BRDE

Montante contratado pelo setor chegou a R$ 149,16 milhões, contra R$ 84,42 milhões do mesmo período do ano anterior. Foi o maior volume dos três Estados do Sul. Só para agroindústrias de suínos e aves foram R$ 79 milhões.

As contratações de crédito do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) pelo setor industrial do Paraná chegaram a R$ 149,16 milhões de janeiro a junho deste ano, o que representa aumento de 76% em relação ao mesmo período do ano passado, que foi de R$ 84,42 milhões.

O volume de contratos do Paraná junto ao setor industrial foi o maior entre os três estados do Sul – área de atuação do banco. O crédito ao Estado ficou à frente do Rio Grande do Sul, com R$ 126,49 milhões, e Santa Catarina, com R$ 49,96 milhões.

No Paraná, as indústrias que mais contrataram no período foram do setor agroindustrial, de suínos e de aves, com R$ 79 milhões, puxados pelo crescimento na base da cadeia. A produção de suínos aumentou 10,6% no primeiro trimestre (241,3 mil toneladas de carne produzidas e 2,5 milhões de porcos abatidos), enquanto na avicultura o crescimento foi de 4,9%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em seguida vem a indústria alimentícia, com contratações que somam R$ 34,7 milhões. O segmento de papel e editora somou R$ 13,5 milhões e as indústrias de cosméticos contrataram R$ 5,5 milhões para novos investimentos e custeio.

O vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley, destacou que os resultados do banco no Paraná estão alinhados ao processo crescimento na produção industrial do Estado.

De janeiro a maio, a produção do setor aumentou 20% em comparação com os primeiros cinco meses do ano passado. O resultado foi o quinto melhor do Brasil, de acordo com pesquisa do IBGE. Em comparação, o Brasil teve uma média de crescimento de 13,1% no mesmo período.

“O Estado não para de crescer e o BRDE, como banco atrelado à inovação, exerce seu papel em favor do crescimento industrial paranaense”, disse “Desta maneira, o Paraná se mantém forte, mesmo em meio à crise causada pela pandemia”.

Segundo ele, a expansão da indústria impacta diretamente todos os setores, gerando empregos e desenvolvendo cidades. De janeiro a maio, a indústria puxou a abertura de novas vagas no Estado, com a criação de 27.991 oportunidades com carteira de trabalho no acumulado do ano.

 

Com o avanço da imunização contra a Covid-19 para novas faixas etárias em todo o país, o setor de turismo vislumbra perspectivas de uma retomada para o segundo semestre.  Embora a recuperação total em termos de faturamento de antes da pandemia seja projetada apenas a partir do próximo ano, entidades do setor já identificam maior interesse dos brasileiros em retomar as viagens.

Para auxiliar empresas da região Sul que atuam no setor, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) tem em carteira cerca de R$ 280 milhões disponíveis para financiar projetos de investimentos ou como fonte de capital de giro.  Através do programa BRDE Turismo, o banco oferece empréstimos com carência de até 60 meses para investimentos fixos, como é caso de projetos de implantação, ampliação, modernização e reforma de empreendimentos turísticos. O prazo do financiamento é de até 25 anos.

Já na compra de equipamentos e capital de giro isolado (recursos que ajudam no fluxo de caixa das empresas), o prazo de financiamento é de 72 meses e carência de um ano. Em todas as situações, os juros são de 5% ao ano, mais taxa Selic. Apenas para as empresas instaladas no Rio Grande do Sul o BRDE tem R$ 110 milhões disponíveis.

Retomada

Na avaliação da diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, o programa representa um importante suporte para as empresas do setor, um dos mais afetados pela pandemia, mas igualmente será fundamental agora na retomada mais forte das atividades. “Há uma tendência muito positiva para as viagens internas, em especial o ecoturismo, algo que na região Sul do país tem grandes atrativos aos turistas, incluindo a gastronomia. Somos parceiros pois acreditamos que toda a cadeia do turismo tem condições de ampliar bastante o seu peso na nossa economia regional”, observou a presidente.

Como acessar

Para solicitar o financiamento, as empresas devem acessar o site www.brde.com.br, no ambiente do Internet Banking (IB) – https://ib.brde.com.br/Usuario/Login. Todos as operações serão através da plataforma digital e a documentação deverá ser inserida (upload) também através do site. O app do BRDE também traz as informações sobre o programa.

