BRDE

Banco já destinou mais de R$ 23,7 milhões a entidades por meio de leis de incentivo fiscal

Termina nesta quinta-feira (30/9) o período de inscrições das entidades interessadas em ter o apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) por meio de leis de incentivo fiscal. Até o momento, perto de 300 entidades da região Sul já iniciaram os processos de cadastramento dos seus projetos através do Portal de Incentivos. O formulário está disponível exclusivamente na forma digital.

A inciativa do banco constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no Paraná. Desde 2015, o BRDE já disponibilizou mais de R$ 23,7 milhões para instituições dos três Estados.

Os projetos apoiados qualificam equipes e programações de entidades que prestam atendimento a crianças, jovens e idosos; promovem atividades de educação pelo esporte e competições que valorizam atletas; permitem a aquisição de equipamentos para hospitais, creches e asilos; estimulam a produção e a distribuição de livros para escolas e bibliotecas públicas; possibilitam apresentações de dança, música, artes visuais e cênicas, bem como a valorização do patrimônio arquitetônico e histórico, e ajudam a manter programações anuais de instituições como museus, centros de cultura e orquestras, entre outras.

Recursos

O edital de 2021 para seleção pública foi lançado em 17 de junho, durante as comemorações dos 60 anos de atuação do BRDE na região Sul do país. No ano passado, foram selecionados 106 projetos, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Os projetos selecionados terão os recursos disponibilizados até o dia 28 de dezembro deste ano.

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar projetos por meio dos seguintes mecanismos de renúncia fiscal:

Lei Federal de Incentivo à Cultura 8.313, de 23/12/1991;

Lei Federal 8.685, de 20/7/1993 (Lei do Audiovisual);

Lei Federal 11.438, de 29/12/2006 (Lei de Incentivo ao Esporte);

Lei Federal 8.069, de 13/7/1990 (Fundo da Infância e da Adolescência);

Lei Federal 10.741 (Estatuto do Idoso) e Lei Federal 12.213 (Fundo Nacional do Idoso);

Lei Federal 12.715/2012 e Decreto 7.988/2013 – Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) e Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas).

Para outras informações:

Rio Grande do Sul: duvida.incentivofiscalRS@brde.com.br

Santa Catarina: duvida.incentivofiscalSC@brde.com.br

Paraná: duvida.incentivofiscalPR@brde.com.b

 

Wilson Bley Lipski, vice-presidente e diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e Luiz Carlos Borges da Silveira, diretor administrativo, formalizaram, nesta quarta-feira (22/09), durante visita ao Sistema Ocepar, em Curitiba, a entrega de uma homenagem, em forma de troféu, em reconhecimento aos 50 anos de fundação da Ocepar e pela parceria do setor cooperativista paranaense nas seis décadas de existência do banco. “O cooperativismo sempre esteve ao lado do BRDE em todos os momentos e nada mais justo do que prestar esta justa homenagem”, frisou Lipski.

Homenagem – O presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken agradeceu a homenagem e a visita. “O BRDE é uma das principais instituições públicas de fomento ao desenvolvimento do setor e a própria história de muitas cooperativas estão relacionadas com esta atuação do banco. Nessas seis décadas, a instituição contribuiu, através do repasse de financiamentos, projetos agroindustriais que hoje geram emprego, distribuem renda e ajudam o Estado a se desenvolver de forma sustentável”, ressaltou.

Presenças – Participaram do encontro, os superintendentes Nelson Costa, da Fecoopar, e Leonardo Boesche, do Sescoop/PR, além do gerente de Desenvolvimento Técnico, Flávio Turra, o coordenador de Comunicação Social, Samuel Milléo Filho, do Sistema Ocepar, e o assessor do BRDE, Flávio Fernandes Leonardo.

História – Criado em 1961 com o desafio inicial de propiciar ganhos de produtividade para uma economia regional à época majoritariamente agrícola, o BRDE nasceu diante da necessidade de atrair para os estados do Sul melhores fatias das linhas de crédito federal, por muitos anos fonte majoritária de funding.

