BRDE

O evento ocorre nesta quinta e sexta-feira e evidencia cinco temáticas que dialogam com o tema “O Futuro Urbano Liderado pela Sociedade”

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) participa com a equipe de prospecção de novos negócios, em atendimento aos visitantes no estande montado no Centro de Eventos Positivo, no Parque Barigui, em um dos maiores eventos mundiais relacionado à temática de cidades inteligentes, o Smart City Expo Curitiba (SCECWB). “O tema deste evento tem sinergia com a atuação do BRDE que é signatário do Pacto Global e busca por meio de suas ações promover o desenvolvimento sustentável e impactar os ODS [Objetivos de Desenvolvimento Sustentável]”, afirma o diretor-presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski.

A finalidade da participação do banco é divulgar a destinação de recursos, por meio de linha de crédito, à projetos de inovação e sustentabilidade não somente em empresas privadas, como também para investimentos de municípios. “Realizamos esse papel por meio do programa Município Forte é BRDE, que atua diretamente no desenvolvimento local e do apoio financeiro a soluções inovadoras que promovem a transformação digital, que atuam na melhoria e eficiência dos espaços urbanos” explica Bley.

O Programa Município Forte é BRDE apoia o desenvolvimento institucional e da infraestrutura econômica, social e turística das cidades, em zonas rurais e urbana dos municípios da região Sul do país. Dentro de suas metas, têm capacidade de investir em projetos que visem melhorar a qualidade de vida da população, como exemplo, a disponibilidade de linhas de crédito para saneamento, mobilidade, gestão de resíduos, energia e iluminação pública, construção de escolas e postos de saúde e repassa recursos para qualificação do funcionalismo, modernização de processos e sistemas, entre outras rotinas. Mais informações a respeito com a equipe de atendimento BRDE.

Conexão e Networking

De acordo com os organizadores, o SCECWB funciona como um grande hub de conexão e networking entre gestores das iniciativas públicas, diretores e executivos de organizações privadas, investidores, empreendedores, pesquisadores, órgãos de fomento e sociedade civil. O congresso apresentará o que há de mais inovador em Tecnologias Inteligentes para Cidades, Inovação e Negócios Disruptivos, Governança em uma Sociedade Inteligente, Mobilidade Inteligente para o Futuro, e Cidades Sustentáveis. As cinco temáticas dialogam com o tema “O Futuro Urbano Liderado pela Sociedade”, com palestrantes de países como Estados Unidos, Canadá, México, Itália, Portugal, Colômbia e Uruguai.

Na programação desta sexta-feira (25/03), o BRDE compõe o painel “Financiando a inovação urbana: tornando os projetos de cidades inteligentes reais” com a participação de representantes do CAF – Banco de Desenvolvimento da América Latina, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e das prefeituras de Jundiaí e de São Paulo. Esta sessão ligada ao eixo temático “Cidades Sustentáveis” terá como mediadora a gerente adjunta de Planejamento e Novos Negócios – PR e MS do BRDE, Thais Paola Grandi.

Em sua terceira edição, a organização do SCECWB estima a participação de 10 mil pessoas de 30 nacionalidades. O congresso internacional conta com 95 palestrantes de 10 países e a feira reúne 50 empresas que expõem soluções inteligentes para problemas urbanos. O evento é organizado desde 2018 pelo iCities Smart Cities Solutions – hub de negócios e soluções em cidades inteligentes pioneiro no Brasil. Para mais informações acesse: https://smartcityexpocuritiba.com/.

A maior presença de instituições financeiras internacionais nas operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), que atualmente já respondem por um terço dos fundos, garantiu maior alinhamento dos projetos financiados com os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). “O banco ganhou em autonomia, maior visibilidade e uma pegada de sustentabilidade. Financiar atores locais significa que estamos mudando o mundo”, destacou a diretora de Operações, Leany Lemos, durante participação no “Tá na Mesa”, nesta quarta-feira (23/3), evento organizado pela Federação das Entidades Empresariais do RS (Federasul).

Após mencionar os avanços que o Estado alcançou em termos de equilíbrio fiscal após a aprovação das reformas, a diretora salientou a importância de bancos de fomento em favor do desenvolvimento econômico e social, em especial em economias ainda em desenvolvimento, que é o caso do Brasil. “Isso ajuda a reduzir riscos de longo prazo. Mas o país precisa assumir uma agenda de reformas que o Rio Grande do Sul já fez, em especial na área previdenciária”, acrescentou.

Na visão da diretora do BRDE, agora que o RS conseguiu apresentar resultados orçamentários positivos depois de muitos anos, é preciso seguir gerindo as finanças públicas com responsabilidade fiscal, seguir no processo de desburocratização e apostar fortemente na educação. “Temos aqui uma taxa negativa de migração, ao redor de 6%. Precisamos investir para fixar jovens e segurar nossos talentos”, apontou ela.

