BRDE

A mostra é de Teca Sandrini e está sendo usada por professores durante as aulas do Ensino Fundamental. A artista apresenta um tour virtual, com uma audiodescrição para cada obra, proporcionando uma experiência imersiva.

A artista Teca Sandrini apresenta o tour virtual de sua exposição “O que resta”, em cartaz no Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões, com atividades direcionadas a professores e educadores que dão aula no ensino fundamental.

Com curadoria da professora e crítica de arte Maria José Justino, trata-se de uma mostra individual inédita de Teca e traz ações educativas coordenadas pela professora e arte-educadora Débora Russo, que busca promover uma interface entre conceitos artísticos e pedagógicos.

“Como artista e também professora, é uma grande realização saber que professores e educadores estão utilizando minha exposição virtual em sala de aula. Em abril, soubemos que o professor Fernando Bini utilizou o tour virtual em sua disciplina para alunos de graduação. Em maio, os educadores da Secretaria Municipal de Educação demonstraram interesse em trabalhar os conteúdos para estudantes do ensino fundamental”, celebra a artista.

Para a arte-educadora do projeto, o momento também é de comemoração. “Compartilhar informações com professores é um desafio e uma grande responsabilidade”, diz Débora.

Para o tour, a artista preparou uma audiodescrição para cada obra, que pode ser acessada no site da mostra. O tour virtual foi elaborado pelos designers e fotógrafos Ricardo e Cristiane Macedo de modo a proporcionar uma experiência imersiva.

Sobre as questões do ver e da visão, consta no texto da curadora Maria José Justino: “Teca sabe que os pesadelos são reais, que os fantasmas existem. Afrontou os limites quando conviveu com o pesadelo da perda gradativa da visão. Desafio a uma pintora obrigada a ver o mundo por outro ângulo, em que a mão fica dependente do invisível alojado na memória.”

Em cartaz desde 22 de fevereiro no Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões, a exposição “O que resta” teve as visitas presenciais suspensas em 25 de fevereiro, mantendo desde então atividades online. O projeto foi selecionado pelo programa de Artes Visuais do Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões e realizado por meio do Programa de Apoio e Incentivo à Cultura da Fundação Cultural de Curitiba e Prefeitura de Curitiba, com incentivo da Ademilar Consórcio de Imóveis.

Educadores interessados em ter acesso ao conteúdo de arte-educação da exposição “O que resta” podem entrar em contato com a equipe do projeto pelo e-mail expo.oqueresta@gmail.com.

SOBRE A ARTISTA – Estela Sandrini é formada em pintura na Escola de Música e Belas Artes do Paraná e tem especialização em Antropologia Filosófica pela Universidade Federal do Paraná. Trabalhou no ateliê de Juan Carlo Labourdette, em Buenos Aires, e no Maryland Institute of Art, nos Estados Unidos. Entre 2011 e 2017 foi diretora cultural do Museu Oscar Niemeyer. Participou de diversas exposições coletivas e individuais no Brasil e no Exterior e possui obras em importantes acervos institucionais.

SOBRE O LOCAL – Inaugurado em junho de 2005, o Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões, localizado em Curitiba, é mantido e coordenado pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul. Oferecendo uma programação gratuita, realiza exposições e atividades relacionadas à arquitetura, artes visuais, história e patrimônio cultural. Sua programação contempla um programa de exposições temporárias de artistas nacionais e em parceria com outras instituições culturais.

O Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões segue fechado ao público, ainda sem previsão de reabertura. No entanto, mantém programação online. As atividades podem ser acessadas em suas redes sociais: Facebook e Instagram: @EspaçoCulturalBrde

Serviço

Exposição virtual “O que resta”, de Teca Sandrini
Acesse: http://www.tourvirtual360.com.br/teca/
Mais informações: https://www.brde.com.br/palacete/exposicao/o-que-resta/

Na manhã desta quinta-feira (20), diretores do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) se reuniram com a Invest Paraná e CODESUL para iniciarem tratativas com o objetivo de desenvolverem projetos, programas e políticas públicas conjuntas, aproveitando as especialidades de cada instituição.

“Juntos, conseguimos montar projetos muito importantes e de extrema qualidade para nosso Paraná, já que cada um estará atuando nas suas áreas específicas e colocará toda sua expertise nisso”, afirma Wilson Bley, vice-presidente e diretor de operações do BRDE.

Além dos diretores do BRDE, Wilson Bley Lipski e Luiz Carlos Borges da Silveira, estiveram presentes o Secretário do CODESUL no Paraná, Wilson Quinteiro e Eduardo Bekin, presidente da Invest Paraná, acompanhado de Giancarlo Rocco.

