BRDE

O Núcleo de Atenção ao Paciente estima beneficiar perto de 500 crianças e adolescentes

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é um dos apoiadores do projeto Núcleo de Atenção ao Paciente, desenvolvido pelo Instituto do Câncer Infantil (ICI), que busca melhorar a qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares e ampliar o alcance da assistência oferecida pela instituição que funciona em Porto Alegre. Referência no atendimento de crianças e adolescentes com câncer, o Instituto completa neste ano 30 anos de atuação.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o número de novos casos de câncer infantojuvenil esperados para o Brasil, para cada ano do triênio 2020-2022, é de 8.460. No Rio Grande do Sul, a estimativa é de que 450 crianças e adolescentes desenvolvam a doença no mesmo período, sendo que a maior parte dos casos são tratados em centros oncológicos de Porto Alegre. Assim, o projeto apoiado pelo BRDE é fundamental para a promoção da saúde de crianças e adolescentes que enfrentam o câncer no Estado.

As atividades do Núcleo de Atenção ao Paciente envolvem diversas áreas, como Serviço Social, Nutrição, Psicologia, Pedagogia, Psicopedagogia, Odontologia, Fonoaudiologia, Fisioterapia e Oncopediatria. Os pacientes e seus familiares recebem atendimentos multidisciplinares e podem participar de oficinas culinárias e de artesanato como forma de geração de renda, bem como de programações divertidas para amenizar o sofrimento do tratamento do câncer infantojuvenil. Além disso, os beneficiários recebem doações de cestas básicas, roupas, medicamentos, auxílios para transporte e para a realização de exames especiais.

Valorização da vida

Estima-se que até o final de sua execução, que depende de recursos externos, o projeto do ICI consiga contemplar cerca de 494 pessoas. Com o intuito de valorizar a vida e a infância, em 2019 o BRDE destinou mais de R$ 30 mil para a iniciativa.

Segundo Valéria Gerbatin Braz Foletto, gerente institucional do ICI, os recursos repassados pelo BRDE foram totalmente aplicados no projeto, especialmente na manutenção e no aprimoramento dos serviços prestados aos pacientes e seus familiares. “O investimento foi para o pagamento dos profissionais dedicados ao projeto, incluindo salários, encargos e benefícios, material de consumo, alimentos, material pedagógico, capacitação dos profissionais, ampliação de algumas áreas multiprofissionais, assim como despesas gerais para a prestação de um serviço de qualidade para comunidade assistida”, explicou ela.

Instituo conta com o apoio em diferentes projetos

Desde 2017, o Instituto do Câncer recebe recursos do banco. Além do Núcleo de Atenção ao Paciente, outros projetos foram apoiados, como o `Manutenção e Qualificação do Ambiente’ e ‘Multiplicando conhecimento para salvar vidas: Programa de Capacitação para Equipes Multidisciplinares em Atenção Primária e Terciária’, somando repasses passam de R$ 120 mil.

“O BRDE tem uma importância significativa no Instituto do Câncer Infantil e no projeto do ‘Núcleo de Atenção ao Paciente’. Ter o Banco ao nosso lado faz toda a diferença para nossos projetos e principalmente para a assistência integral das crianças e adolescentes que enfrentam a doença”, concluiu Valéria.

Importância redobrada

Desde 2020, o cuidado do ICI foi redobrado, assim como a importância dos investimentos destinados ao Instituto e seus projetos. A pandemia de Covid-19 mudou a vida de todos e representa uma ameaça ainda maior para as crianças com câncer e suas famílias, que não podem interromper o tratamento da doença.

“Nossa equipe foi solidária aos nossos pacientes e suas famílias e fiel aos compromissos institucionais, entendendo a importância e necessidade de mantermos as portas abertas. O ICI pode orgulhar-se de ter mantido pleno atendimento, sempre tomando todos os cuidados ao seguir rigorosamente as medidas de prevenção contra o Covid recomendadas pelas autoridades”, afirmou a gerente.

Incentivos Fiscais

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Neste ano, ao todo 427 entidades concluíram o cadastramento dos seus projetos em busca do apoio do Banco. Concluído o período de inscrições, as comissões internas das Agências de Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Curitiba (PR) iniciaram as análises dos projetos.  Este trabalho tem término previsto para o dia 19 de novembro, quando já serão conhecidos também os valores que o BRDE irá disponibilizar neste ano para repassar às entidades selecionadas.