Evento tratou de cenários de investimentos no RS
Fotos: Divulgação Federasul

Leany Lemos salientou, também, que o BRDE atingiu em 2021 a marca de R$ 4,18 bilhões em operações de crédito na Região Sul, sendo que mais de R$ 1,42 bilhão de investimentos apenas no RS. Ela citou que a carteira do banco atualmente é de R$ 14 bilhões, com um índice de inadimplência ao redor de 0,58%, muito abaixo de outros bancos públicos e privados. Ele mencionou que 2021 foi um ano importante para o banco que, ao reorganizar sua matriz de macroprogramas, criou novos produtos como os financiamentos para energias renováveis, microfinanças e mulheres empreendedoras.

Com foco nos cenários de investimentos para a economia gaúcha, o “Tá na Mesa” teve, também, entre os palestrantes convidados o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Edson Brum; o CEO do Grupo Cobra, Jaime Llopis; e o diretor da Seara/JBS, Fabio Soares. O diretor de Planejamento do BRDE, Otomar Vivian esteve presente ao evento, assim como o superintendente da Agência de Porto Alegre, Maurício Mocelin. Ao abrir o painel, o presidente da Federasul, Anderson Trautman Cardoso, lembrou da conjuntura local, nacional e internacional e disse que “continua nos desafiando”.

No total, R$ 100 mil serão aplicados em empreendimentos de Microempreendedores Individuais

Claudete Dalarosa Schmitz e Evandro Schimitz é um casal empreendedor. Eles inauguraram uma choperia há quatro meses e um salão de beleza há um ano. Mas esses negócios do casal terão mais um impulso, já que eles assinaram nesta semana o contrato da linha de crédito SC Mais Renda MEI, programa do Governo do Estado de Santa Catarina, operacionalizado pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), em parceria com cooperativas de crédito do estado. Outros nove contratos foram assinados durante o ato realizado na Cresol, em Cordilheira Alta, totalizando R$ 100 mil.

“Não tem juro, tem seis meses de carência, então vai ser uma boa ajuda. Se fosse outra linha poderia pesar, pois estamos investindo bastante”, comemorou Claudete. O esposo, também fabrica móveis rústicos que utilizou na choperia, vende por encomendas e, inclusive, irá expor na ExpoCordi que ocorrerá de 30 de março à três de abril.

De acordo com o vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Créditos do BRDE, Marcelo Haendchen Dutra, o programa para micro e pequenas empresas funcionou até 31 de dezembro de 2021 e agora está na fase de repasse dos recursos. Até o momento já foram encaminhados através das cooperativas de crédito, R$ 42 milhões, que irão beneficiar 4,5 mil MEIs em toda Santa Catarina. “Não somente garantir o funcionamento dessas atividades, mas acreditamos que estes recursos servirão como impulso para as boas ideias e a vontade de crescer desses empreendedores. Tudo isso retorna à sociedade com o desenvolvimento econômico e social do nosso estado”, afirmou.

A Cresol Central Brasil operacionalizou a linha SC Mais Renda via convênio com o BRDE, onde já foram liberados R$ 22 milhões para o SC Empresarial e R$ 7 milhões para MEI. “O SC Mais Renda foi criado para dar apoio às empresas durante a pandemia e para que continuassem suas atividades. Graças a este programa, garantimos no total, o aporte de R$ 227 milhões na economia do Estado, beneficiando aproximadamente 2,7 mil empresas, o que manteve milhares de empregos e a economia girando”, explica o diretor financeiro do BRDE, Eduardo Pinho Moreira.

Parceria BRDE e Cresol

A parceria com a Cresol, amplia os horizontes do BRDE e dá o apoio necessário para fazer com que os recursos disponibilizados pelo banco cheguem a milhares de microempreendedores individuais. “Nisso reside a importância de nossos parceiros operacionais, no caso as cooperativas de crédito como a Cresol, que tem milhares de associados, micro e pequenas empresas, empreendedores individuais e conseguimos fazer os repasses através da Cresol para que os recursos também cheguem aos pequenos empreendedores e não apenas nas grandes empresas”, explicou o gerente regional do Oeste Catarinense do BRDE, Paulo Cesar Antoniollo.

Via Agência Estadual de Notícias

 

Os quatro estados que compõem o Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) planejam projetos conjuntos para melhorar a infraestrutura da região, com destaque para os modais rodoviários e ferroviários. Os governadores do Paraná, Carlos Massa Ratinho Junior; e de Santa Catarina, Carlos Moisés da Silva; o vice-governador do Rio Grande do Sul, Ranolfo Vieira Junior; e o secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento Econômico do Mato Grosso do Sul, Jaime Verruck, discutiram o tema nesta segunda-feira (21), em Chapecó (SC), na primeira reunião do ano do bloco.

O presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Wilson Bley Lipski, participou do encontro, onde assinou em conjunto com os governadores e seus representantes, a resolução que cria o Grupo de Trabalho para o Planejamento Integrado de Rodovias e Ferrovias do Codesul, que vai concentrar as ações para a integração logística entre os estados, que estão entre os principais produtores do agronegócio brasileiro. O projeto de maior envergadura nessa área é a Nova Ferroeste, que vai ligar Maracaju (MS) ao Porto de Paranaguá, no Litoral do Estado, e tem nos planos um ramal interligando Cascavel e Chapecó, cidades do Oeste paranaense e catarinense. Na reunião, também participou a diretoria do BRDE: o vice-presidente Marcelo Haendchen Dutra, o diretor administrativo, Luiz Carlos Borges da Silveira, o diretor financeiro Eduardo Pinho Moreira e diretora de Operações Leany Barreiro de Sousa Lemos, além do diretor de Planejamento, Otomar Oleques Vivian.

Diretores do RS ao lado do vice-governados Ranolfo Vieira Júnior (ao centro)

 

Ratinho Junior destacou que o projeto da nova ferrovia, que terá 1,3 mil quilômetros de extensão e investimento previsto de R$ 30 bilhões, está bastante avançado. A previsão é que as audiências públicas ocorram em abril. A liberação da licença prévia deve sair no final de maio, com a expectativa de que o projeto vá a leilão na Bolsa de Valores ainda neste semestre.

“Iniciamos os estudos para a ampliação da ferrovia em 2019, mas a discussão para ligar Maracaju ao Porto de Paranaguá vem de décadas. O Mato Grosso do Sul depende muito do porto e é também um grande fornecedor de matéria prima para a produção de proteína animal. Paraná e Santa Catarina respondem por 70% da carne de porco e de frango exportada pelo Brasil”, salientou Ratinho Junior.

Segundo o estudo de viabilidade técnica, a Nova Ferroeste terá capacidade de transportar 38 milhões de toneladas de produtos já no primeiro ano de operação plena, tornando-se o segundo maior corredor de exportação de grãos e de proteína animal do País, atrás apenas da malha paulista.

“Dentro dos estudos que fizemos, se chegou à possibilidade de construção de um ramal até Chapecó. Os produtores de proteína animal são muito dependentes dos grãos produzidos no Mato Grosso do Sul. Essa conexão vai criar um grande corredor de insumos para o Paraná e Santa Catarina e, no caminho inverso, de fertilizantes para o Mato Grosso do Sul”, explicou o governador.

AMPLIAÇÃO – Com o novo traçado entre o Mato Grosso do Sul e o Paraná, o Governo de Santa Catarina também prevê ampliação de sua malha ferroviária, de Leste a Oeste do Estado e também entre os portos de Itajaí e Araquari. “É uma visão de futuro para Santa Catarina. Com a conexão entre Cascavel e Chapecó, vamos começar a trabalhar com projetos de Chapecó até o Planalto Serrano de Santa Catarina, formando um importante corredor Leste-Oeste”, explicou Carlo Moisés.

“Ao invés de rejeitar qualquer projeto que venha de outro estado, queremos aproveitar a integração que já temos através do Codesul. Os quatro estados são muito parecidos economicamente, e uma integração logística regional trará ganhos de eficiência, além da redução dos custos de transporte da produção e de insumos, principalmente para o Oeste catarinense. São investimentos coordenados, de médio a longo prazo”, destacou o governador de SC.

Grande exportador de grãos, o Mato Grosso do Sul não tem saída para o mar e conta com a integração logística com os outros estados para o acesso ao mercado internacional. “Temos um posicionamento muito forte em buscar saídas logísticas, exatamente pela dificuldade de acessar os portos”, explicou Jaime Verruck.

“A competitividade do Mato Grosso do Sul passa necessariamente pela redução dos custos de transporte, e o nosso foco é a ferrovia. A Nova Ferroeste vai adentrar justamente na maior região produtora do Estado, 60% do que produzimos está no eixo da ferrovia”, salientou o secretário do MS.

“A forma como a malha está sendo concebida, de não adentrar unidades de conservação, áreas indígenas e quilombolas, antecipou muito o cronograma. A ferrovia vai gerar o desenvolvimento integrado de todas as regiões, já que ela também se conecta com a Malha Oeste, promovendo uma integração nacional”, complementou.

MEIO AMBIENTE – Durante o encontro, também foi firmado um termo de Cooperação Técnica para elaboração do diagnóstico e mapeamento de áreas desmatadas nos quatro estados-membro, por meio do compartilhamento da ferramenta Sistema Integrado de Monitoramento e Alertas de Desmatamento de Santa Catarina (Simad/SC).

A ferramenta detecta, registra e gera alertas precisos de desmatamento após cruzamento de diversos bancos de dados e imagens de satélites. O código-fonte do sistema será compartilhado com os demais estados, para a criação de um banco de dados conjunto para observar onde há a supressão ilegal da vegetação.

Foi instituído, ainda, o Grupo de Trabalho de Loterias do Codesul, e aprovado o Relatório Financeiro e de Atividades do exercício de 2021 do bloco.

