BRDE

O Banco já apoiou cinco projetos do Hospital de Clínicas desde 2016

 

Próteses para melhoria na qualidade de vida de pessoas idosas, atenção e assistência a recém-nascidos, pesquisas voltadas às células-tronco, ao diagnóstico de câncer e para tratamento de doenças. Essas são algumas das frentes de atuação para as quais o Hospital de Clínicas, o maior prestador de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) do Paraná, recorreu aos apoios do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

Por meio dos Amigos do HC, uma organização sem fins lucrativos e que tem o propósito de realizar ações para melhorar a qualidade de vida dos pacientes do hospital, seus familiares e acompanhantes de tratamento, o Banco apoiou, desde 2016, cinco projetos do HC. “É de extrema importância para a instituição contar com o apoio de parceiros como o BRDE. A contribuição de forma constante em nossos projetos, permite que sigamos investindo em Pesquisa Oncológica, atendimento pediátrico e ao paciente idoso no HC, que é um hospital 100% SUS”, destacou o presidente dos Amigos do HC, Pedro de Paula Filho.

Para o banco, que está sempre apoiando projetos por meio dos incentivos fiscais, fazer parte da história de um hospital tão importante para a população paranaense tem um significado especial. “O Hospital de Clínicas é referência em todo o Paraná. Por isso, temos muito orgulho em investir em projetos e propostas de inovação que trarão diversos benefícios para a sociedade”, afirma o vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson Bley.

Equipe do Hospital de Clínica e do BRDE quando da entrega do projeto “Atenção e assistência ao recém-nascido na Maternidade do Complexo Hospital de Clínicas” Foto: Divulgação

Conheça os projetos

1. Atenção e assistência ao recém-nascido na Maternidade do Complexo Hospital de Clínicas

O projeto tem o objetivo de qualificar o atendimento através da atenção humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério, assegurar à criança o direito ao nascimento seguro, por meio da renovação de equipamentos e mobiliários, a fim de oferecer serviços de qualidade reduzindo a probabilidade de ocorrência de danos à saúde do recém-nascido, além de impactar diretamente na morbidade e mortalidade, especialmente em bebê prematuro.

São aproximadamente 280 recém-nascidos por mês na maternidade do hospital. O auxílio do BRDE vem para auxiliar na renovação de equipamentos, permitindo a melhoria na qualidade do atendimento do paciente recém-nascido no HC.

2. A Prótese de Estenose Aórtica e a qualidade de vida da pessoa idosa

Este projeto de 2016 teve como objetivo oferecer alternativa terapêutica para pacientes idosos portadores de estenose aórtica degenerativa grave sintomática, considerados de alto risco ou inaceitável para a cirurgia de troca valvar, de forma a lhes propiciar uma qualidade de vida adequada, permitindo que permaneçam ativos e independentes. Participaram do projeto 11 pacientes idosos, acima dos 60 anos de idade.

Como o procedimento não é coberto pelo SUS, graças ao projeto, com o incentivo do BRDE, foi possível realizar o sonho de 11 idosos, permitindo o alívio dos sintomas e aumento da sobrevida desses pacientes.

3. Caracterização dos Anticorpos Anti-HLA em Pacientes com Doenças Hemato-Oncológicas

Também de 2016, o projeto de pesquisa tinha como objetivo detectar a presença de anticorpos contra moléculas HLA alogênicas no soro de receptores de células tronco hematopoiéticas. O benefício vindo do banco auxiliou na identificação mais abrangente de anticorpos utilizando estratégias fundamentadas na análise epitôpica.

4. Endoscopia Biliopancreática e Citogenética Molecular no Diagnóstico de Câncer de Pâncreas e trato biliar

O projeto visa avaliar o impacto do emprego de técnicas endoscópicas avançadas e da utilização de citogenética por técnica de Fluorescência por hidridização in situ (FISH) no diagnóstico de tumores biliopancreáticos.  A ideia é replicar essa modalidade diagnóstica para outros centros especializados do Brasil, traduzindo em melhoria dos recursos técnicos e humanos para o diagnóstico de pacientes com tumores biliopancreáticos no âmbito do SUS.