Em 2020 foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses.

Para marcar o encerramento da 7ª edição Mostra Literária, promovida pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), foi realizada a doação de 10 novas coleções de livros através do projeto Pró-Biblioteca, que o banco apoia por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Participaram do fechamento da programação da Mostra, transmitido ao vivo pelo canal do BRDE no YouTube, o diretor de Planejamento do BRDE, Otomar Vivian; a diretora de Operações do BRDE, Leany Lemos; a coordenadora do Trabalho Prisional do Departamento de Tratamento Penal da Susepe, Elisandra Lidiane Minozzo (representando a Secretaria Estadual de Justiça e Sistemas Penal e Socioeducativo); a presidente da Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (FASE), Sônia D’ Avila; a delegada e titular da 1ª Delegacia de Polícia Especializada no Atendimento à Mulher de Porto Alegre, Jeiselaure Rocha de Souza (representando a Chefia da Polícia Civil), e a diretora da Divisão de Assessoramento Especial da Academia de Polícia do RS, Anita de Oliveira Caruccio.

A importância do incentivo à leitura

Em sua fala, a diretora do BRDE Leany Lemos ressaltou a importância do projeto Pró-Biblioteca, das parcerias e da Mostra Literária promovida pelo banco. “Um impacto muito significativo na vida das pessoas”, enfatiza a diretora sobre a doação dos livros às instituições. De acordo com Paulo Lima, diretor da L&PM, esse ano, em especial e de iniciativa do BRDE, o projeto Pró-Biblioteca passou a beneficiar penitenciárias. Antes o projeto destinava as doações somente para escolas públicas. “Eu acho que é muito importante para essas pessoas, que estão fechadas nesse ambiente, poderem viajar através dos livros. Isso melhora muito a vida dessas pessoas”, explicou Paulo Lima.

Sônia D’Avila, presidente da FASE, reconheceu a importância da iniciativa. “Em nome da Fundação agradeço muitíssimo e em nome dos nossos socioeducandos que serão beneficiados por esse ato de hoje”, falou a presidente da FASE. A delegada Jeiselaure Rocha de Souza, também agradeceu a doação que será encaminhada para os centros que prestam atendimento às mulheres em situação de violência. “Trazer um olhar diferenciado para essas mulheres que precisam de tanto acolhimento”, explicou a delegada. “Alcançar o acesso à informação e cultura para essas pessoas é um grande diferencial”, destacou Elisandra Lidiane Minozz do Departamento de Tratamento Penal da SUSEPE, que na ocasião estava representando a Secretaria de Justiça e Sistemas Penal e Socioeducativo.

 

“O livro pode ser para essas pessoas, não a liberdade física, mas pode ser a sua liberdade no sentido de viajar e ver que existe uma possibilidade”, exemplifica o diretor Otomar Vivian. “Um livro não modifica o mundo, mas as pessoas que leem podem fazer as verdadeiras modificações”, enfatizou o diretor. “O BRDE também tem a sua missão cidadã”, completou.

A entrega simbólica dos livros foi realizada pelo diretor do banco, Otomar Vivian e pelo diretor e um dos fundadores da L&PM Editores, Paulo Lima. As coleções serão distribuídas para penitenciárias (Presídio Estadual de Júlio de Castilhos, Presídio Estadual de Santo Cristo, Presídio Estadual Feminino de Lajeado, Presídio Regional de Pelotas), para a Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (FASE) e para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher. Na ocasião, a bibliotecária da Agência BRDE do RS, Adriana Reus, foi saudada por ser uma das grandes responsáveis pela realização das edições da Mostra Literária do BRDE.

