências de Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Curitiba (PR) iniciaram as análises dos projetos.  Este trabalho tem término previsto para o dia 19 de novembro, quando já serão conhecidos também os valores que o BRDE irá disponibilizar neste ano para repassar às entidades selecionadas.

Em 2020 foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses.

Para marcar o encerramento da 7ª edição Mostra Literária, promovida pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), foi realizada a doação de 10 novas coleções de livros através do projeto Pró-Biblioteca, que o banco apoia por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Participaram do fechamento da programação da Mostra, transmitido ao vivo pelo canal do BRDE no YouTube, o diretor de Planejamento do BRDE, Otomar Vivian; a diretora de Operações do BRDE, Leany Lemos; a coordenadora do Trabalho Prisional do Departamento de Tratamento Penal da Susepe, Elisandra Lidiane Minozzo (representando a Secretaria Estadual de Justiça e Sistemas Penal e Socioeducativo); a presidente da Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (FASE), Sônia D’ Avila; a delegada e titular da 1ª Delegacia de Polícia Especializada no Atendimento à Mulher de Porto Alegre, Jeiselaure Rocha de Souza (representando a Chefia da Polícia Civil), e a diretora da Divisão de Assessoramento Especial da Academia de Polícia do RS, Anita de Oliveira Caruccio.

A importância do incentivo à leitura

Em sua fala, a diretora do BRDE Leany Lemos ressaltou a importância do projeto Pró-Biblioteca, das parcerias e da Mostra Literária promovida pelo banco. “Um impacto muito significativo na vida das pessoas”, enfatiza a diretora sobre a doação dos livros às instituições. De acordo com Paulo Lima, diretor da L&PM, esse ano, em especial e de iniciativa do BRDE, o projeto Pró-Biblioteca passou a beneficiar penitenciárias. Antes o projeto destinava as doações somente para escolas públicas. “Eu acho que é muito importante para essas pessoas, que estão fechadas nesse ambiente, poderem viajar através dos livros. Isso melhora muito a vida dessas pessoas”, explicou Paulo Lima.

Sônia D’Avila, presidente da FASE, reconheceu a importância da iniciativa. “Em nome da Fundação agradeço muitíssimo e em nome dos nossos socioeducandos que serão beneficiados por esse ato de hoje”, falou a presidente da FASE. A delegada Jeiselaure Rocha de Souza, também agradeceu a doação que será encaminhada para os centros que prestam atendimento às mulheres em situação de violência. “Trazer um olhar diferenciado para essas mulheres que precisam de tanto acolhimento”, explicou a delegada. “Alcançar o acesso à informação e cultura para essas pessoas é um grande diferencial”, destacou Elisandra Lidiane Minozz do Departamento de Tratamento Penal da SUSEPE, que na ocasião estava representando a Secretaria de Justiça e Sistemas Penal e Socioeducativo.

 

“O livro pode ser para essas pessoas, não a liberdade física, mas pode ser a sua liberdade no sentido de viajar e ver que existe uma possibilidade”, exemplifica o diretor Otomar Vivian. “Um livro não modifica o mundo, mas as pessoas que leem podem fazer as verdadeiras modificações”, enfatizou o diretor. “O BRDE também tem a sua missão cidadã”, completou.

A entrega simbólica dos livros foi realizada pelo diretor do banco, Otomar Vivian e pelo diretor e um dos fundadores da L&PM Editores, Paulo Lima. As coleções serão distribuídas para penitenciárias (Presídio Estadual de Júlio de Castilhos, Presídio Estadual de Santo Cristo, Presídio Estadual Feminino de Lajeado, Presídio Regional de Pelotas), para a Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (FASE) e para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher. Na ocasião, a bibliotecária da Agência BRDE do RS, Adriana Reus, foi saudada por ser uma das grandes responsáveis pela realização das edições da Mostra Literária do BRDE.

O encerramento da Mostra Literária foi transmitido ao vivo pelo canal @brdeoficial e segue disponível pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=pfA6V3Dk5EM

 

Evento em Porto Alegre tem o apoio do BRDE

O 4º Encontro Regional de Consórcios Públicos reúne representantes de diferentes municípios gaúchos, ao longo desta quinta-feira (11/11), com a finalidade de debater a importância da união de prefeituras e demais órgãos públicos para encontrar soluções conjuntas para demandas comuns. Promovido pela Associação Gaúcha de Consórcios Públicos (AGCONP), ocorre na sede da Federação das Associações dos Municípios do RS (Famurs), em Porto Alegre.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é apoiador do encontro, que tem na pauta orientações sobre a terceirização no serviço público, as mudanças na legislação das licitações e a possibilidade de criança de uma frente parlamentar em âmbito estadual de apoio aos consórcios regionais. A AGCONP tem como presidente Cássio Nunes Soares, ex-prefeito de Pântano Grande.

