BRDE

São 13 pesquisas realizadas pela instituição de ensino superior com apoio do banco. Nesta semana foram divulgados os resultados preliminares e os avanços de quatro delas. Todas voltadas a maneiras de conhecer melhor o novo coronavírus para o enfrentamento por meio da ciência e do conhecimento.

Com apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) realiza pesquisas sobre o novo coronavírus e maneiras de conhecer melhor a doença para o enfrentamento por meio da ciência e do conhecimento. Os resultados preliminares e os avanços de quatro estudos, de um total de 13, foram divulgados nesta semana.

A primeira pesquisa apresentadas nesta semana tem como tema a Educação, Saúde e Pobreza Infantil na Pandemia da Covid-19. O trabalho avaliou os meios de estudos, a dinâmica pedagógica, as dificuldades e aprendizados durante este período. Com os resultados, a pesquisa pretende estabelecer parâmetros e recursos para a formação dos profissionais de educação e saúde para o atendimento da infância em situação humanitária e pobreza infantil.

A segunda pesquisa tem o objetivo de se aprofundar na Covid-19. Os pesquisadores utilizam células-tronco mesenquimais (CTMs), derivadas do tecido do cordão umbilical (TCU), para tratar pacientes com síndrome respiratória aguda grave decorrente do Sars-CoV-2. Esse é um estudo pioneiro no tratamento com células-tronco para Covid-19 no Brasil.

Alguns resultados já observados do estudo foram a diminuição de citocinas inflamatórias, responsáveis pelo grave comprometimento pulmonar, aumento de células reguladoras e proteção pulmonar, o que pode resultar em menor tempo de respiração assistida, de internamento em UTI, em menos sequelas e, possivelmente, influenciar na diminuição da mortalidade.

A terceira pesquisa estuda a formação de radicais livres e o estresse oxidativo que estariam ligados à gravidade da Covid-19, contribuindo para um estado clínico mais preocupante. Os pesquisadores analisaram o soro de 77 pacientes e concluíram que, ainda que os níveis de estresse oxidativo estivessem elevados, a gravidade da doença não é fator determinante para as mudanças no perfil redox – sistema de defesa antioxidante – de pacientes hospitalizados com Covid-19.

Por fim, a quarta pesquisa se debruça sobre o monitoramento remoto de pacientes com Covid-19, devido ao risco de contaminação de profissionais da saúde. Os pesquisadores desenvolveram protótipos de dispositivos médicos para monitoramento em tempo real com armazenamento de dados em nuvem. Além disso, a proposta é trazer soluções de baixo custo.

Para saber mais sobre as quatro pesquisas, clique AQUI. As outras nove que contam com o apoio do banco ainda não foram finalizadas.

APOIO – O BRDE, além de atender demanda de emprego e renda, entende que nada é mais importante que a vida, segundo o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley. Essa é a razão do apoio. “Essa é nossa função social, apoiar um movimento da sociedade, que necessite de mão amiga e financeira para alcançar resultados. Por isso, agradeço imensamente aos pesquisadores e à PUCPR por exercerem este papel conosco”, afirmou.

O diretor administrativo do banco, Luiz Carlos Borges da Silveira, ressalta a importância das pesquisas realizadas pela instituição de ensino superior. “Não sabemos nada sobre essa doença e vemos o mundo todo pesquisando. Estamos trabalhando pela ciência”, afirmou. Ele já foi ministro da Saúde.

Ele lembrou que esta é a segunda iniciativa bem-sucedida entre BRDE e a universidade. A primeira foi com o BRDE Labs, programa desenvolvido em parceria com a Hotmilk – Ecossistema de Inovação da PUCPR, que selecionou projetos inovadores de startups voltados às demandas de agroindústrias paranaenses.

O reitor da PUCPR, Waldemiro Gremski, comentou que, assim como no projeto anterior, este também teve muito sucesso. “Esperamos continuar com essa parceria”, disse. O projeto foi destacado, também, pelo chefe de gabinete da Secretaria da Saúde, Cesar Neves. “O banco é, realmente, um parceiro de todas as horas, que traz empreendedorismo e inovação”, acrescentou.

Foram 109 cestas básicas doadas para a ação que beneficia milhares de famílias em todo o Paraná.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e seus colaboradores doaram 109 cestas básicas para a segunda edição do programa Cesta Solidária que tem foco na arrecadação de alimentos para famílias paranaenses que estão em situação de maior vulnerabilidade. A ação é uma iniciativa da Superintendência Geral de Ação Solidária (SGAS), ligada à Secretaria da Justiça, Família e Trabalho.

“O momento que estamos enfrentando requer muita empatia, compaixão e união de todos nós. Precisamos que o poder público, o setor privado e toda a sociedade se unam em prol de quem tanto precisa. Uma das formas é esta campanha”, afirma o vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson Bley.

A primeira edição foi em 2020, quando as crises sanitária e econômica atingiram diversas famílias por conta do novo coronavírus. Na época, o programa conseguiu arrecadar e distribuir 150 toneladas de alimentos à população mais vulnerável e em situação de risco, em todo o Paraná.

A primeira-dama do Paraná e presidente do Conselho de Ação Solidária, Luciana Saito Massa, reforça a importância da ação diante do novo cenário da pandemia. “Estamos passando por um momento de grande dificuldade devido à pandemia. Muitas famílias do nosso Paraná estão sofrendo com a fome e a falta de renda. Pensando nos mais necessitados, decidimos lançar a segunda edição desse projeto tão especial, que no ano de 2020 contribuiu com milhares de pessoas”, explica.

A campanha faz parte da força-tarefa “Menos Eu, Mais Nós”, da Superintendência Geral de Ação Solidária em parceria com a Coordenação Estadual da Defesa Civil, que será responsável por receber e coordenar o repasse das doações, de acordo com os critérios estabelecidos. Os kits do BRDE foram entregues nesta quarta-feira (31) na Defesa Civil do Estado.

COMO DOAR – Os pontos para a coleta das doações estarão disponíveis em todas as unidades do Corpo de Bombeiros do Paraná. Ao todo, serão 131 pontos de coleta com horário de funcionamento das 10h às 17h.

As cidades, endereços e telefones de contato estão disponibilizados na página da Superintendência Geral de Ação Solidária.

São entrevistas com pesquisadores sobre estudos relacionados à erva-mate. Com o título “Mulheres e Erva-mate”, o primeiro episódio da série traz uma conversa com a socióloga e professora Amélia Siegel Corrêa.

O Museu Parananese e o BRDE lançam uma série de podcasts como parte do programa Circuito Ampliado – Acervos em Circulação. Trata-se de uma cooperação institucional idealizada pelo Mupa e o Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões. A iniciativa prevê também duas exposições, ainda sem data de abertura, que discutem memória, representação, identidade e representatividade, tanto da erva-mate em si como da sociedade paranaense em sua ampla formação.

Com o título “Mulheres e Erva-mate”, o primeiro episódio da série de podcasts traz uma entrevista com a socióloga e professora Amélia Siegel Corrêa. A partir da figura de Maria Clara Abreu de Leão, Amélia traça um panorama da Curitiba da virada do século 19 para o 20, com foco na participação das mulheres na cadeia produtiva da erva-mate da época.

A cada mês, um novo episódio será disponibilizado nas redes sociais do Museu Paranaense e do Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões.

O programa Circuito Ampliado – Acervos em Circulação tem como objetivo incentivar a pesquisa em acervos, estimular novos recortes curatoriais e proporcionar a ampliação de públicos com a circulação de acervos de Curitiba. A primeira iniciativa nesse sentido foi fomentar pesquisas sobre acervos relacionados à erva-mate, buscando amplificar as percepções sobre o patrimônio ervateiro a partir da perspectiva histórica, antropológica, artística e cultural.

Para o diretor do BRDE, Wilson Bley, a cooperação entre instituições é uma das formas de valorizar o patrimônio paranaense e incentivar o fortalecimento da cultura e da pesquisa. “Nessa colaboração firmada entre o Palacete dos Leões – Espaço Cultural do BRDE e o Mupa nossa proposta foi incentivar a pesquisa sobre o patrimônio ervateiro a partir do importante acervo do Museu Paranaense, o primeiro criado no Paraná, em 1876”, destaca.

PESQUISADORA – Amélia Siegel Corrêa é professora de História da Arte, socióloga e consultora de museus e exposições. Pesquisadora na área de artes visuais, gênero e patrimônio histórico. É doutora em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP) e integrou o programa de pós-doutorado em Antropologia pela Universidade de Copenhagen.

Escreveu “Alfredo Andersen: retratos e paisagens de um norueguês caboclo”, de 2014, e atualmente prepara, em conjunto com a historiadora Solange Rocha, o Boletim Casa Romário Martins, da Fundação Cultural de Curitiba, sobre a história do Palacete Leão Jr.

BRDE  Inaugurado em junho de 2005, o Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões, em Curitiba, é mantido e coordenado pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul. Oferece programação gratuita, realiza exposições e atividades relacionadas à história, artes visuais, arquitetura e patrimônio cultural. Sua programação contempla um programa de mostras temporárias de artistas nacionais e de exposições em parceria com outras instituições culturais.

MUSEU PARANAENSE  O Museu Paranaense, fundado em 1876, é o mais antigo do Paraná e o terceiro mais antigo do Brasil. Com um acervo atual de aproximadamente 800 mil itens, as peças são mostradas ao público em exposições abertas e gratuitas, divididas em salas de mostras temporárias e de longa duração.

Devido ao rico acervo histórico, o museu tem uma forte atuação de pesquisa em áreas como a Antropologia, História, Arqueologia, mas também propõe conexões interdisciplinares entre estes campos, combinadas com uma visão expandida para a Arte Contemporânea.

Serviço:

Episódio 1 – Mulheres e Erva-mate com Amélia Siegel Corrêa
Como acessar:
 Redes sociais (Facebook e Instagram) do Museu Paranaense @MuseuParanaense e Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões @EspacoCulturalBrde

Empresas lideradas por mulheres e produtoras rurais podem acessar a financiamento para capital de giro e investimento

Com o objetivo de apoiar empresas que tenham mulheres no comando, gerar novas oportunidades e assim reduzir as desigualdades, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) está disponibilizando, a partir desta quinta-feira (25/3), um programa de crédito voltado exclusivamente ao empreendedorismo feminino. Com possibilidade de financiamento para investimentos fixos e capital de giro, incluindo micro e pequenas empresas, o programa BRDE Empreendedoras do Sul vai atender clientes interessadas nos três estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Além de recursos próprios, o BRDE vai se valer de outros fundigns nacionais e de captação de recursos em organismos internacionais para atender a demanda. O programa é direcionado para empresas de diferentes portes que tenham ao menos 50% do seu capital social de sócias mulheres. A oferta de crédito para capital de giro é reservada apenas para pessoas jurídicas e com receita operacional bruta de até o máximo de R$ 90 milhões no ano anterior ao pedido.

Produtoras rurais poderão acessar as linhas repassadas pelo BRDE através do Plano Safra. Já as microempreendedoras individuais e pessoas físicas poderão ter o apoio através de parcerias do banco com outras instituições que atuam com programas de microcrédito, como as cooperativas.

“O programa Empreendedoras do Sul significa um grande esforço da instituição que vai além do seu papel de agente do desenvolvimento do Sul do país. Fomentar o empreendedorismo das mulheres representa um passo importante em termos de inserção social”, definiu a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos. Ao realizar o anúncio do programa durante as atividades da Semana da Mulher, Leany Lemos já antecipava que a oferta exclusiva de crédito teria condições atrativas e por meio de uma análise simplificada dos pedidos de financiamento. “É para que as mulheres tenham do BRDE o efetivo apoio para suas empresas”, destacou ela.

Através do programa, o BRDE está se comprometendo também a reduzir as tarifas de análise e fiscalização dos contratos, assim como do percentual de comissão interna. Com isso, o custo final do financiamento ficará, em média, entre taxa Selic mais 4,5% ao ano nos casos de crédito para capital de giro e de Selic mais 4%, quando destinando a investimento fixo.

O que é possível financiar

Destinado a auxiliar as empresas lideradas por mulheres reorganizarem suas finanças e comprar matéria-prima, por exemplo, o crédito para capital de giro está limitado a 20% do faturamento bruto registrado no ano anterior ao pedido. Já para investimento fixo, não há limite fixado no programa. O valor máximo de apoio será definido a partir do projeto e da capacidade de pagamento calculada pelo banco, permitindo a empresa investimentos de longo prazo, buscando a expansão, modernização e inovação da sua atividade, incluindo a produção e o consumo sustentável. Será possível financiar obras de construção ou reforma, compra de equipamentos nacionais ou do exterior, adaptações de tecnologia e para capital de giro associado ao projeto.

Como acessar

Para solicitar o financiamento, as empresas devem acessar o site www.brde.com.br, no ambiente do Internet Banking (IB) – https://ib.brde.com.br/Usuario/Login. Todos as operações serão através da plataforma digital e a documentação deverá ser inserida (upload) também através do site. O app do BRDE também traz as informações sobre o programa.

 

 

Trata-se do trabalho de pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), que têm intensificado esforços para compreender melhor a doença, seus reflexos e encontrar soluções que auxiliem no combate.

Os resultados preliminares de alguns estudos sobre a Covid-19 que tiveram apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) serão apresentados ao público em 30 de março, às 17 horas. Trata-se do trabalho de pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), que têm intensificado esforços para compreender melhor a doença, seus reflexos e encontrar soluções que auxiliem no combate.

O evento será transmitido pelo Youtube (AQUI). Serão divulgados os avanços no âmbito de quatro de 13 projetos apoiados por dois editais internos da banco – Apoio a pesquisas para enfrentamento da Covid-19 (01/2020) e Apoio complementar a pesquisas para enfrentamento da Covid-19 (03/2020).

“Temos muito orgulho de apoiar um projeto tão importante para a sociedade neste momento tão difícil e desconhecido. A ciência precisa avançar, e o BRDE torce pelo desenvolvimento do setor”, afirma o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley.

Diretor do Instituto Cidades Inteligentes (iPUCPR), Eduardo Oliveira Agustinho afirma que as pesquisas reforçam o compromisso da universidade com a pesquisa científica, tão relevante para a sociedade no contexto global atual de pandemia.

“Os pesquisadores da PUCPR estão desenvolvendo diversas iniciativas de destaque voltadas a um maior entendimento do novo coronavírus, que está impactando todo o mundo há mais de um ano. São trabalhos inovadores, que buscam apontar um norte quando o assunto é o combate, a prevenção e tratamento da doença”, pontua.

PESQUISAS – O estudo “Estresse oxidativo na Covid-19”, coordenado por Ricardo Aurino de Pinho, tem como objetivo avaliar alterações moleculares relacionadas à inflamação, obesidade e ao estresse oxidativo causadas pela doença.

Já a pesquisa “Monitoramento remoto de pacientes com Covid-19”, com coordenação de Mauren Abreu de Souza, busca desenvolver um protótipo de dispositivo médico para monitoramento remoto e em tempo real dos sinais vitais de pacientes contaminados com o novo coronavírus.

Outro trabalho que será apresentado é “Utilização de um produto de terapia avançada no tratamento de pacientes com síndrome respiratória aguda grave decorrente do Sars-CoV-2”, coordenado por Paulo Roberto Slud Brofman, que avalia o potencial terapêutico das células-tronco mesenquimais (CTM) para tratamento dos pacientes com síndrome respiratória aguda grave decorrente do novo coronavírus.

“Educação e pobreza infantil na pandemia da Covid-19”, cuja coordenação ficou a cargo de Ana Maria Eyng, objetiva diagnosticar demandas e estratégias de garantia de direitos da infância em situação de pobreza durante a epidemia de Sars-CoV-2.

EVENTO – A live “A relevância da pesquisa paranaense para o enfrentamento da Covid-19” ocorre em 30 de março, a partir das 17 horas. Participam Waldemiro Gremski, reitor da PUCPR; Wilson Bley Lipski, vice-presidente de diretor de Operações do BRDE; e Luiz Márcio Spinosa, diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação Araucária. A moderação será de Paula Cristina Trevilatto, pró-reitora de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação da PUCPR.

Para participar basta se inscrever em http://bit.ly/PesquisaCovidPUCPR. A transmissão poderá ser acompanhada em https://www.youtube.com/watch?v=qfqvrJfZrYo.

 

Novo acordo permitirá prestar apoio às PMEs afetadas pela Covid-19 nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O empréstimo enquadra-se na resposta da Equipe Europa à Covid-19

O Banco Europeu de Investimento (BEI) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) anunciaram, nesta segunda-feira (22/3), a disponibilização de financiamento dirigido especificamente às pequenas e médias empresas (PMEs) nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, no Brasil, afetadas pela pandemia da Covid-19.

O novo acordo vem alterar um contrato assinado em 2018, no sentido de permitir maior flexibilidade às duas instituições e de ampliar os critérios de elegibilidade do atual empréstimo-quadro BRDE CLIMATE ACTION FL, no montante de 80 milhões de EUR, com o objetivo de apoiar e acelerar a concessão de empréstimos a empresas do setor privado, confrontadas com a crise da Covid-19 na América Latina, especialmente no Brasil.

Esta flexibilidade permitirá acelerar o acesso das PMEs e, em particular, das microempresas nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a financiamento no montante de 15 milhões de EUR. Algo próximo de R$ 100 milhões pela cotação do dia, essa liberação inicial será destinada para capital de giro de MPEs, além da possibilidade de crédito para investimento. Trata-se da primeira ação do BEI no Brasil desde o início de 2021.

O BEI e o BRDE estabeleceram uma parceria para apoiar diversos projetos de ação climática no Brasil, incluindo nos domínios da energia solar fotovoltaica, das pequenas centrais hidroelétricas e de outras fontes de energia renováveis. No contexto da Covid-19, a parceria foi adaptada para ajudar a dar resposta às necessidades específicas das PME nesta nova situação difícil, ao permitir maior rapidez no desembolso dos empréstimos às empresas.

No âmbito do empréstimo-quadro BRDE CLIMATE ACTION FL, até 30 milhões de EUR serão destinados ao financiamento de projetos urbanos, apoiados pelo FELICITY. O FELICITY é um mecanismo de preparação de projetos financiado pela Iniciativa Internacional de Proteção do Clima (IKI), promovida pela Alemanha, e implementado em cooperação com a GIZ. O FELICITY presta assistência aos promotores de projetos em áreas urbanas na elaboração de estudos de viabilidade e outras medidas de preparação e capacitação para apresentar ao BRDE.

Ricardo Mourinho Félix, vice-presidente do BEI responsável pela América Latina, afirmou: “Promover o empreendedorismo é fundamental para o crescimento sustentável, especialmente nestes tempos difíceis. Congratulamo-nos por anunciar este acordo de alteração celebrado com o BRDE para disponibilizar apoio financeiro adicional às pequenas empresas afetadas pela COVID-19 no Brasil. Este financiamento no âmbito da Covid-19 visa acelerar a absorção e afetação de fundos destinados às empresas brasileiras pelo BRDE. Em colaboração com a Equipe Europa, o acordo realça as nossas prioridades na América Latina, ajudando a promover o desenvolvimento econômico sustentável e inclusivo, ao fomentar o investimento produtivo”.

Vice-presidente do BEI, Ricardo Mourinho Félix 

O embaixador da União Europeia no Brasil, embaixador Ignacio Ybáñez Rubio, igualmente salientou a importância em apoiar as empresas do setor privado, especialmente as PMEs como principais motores da criação de empregos. “Trata-se de um dos principais objetivos da UE e dos seus Estados-Membros. É também uma parte importante da sua agenda de cooperação com os países parceiros. No atual contexto pandêmico, é ainda mais importante alinhar esforços para garantir uma recuperação sustentável dos negócios e reduzir ao máximo as consequências socioeconômicas negativas implícitas derivadas de uma desaceleração da atividade econômica. Temos o orgulho de confirmar que apoiamos a criação deste mecanismo desde o início, uma vez que esta ação faz parte do mandato de empréstimo externo do BEI, que inclui uma garantia da UE. Aplaudimos a conclusão deste acordo que, além do objetivo do contrato original de dar prioridade à ação climática, que está em linha com a abordagem atual do Acordo Verde da UE, também traz a possibilidade de usar até 15 milhões de euros do empréstimo aprovado para prestar apoio às PMEs impactadas pelo Covid-19 nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.”

Embaixador da União Europeia no Brasil, Ignacio Ybáñez Rubio

Para a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, o acordo com o BEI é resultado de um grande esforço das duas instituições e chega num momento crucial para os micro e pequenos empresários. “O estágio atual da pandemia acabou acentuando as dificuldades que muitas atividades já vêm enfrentando há um ano. Auxiliar nessa travessia significa a sobrevivência de muitas empresas de pequeno porte, mas acima de tudo representa manutenção de empregos e renda, uma melhor perspectiva na hora da retomada”, salientou ela.

Presidente do BRDE, Leany Lemos

O diretor de Planejamento do BRDE, Luiz Corrêa Noronha, conduziu o encontro on line e fez um breve histórico das tratativas que levaram à parceria com o BEI.  Representante da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ), agência alemã de cooperação internacional, Johannes Kissel, também se pronunciou, como responsável pelos programas de energias renováveis e eficiência energética apoiados no Brasil.

 

 

A partir de um fundo constituído de recursos próprios com o propósito de fortalecer as atividades de empresas, produtores rurais e cooperativas, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) alcançou a cifra de R$ 851,7 milhões em contratos de financiamento em plena crise provocada pela pandemia de Covid-19. Através do programa BRDE Promove Sul, o banco procurou fomentar o desenvolvimento produtivo, sustentável e social nos três estados da região Sul a partir de prioridades identificadas pelos governos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

“De um total de R$ 900 milhões disponibilizados, conseguimos em um ano de programa contratar 94% do fundo, o que reforça o papel estratégico do banco neste momento de tantos desafios”, destacou a diretora-presidente, Leany Lemos. O BRDE Promove Sul destinou R$ 300 milhões a cada um dos três estados, com oferta de crédito de longo prazo para aumentar a capacidade de investimento dos empreendedores e, desta maneira, gerar renda e manter empregos.

“Num momento de tantos desafios, o BRDE se mostrou, mais uma vez, um banco com um papel estratégico para atuar no desenvolvimento econômico de sua região. Isso é muito positivo para todos”, destacou o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE no Paraná, Wilson Bley.

Crédito Emergencial

Para o diretor Financeiro do BRDE, Marcelo Haendchen Dutra, os recursos chegaram ao mercado num momento decisivo. “Sabemos que havia um ambiente de retomada, mas também o início de uma crise provocada pela pandemia. Era o momento em que os empreendedores precisavam de suporte financeiro para manter ou ampliar seus negócios, por isso o BRDE não mediu esforços para ser um parceiro, garantindo recursos do próprio caixa”, reforçou ele.

Grande parte dos valores financiados através do programa se transformaram, em outra frente de atuação BRDE, numa linha emergencial de crédito com objetivo de auxiliar na recuperação da economia diante dos impactos da pandemia de Covid-19.

Por intermédio do Recupera Sul, oferecendo para capital de giro na modalidade de microcrédito (através de parceiros operacionais) e crédito empresarial de forma direta, o banco já ultrapassou a cifra de R$ 520 milhões em operações nos três estados do Sul. Essa linha emergencial está operando há quase um ano buscando socorrer aqueles setores da economia mais afetados pela crise sanitária e apoiar os projetos para uma retomada nos pós-pandemia.

Além de anunciar um programa de financiamento destinado exclusivamente às mulheres empreendedoras, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) dá outro importante passo em defesa da igualdade de gênero e no combate a qualquer situação discriminatória.  A diretoria do banco aprovou a criação da Estratégia BRDE – Diversidade. Trata-se de uma ação voltada a garantir a igualdade de oportunidades considerando as identidades de raça, etnia, cor, sexo, expressão de gênero, religião, deficiência e qualquer outra condição, tanto no âmbito interno da organização, quanto no relacionamento com os clientes e a sociedade.

Ao anunciar a novidade durante a programação pela Semana da Mulher, a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, observou que agora será criada uma Comissão Pró-Equidade e de Valorização da Diversidade para que, dentro de 90 dias, apresente uma proposta de plano de ação para atender a esse compromisso. “Queremos o BRDE reconhecido como uma organização que está alinhada com os princípios fundamentais de respeito à diversidade, que atue na inclusão e na liberdade de expressão e que atue fortemente contra a discriminação”, destacou Leany Lemos.

A partir desta iniciativa, acrescentou a presidente, o BRDE renova seu alinhamento perante os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), onde a igualdade de gênero está presente com a finalidade de promover o desenvolvimento econômico, social, cultural e política de maneira equânime. “A partir da valorização da diversidade, o BRDE amplia seu compromisso de atuar de maneira inclusiva e capaz de compreender e atender as necessidades atuais da nossa sociedade”, frisou ela.

O banco apoiou o projeto com o valor de R$ 40 mil; Esses são recursos de renúncia fiscal para projetos enquadrados na Lei de Incentivo à Cultura.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), apoiou com R$ 40 mil para  a reestruturação do Museu Imigrante Holandês, em Arapoti, no interior do Paraná. O valor faz parte de recursos fiscais para projetos enquadrados na Lei de Incentivo à Cultura. Mantido pela Associação Parque Histórico de Arapoti, o propósito do museu é preservar e comunicar a história da colonização holandesa na cidade.

O valor que o BRDE creditou é referente ao projeto de reestruturação do Museu Imigrante Holandês, que representa o conjunto de investimentos necessários para a elaboração do plano museológico. Ou seja, o tratamento técnico (higienização, conservação preventiva, arrolamento e acondicionamento) do acervo existente e a equipagem do museu contemplando os setores administrativos e técnicos da instituição, com a implantação da reserva técnica.

“É sempre um orgulho fazer parte de projetos culturais que resgatem e mantenham a tradição do imigrante no Brasil. Esse povo faz parte da história do paranaense e, por isso, é tão importante que esse projeto seja mantido, para levar cultura aos moradores atuais da região”, acredita o vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson Bley.

Para o vice-presidente da Associação Parque Histórico de Arapoti, Erik Bosch, o apoio serviu de ânimo para continuação do projeto. “Com o apoio do BRDE, tivemos uma injeção de ânimo para continuar com nosso projeto de revitalização do acervo e manter a cultura por meio de ações artísticas, culturais e educativas. O BRDE tem sido parceiro de todos os grandes investimentos da Capal e seus cooperados, e foi o primeiro parceiro a apoiar nosso Museu”.

Holanda no Brasil

Arapoti, localizada entre os Campos Gerais e o Norte Pioneiro do Paraná, foi o local de fundação de uma colônia holandesa no Brasil. A atual estrutura do museu foi construída em 1963 e lá é possível encontrar objetos, fotografias e documentos que ilustram como era a vida dos imigrantes nos primeiros anos de colonização, bem como as mudanças que ocorreram ao longo do tempo.

São itens que ilustram o foi trazido da Holanda, móveis e utensílios usados na vida doméstica, ferramentas do trabalho agropecuário (que também retratam a evolução da agricultura e da pecuária), objetos relacionados às atividades educativas, esportivas, religiosas e culturais da colônia.

O Museu Imigrante Holandês fica na Rua Geert Leffers, s/nº – Vila Evangélica, na cidade de Arapoti. O preço do ingresso para visitação é de R$ 5. Por causa da pandemia, é necessário consultar se o local está aberto por meio do telefone (43) 99926-9466 ou e-mail museuimigranteholandes@gmail.com.

Para conhecer os incentivos fiscais do BRDE, acesse  https://www.brde.com.br/incentivos-fiscais/.

 

 SOBRE O BRDE

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE – é uma instituição de fomento criada pelos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com o objetivo de fazer o Sul do Brasil prosperar. É signatário do Pacto Global da ONU e opera em sintonia com os ODS. O BRDE também conta com recursos internacionais da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e Banco Europeu de Investimento (BEI) para o financiamento de projetos voltados à produção e consumo sustentáveis. É agente financeiro do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA/Ancine) em todo o território nacional. Apoia projetos culturais, sociais e esportivos que beneficiam milhares de pessoas e instituições, por meio das leis de incentivo. Somente de janeiro a setembro de 2020, financiou R$ 2,2 bilhões para projetos na Região Sul que beneficiam todos os portes de empresas e setores da economia. A instituição oferece crédito de longo prazo para viabilizar investimentos a empresas de todos os setores e portes, cooperativas, produtores rurais e prefeituras, mantendo acordos com instituições internacionais de fomento para ampliar as fontes de recursos à disposição dos clientes.

Redes sociais: @brdeoficial

Objetivo é apoiar empresas que tenham presença feminina no comando a gerarem renda e empregos na região Sul

Com foco no estímulo ao empreendedorismo feminino e contribuir com o desenvolvimento econômico e social na região Sul do país, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) irá disponibilizar um programa de crédito exclusivo para empresas lideradas por mulheres. O anúncio do BRDE Empreendedoras do Sul ocorreu nesta segunda-feira (8/3), durante atividade organizada pelo banco para marcar o Dia Internacional da Mulher. Durante a semana estão programadas palestras diárias abordando temas da atualidade com impacto nas questões de gênero.
“Será um programa com condições atrativas e por meio de uma análise de crédito simplificada para que as mulheres empreendedoras tenham do BRDE o efetivo apoio para suas empresas, quer sejam elas grandes, médias e pequenas”, antecipou a diretora-presidente do banco, Leany Lemos. O financiamento será destinado para aquelas empresas que tenham mulheres como donas ou sócias detendo no mínimo 50% do capital social.
Os últimos detalhes do programa serão definidos em reunião de diretoria do BRDE nesta terça-feira (9), possibilitando o lançamento do novo produto já nos próximos dias. A ideia é disponibilizar financiamento para apoiar investimentos fixos a serem realizados na região Sul e capital de giro para empresas sediadas nos três estados de atuação do banco: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Semana da Mulher
Dentro das comemorações do Dia Internacional da Mulher, o BRDE organizou um ciclo de palestras, com transmissões diárias a partir das 14 horas pelo canal do Youtube (@brdeoficial). No primeiro dia, a participação foi da jornalista Kelly Matos, que atua há 15 anos no Grupo RBS. Nesta terça-feira (9/3) a convidada é a vice-presidente executiva do Banco Santander Brasil, Patricia Audi. Ela é responsável pelas áreas de Comunicação, Marketing, Relações Institucionais e Sustentabilidade do banco, mas vem de uma longa experiência no setor público.