CODESUL – Criado em 1961, o Codesul integrava, primeiramente, os estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina e, em 1992, passou a contar também com o Mato Grosso do Sul. O principal objetivo do conselho é buscar alternativas aos desequilíbrios regionais e potencializar questões comuns aos estados-membros, sobretudo em questões essenciais como desenvolvimento econômico e social, além de fomentar a integração dos quatro estados com o Mercosul.

PRESENÇAS – Também participaram da solenidade, pelo Paraná, os secretários de Desenvolvimento Sustentável e do Turismo, Márcio Nunes, e de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex. De Santa Catarina, o secretário da Infraestrutura e Mobilidade, Thiago Augusto Vieira, e o secretário executivo do Meio Ambiente, Leonardo Porto Ferreira; e do Rio Grande do Sul, o secretário extraordinário de apoio à Gestão Administrativa e Política, Agostinho Meirelles. Os secretários executivos do Codesul do Paraná, Wilson Quinteiro; de Santa Catarina, Amauri Cantu e Gustavo Salvador Pereira; do Mato Grosso do Sul, Magda Côrrea dos Santos, e do Rio Grande do Sul, Micheli Petry; os presidentes da Aurora Alimentos, Neivor Canton; e do Instituto Água e Terra (IAT), Everton Souza; e o prefeito de Chapecó, João Rodrigues.

No final do evento, o vice-governador Ranolfo convidou os integrantes do conselho para o South Summit, de 4 a 6 de maio, em Porto Alegre. “Um dos maiores eventos mundiais de inovação e tecnologia, que pela primeira vez ocorrerá fora da Europa. Por isso, deixo aqui o convite para que as equipes dos demais estados prestigiem o evento e aprofundem a discussão nesse tema tão importante”, finalizou

Neste mês da mulher, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) destaca o trabalho das mulheres que estão à frente de cargos estratégicos do Banco e que são responsáveis por dar vida à instituição que também contribui para o desenvolvimento de muitas empreendedoras brasileiras. 

Hoje, 30% dos cargos estratégicos do BRDE são ocupados por elas. Isso significa que das 153 funcionárias do Banco, 25 delas lideram suas equipes. Em 2020, Leany Lemos tornou-se a primeira mulher a assumir a diretoria e a presidência do BRDE. Essas conquistas deram ao Banco o selo Women On Board, que valoriza a existência de ambientes corporativos com a presença de mulheres na liderança máxima das empresas, em conselhos de Administração ou Consultivo. 

“O Banco tem mulheres fantásticas em papéis de liderança, que dão o seu melhor pelo desenvolvimento da região, do Brasil e do mundo, porque quando a gente muda o local, a gente muda o global também. Temos muito orgulho disso e continuamos trabalhando para que nenhum homem e nenhuma mulher sejam impedidos de desenvolver seus talentos simplesmente por uma questão de gênero”, afirmou Leany.

E nesse cenário de transformação do papel da mulher, as colaboradoras do BRDE contam suas jornadas de crescimento.

“Quando a gente tem a oportunidade, agarramos e fazemos nosso nome” – Fernanda Santos Silva, Gerente de Operações Adjunta

Fernanda Silva, Gerente de Operações Adjunta do Paraná, acredita que os espaços estão sendo conquistados pelas mulheres, devido à competência delas. “Eu vejo isso na prática. A mulher tende a ter uma postura motivacional mais forte do que o homem, mais generosidade, paciência, ela costuma pensar em todos os aspectos, se colocar no lugar do outro”, diz. 

Responsável pelas operações com micro e pequenas empresas e relacionadas ao Fundo Setorial Audiovisual (FSA), a Engenheira Agrônoma e Civil diz que sempre teve referências de mulheres em cargos de liderança no BRDE. “Me inspirei e ainda me inspiro nelas, porque são muito competentes, e é gratificante ver o Banco como exemplo nesse movimento”, conta. 

Fernanda também percebe um crescimento da presença de clientes mulheres. Para ela, esse é um processo sem volta: “Se as mulheres são mais da metade da população, tem que ter essa representatividade em todos os setores da sociedade”, defende. Ela acredita que, com igualdade de condições, não haverá mais barreiras.

Silvia Daniela da Silva Monteiro, Gerente Adjunta de Operações de Florianópolis

 

“Para avançarmos ainda mais, faltam oportunidades mesmo. Existem pessoas com visões que impedem o avanço das mulheres” – Silvia Daniela da Silva Monteiro, Gerente Adjunta de Operações de Florianópolis

Silvia Daniela da Silva Monteiro, gerente adjunta de Operações, lidera uma equipe de nove pessoas e cuida dos projetos de análise de crédito dos setores de inovação e indústria, na agência do BRDE de Florianópolis. Formada em Administração, Silvia está há 23 anos no Banco. Hoje, ela é a única mulher em sua gerência. “Se me perguntam como os meus colegas me veem, eu respondo que sem nenhuma diferença. O grande problema é ter acesso”, reafirma.  