Segundo o HC, o auxílio do BRDE permite desenvolver os profissionais pesquisadores, colocando em prática estudos e pesquisas que qualifiquem os serviços prestados pelo SUS no Paraná e no Brasil.

 5. Uso de células-tronco mesenquimais para tratamento da doença do enxerto contra hospedeiro refratária

O projeto visa avaliar a segurança e eficácia do uso de células-tronco mesenquimais obtidas de doadores aparentados ou não aparentados HLA compatíveis ou haploidênticos, para tratamento de doença do enxerto contra hospedeiro aguda e crônica refratárias a corticóide e inibidor de calcineurina.

Esta doença tem consequências debilitantes com impacto na qualidade de vida dos pacientes, comprometimento funcional, necessidade de imunossupressão prolongada, levando a infecções graves recorrentes e diminuição da sobrevida. A utilização das células-tronco adultas como uma alternativa de tratamento tem sido amplamente estudada, pois estas células oferecem suporte para o crescimento e diferenciação de células progenitoras hematopoéticas no microambiente da medula óssea.

Incentivos fiscais

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A iniciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

O edital de seleção para os projetos que serão contemplados em 2021 já está disponível no próprio site. Os pedidos de apoio aos projetos são recebidos exclusivamente em meio eletrônico, através do Portal de Incentivos, disponibilizado no site do BRDE. No ano de 2020, foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) apresenta uma classificação de risco de crédito, em escala local e longo prazo, de nota AA (Bra). O grau significa o BRDE estar no mesmo patamar de outras instituições públicas como Banco do Brasil, BNDES e Caixa Econômica Federal. A avaliação acaba de ser emitida pela Fitch Ratings, uma das agências de rating entre as mais conceituadas do mercado financeiro internacional.

No relatório, a Fitch mencionou que o “banco possui um modelo de negócios estável” e destacou as medidas emergências de socorro à economia adotadas durante a pandemia de Covid-19. De maneira específica, a agência salientou o papel do programa BRDE Recupera Sul na retomada da atividade econômica da região Sul do país, “com o objetivo de dar suporte a empresas (principalmente micro e PMEs) e microempreendedores individuais (MEI) afetados direta ou indiretamente pela pandemia de coronavírus”.

O documento identifica, também, o papel do BRDE em termos de apoiar o desenvolvimento nos estados onde atua na concessão de financiamento, em maior escala, para empresas privadas e cooperativas.

“A avaliação demonstra que o BRDE vem cumprindo com seu papel estratégico em  auxiliar diferentes segmentos durante a pandemia e apostar fortemente numa retomada pós-crise. Essa estabilidade em termos de risco em momento de tamanhos desafios, por sua vez, mostra que a instituição tem parâmetros muito sólidos em termos de gestão”, salientou a diretora-presidente, Leany Lemos.

No relatório divulgado na última segunda-feira (2/08), a Fitch descreve que, em 2020, os indicadores de qualidade dos ativos do banco estavam estáveis e “ainda se comparavam favoravelmente com os de pares brasileiros com o mesmo perfil de desempenho” (os créditos na faixa ‘D–H’ da escala do Banco Central corresponderam a 3,9%, contra 3,8% em 2019 e 4,5% em 2018).

Em escala internacional, de longo prazo, a classificação de risco em moeda estrangeria que a Fitch atribuiu ao BRDE é de BB-. A classificação em escala global decorre da própria classificação de risco do Brasil em escala global (mesmo rating ao soberano). Ainda no mês de julho, o BRDE recebeu avaliação positiva de outra agência de rating reconhecida.  Conforme a Moody´s Local, que presta serviços a diferentes instituições financeiras do país, o banco mereceu classifica de longo prazo, escala nacional, em A.br, com perspectiva estável.

Entre os pontos positivos, o relatório da Moody´s apontou que o BRDE fechou o último exercício (dezembro de 2020) com um índice de atrasos nos pagamentos (inadimplência) sobre a carteira de crédito de apenas 0,4%.