Trajetória – Ao longo de sua trajetória, em especial no período mais recente, o banco buscou diversificar suas fontes a ponto de registrar, no último ano, uma redução da participação do Sistema BNDES a 57,6% do total de financiamentos contratados. Esse resultado ocorreu mesmo com um aumento de 24,3% do volume contratado com recursos do BNDES em relação ao ano anterior, que passou de R$ 1,5 bilhão em 2019 para R$ 1,9 bilhão em 2020.

Parcerias – O banco registra atualmente uma importante relação de parcerias com organismos internacionais, como Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), BIRD-Banco Mundial, Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), Banco Europeu de Investimentos (BEI), Novo Banco de Desenvolvimento (NDB) e o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF).
décadas de atuação, já atinge a marca de R$ 200 bilhões em operações de crédito.

O troféu faz parte de uma ação que homenageia entidades que fizeram parte dos 60 anos do banco

Na manhã desta quarta-feira (22), o vice-presidente e diretor de operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo SUl (BRDE), Wilson Bley, entregou um troféu simbólico ao Secretário da Agricultura do Paraná, Norberto Ortigara, em homenagem a sua contribuição para com o banco nos últimos 60 anos.

“É um orgulho ter como um parceiro alguém como o Ortigara. Tudo que ele fez e faz pelo nosso estado é um grande avanço, rumo à inovação”, comentou Bley.

O secretário, ao receber a homenagem, também elogiou o trabalho do BRDE para o desenvolvimento do Sul. “O BRDE tem uma visão estratégica há 60 anos. Criaram uma importante instituição para os três estados do Sul para promover, incentivar e apoiar o desenvolvimento. Olhando para trás, vemos que vivíamos tempos difíceis e tínhamos uma presença tímida na organização rural e cooperativista. Por isso, agradecemos e parabenizamos o esforço do banco, que é um importante parceiro do Paraná e auxiliando o estado na presença rural e cooperativista que tem hoje”.

Outros troféus foram entregues para o Governador do Paraná, Ratinho Junior, seu vice, Darci Piana e conselheiros do BRDE, In memorian Valmor Weiss, que recebeu o troféu por meio de sua esposa, Marlene Weiss; In memoriam Allan Jones dos Santos, que também recebeu o troféu por meio de sua esposa, Margarida Maria Castanheira Santos; Dr. João Biral Junior; e Wagner Aichner.

A intenção é de que até o final do ano os principais clientes e parceiros do banco recebam a homenagem com o objetivo de comemorar os 60 anos de história e inovação do BRDE.

Convidado da 3ª edição do BRDE Cenários, consultor econômico avaliou impactos da pandemia na renda das famílias mais pobres

Mesmo com uma alta carga tributária e gastos sociais em bom volume, o Brasil não consegue enfrentar o problema histórico das desigualdades de renda das famílias. Uma das saídas apontadas pelo consultor econômico do Senado, Pedro Fernando Nery, é destinar maiores investimentos na infância, a exemplo de países que criaram um incentivo universal infantil. “Numa comparação global, o Brasil está ente os mais desiguais e o estado brasileiro acaba gastando muito com quem ganha mais e gasta pouco, com as famílias que ganham menos. Ou seja, uma estrutura de proteção social que não está bem calibrada”, apontou ele, durante participação na terceira edição do BRDE Cenários, nesta quarta-feira (22/9).

Uma das razões para o Brasil não superar a desigualdade, na visão de Pedro Nery, é o gasto público muito baixo na infância em comparação a outras nações. “Existe uma carência enorme por creches e pré-escola no país e precisamos de programas de transferência de renda para famílias com filhos, e não apenas para as mais pobres. Toda a criança teria o direito de receber um auxílio, salvo aquelas muito ricas”, insistiu.

O retorno para o investimento público na infância se reflete nas diferentes fases da vida adulta, sendo um cidadão adulto mais produtivo, gerando bens e serviços, acrescentou o consultor econômico. “Investir na infância e na primeira-infância, em particular, representa uma quebra estrutural da pobreza”, resumiu.

Conforme um estudo que apresentou na sua palestra, Pedro Nery demonstrou que o país convive com um contingente estimado em 17 milhões de crianças e jovens que estão fora das políticas de proteção social. “Existe esse fosso de cobertura para as crianças brasileiras que não se encontram entre aquelas tão miseráveis a ponto de estarem no Bolsa Família ou entre as mais ricas, que declaram Imposto de Renda e que acaba, pelo modelo de dedução, recebendo uma transferência em média de R$ 50 por mês”, descreveu.

