BRDE

Banco já destinou mais de R$ 23,7 milhões a entidades por meio de leis de incentivo fiscal

Termina nesta quinta-feira (30/9) o período de inscrições das entidades interessadas em ter o apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) por meio de leis de incentivo fiscal. Até o momento, perto de 300 entidades da região Sul já iniciaram os processos de cadastramento dos seus projetos através do Portal de Incentivos. O formulário está disponível exclusivamente na forma digital.

A inciativa do banco constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná. Desde 2015, o BRDE já disponibilizou mais de R$ 23,7 milhões para instituições dos três Estados.

Os projetos apoiados qualificam equipes e programações de entidades que prestam atendimento a crianças, jovens e idosos; promovem atividades de educação pelo esporte e competições que valorizam atletas; permitem a aquisição de equipamentos para hospitais, creches e asilos; estimulam a produção e a distribuição de livros para escolas e bibliotecas públicas; possibilitam apresentações de dança, música, artes visuais e cênicas, bem como a valorização do patrimônio arquitetônico e histórico, e ajudam a manter programações anuais de instituições como museus, centros de cultura e orquestras, entre outras.

Recursos

O edital de 2021 para seleção pública foi lançado em 17 de junho, durante as comemorações dos 60 anos de atuação do BRDE na região Sul do país. No ano passado, foram selecionados 106 projetos, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Os projetos selecionados terão os recursos disponibilizados até o dia 28 de dezembro deste ano.

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar projetos por meio dos seguintes mecanismos de renúncia fiscal:

Lei Federal de Incentivo à Cultura 8.313, de 23/12/1991;

Lei Federal 8.685, de 20/7/1993 (Lei do Audiovisual);

Lei Federal 11.438, de 29/12/2006 (Lei de Incentivo ao Esporte);

Lei Federal 8.069, de 13/7/1990 (Fundo da Infância e da Adolescência);

Lei Federal 10.741 (Estatuto do Idoso) e Lei Federal 12.213 (Fundo Nacional do Idoso);

Lei Federal 12.715/2012 e Decreto 7.988/2013 – Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) e Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas).

Para outras informações:

Rio Grande do Sul: duvida.incentivofiscalRS@brde.com.br

Santa Catarina: duvida.incentivofiscalSC@brde.com.br

Paraná: duvida.incentivofiscalPR@brde.com.b

 

Convidado da 3ª edição do BRDE Cenários, consultor econômico avaliou impactos da pandemia na renda das famílias mais pobres

Mesmo com uma alta carga tributária e gastos sociais em bom volume, o Brasil não consegue enfrentar o problema histórico das desigualdades de renda das famílias. Uma das saídas apontadas pelo consultor econômico do Senado, Pedro Fernando Nery, é destinar maiores investimentos na infância, a exemplo de países que criaram um incentivo universal infantil. “Numa comparação global, o Brasil está ente os mais desiguais e o estado brasileiro acaba gastando muito com quem ganha mais e gasta pouco, com as famílias que ganham menos. Ou seja, uma estrutura de proteção social que não está bem calibrada”, apontou ele, durante participação na terceira edição do BRDE Cenários, nesta quarta-feira (22/9).

Uma das razões para o Brasil não superar a desigualdade, na visão de Pedro Nery, é o gasto público muito baixo na infância em comparação a outras nações. “Existe uma carência enorme por creches e pré-escola no país e precisamos de programas de transferência de renda para famílias com filhos, e não apenas para as mais pobres. Toda a criança teria o direito de receber um auxílio, salvo aquelas muito ricas”, insistiu.

O retorno para o investimento público na infância se reflete nas diferentes fases da vida adulta, sendo um cidadão adulto mais produtivo, gerando bens e serviços, acrescentou o consultor econômico. “Investir na infância e na primeira-infância, em particular, representa uma quebra estrutural da pobreza”, resumiu.

Conforme um estudo que apresentou na sua palestra, Pedro Nery demonstrou que o país convive com um contingente estimado em 17 milhões de crianças e jovens que estão fora das políticas de proteção social. “Existe esse fosso de cobertura para as crianças brasileiras que não se encontram entre aquelas tão miseráveis a ponto de estarem no Bolsa Família ou entre as mais ricas, que declaram Imposto de Renda e que acaba, pelo modelo de dedução, recebendo uma transferência em média de R$ 50 por mês”, descreveu.