Consultora econômica foi a convidada da segunda edição do BRDE Cenários

Além de reafirmar a importância de uma trajetória saudável em termos de déficit das contas públicas e de controle da dívida, a crise provocada pela pandemia de Covid-19 “forçou o país a refletir sobre suas fraquezas e isso, somado a uma sociedade mais inquieta, faz mover uma agenda de reformas”. A expectativa foi manifestada pela consultora econômica Zeina Latif, nesta quarta-feira (4/08), durante sua participação no BRDE Cenários. “Bastou a economia do Brasil recuperar o nível de pré-pandemia, e não falamos de pré-crise de 2015, para que surgissem os gargalos que limitam o nosso crescimento”, alertou ela durante a segunda edição do clico de palestras promovido pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

Na sua análise das lições que pandemia trouxe, Zeina Latif apontou como principal pecado a ausência de uma coordenação nacional mais efetiva. “É essencial termos maior eficiência nas políticas públicas. O Brasil gastou bastante, mais do que muitos países emergentes, mas não colheu frutos”, comparou, referindo-se ao elevado percentual de óbitos causados pela Covid-19.

A sobrecarga na área da saúde exigiu muitas medidas de socorro, mas na visão de Zeina Latif a falta de uma melhor calibragem pode estar na origem da inflação e dos juros altos que a economia se depara agora. “A questão fiscal é sempre um combustível para a inflação e ela, quanto mais alta, mais teimosa”, sentenciou a consultora econômica na sua mensagem, alertando para o fato da escalada do indicador no Brasil estar descolada do cenário de outras economias. Ela lembrou que ter disciplina no controle fiscal é importante justamente para, em casos de emergência, o país possa ter política anticíclicas.

Gargalos

Ao identificar como um “apagão de reformas” o que o país viveu entre o período do Mensalão até o ano de 2016, Zeina Latir afirmou que o crescimento da nossa economia tem baixo potencial por diferentes gargalos. Entre outros, ela cita os desafios em termos de melhor qualificação da mão de obra e os desafios de infraestrutura, estes impactados pela falta de maior segurança jurídica. “Nem só recurso e crédito resolve, precisamos de marcos legais. A atual crise de energia, por exemplo, não é apenas uma crise hídrica, mas sim de uma melhor regulamentação do setor”, expôs.

Palestrante abordou os limites ao crescimento da economia do país

Para Zeina Latif, a pandemia acelerou e antecipou muitos investimentos das empresas em inovação como resposta à crise, mas nem todas conseguiram avançar nessa fronteira tecnológica. “Mas nem todas as empresas se salvarão, por isso é importante que as políticas públicas sejam direcionadas em favor do capital organizacional, empresas que são consolidadas e que precisam de socorro e crédito”, apontou. Conforme a economista e colunista do jornal O Globo, os bancos públicos e de fomento têm um papel importante nessa engrenagem justamente para atender empresas que não terão condições de financiar, por exemplo, no mercado de capitais.

Na avaliação da diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, a segunda edição do ciclo de debates, com a presença de Zeina Latif, cumpriu com o objetivo do evento. “Permite refletir sobre a conexão do Banco com ao desenvolvimento econômico e social da região Sul”, observou a presidente. A palestra foi transmitida ao vivo e segue disponível no canal de Youtube do Banco.

O Women on the Road, programa gratuito de formação de empreendedoras do ecossistema de inovação, terá sua largada acontecendo nesta quarta-feira (4/08). Promovido pelo Parque Científico e Tecnológico da PUCRS (Tecnopuc) e com apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o programa terá três etapas: warm-up, awareness e women on the road. A primeira fase ocorre em agosto e setembro com eventos e workshops abertos – os workshops têm vagas limitadas. Confira a programação e inscreva-se: bit.ly/WomenOnTheRoad.

O propósito é sensibilizar futuras empreendedoras e promover o desenvolvimento de startups em estágio inicial, fundadas ou cofundadas por mulheres, provocando conexões que gerem oportunidades de negócio entre empreendedoras do ecossistema. Dados do Female Founders Report, da Distrito (2021), mostram que apenas 9,8% das startups são fundadas ou cofundadas por mulheres, e muitos destes negócios não ultrapassam o estágio inicial por encontrarem dificuldades no processo de validação. O Women on the Road quer mudar essa realidade.

Painel de abertura

O kick-off do programa inicia às 17 horas, com transmissão ao vivo no Youtube da PUCRS. O evento terá as participações da diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, e o superintendente de Inovação e Desenvolvimento da PUCRS, Jorge Audy.  Flávia Fiorin, Gestora de Operações e Empreendedorismo do Tecnopuc, Flávia Fiorin irá coordenar o painel que contará com Aldren Flores, Aline Deparis e Francisca Moselle.

