BRDE

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinou nesta sexta-feira (9), em Foz do Iguaçu, acordo de cooperação técnica com a Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Palotina (ACIPA) e protocolo de intenções com o Hotel Tarobá, para financiamento de obras de ampliação e reforma do estabelecimento. Foi durante o Congresso Empresarial Paranaense e da 28ª Convenção Anual da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná (FACIAP), eventos promovidos com apoio do BRDE.
“É uma grande satisfação para o BRDE reforçar parcerias e contribuir para o desenvolvimento do Oeste paranaense, região de muitas riquezas, que hoje representa em torno de 26% das operações do Banco no Paraná”, afirmou o presidente do BRDE, Orlando Pessuti. As assinaturas aconteceram no estande do BRDE, com a presença do presidente da ACIPA, Laudio Luiz Soder, de Emília da Costa Mendes, sócia-proprietária do Hotel Tarobá, do presidente da FACIAP, Marco Tadeu Barbosa, e diretores da entidade.
O contrato com o Hotel Tarobá, de Foz do Iguaçu, tem o valor de R$ 2,8 milhões, com recursos do BNDES e do Fundo Geral do Turismo (Fungetur). Prevê expansão do estabelecimento, com reforma de um edifício com 73 apartamentos e construção de estacionamento para 70 vagas. Com o investimento, o hotel passará a oferecer 249 apartamentos. O investimento total no projeto chega a R$ 3,5 milhões.
O acordo do BRDE com a ACIPA facilitará o contato do Banco com as empresas associadas à entidade e celebra o crédito como um instrumento indispensável para atingir metas de produtividade e qualidade compatíveis com uma maior competitividade no mercado, além de visar novas tecnologias e estratégias que ajudem no crescimento das empresas. Com 30 anos de atuação em Palotina, a ACIPA promove a capacitação de seus associados e consultorias especializadas, além de apoiar ações públicas e privadas que promovam o setor empresarial.
“Esse acordo é de suma importância para a ACIPA, porque vai beneficiar nossos associados e todo o segmento associativista, porque estamos falando de oportunidade de crédito, de termos um espaço do BRDE dentro da associação”, disse o presidente da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Palotina, Laudio Sober. “Dentro do contexto regional, chamamos isso de fomento ao desenvolvimento”, acrescentou.
Palotina, no Oeste do Paraná, é uma das regiões que mais crescem no Brasil. As cooperativas são grandes mobilizadores da economia da região. O Oeste responde por 26% da produção agrícola do Estado e é responsável por mais de 70% da produção suína. Além de ser referência no agronegócio, a região é destaque no turismo, tendo como principal atração as Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu.
Eventos FACIAP – O BRDE participa do Congresso Empresarial Paranaense e da Convenção Anual da FACIAP com estande próprio para atendimento de parceiros e futuros clientes. Os eventos têm o objetivo de trazer ao cenário paranaense discussões de alto nível e importância para o mundo corporativo, através da transferência de conhecimento de renomados palestrantes para um público qualificado. Estão programadas palestras, oficinas e painéis para um público de 3 mil pessoas.
Entre os palestrantes está o jornalista Carlos Alberto Sardenberg, colunista da Globo News e âncora da Rádio CBN, que irá traçar um cenário para as empresas no período pós-eleições. Outras presenças confirmadas são a de Antônio Maciel, eleito oito vezes o Executivo do Ano pelo jornal Valor Econômico e que já esteve à frente de várias multinacionais, e de Robinson Chiba, criador da rede de restaurantes China In Box.
Os eventos seguem até este sábado (10), no Hotel Mabu de Foz do Iguaçu. A FACIAP, organizadora dos eventos, é parceira de longa a ta do BRDE e representa hoje 295 associações comerciais e mais de 50 mil empresas, estando presente em 75% das cidades do do Paraná. Como entidade representativa das empresas, a FACIAP atua como porta-voz dos interesses das organizações junto aos governos federal, estadual e municipal.

O BRDE renovou em outubro a adesão aos princípios do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), iniciativa que fornece diretrizes para a promoção do crescimento sustentável e da cidadania, através de lideranças corporativas comprometidas e inovadoras.
A adesão ao acordo, presente em 164 países, auxilia no desenvolvimento da Responsabilidade Socioambiental do BRDE, que resulta na qualificação do banco para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
“Mais do que demonstrar total alinhamento e engajamento com os ODS, o BRDE hoje tem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no centro de suas operações, como parte integrante do próprio negócio”, afirma o diretor de Planejamento e Financeiro Luiz Corrêa Noronha.
Com essa premissa, o Banco disponibiliza crédito pelo programa BRDE PCS – Produção e Consumo Sustentáveis. O programa visa a qualidade de vida no presente e no futuro, e consolida práticas já usadas pela instituição interna e externamente.
O BRDE PCS está dividido em cinco subprogramas que oferecem apoio a energias renováveis, uso racional e eficiente da água, gestão de resíduos e reciclagem, agronegócio sustentável e projetos de cidades que tenham como objetivo a sustentabilidade.
A preocupação socioambiental do BRDE não é recente. O banco foi a primeira instituição financeira no Brasil a exigir Licença Ambiental das empresas como requisito obrigatório para financiamentos.
Recentemente, participou do “SDGs in Brazil – The role of the private sector” (ODS no Brasil – o papel do setor privado), em Nova York, onde apresentou a experiência do BRDE PCS, selecionado como caso exemplar de sustentabilidade no setor financeiro brasileiro.
PNUD – Em novembro de 2017, o BRDE assinou um memorando de entendimento com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com foco no combate às mudanças climáticas na Região Sul, dentro do alcance dos ODS.
Neste ano, BRDE, PNUD e Itaipu Binacional trabalham em um projeto de cooperação técnica para promover o desenvolvimento sustentável nos 54 municípios da região de abrangência da hidrelétrica, no Oeste paranaense, com foco na implementação da Agenda 2030.
Os objetivos do projeto são: promover o desenvolvimento institucional e das capacidades locais das municipalidades na Região de Abrangência de Itaipu (RAI), com ênfase na implementação da Agenda 2030; fomentar com subsídios investimentos de interesse social e ambiental na RAI, com ênfase na Agenda 2030, e fomentar investimentos aderentes à Agenda 2030 na RAI.

O BNDES reabriu as operações para o subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes do Fundo Clima, programa que tem o BRDE como um de seus agentes financeiros. Poderão ser financiadas pessoas físicas, micro e pequenas empresas investindo no Paraná.
O Fundo Clima, composto por 10 subprogramas, faz parte dos instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente. Tem a finalidade de garantir recursos para apoio a projetos ou estudos e financiamento de empreendimentos que tenham como objetivo aliviar o processo de mudanças climáticas.
O subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes é voltado à produção e aquisição de máquinas e equipamentos com maiores índices de eficiência energética ou que contribuam para a redução da emissão de gases do efeito estufa. Permite financiar até 80% dos itens apoiáveis, ao custo final de 4,03% ao ano, para pessoas físicas ou empresas com faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões.
O BRDE foi o primeiro banco do país a operar o Fundo Clima. No Paraná, diversos projetos estão em análise, sendo a maior demanda por sistemas fotovoltaicos. “Trata-se de mais uma ação com recursos do BNDES para incentivar o cidadão brasileiro a investir em sustentabilidade e economia de energia”, afirma o diretor-presidente do BRDE, Orlando Pessuti.
Além do Fundo Clima, o BRDE também apresenta outras linhas de financiamento a projetos de energia, com participação de até 100% do investimento e prazo máximo de pagamento de até 12 anos. O valor mínimo do financiamento é de R$ 50 mil para microempresas e de R$ 250 mil para as demais empresas.