Para ela, as mulheres costumam usufruir da empatia e da habilidade de fazer mais atividades ao mesmo tempo que são ensinadas a elas ao longo da vida nos cargos estratégicos que ocupam. Porém, destaca que ainda há muitos preconceitos na sociedade relacionados à maternidade e à capacidade das mulheres de se doarem para seus cargos. 

“Eu fui convidada para ser gerente logo que entrei de licença maternidade pela segunda vez. E, desde a primeira licença, quando retornei, segui com minhas tarefas normalmente. Ou seja, eu sou um exemplo de que essas questões não influenciam em nossa competência”, conta.

Vera Regina Ferreira Carvalho, Superintendente de Gestão de Riscos, Controles Internos e Compliance

 

“Os avanços precisam se manter e isso deve ser encarado como algo normal. Aí sim teremos avançado” – Vera Regina Ferreira Carvalho, Superintendente de Gestão de Riscos, Controles Internos e Compliance do BRDE

Vera Regina Ferreira Carvalho, Superintendente de Gestão de Riscos, Controles Internos e Compliance, acredita que, especialmente na área em que atua, “observar qualquer questão por diversos pontos de vista sempre é enriquecedor para os processos”. Por isso, destaca essa habilidade de pensar no coletivo das mulheres como ponto forte delas, bem como a resiliência. Para ela, o avanço na presença das mulheres no mundo empresarial é perceptível e acompanha essa evolução em todas as carreiras: 

“Sou economista de formação e em diversas cadeiras era a única mulher, mesmo em turmas de 70 pessoas. Ouvi piadas de que ali não era meu lugar, mas fui aprendendo a reagir e a fazer tudo com dedicação, muito estudo e sempre dar o meu melhor, pois eu sabia que seria testada. Depois, durante muitos anos fui professora de diversas disciplinas na área de economia e havia sempre muitas mulheres na turma”, relata.

Apesar dos benefícios representados pela presença de mulheres em cargos estratégicos nas empresas, ainda há um caminho pela frente até que a igualdade seja alcançada. O preconceito e a dupla, por vezes tripla, jornada ainda são alguns dos desafios a serem percorridos. Entretanto, é por meio da participação cada vez maior das mulheres em empresas tão importantes quanto o BRDE que eles serão superados, porque lugar de mulher é no mundo empresarial, no BRDE, em cargos estratégicos e onde ela quiser. 

Visão

O presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski, tem a visão de que habilidades específicas das mulheres contribuem para melhorar o ambiente de trabalho. “A mulher geralmente traz a experiência da inteligência emocional nas relações profissionais, o que torna o ambiente mais leve e equilibra eventuais conflitos. Na maioria dos casos, se mostra mais disposta ao aprendizado e ensina com paciência. Todas essas características somadas à competência da função, agregam para que ocupem seu espaço merecidamente”, analisou.  

Evento no BRDE Espaço Cultural- Palacete dos Leões chama atenção para incentivar projetos culturais da cidade com alcance aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

Com objetivo de incentivar a destinação de recursos para projetos culturais das cidade ligados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) abriu o IV Circuito de Projetos Incentivados do Conselho de Cidadania Empresarial, grupo temático de Responsabilidade Social da FIEP, nessa quinta-feira (17), que realizou um tour em vários pontos de Curitiba. Aproximadamente 20 pessoas de diversos segmentos, participaram dessa atividade, que começou pelo Espaço Cultura BRDE- Palacete dos Leões, seguindo para o Colégio Estadual do Paraná, Sesi, Museu da História da Medicina do Paraná, com visitas, palestras e conversas de temas ligados à cultura, leis de incentivo e programas de fomento.

O presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski, comentou sobre as diretrizes do banco alinhadas com a proposta do governador Carlos Massa Ratinho Júnior, a respeito de políticas públicas acessíveis à sociedade. “O BRDE tem promovido ações para tornar o Palacete dos Leões um espaço vivo de acolhimento, cultura e realizações , uma forma de devolver à sociedade bons resultados, como a preservação do patrimônio, trazer a história da erva-mate e sua importância na atividade econômica do Estado, aproximar os jovens e a comunidade para socializar nesse ambiente”, explicou.

A coordenadora do Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões, Rafaela Tasca, onde foi realizada a abertura e enceramento do “tour”, apresentou as ações realizadas em 2021 na área cultural, com destaque para a exposição “Narrativas e Poéticas do Mate”, mantida em cartaz até maio, assim como essas atividades estão ligadas a ODS 11 (preservação, proteção e conservação de todo o patrimônio cultural e natural e tipo de financiamento privado (doações em espécie, setor privado sem fins lucrativos e patrocínios). “Essas parcerias são fundamentais para a realização de nossas metas ligadas à cultura e ODS, sempre em conexão com toda a sociedade, artistas, estudantes, professores, pesquisadores, apoiadores da Cultura, Educação e toda a comunidade local”, ressaltou Rafaela.