Consultou avaliou impactos da crise entre os mais pobres

Com o tema “Desigualdade em V”, a palestra de Pedro Nery abordou os impactos da pandemia na renda das famílias e o quanto o programa Auxílio Emergencial conseguiu marcas históricas na redução da pobreza e da extrema pobreza no país. Ele demonstrou, no entanto, que a redução do valor de ajuda federal representa um retorno muito acentuado da situação anterior. “A crise atingiu as famílias de forma muito desigual. É uma verdadeira ´montanha russa´ na vida dos mais pobres”, lamentou. Pedro Nery lembrou que uma fatia da população que trabalhava no mercado informal hoje está vivendo uma situação de “desemprego oculto”, algo entre 10 a 12 milhões de pessoas.

Promovido pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o ciclo de palestras tem por finalidade abordar temas sobre a conjuntura econômica e fiscal do país, tendências de mercado e o papel das instituições de fomento. Na abertura do evento, a diretora-presidente, Leany Lemos, destacou que o banco tem na sua missão um olhar atento para a questão social. “É importante debater como um banco de fomento deve se interessar no tema da desigualdade e mitigar esse problema do país”, frisou a presidente.

A palestra teve transmissão no canal de Youtube do banco e segue disponível para que não acompanhou ao vivo: https://www.youtube.com/watch?v=VAJ6MeViIzM

Pedro Fernando Nery é o convidado da próxima edição do ciclo de palestras promovido pelo banco

Depois de atenuar ao longo de 2020 os efeitos da pandemia de Covid-19 especialmente nas famílias mais pobres, o programa de socorro federal em uma escala menor pode fazer a desigualdade de renda retornar na mesma velocidade. Para debater o impacto de transferências como o Auxílio Emergencial e o risco de milhões de pessoas retornarem a viver na pobreza ou extrema pobreza, o BRDE Cenários terá, na edição desta quarta-feira (22/9), a participação do professor e consultor econômico do Senado Federal, Pedro Fernando Nery. A palestra iniciará às14 horas, com transmissão pelo canal de Youtube do banco.

“O impacto do Auxílio Emergencial em 2020 foi muito poderoso. A pobreza e a pobreza extrema caíram para o menor nível já registrado”, menciona Pedro Nery. Porém, alerta ele, com a redução do programa a desigualdade de renda deverá subir para um patamar maior do que antes e numa velocidade rápida. O tema da sua palestra será “Desigualdade em V”.

Colunista do jornal O Estado de São Paulo, o convidado do BRDE Cenários é Doutor, Mestre e Bacharel em Economia pela Universidade de Brasília. No Senado, atua como consultor na área de Economia do Trabalho, Renda e Previdência.

Promovido pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o ciclo de palestras tem por finalidade abordar temas sobre a conjunta econômica e fiscal do país, tendências de mercado e o papel das instituições de fomento. “Somos uma instituição cuja missão é apoiar o desenvolvimento econômico e social, por isso o tema da desigualdade de renda das famílias merece essa reflexão”, comentou a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos. O evento é aberto ao público e não exige prévia inscrição.

O Banco

O BRDE completou 60 anos agora em no mês de junho, se consolidando entre os maiores bancos em tamanho de carteira de crédito do Brasil, com R$ 13,5 bilhões. O Banco fechou 2020 com mais de R$ 3,3 bilhões em crédito para investimentos e capital de giro a empreendedores dos três estados acionistas – Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além da parceria com Mato Grosso do Sul.

Prazo para que as instituições encaminhem proposta ao banco termina no dia 30 deste mês

Restam poucos dias para que entidades interessadas em ter o apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) por meio de leis de incentivo fiscal encaminhem seus projetos. O prazo para inscrição termina no próximo dia 30 deste mês e todo o processo de cadastramento deve ser realizado através do Portal de Incentivos. O formulário está disponível exclusivamente na forma digital.