Consultou avaliou impactos da crise entre os mais pobres

Com o tema “Desigualdade em V”, a palestra de Pedro Nery abordou os impactos da pandemia na renda das famílias e o quanto o programa Auxílio Emergencial conseguiu marcas históricas na redução da pobreza e da extrema pobreza no país. Ele demonstrou, no entanto, que a redução do valor de ajuda federal representa um retorno muito acentuado da situação anterior. “A crise atingiu as famílias de forma muito desigual. É uma verdadeira ´montanha russa´ na vida dos mais pobres”, lamentou. Pedro Nery lembrou que uma fatia da população que trabalhava no mercado informal hoje está vivendo uma situação de “desemprego oculto”, algo entre 10 a 12 milhões de pessoas.

Promovido pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o ciclo de palestras tem por finalidade abordar temas sobre a conjuntura econômica e fiscal do país, tendências de mercado e o papel das instituições de fomento. Na abertura do evento, a diretora-presidente, Leany Lemos, destacou que o banco tem na sua missão um olhar atento para a questão social. “É importante debater como um banco de fomento deve se interessar no tema da desigualdade e mitigar esse problema do país”, frisou a presidente.

A palestra teve transmissão no canal de Youtube do banco e segue disponível para que não acompanhou ao vivo: https://www.youtube.com/watch?v=VAJ6MeViIzM

A fase vai durar entre 20 e 30 de setembro

As empresas e startups participantes do BRDE Labs 2021, programa de aceleração e desenvolvimento do ambiente de inovação na Região Sul do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), entram em fase de imersão. O programa é realizado em parceria com a Hotmilk, aceleradora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), e Amcham Brasil.

As indústrias participantes da segunda edição do programa selecionaram duas startups cada para uma série de entrevistas, mais detalhadas, sobre os desafios impostos pelas empresas e quais as soluções trazidas pelas startups. A fase vai durar entre 20 e 30 de setembro. Após, serão selecionadas as startups, uma por empresa, que passaram para a fase de aceleração.

“O objetivo do Programa BRDE LABS é fomentar a inovação no nosso estado, promovendo a aproximação de startups com grandes indústrias do estado do Paraná, as quais estão buscando soluções inovadoras para seus negócios”, afirma o vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson Bley Lipski.

Confira as startups que foram selecionadas para esta fase pelas empresas participantes do programa:

Angelus

– Agidesk – https://agidesk.com

– Órbo – https://www.orbo.com.br

Agrocete

– Area Argumented – https://area-ar.com

– Digitalk – https://www.digitalk.com.br

Cooperativa Agrária

– Bossabox – http://bossabox.com

– Digitalk – https://www.digitalk.com.br

Doce Doce

– Confirm8 – http://confirm8.com

– Optime – https://www.optimerotas.com.br

Enaex

– Maply – http://www.maply.io

– Sprecrux – https://www.specrux.com

Furukawa

– Huddle Brasil – https://www.huddlebrasil.com

– James Tip – http://www.jamestip.com

Ibema

– IDK Digital – https://idk.digital

– Logreversa – https://www.logreversa.com.br

Leclair

– PixForce – https://pixforce.com.br

– Seek – https://www.seekbrasil.com.br

Vetore

– Byond – https://getbyond.com

– Checklist Fácil – https://www.checklistfacil.com

SOBRE O PROGRAMA

O BRDE Labs foi elaborado com o objetivo de capacitar e acelerar o desenvolvimento do estado do Paraná aproximando as startups do Governo, Universidade, Indústrias e o BRDE para a geração de inovação. O foco do programa será a aceleração das startups selecionadas e conexão com as grandes indústrias do Paraná.

Saiba mais pelo site https://www.brdelabs.com.br/pr/

Pedro Fernando Nery é o convidado da próxima edição do ciclo de palestras promovido pelo banco

Depois de atenuar ao longo de 2020 os efeitos da pandemia de Covid-19 especialmente nas famílias mais pobres, o programa de socorro federal em uma escala menor pode fazer a desigualdade de renda retornar na mesma velocidade. Para debater o impacto de transferências como o Auxílio Emergencial e o risco de milhões de pessoas retornarem a viver na pobreza ou extrema pobreza, o BRDE Cenários terá, na edição desta quarta-feira (22/9), a participação do professor e consultor econômico do Senado Federal, Pedro Fernando Nery. A palestra iniciará às14 horas, com transmissão pelo canal de Youtube do banco.