Conselho – O CPCE, Conselho de Responsabilidade Social da FIEP propõe com esse circuito, contribuir com projetos que preservam o patrimônio cultural, essenciais para a sociedade, sem custo adicional, já que o recurso vem de uma parte do imposto de renda a ser declarado, utilizando de leis de incentivos. Michel de Castro Nunes, representou a FIEP e lembrou que a indústria hoje “pensa sob a visão de sociedade a respeito do seu legado, na preocupação em qual direção seguir e os projetos de cidadania, especialmente voltado aos jovens, a fim de construir um futuro realmente consciente em sua missão”. Também membro do Conselho, Ezilda Furquim Bezerra lembrou que “toda política pública deve estar em conformidade com a realidade social”.

O professor Manuel Gama do Centro de Estudos de Comunicação e Sociedade de Universidade do Minho, em Portugal considerou fundamental uma instituição como BRDE, desenvolver cultura e metas das ODS. “O trabalho do BRDE e Palacete não é comum, trabalham também com outros objetivos, incluindo mulheres, criação de emprego e cultura para jovens de forma responsável e criativa e mesmo com os impactos da COVID-19, conheci as diferentes ações que desenvolveram no decorrer desse período. É um trabalho cultural e social, com movimento sustentável”, analisou Gama.

Antes do início do circuito, Wilson Bley propôs a criação de uma cartilha com as entidades parceiras, a fim de “estimular a relação do BRDE no compromisso da Responsabilidade Social e Poder Público”. Também citou sobre o papel de desenvolvimento do banco, por meio de programas como BRDE Labs, que tem o propósito de acelerar o ambiente de inovação na Região Sul, esse ano com a proposta do tema ESG – Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança, em português), assim como o Jovem Empreendedor, que consiste em oferecer linhas de crédito para incentivar geração de emprego e desenvolvimento de negócios para pessoas de 18 a 29 anos.

No esforço para realizar novas cooperações financeiras e fortalecer a captação de recursos externos, diretores do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) concluíram, nesta quarta-feira (16/3), uma rodada de encontros de dois dias com importantes instituições financeiras internacionais. O objetivo é alavancar a oferta de crédito que o BRDE disponibiliza aos empreendedores da região Sul do país, com prioridade para linhas voltadas às pequenas empresas e microcrédito e projetos com benefício climático.

Com a participação dos diretores Otomar Vivian (Planejamento) e Leany Lemos (Operações), a rodada de reuniões em Brasília contou com apoio da equipe técnica do banco. O primeiro encontro bilateral, ainda na terça-feira (15/3), foi com o vice-presidente do Banco Europeu de Investimentos (BEI), Ricardo Mourinho Félix. O embaixador da União Europeia no Brasil, Ignacio Ybáñez, esteve presente na reunião.

A cooperação financeira em andamento com o BEI prevê um aporte total de 80 milhões de euros para apoio a projetos com foco em energia renovável, eficiência energética e mobilidade urbana nos três estados do Sul. Deste volume, as operações liberadas já se aproximam dos 15 milhões de euros e a reunião tratou dos prazos de execução do contrato e a possibilidade de cofinanciamento por parte de outras instituições.

Reunião com BEI abriu rodada de encontros com bancos internacionais

Agenda climática
Já na audiência com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), a pauta tratou do andamento de operações relacionados aos programas que o BRDE  desenvolve em favor da retomada da economia. No caso específico, foram tratados detalhes dos programas de Promoção ao Desenvolvimento Local da Região Sul (ProSul) e o Emergencial de Mitigação dos Efeitos Econômicos do Coronavírus (Prosul Emergencial).  É o A reunião contou a participação do representante do BID no Brasil, Morgan Doyle.

O encontro com o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) tratou da ampliação da linha de crédito já em operação no valor de US$ 70 milhões para financiar empreendimentos na região Sul. Deste volume, US$ 62,9 milhões já foram liberados, contemplando projetos voltados ao aumento da produtividade das empresas da região Sul, inovação, eficiência energética/energias renováveis e agronegócio. Estiveram presentes o diretor do Escritório no Brasil do CAF, Jayme Holguín e o diretor-executivo de Operações com o Setor Público, Marcelo dos Santos.

Já com um histórico de atuação em parceria, BRDE e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) avançaram mais etapa para a realização de uma nova operação, prevista em 120 milhões de euros. Na reunião técnica realizada na manhã desta quarta-feira, com a participação da diretora regional da AFD no Cone Sul, Laetitia Duffay, as duas instituições discutiram pontos do contrato que prevê financiamento para setores que o BRE já opera. Neste caso, o BRDE atuaria preferencialmente em parceria com cooperativas de crédito.

BRDE e AFD já atuam em parceria através de dois contratos de empréstimos, em apoio a projetos voltados especialmente à geração de energia com fontes renováveis e melhorias de eficiência na iluminação pública das cidades. Os contratos são destinados a financiar propostas alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos pelas Nações Unidas.

Cooperação vence prêmio na categoria Instituições Financeiras de Desenvolvimento

Através do apoio estratégico para financiar projetos alinhados à produção e ao consumo sustentáveis, a parceria entre o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) acaba se conquistar o primeiro lugar em uma das categorias da 1ª edição do Prêmio SAIN-ABDE. Com investimentos que já ultrapassam R$ 450 milhões, a cooperação técnica e financeira entre as duas instituições já contabiliza 78 projetos financiados na região Sul do país, a partir de um volume de 120 milhões de euros destinados a financiar propostas também alinhados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) definidos pelas Nações Unidas.

O anúncio da premiação ocorreu na noite desta terça-feira (15/03), no encerramento do primeiro dia do Fórum Desenvolvimento ABDE 2022.  “É uma conquista que simboliza o quanto as duas instituições estão comprometidas com a Agenda 2030 e que, num curto espaço de tempo, já apresenta resultados positivos em favor da sustentabilidade. Isso nos anima para futuras parcerias”, destacou a diretora de Operações do BRDE, Leany Lemos, presente ao Fórum que acontece em Brasília. A primeira cooperação foi formalizada em 2018, mas ainda em 2021  BRDE a AFD estabeleceram uma nova parceria, agora no montante de 70 milhões de euros, que é parte de um esforço conjunto para estimular a retomada da economia sustentável nos três estados do Sul.

A parceria entre BRDE e a Agência Francesa tem apoiado, principalmente, projetos em especial voltados à geração de energia com fontes renováveis e melhorias de eficiência na iluminação pública das cidades. No ano passado, as duas instituições lançaram a websérie denominada de Parcerias no Desenvolvimento Sustentável da Região Sul, reunindo exemplos de empresas privadas que buscaram financiamento do BRDE para implantar usinas de geração fotovoltaicas e a partir de fontes hídricas, assim como das prefeituras dos três Estados. A série de vídeos está disponível no canal de Youtube do banco (@BRDEoficial).

Fórum

Promovido pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), o evento tem uma programação de dois dias discutindo, num formato híbrido, os caminhos para as agendas do desenvolvimento sustentável para o país. O Fórum reúne membros do SNF, organismos internacionais, gestores públicos, órgãos representantes da sociedade civil e especialistas.

Nesta quarta-feira (16/03), segundo dia da programação, a diretora de Operações do BRDE participou do painel que abordou a mobilização para o desenvolvimento de cidades sustentáveis e inteligentes. Leany Lemos relatou que o banco buscou no ano passado criar uma nova matriz dos macroprogramas para acentuar o alinhamento aos ODS, com produtos específicos para energias renováveis, sustentabilidade social e ambiental, e de apoio aos jovens e mulheres empreendedoras.

O Fórum marcou também o lançamento do Plano ABDE 2030, que elenca propostas de políticas públicas, com ênfase na temática do financiamento, que contribuam para um desenvolvimento mais sustentável, inclusivo e inovador para o Brasil. Considerando a trajetória percorrida pela Associação nos últimos anos, o Plano ABDE 2030 está alinhado aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, em consonância com o Acordo de Paris e com a Agenda de Ação de Addis Abeb e será encaminhado aos candidatos à presidência, órgãos do Governo Federal e presidentes da Câmara e do Senado.

Foram apresentadas as principais ações do ano passado para fortalecer novos projetos para 2022

 

O Espaço Cultural BRDE -Palacete dos Leões, do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul reuniu os principais parceiros estratégicos que fizeram parte da programação 2021 para evento de celebração, com apresentação de um relatório de atividades realizados ano passado, no fim da tarde dessa terça-feira (15).

Para o presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski, essa ação é uma forma de demostrar à sociedade que existe a intenção de que o espaço cultural seja um centro vivo para a população. “Trouxemos a retrospectiva das ações culturais no Palacete no ano passado, como uma forma de agradecimento àqueles que participaram e fizeram desse ambiente um lugar vivo, que pode devolver à comunidade um pouco daquilo que o banco faz através dos aspectos culturais”, comentou. Há projetos de renovar a continuidade dessas parcerias e fomentar o conhecimento da história. “Temos que socializar esse espaço , esse é nosso objetivo, onde as pessoas se orgulhem daquilo que aconteceu no Paraná, nas atividades econômicas que marcaram a nossa trajetória de desenvolvimento acelerado até hoje”, concluiu Bley.

A coordenadora do Espaço Cultural BRDE, Rafaela Tasca explicou que a apresentação passou pelos cinco pontos do programa: perfil do público, as exposições, as iniciativas na interface digital das pesquisas, especialmente a pesquisa que deriva o estudo sobre o ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) 11 meta 11.4. “Esse foi o primeiro encontro institucional, reconhecendo a ligação com essas pessoas tão importantes no dia a dia do Palacete”, analisou.