O encerramento da Mostra Literária foi transmitido ao vivo pelo canal @brdeoficial e segue disponível pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=pfA6V3Dk5EM

 

Evento em Porto Alegre tem o apoio do BRDE

O 4º Encontro Regional de Consórcios Públicos reúne representantes de diferentes municípios gaúchos, ao longo desta quinta-feira (11/11), com a finalidade de debater a importância da união de prefeituras e demais órgãos públicos para encontrar soluções conjuntas para demandas comuns. Promovido pela Associação Gaúcha de Consórcios Públicos (AGCONP), ocorre na sede da Federação das Associações dos Municípios do RS (Famurs), em Porto Alegre.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é apoiador do encontro, que tem na pauta orientações sobre a terceirização no serviço público, as mudanças na legislação das licitações e a possibilidade de criança de uma frente parlamentar em âmbito estadual de apoio aos consórcios regionais. A AGCONP tem como presidente Cássio Nunes Soares, ex-prefeito de Pântano Grande.

O diretor de Planejamento do BRDE, Otomar Vivian, participou da abertura do encontro e destacou o papel estratégico dos consórcios para o desenvolvimento regional, ajudando inclusive na redução das desigualdades econômicos e sociais. “Muitos projetos deixariam de serem efetivados se casa município agisse de maneira isolada, mas a conjunção de esforços em busca de um desafio comum é uma grande saída e precisa ser estimulada”, disse ele.

Diretor: papel estratégico dos consórcios

O diretor aproveitou a presença de prefeitos e demais gestores para divulgar os programas do banco, entre eles o BRDE Municípios. O programa trabalha com três eixos principais de financiamento. Um deles é saneamento e mobilidade urbana, que envolve drenagem, tratamentos de resíduos sólidos e líquidos, pavimentação, iluminação pública, ciclovia.

O segundo eixo, que é o de infraestrutura social, urbana e rural, trata de projetos para construção ou reforma de escolas, postos de saúde, centros comunitários, melhorias em estradas vicinais, distritos industriais, infraestrutura turística. A outra vertente é a do desenvolvimento institucional, qualificação, modernização de processos e sistema.

Com o propósito de debater os desafios e entraves nos financiamentos a projetos de transição climática nas cidades, a diretora de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Leany Lemos, participou de um evento paralelo da 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP26). O fórum aconteceu na manhã nesta quinta-feira (11/11) e abordou o papel dos bancos públicos comprometidos com a implementação do acordo climático de Paris, celebrado ainda ao final de 2015 com metas de redução do aquecimento global.

Organizado pelo Fundo Mundial para o Desenvolvimento das Cidades (FMDV), Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e Banco Nacional de Desenvolvimento de Marrocos, o evento iniciou às 9h30min no horário de Glasgow, na Escócia, onde acontece a COP26 (6h30min horário no Brasil). Além da diretora de Operações do BRDE, o painel reuniu representantes de importantes instituições internacionais, como o Banco Mundial, Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) e KfW (Banco Alemão), entre outras organizações com ampla atuação na agenda do clima mundial.

Na sua manifestação, a diretora do BRDE elencou, em especial, a parceria com o Banco Mundial na estruturação do programa Sul Resiliente. O programa prevê um fundo de € 89,6 milhões para investimentos em municípios da região Sul. O objetivo é apoiar projetos de resiliência urbana por meio da construção ou atualização da infraestrutura existente com o objetivo de mitigar os impactos de desastres naturais e riscos relacionados ao clima, como inundações, inundações repentinas, deslizamentos de terra e outros processos de erosão. O evento ocorreu no pavilhão do Clube Internacional de Financiamento para Desenvolvimento (IDFC) na COP26. e Leany Lemos participou de modo on line.

Diretora destacou importância das parcerias internacionais

Ampliar a participação de instituições como o BRDE na estruturação de carteiras para projetos sustentáveis é considerado essencial para atingir as metas do Acordo de Paris. Estima-se que serão necessários US$ 90 bilhões até 2030 em   investimento em infraestrutura urbana para mitigar o aquecimento global a 2°C. Porém segundo a organização do evento. menos de 10% do financiamento climático internacional é atualmente alocado para investimentos locais. “Aí reside a importância da parceria das instituições de fomento subnacionais em atuar em parceria com os bancos internacionais, algo que estamos trabalhando de maneira muito determinada aqui no BRDE”, destacou Leany Lemos.

Baixo Carbono

Ainda na última terça-feira (9/11), Leany Lemos participou de outro evento na COP26 sobre mudanças climáticas. O seminário promovido pelo Banco Europeu de Investimento (BEI) tratou de investimentos em infraestrutura de baixo carbono, onde um dos destaques foi o projeto da prefeitura de Porto Alegre (RS) de instalação de placas fotovoltaicas em escolas da rede municipal. A iniciativa foi desenvolvida em parceria pelo BEI e com a BRDE e a CEEE. 