O edital para seleção pública foi lançado em 17 de junho, durante as comemorações dos 60 anos de atuação do BRDE na região Sul do país. No ano passado, foram selecionados 106 projetos, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Os projetos selecionados terão os recursos disponibilizados até o dia 28 de dezembro deste ano.

A inciativa do banco constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná. Desde 2015, o BRDE já disponibilizou mais de R$ 23,7 milhões para instituições dos três Estados

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar projetos por meio dos seguintes mecanismos de renúncia fiscal:

Para outras informações:

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e o Instituto Caldeira assinaram, na manhã desta quinta-feira (16/9), em Porto Alegre, termo de cooperação com o propósito de contribuir para transformações concretas e positivas no ambiente empresarial de produção e de inovação do Rio Grande do Sul. O acordo foi firmado pelo presidente do Instituto Caldeira, Pedro Freitas Valério, pela diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, pelo diretor de Planejamento, Otomar Vivian, e pelo secretário estadual Edson Brum, titular da pasta do Desenvolvimento Econômico, à qual o BRDE está vinculado. Superintendentes, gerentes e assessores do BRDE acompanharam a visita às instalações do Instituto, no bairro Navegantes.

O Instituto Caldeira é um hub que reúne iniciativas e parceiros ligados à nova economia. Fundado por 39 grandes empresas com atuação no Estado, é uma instituição sem fins lucrativos que promove a inovação, conectando empresas, universidades e startups envolvidas com a transformação digital dos negócios.

Para o BRDE, o desenvolvimento de ações conjuntas e o apoio a projetos liderados pelo Instituto Caldeira e empresas associadas reforçam a forte parceria já estabelecida com importantes agentes de inovação, como a Rede Gaúcha de Ambientes de Inovação (Reginp), o Tecnopuc, o Feevale Techpark, o Tecnosinos e outros parques tecnológicos localizados em diversas regiões do Estado.

Com o apoio do BRDE, iniciativa vai contemplar mil estudantes de todas as regiões

A partir da próxima terça-feira (21/09), estarão abertas as inscrições para o programa Dev the Devs, que vai oportunizar a formação gratuita na área da tecnologia de mil jovens da rede estadual do Rio Grande do Sul. O Dev the Devs tem o apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), sendo uma correalização do Parque Científico e Tecnológico da PUCRS (Tecnopuc), da Rede Gaúcha de Ambientes Inovadores (Reginp) e da Associação de Empresas de Tecnologia (Assespro-RS). O curso terá aulas totalmente on line, com duração de quatro meses. Serão 500 vagas para meninos e outras 500, para meninas matriculadas na rede estadual.

Para realizar a inscrição, o estudante precisa primeiro estar logado no seu e-mail @educar.rs.gov.br. Em seguida, o estudante deve acessar bit.ly/InscricaoDev. Mais informações: devthedevs@educar.rs.gov.br.  O programa conta com apoio da Secretaria da Educação do Estado, da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia e do Inova RS.

No lançamento do Dev the Devs, nesta quinta-feira (16/09), o governador Eduardo Leite ressaltou os impactos positivos da formação para ampliar as oportunidades no mercado de trabalho. “A gente vive um momento de revolução tecnológica, encerrando empregos em determinados setores, mas abrindo grandes oportunidades a partir de tecnologia e desenvolvimento de sistemas. E quem desenvolve os desenvolvedores? Essa é a questão que a gente busca, mais do que responder, dar efetiva solução e encaminhamento ao apoiar o desenvolvimento daqueles que vão desenvolver, quem criará soluções e sistemas. A capacitação começa mudando a vida de mil alunos da nossa rede pública de ensino e de suas famílias, e esperamos possa ser apenas o início de uma profunda mudança. Estou muito entusiasmado com o que pode significar”, destacou Leite.

Governador participou do lançamento e destacou impactos do programa

Na avaliação da diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, a iniciativa em apoiar o projeto reflete a própria missão do banco em apoiar o desenvolvimento econômico da região Sul, mas sempre agregando impactos sociais. “Educação é missão de todos nós como cidadãos e cidadãs deste país. O mercado de tecnologia está aquecido e no futuro vai estar mais. Esse é um futuro promissor. Por isso, queremos que os jovens se profissionalizem, trabalhem nesse setor e impactem suas comunidades”, salientou a presidente.

O reitor da PUCRS, Ir. Evilázio Teixeira, destacou que o projeto tem estreita relação com a visão de mundo da PUCRS. “Sermos catalisadores do conhecimento e da inovação. As tecnologias, tão associadas aos mecanismos da inovação, são frutos da mente humana, do conhecimento, da criatividade, da técnica ensinada e aprendida. Essa união de esforços por si só já representa um passo além. Pois demonstra que juntos podemos transformar realidades, tendo a formação, o cuidado com as pessoas e a educação como premissa”, sintetizou.

Durante o evento, a secretária de Educação, Raquel Teixeira, destacou que a rede estadual concentra 82% dos estudantes do ensino médio no RS, mas um percentual muito parecido não chega a ingressar numa universidade. “Vivemos em plena economia baseada no conhecimento. O que vai gerar riqueza é o nível de ciência e de inovação que se consegue gerar. E é para esse contingente de alunos da escola pública que precisamos olhar, abrindo todas as oportunidades”, observou Raquel Teixeira.

Capacitação inicia em novembro e terá quatro meses de duração

O secretário Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia (SICT), Luís Lamb, igualmente ressaltou o impacto das pessoas no contexto da economia. “A riqueza está no conhecimento. Tenho certeza que esse programa, a partir de todos os atores que estão envolvidos, vai semear muitas árvores que darão muitos frutos na trajetória de vida desses jovens”, frisou ele.

Participaram ainda o evento, que transmissão ao vivo pelo canal de Youtube do BRDE e da PUC o presidente da Assespro-RS, Julio Ferst;  presidente da Reginp, Artur Gibbon; o diretor de Planejamento do BRDE, Otomar Vivian; e o superintendente de Inovação e Desenvolvimento da PUCRS e do Tecnopuc, Jorge Audy,

Mais sobre o programa

O Dev the Devs é um programa de formação de jovens desenvolvedores exclusivo para estudantes de ensino médio da Rede Estadual do Rio Grande do Sul. No curso, você entenderá:

Mais informações: www.pucrs.br/devs

Mil jovens da rede estadual do Rio Grande do Sul terão a oportunidade de realizar uma formação gratuita na área da tecnologia. O programa tem o patrocínio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), sendo uma correalização do Parque Científico e Tecnológico da PUCRS (Tecnopuc), da Rede Gaúcha de Ambientes Inovadores (Reginp) e da Associação de Empresas de Tecnologia (Assespro-RS), com apoio da Secretaria da Educação do Estado, da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia e do Inova RS. O lançamento acontece nesta quinta-feira (16/9), às 11 horas, com transmissão no Youtube do BRDE e da PUCRS.

Dados da Brasscom – Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação – revelam que o mercado de TI deve criar 420 mil novas vagas até 2024, porém, estima-se que, até lá, 150 mil vagas não sejam preenchidas por falta de pessoas qualificadas. A alta demanda por recursos humanos nas empresas de TI gera oportunidade para formação de jovens que desejam iniciar a carreira de desenvolvimento de sistemas. É nesse contexto que nasce o Dev the Devs.

Na avaliação da diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, o projeto coloca o banco numa condição de parceiro múltiplo de todo o ecossistema de inovação no Estado. “O BRDE já tem uma atuação forte no apoio à inovação nas empresas, na aceleração de startups e na participação em fundos de investimentos no setor. Agora, ao estabelecer essa parceria com a rede de parques tecnológicos, pretende deixar um legado importante ao oportunizar a jovens de diferentes regiões acessar a um mercado promissor e que apresenta uma demanda crescente de profissionais com essa qualificação inicial”, destaca ela.

O projeto Dev the Devs, prossegue a presidente, representa o maior patrocínio direto que o banco já realizou em termos de apoio na formação profissional de jovens estudantes da rede pública estadual. “É nossa missão apoiar o desenvolvimento econômico na região Sul, mas com impacto social, algo que essa parceria traz de mais significativo. Vamos atingir mil estudantes, com vagas iguais para meninos e meninas, reafirmando nosso compromisso em favor da inclusão e da diversidade”, acentua Leany Lemos.