O evento teve a presença de artistas, pesquisadores, curadores e representantes das seguintes instituições: Secretaria Municipal de Educação de Curitiba, Museu Paranaense, Museu Alfredo Andersen (Wilson Andersen Ballão), Academia de Cultura de Curitiba, Associação Profissional dos Artistas Plásticos do Paraná, Associação Comercial do Paraná e Colégio Estadual do Paraná e Antônio Carlos Leão, que representa a família

Uma das ações em destaque na apresentação foi a respeito do artigo “Uma Equação para a Cultura: A Salvaguarda do Patrimônio Cultural e a Agenda 2030”, que aborda o case do Palacete dos Leões, como patrimônio histórico e simbólico do Paraná, exibido no Seminário Internacional de Economia e Políticas da Cultura e Indústrias Criativas. O seminário foi realizado pelo Observatório Itaú Cultural e pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), em parceria com a Unesco, em outubro de 2021.

 

Volume é quase 10% acima das operações fechadas na última edição da feira

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) está fechando a participação na Expodireto Cotrijal 2022 com um total de R$ 136,4 milhões em novos projetos para o fortalecimento do agronegócio gaúcho. O total é quase 10% superior às operações encaminhadas há dois anos, quando da última edição da feira que ocorre no município de Não-Me-Toque. Entre os pedidos apresentados através do programa Meu Agro é BRDE, a maior demanda é para investimentos ampliar a capacidade de armazenagem de grãos, que atingiu R$ 42 milhões das solicitações de crédito recebidas pelo banco (31% do total).

Os projetos para realização de obras em empreendimentos agroindustriais somam outros R$ 32,7 milhões (24% dos pedidos), seguido da aquisição de máquinas (R$ 30 milhões – 22%). Como já é tradicional, a Expodireto é o espaço onde os produtores conhecem as novidades em termos de tratores, colheitadeiras e outros implementos agrícolas. “O resultado é extremamente satisfatório diante dos desafios que o agronegócio está passado, por conta de todos os impactos da estiagem e do aumento dos custos nos insumos que se aceleraram com a guerra entre Rússia e Ucrânia. Mas a Expodireto tem esse simbolismo de identificar nos desafios um leque de novas oportunidades”, destacou o diretor de Planejamento do banco, Otomar Vivian.

Tema em debate ao longo dos cinco dias da feira, os projetos destinados à irrigação nas lavouras representaram R$ 23,7 milhões em pedidos recebidos pela equipe do BRDE. Na avaliação do diretor, o clima de confiança na Expodireto 2022 reflete o bom desempenho da safra passada, período em que o BRDE registrou resultados históricos em termos de contratações para novos investimentos no RS, com R$ 1,428 bilhão em financiamentos ao longo de 2021. Deste montante, o agro respondeu por mais de R$ 345,6 milhões das operações de crédito do banco. “Somos parceiros estratégicos de quem produz e inova no campo, pois sabemos do impacto do setor na economia da região Sul e em favor do país”, resumiu Otomar Vivian.

 

NÚMEROS BRDE – EXPODIRETO 2022

Armazenagem………R$ 42.000.000,00 (31%)

Obras………………….R$ 32.700.000,00 (24%)

Máquinas …………….R$ 30.000.000,00 (22%)

Irrigação……………….R$ 23.700.000,00 (17%)

Outros………………….R$ 8.000.000,00 (6%)

TOTAL ………………..R$ 136.400.000,00

 

Cotrijal

No primeiro dia da feira, o BRDE e a Cotrijal – Cooperativa Agropecuária e Industrial divulgaram a aprovação de uma linha de crédito no valor de R$ 50 milhões. O termo foi firmado na presença do governador em exercício, Ranolfo Vieira Júnior. O montante permitirá uma série de investimentos que integram o planejamento da cooperativa para este ano, incluindo reformas e ampliações de instalações industriais e da capacidade de armazenagem de grãos.

Maior cooperativa agropecuária do Estado, com um faturamento de R$ 4,3 bilhões no ano passado, a Cotrijal está presente em 53 municípios gaúchos e reúne quase 19 mil associados. Suas unidades têm uma capacidade atual de armazenar mais de 1,1 milhão de toneladas. As perspectivas para 2022 seguem indicando novo salto em termos de faturamento, uma vez que acaba ser aprovada a incorporação da Coagrisol (Soledade) pela Cotrijal. Juntas as duas cooperativas faturaram R$ 5,8 bilhões em 2021.

Fórum do Leite

Encontro debateu desafios da cadeia leiteira

O BRDE foi um dos patrocinadores do 17º Fórum Estadual do Leite, atividade que ocorreu na quarta-feira (9/03), no auditório central da Expodireto. Com o objetivo de debater os desafios do setor, fortemente atingido pela estiagem, o evento foi organizado pela CCGL e Cotrijal, reunindo técnicos e produtores.