Os maiores montantes foram pelo programa Fundo Clima, com R$ 60,82 milhões, e por meio da parceria com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), com mais R$ 96,40 milhões. Além de reforçar a política do Estado em busca da sustentabilidade, o investimento em energia limpa é vantajoso para o empresário.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) destinou nos últimos quatro anos, no Paraná, R$ 394 milhões a financiamentos para empresas com propostas na área de energia limpa. Os maiores montantes foram pelo programa Fundo Clima, com R$ 60,82 milhões, e por meio da parceria com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), com mais R$ 96,40 milhões.

O restante foi viabilizado com recursos do programa Promove Sul, que fomenta o desenvolvimento produtivo, sustentável e social, e de linhas de crédito do BRDE com o Banco de Desenvolvimento da América Latina (Caf) e Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDS), e Agência Especial de Financiamento Industrial (Finame). Especificamente em 2019 foram R$ 111,31 milhões. No ano passado o volume chegou a R$ 181,46 milhões e em 2021, de janeiro a abril, já são R$ 9,48 milhões.

O vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley, lembra que o objetivo do Governo do Estado é tornar o Paraná um dos maiores produtores de energia sustentável do Brasil. Em dois anos, destacou ele, triplicou o número de emissões de licenças fotovoltaicas. “Seguimos as diretrizes do governador Ratinho Junior para fortalecer esse crescimento sustentável”, afirmou.

O Programa Fundo Clima se destina a aplicar a parcela de recursos reembolsáveis do Fundo Nacional sobre Mudança do Clima. É um dos instrumentos da política nacional sobre mudança do clima e se constitui em um fundo de natureza contábil, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente. A finalidade é garantir recursos para apoio a projetos ou estudos e financiamento de empreendimentos que tenham como objetivo a mitigação das mudanças climáticas.

O subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes permite financiar 80% dos itens apoiáveis, ao custo de 4% ao ano para beneficiárias com renda bruta de até R$ 4,8 milhões. “Estamos apoiando as fontes de energias renováveis e reforçando o compromisso com a sustentabilidade. Por isso, é preciso contribuir com uma nova estruturação da cadeia industrial brasileira”, afirmou Wilson Bley.

Além de reforçar a responsabilidade ambiental, fontes de energias renováveis também podem ser muito lucrativas para os empresários. Alexandre Martins Farinazzo obteve crédito do BRDE para instalar painéis solares para geração de energia que está sendo utilizada em um núcleo para produção de frangos de corte, em Jandaia do Sul, no Vale do Ivaí.

“Meu custo de energia mensal diminuiu 98%. Eu estou pagando o mínimo pelo meu consumo de energia”, afirmou Farinazzo.

PARCERIA  A parceria com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) somou investimento de R$ 96,40 milhões nos últimos quatro anos, por meio do Programa BRDE PCS – Produção e Consumo Sustentáveis.

O PCS financia projetos de impacto positivo sobre o meio ambiente e o clima e se tornou a linha de crédito mais demandada no BRDE. Abrange cinco eixos prioritários: energias limpas e renováveis, gestão de resíduos e reciclagem, uso racional e eficiente da água, agronegócio sustentável e cidades sustentáveis.

Por meio dele, a Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Forquilha conseguiu explorar seu potencial de implantação. O investimento total do projeto de implantação da usina foi de R$ 22,24 milhões, do qual o BRDE participou com o apoio financeiro de 92%.

Com o aumento de licença fotovoltaicas, o Estado pode gerar, em média, 1.600 kWh por metro quadrado e energia solar por ano. Além disso, com o bagaço da cana, tem a possibilidade de triplicar a produção de energia por biomassa e com os 416 milhões de suínos, aves e bovinos, somados aos resíduos urbanos, o Paraná gera energia por biogás capaz de atender 4,8 milhões de paranaenses.

BANCO DO AGRICULTOR – O vice-presidente do BRDE destaca também que o programa Banco do Agricultor Paranaense, lançado pelo governador Ratinho Junior no último dia 27 de abril, abre oportunidade de crédito para investimentos em painéis fotovoltaicos para pequenos produtores.

A solução, que requer um investimento na aplicação, traz resultados importantes para os agricultores. “Todos ganham com esse investimento. Os pequenos agricultores, que podem diminuir seus gastos com energia, e o Estado, que deseja ser um dos maiores produtores de energia limpa”, afirmou Bley.

Projeto foi aprovado pelo Conselho de Parcerias (CPAR) e inicia nova fase antes da licitação. Os interessados em participar do certame terão acesso e direito a todas as informações pertinentes e a se manifestar.

O projeto de concessão dos pátios veiculares do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR) foi aprovado pelo Conselho de Parcerias (CPAR) nesta quarta-feira (12) e iniciará a fase de consulta pública por um período mínimo de 30 dias.

O projeto foi desenvolvido pelas equipes do Detran, do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), e da Superintendência Geral de Parcerias (SGPAR), vinculada à Secretaria estadual de Desenvolvimento Sustentável e do Turismo.

A consulta pública é a forma de reunir possíveis licitantes para que todos deem suas opiniões para o certame que será proposto. O objetivo é ouvir o maior número possível. Os interessados em participar da licitação terão acesso e direito a todas as informações pertinentes e a oportunidade de manifestar.

O BRDE criou uma nova expertise, de apoiar a estruturação de concessões e PPPs, ou seja, processos de desestatização. “O projeto de concessão dos pátios veiculares é o primeiro que o banco está participando dentro da nova premissa estabelecida pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior. Temos muito orgulho de poder fazer parte de projetos tão importantes para o Estado”, afirmou o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley.

O projeto dos pátios veiculares vai gerar um benefício econômico de aproximadamente R$ 162,43 milhões em 20 anos ao Estado. Estão incluídos na concessão os serviços de remoção e guarda de veículos, gestão dos pátios e preparação para leilões veiculares da autarquia.

De acordo com diretor-geral do Detran-PR, Wagner Mesquita, será adotado o modelo de concessão comum, na qual o valor pago pelos usuários remunera a concessionária. A empresa privada fará a gestão dos pátios e o leilão dos veículos que não forem retirados pelos proprietários.

“É de extrema importância que todos os interessados participem da consulta pública para podermos construir um edital que seja justo e benéfico para todas as partes”, afirmou Mesquita.

CONSELHO DE PARCERIAS  A Superintendência Geral de Parcerias (SGPAR), criada pelo Decreto Estadual nº 4.290, de 18 de março de 2020, e vinculada à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, vem atuando na estruturação do Projeto de Concessão dos Pátios Veiculares, juntamente ao Detran, Polícia Militar do Paraná e BRDE, colaborando na análise e avaliação dos estudos técnicos de viabilidade e dos instrumentos licitatórios, e na realização das audiências e consulta pública.

“A Superintendência vem buscando e analisando iniciativas público-privadas que poderão solucionar áreas do Governo que precisam de maior atenção, e uma concessão pode prestar esse suporte”, ressaltou Márcio Nunwes, secretário do Desenvolvimento Sustentável e Turismo e presidente do Conselho do Programa de Parcerias do Paraná.

Durante a 6º Reunião Ordinária do Conselho, o superintendente-geral de Parcerias, Ágide Meneguette, explicou como será a licitação das empresas interessadas na Concessão dos Pátios. “O processo ocorrerá sob a modalidade de concorrência, dividida em dois lotes, e o critério de julgamento para a seleção será o de maior desconto na tarifa de serviço apresentada”, explicou.

As empresas interessadas terão 45 dias para apresentar as propostas e passarão pelas seguintes fases: abertura e julgamento da garantia da proposta e dos documentos de representação; abertura e julgamento da proposta econômica e do plano de negócios; e abertura e julgamento dos documentos de qualificação.

A consulta pública com mais informações sobre o projeto será disponibilizada no site Parcerias e do Detran a partir do dia 19 de maio.

O BRDE, com sua competência, dará apoio à SEAP com estruturação de possibilidades imobiliárias 

Nesta quarta-feira (06), o vice-presidente e diretor de operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Wilson Bley Lipski, se reuniu com representantes da Secretaria de Estado da Administração e da Previdência (SEAP) para discutir ações estruturantes na área de patrimônio do Paraná.

Com objetivo de apoiar a SEAP por meio de parceria, o BRDE se dispõe, para que, juntos, possam encontrar soluções para aprimorar a administração do patrimônio do Estado.

“Esta parceria mostra o empenho do BRDE em estar junto a políticas públicas que estão sendo estabelecidas pelo governador Ratinho Junior. Dentro da sua competência, o banco dá o apoio a todas as secretarias do estado e agora, em especial, à SEAP, principalmente na estruturação de possibilidades na utilização racional do próprios do Estado de novas e modernas formas”, afirma Bley.

Além de Bley, estiveram presentes na reunião o Secretário de Estado da Administração e da Previdência e Deputado Estadual Marcel Michelleto, e o Diretor Geral da SEAP, Elisandro Pires Frigo.

Novas ações visam fomentar cada vez mais projetos empresariais de pesquisa, desenvolvimento e inovação, também conhecidos como PD&I.

O convênio entre o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) está com novas ações para fomentar e apoiar cada vez mais projetos de inovação no Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. O foco são projetos empresariais de pesquisa, desenvolvimento e inovação, também conhecidos como PD&I.

“Nós queremos que a ciência, por meio da pesquisa e inovação, traga muitos frutos para o Sul. Por isso essa parceria com a Embrapii ganha relevância. Temos a oportunidade de viabilizar projetos de extrema importância à região”, afirma o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley.

O apoio do banco se dará por meio do financiamento reembolsável às empresas industriais, no âmbito das linhas de inovação operadas pelo BRDE que apresentem características compatíveis com a demanda do projeto. Já a Embrapii fará a intermediação entre empresas industriais, Unidades Embrapii e BRDE.

“Nós queremos cada vez mais fortalecer e ampliar projetos nessa parceria com o BRDE”, destaca a coordenadora de Relações com o Mercado da Embrapii, Ana Arroio.

“Novas ações foram planejadas para que esse convênio cujos benefícios são indiscutíveis seja cada vez mais conhecido e utilizado pelas empresas. É o BRDE mais uma vez mostrando o seu papel na inovação e desenvolvimento do Sul”, conclui Bley.

EMBRAPII – A Embrapii é uma Organização Social qualificada pelo Poder Público Federal que desde 2013 apoia instituições de pesquisa tecnológica, fomentando a inovação na indústria brasileira.

A contratação da Embrapii parte do reconhecimento das oportunidades de exploração das sinergias entre instituições de pesquisa tecnológica e empresas industriais, em prol do fortalecimento da capacidade de inovação brasileira. Ela tem por missão apoiar instituições de pesquisa tecnológica, em selecionadas áreas de competência, para que executem projetos de desenvolvimento de pesquisa tecnológica para inovação, em cooperação com empresas do setor industrial.

A empresa atua por meio da cooperação com instituições de pesquisa científica e tecnológica, públicas ou privadas, tendo como foco as demandas empresariais e como alvo o compartilhamento de risco na fase pré-competitiva da inovação. Ao compartilhar riscos de projetos com as empresas, tem objetivo de estimular o setor industrial a inovar mais e com maior intensidade tecnológica para, assim, potencializar a força competitiva das empresas tanto no mercado interno como no mercado internacional.

SOBRE O BRDE – O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é uma instituição de fomento criada pelos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com o objetivo de fazer a região prosperar. É signatário do Pacto Global da ONU e opera em sintonia com os ODS.

O BRDE também conta com recursos internacionais da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e Banco Europeu de Investimento (BEI) para o financiamento de projetos voltados à produção e consumo sustentáveis. É agente financeiro do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA/Ancine) em todo o território nacional.

O banco apoia projetos culturais, sociais e esportivos que beneficiam milhares de pessoas e instituições, por meio das leis de incentivo. Em 2020, financiou R$ 3,2 bilhões para projetos na Região Sul que beneficiam todos os portes de empresas e setores da economia.

A instituição oferece crédito de longo prazo para viabilizar investimentos a empresas de todos os setores e portes, cooperativas, produtores rurais e prefeituras, mantendo acordos com instituições internacionais de fomento para ampliar as fontes de recursos à disposição dos clientes.

O banco é um movimento estratégico para o Estado dar um novo salto e se tornar ainda mais protagonista no agronegócio mundial

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e o governo do Estado lançaram, em conjunto com a Fomento Paraná, o Banco do Agricultor Paranaense nesta terça-feira (27). O banco é um movimento estratégico para o Estado dar um novo salto e se tornar ainda mais protagonista no agronegócio mundial. É um programa voltado ao desenvolvimento sustentável, a inovação tecnológica e a melhoria da competitividade dos produtos paranaenses. Estiveram presentes no lançamento o vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson Bley, e o governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior.

“Essa ação é muito importante para o desenvolvimento da agricultura no Paraná e o BRDE tem muito orgulho em dar este passo para a inovação”, afirma Bley. O estado é uma das principais potências agrícolas do Brasil e o programa é uma aposta em uma das principais vocações dos municípios, que é a integração entre o campo e o ritmo da cidade.

O Paraná tem um dos melhores solos do mundo, diversidade climática (sub-tropical e temperado), pequenas e médias propriedades, um sólido sistema cooperativista, apoio técnico de entidades públicas e da academia, portos eficientes e emprega, há muitos anos, estratégias modernas de produção e gestão.

Segundo o secretário estadual de Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, o programa é uma aposta ousada e inédita no País para subsidiar modernizações e resolver gargalos históricos, como a irrigação no Arenito Caiuá. “Estamos reservando recursos para facilitar e baratear o dia a dia dos produtores rurais, principalmente daqueles pequenos que têm aspirações de crescimento. O agronegócio paranaense emprega milhares de famílias e tem margem para crescer com sustentabilidade e responsabilidade”, afirmou.

Segundo a Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, o agronegócio tem Valor Bruto de Produção (VBP) na casa de R$ 120 bilhões. O agro representa 34% do PIB total do Paraná. Ou seja, de cada R$ 100 produzidos num ano, R$ 34 tem a ver diretamente com o agronegócio. O campo e suas vertentes também respondem por 80% do esforço exportador do Paraná, com balança comercial superavitária. O Estado é o terceiro maior exportador do agro, com mais de 13% do total.

“As projeções são ainda mais otimistas com esse programa. É essa a nossa estratégia mais arrojada para crescer e criar um bom ambiente para os empresários e cooperados crescerem por conta própria”, acrescentou Ortigara.

No País, o campo já produz mais de R$ 1 trilhão. O agronegócio representa cerca de 21% do PIB e é relevante sob o ponto de vista do emprego, da renda e do valor agregado à produção de máquinas, implementos, equipamentos, fertilizantes, pesticidas, combustíveis e outros insumos, além do valor agregado no processamento agroindustrial.

PROTAGONISTA – O Paraná é protagonista em diversos setores. Um deles é o de grãos. Com mais de 41 milhões de toneladas por ano, é o segundo maior produtor do País, com mais de 15% do total. O Paraná lidera a produção de trigo, feijão e cevada e é o segundo maior produtor de soja, milho e aveia. Essa produção é vendida in natura e transformada em alimentos que servem de base para a produção de proteínas animais, o que favorece outra potencialidade: a cadeia de carnes do Paraná.

Com quase 6 milhões de toneladas produzidas por ano, o Estado responde por 22% da produção de proteínas animais do País, liderando a produção de frangos (um terço da produção nacional) e peixes, pleiteando o primeiro lugar em suínos com investimentos robustos no Oeste, e segundo maior produtor de leite e de ovos. O Estado também marca boa presença há diversos anos entre os maiores da pecuária bovina de corte.

Além do macro, o agronegócio paranaense tem vertentes especializadas em diversos outros grupos. O Estado é o terceiro maior produtor de açúcar e o quinto de etanol; é o principal polo produtor de fécula de mandioca, largamente usada nas indústrias alimentícias; o terceiro maior produtor de tabaco, gerando renda para 30 mil famílias; e produz 85% dos casulos de seda do Brasil, cujos fios ocupam posição de destaque na indústria mundial da moda.

Além disso, tem a mais completa e organizada cadeia de produtos florestais, usados em energia, serraria, laminação, papel e celulose, com plantio responsável; é o principal polo produtor de erva-mate, para o consumo tradicional e novos usos nas indústrias de cervejas, remédios e material de limpeza; e fundamental na cadeia da horticultura, na batata, tomate, couve-flor, alface, repolho, laranja, uva, banana, morango, tangerinas e uma diversidade de outras espécies de legumes, verduras, frutas, flores, plantas aromáticas, condimentos e medicamentos.

Também é o principal polo nacional de alimentos orgânicos e conta com um sólido sistema de abastecimento a partir de produtos oriundo da agricultura familiar.

EMPREGO – Todo esse panorama reflete na geração de oportunidades, emprego e renda. Centenas de milhares de paranaenses trabalham em indústrias que fabricam máquinas, equipamentos, insumos ou no processamento de alimentos, como em frigoríficos ou laticínios. São as bases produtivas de inúmeros municípios paranaenses – o Estado tem nove cidades com valor bruto da produção superior a R$ 1 bilhão.

O Paraná também é sede das maiores cooperativas do Brasil, que convivem com as maiores tradings do mundo. Juntas, as 217 cooperativas faturaram R$ 115,5 bilhões em 2020, empregaram 117.500 pessoas e exportaram US$ 4,5 bilhões. Elas fornecem insumos, soluções e assistência. Recebem 60% da produção de grãos e já agregam valor em metade.

O Estado ainda tem outras 179 pequenas cooperativas que faturam cerca de R$ 600 milhões/ano.

DESENVOLVIMENTO – O Banco do Agricultor Paranaense também ataca diretamente os desafios pendentes do Estado, que são aumentar a eficiência do uso dos recursos naturais e dos sistemas de produção. Ou seja, produzir mais e melhor, com menos recursos. Está dentro das estratégias de desenvolvimento sustentável, alicerçados nas mudanças energéticas, e do selo de Área Livre de Febre Aftosa sem Vacinação, que o Estado receberá no próximo mês, projetando novos ganhos comerciais para a indústria de carnes.

Ele também tem como foco atender as crescentes exigências sanitárias, de qualidade, de custos e de informação; fazer o uso de energias limpas, como solar e de biomassa; reduzir, cada vez mais, a penosidade do trabalho; integrar alimentos e saúde, como alimentos funcionais e biofortificados; e sacramentar o momento Agritech com biotecnologia, nova genética, digitalização dos processos e a nova mecanização, na forma de robôs, drones, plataformas e inteligência artificial.

São as primeiras Unidades de Terapia Intensiva no município. Além destes, Hospital Regional da Lapa de São Sebastião dispõe de 40 leitos de enfermaria para pacientes com coronavírus, 47 leitos de tisiologia e 11 de clínica médica. Unidade agora integra o Complexo Hospitalar do Trabalhador (CHT).

O vice-presidente e diretor de operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Wilson Bley, esteve presente na inauguração de seis leitos de UTI exclusivos para Covid-19 na cidade da Lapa, localizada na Região Metropolitana de Curitiba. Eles foram entregues pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior no Hospital Regional da Lapa de São Sebastião. Eles se somam a 40 leitos de enfermaria exclusivos Covid-19, 47 leitos de tisiologia e 11 leitos de clínica médica já disponíveis no local, totalizando 104 vagas.

“Esse hospital tem uma estrutura fantástica, mas nunca teve equipamentos robustos o suficiente para atender a população. Neste momento de Covid-19, em que temos que ampliar ao máximo nossas estruturas, a ideia é desenvolver este local para atender 104 pacientes diariamente”, afirmou Ratinho Junior.

A inauguração da primeira UTI da cidade faz parte da integração da unidade ao Complexo Hospitalar do Trabalhador (CHT), instituição de referência no tratamento da Covid-19 no Paraná. Desde dezembro de 2020, diversas melhorias têm sido implementadas na Lapa.

“Depois que passarmos o momento da Covid-19, a gestão do Complexo Hospitalar do Trabalhador, referência em gestão pública no Brasil, vai transformar este local em um hospital regional para atender de 10 a 12 municípios da região”, explicou o governador.

O hospital foi equipado com camas, respiradores, monitores e acessórios disponibilizados pela Secretaria estadual da Saúde e pelo Hospital do Trabalhador. “Fizemos uma avaliação do potencial do hospital para a região e da sua capacidade de atender mais e melhor. Nossa equipe fez um diagnóstico e em 22 de dezembro oficialmente começamos a trabalhar na infraestrutura do hospital, criando a base para abertura de novos leitos, o que concretizamos hoje”, explicou Geci Labres de Souza Junior, diretor do CHT. “Muitos paranaenses vão se beneficiar disso”.

“No pós-Covid, esses leitos migram para outra ala, e traremos ainda mais estrutura do HT para a Lapa: residência médica, clínica médica, clínica cirúrgica, trauma. Tudo para atender os municípios da região. Os últimos 12 meses foram sobre isso: enfrentar a Covid-19 e fazer a diferença na vida das pessoas”, reforçou Beto Preto, secretário estadual de Saúde.

Os recursos investidos na abertura dos leitos são divididos em três frentes: recursos humanos, equipamentos e contratos. A primeira é referente à contratação de médicos, com um custo mensal de R$ 198.520, e de enfermeiros e técnicos servidores, por R$ 60.940 mensais.

Os equipamentos, por sua vez, incluem ventiladores e monitores, que já estavam em estoque, e um aparelho de raio-X digital, remanejado do Hospital do Trabalhador. Os equipamentos têm um valor total de R$ 1.097.402,18. Já os contratos incluem locação do gasômetro e insumos pelo valor mensal de R$ 18.750; e esterilização de óxido de etileno no valor de R$ 26.676/mês.

MELHORIAS – A integração do Hospital São Sebastião ao CHT já proporcionou diversas melhorias ao local. Como o perfil anterior do hospital era de média complexidade, a integração à rede contou inicialmente com a ativação de 40 leitos clínicos exclusivos para pacientes com coronavírus, além da contratação emergencial de serviços médicos e de coordenação de serviços de enfermagem especializados na doença.

Também foi realizado o treinamento de servidores, a manutenção da rede elétrica e a entrega de equipamentos. Entre eles estão uma ambulância e um aparelho de raio-x digital móvel que agiliza exames por imagem, atualmente destinado exclusivamente a pacientes com Covid-19.

Na metade do mês de março foi instalado no hospital um reservatório de oxigênio líquido com capacidade de 4,3 mil metros cúbicos, que assegura o insumo para o atendimento dos seis novos leitos de UTI. “Estamos montando uma linha direta com o Hospital do Trabalhador em Curitiba e isso quer dizer profissionais, conhecimento, investimentos e gestão. Nesses três meses, passamos de 47 para 104 leitos”, reforçou Beto Preto.

HOSPITAL DA LAPA – O Hospital Regional da Lapa de São Sebastião tem um longo histórico relativo ao tratamento de doenças respiratórias. Inaugurado há 93 anos, em 30 de outubro de 1927, foi o primeiro hospital brasileiro construído com recursos públicos para tratar especificamente da tuberculose.

A ideia da instituição, concebida pelo então governador Caetano Munhoz da Rocha, era construir um espaço de referência no tratamento do “mal dos séculos”, inspirado em hospitais suíços. Batizado originalmente como Sanatório São Sebastião, o hospital empresta o nome do santo conhecido como “protetor das pestes”.

Antes da intervenção do CHT, o hospital possuía 36 leitos efetivos para tisiologia (tuberculose) e 11 leitos de clínica cirúrgica. Atualmente, são 47 leitos de tisiologia, 11 leitos de clínica médica, além dos já mencionados 40 leitos clínicos para Covid-19 e os seis novos leitos de UTI, totalizando 104 leitos na instituição.

CHT – Além da instituição, integram o CHT o Hospital do Trabalhador, o Hospital de Reabilitação Ana Carolina Moura Xavier, o Hospital de Infectologia e Retaguarda Clínica Oswaldo Cruz e o Centro de Atendimento Integral ao Fissurado Labiopalatal (Caif).

Desde o início da pandemia, o CHT já atendeu 5.950 vítimas de Covid-19, sendo 15,9% casos de quadro respiratório leves e 84,1% casos moderados ou graves. O complexo tem uma das maiores estruturas hospitalares exclusivas para a doença no Estado: além dos seis novos leitos inaugurados, são 82 UTIs para Covid-19 (atualmente com 100% de ocupação) e 89 leitos clínicos (52% ocupados). A estrutura dispõe, ainda, de 30 leitos de UTI exclusivos para trauma, que também estão 100% ocupados.

LEITOS – Com os novos leitos, o Paraná passa a disponibilizar um total de 4.721 leitos exclusivos para pacientes com Covid-19 via SUS. Para adultos, são 1.840 leitos de UTI e 2.825 leitos clínicos. Na pediatria, são 22 de UTI e 34 clínicos. Nesta quarta-feira, a ocupação geral dos leitos em todo o Paraná é de 78%. Entre os leitos UTI adulto é de 95%.

PRESENÇAS – Participaram do evento os deputados estaduais Hussein Bakri, Michele Caputo e Emerson Bacil; prefeitos da região; e o diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski.

Programa lançado pelo Governo e Assembléia é o maior da história do Paraná de repasses a fundo perdido indicados pelos deputados estaduais. O foco é fomentar o desenvolvimento sustentável, o crescimento econômico e oferecer assistência direta aos municípios.

O vice-presidente e diretor de operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Wilson Bley, esteve presente no lançamento nesta quarta-feira (14) da segunda edição do programa Paraná Mais Cidades, que disponibilizará meio bilhão para investimentos nos 399 municípios. Os recursos são do Tesouro Estadual e da sobra orçamentária do Poder Legislativo. O aporte é 42% maior do que o ano passado (R$ 351 milhões). Estiveram presentes também na reunião o governador Carlos Massa Ratinho Junior e o presidente da Assembleia Legislativa do Paraná, Ademar Traiano.

O programa é gerido pela Casa Civil e conta com participação direta dos deputados estaduais na indicação dos investimentos – todos têm direito a elencar prioridades. O foco é fomentar o desenvolvimento sustentável, o crescimento econômico e oferecer assistência direta aos municípios. Os contratos serão formalizados na modalidade de convênio com cada secretaria envolvida.

O governador destacou que essa é uma ação municipalista, rápida e imparcial. Segundo ele, parte da recuperação econômica após os impactos mais severos da pandemia será executada com investimentos públicos, o que tem reflexo imediato na geração de empregos e no Produto Interno Bruto (PIB) do Paraná.

Essa estratégia se soma a outras iniciativas na área, como os investimentos bilionários em andamento em infraestrutura rodoviária, casas populares, pavimentação de estradas rurais, novos equipamentos municipais e obras de escolas, parques e unidades de saúde.

“O programa é fruto de uma união de esforços em prol das pessoas, mesmo com diferenças políticas. É um projeto que nos orgulha. É fruto da boa gestão e de inovação administrativa. Serão R$ 250 milhões da Assembleia e R$ 250 milhões do Governo, dinheiro que poderia ser usado em qualquer outra área, mas optamos por encaminhar direto para os municípios”, disse o governador.

Ratinho Junior disse que é o maior programa da história do Paraná de repasses a fundo perdido indicados pelos deputados estaduais. “Esse elo com os deputados é uma determinação. Só assim vamos alavancar empregos. Ouvimos as maiores demandas dos prefeitos e construímos um programa com menos burocracia para que os investimentos cheguem mais rápido na população”, ressaltou.

Guto Silva, chefe da Casa Civil e coordenador do programa, destacou que dificilmente outro estado terá meio bilhão para investir nos municípios diante do cenário de pandemia e crise fiscal. Ele calculou o impacto do programa em pelo menos 10 mil empregos diretos, fora os indiretos na cadeia de construção civil e do comércio.

“É fruto de cortes  enxugamentos que realizamos desde 2019, além da economia da Assembleia. Esse é um programa que tem um esforço das secretarias. O governador diz que a pandemia é uma maratona. Com as obras e investimentos vamos levar conforto, infraestrutura e empregos”, afirmou Silva.

O presidente da Assembleia Legislativa, Ademar Traiano, destacou que o incremento de recursos nos municípios faz a roda voltar a girar perto da normalidade. “O Paraná dá um exemplo. Temos as medidas para auxiliar o setor produtivo, os programas normais das secretarias e agora o Paraná Mais Cidades, que levará recursos para o Interior”, dissse. “É fruto de um esforço de todos os deputados, da base e da oposição, todos têm sua contribuição”.

INVESTIMENTOS – No lançamento, o Governo do Estado apresentou uma lista das secretarias que disponibilizarão recursos: Secretaria de Desenvolvimento Sustentável e Turismo, Secretaria da Educação e do Esporte, Secretaria de Infraestrutura e Logística, Secretaria de Agricultura e do Abastecimento, Secretaria de Segurança Pública, Secretaria de Saúde, Secretaria de Desenvolvimento Urbano e de Obras Públicas, Defesa Civil e Comec. Todas as pastas elencaram contatos para facilitar a tramitação dos projetos com as prefeituras.

Segundo o deputado estadual Hussein Bakri, líder do Governo na Assembleia, o programa une esforços do Parlamento e do Governo e se soma a uma parceria profícua estabelecida há mais de dois anos entre os Poderes. “Reduzimos a máquina pública, indo ao encontro dos anseios da população, e agora na pandemia a Assembleia tem participado de forma efetiva para ajudar os paranaenses. Essa parceria se materializa ainda mais com o Paraná Mais Cidades”, destacou.

O deputado Luiz Claudio Romanelli, primeiro secretário da Assembleia Legislativa do Paraná, disse que os investimentos vão melhorar a qualidade do serviço público e a infraestrutura urbana dos municípios. “Foi tudo bem pensando para que mesmo nesse momento de pandemia os recursos públicos fossem maximizados”, ressaltou.

De acordo com o prefeito de Jesuítas e presidente da Associação dos Municípios do Paraná (AMP), Júnior Weiller, o programa é mais um exemplo das ações diárias do Governo do Estado em prol dos municípios. Ele citou o acordo firmado pela Invest Paraná nesta terça-feira (13) com o Fonplata. “São exemplos de que há um estímulo ao emprego, renda e melhoria da qualidade de vida dos cidadãos”, disse.

SEDU – No mesmo encontro, a Secretaria do Desenvolvimento Urbano e de Obras Públicas fez uma apresentação sobre as linhas de crédito e auxílio a fundo perdido disponíveis para os municípios. Com os aportes regulares da pasta nos 399 municípios e o anúncio desta quarta, o resultado ultrapassa facilmente R$ 1 bilhão. Os investimentos envolvem pavimentação, parques, praças, reurbanização, centros de eventos, academia ao ar livre, campos de futebol, iluminação pública em LED, equipamentos rodoviários e parques industriais.

“É a transformação direta no bairro, na avenida, nas zonas industriais. Estamos melhorando a iluminação pública, igualando as condições das áreas urbanas e rurais. É um pacote de estímulo aos municípios”, arrematou o secretário João Carlos Ortega.

BALANÇO DE 2020 – Guto Silva também fez um balanço da primeira edição do Paraná Mais Cidades, de 2020. Dos R$ 351 milhões, 74% já foram pagos e entregues para a população e os 26% restantes declinaram por problemas nos projetos ou mudança de prioridade dos prefeitos. Os recursos, no entanto, vão continuar no programa para aplicação neste ano.

PRESENÇAS – Estiveram presentes no lançamento o vice-governador Darci Piana; os secretários Márcio Nunes (Desenvolvimento Sustentável e Turismo), Beto Preto (Saúde), João Debiasi (Comunicação Social e Cultura) e Marcel Micheletto (Administração e Previdência); o diretor-presidente da Fomento Paraná, Heraldo Neves; o vice-presidente e diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski; o diretor Administrativo do BRDE, Luiz Carlos Borges da Silveira; o subprocurador-geral de Justiça para Assuntos Administrativos, José Deliberador Neto; e demais parlamentares, de maneira presencial e virtual.

O vice-presidente e diretor de operações do BRDE esteve presente na reunião virtual

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), a Invest Paraná e o Fonplata (Banco de Desenvolvimento relacionado ao Tratado da Bacia do Prata) se reuniram nesta nesta terça-feira (13) com interesse em firmar uma parceria. A união pretende apoiar e preparar as possíveis operações de crédito e projetos estruturantes no Paraná.

A parceria tem como objetivos estabelecer a Invest Paraná como ponto focal dos municípios paranaenses para intermediação de seus interesses junto ao Fundo, sem prejuízo a atuações independentes das partes, além de identificar as principais áreas de políticas públicas municipais e estaduais com carência de recursos para implementação e que dificultam o desenvolvimento sustentável do Estado.

Por isso, a Invest Paraná deverá identificar possíveis projetos dentro do Estado, nos âmbitos estaduais e municipais, para discutir junto ao Fonplata possíveis linhas de financiamento, e apoiar os municípios paranaenses na apresentação de pleitos e solicitações de financiamento externo junto ao Governo Federal e ao Fonplata.

E caberá ao Fonplata identificar possíveis linhas de financiamento, tanto próprias como de outros organismos, para o financiamento de projetos do Governo do Estado do Paraná ou para governos municipais paranaenses. E, caso sejam identificadas possíveis operações de crédito, o Fonplata poderá, mediante prévia avaliação e disponibilidade de recursos, apoiar pontualmente com estudos ou assistência técnica na preparação dos mesmos.

Estiveram presentes na reunião o vice-presidente e diretor de operações do BRDE, Wilson Bley, o presidente da Invest Paraná, Eduardo Bekin, e o vice-governador do Estado do Paraná, Darci Piana.