O diretor de Planejamento do BRDE, Otomar Vivian, participou da abertura do encontro e destacou o papel estratégico dos consórcios para o desenvolvimento regional, ajudando inclusive na redução das desigualdades econômicos e sociais. “Muitos projetos deixariam de serem efetivados se casa município agisse de maneira isolada, mas a conjunção de esforços em busca de um desafio comum é uma grande saída e precisa ser estimulada”, disse ele.

Diretor: papel estratégico dos consórcios

O diretor aproveitou a presença de prefeitos e demais gestores para divulgar os programas do banco, entre eles o BRDE Municípios. O programa trabalha com três eixos principais de financiamento. Um deles é saneamento e mobilidade urbana, que envolve drenagem, tratamentos de resíduos sólidos e líquidos, pavimentação, iluminação pública, ciclovia.

O segundo eixo, que é o de infraestrutura social, urbana e rural, trata de projetos para construção ou reforma de escolas, postos de saúde, centros comunitários, melhorias em estradas vicinais, distritos industriais, infraestrutura turística. A outra vertente é a do desenvolvimento institucional, qualificação, modernização de processos e sistema.

Com o propósito de debater os desafios e entraves nos financiamentos a projetos de transição climática nas cidades, a diretora de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Leany Lemos, participou de um evento paralelo da 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP26). O fórum aconteceu na manhã nesta quinta-feira (11/11) e abordou o papel dos bancos públicos comprometidos com a implementação do acordo climático de Paris, celebrado ainda ao final de 2015 com metas de redução do aquecimento global.

Organizado pelo Fundo Mundial para o Desenvolvimento das Cidades (FMDV), Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e Banco Nacional de Desenvolvimento de Marrocos, o evento iniciou às 9h30min no horário de Glasgow, na Escócia, onde acontece a COP26 (6h30min horário no Brasil). Além da diretora de Operações do BRDE, o painel reuniu representantes de importantes instituições internacionais, como o Banco Mundial, Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) e KfW (Banco Alemão), entre outras organizações com ampla atuação na agenda do clima mundial.

Na sua manifestação, a diretora do BRDE elencou, em especial, a parceria com o Banco Mundial na estruturação do programa Sul Resiliente. O programa prevê um fundo de € 89,6 milhões para investimentos em municípios da região Sul. O objetivo é apoiar projetos de resiliência urbana por meio da construção ou atualização da infraestrutura existente com o objetivo de mitigar os impactos de desastres naturais e riscos relacionados ao clima, como inundações, inundações repentinas, deslizamentos de terra e outros processos de erosão. O evento ocorreu no pavilhão do Clube Internacional de Financiamento para Desenvolvimento (IDFC) na COP26. e Leany Lemos participou de modo on line.

Diretora destacou importância das parcerias internacionais

Ampliar a participação de instituições como o BRDE na estruturação de carteiras para projetos sustentáveis é considerado essencial para atingir as metas do Acordo de Paris. Estima-se que serão necessários US$ 90 bilhões até 2030 em   investimento em infraestrutura urbana para mitigar o aquecimento global a 2°C. Porém segundo a organização do evento. menos de 10% do financiamento climático internacional é atualmente alocado para investimentos locais. “Aí reside a importância da parceria das instituições de fomento subnacionais em atuar em parceria com os bancos internacionais, algo que estamos trabalhando de maneira muito determinada aqui no BRDE”, destacou Leany Lemos.

Baixo Carbono

Ainda na última terça-feira (9/11), Leany Lemos participou de outro evento na COP26 sobre mudanças climáticas. O seminário promovido pelo Banco Europeu de Investimento (BEI) tratou de investimentos em infraestrutura de baixo carbono, onde um dos destaques foi o projeto da prefeitura de Porto Alegre (RS) de instalação de placas fotovoltaicas em escolas da rede municipal. A iniciativa foi desenvolvida em parceria pelo BEI e com a BRDE e a CEEE. 

Em recente levantamento, o BRDE registrou no primeiro semestre deste ano 84,2% de suas operações diretas contratadas tiveram vinculação com ao menos um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), conjunto de metas estabelecidas pelas Nações Unidas a serem alcançadas até o final da década. Através de um projeto-piloto e pioneiro entre os bancos de fomento no Brasil, a análise envolveu um valor total de R$ 1,1 bilhão em financiamentos contratados nos três estados.  Mais recentemente, o banco promoveu uma nova matriz de seus programas de desenvolvimento, criando linhas de financiamento direcionadas a projetos de energias renováveis e de sustentabilidade social e ambiental.