Aldren Flores

Ligada às questões de pluralidade racial, faz parte de movimentos e coletivos negros. No empreendedorismo é fundadora da startup Mais Afro, que possui o objetivo de diminuir a distância entre as oportunidades e as pessoas negras e também gestora de projetos da pretalab, iniciativa da Organização Social carioca Olabi – que visa incluir e aumentar a visibilidade de mulheres negras nas áreas de Inovação e Tecnologia.

Aline Deparis

CEO da PrivacyTools, analista de Sistemas por formação e somando mais de 15 anos de experiência no setor de TI. Foi presidente da Assespro-RS (2019/2020) e do CETI-RS (Conselho das Entidades de TI do RS) e é atual membro do Conselho Fiscal do Icolab.

Francisca Moselle

Idealizadora do Nutrition Thinking®️ e Founder do Nutrition Thinking®️ Co.  Nutricionista graduada pela PUCRS com mais de 10 anos de atuação clínica, Especialista em Nutrição Clínica pela Sociedade Brasileira de Nutrição, Especialização em Psicologia Positiva pela PUCRS, certificação internacional como Professional Coach e Analista Comportamental DISC pela Sociedade Latino Americana de Coach (SLAC) Mestrado em Fisiologia e Doutorado em Epidemiologia pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, parte de renomados grupos de pesquisa e projetos, tendo conquistado o Prêmio Henri Nestlé (3º lugar) e recebido a Homenagem de Reconhecimento pela UFRGS. Professora do Programa de Pós-Graduação em Nutrição, Alimentação Saudável e Empreendedorismo da PUCRS. Parte de capítulos de livros, publicações internacionais.

Próxima rodada do ciclo de palestras acontece nesta quarta-feira, dia 4/08

Entre as mulheres mais influentes no mercado de ações do Brasil e com passagem em importantes instituições financeiras, a consultora econômica Zeina Latif é a convidada da próxima edição do BRDE Cenários. A palestra está marcada para a próxima quarta-feira (4/08), a partir das 14 horas, com transmissão aberta pelo canal do Youtube do Banco. 

Promovido pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o ciclo de palestras tem por finalidade abordar temas sobre a conjunta econômica e fiscal do país, tendências de mercado e o papel das instituições de fomento. Zeina Latif tem doutorado em Economia pela Universidade de São Paulo (USP) e já atuou como economista-chefe da XP Investimentos.

Com passagem por várias instituições financeiras, como o Royal Bank of Scotland, ING, ABN Amro e HSBC, foi eleita pela Revista Forbes como uma das mulheres mais influentes do mercado financeiro no Brasil em 2006. Já em 2008, a Ordem dos Economistas do Brasil a destacou como a melhor economista-chefe. Ela é colunista do jornal O Globo.

O evento é aberto ao público e não exige prévia inscrição. Para a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, a presença de Zeina Latif em uma atividade organizada pelo Banco reforça o debate em torno da participação das mulheres nos espaços de liderança das organizações. “Além do amplo conhecimento sobre os movimentos do mercado e as perspectivas para a economia do país, ela tem uma trajetória que serve de inspiração para que vez mais as mulheres ocupem cargos de influência nas organizações”, observa a presidente.

Aliando inclusão social e ensino de música, o projeto Orquestra Jovem do Rio Grande do Sul (OJRS) tem apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) desde 2017. Criada em 2009, com foco na formação musical e voltada para o atendimento de crianças e adolescentes de famílias de baixa renda, a Orquestra trabalha com estudantes entre os 10 aos 24 anos.

No curso ofertado pelo projeto gaúcho, os jovens aprendem tudo sobre os instrumentos que compõem uma orquestra sinfônica: violino, viola, violoncelo, contrabaixo, percussão, trompa, trompete, trombone, tuba, flauta transversal, clarinete, oboé, fagote e piano. O projeto se organiza em grupos de iniciantes, intermediários e avançados.