Em recente levantamento, o BRDE registrou no primeiro semestre deste ano 84,2% de suas operações diretas contratadas tiveram vinculação com ao menos um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), conjunto de metas estabelecidas pelas Nações Unidas a serem alcançadas até o final da década. Através de um projeto-piloto e pioneiro entre os bancos de fomento no Brasil, a análise envolveu um valor total de R$ 1,1 bilhão em financiamentos contratados nos três estados.  Mais recentemente, o banco promoveu uma nova matriz de seus programas de desenvolvimento, criando linhas de financiamento direcionadas a projetos de energias renováveis e de sustentabilidade social e ambiental. 

 

Iniciativa valoriza líderes que contribuem para o desenvolvimento do RS e conta com o apoio do BRDE

O Prêmio Líderes & Vencedores 2021 conheceu os ganhadores em suas seis categorias em cerimônia híbrida, realizada na noite desta terça-feira (9/11), no Teatro Dante Barone, em Porto Alegre. Iniciativa da Assembleia Legislativa e Federasul, a premiação busca valorizar projetos, empresas e líderes empreendedores que contribuem para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Realizado desde 1995, o evento conta com o apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

A 27ª edição do Prêmio Líderes & Vencedores veio com uma inovação: houve apenas um vencedor por categoria, conhecido após a abertura de um envelope lacrado pelo critério do maior número de indicações recebidas pelas comissões julgadoras (na primeira fase da premiação, jornalistas de todo Estado presidentes das 172 entidades filiadas à Federasul fizeram as indicações). Coube ao diretor de Planejamento do BRDE, Otomar Vivian, fazer o anúncio entre os três finalistas do vencedor na Categoria Referência Educacional. Levou o troféu a ONG Coletivo Autônomo Morro da Cruz, da capital gaúcha.

“Trata-se de um reconhecimento muito especial. Esse prêmio tem um histórico em reconhecer empreendedores e empresas de diferentes tamanhos, mas igualmente lideranças políticas e de atuação social cuja liderança traga impacto ao desenvolvimento econômico e social ao nosso Estado”, destacou Vivian. Ele próprio vencedor do Líderes &Vencedores na edição de 1995, quando presidia o Instituto de Previdência do Estado (IPERGS), o diretor destaca que o reconhecimento deste ano traz um significado especial, pois enaltece o esforço de diferentes áreas na retomada após a crise da pandemia de Covid-19 e seus impactos na sociedade.

O evento híbrido foi transmitido pelas redes sociais das duas entidades promotoras e pela TV Assembleia, e contou com a participação do presidente da Assembleia, deputado Gabriel Souza, do presidente da Federasul, Anderson Trautman Cardoso, de lideranças empresarias e políticas, além de convidados dos finalistas dos finalistas da premiação. O troféu destacou as categorias Expressão Cultural, Destaque Comunitário, Referência Educacional, Sucesso Empresarial – Micro e Pequena Empresa, Sucesso Empresarial – Média e Grande Empresa e Mérito Político.

Em formato on-line pelo segundo ano consecutivo, Mostra se estenderá até sexta-feira (12/11)

 A 7ª edição da Mostra Literária, promovida pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), teve a abertura oficial nesta terça-feira (09/11) e contou com a participação da diretora de Operações Leany Lemos, e da bibliotecária da Agência BRDE do Rio Grande do Sul, Adriana Reus. A Mostra tem o objetivo de divulgar para o público interno e externo produções artísticas – como poesias e crônicas, criadas por colaboradores aposentados e ativos do Banco. A abertura do evento virtual foi transmitida ao vivo pelo canal do BRDE no YouTube.

Segundo a diretora Leany Lemos, que realizou a abertura da Mostra, o BRDE tem uma conexão forte com a cultura, através de diferentes iniciativas de patrocínios, incentivos fiscais na área, como é o caso do Programa Pró-Biblioteca. “Tenho muito orgulho de falar sobre o banco, não só sobre o impacto que tem no crédito, mas também como o BRDE atua na área cultural”, explica a diretora.

