BRDE

O vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski, participou de reunião nesta quinta-feira (17/12) com o diretor de Implementação de Programas e Gestão de Fundos da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), Renato dos Santos Lima. No encontro, foi apresentada pela Sudeco a oportunidade de financiamentos a projetos através do BRDE com a sobra orçamentária do Fundo de Desenvolvimento do Centro-Oeste (FDCO), fundo orçamentário administrado pela Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste. Se a parceria for confirmada, o BRDE poderá ser repassador de mais uma fonte de recursos com origem no Governo Federal.

O modelo é similar ao Fundo do Centro-Oeste (FCO), já operado pelo Banco. O FCO e o FDCO têm seus recursos como instrumentos de financiamento da Política Nacional de Desenvolvimento Regional aos setores produtivos da região Centro-Oeste e no Distrito Federal, por meio de apoio à micro, pequenas, médias e grandes empresas, tanto do setor rural quanto do empresarial.

A reunião contou também com a participação do superintendente da agência paranaense do Banco, Paulo Cesar Starke Junior, e a Gerente de Planejamento, Lisiane Astarita.

O ano de 2020 não foi fácil para ninguém. Negócios foram paralisados, empresas fechadas e milhares de empregos deixaram de existir no Brasil e no mundo. Mas no Paraná, os empresários não estavam sozinhos. Só nos primeiros dez meses de deste ano, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) contratou mais de R$ 1 bilhão em financiamentos, 50% a mais que em 2019. Esses recursos ajudaram a preservar empregos, viabilizar negócios e manter a economia girando. Afinal, não existe maneira melhor de superar uma crise do que com trabalho e desenvolvimento.

É com enorme pesar que o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) informa falecimento de Valmor Weiss, representante do governo do Paraná no conselho administrativo do BRDE por três mandatos.
Ele também foi presidente do Sindicato das Empresas de Transportes de Cargas no Estado do Paraná (Setcepar) e da Federação das Empresas de Transporte de Cargas do Estado do Paraná (Fetranspar), deixando um legado para todos que transportam as riquezas de nosso país.
Weiss morreu nesta segunda-feira (21), vítima de uma pneumonia. O velório acontecerá na Capela Vaticano – Sala Jade, das 16 às 18h30. O endereço é Av. Desembargador Hugo Simas, 26 – Bom Retiro.
Condolências à família e aos amigos.

Em 2020, mesmo em meio a pandemia, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) contratou R$ 182 milhões em projetos de energia renovável, abrangendo Centrais Geradoras Hidrelétricas (CGH), Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCH), eólicas e fotovoltaicas, além de eficiência energética.

Nos três Estados da Região Sul, onde o BRDE atua, foram contratados em 2020 R$ 241 milhões para investimentos nesta área. Nos cinco anos anteriores, de 2015 a 2019, o volume de financiamento somou R$ 1,37 bilhão em projetos de energias renováveis e eficiência energética, em um total de 650 contratos. Atualmente, apenas no Paraná, há 18 projetos em fase de contratação, somando mais de R$ 40 milhões, e 14 projetos em análise, que somam R$ 261 milhões.

O vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley, afirma que a atuação do banco nesta área atende a política do Governo do Estado de priorizar a construção e instalação de PCHs e CGHs. “O governador entende que esses empreendimentos são modelos eficientes de alavancar a retomada econômica do Estado no pós-Covid-19”, disse Bley. “O banco contribui para dar suporte a essa estratégia”, afirma.

Entre os projetos apoiados pelo BRDE no Paraná está a empresa Usina Hidrelétrica Viganó Ltda, criada em 2013. Com o objetivo de gerar e comercializar energia elétrica, a empresa irá implantar a Central Geradora Hidrelétrica (CGH) para aproveitamento do potencial hidráulico da CGH Alceu Viganó I, no Rio Chopim, município de Cruzeiro do Iguaçú, no Paraná. A CGH terá potência instalada de 5.000 kW. O BRDE financiou o valor de R$16,5 milhões de um total de R$ 20,2 milhões nesta primeira etapa.

Por padrão, o Banco financia de 70% a 80% dos projetos de usinas e até 100% em projetos fotovoltaicos para consumo próprio. Existem diversas linhas de financiamento, que se adequam melhor a um ou outro tipo de projeto.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) financiou R$ 191,9 milhões, entre janeiro e novembro de 2020, a cooperativas agrícolas paranaenses. A Copacol, com sede em Cafelândia, e a Lar, de Matelândia, estão entra as cooperativas que receberam apoio com crédito, neste ano.

Atualmente, o banco tem 60% de sua carteira direcionada a agricultores e agroindústrias. Mesmo atuando somente nos três estados da Região Sul, é o maior operador do Programa de Desenvolvimento Cooperativo (Prodecoop) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “As linhas de crédito permitem que as agroindústrias cresçam e se tornem potência no Estado. Além disso, todo esse avanço movimenta a economia do Paraná, gerando empregos e negócios”, diz o diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski.

EXPANSÃO – Por meio da linha Prodecoop, o BRDE apoiou a Copacol em um projeto de expansão do frigorífico. A cooperativa, que desde a década de 80 possui um abatedouro de frangos em Cafelândia, contratou em 2020 um financiamento de R$ 60 milhões. Em 2018, já havia contratado outro financiamento, no valor de R$ 50 milhões, para a primeira etapa do projeto.

Com o crédito, a pioneira dentre as cooperativas da região pretende aumentar a capacidade de abate diário de 330 mil para 360 mil aves ao dia. O montante previsto no plano de expansão é de R$ 210 milhões.

Esse investimento também auxilia na questão de empregos, já que a Copacol emprega 10,8 mil funcionários, sendo 5,5 mil no abatedouro. A cooperativa ainda participa da Unitá, cooperativa central que possui um abatedouro de aves em Ubiratã (Centro-Oeste). Hoje, a Unitá abate 340 mil aves ao dia e emprega 4,2 mil funcionários.

Recentemente, este abatedouro foi financiado pelo BRDE, em conjunto com outras instituições financeiras, em duas etapas (sendo a última concluída em 2019), no valor de R$ 111,5 milhões.

“O BRDE é e sempre foi um banco que ajuda a crescer. As linhas de crédito disponibilizadas por ele são de suma importância para participar do mercado interno e externo. Isso dá margens para crescer e pensar em grandes soluções para a cooperativa”, afirma o presidente da Copacol, Valter Pitol.

Também na região Oeste do Paraná, o banco financiou em 2020 a cooperativa Lar, que possui um abatedouro de frangos em Matelândia e está realizando um projeto de ampliação de abate. O plano é que a capacidade de abate aumente de 340 mil para 460 mil aves ao dia.

O projeto também será desenvolvido em duas etapas. Por isso, em 2020, a cooperativa, por meio do Prodecoop, obteve financiamento no valor de R$ 50 milhões para realizar a primeira etapa do projeto, orçada em R$ 55,8 milhões.

A segunda fase, orçada em R$ 66,6 milhões, já está em análise também. Após sua conclusão, em 2021, está prevista a contratação de 1.150 novos funcionários. Hoje, a cooperativa emprega 17,9 mil funcionários, sendo 7,5 mil somente no abatedouro.

“As linhas de crédito do BRDE são sempre muito importantes porque normalmente são de longo prazo, a custos competitivos”, afirma o superintendente administrativo financeiro da Lar, Clédio Marschall.

Segundo ele, o crédito liberados pelo Banco contribuíram para o crescimento da Lar. “Somente em 2020, a cooperativa crescerá acima de 50% em relação a 2019. Isso demanda recursos, que geram emprego, renda e agregação de valor à produção e transformação do cenário econômico do Paraná”, destaca Marschall.

FEITO NO PARANÁ – As duas Cooperativas também são parceiras do BRDE no Programa BRDE Labs de aceleração de startups, que busca soluções inovadoras para transformação do agronegócio.

Atualmente, de acordo com dados da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar), existem 215 cooperativas no Estado, sendo que 60 são do ramo agropecuário. São 2 milhões de cooperados e o setor gera cerca de 100 mil empregos diretos em todo o Paraná.

Ligadas às cooperativas, há 79 agroindústrias. De acordo com a Ocepar, são 19 cooperativas com agroindústrias no segmento de carnes (que contemplam bovinos, suínos, frangos, peixes e cordeiros).

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinou contrato de apoio às pesquisas para enfrentamento da Covid-19 desenvolvidas por profissionais da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR). Serão destinados R$ 138 mil para custeio e viabilização de estudos ao tratamento da doença.

O vice-presidente do banco, Wilson Bley Lipski, salientou que os recursos destinados à ciência e à tecnologia são importantes para o avanço destas áreas no País. “São investimentos que contribuem para a qualificação das pesquisas destinadas ao enfrentamento da Covid-19. São trabalhos excepcionais que acarretarão em benefícios para toda a sociedade”, ressaltou o diretor.

As pesquisas fornecerão novas evidências e subsídios para o enfrentamento da doença, para a tomada de decisões e a busca de alternativas em saúde. Os estudos, contemplados em edital, traduzem o conhecimento por meio do patrocínio destinado aos projetos.

“O BRDE acredita na qualidade e no potencial dos pesquisadores, assumindo um compromisso ainda maior com a saúde, a ciência e a tecnologia para avançarmos em estudos e propostas que resultarão em alternativas de tratamento para a população de modo geral. É um recurso importante para o avanço e desenvolvimento do conhecimento”, destacou Bley.

PESQUISAS – Neste primeiro momento, duas linhas de pesquisas estão avançadas: no trabalho Endothelial Dysfunction and Thrombosis in Patients With Covid-19” (Disfunção endotelial e trombose em pacientes com Covid-19), os especialistas observaram que indivíduos infectados pelo coronavírus apresentam lesão de célula endotelial, célula que reveste o vaso, e buscaram compreender de que forma essa lesão aparece e se relaciona ao SARS-CoV-2 e como ela pode ocasionar trombose, levando o paciente a óbito. Com isso, o estudo confirma a Covid-19 também como doença vascular e não apenas como pulmonar.

Outro estudo da PUCPR em andamento é realizado em parceria com o Complexo Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná e o Instituto Carlos Chagas (ICC/FiocruzParaná). Com início em junho de 2020, o projeto utiliza células-tronco mesenquimais, derivadas do tecido do cordão umbilical, para tratar pacientes com síndrome respiratória aguda grave decorrente do SARS-CoV-2.

Trata-se de um estudo pioneiro no Brasil no tratamento da Covid-19 com células-tronco, regularizado pela Comissão Nacional de Ética em Pesquisa (Conep) e de acordo com a RDC nº 338 de 20 de fevereiro de 2020 da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em andamento efetivo.

Os pesquisadores do Centro de Tecnologia Celular da PUCPR (CTC-PUCPR) são responsáveis pela coleta dos cordões umbilicais, isolamento e expansão das células, controle de qualidade e preparação do material para a infusão, além da coordenação do estudo e análise de dados.

O objetivo do estudo é diminuir o tempo de internação e a mortalidade dos pacientes, resultando na redução dos custos sociais e econômicos associados à doença.

SOBRE O BRDE – O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é uma instituição de fomento criada pelos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com o objetivo de fazer o Sul do Brasil prosperar. É signatário do Pacto Global da ONU e opera em sintonia com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O banco também conta com recursos internacionais da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e Banco Europeu de Investimento (BEI) para o financiamento de projetos voltados à produção e consumo sustentáveis. É agente financeiro do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA/Ancine) em todo o território nacional. Apoia projetos culturais, sociais e esportivos que beneficiam milhares de pessoas e instituições, por meio das leis de incentivo.

Somente de janeiro a setembro de 2020, financiou R$ 2,2 bilhões para projetos na Região Sul que beneficiam empresas de todos os setores da economia. A instituição oferece crédito de longo prazo para viabilizar investimentos a empresas de todos os setores e portes, cooperativas, produtores rurais e prefeituras, mantendo acordos com instituições internacionais de fomento para ampliar as fontes de recursos à disposição dos clientes. Acesse as redes sociais (@brdeoficial).

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE realizou importantes operações na contratação de financiamentos nas áreas de energias renováveis, inovação e infraestrutura, fomentando recursos para ações de eficiência energética. No Paraná, desde janeiro, já foram R$ 307 milhões em créditos, valor 83% maior que todo financiamento no ano passado.

No pacote estão inseridos ações e o planejamento do BRDE na cooperação de fortalecimento à promoção e ao alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na Região Sul do País.

De acordo com Wilson Bley Lipski, vice-presidente e diretor de Operações do banco, o BRDE demonstra ser uma instituição financeira vanguardista, apoiando projetos sustentáveis com a preocupação de uso de recursos com efetividade à promoção da energia limpa em todos os ramos de atividades.

As ações, acrescenta, ocorrem de forma transparente para investimento de desenvolvimento e fomento à sustentabilidade. “Consideramos projetos que articulem com a sustentabilidade, promovendo inovação em eficiência energética, gerando economia e trazendo soluções tangíveis para problemas de concessão de energia no País”, afirmou Bley.

Os projetos apoiados constroem um plano para a implantação, modernização ou repotencialização de unidades geradoras de energia energias renováveis, assim como a aquisição de turbinas, geradores fotovoltaicos, aerogeradores e outros equipamentos para geração de energia e capital de giro associado.

FOZ DO IGUAÇU – O BRDE viabilizou financiamento total para o projeto inovador do Recanto Cataratas Thermas & Resort, em Foz do Iguaçu. A ação contempla a instalação de uma planta de geração de energia fotovoltaica no estacionamento do empreendimento. O valor total do investimento será de aproximadamente R$ 14,7 milhões.

O empresário Altino Voltolini conta que esse projeto tem um significado muito importante, já que o estabelecimento passará a produzir 100% da energia consumida, além de disponibilizar energia limpa, sem qualquer tipo de poluição. “Seremos o maior estacionamento coberto por painéis fotovoltaicos da América Latina. Além disso, ao longo dos anos teremos economia com energia convencional, tudo isso proporcionado pelo financiamento”.

Segundo o empresário, os painéis fotovoltaicos serão formados por 13 carretas, somando um total de 6.888 painéis. “A estimativa é de que, o espaço de estacionamento de automóveis, que compreende de 80 a 85%, entrará em funcionamento entre 15 e 20 de dezembro 2020. A parte de estacionamento de ônibus em meados de janeiro”, explicou.

GUARAPUAVA – Outro projeto em andamento é o da empresa Ilumina Guarapuava, vencedora do processo licitatório, de 2019, de prestação de serviços, incluindo a operação, modernização, ampliação, eficientização energética e manutenção do Parque Municipal de Iluminação Pública. O BRDE financiará o valor de R$ 16,5 milhões, sendo o montante total de investimentos de R$ 20,2 milhões para a primeira etapa do projeto.

De acordo com Rodson Luiz Lopes, presidente da Ilumina Guarapuava, já foram executados 60% da obra, sendo 13.607 pontos de iluminação instalados e 8.960 a serem implantados.

O Parque de Iluminação pública do município é, atualmente, composto por 21.922 unidades de iluminação pública, incluindo unidades de iluminação de parques e praças públicas, e 22.557 luminárias.

“A redução do consumo de energia já representa 60,58% e um aumento da luminosidade considerável e bastante abrangente. Esta implantação garantirá o aumento da luminosidade nas vias e calçadas, gerando economia de R$ 3 milhões na conta de energia ao ano para o município, bem como mais segurança aos motoristas e pedestres e redução mensal na emissão de 602,4 toneladas de CO2 na atmosfera”, explicou Rodson.

SOBRE O BRDE – O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é uma instituição de fomento criada pelos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com o objetivo de fazer o Sul do Brasil prosperar. É signatário do Pacto Global da ONU e opera em sintonia com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O banco também conta com recursos internacionais da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e Banco Europeu de Investimento (BEI) para o financiamento de projetos voltados à produção e consumo sustentáveis. É agente financeiro do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA/Ancine) em todo o território nacional. Apoia projetos culturais, sociais e esportivos que beneficiam milhares de pessoas e instituições, por meio das leis de incentivo.

Somente de janeiro a setembro de 2020, financiou R$ 2,2 bilhões para projetos na Região Sul que beneficiam empresas de todos os setores da economia. A instituição oferece crédito de longo prazo para viabilizar investimentos a empresas de todos os setores e portes, cooperativas, produtores rurais e prefeituras, mantendo acordos com instituições internacionais de fomento para ampliar as fontes de recursos à disposição dos clientes. Acesse as redes sociais (@brdeoficial).

De janeiro a setembro de 2020, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul liberou cerca de R$ 227 milhões em crédito para a indústria, um aumento de 138% em comparação ao mesmo período do ano passado, o que mostra a contribuição do banco para o crescimento de 7,7% na produção industrial paranaense.

De janeiro a setembro de 2020, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) liberou cerca de R$ 227 milhões em crédito para a indústria – um aumento de 138% em comparação ao mesmo período do ano anterior, o que mostra a contribuição do banco para o crescimento de 7,7% na produção industrial paranaense entre agosto e setembro deste ano.

É o maior resultado entre os 15 locais analisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no País. O desempenho é cinco pontos percentuais maior do que a média dos outros estados, e um novo indicativo da retomada mais vigorosa da economia nos últimos meses.

De acordo com o vice-presidente o banco, Wilson Bley Lipski, os resultados comprovam que o BRDE cumpre o seu papel de instituição que atua para o desenvolvimento do Paraná e da região Sul. O banco, acrescenta, veio tomando medidas específicas para controlar o impacto negativo da pandemia na economia e aquecer o mercado com concessão de créditos para o setor.

“Contribuímos com um trabalho de planejamento e estruturação, na captação de recursos para investimentos em vários ramos da atividade industrial. É o resultado da aplicação desses recursos que faz a diferença. O montante contribui para a criação de empregos, melhoria salarial e com o desenvolvimento de negócios que geram prosperidade e favorecem o crescimento da economia no Paraná”, observou Bley.

PROJEÇÃO – O BRDE possui linhas de créditos para financiar projetos que colaborem para o desenvolvimento do Paraná, além de atuar com captação de recursos junto a instituições multilaterais internacionais e contratos assinados com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), Banco Europeu de Investimento (BEI) e com Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF).

“Esses recursos proporcionam oportunidades para que o banco possa continuar financiando o empreendedor paranaense. E o resultado atingido com o crescimento industrial também é reflexo da liderança do Estado em concessão de crédito para os investidores de todas as regiões”, destacou Bley.

SOBRE O BRDE – Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é uma instituição de fomento criada pelos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com o objetivo de fazer o Sul do Brasil prosperar. É signatário do Pacto Global da ONU e opera em sintonia com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS).

O banco também conta com recursos internacionais da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e Banco Europeu de Investimento (BEI) para o financiamento de projetos voltados à produção e consumo sustentáveis. É agente financeiro do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA/Ancine) em todo o território nacional. Apoia projetos culturais, sociais e esportivos que beneficiam milhares de pessoas e instituições, por meio das leis de incentivo.

Somente de janeiro a setembro de 2020, financiou R$ 2,2 bilhões para projetos na Região Sul que beneficiam empresas de todos os setores da economia. A instituição oferece crédito de longo prazo para viabilizar investimentos a empresas de todos os setores e portes, cooperativas, produtores rurais e prefeituras, mantendo acordos com instituições internacionais de fomento para ampliar as fontes de recursos à disposição dos clientes.

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O BRDE formalizou a adesão ao movimento Viva Água, realizado pela Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, em parceria com a ProAdapta, Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), Sebrae Paraná e BTG Pactual, iniciativa que busca melhorar a qualidade hídrica na Bacia do Rio Miringuava, em São José dos Pinhais, no Paraná, a partir de ações de conservação da natureza e de empreendedorismo sustentável. A assinatura do termo de adesão à política de governança do movimento Viva Água aconteceu na última quinta-feira (05).

Focado na conservação da natureza, o projeto busca promover o empreendedorismo com impacto socioambiental positivo na região, para contribuir com a geração de renda, por meio da produção e do turismo sustentáveis, entre outras atividades.

O Rio Miringuava é a principal fonte de abastecimento de água da região, integrando o sistema de bacias que abastece a capital paranaense e outras cidades da região metropolitana. “O projeto vem ao encontro dos objetivos do BRDE, pois contribui positivamente para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), definidos pelas Nações Unidas, em especial os investimentos em projetos de alto impacto ambiental. Desse modo, a participação busca fortalecer e cumprir nosso papel social”, explica o vice-presidente e diretor de Operações do Banco, Wilson Bley Lipski.

A iniciativa movimento Viva Água já conta com o envolvimento de várias organizações, de todos os setores – Poder Público, iniciativa privada, academia, cooperativas, entidades empresariais, comunidade, produtores rurais, sindicatos, ONGs, instituições de fomento, bancos e até organizações internacionais.

As ações que serão desenvolvidas em 10 anos estão organizadas em seis eixos temáticos: articulação e advocacy; negócios sustentáveis; serviços ecossistêmicos; associativismo e cooperativismo; agricultura sustentável; instrumentos financeiros.

O projeto também visa plantar 1 milhão de árvores, trabalhar pela conservação de 1.500 hectares da região e criar um fundo socioambiental consolidado com recursos que garantam a sua continuidade.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) ultrapassou em outubro a meta para 2020 de R$ 1 bilhão em concessões de crédito para projetos paranaenses. O Estado representa, até o momento, 40,52% do total de valores trabalhados no Sul do País.

Os créditos foram destinados aos setores rurais, empresas de todos os portes e prefeituras, entre outros. As médias empresas foram as responsáveis por financiar a maior parte desses recursos.

De acordo com Wilson Bley Lipski, vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, o banco tem potencial para aplicar esses recursos anualmente, mas o resultado alcançado em outubro projetou o Paraná como líder em concessão de crédito no extremo Sul do País.

Segundo Bley, esse é o reflexo do conjunto de ações da instituição para assistir empresas de todos os ramos de investimentos. Entre elas, o Programa Recupera Sul, que contou com recursos próprios na ordem de R$ 300 milhões. O programa foi implantado para a retomada de investimentos no pós-crise de 2018 e 2019, mas, neste ano, acabou se tornando uma linha de capital de giro para os empreendedores.

CICLO INTERROMPIDO – “Nós conseguimos superar essa meta e chegar a R$ 1,5 bilhão alguns anos atrás. O ciclo foi interrompido em 2016, na crise que veio no pós 2014, que se instalou em 2015, e que atingiu os investimentos de uma forma mais significativa no Paraná a partir de 2016, no nicho em que o BRDE atua”, explicou o diretor-presidente.

Ele acrescentou ainda que 2016, 2017, 2018 e 2019 foram anos em que o banco atingiu o menor índice mediante as possibilidades de financiamento, mas, em 2020, voltou a ter um desempenho acima do valor mínimo e que estes recursos serão aplicados no Paraná.

O vice-presidente destacou também que, além do Programa Recupera Sul, a captação de recursos que o BRDE tem promovido com instituições multilaterais internacionais e contratos assinados com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), Banco Europeu de Investimento (BEI) e com Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), proporcionam recursos para que o banco possa continuar financiando o empreendedor paranaense. Com isso, estima superar a marca de R$ 1,2 bilhão até o final de 2020.

Bley citou ainda a retomada de recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) para financiar empreendimentos em energia renováveis, como PCHs, biomassa, parques eólicos e centrais fotovoltaicas, também para empreendedores no Mato Grosso do Sul.

“Outro ponto importante é que continuamos investindo, e agora para o segundo semestre com demanda para investimentos dos programas de sustentabilidade do banco, como o Programa de Produção e Consumo Sustentáveis (PCS) e o Programa Inovacred, para repassar aos empresários que estão inovando”, ressaltou o vice-presidente.

A articulação com o Governo do Estado e a parceria com diversas instituições, como associações comerciais e federações, também foram caminhos essenciais para que o banco levasse informação aos clientes, contribuindo para a retomada de ações e credibilidade no mercado.

Segundo a gerente de Operações Juliana Dallastra, o BRDE se mostrou como opção para as empresas em um momento em que os principais bancos estavam reduzindo sua exposição e restringindo o crédito no mercado. “Buscamos funding e atuamos fortemente no financiamento ao capital de giro que, embora não seja o nosso foco, era o que o mercado precisava no momento de crise”, explicou.

PANDEMIA – Bley explicou que, com a pandemia, muitos bancos privados recuaram nas concessões de créditos e abriram a possibilidade de bancos públicos atuarem mais fortemente no mercado por demanda.

“O BRDE retoma a demanda na forma de capital de giro, que não é o carro-chefe da instituição, mas que, neste ano excepcional, abriu oportunidades para dar assistências às empresas que ficaram desassistidas pelos bancos privados. Foram milhares de pedidos de financiamento nos meses de março, abril e maio, que foram concedidos para empresas que precisavam de recursos para passarem pelas dificuldades momentâneas”, explicou o vice-presidente.

De acordo com o superintendente da agência paranaense do BRDE, Paulo Cesar Starke Junior, outro setor que alavancou o resultado atingido foi o do turismo. Acrescentou que, devido à pandemia, o banco precisou assistir as empresas do setor, proporcionando financiamentos de capital de giro para dar sustentação a elas.

“Isso tudo contando com recursos do Fundo Geral do Turismo, o Fungetur, que também viabilizou recursos importantes a empresas que se aproveitaram da baixa demanda em atividades turísticas para investir”, disse Starke Junior.

Segundo a gerente de Planejamento do banco, Lisiane Maldaner Astarita de Limas, essas ações, em um primeiro momento, significaram a preservação de empregos. “Mas agora o foco maior é fomentar projetos de investimento para geração de riqueza e renda nas mais diversas regiões do Estado”.

MUDANÇAS DE ROTINA – Além dos números, o Banco Mundial também fez mudanças nos negócios. Com sugestões de distanciamento social e o fortalecimento do mundo digital, o BRDE acelerou o processo de digitalização e disponibilizou uma plataforma que aproximou o público e ofereceu soluções de financiamento diretas e rápidas.

“A mudança estava prevista inicialmente para ocorrer em 2021, mas as circunstâncias aceleraram o ritmo. Agora, por meio do Internet Banking, o paranaense pode tratar de processos de maneira remota e acessível, solicitar financiamento e receber atendimento profissional pela equipe do BRDE” , Bley Lipski.

“Migrar toda nossa plataforma de atendimento ao cliente para o ambiente digital possibilitou que pudéssemos atender um número muito maior de clientes, mesmo com toda equipe trabalhando remotamente. Considero que foi um sucesso, melhorias ainda precisam ser feitas, mas nosso tempo de resposta está melhorando continuamente”, observa a gerente de Planejamento.

LOGO PRAZO – Outro ponto importante destacado é que o BRDE atua no financiamento de longo prazo, em investimentos que mantêm no Paraná R$ 5 bilhões nas mãos de empresários. Ou seja, atualmente o mercado conta com esse valor viabilizado pelo BRDE e que só voltará à instituição num prazo de nove anos.

De acordo com Lisiane, o papel do BRDE, como banco de desenvolvimento, é ser resiliente e adaptável ao momento e às necessidades dos clientes. “O Programa Recupera Sul, por exemplo, permite o capital de giro com prazo mais longo e postergação dos pagamentos para os clientes que já tinham operação com o banco, dando um fôlego nos primeiros meses da pandemia.