BRDE

Novas ações visam fomentar cada vez mais projetos empresariais de pesquisa, desenvolvimento e inovação, também conhecidos como PD&I.

O convênio entre o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) está com novas ações para fomentar e apoiar cada vez mais projetos de inovação no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O foco são projetos empresariais de pesquisa, desenvolvimento e inovação, também conhecidos como PD&I.

“Nós queremos que a ciência, por meio da pesquisa e inovação, traga muitos frutos para o Sul. Por isso essa parceria com a Embrapii ganha relevância. Temos a oportunidade de viabilizar projetos de extrema importância à região”, afirma o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley.

O apoio do banco se dará por meio do financiamento reembolsável às empresas industriais, no âmbito das linhas de inovação operadas pelo BRDE que apresentem características compatíveis com a demanda do projeto. Já a Embrapii fará a intermediação entre empresas industriais, Unidades Embrapii e BRDE.

“Nós queremos cada vez mais fortalecer e ampliar projetos nessa parceria com o BRDE”, destaca a coordenadora de Relações com o Mercado da Embrapii, Ana Arroio.

“Novas ações foram planejadas para que esse convênio cujos benefícios são indiscutíveis seja cada vez mais conhecido e utilizado pelas empresas. É o BRDE mais uma vez mostrando o seu papel na inovação e desenvolvimento do Sul”, conclui Bley.

EMBRAPII – A Embrapii é uma Organização Social qualificada pelo Poder Público Federal que desde 2013 apoia instituições de pesquisa tecnológica, fomentando a inovação na indústria brasileira.

A contratação da Embrapii parte do reconhecimento das oportunidades de exploração das sinergias entre instituições de pesquisa tecnológica e empresas industriais, em prol do fortalecimento da capacidade de inovação brasileira. Ela tem por missão apoiar instituições de pesquisa tecnológica, em selecionadas áreas de competência, para que executem projetos de desenvolvimento de pesquisa tecnológica para inovação, em cooperação com empresas do setor industrial.

A empresa atua por meio da cooperação com instituições de pesquisa científica e tecnológica, públicas ou privadas, tendo como foco as demandas empresariais e como alvo o compartilhamento de risco na fase pré-competitiva da inovação. Ao compartilhar riscos de projetos com as empresas, tem objetivo de estimular o setor industrial a inovar mais e com maior intensidade tecnológica para, assim, potencializar a força competitiva das empresas tanto no mercado interno como no mercado internacional.

SOBRE O BRDE – O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é uma instituição de fomento criada pelos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com o objetivo de fazer a região prosperar. É signatário do Pacto Global da ONU e opera em sintonia com os ODS.

O BRDE também conta com recursos internacionais da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e Banco Europeu de Investimento (BEI) para o financiamento de projetos voltados à produção e consumo sustentáveis. É agente financeiro do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA/Ancine) em todo o território nacional.

O banco apoia projetos culturais, sociais e esportivos que beneficiam milhares de pessoas e instituições, por meio das leis de incentivo. Em 2020, financiou R$ 3,2 bilhões para projetos na Região Sul que beneficiam todos os portes de empresas e setores da economia.

A instituição oferece crédito de longo prazo para viabilizar investimentos a empresas de todos os setores e portes, cooperativas, produtores rurais e prefeituras, mantendo acordos com instituições internacionais de fomento para ampliar as fontes de recursos à disposição dos clientes.

O banco é um movimento estratégico para o Estado dar um novo salto e se tornar ainda mais protagonista no agronegócio mundial

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e o governo do Estado lançaram, em conjunto com a Fomento Paraná, o Banco do Agricultor Paranaense nesta terça-feira (27). O banco é um movimento estratégico para o Estado dar um novo salto e se tornar ainda mais protagonista no agronegócio mundial. É um programa voltado ao desenvolvimento sustentável, a inovação tecnológica e a melhoria da competitividade dos produtos paranaenses. Estiveram presentes no lançamento o vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson Bley, e o governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior.

“Essa ação é muito importante para o desenvolvimento da agricultura no Paraná e o BRDE tem muito orgulho em dar este passo para a inovação”, afirma Bley. O estado é uma das principais potências agrícolas do Brasil e o programa é uma aposta em uma das principais vocações dos municípios, que é a integração entre o campo e o ritmo da cidade.

O Paraná tem um dos melhores solos do mundo, diversidade climática (sub-tropical e temperado), pequenas e médias propriedades, um sólido sistema cooperativista, apoio técnico de entidades públicas e da academia, portos eficientes e emprega, há muitos anos, estratégias modernas de produção e gestão.

Segundo o secretário estadual de Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, o programa é uma aposta ousada e inédita no País para subsidiar modernizações e resolver gargalos históricos, como a irrigação no Arenito Caiuá. “Estamos reservando recursos para facilitar e baratear o dia a dia dos produtores rurais, principalmente daqueles pequenos que têm aspirações de crescimento. O agronegócio paranaense emprega milhares de famílias e tem margem para crescer com sustentabilidade e responsabilidade”, afirmou.

Segundo a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, o agronegócio tem Valor Bruto de Produção (VBP) na casa de R$ 120 bilhões. O agro representa 34% do PIB total do Paraná. Ou seja, de cada R$ 100 produzidos num ano, R$ 34 tem a ver diretamente com o agronegócio. O campo e suas vertentes também respondem por 80% do esforço exportador do Paraná, com balança comercial superavitária. O Estado é o terceiro maior exportador do agro, com mais de 13% do total.

“As projeções são ainda mais otimistas com esse programa. É essa a nossa estratégia mais arrojada para crescer e criar um bom ambiente para os empresários e cooperados crescerem por conta própria”, acrescentou Ortigara.

No País, o campo já produz mais de R$ 1 trilhão. O agronegócio representa cerca de 21% do PIB e é relevante sob o ponto de vista do emprego, da renda e do valor agregado à produção de máquinas, implementos, equipamentos, fertilizantes, pesticidas, combustíveis e outros insumos, além do valor agregado no processamento agroindustrial.

PROTAGONISTA – O Paraná é protagonista em diversos setores. Um deles é o de grãos. Com mais de 41 milhões de toneladas por ano, é o segundo maior produtor do País, com mais de 15% do total. O Paraná lidera a produção de trigo, feijão e cevada e é o segundo maior produtor de soja, milho e aveia. Essa produção é vendida in natura e transformada em alimentos que servem de base para a produção de proteínas animais, o que favorece outra potencialidade: a cadeia de carnes do Paraná.

Com quase 6 milhões de toneladas produzidas por ano, o Estado responde por 22% da produção de proteínas animais do País, liderando a produção de frangos (um terço da produção nacional) e peixes, pleiteando o primeiro lugar em suínos com investimentos robustos no Oeste, e segundo maior produtor de leite e de ovos. O Estado também marca boa presença há diversos anos entre os maiores da pecuária bovina de corte.

Além do macro, o agronegócio paranaense tem vertentes especializadas em diversos outros grupos. O Estado é o terceiro maior produtor de açúcar e o quinto de etanol; é o principal polo produtor de fécula de mandioca, largamente usada nas indústrias alimentícias; o terceiro maior produtor de tabaco, gerando renda para 30 mil famílias; e produz 85% dos casulos de seda do Brasil, cujos fios ocupam posição de destaque na indústria mundial da moda.

Além disso, tem a mais completa e organizada cadeia de produtos florestais, usados em energia, serraria, laminação, papel e celulose, com plantio responsável; é o principal polo produtor de erva-mate, para o consumo tradicional e novos usos nas indústrias de cervejas, remédios e material de limpeza; e fundamental na cadeia da horticultura, na batata, tomate, couve-flor, alface, repolho, laranja, uva, banana, morango, tangerinas e uma diversidade de outras espécies de legumes, verduras, frutas, flores, plantas aromáticas, condimentos e medicamentos.

Também é o principal polo nacional de alimentos orgânicos e conta com um sólido sistema de abastecimento a partir de produtos oriundo da agricultura familiar.

EMPREGO – Todo esse panorama reflete na geração de oportunidades, emprego e renda. Centenas de milhares de paranaenses trabalham em indústrias que fabricam máquinas, equipamentos, insumos ou no processamento de alimentos, como em frigoríficos ou laticínios. São as bases produtivas de inúmeros municípios paranaenses – o Estado tem nove cidades com valor bruto da produção superior a R$ 1 bilhão.

O Paraná também é sede das maiores cooperativas do Brasil, que convivem com as maiores tradings do mundo. Juntas, as 217 cooperativas faturaram R$ 115,5 bilhões em 2020, empregaram 117.500 pessoas e exportaram US$ 4,5 bilhões. Elas fornecem insumos, soluções e assistência. Recebem 60% da produção de grãos e já agregam valor em metade.

O Estado ainda tem outras 179 pequenas cooperativas que faturam cerca de R$ 600 milhões/ano.

DESENVOLVIMENTO – O Banco do Agricultor Paranaense também ataca diretamente os desafios pendentes do Estado, que são aumentar a eficiência do uso dos recursos naturais e dos sistemas de produção. Ou seja, produzir mais e melhor, com menos recursos. Está dentro das estratégias de desenvolvimento sustentável, alicerçados nas mudanças energéticas, e do selo de Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação, que o Estado receberá no próximo mês, projetando novos ganhos comerciais para a indústria de carnes.

Ele também tem como foco atender as crescentes exigências sanitárias, de qualidade, de custos e de informação; fazer o uso de energias limpas, como solar e de biomassa; reduzir, cada vez mais, a penosidade do trabalho; integrar alimentos e saúde, como alimentos funcionais e biofortificados; e sacramentar o momento Agritech com biotecnologia, nova genética, digitalização dos processos e a nova mecanização, na forma de robôs, drones, plataformas e inteligência artificial.

São as primeiras Unidades de Terapia Intensiva no município. Além destes, Hospital Regional da Lapa de São Sebastião dispõe de 40 leitos de enfermaria para pacientes com coronavírus, 47 leitos de tisiologia e 11 de clínica médica. Unidade agora integra o Complexo Hospitalar do Trabalhador (CHT).

O vice-presidente e diretor de operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Wilson Bley, esteve presente na inauguração de seis leitos de UTI exclusivos para Covid-19 na cidade da Lapa, localizada na Região Metropolitana de Curitiba. Eles foram entregues pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior no Hospital Regional da Lapa de São Sebastião. Eles se somam a 40 leitos de enfermaria exclusivos Covid-19, 47 leitos de tisiologia e 11 leitos de clínica médica já disponíveis no local, totalizando 104 vagas.

“Esse hospital tem uma estrutura fantástica, mas nunca teve equipamentos robustos o suficiente para atender a população. Neste momento de Covid-19, em que temos que ampliar ao máximo nossas estruturas, a ideia é desenvolver este local para atender 104 pacientes diariamente”, afirmou Ratinho Junior.

A inauguração da primeira UTI da cidade faz parte da integração da unidade ao Complexo Hospitalar do Trabalhador (CHT), instituição de referência no tratamento da Covid-19 no Paraná. Desde dezembro de 2020, diversas melhorias têm sido implementadas na Lapa.

“Depois que passarmos o momento da Covid-19, a gestão do Complexo Hospitalar do Trabalhador, referência em gestão pública no Brasil, vai transformar este local em um hospital regional para atender de 10 a 12 municípios da região”, explicou o governador.

O hospital foi equipado com camas, respiradores, monitores e acessórios disponibilizados pela Secretaria estadual da Saúde e pelo Hospital do Trabalhador. “Fizemos uma avaliação do potencial do hospital para a região e da sua capacidade de atender mais e melhor. Nossa equipe fez um diagnóstico e em 22 de dezembro oficialmente começamos a trabalhar na infraestrutura do hospital, criando a base para abertura de novos leitos, o que concretizamos hoje”, explicou Geci Labres de Souza Junior, diretor do CHT. “Muitos paranaenses vão se beneficiar disso”.

“No pós-Covid, esses leitos migram para outra ala, e traremos ainda mais estrutura do HT para a Lapa: residência médica, clínica médica, clínica cirúrgica, trauma. Tudo para atender os municípios da região. Os últimos 12 meses foram sobre isso: enfrentar a Covid-19 e fazer a diferença na vida das pessoas”, reforçou Beto Preto, secretário estadual de Saúde.

Os recursos investidos na abertura dos leitos são divididos em três frentes: recursos humanos, equipamentos e contratos. A primeira é referente à contratação de médicos, com um custo mensal de R$ 198.520, e de enfermeiros e técnicos servidores, por R$ 60.940 mensais.

Os equipamentos, por sua vez, incluem ventiladores e monitores, que já estavam em estoque, e um aparelho de raio-X digital, remanejado do Hospital do Trabalhador. Os equipamentos têm um valor total de R$ 1.097.402,18. Já os contratos incluem locação do gasômetro e insumos pelo valor mensal de R$ 18.750; e esterilização de óxido de etileno no valor de R$ 26.676/mês.

MELHORIAS – A integração do Hospital São Sebastião ao CHT já proporcionou diversas melhorias ao local. Como o perfil anterior do hospital era de média complexidade, a integração à rede contou inicialmente com a ativação de 40 leitos clínicos exclusivos para pacientes com coronavírus, além da contratação emergencial de serviços médicos e de coordenação de serviços de enfermagem especializados na doença.

Também foi realizado o treinamento de servidores, a manutenção da rede elétrica e a entrega de equipamentos. Entre eles estão uma ambulância e um aparelho de raio-x digital móvel que agiliza exames por imagem, atualmente destinado exclusivamente a pacientes com Covid-19.

Na metade do mês de março foi instalado no hospital um reservatório de oxigênio líquido com capacidade de 4,3 mil metros cúbicos, que assegura o insumo para o atendimento dos seis novos leitos de UTI. “Estamos montando uma linha direta com o Hospital do Trabalhador em Curitiba e isso quer dizer profissionais, conhecimento, investimentos e gestão. Nesses três meses, passamos de 47 para 104 leitos”, reforçou Beto Preto.

HOSPITAL DA LAPA – O Hospital Regional da Lapa de São Sebastião tem um longo histórico relativo ao tratamento de doenças respiratórias. Inaugurado há 93 anos, em 30 de outubro de 1927, foi o primeiro hospital brasileiro construído com recursos públicos para tratar especificamente da tuberculose.

A ideia da instituição, concebida pelo então governador Caetano Munhoz da Rocha, era construir um espaço de referência no tratamento do “mal dos séculos”, inspirado em hospitais suíços. Batizado originalmente como Sanatório São Sebastião, o hospital empresta o nome do santo conhecido como “protetor das pestes”.

Antes da intervenção do CHT, o hospital possuía 36 leitos efetivos para tisiologia (tuberculose) e 11 leitos de clínica cirúrgica. Atualmente, são 47 leitos de tisiologia, 11 leitos de clínica médica, além dos já mencionados 40 leitos clínicos para Covid-19 e os seis novos leitos de UTI, totalizando 104 leitos na instituição.

CHT – Além da instituição, integram o CHT o Hospital do Trabalhador, o Hospital de Reabilitação Ana Carolina Moura Xavier, o Hospital de Infectologia e Retaguarda Clínica Oswaldo Cruz e o Centro de Atendimento Integral ao Fissurado Labiopalatal (Caif).

Desde o início da pandemia, o CHT já atendeu 5.950 vítimas de Covid-19, sendo 15,9% casos de quadro respiratório leves e 84,1% casos moderados ou graves. O complexo tem uma das maiores estruturas hospitalares exclusivas para a doença no Estado: além dos seis novos leitos inaugurados, são 82 UTIs para Covid-19 (atualmente com 100% de ocupação) e 89 leitos clínicos (52% ocupados). A estrutura dispõe, ainda, de 30 leitos de UTI exclusivos para trauma, que também estão 100% ocupados.

LEITOS – Com os novos leitos, o Paraná passa a disponibilizar um total de 4.721 leitos exclusivos para pacientes com Covid-19 via SUS. Para adultos, são 1.840 leitos de UTI e 2.825 leitos clínicos. Na pediatria, são 22 de UTI e 34 clínicos. Nesta quarta-feira, a ocupação geral dos leitos em todo o Paraná é de 78%. Entre os leitos UTI adulto é de 95%.

PRESENÇAS – Participaram do evento os deputados estaduais Hussein Bakri, Michele Caputo e Emerson Bacil; prefeitos da região; e o diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski.

Programa lançado pelo Governo e Assembléia é o maior da história do Paraná de repasses a fundo perdido indicados pelos deputados estaduais. O foco é fomentar o desenvolvimento sustentável, o crescimento econômico e oferecer assistência direta aos municípios.

O vice-presidente e diretor de operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Wilson Bley, esteve presente no lançamento nesta quarta-feira (14) da segunda edição do programa Paraná Mais Cidades, que disponibilizará meio bilhão para investimentos nos 399 municípios. Os recursos são do Tesouro Estadual e da sobra orçamentária do Poder Legislativo. O aporte é 42% maior do que o ano passado (R$ 351 milhões). Estiveram presentes também na reunião o governador Carlos Massa Ratinho Junior e o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano.

O programa é gerido pela Casa Civil e conta com participação direta dos deputados estaduais na indicação dos investimentos – todos têm direito a elencar prioridades. O foco é fomentar o desenvolvimento sustentável, o crescimento econômico e oferecer assistência direta aos municípios. Os contratos serão formalizados na modalidade de convênio com cada secretaria envolvida.

O governador destacou que essa é uma ação municipalista, rápida e imparcial. Segundo ele, parte da recuperação econômica após os impactos mais severos da pandemia será executada com investimentos públicos, o que tem reflexo imediato na geração de empregos e no Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná.

Essa estratégia se soma a outras iniciativas na área, como os investimentos bilionários em andamento em infraestrutura rodoviária, casas populares, pavimentação de estradas rurais, novos equipamentos municipais e obras de escolas, parques e unidades de saúde.

“O programa é fruto de uma união de esforços em prol das pessoas, mesmo com diferenças políticas. É um projeto que nos orgulha. É fruto da boa gestão e de inovação administrativa. Serão R$ 250 milhões da Assembleia e R$ 250 milhões do Governo, dinheiro que poderia ser usado em qualquer outra área, mas optamos por encaminhar direto para os municípios”, disse o governador.

Ratinho Junior disse que é o maior programa da história do Paraná de repasses a fundo perdido indicados pelos deputados estaduais. “Esse elo com os deputados é uma determinação. Só assim vamos alavancar empregos. Ouvimos as maiores demandas dos prefeitos e construímos um programa com menos burocracia para que os investimentos cheguem mais rápido na população”, ressaltou.

Guto Silva, chefe da Casa Civil e coordenador do programa, destacou que dificilmente outro estado terá meio bilhão para investir nos municípios diante do cenário de pandemia e crise fiscal. Ele calculou o impacto do programa em pelo menos 10 mil empregos diretos, fora os indiretos na cadeia de construção civil e do comércio.

“É fruto de cortes  enxugamentos que realizamos desde 2019, além da economia da Assembleia. Esse é um programa que tem um esforço das secretarias. O governador diz que a pandemia é uma maratona. Com as obras e investimentos vamos levar conforto, infraestrutura e empregos”, afirmou Silva.

O presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano, destacou que o incremento de recursos nos municípios faz a roda voltar a girar perto da normalidade. “O Paraná dá um exemplo. Temos as medidas para auxiliar o setor produtivo, os programas normais das secretarias e agora o Paraná Mais Cidades, que levará recursos para o Interior”, dissse. “É fruto de um esforço de todos os deputados, da base e da oposição, todos têm sua contribuição”.

INVESTIMENTOS – No lançamento, o Governo do Estado apresentou uma lista das secretarias que disponibilizarão recursos: Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Secretaria da Educação e do Esporte, Secretaria de Infraestrutura e Logística, Secretaria de Agricultura e do Abastecimento, Secretaria de Segurança Pública, Secretaria de Saúde, Secretaria de Desenvolvimento Urbano e de Obras Públicas, Defesa Civil e Comec. Todas as pastas elencaram contatos para facilitar a tramitação dos projetos com as prefeituras.

Segundo o deputado estadual Hussein Bakri, líder do Governo na Assembleia, o programa une esforços do Parlamento e do Governo e se soma a uma parceria profícua estabelecida há mais de dois anos entre os Poderes. “Reduzimos a máquina pública, indo ao encontro dos anseios da população, e agora na pandemia a Assembleia tem participado de forma efetiva para ajudar os paranaenses. Essa parceria se materializa ainda mais com o Paraná Mais Cidades”, destacou.

O deputado Luiz Claudio Romanelli, primeiro secretário da Assembleia Legislativa do Paraná, disse que os investimentos vão melhorar a qualidade do serviço público e a infraestrutura urbana dos municípios. “Foi tudo bem pensando para que mesmo nesse momento de pandemia os recursos públicos fossem maximizados”, ressaltou.

De acordo com o prefeito de Jesuítas e presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Júnior Weiller, o programa é mais um exemplo das ações diárias do Governo do Estado em prol dos municípios. Ele citou o acordo firmado pela Invest Paraná nesta terça-feira (13) com o Fonplata. “São exemplos de que há um estímulo ao emprego, renda e melhoria da qualidade de vida dos cidadãos”, disse.

SEDU – No mesmo encontro, a Secretaria do Desenvolvimento Urbano e de Obras Públicas fez uma apresentação sobre as linhas de crédito e auxílio a fundo perdido disponíveis para os municípios. Com os aportes regulares da pasta nos 399 municípios e o anúncio desta quarta, o resultado ultrapassa facilmente R$ 1 bilhão. Os investimentos envolvem pavimentação, parques, praças, reurbanização, centros de eventos, academia ao ar livre, campos de futebol, iluminação pública em LED, equipamentos rodoviários e parques industriais.

“É a transformação direta no bairro, na avenida, nas zonas industriais. Estamos melhorando a iluminação pública, igualando as condições das áreas urbanas e rurais. É um pacote de estímulo aos municípios”, arrematou o secretário João Carlos Ortega.

BALANÇO DE 2020 – Guto Silva também fez um balanço da primeira edição do Paraná Mais Cidades, de 2020. Dos R$ 351 milhões, 74% já foram pagos e entregues para a população e os 26% restantes declinaram por problemas nos projetos ou mudança de prioridade dos prefeitos. Os recursos, no entanto, vão continuar no programa para aplicação neste ano.

PRESENÇAS – Estiveram presentes no lançamento o vice-governador Darci Piana; os secretários Márcio Nunes (Desenvolvimento Sustentável e Turismo), Beto Preto (Saúde), João Debiasi (Comunicação Social e Cultura) e Marcel Micheletto (Administração e Previdência); o diretor-presidente da Fomento Paraná, Heraldo Neves; o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski; o diretor Administrativo do BRDE, Luiz Carlos Borges da Silveira; o subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Administrativos, José Deliberador Neto; e demais parlamentares, de maneira presencial e virtual.

O vice-presidente e diretor de operações do BRDE esteve presente na reunião virtual

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), a Invest Paraná e o Fonplata (Banco de Desenvolvimento relacionado ao Tratado da Bacia do Prata) se reuniram nesta nesta terça-feira (13) com interesse em firmar uma parceria. A união pretende apoiar e preparar as possíveis operações de crédito e projetos estruturantes no Paraná.

A parceria tem como objetivos estabelecer a Invest Paraná como ponto focal dos municípios paranaenses para intermediação de seus interesses junto ao Fundo, sem prejuízo a atuações independentes das partes, além de identificar as principais áreas de políticas públicas municipais e estaduais com carência de recursos para implementação e que dificultam o desenvolvimento sustentável do Estado.

Por isso, a Invest Paraná deverá identificar possíveis projetos dentro do Estado, nos âmbitos estaduais e municipais, para discutir junto ao Fonplata possíveis linhas de financiamento, e apoiar os municípios paranaenses na apresentação de pleitos e solicitações de financiamento externo junto ao Governo Federal e ao Fonplata.

E caberá ao Fonplata identificar possíveis linhas de financiamento, tanto próprias como de outros organismos, para o financiamento de projetos do Governo do Estado do Paraná ou para governos municipais paranaenses. E, caso sejam identificadas possíveis operações de crédito, o Fonplata poderá, mediante prévia avaliação e disponibilidade de recursos, apoiar pontualmente com estudos ou assistência técnica na preparação dos mesmos.

Estiveram presentes na reunião o vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson Bley, o presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin, e o vice-governador do Estado do Paraná, Darci Piana.

A parceria do banco com a companhia já vem de longa data e tem cases importantes como o programa de Ampliação do Sistema de Esgotamento Sanitário dos municípios de Matinhos e Pontal do Paraná, concluído no ano passado.

O vice-presidente e diretor de Operações da agência paranaense do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Wilson Bley Lipski, participou nesta sexta-feira (9) de uma reunião com o diretor-presidente da Sanepar, Claudio Stabile, e outros diretores da companhia. O objetivo foi discutir propostas de ampliação de parceria do banco na área de saneamento.

Fundado em 15 de junho de 1961 pelos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, o BRDE é uma referência em financiamentos de longo prazo para investimentos e atua na promoção do desenvolvimento econômico e sustentável.

A parceria com a Sanepar já vem de longa data e tem cases importantes como o programa de Ampliação do Sistema de Esgotamento Sanitário dos municípios de Matinhos e Pontal do Paraná, concluído no ano passado.

Durante a reunião, Lipski falou da disposição do banco para novas ações. “Já temos um histórico com a Sanepar e queremos ampliar. O BRDE quer ser o grande parceiro do Paraná no saneamento”, disse.

O presidente da Sanepar destacou a importância dessa parceria como ação estratégia. “Estamos avançando nos projetos que têm como objetivo alcançar a universalização dos nossos serviços. Ter o BRDE ao nosso lado nessa empreitada é um reforço importante”, afirmou.

Além do presidente da Sanepar e do vice-presidente do BRDE, participaram da reunião os diretores Leura Conte de Oliveira (Investimentos) e Abel Demetrio (Financeiro e Relações com Investidores), a gerente de Planejamento do BRDE, Lisiane Astarita, e Anderson Amâncio, analista do BRDE.

Em mais um exemplo de sinergia entre o governo do Paraná e o setor produtivo do estado, foi realizada nesta quinta-feira (08) reunião sobre o Paraná Produtivo, coordenada pelo vice-governador, Darci Piana, com a presença do vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski. Participaram também todos os órgãos e entidades responsáveis pela governança do programa junto com o BRDE: o G7 (Fecomércio, Ocepar, Faep, Fiep, Faciap, ACP e Fetranspar), o Sebrae, a Invest Paraná e a Secretaria de Planejamento do Estado.

O Paraná Produtivo irá levar desenvolvimento integrado a todas as regiões do estado, especialmente aquelas que carecem de um planejamento efetivo nesse sentido. “O BRDE é um constante apoiador de projetos que fomentam e geram a economia paranaense. Esse é mais um exemplo de que nosso trabalho pode mudar a realidade de muitos paranaenses”, afirmou Wilson Bley Lipski.

Ao estimular o desenvolvimento socioeconômico do estado, por meio de ações que potencializem as vocações regionais e criem ambientes propícios ao empreendedorismo, o Paraná Produtivo possibilitará que o estado cresça de maneira consistente, melhorando a vida dos paranaenses.

Wilson Bley esteve presente no anúncio do governador do Paraná, Ratinho Junior, sobre auxílio emergencial para MEIs, pequenas e microempresas na terça (6)

Na manhã de terça-feira (06), o Governo do Estado anunciou que as pequenas e microempresas paranaenses dos segmentos mais afetados pela pandemia receberão um auxílio emergencial. O anúncio foi feito pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em um encontro com a presença do vice-presidente e diretor de operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Wilson Bley, de deputados estaduais, chefes de outros Poderes e representantes do setor produtivo. As iniciativas tramitarão na Assembleia Legislativa.

No total, 86,7 mil empresas terão direito a um o socorro de R$ 59,6 milhões, com recursos provenientes do Fundo Estadual de Combate à Pobreza do Paraná (Fecoop). Pequenas empresas cadastradas no Simples Nacional em quatro segmentos receberão R$ 1.000. Já os microempreendedores individuais (MEIs) de seis setores terão direito a R$ 500.

Serão quatro parcelas de R$ 250 para pequenas e microempresas paranaenses optantes do Simples Nacional com Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) de Transporte de Passageiros (como vans escolares e ônibus de turismo), de Confecções de Vestuário e Calçados (lojas de roupas, calçados e outros itens de vestuário), de Bares, Lanchonetes e Restaurantes e similares, e Aluguel de Equipamentos Recreativos e Esportivos.

Para receber o auxílio, é preciso ter inscrição estadual ativa e comprovar faturamento ou declaração no PGDAS-D no valor de até R$ 360 mil durante o ano de 2020. Em todo o Paraná, 32.697 empresas se enquadram nesses requisitos necessários e podem solicitar o auxílio, segundo estimativas da Secretaria de Estado da Fazenda. O investimento será de R$ 32,6 milhões.

Já os MEIs dos segmentos de Bares, Lanchonetes e Restaurantes, Produtores de Eventos, Agentes de Viagem e Operadores Turísticos, Atividades de Sonorização e Iluminação, Casas de Eventos, Empresas de Filmagens de Eventos e Produtores de Teatro receberão duas parcelas de R$ 250. Em todo o Estado, 54 mil microempreendedores podem fazer parte deste recorte. O investimento será de R$ 27 milhões.

CRÉDITO – O projeto de lei também prorroga por 120 dias a validade das Certidões Negativas de Débitos Tributários e de Dívida Ativa Estadual e das Certidões Positivas com Efeitos de Negativa de Regularidade de Débitos Tributários e de Dívida Ativa Estadual, bem como a consulta ao Cadastro Informativo Estadual (Cadin), para fins de operações de crédito realizadas com instituições financeiras públicas no âmbito do Estado do Paraná.

Como medida auxiliar no crédito, cerca de 40 mil empresários que têm financiamentos ativos na Fomento Paraná terão as parcelas congeladas por seis meses.

ICMS – Também será publicado um decreto que prorroga o prazo de pagamento da parcela estadual do ICMS devido por estabelecimentos optantes do Simples Nacional. A medida, elaborada pela Secretaria da Fazenda e Receita Estadual, pode beneficiar até 226 mil pequenas empresas ativas no Paraná.

O texto estipula que os pagamentos referentes aos meses de março, abril e maio de 2021 terão vencimento em 30 de junho, 30 de julho e 31 de agosto, respectivamente. Assim, portanto, os pequenos empresários ganham três meses de folga nas contas.

Outro decreto proporciona às empresas paranaenses o parcelamento do ICMS devido a título de substituição tributária (GIA-ST), em até seis parcelas mensais, no caso de fatos geradores ocorridos até abril de 2021. A medida vale para empresas inscritas ou não em dívida ativa, e o benefício pode ser requerido até o dia 30 de junho.

COOPERA – Outra medida anunciada nesta terça-feira foi um novo edital de R$ 31,5 milhões para o Coopera Paraná. O Programa de Apoio ao Cooperativismo da Agricultura Familiar do Paraná (Coopera Paraná) é uma ação governamental com o objetivo de fortalecer as organizações cooperativas como instrumentos para melhorar a competitividade e a renda dos agricultores familiares.

O vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski, participou nesta segunda-feira (05) da Assembleia Geral Ordinária do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) e da comemoração dos 50 anos da instituição.

O BRDE tem forte ligação com cooperativas paranaenses e grande parte de sua carteira é voltada para o fomento à agricultura e agroindústrias. No ano de 2020 o Banco foi responsável por financiar R$ 191,9 milhões a cooperativas do estado e atualmente é o maior operador do Programa de Desenvolvimento Cooperativo (Prodecoop) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “As linhas de crédito permitem que as agroindústrias cresçam e se tornem potência no Estado”, afirmou Wilson Bley.

O evento online também contou com a presença do governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, que ressaltou o papel que o Sistema Ocepar desempenhou nesses 50 anos para o desenvolvimento do cooperativismo no Paraná. O governador também destacou a importância do BRDE para o cooperativismo no estado, que conta com um volume de investimento muito importante na parceria com cooperativas, contribuindo para o desenvolvimento parananense.

A live pode ser acessada AQUI.

A diretora-presidente do Banco regional de Desenvolvimento do extremo Sul (BRDE), Leany Lemos, participou de evento que debateu, nesta segunda-feira (5/4), os principais desafios do setor financeiro nacional em apoiar micro, pequenas e médias empresas (MPME´s) na retomada da economia diante da crise da Covid-19. Organizada pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a webinar reuniu representantes das importantes instituições de fomento do país.

No painel que discutiu a atuação do Sistema Nacional de Fomento em apoio às MPME´s, Leany Lemos destacou que os bancos subnacionais, como o BRDE,  tiveram condições de dar uma resposta mais rápida diante da crise justamente por reunirem maior conhecimento das realidades regional e setorial. “Ampliamos nossa oferta de crédito com recursos próprios, além dos demais fundings, além de avançar no uso da tecnologia, o que garantiu maior acesso e agilidade na análise. Um processo mais simples, aumentando nossa capacidade de atuar, o que ajudou a proteger muitos empregos”, acrescentou.

Leany Lemos observou ainda, que diferente dos bancos comerciais que reagem de maneira mais conservadora diante da percepção de risco durante uma crise, as instituições de fomento conseguiram uma melhor resposta por atuarem com fundos de longo prazo. Diante da exigência de uma maior flexibilidade por conta dos impactos da pandemia, a presidente destacou que o BRDE fechou 2020 com crescimento de 45% no volume de financiamentos para as MPME´s na comparação com o ano anterior.

Atuando em parceria com cooperativas de microcrédito, o banco ampliou em 230% o número de contratos para o segmento no mesmo período, o “ajudou aqueles que mais sofrem com a crise”. Ela mencionou os programas em favor dos determinados segmentos, como do turismo, da economia criativa e de sustentabilidade, citando o BRDE Empreendedoras do Sul, lançado há duas semanas para apoiar empresas lideradas por mulheres e produtoras rurais nos três estados de atuação do banco.

Na primeira parte da webinar houve a apresentação da Monografia BID, em co-autoria com a ABDE, que abordou o apoio às MPMEs na crise da Covid-19. O painel com a participação da presidente do BRDE foi coordenado pelo representante do BID no Brasil, Morgan Doyle. O debate teve também as presenças do presidente da ABDE e do Bando de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Sérgio Gusmão; do diretor de Participações, Mercado de Capitais e Crédito Indireto do BNDES, Bruno Laskowsky; do presidente da Desenvolve SP, Nelson de Souza; e do presidente do Banco da Amazônia, Valdecir Tose. O evento pode ser conferido no canal de Youtube da Associação: https://www.youtube.com/watch?v=RBe8_I2YcXM