BRDE

Na última sexta-feira (19) foi concluída mais uma etapa do projeto, 36 startups foram selecionadas para a próxima fase do BRDE Labs, na qual cada startup fará uma apresentação para defender suas soluções e propostas de inovação.

 

Em busca do desenvolvimento do Paraná em direção a um alto potencial de crescimento tecnológico e desenvolvimento de inovações, o BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul criou o BRDE Labs. O programa tem como objetivo oferecer apoio, capacitação e aporte de recursos às startups que desenvolvem soluções para diversas áreas, mas com principal foco no agronegócio. O projeto conta com a parceria da Hotmilk, aceleradora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) e curadora do programa.

O BRDE Labs em sua primeira etapa realizada contou com a inscrição de 179 startups de todo o país na categoria do programa denominada Product Lab – laboratório de produto, fase na qual apresentaram os produtos e seus respectivos mercados. Todas foram avaliadas por um comitê, formado por representantes das cooperativas parceiras, do BRDE e da Hotmilk. A partir da análise da adequação das soluções propostas às demandas identificadas, 36 startups foram escolhidas para seguir no projeto.

Na próxima fase, que será realizada durante os dias 30 de junho e 01 de julho, cada uma das 36 startups realizará um pitch, apresentação pessoal para uma banca avaliadora, defendendo suas propostas para a inovação e desenvolvimento tecnológico. As 20 startups mais bem avaliadas entrarão numa fase de pré-aceleração com duração de quatro semanas, começando no dia 07 de julho. Depois, 10 serão selecionadas para a etapa de aceleração.

As finalistas do programa receberão capacitação em um dos dois Hubs do Programa – Toledo ou Londrina em áreas como estratégia de vendas, relações públicas e financeira, desenvolvimento de produtos. As startups avaliadas com melhor desempenho poderão fechar parcerias com as cooperativas ligadas ao projeto e receber aporte de Fundos em que o BRDE é cotista.

 

Material sobre arte, história, arquitetura e patrimônio estará disponível nos canais digitais do Banco. Série conta com professores, historiadores, artistas, pesquisadores, educadores e arquitetos.

 

No dia 21 de junho de 2020, o Espaço Cultural BRDE, o Palacete dos Leões,  comemora 15 anos. Entre as atividades programadas para celebrar esse momento, uma série de reportagens semanais sobre arte, história, arquitetura e patrimônio foi produzida pelo BRDE, em parceria com a Haus, e estará disponível em seus canais digitais.

As matérias resgatam os impactos da erva-mate sobre o desenvolvimento do Paraná em diferentes esferas, da econômica à cultural, e de como, das folhas da planta, brotou todo um bairro em Curitiba – o Alto da Glória.

É possível conhecer em detalhes a história da edificação e das diferentes fases do Palacete Leão Jr. que depois se transformou em Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões. São abordados os elementos da arquitetura eclética do seu exterior e interior, bem como as curiosidades e relatos históricos acerca do seu processo de tombamento e restauro.

A série conta com a participação de renomados professores, historiadores, artistas, pesquisadores, educadores e arquitetos buscando compreender a importância histórica do Palacete dos Leões e da atuação do Espaço Cultural BRDE no circuito artístico.

O PALACETE – Emblemática edificação localizada na Avenida João Gualberto, em Curitiba, o Palacete Leão Jr é um exemplar da arquitetura de estilo eclético do início do século 20. Projetado por Cândido de Abreu, a obra foi concluída em 1902 para ser a moradia da família de ervateiros proprietários da Matte Leão, o casal Maria Clara Abreu de Leão e Agostinho Ermelino de Leão Jr.

“O Palacete Leão Jr. representa um símbolo de uma época ou de um período importante na economia paranaense, que foi o ciclo da erva-mate”, analisa Dr. Luiz Carlos Borges da Silveira, diretor administrativo do BRDE. “É também papel das empresas criar o hábito de preservar e valorizar a cultura”, acrescenta.

Tombado como Patrimônio Histórico e Cultural em 2003, o Palacete Leão Jr. foi adquirido pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul, em 2004. No ano seguinte, a instituição inaugurou o Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões, mantido e coordenado pelo próprio Banco, passando a ofertar uma programação gratuita de exposições e atividades relacionadas a arte contemporânea, arquitetura, história e patrimônio cultural.

OBRAS E EXPOSIÇÕES – Entre as diversas atividades ao longo de sua trajetória, o Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões recebeu obras e exposições de artistas contemporâneos como León Ferrari, Eliane Prolik, Fernando Lemos, Stefan Moses, Shirley Paes Leme, Paolo Ridolfi, Jair e André Mendes.

Em 2017, integrou o circuito oficial da Bienal Internacional de Arte de Contemporânea de Curitiba com o Pavilhão Anthony McCall e, em 2019, com Pangrafias. Sua parceria mais recente é com o Museu Paranaense para uma mostra com o acervo relacionado a erva-mate.

“O BRDE fez uma ótima opção ao adquirir o imóvel; desde 2005, quando este foi transformado em espaço cultural, passou a fortalecer o olhar do Banco para a cultura e a preservação, ao que se somaram outras ações. Dar este uso cultural ao Palacete Leão Jr. é devolver à sociedade aquilo que é um dever institucional, que é fomentar a economia”, ressalta Wilson Bley, diretor de operações do BRDE.

Serviço:
Como acessar: As postagens serão semanais e seguem até final de agosto nas redes sociais:
BRDE: @brdeoficial (Instagram) e www.facebook.com/brdeoficial (Facebook)
Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões@espacoculturalbrde (Instagram) e www.facebook.com/EspacoCulturalBrde (Facebook)

Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul completa 59 como uma das principais instituições de fomento do País. Neste ano atua para estimular a economia e resguardar empregos.

 

Nesta segunda-feira, 15 de junho, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), pertencente aos três Estados do Sul, completa 59 anos de fundação, destacando-se entre as maiores instituições financeiras de fomento econômico do País.

Neste ano, em especial, o Banco atingiu marcos históricos e estima ter colaborado para resguardar mais de 16 mil empregos no Paraná durante a crise provocada pela pandemia do novo coronavírus.

O Banco é o principal repassador de recursos para inovação e responsável pelo estímulo à economia paranaense, com atuação nos setores do agronegócio, indústria e empresarial. Em 2020, devido à crise generalizada da pandemia, a agência paranaense exerce importante papel na retomada econômica e atingiu marcas históricas, tanto em atendimentos e demandas espontâneas como na liberação de recursos.

Nos primeiros cinco meses deste ano o BRDE registrou volume recorde de R$ 1 bilhão em contratos, o que gerou um incremento, nos dados consolidados da Região Sul, de 78% frente as contratações no mesmo período do ano passado. Só do Paraná são R$ 358 milhões.

“O crescimento foi significativo e isso reflete a dedicação do Banco, salvaguardando a economia, a vida e o bem-estar coletivo na nossa região”, afirma o diretor de operações do BRDE, Wilson Bley Lipski.

REFORÇO – Lipski explica que, mais que nunca, o Banco reforçou as estratégias de atendimento, implementou novas tecnologias e montou uma força-tarefa para cumprir a missão. A missão é promover e liderar ações de fomento ao desenvolvimento econômico e social de toda a região de atuação, apoiando as iniciativas governamentais e privadas, por meio do planejamento e do apoio técnico, institucional e creditício de longo prazo.

“O período apresentou muitos desafios para os mais diversos setores, mas não podíamos deixar o paranaense desassistido. Montamos uma força-tarefa, reestruturamos equipes de atendimento e análise, buscamos novos fundings e implementamos novas tecnologias”, ressalta o diretor administrativo do BRDE, Luiz Carlos Borges da Silveira.

PARANÁ – Como forma de apoiar a recuperação da economia na região Sul, o BRDE lançou, em março deste ano, o Programa Recupera Sul. No Paraná, com apoio do Governo do Estado, o programa tem como principais objetivos a proteção dos empregos e o socorro às empresas dos principais setores afetados pela crise.

Pelo programa, o Banco oferece redução na taxa de juros, simplificação de processos, flexibilização de garantias e pulverização do crédito por meio de entidades parceiras.

Com o Recupera Sul e outras iniciativas do Banco, foi registrado crescimento de 147% em relação a 2019. Uma das respostas para esse crescimento é o fato de que a entidade não parou no tempo, se adequando às necessidades para atendimento à demanda com linhas de crédito.

INVESTIMENTOS – Hoje, o BRDE acumula números significativos de investimentos nos mais diversos setores. Só nas cooperativas agroindustriais, por exemplo, foram mais de R$142 milhões em investimentos. No setor de energias alternativas, o total chega a R$115 milhões. Também se destacam os investimentos nos setores de inovação e empresas dos mais diversos portes.

É com base neste desempenho entre janeiro e maio de 2020, que o BRDE estima a proteção de pelo menos 16 mil postos de trabalho. O número reforça a importância do Banco para o Paraná, atuando como um elo da corrente que forma o sistema paranaense de fomento.

“O ano que estamos vivendo não é de grandes celebrações. Estamos passando por momentos difíceis e sem precedentes, que exigem ações rápidas e eficientes. Enquanto BRDE, nos esforçamos diariamente para atender aos anseios dos que nos procuram”, afirma Wilson Bley Lipski.

“Poder celebrar quase seis décadas de existência com números positivos e que comprovam a efetividade da nossa missão é um sopro de esperança. Acreditamos que isso tudo vai passar, mas reforçamos que,  mesmo em momentos de crise, estamos ao lado do empreendedor paranaense”, finaliza. Neste ano, por conta das restrições e recomendações relacionadas à pandemia, não haverá solenidades.

HISTÓRICO – O BRDE foi fundado em 15 de junho de 1961 pelos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, com o objetivo de fazer o Sul do Brasil prosperar. Desde então, apoia e acompanha o desenvolvimento de projetos para aumentar a competitividade de empreendimentos de todos os portes na região.

Conta com 463 colaboradores nos três Estados. Com sede administrativa e agência na cidade de Porto Alegre, possui também agências em Florianópolis e em Curitiba, além de um escritório de representação no Rio de Janeiro e espaço de divulgação em Campo Grande (MS). Possui também espaços de divulgação em 10 cidades da Região Sul.

Em 2019, o volume de contratações de financiamento do BRDE somou R$ 2,5 bilhões. Os projetos financiados viabilizaram R$ 2,9 bilhões em investimentos na Região Sul, que devem gerar uma arrecadação anual adicional de R$ 232,1 milhões em ICMS para os três Estados. A carteira de financiamentos do Banco era composta por 37.752 operações ativas de crédito de longo prazo, com saldo médio de R$ 357,5 mil.

Desempenho é dos cinco primeiros meses do ano e representa um incremento, nos dados consolidados da Região Sul, de 78% frente as contratações no mesmo período do ano passado.

 

Desde o início da crise generalizada provocada pela pandemia do novo coronavírus, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) registrou um aumento na procura de linhas de créditos e financiamentos. O aumento nas operações solicitadas se dá, principalmente, por empresários paranaenses que buscam manter o fluxo de caixa das empresas e amenizar os efeitos financeiros da crise.

Com este aumento espontâneo das demandas, o BRDE registrou, na última semana, o marco histórico de R$ 1 bilhão em contratos nos cinco primeiros meses de 2020, o que gerou um incremento, nos dados consolidados da Região Sul, de 78% frente as contratações no mesmo período do ano passado. Só do Paraná são R$ 358 milhões.

“Criamos uma força-tarefa de atendimento e empenhamos muitos esforços na atração de novos fundings para que conseguíssemos atender o maior número possível de pedidos. Aumentamos a produtividade e tudo isso graças a um processo que começou ainda em 2019”, destaca o diretor de operações do BRDE, Wilson Bley Lipski.

CELERIDADE – O processo a que Bley se refere é o de digitalização. Desde 2019, o BRDE iniciou um processo intenso no sentido de digitalizar grande parte dos processos, desburocratizando etapas e dando mais celeridade aos retornos das solicitações feitas ao Banco.

Foi implementada uma série de melhorias no internet banking, um sistema on-line que permite ao cliente do Banco o acompanhamento de todos os pedidos e, também, a possibilidade de novos solicitantes enviarem documentos e certidões de forma digital.

“É um avanço muito importante. O projeto estava previsto para ser 100% concluído em 2021, mas devido ao contexto gerado pelo novo coronavírus, aceleramos a finalização. Caso isso não acontecesse, teríamos mais dificuldades em dar respostas rápidas e resolutivas aos solicitantes, que buscam o BRDE como uma alternativa em meio à crise”, acrescenta Bley.

INCREMENTO  No total, o BRDE estima que houve um incremento de pelo menos 132% na quantidade de operações aprovadas entre janeiro e maio de 2020. Pelo sistema, conduzido pelas equipes que estão com rotina readequada para atender ao volume de trabalho, há possibilidades de simplificar o relatório das análises de crédito, além de automatizar a geração de contratos, agilizar relatórios de fiscalização, possibilitar o enquadramento automático das operações, dentre outras funcionalidades.

“Podemos dizer que o internet banking foi decisivo para alcançarmos a marca de R$1 bilhão em contratações antes mesmo de chegarmos ao fim do primeiro semestre do ano. A revolução digital nos leva a investir em soluções que acompanhem as novas tecnologias, mas o sistema conseguiu superar as expectativas, facilitando muito o contato entre solicitantes, clientes e Banco”, observa o diretor de Operações.

INVESTIMENTOS DECISIVOS  No período em análise, além do sistema, dois programas se destacam. Como forma de apoiar a recuperação da economia na região, o BRDE lançou, em março deste ano, o Programa Recupera Sul.

No Paraná, com apoio do Governo do Estado, o Programa tem como principais objetivos a proteção dos empregos e o socorro às empresas dos principais setores afetados pela crise, oferecendo redução na taxa de juros, simplificação de processos, flexibilização de garantias e pulverização do crédito por meio de entidades parceiras.

Por meio dos contratos já firmados, estima-se que mais de 11 mil empregos, entre micro e pequenas empresas, cooperativas e indústrias, foram mantidos no Estado.

As estimativas, de certa forma, são comprovadas pelo Cadastro Geral de Empregos e Desempregados (Caged). Segundo dados divulgados nesta quarta-feira (27), o Paraná foi o estado do Sul que menos perdeu postos de emprego nos primeiros quatro meses do ano.

Programa teve 179 inscritos e inicia fase de seleção de startups que apresentaram soluções com foco no agronegócio e na indústria 4.0

O BRDE – Banco de Desenvolvimento do Extremo Sul tem como um de seus objetivos estratégicos a promoção do ecossistema de inovação, alinhando-se à diretriz do governador Ratinho Junior de ajudar a transformar o nosso Estado em um hub tecnológico. Assim nasceu o BRDE Labs, programa com objetivo de apoiar, capacitar e aportar recursos a startups que desenvolverão soluções para diversas áreas, mas com foco principal no agronegócio.

O programa teve seu edital lançado em fevereiro deste ano e o resultado da primeira categoria foi apresentado pela Hotmilk, aceleradora da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) e curadora do Programa BRDE Labs, em workshop virtual com participação das cooperativas agroindustriais paranaenses e empresas parceiras como Castrolanda, Cocamar, Cocari, Coopacol, Coopavel, CVale, Frimesa, Integrada, Lar, Primata e a Angelus,  além de representantes do BRDE e da OCEPAR.

No total, são 179 startups de todo o Brasil que estão participando da categoria denominada Product Lab – laboratório de produto –, onde são apresentados os produtos e seus respectivos mercados.  Mais de 15 estados, além do Distrito Federal, estão representados. O maior número de empresas inscritas veio de Paraná, São Paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Minas Gerais.

Segundo o diretor de operações do BRDE, Wilson Bley Lipski “o evento foi importante para engajar os parceiros para a nova fase que é a de avaliação e seleção das empresas. Nosso objetivo é aproximar as startups de potenciais clientes, além de fomentar a inovação no Paraná, atendendo ao pedido do governador Ratinho Junior”.

Na primeira seletiva, as startups são avaliadas por um comitê formado por representantes das cooperativas, do BRDE e da Hotmilk, a partir dos critérios estabelecidos no edital, e desse processo saem 50 startups para a fase seguinte. Na segunda seletiva, é analisada a adequação das soluções propostas às demandas identificadas pelos parceiros, e são selecionadas 30 startups, que irão para a fase de apresentação pessoal para uma banca avaliadora. Na sequência, 20 startups entram na fase de pré-aceleração, com as 10 melhores sendo habilitadas para o programa de aceleração. As startups selecionadas poderão ser direcionadas para um dos dois Hubs do Programa – Toledo ou Londrina e receberão capacitação em áreas como estratégia de vendas, relações públicas e financeira, desenvolvimento de produtos, entre outras.

Ao final do programa, o BRDE, em conjunto com a Hotmilk e as Cooperativas, avaliará o desempenho de cada startup. As melhores soluções poderão fazer parceria com as Cooperativas ou receber investimento dos Fundos em que o BRDE é cotista.

Bley ressalta que “o BRDE está em novo momento e, como banco de desenvolvimento econômico, assume uma postura mais ativa de apoio à inovação nos estados do Sul, já que empresas de tecnologia geram muitos empregos com bons salários.”

A outra categoria do programa denominada Business Lab – desenvolvimento de negócio, onde a startup inscrita já está em fase de operação/tração, está com as inscrições abertas até 20 de julho. As inscrições podem ser efetuadas por meio do site www.brdelabs.com.br

 

A equipe do Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões participou hoje de uma videoaula sobre arte, arquitetura e história destinada a alunos da rede municipal de ensino. A gravação é uma iniciativa do “Linhas do Conhecimento”, programa da Secretaria Municipal da Educação de Curitiba.

Desde 2019, o Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões integra as ações desse programa, recebendo alunos e professores para visitas mediadas. A partir de  três pilares fundamentais –  conhecer, amar e cuidar da cidade – o programa realiza visitas a espaços culturais com o objetivo de ampliar o repertório e fortalecer a cidadania.

Durante o período de isolamento, devido à pandemia do novo coronavírus – Covid-19, as ações do Linhas do Conhecimento passaram a ser exibidas como videoaulas na TV Escola Curitiba, plataforma pedagógica para os estudantes da rede municipal de ensino. O conteúdo é desenvolvido conforme o currículo para o público da pré-escola, do 1º ao 5º Ano do Ensino Fundamental e da Educação para Jovens e Adultos (EJA). Para estudantes do 6º ao 9º ano do Fundamental, o conteúdo é produzido pelo Governo do Estado.

O programa sobre o Palacete será exibido na próxima semana na TV Escola Curitiba e é destinado aos alunos atendidos pelo EJA – Educação de Jovens e Adultos.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) já registrou, desde o dia 23 de março, mais de 1.500 pedidos de crédito e financiamento por parte de empresas paranaenses, que buscam recursos para manter o fluxo de caixa das empresas e amenizar os efeitos da crise provocada pela pandemia do coronavírus.

As solicitações somam R$ 2,9 bilhões, recorde de pedidos chegando a três vezes o número total de pedidos durante o ano de 2019. Neste mesmo período foram liberados mais de R$193,7 milhões – quase a metade para micro, pequenas e médias empresas. Estima-se que estes créditos garantem a manutenção de mais de 11 mil empregos, entre micro e pequenas empresas, cooperativas e indústrias do Estado

O desempenho do BRDE no Paraná se dá por meio do Programa Recupera Sul, que busca apoiar a recuperação da economia nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, após a crise do novo coronavírus.

No Paraná, com apoio do Governo do Estado, o Programa Recupera Sul tem como principais objetivos a proteção dos empregos e o socorro às empresas dos principais setores afetados pela crise, oferecendo redução na taxa de juros, simplificação de processos, flexibilização de garantias e pulverização do crédito por meio de entidades parceiras.

“Nossa maior preocupação é trabalhar para viabilizar a manutenção dos empregos e garantir a renda da população paranaense. Por isso, o principal critério para as empresas buscarem financiamentos junto ao BRDE foi a garantia de que tentariam, ao máximo, manter as vagas de trabalho ocupadas”, explicou o governador do Paraná, Ratinho Junior.

Para o diretor de operações da agência paranaense do BRDE, Wilson Bley Lipski, os números reforçam a importância do banco para o Estado. “Somos um elo da corrente que forma o sistema paranaense de fomento e estamos focados na recuperação econômica do Estado, apoiando o setor produtivo”, enfatiza Bley.

RECORDE – Ele destaca que os 1.500 pedidos, somando R$ 2,9 bilhões, representam um recorde de demandas espontâneas e, também, um salto significativo, já que o registrado num intervalo de pouco mais de um mês corresponde a três vezes do volume total de demandas do ano passado.

“O BRDE tem somado esforços para conseguir atender as demandas da forma mais ágil possível. Até o momento, cerca de 97,2% das solicitações já receberam retorno, seja para solicitar a documentação inicial, que dará seguimento ao pedido, ou para informar que não houve enquadramento”, explica Wilson Bley.

“Compreendemos que este momento de incertezas e crise generalizada exige dedicação extra da nossa parte e buscando, inclusive, atrair novos fundings para que consigamos atender o maior número possível de pedidos”, diz ele.

MAIS EFEITOS – Com os recordes e aumentos expressivos de pedidos e solicitações, o BRDE também tem sentido outro efeito colateral da crise provocada pela Covid-19: mais de R$1,05 bilhão em contratos foram prorrogados. Outro dado de destaque diz respeito à aprovação de crédito em 2020: entre o dia 1º de janeiro e 27 de abril, mais de R$536 milhões em crédito foram aprovados.

Até o momento, a Agência Paraná do BRDE já liberou mais de R$193,7 milhões (sendo que deste montante, quase a metade foi destinada para micro, pequenas e médias empresas).

Além dos novos aportes, BRDE também prorrogou por 6 meses os pagamentos de contratos ativos com empresas de todos os portes, com prioridade aos contratos com micro e pequenas empresas.

O saldo dos contratos prorrogados soma mais de R$ 800 milhões e os clientes só voltarão a fazer os pagamentos em outubro deste ano.

“Em momentos como esse, é essencial estarmos ao lado do empresário paranaense, não deixando o setor produtivo do estado esmorecer”, conclui Bley.

O suporte financeiro emergencial para a população e paras as empresas, o controle orçamentário público com corte de despesas e o reforço em investimentos que gerem emprego e renda foram alguns dos temas tratados na manhã desta quarta-feira (29) durante conversa entre o economista Paulo Rabello de Castro, o secretário do Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge, e o diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Wilson Bley Lipski. Os três participaram de evento promovido pela Escola de Liderança do Paraná para discutir os desafios trazidos pela pandemia da Covid-19.

O Paraná foi citado algumas vezes como modelo por Rabello de Castro, que é ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a começar pelo investimento para ter 100% de cobertura digital, o que facilita o novo modelo de trabalho, em home office, e a educação à distância. O economista também elogiou a situação fiscal do Estado. “Vejo a grande posição diferencial do Paraná. O Estado reúne uma difusão de riquezas no seu território e uma distribuição e diversificação nos mais diversos segmentos, de modo que pode dar resposta muito mais rápida e demonstrar como sair da crise”, comentou.

Durante a conversa, Valdemar Jorge defendeu a necessidade de a distribuição de renda passar pelo trabalho. “Estamos preocupados com os mais carentes, em irrigar a economia e ajudar o comércio local. Mas entendemos que a ideia de fazer uma política distributiva de recursos precisa mudar em algum momento, passando pelo trabalho, para não criar anomalia, em que as pessoas ficam em casa esperando receber. Num primeiro momento isso é válido, porque as famílias estão em isolamento social, mas o próximo passo é fazer os investimentos chegarem a um maior número de pessoas, pela força do seu trabalho.”

Bley Lipski, do BRDE, comentou que o momento vai ajudar a fortalecer o sistema nacional de fomento, para fazer a diferença e gerar empregos. “O desafio é encontrar a medida do remédio que precisamos dar para as pessoas passarem por esse momento agudo da Covid, mas precisamos de remédio para a economia ser retomada”, disse. Ele também citou os legados que serão deixados pela crise atual, como a agilidade na tomada de decisões e mudanças no modelo de produção. “A economia vai se transformar, a industrialização vai se transformar.”

Rabello de Castro fez uma análise do momento e o empobrecimento que haverá no mundo. “Voltamos 4 ou 5 casas no nosso jogo de Banco Imobiliário”, comparou, citando o tradicional jogo de tabuleiro. Segundo ele, a visão de futuro para 2020 e 2021 foi alterada profundamente. “Estamos em uma anemia de demanda e uma desorganização da produção”, explicou, acrescentando que o cenário atual não está nos manuais de economistas, por ser completamente novo. “Nem em uma guerra vemos isso”, comparou, citando que em guerras há destruição, mas não há imobilização da sociedade, de sua força de trabalho.

O economista também falou da fragilização vivida pelas empresas e sugeriu um refinanciamento geral de dívidas, com novas taxas de juros e alongamento de prazos. “Vai haver um tremendo obituário econômico, ao lado de pessoas atingidas pela Covid”, previu.

Sobre a necessidade de cortes no orçamento, ele defende que seria uma maneira de obter os recursos necessários para combater a pandemia e ajudar os estados e municípios. Rabello de Castro elogiou a decisão tomada recentemente pelo governador Carlos Ratinho Júnior de reduzir em 30% o próprio salário e também do primeiro escalão.

Outros assuntos debatidos foram a necessidade de melhor utilização de ativos ociosos, como imóveis, além de atrair investimentos que gerem emprego e realizar gastos com responsabilidade. “É preciso combater a visão de fim de mundo que está sendo constantemente vendida”, afirmou o economista. O incentivo a startups também foi um dos temas.

Formar líderes – O Programa Diálogo é voltado para a formação e o aperfeiçoamento de lideranças do Estado. Por causa da pandemia da Covid-19, pela primeira vez o evento foi on-line, aberto ao público.

A coordenadora da Escola de Liderança, Mira Graçano, conta que estão sendo programados outros eventos para as próximas semanas, que contarão com a participação de economistas, representantes da União e de outras personalidades do setor produtivo e de universidades que vão ajudar o Paraná a retomar atividades econômicas, sociais, educacionais ou de outra natureza.

Diante dos efeitos generalizados causados pela pandemia do Coronavírus no Paraná, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) montou uma força-tarefa para atender o volume de novas solicitações e, também, oferecer suporte e condições facilitadas aos clientes que possuem contratos de financiamento em andamento.

Por meio do sistema de internet banking, o BRDE liberou um espaço para que os atendimentos sejam mais ágeis e assertivos. O Banco mobilizou as equipes para entrarem em contato com os clientes, de forma individualizada, oferecendo a alteração no contrato, já que muitos não procuraram a instituição de forma espontânea e dentro do prazo previamente estabelecido.

“Nossa equipe está dialogando com todos aqueles clientes que possuem planos passíveis de prorrogação. Até o momento, já renegociamos mais de 80% da nossa carteira ativa, o que totaliza mais de R$790 mi. Com os contatos individualizados, alcançamos mais de 300 clientes que ainda vão nos informar se irão ou não aderir à prorrogação que oferecemos”, explica o diretor de operações do BRDE, Wilson Bley Lipski.

A iniciativa, além de oferecer suporte e apoio aos clientes, também demonstra o interesse do Banco em se manter ao lado dos paranaenses, mantendo as engrenagens da economia trabalhando a favor do Estado.

“O sistema internet banking é bastante utilizado e o cliente tem uma ferramenta facilitada em mãos. Por ali, ele consulta contratos, entra em contato com o Banco e, ainda, pode solicitar as prorrogações que estão sendo oferecidas. É a tecnologia sendo utilizada a nosso favor, neste momento de dúvidas e incertezas”, afirma o diretor do banco.

FACILIDADES – A prorrogação oferecida pelo BRDE poderá contemplar mais de R$970 milhões, chegando a 1248 operações. Nos casos de quem tem saldos vencidos, novas oportunidades de acordo serão oferecidas, a fim de facilitar os processos e amenizar a situação de crise. As equipes estão dedicadas para atender a todas as demandas, tanto de novas solicitações como também de prorrogações e negociações. Nos próximos dias iniciam-se as prorrogações das operações do segmento rural e a expectativa é que se dobre este valor já renegociado.

Caso haja interesse em abrir pedidos de financiamento junto ao BRDE ou necessidade de renegociar prazos e prestações, o Banco continua à disposição da população pelos canais digitais, tais como WhatsApp (41 99934-4575), pelo e-mail (brdepr@brde.com.br), pelo telefone (41 3219-8000) e pelo site www.brde.com.br/solicitar-financiamento.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) contabilizou 735 pedidos de financiamentos no Paraná em apenas 13 dias – de 23 de março a 4 de abril. O montante das solicitações, que já supera R$ 1 bilhão, é superior ao valor de todos os pedidos espontâneos, em operações diretas, registrados em 2019.

De acordo com o diretor de Operações da agência paranaense do BRDE, Wilson Bley Lipski, a partir de 23 de março muitos municípios começaram a decretar ações incisivas de combate ao novo coronavírus. “Com isso, algumas cidades determinaram o fechamento de estabelecimentos comerciais, limitação da produção empresarial e restrições no que diz respeito à circulação de pessoas. Antevendo a situação de crise e possíveis insustentabilidades nas empresas, muitos empresários já buscaram o BRDE a fim de obter apoio para garantir a sobrevivência dos negócios”.

Diante do considerável aumento de demanda, as estratégias para atender grande parte das solicitações já foram traçadas. A estimativa é de que pelo menos R$ 500 milhões serão supridos por linhas próprias do BRDE como, por exemplo, a linha Recupera Sul, que vai disponibilizar até R$ 150 milhões, e linhas tradicionais do BNDES e outras fontes, operadas diretamente pelo banco. Os pedidos abaixo de R$ 200 mil estão sendo encaminhados para a Fomento Paraná, que poderá atender dentro do Sistema Paranaense de Fomento.

Além das estratégias para que os novos pedidos sejam atendidos, aqueles que já possuem contratos de financiamento em andamento também foram beneficiados. O banco estabeleceu um prazo específico para que os clientes pudessem solicitar a suspensão dos pagamentos das parcelas por até seis meses. Os pedidos puderam ser feitos via internet banking e, ao verificar que muitos não buscaram a renegociação de forma espontânea, o BRDE mobilizou as equipes para entrarem em contato com os clientes, de forma individualizada, oferecendo a alteração no contrato.

“Esse é um momento que exige a participação e proatividade do BRDE. Estamos preparados para atender com agilidade e compromisso os novos pedidos e, também, oferecer um suporte ainda maior àqueles que já são clientes”, destaca o diretor administrativo do BRDE, Luiz Carlos Borges da Silveira.

A renegociação poderá contemplar até 1248 operações. Nos casos de quem tem saldos vencidos, novas oportunidades de acordo serão oferecidas, com o objetivo de facilitar os processos e amenizar a situação de crise.

“Montamos uma verdadeira força-tarefa para continuarmos ao lado dos paranaenses, colaborando para o desenvolvimento da economia do Estado. Nossas equipes estão muito comprometidas, trabalhando de forma incansável, inclusive nos fins de semana, a fim de analisar os pedidos do período. Diariamente, são mais de 80 solicitações processadas, passando para próxima etapa, o que agiliza os processos e, consequentemente, o retorno aos solicitantes”, conclui Bley.”, conclui Bley.

Caso haja interesse em abrir pedidos de financiamento junto ao BRDE ou necessidade de renegociar prazos e prestações, o contato com o banco pode ser feito pelo WhatsApp (41 99934-4575), e-mail (brdepr@brde.com.br), por telefone (41 3219-8000) e pelo site https://www.brde.com.br/solicitar-financiamento.