Oferecer oportunidade de transformação social é a missão que o Instituto Guga Kuerten carrega consigo ao longo de seus quase 21 anos de trajetória. Através de projetos que visam a inclusão social de crianças e adolescentes em estado de vulnerabilidade econômica, social e educacional, o Instituto inspirado na trajetória de Guga no tênis, atua na região da grande Florianópolis, capital de Santa Catarina.  Tricampeão do torneio de Roland-Garros, Guga é considerado o maior tenista brasileiro na modalidade masculina.

O programa Campeões da Vida  é uma das iniciativas desenvolvidas pela instituição apoiada pela lei de incentivo fiscal ao esporte (LIE) e que tem como objetivo promover a esses jovens, por meio de ações educacionais e esportivas, desenvolvimento pessoal e social. Atualmente 400 crianças e adolescentes são beneficiados diretamente pelo programa, além de uma parte desse atendimento ser direcionado a pessoas com deficiência cadastradas na  Coepad (Cooperativa de Pais e Amigos da Pessoa com Deficiência).

Programa é inspirado na trajetória do tenista Guga Kuerten

Os educandos do projeto são atendidos no período do contraturno escolar, com atendimentos que acontecem duas vezes por semana nos cinco núcleos da região (Saco Grande, Itacurubi, Biguaçu, São José e Palhoça). Atividades como aulas de tênis e esportes complementares (futebol de campo, voleibol, basquetebol, badminton, futebol de areia, futsal, rugby, vôlei de praia, beach tennis e frisbee), fazem parte do rol de oficinas ofertadas pelo projeto além de outras ações culturais e pedagógicas.

Parceria com o BRDE

De acordo com a superintendente executiva do Instituto, Silvana Silveira Medeiros, o apoio do BRDE, assim como o de outras empresas parceiras, é de essencial para o programa, permitindo que a entidade consiga dar continuidade a seu trabalho “É de suma importância para que a gente possa manter os profissionais do atendimento direto dos nossos educandos. Então a gente sempre torce para a continuidade e renovação dessas parcerias” , ressalta Silvana. O BRDE iniciou seu apoio ao projeto da região em 2019,  onde repassou R$ 17 mil para o instituto. Já no final do ano de 2020 o Banco contribuiu com cerca de R$ 30 mil usados nas atividades ao longo deste ano.

Leis de Incentivos  

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A iniciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

O edital de seleção para os projetos que serão contemplados em 2021 já está disponível. O prazo de inscrições se encerra no próximo dia 30 de setembro. Os pedidos de apoio aos projetos são recebidos exclusivamente em meio eletrônico, através do Portal de Incentivos, disponibilizado no site do BRDE. No ano passado foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses.

Primeiro convidado do BRDE Cenários, economista salienta necessidade do país investir em educação básica e seguir agenda de reformas

Para que nos próximos anos a economia brasileira possa apresentar um ritmo de crescimento mais constante, o grande desafio está em promover ganhos de produtividade. “Para isso é preciso investir nas pessoas, ampliando a educação básica e assim termos profissionais mais qualificados, e seguir uma agenda de reformas no Brasil”, apontou o economista Mansueto Almeida Júnior. Segundo ele, mesmo com a retomada positiva da atividade econômica que se percebe desde o mês de abril e o aumento de arrecadação, a situação fiscal ainda segue muito grave, com as contas públicas do país apresentando déficit primário recorrente desde 2013.

A análise sobre um cenário que se mostrava de muitas incertezas no primeiro trimestre, diante do agravamento da pandemia de Covid-19, ocorreu durante a primeira edição do BRDE Cenários, na tarde desta quarta-feira (14/7). Convidado para a edição que abriu o ciclo de palestras do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Mansueto destacou que a segunda onda da doença foi muito mais grave, porém os impactos na economia resultaram menores. “As empresas se adaptaram melhor aos protocolos e aprenderam a trabalhar no on line. Com isso, o mercado já trabalha com um crescimento do PIB no Brasil ao redor de 5,5%. É uma recuperação forte, voltando ao patamar pré-pandemia”, observou.

Mansueto identificou duas situações do cenário mundial que representam impactos positivos para o desempenho da economia do país. “Com as commodities agrícolas e de mineral em alta e o mundo podendo crescer 6%, não tem como o Brasil não se recuperar”, destacou. Mas para que o Brasil não fique apenas no que ele chama de “recuperação cíclica”, o economista advertiu para a necessidade de avançar na agenda de reformas, com destaque para as áreas fiscal e “uma reforma tributária ampla”, além de maiores investimentos na educação básica, na saúde e no estímulo à inovação.

Hoje atuando como economista-chefe do BTG Pactual, Mansueto reconhece, no entanto, que o país vem conseguindo importantes avanços. “Há cinco anos, se alguém previsse que, após um impeachment, o país conseguiria aprovar mudanças na Previdência e ampliar concessões, mandaria internar. Nesse ano ainda, foi possível aprovar um orçamento sem afastar o teto de gastos”, recordou.

Mansueto comandou a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) até julho do ano passado alerta para a necessidade de conter o tamanho do gasto público, ainda mais para uma economia emergente como a do Brasil. “Temos a maior carga tributária na comparação com os demais países da América Latina porque o nosso gasto público é muito grande”, resumiu. Ele alertou ainda para o quanto a questão de energia e a volta da inflação representam ameaças para a economia.

Economista defende necessidade do país avançar na educação básica e reformas

Para a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, a palestra de Mansueto reforçou a importância do país se voltar para agendas como maiores investimentos em educação e no crescimento de produtividade. “São diretrizes com as quais o Banco se identifica muito, como no caso de apoio a projetos de inovação em diferentes segmentos”, comentou. A palestra foi transmitida via no canal do Youtube do banco, onde seu conteúdo segue disponível (YouTube/brdeoficial).

Próxima edição
Leany Lemos já anunciou a convidada da segunda edição do BRDE Cenários, que está marcada para o próximo dia 4 de agosto. Será a consultora econômica Zeina Latif. Ela já atuou como economista-chefe da XP Investimentos e é colunista do jornal O Globo.

Na tarde desta quarta-feira (14), os diretores do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) se reuniram com a equipe da Secretaria do Desenvolvimento Urbano e de Obras Públicas para apresentar as possíveis linhas de financiamento para projetos nos municípios paranaenses.

“Nós apresentamos as linhas de crédito disponíveis no BRDE para os municípios. Para que isso aconteça de forma efetiva, a porta de entrada é sempre a SEDU, que organiza o processo de desenvolvimento municipal. É uma boa parceria entre a SEDU, o Paranacidade e o BRDE. O banco está com oito parcerias internacionais e por isso esse estreitamento é tão importante, para sabermos o norte de onde aplicar os recursos”, afirma o vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson Bley.

Além dos diretores do BRDE, estiveram presentes o Secretário da SEDU, João Carlos Ortega, o Superintendente Álvaro José Cabrini Junior e a diretora de operações do Paracidade, Camila Mileke Scucato.

Programa BRDE Municípios

Lançado em 2015, o programa BRDE Municípios visa incentivar com recursos financeiros e suporte técnico, projetos de desenvolvimento institucional, saneamento, mobilidade urbana e infraestrutura nos municípios do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O programa trabalha com três eixos principais de financiamento. Um deles é saneamento e mobilidade urbana, que envolve drenagem, tratamentos de resíduos sólidos e líquidos, pavimentação, iluminação pública, ciclovia.

O segundo eixo, que é o de infraestrutura social, urbana e rural, trata de projetos para construção ou reforma de escolas, postos de saúde, centros comunitários, melhorias em estradas vicinais, distritos industriais e infraestrutura turística. A outra vertente é a do desenvolvimento institucional, qualificação, modernização de processos e sistema.

Na tarde desta segunda-feira (12), o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) participou da Audiência Pública que visa realizar consulta com os eventuais interessados na licitação a ser deflagrada para concessão de serviços públicos de implantação, operação, manutenção e gestão de pátios veiculares integrados no Estado do Paraná.

Destacando a unidade presente no atual governo, o vice-presidente e diretor de operações do banco, Wilson Bley, agradeceu o momento. “Para o BRDE é uma satisfação estar aqui com vocês. Nós procuramos um posicionamento institucional diferenciado, não só levando crédito, mas também participando da construção de políticas públicas e na sua execução”.

O projeto foi desenvolvido pelas equipes do Detran, do BRDE e da Superintendência Geral de Parcerias (SGPAR), vinculada à Secretaria estadual de Desenvolvimento Sustentável e do Turismo. O BRDE criou uma nova expertise, a de apoiar a estruturação de concessões e PPPs, ou seja, processos de desestatização.
A consulta pública é a forma de reunir possíveis licitantes para que todos deem suas opiniões para o certame que será proposto. O objetivo é ouvir o maior número possível.

Montante aplicado no ano passado e neste ano ficou 15% acima do inicialmente previsto. Para a futura safra, Banco deverá disponibilizar mais recursos para a inovação e para a sustentabilidade.

Os repasses do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) pelo Plano Safra 2020/2021 somaram R$ 525 milhões, o que representa 15% a mais que montante inicialmente previsto, de R$ 460 milhões. Com este resultado, o projeto de 2021/2022 começa com a meta inicial de R$ 600 milhões de créditos repassados à safra paranaense.

“Os empreendedores rurais têm focado grande parte dos investimentos em projetos para adoção de novas tecnologias e sustentabilidade, mostrando o alto nível da agricultura e pecuária que praticam e seu compromisso com o meio ambiente e com as futuras gerações”, diz o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley. “Em sintonia com esta particularidade, o BRDE disponibiliza para nesta nova safra mais recursos para a inovação e para a sustentabilidade”.

Dos R$ 525 milhões do ano-safra que se encerrou, R$ 415 milhões foram em programas do governo federal e mais R$ 110 milhões em outros programas.

Entre os federais, foram destinados créditos para adoção de tecnologias agropecuárias sustentáveis, inovação tecnológica, modernização e expansão da produtividade, aquisição de tratores, colheitadeiras e máquinas agrícolas para pulverização e adubação, irrigação e estruturas de produção em ambiente protegido, construção, ampliação e modernização de armazéns, desenvolvimento cooperativo e Fundo de Defesa da Economia Cafeeira (Funcafé).

Foram R$ 69 milhões destinados à região Central do Paraná; R$ 134 milhões ao Norte; R$ 180 milhões ao Oeste e R$ 26 milhões ao Sul; além de R$ 116 milhões ao Mato Grosso do Sul, que também recebe recursos da agência paranaense do BRDE quando o empreendedor é do Sul ou quando o empreendimento traz retornos para esta região do País.

Para este ano, o BRDE estima contratar R$ 600 milhões em investimentos rurais nos estados do Paraná e Mato Grosso do Sul, áreas de atuação da agência do Paraná. “Além disto, o BRDE como agente credenciado no programa Banco do Agricultor do Paraná, vai atender a região com recursos do crédito agrícola com juros equalizados, contando com a participação dos nossos parceiros, as cooperativas de crédito Sicredi e Cresol”, afirma Bley.

PANDEMIA  O diretor lembra que o agronegócio é um setor muito forte e resiliente do Brasil, e ainda mais na região Sul. “Na pandemia não tem sido diferente. Continua produzindo alimentos, divisas, empregos, oportunidades e agregando valor aos produtos primários com os investimentos realizados, mesmo diante dos desafios”, destaca o diretor.

“Os empreendedores rurais têm focado grande parte dos investimentos em projetos para adoção de novas tecnologias e sustentabilidade, mostrando ao Estado, ao país e ao mundo o alto nível da agricultura e pecuária que praticam e seu compromisso com o meio ambiente e com as futuras gerações”, completa Bley. “Em sintonia com esta particularidade, o BRDE disponibiliza para nesta nova safra mais recursos para a inovação e para a sustentabilidade”.

Ex-secretário do Tesouro Nacional é o convidado da primeira edição do BRDE Cenários, que acontece na quarta-feira

O economista Mansueto Almeida Júnior, que comandou a Secretaria do Tesouro Nacional (STN) até julho do ano passado, é o palestrante convidado para a primeira edição do BRDE Cenários. Trata-se de um ciclo de palestras e debates organizado pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), com o objetivo de abordar temas sobre a conjunta econômica e fiscal do país, tendências de mercado e o papel das instituições e fomento. A primeira edição ocorre na próxima quarta-feira (dia 14/7), a partir das 14 horas, com transmissão via canal do Youtube do banco (YouTube/brdeoficial).

Atual economista-chefe do BTG Pactual, Mansueto vai abordar na sua palestra os desafios da agenda de reformas e os eventuais impactos no desenvolvimento da economia brasileira. Ele é considerado um dos principais especialistas do país em finanças públicas. O evento é aberto ao público e não exige prévia inscrição.

Economista vai abordar agenda de reformas

Conforme a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, a iniciativa em promover um ciclo de debates busca compartilhar diferentes visões sobre os desafios para a economia do país e, em especial, na região Sul. “Queremos estimular o debate sobre temas de interesse atual, mas acima de tudo buscando projetar caminhos e reforçar o nosso papel estratégico em apoiar projetos com impacto econômico e social, sempre com um olhar na inovação e com a pauta da sustentabilidade presente”, observou a presidente.

A inspiração para lançar o BRDE Cenários surgiu durante as atividades da semana de aniversário da instituição. Entre os eventos organizados para a marcar os 60 anos do banco, a palestra com o economista Persio Arida, integrante da equipe que idealizou o Plano Real e reconhecido como um dos grandes estudiosos sobre a inflação brasileira, foi um dos destaques da programação.

O BRDE completou seis décadas de trajetória no último dia 15 de junho, se consolidando entre os maiores bancos em tamanho de carteira de crédito do Brasil, com R$ 13,5 bilhões. O banco fechou 2020 com mais de R$ 3,3 bilhões em crédito para investimentos e capital de giro a empreendedores dos três estados acionistas – Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além da parceria com Mato Grosso do Sul.

Desde 2017, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, o projeto ‘A Arte de Pertencer’ tem o apoio Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). Idealizado e executado pelo Pertence, do Rio Grande do Sul, o projeto desenvolve ações de capacitação e treinamento pessoal para pessoas com deficiência, possibilitando acesso à cultura e suas práticas artísticas, além de benefícios físicos e mentais dos participantes e suas famílias, melhorando assim, a qualidade de vida.

No ano passado, os R$ 30 mil repassados, por causa da pandemia do coronavírus foram investidos em ferramentas que permitiram manter o atendimento para crianças, jovens e adultos com deficiência, com diversas atividades para assim manter uma rotina, cada um em sua residência. Isso inclui, contratação de edição de vídeo, acessibilidade, aparelhos para gravação, materiais usados em oficinas, entre outros. Desde 2017, o banco já destinou em R$ 65 mil em favor do projeto. Segundo o presidente do Pertence, Victor Daniel Freiberg, o projeto ‘A Arte de Pertencer’ já impactou em torno de 400 famílias e que só é viável por conta de parceiros como o BRDE, que acreditam na transformação, na inclusão e em um mundo melhor. “Temos muito orgulho pelas centenas de vidas que transformamos juntos até o momento e temos a certeza de que com a nossa parceria transformaremos muito mais”, ressalta o presidente do Pertence.

Cultura como inclusão social

 Fundado em 2011, o Pertence tem como objetivo criar experiências memoráveis e proporcionar o sentimento de pertencer, amizade e protagonismo da pessoa com deficiência intelectual. O projeto ‘A Arte de Pertencer’, proporciona experiências socioculturais e potencializa as capacidades expressivas e de interação, através do acesso à cultura, do convívio e aprendizado mútuo. Promove e garante seus direitos, visando sua consciência de cidadania, pertencimento e inserção social através do acesso à cultura. Por meio de metodologias ativas, estimula os participantes a explorarem suas potencialidades através da arte.

Por conta da Covid-q19, atividades são realizadas em formato on line

Devido à pandemia, a 3ª edição do projeto gaúcho, que se encaminha para a finalização, acontece em formato virtual possibilitando a sociabilização sem fronteiras e permitindo participantes de todo o país. “A pandemia nos mostrou que com a ajuda das empresas e o apoio da sociedade, nada pode nos parar, ao contrário, tudo nos fortalece e nos dá mais ânimo para correr atrás dos nossos sonhos e objetivos”, destaca Freiberg.

Incentivos Fiscais

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

No dia 17 de junho, o banco publicou o edital de seleção para os projetos que serão contemplados em 2021. Os pedidos de apoio aos projetos são recebidos exclusivamente em meio eletrônico, através do Portal de Incentivos, disponibilizado no site do BRDE. O prazo de inscrições vai até o dia 30 de setembro.  No ano passado foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses.

É com enorme tristeza que o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) lamenta o falecimento de Paulino Capelin Fachin, presidente da Coasul Cooperativa Agroindustrial.

Afastado de seu cargo para um tratamento de saúde, ele faleceu na noite de quinta-feira (08). Parceiro do banco, o Sr. Paulino sempre teve um ótimo envolvimento com o BRDE, demonstrando muita emoção e paixão.

Sua trajetória e seu trabalho por onde atuou serão sempre reconhecidos. Em nome do BRDE, externamos nossos sentimentos de pesar e desejos de conforto aos familiares e amigos.