Outras informações sobre o Fundo Clima podem ser obtidas no site do BNDES: https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/financiamento/produto/fundo-clima/fundo-clima. Ou no portal do BRDE: www.brde.com.br. Entre também em contato com a agência do BRDE em Curitiba pelo telefone (41) 3219-8150 ou e-mail brdepr@brde.com.br.

Como parte do programa de apoio a municípios na área de infraestrutura viária, a diretoria do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) aprovou nesta quarta-feira (31), em reunião em Porto Alegre (RS), a contratação de financiamento nos valores de R$ 4,6 milhões e de R$ 10 milhões respectivamente para Cafelândia, no Oeste do Paraná, e Almirante Tamandaré, Região Metropolitana de Curitiba.
O repasse será feito com recursos do FGTS, por meio do programa Avançar Cidades, do governo federal, do qual o BRDE é agente financeiro. Neste ano, as contratações feitas pela Agência Paraná do Banco no âmbito do programa somam R$ 20 milhões. Em carteira, incluindo projetos em fase de análise ou contratação de financiamento, são mais R$ 80 milhões em investimentos nos municípios paranaenses.
“Passamos por um momento importante no BRDE, de celebração de avanços e também de muitos desafios”, afirma o diretor-presidente do Banco, Orlando Pessuti. “Mesmo com as adversidades da economia, o BRDE cresceu, buscou novas fontes de recursos, ampliou o apoio aos municípios e fechou parcerias internacionais, com a Agência Francesa de Desenvolvimento e o Banco Europeu de Investimentos”.
O primeiro contrato de financiamento no Paraná no âmbito do Avançar Cidades foi assinado com o município de Colombo, na Grande Curitiba, no valor de R$ 17,1 milhões. O município investirá os recursos na pavimentação de importantes vias da cidade, beneficiando 5 mil moradores. No Estado, o programa acontece em parceria entre o BRDE e a Paranacidade, responsável pela análise dos projetos.
Em Almirante Tamandaré e em Cafelândia, os recursos serão investidos em infraestrutura viária e mobilidade, incluindo pavimentação e readequação de vias, entre outros serviços. São obras que melhoram a circulação de veículos e garantem mais segurança a motoristas e pedestres.
O QUE É O AVANÇAR CIDADES
O Avançar Cidades financia projetos voltados à melhoria da circulação de pessoas, incluindo qualificação viária, transporte público coletivo sobre pneus, transporte não motorizado e elaboração de planos de mobilidade urbana, com recursos do FGTS.
O programa financia pavimentação de itinerários de transporte público urbano ou pavimentação de vias de um bairro ou de ligação entre bairros, vinculadas obrigatoriamente à execução de passeios com acessibilidade, microdrenagem e sinalização viária.
É possível também financiar infraestrutura cicloviária, medidas de moderação de tráfego, iluminação pública, arborização, redes de abastecimento de água e redes de coleta de esgotamento sanitário.
Saiba mais sobre financiamento a projetos de infraestrutura nos municípios acessando o portal www.brde.com.br. Ou procure a agência do BRDE em Curitiba, que fica na Avenida João Gualberto, 570, Alto da Glória. Contatos: (41) 3219-8150 ou brdepr@brde.com.br.

O advogado e economista Guilherme Fumagalli Guerra é o novo diretor de Operações do Banco do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). Guerra foi empossado no cargo nesta segunda-feira (29), na Agência Paraná do Banco, pelo diretor-presidente da instituição, Orlando Pessuti.
“Você chega num momento de celebração de conquistas, mas também de grandes desafios”, afirmou Pessuti, ao relembrar a trajetória do BRDE nos últimos oito anos, quando a instituição passou de um capital social de R$ 100 milhões R$ 1,2 bilhão, por conta da capitalização feita pelos governos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
“Estamos fazendo o crédito acontecer, avançando muito, com parcerias internacionais, novas fontes de recursos, investimentos em inovação e a preocupação com as questões socioambientais, que vem permitindo ao BRDE ter mais de 82% de suas operações aderentes aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, afirmou.
Guilherme Guerra agradeceu a confiança depositada nele pela governadora Cida Borghetti e a diretoria do BRDE e disse e estar tranquilo para assumir a nova função, pela experiência adquirida com o trabalho na área financeira e, principalmente, pelo conhecimento que tem a respeito da qualificação do corpo técnico do BRDE.
Guerra é graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Curitiba e em Economia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), onde cursa atualmente mestrado em Economia. Atuou por 11 anos no mercado financeiro, com experiência nas áreas de Compliance e Risco e estruturação de fundos de investimento.
Acompanharam a posse a superintendente da Agência Paraná, Juliana Dallastra, o conselheiro do BRDE Valmor Weiss, o representante do Comitê de Auditoria Alan Jones dos Santos, gerentes e assessores de diretoria e o advogado Fernando Vernalha Guimarães, da VGP Advogados.

O Biopark – Parque Científico e Tecnológico de Biociências, localizado em Toledo, no Oeste do Paraná, contratou R$ 10 milhões em financiamentos junto ao BRDE, provenientes do FINEP Inovacred, para conclusão de um dos prédios do empreendimento. O projeto do Biopark tem como objetivo transformar a região em um polo de pesquisa, desenvolvimento e inovação.
O empreendimento é o primeiro do gênero com foco em biociências e biotecnologia do Brasil. O BRDE está apoiando a construção do primeiro prédio do Biopark que abrigará institutos de pesquisas e o centro analítico, além do curso de Medicina da Universidade Federal do Paraná (UFPR), que já está funcionando no local.
“O projeto do BIOPARK é uma iniciativa pioneira do setor empresarial privado do Paraná. Para o BRDE, financiar este empreendimento tem estreita ligação com a missão e vocação do banco, ao estimular iniciativas pioneiras e inovadoras”, afirma o gerente adjunto de Operações da Agência Paraná do BRDE, Sérgio Sato.
O projeto arquitetônico do Biopark compreende uma área física de 240.000m² e é composto por três edifícios para universidades, outros três para laboratórios, auditório para 600 pessoas, prédio corporativo com 12 andares, restaurante e ginásio poliesportivo, além de grande área verde. A área total do projeto é de 4 milhões de metros quadrados.
“A parceria com o BRDE é de extrema importância para a evolução e consolidação das atividades iniciais do Biopark que beneficiarão não apenas Toledo, mas toda a Região Oeste e o Estado do Paraná”, comenta Marcelo Sáfadi Alvares, membro do Conselho Consultivo do Biopark.
Inovacred – A linha FINEP Inovacred financia projetos de empresas com receita operacional de até R$ 90 milhões para aplicação em desenvolvimento de novos produtos, serviços e processos ou no aprimoramento daqueles já existentes. Pode também financiar inovação em marketing ou inovação organizacional, visando ampliar competitividade das empresas.
Pelo Inovacred, podem ser financiados até 90% do valor do projeto para microempresa, até 80% para pequena empresa e até 80% para média empresa. As taxas são: TJLP para micro e pequenas empresas; TJLP + 1% ao ano para médias empresas. O prazo total é de até 96 meses.
Saiba mais sobre as linhas de crédito do BRDE para inovação: acesse o portal www.brde.com.br ou entre em contato com a Agência Paraná pelo telefone: (41) 32198150 e pelo endereço eletrônico brdepr@brde.com.br.

O BRDE participou nesta sexta-feira (21) do lançamento do Espaço HUB Local 2030, o primeiro centro local de convergência das ações da Agenda 2030 estabelecido pela ONU no Brasil, instalado no polo da Companhia Paranaense de Energia (Copel) em Curitiba, conhecido como “Chapéu Pensador”. A gerente de Planejamento da Agência Paraná, Lisiane Astarita, representou o banco no evento.
O diretor do Programa Cidades do Pacto Global da ONU, Michel Nolan, participou do evento. Disse que o HUB Local lançado no Paraná será replicado ao redor do mundo e destacou a importância dos atores locais, governos estaduais e municipais, na implantação das metas dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e nos avanços da Agenda 2030.
“Como líderes, vocês devem se orgulhar desse protagonismo”, afirmou Nolan, que ao lado de representantes do Governo do Paraná, da Copel e da Prefeitura de Curitiba, plantou uma árvore no local para marcar o lançamento do HUB Local e as comemorações do 21 de Setembro, Dia da Árvore. Na quinta-feira (20), Nolan visitou a agência do BRDE em Curitiba.
“É um orgulho para o Paraná sediar o primeiro HUB Local do Brasil e da América Latina”, disse o secretário de Planejamento e Coordenação Geral do Paraná, Rodrigo Salvatore. “O trabalho do Estado em prol da implantação dos ODS é reconhecido e assim deve permanecer, porque a ideia é agregar resultados a quem mais precisa”, acrescentou.
HUB 2030 – A ONU decidiu implantar HUBs locais para o avanço da Agenda 2030 em âmbito global, com base na estimativa de que 65% das metas dos ODS não serão atingidas se não houver participação efetiva de governos estaduais e municipais. Em função do protagonismo do Paraná nas iniciativas em prol dos ODS, o Estado foi escolhido para sediar o primeiro HUB do Brasil.
O HUB Local é um centro para convergência de ações multissetoriais com vistas ao atingimento das metas da Agenda 2030, tendo o governo do Estado como líder, com monitoramento e criação de um banco de boas práticas para ser reportado ao país e à ONU – e, a partir daí, tendo acesso a linhas de financiamento diversas.
Sediado na Copel e coordenado pelo Governo do Paraná, o HUB Local promoverá, numa parceria entre os setores público, privado e acadêmico, a expansão do Programa Cidades no Sul do país, com a adesão de municípios e reconhecimento de projetos inovadores, tornando-se um centro dinâmico, de conexão e alinhamento entre os atores.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinou nesta segunda-feira (17) com a Prefeitura de Colombo, Região Metropolitana de Curitiba, o primeiro contrato de financiamento no Paraná no âmbito do programa Avançar Cidades, do governo federal, no valor de R$ 17,1 milhões. Os recursos são oriundos do FGTS.
O município investirá os recursos na pavimentação de importantes vias da cidade, beneficiando 5 mil moradores. A prefeita de Colombo, Beti Pavin, agradeceu a parceria com o BRDE e falou da importância das obras, principalmente as melhorias na avenida Abel Scuissiato, a quarta principal via urbana do município.
“Chegamos hoje aqui, porque lá atrás, o BRDE foi capitalizado pelos governos dos três estados do Sul, o que permitiu o fortalecimento e a projeção da instituição como indutora do desenvolvimento dos municípios”, disse Pessuti. Ele lembrou também as parcerias internacionais formalizadas pelo banco e o resultado do primeiro semestre de 2018, que chegou a R$ 800 milhões em contratações.
Acompanharam a assinatura do contrato no município de Colombo vereadores, lideranças comunitárias, comerciantes, empresários, moradores, o gerentes de Operações da Agência Paraná do BRDE, Tiago Pesch, assessores do banco e o secretário do Desenvolvimento Urbano do Paraná, Silvio Barros.
Barros destacou o impacto das obras e elogiou a atuação do BRDE para viabilizar o projeto. “São obras transformadoras, que vão fazer grande diferença na vida de milhares de pessoas”, afirmou. No Paraná, o Avançar Cidades acontece em parceria entre BRDE e Paranacidade, órgão vinculado à Secretaria do Desenvolvimento Urbano, responsável pela análise dos projetos.
Também em Colombo, o BRDE viabilizou em 2016, por meio de financiamento com recursos repassados pelo BNDES, no valor de R$ 11 milhões, projeto de revitalização de vias urbanas, envolvendo as obras de terraplenagem, meio-fio, tapa-buracos, revestimento em CBUQ, drenagem, sinalização e outros serviços.
O QUE É O AVANÇAR CIDADES
O programa Avançar Cidades financia projetos voltados à melhoria da circulação de pessoas, incluindo qualificação viária, transporte público coletivo sobre pneus, transporte não motorizado e elaboração de planos de mobilidade urbana, com recursos oriundos do FGTS.
São financiáveis pelo Avançar Cidades: pavimentação de itinerários de transporte público coletivo urbano ou pavimentação de vias de um bairro ou de ligação entre bairros, vinculadas obrigatoriamente à execução de passeios com acessibilidade, microdrenagem e sinalização viária. É possível também financiar infraestrutura cicloviária, medidas de moderação de tráfego, iluminação pública, arborização, redes de abastecimento de água e redes de coleta de esgotamento sanitário.

A Agência Paraná do BRDE apresentou as linhas de financiamento destinadas a empresas e projetos inovadores durante o Workshop de Investimentos em Inovação, promovido em agosto, em Curitiba pelo Sistema Fiep. O evento faz parte do programa Bússola da Inovação, de incentivo ao processo de inovação nas indústrias. O BRDE é parceiro do Sistema Fiep no programa. O objetivo é ampliar o compartilhamento de informações entre as instituições e a divulgação dos serviços prestados.
O apoio do BRDE à inovação foi apresentado durante o workshop pelo gerente adjunto de Operações da Agência Paraná Sérgio Sato. O Banco é hoje o maior repassador do país de recursos do programa INOVACRED da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). Foram desembolsados R$ 232,1 milhões até junho de 2018, o que corresponde a 32,8% do total nacional. O BRDE oferece as seguintes linhas de financiamento para inovação:
FINEP Inovacred
Financiamento para empresas com receita operacional de até R$ 90 milhões para aplicação em desenvolvimento de novos produtos, serviços e processos ou no aprimoramento daqueles já existentes. Pode também financiar inovação em marketing ou inovação organizacional, visando ampliar competitividade das empresas.
Beneficiários: micro, pequena e médias empresas.
Itens financiáveis:
Inovação de produtos
Inovação de processos
Inovação de marketing
Inovação em modelo de negócios
Participação do financiamento: até 90% para microempresa, até 80% para pequenas e médias empresas.
Taxas de juros: TJLP para micro e pequenas empresas; TJLP + 1% ao ano para médias empresas.
Prazo total: até 96 meses, incluindo prazo de carência.
MPME Inovadora
Financiamentos de longo prazo para empresas e projetos inovadores com juros, condições, tarifas e acompanhamento diferenciado.
Objetivo: fortalecer a inovação no ambiente produtivo na Região Sul mediante apoio creditício a empresas e projetos inovadores: desenvolvimento de novos produtos, processos ou serviços; aprimoramento dos já existentes; inovação em marketing, inovação organizacional no ambiente produtivo ou social; investimentos fixos na modernização das instalações de empresa inovadora; aquisição, no mercado interno, de softwares e serviços correlatos desenvolvidos no Brasil
Público-alvo: empresas de todos os portes que investem na inovação com foco nas vencedoras de editais de subvenção, nas empresas instaladas em incubadoras, polos e distritos de inovação e nas empresas apresentadas pelos parceiros operacionais do Programa BRDE Inova.
Entidades parceiras: instituições que realizam atividades relevantes no campo da inovação, conveniadas para executar o trabalho de orientação, seleção e encaminhamento das propostas de financiamento.
Saiba mais sobre as linhas de crédito do BRDE para inovação: acesse o portal www.brde.com.br ou entre em contato com a Agência Paraná pelo telefone: (41) 32198150 e pelo endereço eletrônico brdepr@brde.com.br.

A gerente adjunta de Operações da Agência Paraná Carmem Truite foi a mediadora do painel “Crédito Sustentável – Uma produção que cresce alavancada, como parte da programação do 6º Fórum de Agricultura da América do Sul, que terminou no início desta sexta-feira (24), em Curitiba. Participaram do painel o diretor de Infraestrutura do Banco Mundial para o Brasil, Paul Procee, e o economista Pedro Loyola, da Federação da Agricultura do Paraná (FAEP).
O Fórum de Agricultura da América do Sul é uma iniciativa do Núcleo de Agronegócio da Gazeta do Povo (AgroGP), plataforma de conteúdo do Grupo Paranaense de Comunicação (GRPCOM). Ao todo, foram 15 painéis com mais de 30 palestrantes, incluindo o ministro da Agricultura e Pecuária, Blairo Maggi. Participaram mais de 400 pessoas, entre produtores rurais, empresários do campo, lideranças agropecuárias e jornalistas.O BRDE foi um dos patrocinadores do evento.
Carmem apresentou o BRDE e destacou a atuação forte do Banco no agronegócio. Pedro Loyola falou da importância cada vez maior da participação cada vez maior do setor privado mais na oferta de crédito para o agronegócio, seja por meio de bancos e cooperativas de crédito como Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) e o crédito comercial oferecido por tradings e empresas privadas.
Loyola avaliou que o governo vem aos poucos abandonando o crédito rural. “O gasto será cada vez mais racional”. O subsídio estatal para safra deste ano é de 194,3 bilhões. Segundo Loyola, o teto de gastos públicos será um desafio para o setor, que vai investir cada vez menos. “O produtor precisa encontrar outras maneiras para subsidiar a produção”, afirmou.
No caso do seguro rural, a situação é ainda mais complicada, destacou Loyola. Atualmente, apenas 2% do subsídio (R$ 380 milhões) é destinado ao benefício. “Um estudo do Banco Mundial afirma que 1% do PIB agrícola é perdido para eventos climáticos. No Paraná, por exemplo, há problema com milho safrinha e com o trigo. Atualmente, apenas 15% das propriedades estão cobertas, número muito abaixo de outros países”.
“É preciso envolver mais os agentes privados”, acrescentou Loyola. “Garantir subsídios aos pequenos produtores, que muitas vezes não têm acesso ao benefício por falta de garantia e investimentos em tecnologia, indispensáveis para o crescimento do setor. O Estado precisa ter uma política agrícola que melhore a competitividade do agronegócio”.
Sustentabilidade – Paul Procee, do Banco Mundial, afirmou que os investimentos em projetos agrícolas serão cada vez mais criteriosos em relação à sustentabilidade. “Através do investimento em busca da produtividade e de novas tecnologias, você consegue criar um novo ecossistema de crescimento na produção”, disse.
Segundo Procee, o Brasil ainda está no berço do investimento tecnológico e precisa aumentar essa busca. “Temos que criar mecanismos para criar linhas de financiamento, alinhando as políticas dentro da União. Criar programas regionais com sistemas claros de monitoramento para pequenos produtores”, destacou.
Intercooperação – O segundo dia do fórum começou com um debate sobre intercooperação no sistema cooperativo, com a participação de representantes das cooperativas paranaenses Capal, Frísia e Castrolanda e da Organização das Cooperativas do Brasil (OCB).
Erik Bosch, diretor-presidente da Capal, afirmou que os produtores precisam se sentir pertencentes à cooperativa, pois a confiança é ponto principal para que o sistema cooperativista funcione de verdade. Renato Nobile, da OCB, elogiou as boas práticas do cooperativismo do Paraná e disse que a inovação é o caminho a seguir pelas cooperativas.
Para Frans Borg, presidente da Castrolanda, o modelo de inter cooperativismo adotado por eles, de investir em inovação e tecnologia, só funciona por que o investimento em fábricas e na cadeia produtiva é feito em conjunto pelos produtores cooperados. “Percebemos que a necessidade dos produtores, que são a base da cooperativa, é a mesma. Então porque não construir uma operação conjunta?”, questionou Borg.
Emerson Moura, superintendente da Frísia, destacou que as cooperativas precisam acabar com o “egosistema”, em que cada uma dá prioridade para suas necessidades individuais sem pensar no bem maior do conjunto. Sem isso, segundo ele, é impossível conseguir um bom intercooperativismo.