Diretora destacou apoio do banco ao setor cultural

“É com esse espírito, da gente celebrar a cultura, a leitura… aquilo que a literatura faz conosco, que é nos transportar para outro mundo, para uma outra realidade, mas também nos conhecer melhor como seres humanos e aventureiros, nessa jornada que é a vida”, completa Leany Lemos. A diretora de Operações instiga a todas e todos a participarem Mostra Literária 2021: “compartilhem os seus talentos conosco”.

Percurso da Mostra Literária

De acordo com Adriana Reus, bibliotecária da Agência BRDE do RS, a primeira Mostra Literária aconteceu em 2014, ideia do colaborador aposentado Carlos Ponzoni, que tinha como um dos objetivos promover engajamento entre as três agências (RS, SC e PR) e a Direção Geral do banco. “Nesse primeiro ano houve a divulgação apenas das produções dos colegas da ativa e aposentados, e no ano seguinte abrimos para os seus familiares. Na edição seguinte, fizemos a Mostra com todos os estudos técnicos produzidos pelos funcionários responsáveis pelos projetos financiados pelo banco”, explica. Ainda, segundo Adriana Reus, na edição de 2018 foram expostas as obras selecionadas pelo BRDE com o Incentivo Fiscal da Lei Rouanet e na de 2019 foi realizada uma exposição das primeiras fotos da instalação do BRDE em 1961 e das primeiras empresas financiadas. “Essa exposição foi itinerante e vista pelas três agências”, enfatiza a bibliotecária.

Esse é o segundo ano consecutivo que a Mostra Literária é realizada em formato virtual e que por conta disso agrega novidades à edição. “Pudemos acrescentar fotografias e vídeos”, ressalta Adriana Reus. Durante o evento, foi realizada a homenagem ao ex-funcionário do BRDE e entusiasta da Mostra Literária, Luís Alberto de Moraes Calazans, falecido recentemente. Na ocasião, Adriana Reus leu um poema do “colega Calazans”, intitulado de “O Nascer”. Neste primeiro dia da Mostra, estava prevista a participação do jornalista e poeta Fabrício Carpinejar, patrono da 67ª Feira do Livro de Porto Alegre, mas não pode participar devido à problemas de conexão.

A Mostra Literária foi transmitida ao vivo pelo canal @brdeoficial e segue disponível pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=6GinDW6RpBw

Programação

Nesta quarta-feira (10/11), a 7ª Mostra Literária terá programação preparada para os jovens, e em especial dirigida aos familiares dos funcionários, ex-funcionários, aposentados e pensionistas, com o objetivo de valorizar a educação e a cultura. A transmissão também poderá ser acompanhada ao vivo, a partir das 14h, através do link: https://www.youtube.com/watch?v=GtKdnltg34I.

Já na quinta-feira (11/11), também através do canal do Youtube do BRDE, às 14 horas, será o encerramento da Mostra Literária 2021. Na oportunidade, será realizada a doação de novas coleções de obras de autores consagrados, tanto autores nacionais como internacionais, através do projeto Pró-Biblioteca, que o BRDE apoia por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura. Acompanhe a transmissão pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=pfA6V3Dk5EM

O evento será em formato on-line pelo segundo ano consecutivo e se estenderá ao longo da próxima semana

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) irá realizar entre os dias 08 e 12 de novembro a 7ª edição da Mostra Literária BRDE, com o objetivo de divulgar para o público interno e externo produções artísticas – como poesias e crônicas, criadas por colaboradores aposentados e ativos do Banco. A Mostra acontece sempre concomitante à tradicional Feira do Livro de Porto Alegre, da qual o BRDE é um dos apoiadores institucionais.

Ao longo da semana, textos e demais manifestações dos colaboradores e ex-funcionários do banco estarão disponíveis numa plataforma digital. A programação se estenderá ao longo da semana, mas nos dias 9, 10 e 11 estão previstos eventos especiais da Mostra Literária, com transmissões diárias através do canal do BRDE no YouTube – @brdeoficial, sempre a partir das 14 horas e que podem ser conferidas pelo público em geral. 