A entidade mantenedora é a Associação Orquestra Jovem do RS, criada em 2010, e conforme sua presidente, Carla Zitto, o projeto tem o compromisso de transformar vidas através da música. “Acreditamos que oferecendo acesso a um bem cultural que se encontra fora do alcance da maior parte da população, seja pela falta de recursos financeiros ou mesmo pela falta de oportunidade, contribuímos para evolução do futuro da nossa comunidade, e de um mundo mais humano e solidário”, explica a presidente da Associação.

Entre 2017 e 2020, foram repassados para a OJRS em torno de R$ 195 mil. Esse valor foi investido em manutenção e aquisição de instrumentos, materiais pedagógicos, recursos humanos, bolsas-auxílio para alunos, equipes e equipamentos para realização dos concertos musicais. Atualmente, a OJRS atende 134 alunos, com entrada de 30 novos alunos agora em julho deste ano. Os jovens acima dos 14 anos são inseridos no programa Jovem Aprendiz na área da música, no curso de músico instrumentista. Nas oficinas diárias, os alunos frequentam aulas de musicalização, de instrumentos musicais e de prática de concerto. As aulas são individuais, por instrumento, naipes e grupos orquestrais.

Orquestra tem o apoio do Banco desde 2017

Música em tempos de pandemia

Em 2020, a OJRS, seguindo as orientações sanitárias para o enfrentamento da pandemia, teve que readequar as suas atividades presenciais para um modelo de ensino on-line. Conforme a presidente da Associação, o principal desafio foi em relação a essa adequação e como manter o vínculo com os alunos e seus níveis de motivação para o aprendizado da música. Também foi constatada a necessidade de uma maior atuação dos professores, resultando em aumento da carga horária e consequentemente a necessidade de mais investimentos. A manutenção e a aquisição de instrumentos também demandaram grande investimento. “Isso aconteceu porque cada aluno levou o instrumento para casa, não havendo compartilhamento como aconteceria em uma situação normal”, completa Carla Zitto.

Mesmo com as restrições, projeto manteve suas atividades na pandemia

Apesar dos desafios, o projeto manteve as aulas individuais através de interação on-line entre aluno e professor. Também foram realizadas apresentações e masterclasses no formato on-line e ao vivo, entre todos os professores e os alunos. Assim, houve manutenção contínua da troca de conhecimento musical e interatividade entre todos os integrantes da Orquestra.

Segundo Zitto, o apoio do BRDE, principalmente no ano passado, foi decisivo para garantir a qualidade dessa “transformação”. “Destaco que os valores do BRDE na sua missão institucional estão muito entrelaçados com os valores da Orquestra Jovem, principalmente neste período quando precisamos aprender e ser resilientes”, ressalta. A Orquestra fez, inclusive,  uma apresentação especial nas comemorações de aniversário dos 60 anos do BRDE, respeitando todos os protocolos sanitários.

Incentivos Fiscais

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

No mês de junho, o banco publicou o edital de seleção para os projetos que serão contemplados em 2021. Os pedidos de apoio aos projetos são recebidos exclusivamente em meio eletrônico, através do Portal de Incentivos, disponibilizado no site do BRDE. As instituições têm até dia 30 de setembro para encaminhar proposta ao patrocínio. No ano passado foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses.

O Projeto Olímpico da Sogipa, que busca oferecer a atletas de alto rendimento melhores condições de treinos, recebe investimento do Banco há quatros anos

 A judoca gaúcha Mayra Aguiar que conquistou a sua terceira medalha olímpica nesta quinta-feira (29/07), nos Jogos Olímpicos de Tóquio, integra o Projeto Olímpico desenvolvido pela Sociedade de Ginástica Porto Alegre (Sogipa), que tem apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) por meio da Lei de Incentivo ao Esporte.

A vitória de Mayra foi contra a sul-coreana Hyunji Yoon no templo das artes marciais na capital japonesa. A judoca de 29 anos se tornou a primeira mulher a conquistar três medalhas olímpicas em um esporte individual. Ela já havia levado o bronze nos Jogos de Londres (2012) e no Rio (2016).

O porto-alegrense Daniel Cargnin, também integrante do Projeto Olímpico da Sogipa, conquistou a medalha de bronze no judô no último domingo (25/07). Em sua primeira participação em uma edição dos Jogos Olímpicos, o atleta gaúcho de 23 anos faturou a medalha na categoria meio-leve ao vencer o israelense Baruch Shmailov.