A secretária de Educação do Rio Grande do Sul, Raquel Teixeira, afirma: “No mundo que nos aguarda, que é o mundo da realidade virtual, da realidade aumentada, da inteligência artificial, da internet das coisas, precisamos guiar nossos jovens para um novo modelo mental”. Ela explica que o sistema educacional público, que abriga 82% dos jovens gaúchos, precisa criar oportunidades como essa, que o BRDE, o Tecnopuc, a Reginp, a Assespro e a Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia, estão criando para consolidar um ecossistema de inovação no estado.

Raquel ainda complementa: “Não dá mais para pensar na inovação como característica de algumas pessoas e alguns grupos. Ecossistema pressupõe todo mundo. Dar a mil jovens da escola pública, 500 meninas e 500 meninos, essa iniciação, essa inserção no mundo da tecnologia, no mundo do pensamento computacional, na formação de desenvolvedores é um presente. Não só para esses jovens e suas famílias, mas é também o que se espera de um Estado responsável que prepara seu recurso mais precioso, que é o capital humano para um futuro moderno e próspero. Como secretária, agradeço em nome dos primeiros mil jovens e dos outros mil, e dos outros mil, que espero que venham.

O secretário-adjunto da Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul, Ricardo Bastos, destaca que o projeto é uma ótima oportunidade para os jovens do Estado iniciarem sua caminhada nas promissoras carreiras da área da tecnologia da informação. “A qualificação contribuirá para o atendimento da crescente demanda de pessoas pelas empresas desta área. A Secretaria de Inovação, Ciência e Tecnologia do RS valoriza sobremaneira a oportunidade de poder contribuir neste projeto, em especial por se tratar de uma iniciativa que oportuniza o desenvolvimento do potencial de nossos jovens, direcionando-os para uma das áreas de conhecimento essenciais para o desenvolvimento de nosso Estado”, sinaliza Ricardo.

O superintendente de Inovação e Desenvolvimento da PUCRS e do Tecnopuc, Jorge Audy, sinaliza que é um orgulho e uma enorme responsabilidade para a PUCRS e para o Tecnopuc correalizar o programa com a Reginp e com a Assespro-RS, tendo o BRDE como patrocinador. “Nosso propósito é transformar conhecimento em desenvolvimento, oferecendo novas oportunidades para as pessoas crescerem, pessoal e profissionalmente. E com o Dev the Devs queremos dar ainda mais força para o propósito de impacto social que rege as nossas ações institucionais. Esperamos que estes mil jovens aproveitem ao máximo essa formação e se tornem profissionais de tecnologia no nosso ecossistema de inovação gaúcho. Temos certeza de que é só o início desse programa que ainda transformará muitas vidas – cada um dos estudantes que se inscrever será protagonista da sua história e a educação é o meio pelo qual cada um poderá construir seu futuro. Queremos estar JUNTOS nesta construção!”.

O presidente da Reginp, Artur Gibbon, diz que para a Rede o programa Dev the Devs é uma ótima oportunidade para trazer o jovem estudante gaúcho para o empreendedorismo e o mundo do trabalho, oferecendo formação para que ele(a) possa desenvolver o seu potencial e optar por uma carreira no setor de TI onde as ofertas de vaga de trabalho são grandes e com salários muito atrativos. “Poder disseminar esse programa em todas as regiões do RS, por meio dos ambientes da REGINP, é motivo de muito orgulho para nós”, destaca Gibbon.

Julio Ferst, presidente da Assespro-RS, afirma que é importante e objetivo para a Assespro apoiar ações estratégicas para o setor de Tecnologia do RS como esta de formação de capital humano. “Estaremos sempre presentes nestas iniciativas pois geram emprego e crescimento”, frisa Julio.

Foram protocolados R$ 160,7 milhões durante a feira e anunciados outros R$ 208,3 milhões em investimentos para o setor

O BRDE concluiu sua participação na 44ª edição da Expointer, em Esteio, alcançando um total de R$ 369 milhões em operações de crédito para fortalecer o agronegócio e outros projetos com impacto no desenvolvimento econômico do Rio Grande do Sul. Assim como nas últimas edições, o banco marcou presença como expositor e patrocinador da feira, que neste ano retomou a presença de público, mantendo ainda o formato virtual de 2020.

Dentre os protocolos de financiamento realizados durante a Expointer 2021, no valor total de R$ 160,7 milhões, 31,9% foram para capital de giro; 28,3% para projetos de armazenagem; 28,1% destinados a obras civis; 8,5% para máquinas e equipamentos; e 3,2% para outros projetos.

“É muito simbólico este momento de retomada da economia, que nos demanda mais recursos para investimentos. As operações do BRDE são, em sua maior parte, ligadas ao agronegócio, mas o banco vem atuando muito fortemente em diversos programas, buscando incentivar projetos que levem mais desenvolvimento para toda a região Sul”, avaliou a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos. “Desde o início do ano fechamos mais de R$ 1,9 bilhão em financiamentos na nossa área de atuação”, informou.

Segundo os dados oficiais do Governo do Estado, divulgados no domingo (12/09), o faturamento da 44ª Expointer foi de R$ 1,6 bilhão. “Isso significa que o BRDE financiou o equivalente a 10% do total dos recursos mobilizados nessa edição da feira, o que é bastante expressivo”, avalia o diretor de planejamento, Otomar Vivian.

Destaca-se o crédito do BRDE para a Cotribá, cooperativa agropecuária mais antiga do país, para financiamento da construção de uma nova fábrica de rações. A unidade será instalada em Ibirubá e terá capacidade de produzir, numa primeira etapa, 72 toneladas de ração por dia. O projeto está orçado em R$ 60 milhões, dos quais o BRDE está disponibilizando R$ 35 milhões.

Neste ano, destacaram-se os projetos de geração de energia por fontes renováveis e o apoio a cooperativas agrícolas, anunciados na Expointer, principalmente destinados à armazenagem de grãos e à ampliação de atividades industriais, somando R$ 208,3 milhões em contratação de operações de crédito. Ao todo são seis projetos financiados, cujos investimentos finais devem superar a marca de R$ 300 milhões.

Região Sul

Nos três estados do Sul, o BRDE projeta contratações ao redor de R$ 1,1 bilhão para o Plano Safra 2021/2022. Desse volume, cerca de R$ 150 milhões são de recursos próprios (Programa Equaliza Sul). No primeiro semestre deste ano, um total de 1.393 contratos de financiamento já foram assinados, em especial em favor do setor agropecuário (823 contratos).

´Abrindo Portas para o Futuro’ já recebeu do Banco, via Funcriança, em torno de R$ 84 mil

Em defesa dos direitos de crianças e adolescentes, especialmente aqueles em situação de maior vulnerabilidade, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) apoia o projeto ‘Abrindo Portas para o Futuro’. Desenvolvido pelo Instituto Popular De Arte-Educação (IPDAE), o projeto tem como objetivo propor atividades que possibilitam ao participante redimensionar e ampliar seus horizontes de vida, e desenvolver seus potenciais. O banco apoia a iniciativa desde 2017, com recursos repassados através Fundo para a Infância e Adolescência (Funcriança) que já somam R$ 84 mil.

O IPDAE, localizado no bairro Lomba do Pinheiro em Porto Alegre (RS), é uma organização sem fins econômicos que trabalha com ações voltadas à promoção e à inclusão social de crianças e adolescentes em situação de elevada vulnerabilidade econômica e social. A instituição, fundada há 22 anos, acredita no acesso à leitura, à música, à arte e à cultura como instrumentos mediadores na formação do indivíduo.

“É uma alternativa de promoção da cidadania, da autoestima, de inserção social, cultural e profissional, na qual as crianças, os adolescentes e os jovens têm oportunidade de romper com as condições das quais são originários e delinear um projeto de vida que lhes permita desenvolver suas potencialidades, embasados em valores éticos e humanos”, explica Fátima Flores, presidente-diretora do IPDAE, sobre o objetivo da iniciativa ‘Abrindo Portas para o Futuro’.

De acordo com Fátima Flores, o projeto realiza o atendimento direto de 230 crianças, adolescentes e jovens e, aproximadamente, 3 mil atendimentos indiretos. Ainda, segundo a presidente, a instituição mantém o funcionamento, atualmente, da Biblioteca Leverdógil de Freitas, da Escola de Música, do Museu Comunitário da Lomba do Pinheiro e do Memorial da Família Remião.

Em tempos de pandemia, a música faz a diferença

 Segundo a diretora-presidente da IPDAE, em muitos casos, foram as aulas de música a principal atividade dos alunos do projeto ‘Abrindo Portas para o Futuro’, que em isolamento social, puderam seguir estudando um repertório e sendo orientados semanalmente pelos seus professores. “A depressão juvenil não chegou perto dos alunos do IPDAE, pois permaneceram vibrando em sintonia com seus instrumentos”, completa ela.

Projeto teve aluno seleciona pela Universidade Federal de Santa Maria

Fátima Flores conta com orgulho sobre um dos alunos do projeto, que foi aprovado no curso bacharelado em contrabaixo na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) no primeiro semestre de 2021. “Resultado que demonstra a qualidade de ensino de música do IPDAE”, aponta. As ações do projeto passaram por um processo de transformações por causa da pandemia, segundo ela. “Tivemos que aprender a sair do clássico e conservador e tornarmos digital e moderno”, enfatiza.

“O apoio financeiro do BRDE possibilitou que as aulas de música acontecessem do formato virtual, garantindo que o processo de formação dos alunos de violino, viola, contrabaixo, violoncelo, piano, oboé e canto continuassem de forma ininterrupta”, conta Fátima sobre a suspensão de diversas parcerias com o poder público municipal, além da diminuição de recursos recebidos por parceiros locais e doações. Fátima enfatiza que o apoio financeiro do BRDE foi determinante para a continuidade do projeto e para que o IPDAE não fechasse as portas durante a pandemia. “Aplacou a possibilidade da interrupção da continuidade do processo de pedagógico de formação musical”, explica.

Paulo Fiori, ex-funcionário do BRDE e aposentado desde 2007, atuou no Banco por 39 anos, contou sobre a sua ligação com o projeto nos últimos 10 anos. “Passei a colaborar com o IPDAE, ajudando em todas as áreas, mas principalmente me encarregando da elaboração de projetos voltados à captação de recursos”, explica Fiori. “Tem sido muito significativo e extremamente importante o apoio que o BRDE vem nos dando, via Incentivos Fiscais do Funcriança”, ressalta.

Incentivos Fiscais

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

O edital de seleção para os projetos que serão contemplados em 2021 já está disponível no link Seleção Pública BRDE 2021 – Incentivos Fiscais. Os pedidos de apoio aos projetos são recebidos exclusivamente em meio eletrônico, através do Portal de Incentivos, disponibilizado no site do BRDE. No ano de 2020, foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses.

 

Anúncio ocorreu em encontro com o governador Eduardo Leite, durante a 44ª ExpointerCom destaque para projetos de geração de energia e apoio a cooperativas agrícolas, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) divulgou, nesta quinta-feira (9/09), a contratação de operações de crédito que totalizam R$ 208,3 milhões. O anúncio durante encontro com o governador Eduardo Leite, na 44ª edição da Expointer. Ao todo são seis projetos financiados, cujos investimentos finais devem superar a marca de R$ 300 milhões.

Entre as contratações, destaque para a implantação de uma Pequena Central Hidrelétrica (PCH), no município de Tio Hugo. Projeto liderado pela Coprel – Cooperativa de Geração de Energia e Desenvolvimento, a unidade que vai ampliar a oferta de energia na região do Alto da Serra do Boticaraí terá financiamento do BRDE de R$ 96 milhões.

O governador Eduardo Leite agradeceu a mobilização da equipe de governo e do BRDE para facilitar investimentos no Estado. “A gente vem viabilizando, com respaldo da Assembleia Legislativa, uma agenda muito intensa de transformações, com redução da burocracia, da carga tributário, do custo da máquina pública, para que a gente pudesse voltar a ter confiança no futuro do RS. Passamos de um estado conhecido pelos problemas fiscais para um estado de superação, que cumpre seus compromissos e que olha para o futuro com muito mais confiança. Que bom que podemos contar com um banco com a qualidade e a capacidade do BRDE, e que vem no mesmo compasso do setor privado e do setor cooperativo gaúcho, e que é capaz de dar o respaldo que os empreendedores do RS precisam para alavancarmos o desenvolvimento do Estado”, afirmou Leite.

“Este momento de retomada é muito simbólico. A grande maioria das nossas operações são ligadas ao agronegócio, mas o banco vem atuando muito forte em seus diferentes programas, buscando incentivar projetos que levem mais desenvolvimento para a região Sul”, comemorou a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos. Ela mencionou o trabalho que o banco vem desenvolvendo na estruturação dos diferentes programas de desenvolvimento que, além do agronegócio, buscam apoiar o setor de turismo, de inovação na indústria, de geração de energia com fontes renováveis, da sustentabilidade social, entre outros. “Desde o início do ano já fechamos mais de R$ 1,9 bilhão em financiamentos na nossa área de atuação ”, destacou.

Anúncio dos novos financiamentos ocorreu durante a Expointer

Novas unidades
Com duas operações que representam mais de R$ 47,5 milhões em financiamento do BRDE, a Cooperativa Dália Alimentos Ltda vai ampliar a infraestrutura do frigorífico de aves e instalar uma nova planta de produção de queijos. Os investimentos da Dália integram ainda melhorias no frigorífico de suínos, que permitirá ampliar a capacidade de abate de 2.800 para 3.000 cabeças/dia. Outro investimento de peso acontecerá na cidade de Glorinha. O projeto de uma unidade da Arcelormittal terá financiamento de R$ 52,5 milhões por parte do banco.

O secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Edson Brum, igualmente salientou o papel do BRDE em incentivar novos investimentos e ajudar a economia gaúcha no atual processo de retomada. “No primeiro semestre, tivemos um saldo de 94.700 empresas criadas no Estado. Conseguimos aprovar nove leis todas voltadas ao empreendedorismo”, observou o secretário.

O vice-governador do Maranhão,  Carlos Orleans Brandão, esteve presente no anúncio dos novos financiamentos na Casa do BRDE no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio. Ele veio conhecer de perto a realização da Expointer e estava acompanhado dos secretários da Agricultura, Pecuário e Pesca, José Sérgio Delmiro Vale, e da Agricultura Familiar,  Rodrigo Pires Ferreira Lago.

O presidente da Assembleia Legislativa, Gabriel Souza, e o líder do governo, deputado Frederico Antunes, também acompanharam o evento, assim como as secretárias de Agricultura, Silvana Covatti, da Saúde, Arita Berghman, e o procurador-geral do Estado, Eduardo Cunha da Costa. O diretor de Operações do BRDE, Otomar Vivian, e o diretor Financeiro do banco, Vladimir Fey, também prestigiaram o anúncio.

NOVAS OPERAÇÕES DE CRÉDITO: R$ 208,3 MILHÕES
• Coprel – Cooperativa de Geração de Energia e Desenvolvimento – R$ 96 milhões
Implantação de PCH em Tio Hugo

 Cooperativa Dália Alimentos Ltda – R$ 47.527.900,00 milhões
Ampliação frigorífico de aves (R$ 15,5 milhões) e Planta de queijos com capacidade de 500 ton/mês e ampliação da capacidade do frigorífico de  suínos ( R$ 30 milhões)
• Arcelormittal Gonvarri Brasil Produtos Siderúrgicos SA – R$ 52,4 milhões
Nova unidade em Glorinha
• Cooperativa Agrícola Água Santa Ltda (COASA) – R$ 5.045.000,00
Ampliação da capacidade armazenagem de grãos nos municípios de Camargo e David Canabarro
• Metalúrgica Basso – 4.452.432,00
Novo sistema industrial em Bento Gonçalves
• Hotel Colline de France Ltda – R$ 2.745.000,00
Programa de incentivo ao turismo
Fotos: Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini