BRDE

A gerente adjunta de Operações da Agência Paraná Carmem Truite foi a mediadora do painel “Crédito Sustentável – Uma produção que cresce alavancada, como parte da programação do 6º Fórum de Agricultura da América do Sul, que terminou no início desta sexta-feira (24), em Curitiba. Participaram do painel o diretor de Infraestrutura do Banco Mundial para o Brasil, Paul Procee, e o economista Pedro Loyola, da Federação da Agricultura do Paraná (FAEP).
O Fórum de Agricultura da América do Sul é uma iniciativa do Núcleo de Agronegócio da Gazeta do Povo (AgroGP), plataforma de conteúdo do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCOM). Ao todo, foram 15 painéis com mais de 30 palestrantes, incluindo o ministro da Agricultura e Pecuária, Blairo Maggi. Participaram mais de 400 pessoas, entre produtores rurais, empresários do campo, lideranças agropecuárias e jornalistas.O BRDE foi um dos patrocinadores do evento.
Carmem apresentou o BRDE e destacou a atuação forte do Banco no agronegócio. Pedro Loyola falou da importância cada vez maior da participação cada vez maior do setor privado mais na oferta de crédito para o agronegócio, seja por meio de bancos e cooperativas de crédito como Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) e o crédito comercial oferecido por tradings e empresas privadas.
Loyola avaliou que o governo vem aos poucos abandonando o crédito rural. “O gasto será cada vez mais racional”. O subsídio estatal para safra deste ano é de 194,3 bilhões. Segundo Loyola, o teto de gastos públicos será um desafio para o setor, que vai investir cada vez menos. “O produtor precisa encontrar outras maneiras para subsidiar a produção”, afirmou.
No caso do seguro rural, a situação é ainda mais complicada, destacou Loyola. Atualmente, apenas 2% do subsídio (R$ 380 milhões) é destinado ao benefício. “Um estudo do Banco Mundial afirma que 1% do PIB agrícola é perdido para eventos climáticos. No Paraná, por exemplo, há problema com milho safrinha e com o trigo. Atualmente, apenas 15% das propriedades estão cobertas, número muito abaixo de outros países”.
“É preciso envolver mais os agentes privados”, acrescentou Loyola. “Garantir subsídios aos pequenos produtores, que muitas vezes não têm acesso ao benefício por falta de garantia e investimentos em tecnologia, indispensáveis para o crescimento do setor. O Estado precisa ter uma política agrícola que melhore a competitividade do agronegócio”.
Sustentabilidade – Paul Procee, do Banco Mundial, afirmou que os investimentos em projetos agrícolas serão cada vez mais criteriosos em relação à sustentabilidade. “Através do investimento em busca da produtividade e de novas tecnologias, você consegue criar um novo ecossistema de crescimento na produção”, disse.
Segundo Procee, o Brasil ainda está no berço do investimento tecnológico e precisa aumentar essa busca. “Temos que criar mecanismos para criar linhas de financiamento, alinhando as políticas dentro da União. Criar programas regionais com sistemas claros de monitoramento para pequenos produtores”, destacou.
Intercooperação – O segundo dia do fórum começou com um debate sobre intercooperação no sistema cooperativo, com a participação de representantes das cooperativas paranaenses Capal, Frísia e Castrolanda e da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB).
Erik Bosch, diretor-presidente da Capal, afirmou que os produtores precisam se sentir pertencentes à cooperativa, pois a confiança é ponto principal para que o sistema cooperativista funcione de verdade. Renato Nobile, da OCB, elogiou as boas práticas do cooperativismo do Paraná e disse que a inovação é o caminho a seguir pelas cooperativas.
Para Frans Borg, presidente da Castrolanda, o modelo de inter cooperativismo adotado por eles, de investir em inovação e tecnologia, só funciona por que o investimento em fábricas e na cadeia produtiva é feito em conjunto pelos produtores cooperados. “Percebemos que a necessidade dos produtores, que são a base da cooperativa, é a mesma. Então porque não construir uma operação conjunta?”, questionou Borg.
Emerson Moura, superintendente da Frísia, destacou que as cooperativas precisam acabar com o “egosistema”, em que cada uma dá prioridade para suas necessidades individuais sem pensar no bem maior do conjunto. Sem isso, segundo ele, é impossível conseguir um bom intercooperativismo.

Com apoio do BRDE, começou nesta quinta-feira (23) o 6º Fórum de Agricultura da América do Sul, no Museu Oscar Niemayer (MON), em Curitiba. Mais de 400 pessoas, entre produtores rurais, executivos, técnicos e membros de entidades e instituições do setor, acompanharam o primeiro dia de trabalhos do fórum, evento promovido pelo Núcleo de Agronegócio da Gazeta do Povo. O tema deste ano é: “O campo digital e conectado, o grande desafio do século 21”.
O gerente do Núcleo de Agronegócio da Gazeta do Povo, Giovani Ferreira, disse na abertura do evento que o fórum tem como objetivo discutir mercado, antecipar tendências e debater soluções para o agronegócio. “Na 6ª edição, o Fórum de Agricultura acontece em um momento peculiar. Não apenas por se tratar de um ano eleitoral, mas é um ano marcado por embargos, sobretaxas, greve. E esses desafios e, principalmente, as oportunidades, justificam e fortalecem debates como esse”, afirmou.
Nesta sexta-feira, às 9 horas, o BRDE será mediador do painel “Crédito Sustentável – Uma produção que cresce alavancada, mas que precisa de regras para continuar crescendo”, que terá a participação de Paul Procee, do Banco Mundial, e de Pedro Loyola, da Federação da Agricultura do Paraná (FAEP). A mediadora será a gerente adjunta de Operações da Agência Paraná, Carmem Truite.
O ministro da Agricultura, Blairo Maggi acompanhou a abertura do fórum e falou do crescimento da agricultura brasileira nos últimos anos. “Crescemos muito, a ponto de incomodar, ser um grande player. E isso traz problemas, desafios e, claro, oportunidades. Crescer não é problema. Se precisarmos dobrar a produção, temos tecnologia, temos espaço e, o principal, temos gente para trabalhar. As cooperativas do Paraná são um exemplo”.
“Mas é preciso chamar atenção para um problema que se avizinha”, acrescentou o ministro Maggi. Precisamos cuidar dos processos, para que sejamos levados a sério. O comércio internacional mudou, não cabe mais jeitinho. E isso não é uma responsabilidade apenas do agente público, do fiscal do Mapa, isso também é dever das empresas, dos produtores, dos elos envolvidos”.
Conexão – O primeiro painel do fórum tratou dos desafios da tecnologia e da integração das informações para incrementar a produção agrícola no Brasil. O tema “Agronegócio 4.0” foi debatido pelos palestrantes Almir Meinerz, da empresa SPRO IT Solutions, George Hiraiwa, secretário de Agricultura e Abastecimento do Paraná, Dori Goren, cônsul-geral de Israel, e José Ricken, presidente do Sistema Ocepar.
George Hiraiwa disse que o Estado possui mecanismos para impulsionar um bom ecossistema de inovação e se tornar vanguarda no agrodigital. José Ricken disse que não basta apenas tecnologia, o segredo é haver conexão entre os player do agronegócio, desde produtores, cooperativas, governo e outros. “Queremos ser protagonistas do nosso desenvolvimento. Temos que nos adequar à demanda e gerá-la. Isso se faz com tecnologia”, afirmou.
O FÓRUM
Entre 2013 e 2017, mais de 200 palestrantes de 30 países participaram do Fórum de Agricultura da América do Sul. Em seis edições, foram mais de 2 mil participantes que acompanharam 80 painéis de discussão. O congresso ocorre nos dias 23 e 24 de agosto no Museu Oscar Niemeyer (Rua Marechal Hermes, 999, Centro Cívico). Confira a programação completa do evento: https://www.agrooutlook.com.br/.
“Vamos discutir tecnologia, mercado, oferta, demanda, sustentabilidade. A América do Sul viveu uma década de ouro no agronegócio. Somos um grande player deste mercado e precisamos avançar. Agronegócio é a nossa vocação natural. Estamos aqui para identificar problemas, pensar em oportunidades e apontar soluções”, disse o coordenador do evento, Giovani Ferreira.

A política de responsabilidade socioambiental do BRDE foi apresentada pela gerente de Planejamento da Agência Paraná, Lisiane Astarita, nesta quarta-feira (22), durante a 7ª edição do Fórum de Sustentabilidade e Governança, evento que acontece em Curitiba, com apoio do Banco. O tema deste ano é “estratégias que impactam negócios e norteiam o amanhã”. O diretor-presidente Orlando Pessuti participou da abertura do evento.
O fórum é um espaço estratégico voltado para a discussão de tendências, perspectivas e cases de sucesso na gestão da sustentabilidade nas empresas. Com uma estrutura interativa que integra tanto iniciativas privadas como governamentais, o evento mostra como as grandes corporações praticam a sustentabilidade no seu dia a dia, saindo do escopo do meio ambiente e entrando na cadeia produtiva de cada negócio.
Lisiane apresentou os grandes números do banco e mostrou que, a partir de 2014, houve uma maior institucionalização da Responsabilidade Socioambiental no BRDE (RSA). Entre as ações do banco a partir daquela data listou:
2014 – Institui a Política de Responsabilidade Socioambiental do BRDE.
2015 – Aprova o Plano de Ação da Responsabilidade Socioambiental do BRDE; adere à Agenda Ambiental da Administração Pública (A3P); cria o Programa BRDE Produção e Consumo Sustentáveis.
2016 – Cria a Coordenadoria e a Comissão de Responsabilidade Socioambiental.
2017 – Assinou o protocolo com o PNUD – Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento; assinatura de empréstimo de 50 milhões de euros com a AFD – Agência Francesa de Desenvolvimento para apoiar projetos de empresas e municípios registrados no BRDE PCS (Programa de Produção e Consumo Sustentável).
2018 – O conselho do BRDE aprovou o BRDE Municípios para aumentar o financiamento e a parceria com as cidades; renomeia a Superintendência de Planejamento e Sustentabilidade; participa, como ouvinte, das reuniões do grupo de bancos brasileiros signatários dos Princípios do Equador.
A gerente mostrou também como foi implantada no BRDE a Agenda A3P, a partir dos programas de uso racional de recursos; gestão de resíduos sólidos, acessibilidade, compras Sustentáveis, divulgação de Boas Práticas Socioambientais junto às comunidades interna e externa e adoção de critérios socioambientais na análise de crédito e atribuição do Nível de Risco e acompanhamento e Gestão dos Aspectos Socioambientais da Carteira de Crédito.
Lisiane apresentou os eixos do BRDE PCS, lembrando que desde a criação do programa os investimentos em projetos voltados à produção e consumo sustentáveis já somam R$ 1 bilhão. Mostrou o índice elevado de adesão da carteira do BRDE aos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), de 83%, em média. E disse que as operações do BRDE estão mais próximas dos ODS 2 (fome zero), 7 (energia limpa e acessível) e 8 (trabalho decente e desenvolvimento econômico).
A gerente encerrou a apresentação apontando as oportunidades e desafios do BRDE em relação ao desenvolvimento sustentável : novas captações (BEI e BID), aumento de parcerias (aderência ao ODS 17), ser a ponte entre o setor privado e os municípios, ampliação da captação de projetos PCS e aumento do valor dos clientes – esforço dos ODS’s e monitoramento dos resultados e relato das ações relacionadas aos ODS.

Como parte de sua política de responsabilidade socioambiental e o compromisso com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), O BRDE apoia projetos sociais, culturais e esportivos nos três estados do Sul via leis de incentivos fiscais. O edital 2018 para inscrição de projetos foi aberto em 15 de julho passado. As inscrições podem ser feitas até 15 de outubro.
As inscrições devem ser feitas obrigatoriamente por meio eletrônico, pelo endereço: https://www.brde.com.br/incentivos-fiscais/. O BRDE apoia apenas projetos executados no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná ou que tenham a Região Sul como tema. Os projetos são incentivados pelos seguintes fundos e programas:
– Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica – PRONON;
– Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência – PRONAS;
– Fundos Municipais de Direitos da Criança e do Adolescente;
– Fundo do Idoso;
– Lei Federal de Incentivo ao Esporte;
– Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet);
– Lei do Audiovisual.
Em 2017, o BRDE no Paraná apoiou 36 projetos, no valor de R$ 1,2 milhão. São projetos que ajudam a mudar a realidade de milhares de crianças, jovens e adultos, proporcionando maior acesso a serviços de saúde, ao esporte e à cultura. Entre outros projetos, foi contemplado o Esperança Solidária, da Associação Paranaense de Apoio à Criança com Neoplasia, de Curitiba, via Fundo da Infância e Adolescência.
Pela Lei Rouanet, foram selecionados, entre outros, os projetos do Instituto Cultural de Danças e Artes Folclóricas, da Associação de Bailarinos e Apoiadores do Balé Teatro Guaíra, do Circo Zanchettini, da Coperarte – Sudoeste, da Harmonia Associação Cultural e Assistencial e da empresa Laz Audiovisual.
Pela Lei de Incentivo ao Esporte, foram contemplados os projetos Futsal na Escola, de Cascavel; Handebol de Ponta, de Ponta Grossa; Handebol Toledano, de Toledo; Jogando Pela Vida, de Francisco Beltrão, e o Programa de Fomento e Inclusão Social no Rugby em Cadeiras de Rodas, de Curitiba.
Pelo PRONON, foram aprovados projetos dos Hospitais do Câncer de Londrina e Cascavel, da Associação dos Amigos do Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná e da Fundação de Estudos das Doenças do Fígado Koutoulas-Ribeiro (Hospital São Vicente), ambos em Curitiba. Pelo Fundo do Idoso, foi contemplado outro projeto do Hospital de Clínicas.
SERVIÇO:
As informações completas sobre inscrição de projetos, cronograma, critérios de seleção e a relação de documentos exigidos estão disponíveis no site do BRDE: https://www.brde.com.br/incentivos-fiscais/. No Paraná, dúvidas e solicitações podem ser enviadas para o endereço: duvida.incentivofiscalpr@brde.com.br.

A Agência Paraná do BRDE trabalha nos primeiros projetos ligados ao desenvolvimento sustentável com recursos captados na Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD). As operações em análise envolvem projetos nas áreas de iluminação pública, cidades sustentáveis e tratamento de resíduos. O BRDE captou 50 milhões de euros na AFD, que serão investidos em projetos voltados à produção e ao consumo sustentáveis.
A parceria com a AFD faz parte da busca da instituição por novas fontes de recursos, diante da redução dos limites repassados pelo BNDES. Dessa forma, além dos recursos contratados na agência francesa, o BRDE está operando, entre outras novas linhas de financiamento, o Fungetur, Funcafé e o Fundo Clima, este destinado à instalação de sistemas de geração fotovoltaico e aquecimento solar.
Os recursos contratados na AFD vão financiar projetos com impacto positivo no ambiente e clima na Região Sul do Brasil. O financiamento será viabilizado por meio do BRDE PCS – Produção e Consumo Sustentáveis, programa que oferece linhas de crédito para as áreas de energias limpas e renováveis; gestão de resíduos e reciclagem; uso racional e eficiente da água; agronegócio sustentável e cidades sustentáveis.
CONHEÇA O BRDE PCS
O programa BRDE PCS viabiliza empreendimentos nas áreas do agronegócio, indústria, comércio e serviços e está estruturado em cinco subprogramas integrados:
ENERGIAS LIMPAS E RENOVÁVEIS
O BRDE PCS oferece apoio a projetos que visem contribuir para a redução do desperdício e para a racionalização da energia em ambientes domésticos, produtivos ou comerciais. Pela sua natureza sustentável, apenas projetos de geração de energia que utilizem fontes renováveis, como a eólica e a solar, são apoiadas pelo BRDE.
USO RACIONAL E EFICIENTE DA ÁGUA
O BRDE PCS oferece apoio a projetos para o uso racional e eficiente da água no agronegócio, na indústria, no comércio e em serviços.
•INVESTIMENTOS APOIÁVEIS
– Projetos para melhoria da eficiência na utilização da água em atividades de produção agropecuária;
– Recuperação de condições para geração e armazenamento de recursos hídricos;
– Implantação e aprimoramento de processos industriais para redução, otimização e reuso de recursos hídricos.
•ITENS FINANCIÁVEIS
– Obras civis, montagens e instalações;
– Serviços de terraplenagem, perfuração e movimentação do solo;
– Máquinas e equipamentos novos, incluindo os conjuntos e sistemas industriais constantes do Credenciamento de Fabricantes Informatizado – CFI do BNDES;
– Estudos e projetos de engenharia relacionados ao investimento;
– Pesquisa, desenvolvimento e inovação;
– Instalação e montagem de equipamentos.
GESTÃO DE RESÍDUOS E RECICLAGEM
O BRDE PCS oferece apoio a projetos de gestão de resíduos e reciclagem no agronegócio, na indústria, no comércio e em serviços.
•INVESTIMENTOS APOIÁVEIS
– Projetos para reduzir a utilização de materiais em processos industriais e comerciais;
– Investimentos para reciclagem de resíduos;
– Tratamento de resíduos sólidos, efluentes e emissões atmosféricas para sua adequada destinação.
• ITENS FINANCIÁVEIS
– Obras civis e instalações;
– Máquinas e equipamentos;
– Máquinas e equipamentos novos, incluindo os conjuntos e sistemas industriais produzidos no País e constantes do Credenciamento de Fabricantes Informatizado (CFI do BNDES);
– Estudos e projetos de engenharia relacionados ao investimento;
– Pesquisa, desenvolvimento e inovação;
– Instalação e montagem de equipamentos;
– Terraplanagem, perfuração e movimentação do solo.
AGRONEGÓCIO SUSTENTÁVEL
O BRDE PCS oferece apoio a projetos que adotem as melhores práticas de sustentabilidade no Agronegócio, com o objetivo de reduzir impactos ambientais.
•INVESTIMENTOS APOIÁVEIS
– Tratamento e/ou aproveitamento de dejetos, incluindo aproveitamento para geração de energia e compostagem;
– Recuperação de pastagens degradadas;
– Implantação de sistemas de integração lavoura-pecuária, lavoura-floresta, pecuária-floresta ou lavoura-pecuária-floresta e de sistemas agroflorestais;
– Regularização ou adequação das propriedades rurais à legislação ambiental, inclusive recuperação da reserva legal, de áreas de preservação permanente, recuperação de áreas degradadas e implantação e melhoramento de planos de manejo florestal sustentável.
•ITENS FINANCIÁVEIS
– Elaboração de projeto técnico e georreferenciamento das propriedades rurais, inclusive despesas técnicas e administrativas relacionados ao processo de regularização ambiental;
– Assistência técnica necessária até a fase de maturação do projeto;
– Aquisição, transporte, aplicação e incorporação de corretivos agrícolas (calcários e outros);
– Marcação e construção de terraços e implantação de práticas conservacionistas do solo;
– Aquisição de sementes e mudas para a formação de pastagens e florestas;
– Implantação de viveiros de mudas florestais;
– Implantação e recuperação de cercas, aquisição de energizadores de cerca, aquisição, construção ou reformas de bebedouros e de saleiros ou cochos para sal;
– Aquisição de máquinas, implementos e equipamentos de fabricação nacional – inclusive para a implantação de sistemas de irrigação, para a agricultura e pecuária, biodigestores, máquinas e equipamentos para a realização da compostagem e para produção e armazenamento de energia;
– Obras civis para construção e modernização de benfeitorias e de instalações da propriedade rural.
CIDADES SUSTENTÁVEIS
O BRDE PCS também oferece apoio a projetos que tornem grandes cidades e pequenos municípios em comunidades sustentáveis. Juntamente com o programa BRDE Municípios, investimentos em energias limpas e renováveis, agronegócio sustentável, gestão de resíduos e reciclagem além do uso racional e eficiente dos recursos hídricos podem ser financiados pelo poder público para melhorias e investimentos na qualidade de vida da população, seja ela urbana ou rural.
Para mais informações acesse https://www.brde.com.br/brde-pcs-producao-e-consumo-sustentavel/ ou entre em contato com a Agência Paraná do BRDE: brdepr@brde.com.br / (41) 3219-8150

Entre as operações da Agência Paraná do BRDE na área de inovação têm destaque contratos assinados com empresas geradoras de energia a partir da biodigestão do lodo, resíduo resultante do tratamento de esgotos sanitários. São projetos financiados por meio da linha Inovacred e do programa BRDE PCS – Produção e Consumo Sustentáveis.
O programa BRDE PCS oferece linhas de crédito para as áreas de energias limpas e renováveis, gestão de resíduos e reciclagem, uso racional e eficiente da água, agronegócio sustentável e cidades sustentáveis.
Pela linha Inovacred, são operações com taxas de TJLP ou TJLP + 1,0%a.a., para empresas com receita operacional bruta de até R$ 90 milhões ao ano. O prazo para pagamento é de 8 anos com até 2 anos de carência.
Os projetos financiados são destinados ao tratamento de resíduos sólidos, efluentes e emissões atmosféricas para sua adequada destinação. Entre os itens financiáveis estão obras civis e instalações, máquinas e equipamentos, terraplanagem, perfuração e movimentação do solo e instalação e montagem de equipamentos.
Para informações sobre soluções inovadoras na área de tratamento de resíduos entre em contato com o BRDE e solicite um atendimento pelo endereço: www.brdepr@brde.com.br ou ligue para a Agência Paraná: (41) 3219-8150.

Produtores rurais interessados em melhorar a capacidade de armazenagem de suas propriedades podem contar com o apoio do BRDE, que financia o setor por meio do Programa de Construção e Ampliação de Armazéns – PCA.
O PCA financia projetos individuais ou coletivos para ampliação da capacidade de armazenagem de grãos, frutas, tubérculos, bulbos, hortaliças, fibras e açúcar para produtores rurais (pessoas físicas ou jurídicas) e de cooperativas de produção.
No Paraná, no período de 2011 a julho de 2018, foram contratados R$ 356,3 milhões pela agência paranaense do BRDE, em mais de 70 operações viabilizadas pela linha PCA em todas as regiões do Estado.
As condições do PCA, para o Plano Safra 2018/2019, são taxa de 5,25%a.a. para unidades com capacidade de até 6.000 toneladas e de 6,0%a.a. para os demais projetos. O prazo pode chegar até 180 meses e 100% dos investimentos podem ser financiados.
Conheça a linha PCA – Programa para Construção e Ampliação de Armazéns:
ITENS FINANCIÁVEIS
– investimentos individuais ou coletivos para ampliação da capacidade de armazenagem de grãos, frutas, tubérculos, bulbos, hortaliças, fibras e açúcar para produtores ruais (pessoas físicas ou jurídicas) e de cooperativas de produção.
Para informações sobre limites, taxas e prazos acesse:
https://www.brde.com.br/agronegocio/armazenagem/ ou ligue para (41) 3219-8150.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é o primeiro banco do país a operar o Fundo Clima, com recursos do BNDES, para financiamento de projetos de pessoas físicas e jurídicas destinados à instalação de sistemas de geração fotovoltaico e de aquecimento solar, além de outros equipamentos cadastrados no subprograma do Fundo Clima “Máquinas e Equipamentos Eficientes”.
No Paraná, diversos projetos estão em análise, sendo a maior demanda por sistemas fotovoltaicos. A primeira operação aprovada foi o financiamento para a empresa Cerealista Coradini, do município de Bagé, no Rio Grande do Sul, no valor de R$ 3,5 milhões, destinados à implantação de uma planta fotovoltaica de 1 MW, equivalente ao consumo residencial de 300 casas, aproximadamente.
O investimento total da Cerealista Coradini, que desde 2006 atua nos segmentos de beneficiamento de arroz e comercialização de grãos, será de R$ 6,5 milhões, contemplando as instalações e o projeto de eficiência energética.
Em Santa Catarina, o BRDE aprovou financiamentos para sistemas geradores fotovoltaicos das empresas Arcari, Ferronato & Cia Ltda, de Xanxerê, e Kaliska Textil, de Guabiruba. A agência do BRDE de Santa Catarina protocolou a primeira operação de pessoa física do Fundo Clima.
O QUE É O FUNDO CLIMA
O Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, ou Fundo Clima, é um dos instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima. Constitui-se em um fundo de natureza contábil, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, com a finalidade de apoiar projetos ou estudos e financiar empreendimentos que tenham como objetivo a mitigação das mudanças climáticas.
O subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes do Fundo Clima permite financiar 80% dos itens apoiáveis, ao custo final de 4,03% ao ano, para beneficiárias finais com renda bruta de até R$ 90 milhões. Para beneficiárias finais com renda bruta acima R$ 90 milhões, o custo é de 4,55% ao ano.
O financiamento de fontes energéticas renováveis contribui para a estruturação de uma nova cadeia industrial brasileira, além de reforçar o compromisso com a sustentabilidade. “Trata-se de mais uma ação com recursos do BNDES para incentivar o cidadão brasileiro a investir em sustentabilidade e economia de energia”, afirma o diretor-presidente do BRDE, Orlando Pessuti.
Outras informações sobre o Fundo Clima podem ser obtidas no site do BNDES: https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/financiamento/produto/fundo-clima/fundo-clima.
Ou no portal do BRDE: www.brde.com.br.
No Paraná: a Agência de Curitiba fica na avenida João Gualberto, 570 – Alto da Glória.
Contatos: (41) 3219-8150 – brdepr@brde.com.br.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) sempre esteve comprometido com as práticas de sustentabilidade, sendo o primeiro banco a exigir Licença Ambiental para financiar projetos de empresas. Com esse compromisso socioambiental, foi estruturado o Programa BRDE PCS – Produção e Consumo Sustentáveis.
O Programa BRDE PCS que viabiliza empreendimentos nas áreas do agronegócio, indústria, comércio e serviços, está subdividido em cinco categorias integradas: energias limpas e renováveis, uso racional e eficiente da água, gestão de resíduos e reciclagem, agronegócio sustentável e cidades sustentáveis.
Além das linhas operacionais de financiamento, o Banco também participa e apoia ações e eventos ligados ao tema da sustentabilidade. Na reunião do Conselho Temático de Energia realizado pela Federação das Indústria (Fiep) do Paraná, a gerente de Planejamento da Agência Paraná, Lisiane Astarita, representou o BRDE no encontro que avançou no objetivo de definir o marco regulatório para o setor de geração de energias renováveis.
O BRDE participa também do Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano. No evento que acontece de 6 a 8 de junho, em Foz do Iguaçu, no extremo oeste do Paraná, o analista Paulo Marques, da Agência Paraná, irá proferir a palestra “Financiamento de investimentos em energias renováveis”, apresentando os programas e linhas de crédito do BRDE para o setor.
Com a linha BRDE Energia, o Banco oferece crédito a projetos de eficiência energética e geração de energias renováveis. Esse segundo item inclui usinas de biomassa, eólicas e solares, além de pequenas centrais hidrelétricas. Os projetos devem ter eficiência energética, sustentabilidade e responsabilidade ambiental como objetivo.
O Fórum pretende contribuir para o desenvolvimento da cadeia de biogás e biometano no Brasil, em especial nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A atividade de produção de proteína animal, especialmente com aves e suínos, têm espaço para dar tratamento aos dejetos e aumentar ganhos através do investimento em geração do biogás e do biometano.
Para mais informações sobre linhas de financiamento consulte o site: www.brde.com.br ou entre em contato com a Agência Paraná pelo telefone (41) 3219-8000 ou e-mail brdepr@brde.com.br.

O Banco Regional de Desenvolvimento (BRDE) apresentou a linha Inovacred nos encontros do Road Show Paraná: Recursos para a inovação na Indústria. O evento foi promovido pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) e a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).
Os encontros passaram por Curitiba, Londrina, Maringá e Toledo, entre os dias 10 e 13 de abril. O objetivo do Road Show é apresentar ao empresariado paranaense linhas de crédito para investir em inovação. Os encontros contaram com palestras e atendimentos empresariais.
O BRDE e a Embrapii tem uma parceria para fomento a projetos inovadores. “Todo o recurso que for aportado pela empresa no projeto pode ser financiado, além dos recursos subsidiados pela Embrapii. O BRDE busca todos os parceiros que podem trazer as empresas para o financiamento à inovação”, destacou a gerente de planejamento da Agência Paraná do BRDE, Lisiane Astarita, que esteve presente na abertura do evento.
O Road Show conta com uma rodada de negócios ao final do encontro, para aproximar profissionais e pesquisadores de áreas complementares. O foco é transformar conhecimento científico na área de inovações em processos e produtos nas empresas. Adotar processos inovadores permite aumentar ao mesmo tempo competitividade e sustentabilidade.
Parceria – O BRDE tem convênio de cooperação com a Embrapii para facilitar o financiamento de projetos inovadores na Região Sul. O primeiro contrato assinado dentro dessa pareceria foi com a empresa PGA Soluções em Tecnologia, para financiamento de uma plataforma de assistente virtual de negociação.
No caso da PGA, a EMBRAPII vai repassar a fundo perdido um terço do valor total do projeto, de R$ 2,7 milhões. O restante dos recursos para viabilizar o projeto virá do financiamento contratado pela PGA no BRDE e da participação da unidade da EMBRAPII em Campinas (SP) – Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD).