BRDE

Em mais um exemplo de sinergia entre o governo do Paraná e o setor produtivo do estado, foi realizada nesta quinta-feira (08) reunião sobre o Paraná Produtivo, coordenada pelo vice-governador, Darci Piana, com a presença do vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski. Participaram também todos os órgãos e entidades responsáveis pela governança do programa junto com o BRDE: o G7 (Fecomércio, Ocepar, Faep, Fiep, Faciap, ACP e Fetranspar), o Sebrae, a Invest Paraná e a Secretaria de Planejamento do Estado.

O Paraná Produtivo irá levar desenvolvimento integrado a todas as regiões do estado, especialmente aquelas que carecem de um planejamento efetivo nesse sentido. “O BRDE é um constante apoiador de projetos que fomentam e geram a economia paranaense. Esse é mais um exemplo de que nosso trabalho pode mudar a realidade de muitos paranaenses”, afirmou Wilson Bley Lipski.

Ao estimular o desenvolvimento socioeconômico do estado, por meio de ações que potencializem as vocações regionais e criem ambientes propícios ao empreendedorismo, o Paraná Produtivo possibilitará que o estado cresça de maneira consistente, melhorando a vida dos paranaenses.

Wilson Bley esteve presente no anúncio do governador do Paraná, Ratinho Junior, sobre auxílio emergencial para MEIs, pequenas e microempresas na terça (6)

Na manhã de terça-feira (06), o Governo do Estado anunciou que as pequenas e microempresas paranaenses dos segmentos mais afetados pela pandemia receberão um auxílio emergencial. O anúncio foi feito pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior em um encontro com a presença do vice-presidente e diretor de operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Wilson Bley, de deputados estaduais, chefes de outros Poderes e representantes do setor produtivo. As iniciativas tramitarão na Assembleia Legislativa.

No total, 86,7 mil empresas terão direito a um o socorro de R$ 59,6 milhões, com recursos provenientes do Fundo Estadual de Combate à Pobreza do Paraná (Fecoop). Pequenas empresas cadastradas no Simples Nacional em quatro segmentos receberão R$ 1.000. Já os microempreendedores individuais (MEIs) de seis setores terão direito a R$ 500.

Serão quatro parcelas de R$ 250 para pequenas e microempresas paranaenses optantes do Simples Nacional com Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) de Transporte de Passageiros (como vans escolares e ônibus de turismo), de Confecções de Vestuário e Calçados (lojas de roupas, calçados e outros itens de vestuário), de Bares, Lanchonetes e Restaurantes e similares, e Aluguel de Equipamentos Recreativos e Esportivos.

Para receber o auxílio, é preciso ter inscrição estadual ativa e comprovar faturamento ou declaração no PGDAS-D no valor de até R$ 360 mil durante o ano de 2020. Em todo o Paraná, 32.697 empresas se enquadram nesses requisitos necessários e podem solicitar o auxílio, segundo estimativas da Secretaria de Estado da Fazenda. O investimento será de R$ 32,6 milhões.

Já os MEIs dos segmentos de Bares, Lanchonetes e Restaurantes, Produtores de Eventos, Agentes de Viagem e Operadores Turísticos, Atividades de Sonorização e Iluminação, Casas de Eventos, Empresas de Filmagens de Eventos e Produtores de Teatro receberão duas parcelas de R$ 250. Em todo o Estado, 54 mil microempreendedores podem fazer parte deste recorte. O investimento será de R$ 27 milhões.

CRÉDITO – O projeto de lei também prorroga por 120 dias a validade das Certidões Negativas de Débitos Tributários e de Dívida Ativa Estadual e das Certidões Positivas com Efeitos de Negativa de Regularidade de Débitos Tributários e de Dívida Ativa Estadual, bem como a consulta ao Cadastro Informativo Estadual (Cadin), para fins de operações de crédito realizadas com instituições financeiras públicas no âmbito do Estado do Paraná.

Como medida auxiliar no crédito, cerca de 40 mil empresários que têm financiamentos ativos na Fomento Paraná terão as parcelas congeladas por seis meses.

ICMS – Também será publicado um decreto que prorroga o prazo de pagamento da parcela estadual do ICMS devido por estabelecimentos optantes do Simples Nacional. A medida, elaborada pela Secretaria da Fazenda e Receita Estadual, pode beneficiar até 226 mil pequenas empresas ativas no Paraná.

O texto estipula que os pagamentos referentes aos meses de março, abril e maio de 2021 terão vencimento em 30 de junho, 30 de julho e 31 de agosto, respectivamente. Assim, portanto, os pequenos empresários ganham três meses de folga nas contas.

Outro decreto proporciona às empresas paranaenses o parcelamento do ICMS devido a título de substituição tributária (GIA-ST), em até seis parcelas mensais, no caso de fatos geradores ocorridos até abril de 2021. A medida vale para empresas inscritas ou não em dívida ativa, e o benefício pode ser requerido até o dia 30 de junho.

COOPERA – Outra medida anunciada nesta terça-feira foi um novo edital de R$ 31,5 milhões para o Coopera Paraná. O Programa de Apoio ao Cooperativismo da Agricultura Familiar do Paraná (Coopera Paraná) é uma ação governamental com o objetivo de fortalecer as organizações cooperativas como instrumentos para melhorar a competitividade e a renda dos agricultores familiares.

O vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski, participou nesta segunda-feira (05) da Assembleia Geral Ordinária do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado do Paraná (Ocepar) e da comemoração dos 50 anos da instituição.

O BRDE tem forte ligação com cooperativas paranaenses e grande parte de sua carteira é voltada para o fomento à agricultura e agroindústrias. No ano de 2020 o Banco foi responsável por financiar R$ 191,9 milhões a cooperativas do estado e atualmente é o maior operador do Programa de Desenvolvimento Cooperativo (Prodecoop) do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). “As linhas de crédito permitem que as agroindústrias cresçam e se tornem potência no Estado”, afirmou Wilson Bley.

O evento online também contou com a presença do governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior, que ressaltou o papel que o Sistema Ocepar desempenhou nesses 50 anos para o desenvolvimento do cooperativismo no Paraná. O governador também destacou a importância do BRDE para o cooperativismo no estado, que conta com um volume de investimento muito importante na parceria com cooperativas, contribuindo para o desenvolvimento parananense.

A live pode ser acessada AQUI.

A diretora-presidente do Banco regional de Desenvolvimento do extremo Sul (BRDE), Leany Lemos, participou de evento que debateu, nesta segunda-feira (5/4), os principais desafios do setor financeiro nacional em apoiar micro, pequenas e médias empresas (MPME´s) na retomada da economia diante da crise da Covid-19. Organizada pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) e pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a webinar reuniu representantes das importantes instituições de fomento do país.

No painel que discutiu a atuação do Sistema Nacional de Fomento em apoio às MPME´s, Leany Lemos destacou que os bancos subnacionais, como o BRDE,  tiveram condições de dar uma resposta mais rápida diante da crise justamente por reunirem maior conhecimento das realidades regional e setorial. “Ampliamos nossa oferta de crédito com recursos próprios, além dos demais fundings, além de avançar no uso da tecnologia, o que garantiu maior acesso e agilidade na análise. Um processo mais simples, aumentando nossa capacidade de atuar, o que ajudou a proteger muitos empregos”, acrescentou.

Leany Lemos observou ainda, que diferente dos bancos comerciais que reagem de maneira mais conservadora diante da percepção de risco durante uma crise, as instituições de fomento conseguiram uma melhor resposta por atuarem com fundos de longo prazo. Diante da exigência de uma maior flexibilidade por conta dos impactos da pandemia, a presidente destacou que o BRDE fechou 2020 com crescimento de 45% no volume de financiamentos para as MPME´s na comparação com o ano anterior.

Atuando em parceria com cooperativas de microcrédito, o banco ampliou em 230% o número de contratos para o segmento no mesmo período, o “ajudou aqueles que mais sofrem com a crise”. Ela mencionou os programas em favor dos determinados segmentos, como do turismo, da economia criativa e de sustentabilidade, citando o BRDE Empreendedoras do Sul, lançado há duas semanas para apoiar empresas lideradas por mulheres e produtoras rurais nos três estados de atuação do banco.

Na primeira parte da webinar houve a apresentação da Monografia BID, em co-autoria com a ABDE, que abordou o apoio às MPMEs na crise da Covid-19. O painel com a participação da presidente do BRDE foi coordenado pelo representante do BID no Brasil, Morgan Doyle. O debate teve também as presenças do presidente da ABDE e do Bando de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Sérgio Gusmão; do diretor de Participações, Mercado de Capitais e Crédito Indireto do BNDES, Bruno Laskowsky; do presidente da Desenvolve SP, Nelson de Souza; e do presidente do Banco da Amazônia, Valdecir Tose. O evento pode ser conferido no canal de Youtube da Associação: https://www.youtube.com/watch?v=RBe8_I2YcXM

São 13 pesquisas realizadas pela instituição de ensino superior com apoio do banco. Nesta semana foram divulgados os resultados preliminares e os avanços de quatro delas. Todas voltadas a maneiras de conhecer melhor o novo coronavírus para o enfrentamento por meio da ciência e do conhecimento.

Com apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) realiza pesquisas sobre o novo coronavírus e maneiras de conhecer melhor a doença para o enfrentamento por meio da ciência e do conhecimento. Os resultados preliminares e os avanços de quatro estudos, de um total de 13, foram divulgados nesta semana.

A primeira pesquisa apresentadas nesta semana tem como tema a Educação, Saúde e Pobreza Infantil na Pandemia da Covid-19. O trabalho avaliou os meios de estudos, a dinâmica pedagógica, as dificuldades e aprendizados durante este período. Com os resultados, a pesquisa pretende estabelecer parâmetros e recursos para a formação dos profissionais de educação e saúde para o atendimento da infância em situação humanitária e pobreza infantil.

A segunda pesquisa tem o objetivo de se aprofundar na Covid-19. Os pesquisadores utilizam células-tronco mesenquimais (CTMs), derivadas do tecido do cordão umbilical (TCU), para tratar pacientes com síndrome respiratória aguda grave decorrente do Sars-CoV-2. Esse é um estudo pioneiro no tratamento com células-tronco para Covid-19 no Brasil.

Alguns resultados já observados do estudo foram a diminuição de citocinas inflamatórias, responsáveis pelo grave comprometimento pulmonar, aumento de células reguladoras e proteção pulmonar, o que pode resultar em menor tempo de respiração assistida, de internamento em UTI, em menos sequelas e, possivelmente, influenciar na diminuição da mortalidade.

A terceira pesquisa estuda a formação de radicais livres e o estresse oxidativo que estariam ligados à gravidade da Covid-19, contribuindo para um estado clínico mais preocupante. Os pesquisadores analisaram o soro de 77 pacientes e concluíram que, ainda que os níveis de estresse oxidativo estivessem elevados, a gravidade da doença não é fator determinante para as mudanças no perfil redox – sistema de defesa antioxidante – de pacientes hospitalizados com Covid-19.

Por fim, a quarta pesquisa se debruça sobre o monitoramento remoto de pacientes com Covid-19, devido ao risco de contaminação de profissionais da saúde. Os pesquisadores desenvolveram protótipos de dispositivos médicos para monitoramento em tempo real com armazenamento de dados em nuvem. Além disso, a proposta é trazer soluções de baixo custo.

Para saber mais sobre as quatro pesquisas, clique AQUI. As outras nove que contam com o apoio do banco ainda não foram finalizadas.

APOIO – O BRDE, além de atender demanda de emprego e renda, entende que nada é mais importante que a vida, segundo o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley. Essa é a razão do apoio. “Essa é nossa função social, apoiar um movimento da sociedade, que necessite de mão amiga e financeira para alcançar resultados. Por isso, agradeço imensamente aos pesquisadores e à PUCPR por exercerem este papel conosco”, afirmou.

O diretor administrativo do banco, Luiz Carlos Borges da Silveira, ressalta a importância das pesquisas realizadas pela instituição de ensino superior. “Não sabemos nada sobre essa doença e vemos o mundo todo pesquisando. Estamos trabalhando pela ciência”, afirmou. Ele já foi ministro da Saúde.

Ele lembrou que esta é a segunda iniciativa bem-sucedida entre BRDE e a universidade. A primeira foi com o BRDE Labs, programa desenvolvido em parceria com a Hotmilk – Ecossistema de Inovação da PUCPR, que selecionou projetos inovadores de startups voltados às demandas de agroindústrias paranaenses.

O reitor da PUCPR, Waldemiro Gremski, comentou que, assim como no projeto anterior, este também teve muito sucesso. “Esperamos continuar com essa parceria”, disse. O projeto foi destacado, também, pelo chefe de gabinete da Secretaria da Saúde, Cesar Neves. “O banco é, realmente, um parceiro de todas as horas, que traz empreendedorismo e inovação”, acrescentou.

Foram 109 cestas básicas doadas para a ação que beneficia milhares de famílias em todo o Paraná.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e seus colaboradores doaram 109 cestas básicas para a segunda edição do programa Cesta Solidária que tem foco na arrecadação de alimentos para famílias paranaenses que estão em situação de maior vulnerabilidade. A ação é uma iniciativa da Superintendência Geral de Ação Solidária (SGAS), ligada à Secretaria da Justiça, Família e Trabalho.

“O momento que estamos enfrentando requer muita empatia, compaixão e união de todos nós. Precisamos que o poder público, o setor privado e toda a sociedade se unam em prol de quem tanto precisa. Uma das formas é esta campanha”, afirma o vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson Bley.

A primeira edição foi em 2020, quando as crises sanitária e econômica atingiram diversas famílias por conta do novo coronavírus. Na época, o programa conseguiu arrecadar e distribuir 150 toneladas de alimentos à população mais vulnerável e em situação de risco, em todo o Paraná.

A primeira-dama do Paraná e presidente do Conselho de Ação Solidária, Luciana Saito Massa, reforça a importância da ação diante do novo cenário da pandemia. “Estamos passando por um momento de grande dificuldade devido à pandemia. Muitas famílias do nosso Paraná estão sofrendo com a fome e a falta de renda. Pensando nos mais necessitados, decidimos lançar a segunda edição desse projeto tão especial, que no ano de 2020 contribuiu com milhares de pessoas”, explica.

A campanha faz parte da força-tarefa “Menos Eu, Mais Nós”, da Superintendência Geral de Ação Solidária em parceria com a Coordenação Estadual da Defesa Civil, que será responsável por receber e coordenar o repasse das doações, de acordo com os critérios estabelecidos. Os kits do BRDE foram entregues nesta quarta-feira (31) na Defesa Civil do Estado.

COMO DOAR – Os pontos para a coleta das doações estarão disponíveis em todas as unidades do Corpo de Bombeiros do Paraná. Ao todo, serão 131 pontos de coleta com horário de funcionamento das 10h às 17h.

As cidades, endereços e telefones de contato estão disponibilizados na página da Superintendência Geral de Ação Solidária.

São entrevistas com pesquisadores sobre estudos relacionados à erva-mate. Com o título “Mulheres e Erva-mate”, o primeiro episódio da série traz uma conversa com a socióloga e professora Amélia Siegel Corrêa.

O Museu Parananese e o BRDE lançam uma série de podcasts como parte do programa Circuito Ampliado – Acervos em Circulação. Trata-se de uma cooperação institucional idealizada pelo Mupa e o Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões. A iniciativa prevê também duas exposições, ainda sem data de abertura, que discutem memória, representação, identidade e representatividade, tanto da erva-mate em si como da sociedade paranaense em sua ampla formação.

Com o título “Mulheres e Erva-mate”, o primeiro episódio da série de podcasts traz uma entrevista com a socióloga e professora Amélia Siegel Corrêa. A partir da figura de Maria Clara Abreu de Leão, Amélia traça um panorama da Curitiba da virada do século 19 para o 20, com foco na participação das mulheres na cadeia produtiva da erva-mate da época.

A cada mês, um novo episódio será disponibilizado nas redes sociais do Museu Paranaense e do Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões.

O programa Circuito Ampliado – Acervos em Circulação tem como objetivo incentivar a pesquisa em acervos, estimular novos recortes curatoriais e proporcionar a ampliação de públicos com a circulação de acervos de Curitiba. A primeira iniciativa nesse sentido foi fomentar pesquisas sobre acervos relacionados à erva-mate, buscando amplificar as percepções sobre o patrimônio ervateiro a partir da perspectiva histórica, antropológica, artística e cultural.

Para o diretor do BRDE, Wilson Bley, a cooperação entre instituições é uma das formas de valorizar o patrimônio paranaense e incentivar o fortalecimento da cultura e da pesquisa. “Nessa colaboração firmada entre o Palacete dos Leões – Espaço Cultural do BRDE e o Mupa nossa proposta foi incentivar a pesquisa sobre o patrimônio ervateiro a partir do importante acervo do Museu Paranaense, o primeiro criado no Paraná, em 1876”, destaca.

PESQUISADORA – Amélia Siegel Corrêa é professora de História da Arte, socióloga e consultora de museus e exposições. Pesquisadora na área de artes visuais, gênero e patrimônio histórico. É doutora em Sociologia pela Universidade de São Paulo (USP) e integrou o programa de pós-doutorado em Antropologia pela Universidade de Copenhagen.

Escreveu “Alfredo Andersen: retratos e paisagens de um norueguês caboclo”, de 2014, e atualmente prepara, em conjunto com a historiadora Solange Rocha, o Boletim Casa Romário Martins, da Fundação Cultural de Curitiba, sobre a história do Palacete Leão Jr.

BRDE  Inaugurado em junho de 2005, o Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões, em Curitiba, é mantido e coordenado pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul. Oferece programação gratuita, realiza exposições e atividades relacionadas à história, artes visuais, arquitetura e patrimônio cultural. Sua programação contempla um programa de mostras temporárias de artistas nacionais e de exposições em parceria com outras instituições culturais.

MUSEU PARANAENSE  O Museu Paranaense, fundado em 1876, é o mais antigo do Paraná e o terceiro mais antigo do Brasil. Com um acervo atual de aproximadamente 800 mil itens, as peças são mostradas ao público em exposições abertas e gratuitas, divididas em salas de mostras temporárias e de longa duração.

Devido ao rico acervo histórico, o museu tem uma forte atuação de pesquisa em áreas como a Antropologia, História, Arqueologia, mas também propõe conexões interdisciplinares entre estes campos, combinadas com uma visão expandida para a Arte Contemporânea.

Serviço:

Episódio 1 – Mulheres e Erva-mate com Amélia Siegel Corrêa
Como acessar:
 Redes sociais (Facebook e Instagram) do Museu Paranaense @MuseuParanaense e Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões @EspacoCulturalBrde

Empresas lideradas por mulheres e produtoras rurais podem acessar a financiamento para capital de giro e investimento

Com o objetivo de apoiar empresas que tenham mulheres no comando, gerar novas oportunidades e assim reduzir as desigualdades, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) está disponibilizando, a partir desta quinta-feira (25/3), um programa de crédito voltado exclusivamente ao empreendedorismo feminino. Com possibilidade de financiamento para investimentos fixos e capital de giro, incluindo micro e pequenas empresas, o programa BRDE Empreendedoras do Sul vai atender clientes interessadas nos três estados: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Além de recursos próprios, o BRDE vai se valer de outros fundigns nacionais e de captação de recursos em organismos internacionais para atender a demanda. O programa é direcionado para empresas de diferentes portes que tenham ao menos 50% do seu capital social de sócias mulheres. A oferta de crédito para capital de giro é reservada apenas para pessoas jurídicas e com receita operacional bruta de até o máximo de R$ 90 milhões no ano anterior ao pedido.

Produtoras rurais poderão acessar as linhas repassadas pelo BRDE através do Plano Safra. Já as microempreendedoras individuais e pessoas físicas poderão ter o apoio através de parcerias do banco com outras instituições que atuam com programas de microcrédito, como as cooperativas.

“O programa Empreendedoras do Sul significa um grande esforço da instituição que vai além do seu papel de agente do desenvolvimento do Sul do país. Fomentar o empreendedorismo das mulheres representa um passo importante em termos de inserção social”, definiu a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos. Ao realizar o anúncio do programa durante as atividades da Semana da Mulher, Leany Lemos já antecipava que a oferta exclusiva de crédito teria condições atrativas e por meio de uma análise simplificada dos pedidos de financiamento. “É para que as mulheres tenham do BRDE o efetivo apoio para suas empresas”, destacou ela.

Através do programa, o BRDE está se comprometendo também a reduzir as tarifas de análise e fiscalização dos contratos, assim como do percentual de comissão interna. Com isso, o custo final do financiamento ficará, em média, entre taxa Selic mais 4,5% ao ano nos casos de crédito para capital de giro e de Selic mais 4%, quando destinando a investimento fixo.

O que é possível financiar

Destinado a auxiliar as empresas lideradas por mulheres reorganizarem suas finanças e comprar matéria-prima, por exemplo, o crédito para capital de giro está limitado a 20% do faturamento bruto registrado no ano anterior ao pedido. Já para investimento fixo, não há limite fixado no programa. O valor máximo de apoio será definido a partir do projeto e da capacidade de pagamento calculada pelo banco, permitindo a empresa investimentos de longo prazo, buscando a expansão, modernização e inovação da sua atividade, incluindo a produção e o consumo sustentável. Será possível financiar obras de construção ou reforma, compra de equipamentos nacionais ou do exterior, adaptações de tecnologia e para capital de giro associado ao projeto.

Como acessar

Para solicitar o financiamento, as empresas devem acessar o site www.brde.com.br, no ambiente do Internet Banking (IB) – https://ib.brde.com.br/Usuario/Login. Todos as operações serão através da plataforma digital e a documentação deverá ser inserida (upload) também através do site. O app do BRDE também traz as informações sobre o programa.

 

 

Trata-se do trabalho de pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), que têm intensificado esforços para compreender melhor a doença, seus reflexos e encontrar soluções que auxiliem no combate.

Os resultados preliminares de alguns estudos sobre a Covid-19 que tiveram apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) serão apresentados ao público em 30 de março, às 17 horas. Trata-se do trabalho de pesquisadores da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR), que têm intensificado esforços para compreender melhor a doença, seus reflexos e encontrar soluções que auxiliem no combate.

O evento será transmitido pelo Youtube (AQUI). Serão divulgados os avanços no âmbito de quatro de 13 projetos apoiados por dois editais internos da banco – Apoio a pesquisas para enfrentamento da Covid-19 (01/2020) e Apoio complementar a pesquisas para enfrentamento da Covid-19 (03/2020).

“Temos muito orgulho de apoiar um projeto tão importante para a sociedade neste momento tão difícil e desconhecido. A ciência precisa avançar, e o BRDE torce pelo desenvolvimento do setor”, afirma o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley.

Diretor do Instituto Cidades Inteligentes (iPUCPR), Eduardo Oliveira Agustinho afirma que as pesquisas reforçam o compromisso da universidade com a pesquisa científica, tão relevante para a sociedade no contexto global atual de pandemia.

“Os pesquisadores da PUCPR estão desenvolvendo diversas iniciativas de destaque voltadas a um maior entendimento do novo coronavírus, que está impactando todo o mundo há mais de um ano. São trabalhos inovadores, que buscam apontar um norte quando o assunto é o combate, a prevenção e tratamento da doença”, pontua.

PESQUISAS – O estudo “Estresse oxidativo na Covid-19”, coordenado por Ricardo Aurino de Pinho, tem como objetivo avaliar alterações moleculares relacionadas à inflamação, obesidade e ao estresse oxidativo causadas pela doença.

Já a pesquisa “Monitoramento remoto de pacientes com Covid-19”, com coordenação de Mauren Abreu de Souza, busca desenvolver um protótipo de dispositivo médico para monitoramento remoto e em tempo real dos sinais vitais de pacientes contaminados com o novo coronavírus.

Outro trabalho que será apresentado é “Utilização de um produto de terapia avançada no tratamento de pacientes com síndrome respiratória aguda grave decorrente do Sars-CoV-2”, coordenado por Paulo Roberto Slud Brofman, que avalia o potencial terapêutico das células-tronco mesenquimais (CTM) para tratamento dos pacientes com síndrome respiratória aguda grave decorrente do novo coronavírus.

“Educação e pobreza infantil na pandemia da Covid-19”, cuja coordenação ficou a cargo de Ana Maria Eyng, objetiva diagnosticar demandas e estratégias de garantia de direitos da infância em situação de pobreza durante a epidemia de Sars-CoV-2.

EVENTO – A live “A relevância da pesquisa paranaense para o enfrentamento da Covid-19” ocorre em 30 de março, a partir das 17 horas. Participam Waldemiro Gremski, reitor da PUCPR; Wilson Bley Lipski, vice-presidente de diretor de Operações do BRDE; e Luiz Márcio Spinosa, diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação da Fundação Araucária. A moderação será de Paula Cristina Trevilatto, pró-reitora de Pesquisa, Pós-Graduação e Inovação da PUCPR.

Para participar basta se inscrever em http://bit.ly/PesquisaCovidPUCPR. A transmissão poderá ser acompanhada em https://www.youtube.com/watch?v=qfqvrJfZrYo.

 

Novo acordo permitirá prestar apoio às PMEs afetadas pela Covid-19 nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O empréstimo enquadra-se na resposta da Equipe Europa à Covid-19

O Banco Europeu de Investimento (BEI) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) anunciaram, nesta segunda-feira (22/3), a disponibilização de financiamento dirigido especificamente às pequenas e médias empresas (PMEs) nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, no Brasil, afetadas pela pandemia da Covid-19.

O novo acordo vem alterar um contrato assinado em 2018, no sentido de permitir maior flexibilidade às duas instituições e de ampliar os critérios de elegibilidade do atual empréstimo-quadro BRDE CLIMATE ACTION FL, no montante de 80 milhões de EUR, com o objetivo de apoiar e acelerar a concessão de empréstimos a empresas do setor privado, confrontadas com a crise da Covid-19 na América Latina, especialmente no Brasil.

Esta flexibilidade permitirá acelerar o acesso das PMEs e, em particular, das microempresas nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, a financiamento no montante de 15 milhões de EUR. Algo próximo de R$ 100 milhões pela cotação do dia, essa liberação inicial será destinada para capital de giro de MPEs, além da possibilidade de crédito para investimento. Trata-se da primeira ação do BEI no Brasil desde o início de 2021.

O BEI e o BRDE estabeleceram uma parceria para apoiar diversos projetos de ação climática no Brasil, incluindo nos domínios da energia solar fotovoltaica, das pequenas centrais hidroelétricas e de outras fontes de energia renováveis. No contexto da Covid-19, a parceria foi adaptada para ajudar a dar resposta às necessidades específicas das PME nesta nova situação difícil, ao permitir maior rapidez no desembolso dos empréstimos às empresas.

No âmbito do empréstimo-quadro BRDE CLIMATE ACTION FL, até 30 milhões de EUR serão destinados ao financiamento de projetos urbanos, apoiados pelo FELICITY. O FELICITY é um mecanismo de preparação de projetos financiado pela Iniciativa Internacional de Proteção do Clima (IKI), promovida pela Alemanha, e implementado em cooperação com a GIZ. O FELICITY presta assistência aos promotores de projetos em áreas urbanas na elaboração de estudos de viabilidade e outras medidas de preparação e capacitação para apresentar ao BRDE.

Ricardo Mourinho Félix, vice-presidente do BEI responsável pela América Latina, afirmou: “Promover o empreendedorismo é fundamental para o crescimento sustentável, especialmente nestes tempos difíceis. Congratulamo-nos por anunciar este acordo de alteração celebrado com o BRDE para disponibilizar apoio financeiro adicional às pequenas empresas afetadas pela COVID-19 no Brasil. Este financiamento no âmbito da Covid-19 visa acelerar a absorção e afetação de fundos destinados às empresas brasileiras pelo BRDE. Em colaboração com a Equipe Europa, o acordo realça as nossas prioridades na América Latina, ajudando a promover o desenvolvimento econômico sustentável e inclusivo, ao fomentar o investimento produtivo”.

Vice-presidente do BEI, Ricardo Mourinho Félix 

O embaixador da União Europeia no Brasil, embaixador Ignacio Ybáñez Rubio, igualmente salientou a importância em apoiar as empresas do setor privado, especialmente as PMEs como principais motores da criação de empregos. “Trata-se de um dos principais objetivos da UE e dos seus Estados-Membros. É também uma parte importante da sua agenda de cooperação com os países parceiros. No atual contexto pandêmico, é ainda mais importante alinhar esforços para garantir uma recuperação sustentável dos negócios e reduzir ao máximo as consequências socioeconômicas negativas implícitas derivadas de uma desaceleração da atividade econômica. Temos o orgulho de confirmar que apoiamos a criação deste mecanismo desde o início, uma vez que esta ação faz parte do mandato de empréstimo externo do BEI, que inclui uma garantia da UE. Aplaudimos a conclusão deste acordo que, além do objetivo do contrato original de dar prioridade à ação climática, que está em linha com a abordagem atual do Acordo Verde da UE, também traz a possibilidade de usar até 15 milhões de euros do empréstimo aprovado para prestar apoio às PMEs impactadas pelo Covid-19 nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.”

Embaixador da União Europeia no Brasil, Ignacio Ybáñez Rubio

Para a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, o acordo com o BEI é resultado de um grande esforço das duas instituições e chega num momento crucial para os micro e pequenos empresários. “O estágio atual da pandemia acabou acentuando as dificuldades que muitas atividades já vêm enfrentando há um ano. Auxiliar nessa travessia significa a sobrevivência de muitas empresas de pequeno porte, mas acima de tudo representa manutenção de empregos e renda, uma melhor perspectiva na hora da retomada”, salientou ela.

Presidente do BRDE, Leany Lemos

O diretor de Planejamento do BRDE, Luiz Corrêa Noronha, conduziu o encontro on line e fez um breve histórico das tratativas que levaram à parceria com o BEI.  Representante da Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ), agência alemã de cooperação internacional, Johannes Kissel, também se pronunciou, como responsável pelos programas de energias renováveis e eficiência energética apoiados no Brasil.