Daniel Cargnin, bronze em Tóquio
Foto: Gaspar Nóbrega/COB

O Projeto Olímpico da Sogipa busca oferecer a atletas de alto rendimento melhores condições de treinos. Além de uma preparação de excelência para as competições nacionais e internacionais, a Sogipa enviou sete atletas, além de dois técnicos e um judoca de apoio, para representar o Rio Grande do Sul e o Brasil nos Jogos Olímpicos de Tóquio 2020.

Incentivos Fiscais

Desde 2017, o Projeto Olímpico da Sogipa recebe apoio do BRDE. Até o ano passado, foram repassados R$ 167 mil. Os valores foram usufruídos na criação de uma estrutura de treinos, que compreende alimentação, infraestrutura e manutenção das comissões técnicas, além da própria remuneração aos atletas.

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

No mês de junho, o banco publicou o edital de seleção para os projetos que serão contemplados em 2021. Os pedidos de apoio aos projetos são recebidos exclusivamente em meio eletrônico, através do Portal de Incentivos, disponibilizado no site do BRDE. As instituições têm até dia 30 de setembro para encaminhar proposta ao patrocínio. No ano passado foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses.

Respondendo por apenas 1,2% das exportações globais, o Brasil tem amplas condições de aumentar sua participação no comércio internacional desde que consiga superar gargalos de logística e buscar maiores investimentos com foco em ganhos de produtividade. A avaliação é da diretora-presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Leany Lemos, durante evento, nesta quinta-feira (29/07), que marcou o lançamento da 49ª Edição do Prêmio Exportação RS. “O país ainda exporta pouco e há uma grande demanda por produtos aqui do Rio Grande do Sul, como soja, celulose e carnes, o que seria importante para seguirmos numa trajetória de crescimento”, salientou.

O volume de exportações gaúchas vêm se acentuando nos últimos anos e apenas no primeiro semestre deste ano, observou Leany Lemos, o crescimento foi de 30,5% na comparação com o mesmo período de 2020. “Isso é muito significativo para a economia do estado, algo próximo de 15% do PIB”, declarou ela durante o Almoço Exportação, evento que reuniu as principais federações empresariais, autoridades públicas e representantes das instituições que integram o Conselho que define as empresas gaúchas que destacam a cada ano nesse segmento.

Ao mencionar que a cadeia do agronegócio representa quase 70% das exportações brasileiras, a presidente destacou o quanto as operações do BRDE estão vinculadas ao setor. De uma carteira de R$ 13,5 bilhões, 65% dos financiamentos são destinados ao agro, percentual que chega a 80% se forem consideradas as operações dos últimos três anos.

Além de programas que financiam custos de bens e serviços e de capital de giro para empresas exportadoras, a presidente elencou outras frentes importantes do banco que garantem ganhos de produtividade e, desta maneira, melhores condições para competir no mercado global. “O BRDE tem uma atuação muito importante no apoio à inovação em diferentes setores e aos projetos com aderência à pauta da sustentabilidade, que são fatores cada vez mais considerados no mercado global”, enfatizou, durante o painel no painel que cenários e os principais desafios e oportunidade ao crescimento econômico do estado ao lado de outras instituições financeiras, como o Banrisul, Badesul e Banco do Brasil.

O Almoço Exportação contou com a participação do governador Eduardo Leite, assim como demais autoridades políticas e lideranças empresariais. Considerado o maior evento do seu segmento no Sul do Brasil ao distinguir as melhores e mais inovadoras empresas gaúchas voltadas ao mercado internacional, a 49ª Edição do Prêmio Exportação RS terá solenidade para conhecer as vencedoras no dia 23 de setembro, em Porto Alegre. O BRDE integra o Conselho que define as empresas contempladas a cada edição.

Por meio de incentivos do BRDE, instituição consegue manter acervos e mostras para visitação e estudo do público

 O Museu Paranaense, também conhecido como Mupa, carrega consigo muita história. Não apenas em suas amostras, pesquisas e acervos, mas também por sua longevidade. Criado em 1876, é terceiro museu mais antigo do Brasil.

Tamanha é sua importância por conta de todo o acervo que expõem que, além de um museu, o Mupa também é referência como importante centro de pesquisa. “Nós temos três departamentos de pesquisa, o de antropologia, história e pesquisa, além da pinacoteca. Nós buscamos sempre valorizar esse DNA de estudo inovador, com forte representação científica”, afirma a diretora do Museu Paranaense, Gabriela Ribeira Bettega.

Além disso, um dos objetivos do Mupa é criar uma interdisciplinaridade, abrindo para outros campos, como expressões artísticas, poesias, artes visuais, deixando o museu mais extrovertido e com um leque de público maior. Com a pandemia, a visitação também foi afetada. Mas no momento, está aberto para o público, seguindo todas as normas sanitárias necessárias para isso.

Importância dos incentivos fiscais

O Museu Paranaense recebeu, por meio da Sociedade de Amigos do Museu Paranaense (SAMP), auxílio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). Como entidade sem fins lucrativos, a SAMP tem por missão prioritária auxiliar na programação e na manutenção do Museu.

A programação do banco com a SAMP é composta de exposições (temporárias e de acervo), publicações de catálogo e de material pedagógico, restauro de obras do acervo e ciclos de palestras e mesas-redondas.

No momento, o BRDE está expondo junto ao Mupa a mostra “Eu Memória, Eu Floresta: História Oculta”, que propõe diferentes olhares sobre a erva-mate por meio de obras, objetos e documentos históricos provenientes do acervo do Museu. A mostra faz parte do Circuito Ampliado – Acervos em Circulação, que contará com exposições em dois locais. Além do Museu Paranaense, o Palacete dos Leões, sede do Espaço Cultural do BRDE no Paraná, receberá em breve a mostra “Narrativas e Poéticas do Mate”. O circuito conta com a parceria do Museu Oscar Niemeyer e terá vigência até 2022.

“Com a parceria, entre nós e o BRDE, podemos trazer exposições tão ricas quanto essa que agreguem a história e contexto de um elemento muito representativo para o nosso Paraná”, diz a diretora do Museu.

Para o vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson Bley, a parceria também é muito positiva. “Nós, como um banco inovador, entendemos o quanto é importante manter a cultura e história paranaense viva. Por isso, temos muito orgulho de estarmos presente e fazer esta exposição possível”, finaliza.

Com o avanço da imunização contra a Covid-19 para novas faixas etárias em todo o país, o setor de turismo vislumbra perspectivas de uma retomada para o segundo semestre.  Embora a recuperação total em termos de faturamento de antes da pandemia seja projetada apenas a partir do próximo ano, entidades do setor já identificam maior interesse dos brasileiros em retomar as viagens.

Para auxiliar empresas da região Sul que atuam no setor, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) tem em carteira cerca de R$ 280 milhões disponíveis para financiar projetos de investimentos ou como fonte de capital de giro.  Através do programa BRDE Turismo, o banco oferece empréstimos com carência de até 60 meses para investimentos fixos, como é caso de projetos de implantação, ampliação, modernização e reforma de empreendimentos turísticos. O prazo do financiamento é de até 25 anos.

Já na compra de equipamentos e capital de giro isolado (recursos que ajudam no fluxo de caixa das empresas), o prazo de financiamento é de 72 meses e carência de um ano. Em todas as situações, os juros são de 5% ao ano, mais taxa Selic. Apenas para as empresas instaladas no Rio Grande do Sul o BRDE tem R$ 110 milhões disponíveis.

Retomada

Na avaliação da diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, o programa representa um importante suporte para as empresas do setor, um dos mais afetados pela pandemia, mas igualmente será fundamental agora na retomada mais forte das atividades. “Há uma tendência muito positiva para as viagens internas, em especial o ecoturismo, algo que na região Sul do país tem grandes atrativos aos turistas, incluindo a gastronomia. Somos parceiros pois acreditamos que toda a cadeia do turismo tem condições de ampliar bastante o seu peso na nossa economia regional”, observou a presidente.

Como acessar

Para solicitar o financiamento, as empresas devem acessar o site www.brde.com.br, no ambiente do Internet Banking (IB) – https://ib.brde.com.br/Usuario/Login. Todos as operações serão através da plataforma digital e a documentação deverá ser inserida (upload) também através do site. O app do BRDE também traz as informações sobre o programa.