“O impacto do Auxílio Emergencial em 2020 foi muito poderoso. A pobreza e a pobreza extrema caíram para o menor nível já registrado”, menciona Pedro Nery. Porém, alerta ele, com a redução do programa a desigualdade de renda deverá subir para um patamar maior do que antes e numa velocidade rápida. O tema da sua palestra será “Desigualdade em V”.

Colunista do jornal O Estado de São Paulo, o convidado do BRDE Cenários é Doutor, Mestre e Bacharel em Economia pela Universidade de Brasília. No Senado, atua como consultor na área de Economia do Trabalho, Renda e Previdência.

Promovido pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o ciclo de palestras tem por finalidade abordar temas sobre a conjunta econômica e fiscal do país, tendências de mercado e o papel das instituições de fomento. “Somos uma instituição cuja missão é apoiar o desenvolvimento econômico e social, por isso o tema da desigualdade de renda das famílias merece essa reflexão”, comentou a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos. O evento é aberto ao público e não exige prévia inscrição.

O Banco

O BRDE completou 60 anos agora em no mês de junho, se consolidando entre os maiores bancos em tamanho de carteira de crédito do Brasil, com R$ 13,5 bilhões. O Banco fechou 2020 com mais de R$ 3,3 bilhões em crédito para investimentos e capital de giro a empreendedores dos três estados acionistas – Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, além da parceria com Mato Grosso do Sul.

O ex-atleta olímpico busca apoio para novos núcleos do Projeto Gibinha via Lei de Incentivo Fiscal

O ex-jogador de vôlei e campeão olímpico Gilberto Amaury Godoy Filho, o Giba, esteve com o vice-presidente e diretor de operações, Wilson Bley Lipski, em visita à agência de Curitiba do BRDE, na tarde da última quinta-feira (16). O atleta aproveitou a ocasião para entender melhor as regras da Seleção Pública BRDE 2021 – Incentivos Fiscais para apoio à projetos, cujas inscrições estão abertas até dia 30 de setembro.

Em conversa descontraída com o diretor Bley, os dois são amigos de longa data, e também com a gerente de planejamento, Lisiane Astarita, Giba elogiou a iniciativa BRDE Jovem Empreendedor, que libera linhas de crédito a juros mais baixos para fomentar a geração de empregos e ampliar negócios criados por jovens de 18 a 29 anos.

O campeão olímpico está trabalhando na angariação de apoio e captação de recursos para novos núcleos do Projeto Gibinha, criado em 2014. O projeto, executado com recursos privados captados via Lei de Incentivo ao Esporte do Governo Federal, prevê a iniciação de crianças e jovens no esporte e colabora com o combate à obesidade infantil, o acompanhamento nutricional e a qualidade de vida.

Ele já foi aplicado em Araucária (PR), onde 176 crianças e adolescentes foram atendidos em 2016 e 2017, e em Matão (SP), onde contemplou 243 meninos e meninas em 2017 e 2018. Em 2021, o projeto foi implantado em Aracaju (SE) e há estudo para ser implantado em Quatro Barras (PR) em 2022.

Incentivos Fiscais

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Os pedidos de apoio aos projetos são recebidos exclusivamente em meio eletrônico, através do Portal de Incentivos, disponibilizado no site do BRDE. No ano de 2020, foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses. Para mais informações sobre a Seleção Pública BRDE 2021 – Incentivos Fiscais acesse aqui.

A homenagem foi a entrega de um troféu simbólico que engloba a comemoração dos 60 anos do BRDE

 No fim da tarde desta quarta-feira (15), diretores do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) se reuniram em um evento para poucas pessoas no Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões para realizar a entrega de troféus em homenagem a ex e atuais conselheiros do banco. O evento fez parte de uma série de ações que o BRDE está realizando para comemorar seus 60 anos de história.