Programação

Na terça-feira (09/11) a abertura da Mostra Literária BRDE 2021 contará com a participação da diretora de Operações do BRDE, Leany Lemos, do diretor de Planejamento do BRDE, Otomar Vivian, e do jornalista e poeta Fabrício Carpinejar, patrono da 67ª Feira do Livro de Porto Alegre, e da bibliotecária do BRDE, da Agência do Rio Grande do Sul, Adriana Reus.

A transmissão pode ser acompanhada ao vivo, através do link: https://www.youtube.com/watch?v=6GinDW6RpBw

O segundo dia da Mostra, na quarta-feira (10/11), terá a participação da psicóloga Marta Elisa Eberle, criadora da plataforma Navegamundo, idealizadora e produtora de podcasts contendo contos culturais infanto-juvenis, da economista Denise Weinréb, ex-funcionária do BRDE, que irá falar sobre suas vivências como produtora cultural e escritora de livros infantis e também da publicitária e jornalista Paula Taitelbaum, colaboradora do projeto Pró-Biblioteca, que o BRDE apoia por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

A transmissão também poderá ser acompanhada ao vivo, através do link: https://www.youtube.com/watch?v=GtKdnltg34I

Para marcar o encerramento, na quinta-feira (11/11), o Banco comunicará oficialmente a doação de livros através do projeto Pró-Biblioteca. Serão distribuídos dez novas coleções contemplando penitenciárias, a Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (Fase) e a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher. Na ocasião, participará um dos fundadores e diretor da L&PM Editores, Paulo Lima, diretores do BRDE e demais autoridades.

Também é possível acompanhar ao vivo a transmissão pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=pfA6V3Dk5EM

 “Agenda ESG e o Papel dos Bancos de Desenvolvimento no Brasil” foi o tema da 4ª edição do ciclo de palestras BRDE Cenários, nesta quinta-feira (28/10), tendo como convidada a especialista em sustentabilidade e inovação, Vanessa Pinsky. Com mais de 20 anos de experiência profissional na área, ela abordou a relevância da agenda ESG em termos globais, o contexto atual e as novas regulações nacionais, destacando a perspectiva de contribuição dos bancos de fomento para o desenvolvimento sustentável. O evento teve mediação do chefe de Gabinete da presidência do BRDE, Mauricio Mocelin.

Agenda ESG e saúde planetária

A sigla ESG (do inglês Environmental, Social and Governance, ou seja, Governança Ambiental, Social e Corporativa) “acabou assumindo a condição de um selo que pode atestar o nível de compromisso de empresas com essas iniciativas, assim como servir de orientação para novos investimentos”, afirmou Vanessa Pinski. É uma agenda em construção e em crescimento constante. Segundo a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais), em 2020 havia cerca de R$ 700 milhões em fundos ESG, quase três vezes mais que no ano anterior.

A palestrante destacou que o impacto da ação humana em todos os ecossistemas do planeta resulta em “consequências extremamente complexas à saúde humana”, que geram também problemas sociais e econômicos. Segundo Vanessa Pinski, diante da complexidade dos problemas emergentes, como a pandemia de Covid-19 e seus impactos, por exemplo, já existe uma percepção entre líderes empresariais, sociedade civil, organizações internacionais em âmbito econômico e formuladores de políticas públicas sobre a necessidade de empreender ações coletivas. “Isso não é um problema de uma empresa ou de um governo, são problemas que devem ter a cooperação internacional e uma união de esforços”, sublinhou.

Novo marco regulatório no Brasil

De acordo com a pesquisadora, a novidade e o grande desafio para os bancos brasileiros são as seis novas regulações lançadas pelo Banco Central (Bacen) e pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), em setembro deste ano, e que entram em vigência em 2022. “Elas [regulações] trazem especificamente as diretrizes sobre como o mercado financeiro vai incorporar a questão da agenda ESG em termos de riscos para o sistema financeiro nacional e de critérios de avaliação de riscos para as empresas”.

Para Vanessa Pinski, espera-se que todos os bancos avaliem as empresas com as quais negociam operações de crédito e investimentos em relação aos impactos de suas emissões. Trata-se de um grande desafio para os bancos, porque ainda não há modelos de avaliação de risco com essa finalidade.  “É algo que está em construção absolutamente em todos os bancos”, informa a especialista.

Nesse sentido, Vanessa Pinski considera como propósito do momento colocar o bem social na centralidade do sistema financeiro brasileiro. “ESG é uma ferramenta fundamental para que o banco trabalhe alinhado com as expectativas do desenvolvimento sustentável”, disse. “A análise de risco traz a perspectiva de o banco trabalhar como parceiro em determinadas cadeias de valor, e identificar, inclusive, oportunidades de novos negócios para atuar em parceria com os próprios clientes. É uma mudança de paradigma, que traz uma série de oportunidades. Um formulário de gestão de risco pode ser um instrumento de trabalho para identificar oportunidades de negócio, para um novo financiamento”, exemplifica.

Ao agradecer a participação da palestrante convidada, Mauricio Mocelin enfatizou a necessidade de o BRDE se manter alinhado com a agenda ESG: “para nós, não é só uma questão normativa, é a nossa missão como banco de fomento”, reiterou.

A palestra teve transmissão ao vivo pelo canal do BRDE no YouTube – @brdeoficial e segue disponível pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=nnoV8mQb4F8

 

 

Ciclo de palestras promovido pelo banco terá sua 4ª edição nesta quinta-feira

Cuidar do meio ambiente, promover impacto social e adotar modelos corporativos éticos estão se constituindo, de maneira crescente nos últimos tempos, em fatores que impactam no desempenho das empresas.  Uma maneira das organizações serem reconhecidas por adotar estas práticas é medida através da sigla ESG (do termo em inglês Environmental, Social and Governance), que significa Governança Ambiental, Social e Corporativa.

O tema será pauta da próxima edição do BRDE Cenários, que acontece nesta quinta-feira (28/10), com a participação da especialista em Sustentabilidade/ESG, Vanessa Pinsky. Com mais de 20 anos de experiência profissional nesta área, ela vai realizar a palestra cujo tema é “Agenda ESG e o Papel dos Bancos de Desenvolvimento no Brasil”.

A palestra iniciará às 14 horas, com transmissão pelo canal de Youtube do banco.  Promovido pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o ciclo de palestras chega a sua quarta edição e tem por finalidade abordar temas sobre a conjunta econômica e fiscal do país, tendências de mercado e o papel das instituições de fomento. O evento é aberto ao público e não exige prévia inscrição.

A sigla ESG acabou assumindo a condição de um selo que pode atestar o nível de compromisso de empresas com essas iniciativas, assim como servir de orientação para investimentos. Segundo a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais), em 2020 havia cerca de R$ 700 milhões em fundos ESG, quase três vezes mais que no ano anterior.

Para a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, além de sua atualidade e importância para as empresas, a pauta do evento instiga uma reflexão interna no banco em termos de análise dos projetos de financiamento. “Como instituição cuja missão é apoiar o desenvolvimento econômico e social, cabe ao banco orientar-se por essa agenda. Estamos neste caminho, incorporando uma governança com base em uma conduta ética e de respeito à diversidade, além de oferecer crédito a projetos alinhados com a pauta ambiental e social”, destacou a presidente.

Em busca do apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) por meio de leis de incentivo fiscal no exercício de 2021, ao todo 427 entidades concluíram o cadastramento dos seus projetos. Do total de inscrições, mais da metade (52%) das propostas está concentrada nos repasses previstos na Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e na sequência, com 81 projetos, aparece os candidatos ao apoio do banco via Lei do Esporte.

Concluído o período de inscrições, as comissões internas das Agências de Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Curitiba (PR) iniciaram as análises dos projetos que tiveram o credenciamento concluído. Este trabalho tem término previsto para o dia 19 de novembro, quando já serão conhecidos também os valores que o BRDE irá disponibilizar neste ano para repassar às entidades selecionadas.

O edital para seleção pública foi lançado em 17 de junho, durante as comemorações dos 60 anos de atuação do BRDE na região Sul do país. As inscrições fecharam no último dia 15 deste mês. No ano passado, foram selecionados 106 projetos, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Os projetos selecionados terão os recursos disponibilizados até o dia 28 de dezembro deste ano.

A inciativa do banco constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos nos três estados do Sul. Desde 2015, o BRDE já disponibilizou mais de R$ 23,7 milhões para instituições da região.