Os homenageados da noite foram os conselheiros In memorian Valmor Weiss, que recebeu o troféu por meio de sua esposa, Marlene Weiss; In memoriam Allan Jones dos Santos, que também recebeu o troféu por meio de sua esposa, Margarida Maria Castanheira Santos; Dr. João Biral Junior; e  Wagner Aichner. Veja a trajetória dos homenageados no final do texto.

Durante o evento, a gerente de planejamento do banco, Lisiane Astarita, falou sobre a importância dos conselheiros e diretores para o funcionamento do BRDE. “Em nome de todos os funcionários do banco, eu gostaria de agradecer aos diretores e conselheiros todo o carinho e zelo que vocês têm conosco”, afirmou.

O diretor administrativo Dr. Luiz Carlos Borges da Silveira, também destacou a importância desses conselheiros para a história e trajetória dos 60 anos do banco. “O BRDE, nos últimos 60 anos, tem contribuído muito para o desenvolvimento da região Sul. E isso também é resultado do trabalho dos nossos conselheiros. O banco é uma família e os conselheiros fazem parte dela”, finaliza Dr. Borges.

Também com o papel de entregar o troféu simbólico para dois dos quatro homenageados e suas famílias, o vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson Bley Lipski, contou suas experiências pessoas com dois dos homenageados da noite e falou sobre o crescimento do banco. “O BRDE tem um papel social muito grande, talvez até maior que econômico. O que nós queremos agora é renovar o que foi feito nos últimos 60 anos por mais 60 anos. Por isso, faremos do BRDE o maior banco de desenvolvimento do Brasil”, disse Bley.

Confira a trajetória dos homenageados:

Conselheiro Sr. Valmor Weiss

O conselheiro Valmor Weiss nasceu em Rio do Sul, em Santa Catarina, em 8 de outubro de 1937, e chegou a Curitiba em 1954. Casado com a Sra. Marlene Weiss, teve três filhos, Mariela, Fabiana e Walmor Emílio. Valmor Weiss foi empresário do setor de transportes, tendo sido diretor da V.Weiss e Cia, Yes Rent a Car e da Taxi Aéreo Weiss. Exerceu cargos em várias entidades representativas do setor, com artigos publicados em vários periódicos. De seu extenso currículo, destacam-se sua atuação como Vice-Presidente do Sindicato das Empresas de Transporte de Cargas do Paraná; Conselheiros da Secretaria de Turismo de Curitiba, Vice- Presidente e Diretor do Conselho Superior da Federação das Indústrias do Estado do Paraná; Diretor da Confederação Nacional do Transporte (CNT).

Entre seus títulos e honrarias conferidas: recebeu o título de Cidadão Honorário de Curitiba e, 2004, a de Cidadão Honorário do Paraná em 1997, a Medalha da Assembleia Legislativa do Paraná em 1995 e 1996 e a medalha de Mérito Industrial da FIEP em 1996.

Foi o responsável pela construção e internacionalização do Aeroporto Afonso Pena, da duplicação da BR-116, e pela fundação da Criança Cega, entre outros.

Conselheiro Sr. Allan Jones dos Santos.

Formado em Administração de Empresas pela FACE/UNICENP (1979), pós-graduado em Administração Financeira – FADEPS/UNIANDRADE (1986) e em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas – FGV (1995), foi membro do Grupo de Trabalho para Revisão do Patrimônio e Membro de Comissões de Licitações do Estado do Paraná.

De 1999 a 2002 foi Chefe do Grupo de Planejamento Setorial do Paraná. De 2003 a 2006 foi Diretor Administrativo Financeiro do Instituto Ambiental do Paraná (IAP); 2006 a 2010 foi Diretor Geral da Secretaria de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos – SEMA. Em 2010, foi Secretário de Planejamento do Paraná.

Conselheiro Dr. João Biral Junior.

Graduado em Direito pelo Centro Universitário de Maringá (Cesumar) e pós-graduado em Direito do Estado pela Universidade Católica de Brasília (UCB), o Dr. João Biral Junior foi assessor especial da Diretoria Jurídica da ITAIPU BINACIONAL entre 2012 e 2017 e Diretor Administrativo-Financeiro do PARQUE TECNOLÓGICO ITAIPU em 2018. Desde 2019 é Diretor-Presidente da ELEJOR – Centrais Elétricas do Rio Jordão.

Nas comissões da Ordem dos Advogados do Brasil, destacam-se suas participações na Comissão de Energia da OAB – Seção Paraná entre 2017 e 2018 e da Comissão Especial de Energia do CONSELHO FEDERAL DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL entre 2014 a 2016.

Integra o Comitê de Elegibilidade da Sanepar desde 2019, do Conselho de Administração da Compagás (Companhia Paranaense de Gás). Desde 2021 integra o Conselho de Administração do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul.

Conselheiro Wagner Aichner.

Wagner Aichner é brasileiro, 42 Anos, casado com Maria Fernanda Geara e pai do Guilherme. Formado em Administração de Empresas pela Universidade Positivo, iniciou sua carreira em 1998 como estagiário em empresa familiar na área financeira e administrativa.

Em 1999 ingressou em empresa de TI focado na pecuária, posteriormente fazendo parte da expansão desta empresa no Oeste da Bahia com produção agropecuária.

Em 2004 ingressou no ramo de construção civil, atuando como diretor financeiro-administrativo. Ramo este presente até hoje na sua empresa de Gestão Patrimonial e Investimentos Imobiliários.

Em 2009 fundou empresa de gestão de recebíveis e fomento mercantil a empresas de pequeno porte.

Em 2013 ingressou como operador em um grupo empresarial franqueado Subway e outras franquias, presente nos estados de SC, PR e SP com mais de 20 unidades em operação.

Em 2015 fundou o Aeroparque Aldeia da Serra, empreendimento único no estado do Paraná, um aeroporto privado focado na aviação executiva. Juntamente com a empresa incorporadora e mais adiante outras empresas dedicadas a exploração de serviços auxiliares do transporte aéreo.

Atualmente dedica-se “full time” nas atividades do Aeroparque Aldeia da Serra e a aviação, sua grande paixão.

O programa foi lançado em abril e já está fazendo a diferença no processo de inovação e desenvolvimento da agricultura paranaense. O Valor Bruto de Produção Agropecuária (VBP) está na casa de R$ 128 bilhões.

Gilson Delmar Migliori de Lima, agricultor de Enéas Marques, no Sudoeste do Estado, é o primeiro paranaense impactado pelo Banco do Agricultor Paranaense. Ele assinou um contrato para investir em um desensilador. Segundo o produtor, a aquisição do equipamento para torrar silagem facilita seu trabalho na Comunidade Linha Rio Vitória, que trabalha com produção de leite em uma das maiores bacias.

“Conseguimos tirar a silagem e tratar pela máquina, coisa que antes era feita manualmente. Isso facilita a mão de obra, faz ganhar tempo e ainda permite aumentar a produção futuramente”, diz o agricultor.

Ele tem 25 animais na ordenha, e, com a máquina nova, almeja aumentar para 50 o número de animais já no próximo ano, de olho na retomada da economia. “Eu achei o financiamento muito bom, acessível e nos permite fazer este tipo de investimento”, afirma Delmar.

Além dele, também com uma fábrica de leites, a Chácara Rino, em Carambeí, nos Campos Gerais, deu um passo importante para seu negócio. Com mais de mil animais, Mariane Petter Hoogerheide, proprietária da empresa, quer diminuir os custos para aumentar a produção. Por isso, contratou crédito por meio do Banco do Agricultor Paranaense para investir em um gerador de energia fotovoltaica.

“Para manter este gado, gastamos muita energia. É ventilador, resfriador, equipamento para retirada de leite. Com este novo gerador, poderemos economizar 60% dos nossos gastos atuais. E, além do benefício financeiro, esse investimento também é positivo para o meio ambiente”, afirma.

São dois exemplos do público-alvo planejado pelo programa lançado pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em abril de 2021. Com imenso potencial agrícola, o Governo do Estado, por meio da Fomento Paraná e da Secretaria de Agricultura e do Abastecimento, lançaram essas linhas estratégicas de financiamento voltadas ao desenvolvimento sustentável, à inovação tecnológica e à melhoria da competitividade e da qualidade dos produtos paranaenses, por meio de subsídios para baratear o crédito empregado na modernização das propriedades rurais.

O programa conta com a participação do Banco do Brasil, do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e de cooperativas de crédito, e tem como objetivo ajudar pequenos e médios agricultores a investir.

“Qualquer lugar do mundo só vira uma potência quando descobre o que faz de melhor. No Paraná o que sabemos fazer de melhor é produzir alimentos. Hoje, exportamos comida para centenas de países e o agronegócio é responsável por cerca de um terço do Produto Interno Bruto (PIB) do nosso Estado. Então, o Governo tem responsabilidade de incentivar a criação de um ambiente de negócios que favoreça o setor”, destaca Ratinho Junior.

O Paraná é um estado reconhecido pelo agronegócio, setor que representa 34% do PIB total do Paraná. Ou seja, de cada R$ 100 produzidos num ano, R$ 34 estão relacionados ao agronegócio. O Valor Bruto de Produção Agropecuária (VBP) está na casa de R$ 128 bilhões e o campo e suas vertentes também respondem por 80% do esforço exportador do Paraná, com balança comercial superavitária.

Segundo o secretário estadual de Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, o programa é uma aposta ousada e inédita no País para subsidiar modernizações e resolver gargalos históricos. Já há 314 projetos encaminhados, totalizando R$ 32 milhões em potencial de crédito. Ele também afirma que esses projetos contam com o apoio dos técnicos do IDR-Paraná, responsáveis pelo atendimento aos produtores em todos os municípios.

“Estamos reservando recursos para facilitar e baratear o dia a dia dos produtores rurais, principalmente daqueles pequenos que têm aspirações de crescimento, e tudo com o apoio dos nossos servidores que auxiliam o trabalho do campo. O agronegócio paranaense emprega milhares de famílias e tem margem para crescer com sustentabilidade e responsabilidade”, destaca.

BANCO – Por meio do programa, o Estado vai compensar o agricultor com o reembolso de até 3 pontos porcentuais do juro contratado junto às instituições financeiras que trabalham com crédito rural. Ou seja, dependendo do enquadramento dentro do programa e das condições do empréstimo, o financiamento será a juro zero para o agricultor, com os encargos ficando sob responsabilidade do Governo. Há, ainda, carência mínima para o pagamento da primeira prestação, variável de acordo com cada linha de crédito.

“O Banco do Agricultor Paranaense é um instrumento criado para amenizar os desequilíbrios regionais por meio de uma política de juros diferenciada, que visa fortalecer a atividade produtiva nas regiões menos desenvolvidas”, afirma o diretor-presidente da Fomento Paraná, Heraldo Neves. “O objetivo é atender o produtor rural com ênfase na agricultura familiar, pequenas cooperativas, associações de produtores e agroindústrias familiares, visando o apoio, entre outras coisas, à produção orgânica, ao manejo sustentável de florestas e o estímulo ao uso de fontes alternativas de energia”.

De acordo com o Sicredi, cooperativa de crédito que atua como parceira do programa, operacionalizando os financiamentos na ponta, os produtores paranaenses já começaram a descobrir os benefícios do Banco do Agricultor Paranaense em seus próprios negócios.

“Quando vimos o Banco do Agricultor Paranaense, identificamos um potencial para levar uma melhor condição aos associados, promovendo o desenvolvimento regional”, afirma Gilson César Winkelmann, gerente da agência do Sicredi em Enéas Marques, onde foi realizado o primeiro contrato com apoio do programa.

Vendo a diferença que está fazendo logo em seus primeiros meses de projeto, o vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson Bley, diz que o objetivo do Banco do Agricultor Paranaense é revolucionar o setor. “Nós queremos um programa voltado ao desenvolvimento sustentável, a inovação tecnológica e a melhoria da competitividade dos produtos paranaenses”, diz.

O programa também ataca diretamente os desafios permanentes do Estado, que são aumentar a eficiência do uso dos recursos naturais e dos sistemas de produção. Ou seja, produzir mais e melhor, com menos recursos.

´Abrindo Portas para o Futuro’ já recebeu do Banco, via Funcriança, em torno de R$ 84 mil

Em defesa dos direitos de crianças e adolescentes, especialmente aqueles em situação de maior vulnerabilidade, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) apoia o projeto ‘Abrindo Portas para o Futuro’. Desenvolvido pelo Instituto Popular De Arte-Educação (IPDAE), o projeto tem como objetivo propor atividades que possibilitam ao participante redimensionar e ampliar seus horizontes de vida, e desenvolver seus potenciais. O banco apoia a iniciativa desde 2017, com recursos repassados através Fundo para a Infância e Adolescência (Funcriança) que já somam R$ 84 mil.

O IPDAE, localizado no bairro Lomba do Pinheiro em Porto Alegre (RS), é uma organização sem fins econômicos que trabalha com ações voltadas à promoção e à inclusão social de crianças e adolescentes em situação de elevada vulnerabilidade econômica e social. A instituição, fundada há 22 anos, acredita no acesso à leitura, à música, à arte e à cultura como instrumentos mediadores na formação do indivíduo.

“É uma alternativa de promoção da cidadania, da autoestima, de inserção social, cultural e profissional, na qual as crianças, os adolescentes e os jovens têm oportunidade de romper com as condições das quais são originários e delinear um projeto de vida que lhes permita desenvolver suas potencialidades, embasados em valores éticos e humanos”, explica Fátima Flores, presidente-diretora do IPDAE, sobre o objetivo da iniciativa ‘Abrindo Portas para o Futuro’.

De acordo com Fátima Flores, o projeto realiza o atendimento direto de 230 crianças, adolescentes e jovens e, aproximadamente, 3 mil atendimentos indiretos. Ainda, segundo a presidente, a instituição mantém o funcionamento, atualmente, da Biblioteca Leverdógil de Freitas, da Escola de Música, do Museu Comunitário da Lomba do Pinheiro e do Memorial da Família Remião.

Em tempos de pandemia, a música faz a diferença

 Segundo a diretora-presidente da IPDAE, em muitos casos, foram as aulas de música a principal atividade dos alunos do projeto ‘Abrindo Portas para o Futuro’, que em isolamento social, puderam seguir estudando um repertório e sendo orientados semanalmente pelos seus professores. “A depressão juvenil não chegou perto dos alunos do IPDAE, pois permaneceram vibrando em sintonia com seus instrumentos”, completa ela.

Projeto teve aluno seleciona pela Universidade Federal de Santa Maria

Fátima Flores conta com orgulho sobre um dos alunos do projeto, que foi aprovado no curso bacharelado em contrabaixo na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) no primeiro semestre de 2021. “Resultado que demonstra a qualidade de ensino de música do IPDAE”, aponta. As ações do projeto passaram por um processo de transformações por causa da pandemia, segundo ela. “Tivemos que aprender a sair do clássico e conservador e tornarmos digital e moderno”, enfatiza.

“O apoio financeiro do BRDE possibilitou que as aulas de música acontecessem do formato virtual, garantindo que o processo de formação dos alunos de violino, viola, contrabaixo, violoncelo, piano, oboé e canto continuassem de forma ininterrupta”, conta Fátima sobre a suspensão de diversas parcerias com o poder público municipal, além da diminuição de recursos recebidos por parceiros locais e doações. Fátima enfatiza que o apoio financeiro do BRDE foi determinante para a continuidade do projeto e para que o IPDAE não fechasse as portas durante a pandemia. “Aplacou a possibilidade da interrupção da continuidade do processo de pedagógico de formação musical”, explica.

Paulo Fiori, ex-funcionário do BRDE e aposentado desde 2007, atuou no Banco por 39 anos, contou sobre a sua ligação com o projeto nos últimos 10 anos. “Passei a colaborar com o IPDAE, ajudando em todas as áreas, mas principalmente me encarregando da elaboração de projetos voltados à captação de recursos”, explica Fiori. “Tem sido muito significativo e extremamente importante o apoio que o BRDE vem nos dando, via Incentivos Fiscais do Funcriança”, ressalta.

Incentivos Fiscais

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

O edital de seleção para os projetos que serão contemplados em 2021 já está disponível no link Seleção Pública BRDE 2021 – Incentivos Fiscais. Os pedidos de apoio aos projetos são recebidos exclusivamente em meio eletrônico, através do Portal de Incentivos, disponibilizado no site do BRDE. No ano de 2020, foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses.