BRDE

Encontro global de empreendedorismo e inovação acontece na primeira semana de maio, em Porto Alegre (RS)

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é patrocinador oficial do South Summit Brasil, um dos principais encontros mundiais do ecossistema de inovação e empreendedorismo e que pela primeira vez acontece no país.  Além do apoio direto ao evento, o banco estará presente com estande próprio e terá atividades específicas com a participação de parceiros nos projetos de apoio à inovação, aceleração de startups e formação de jovens para atender a demanda do mercado por desenvolvedores. O South Summit ocorre entre os dias 4 e 6 de maio, ocupando os armazéns do cais de Porto Alegre (RS), no Centro Histórico da capital gaúcha.

Com foco estabelecer conexões entre startups, empresas e investidores nacionais e internacionais, o encontro reunirá nos três dias de atividade os principais líderes de negócios globais. Como parte da programação, o BRDE está auxiliando na estruturação de painéis que irão abordar temas como os investimentos em diversidade, a vinculação dos financiamentos de inovação com a pauta da sustentabilidade e agenda ESG e o papel dos bancos de fomento no apoio às startups e projetos inovadores.

Como líder nacional no volume de operações com repasses da Finep, o BRDE tem como ponto estratégico disponibilizar produtos e serviços que contribuam para promover o ecossistema de inovação da Região Sul. Neste sentido, o banco atua através de financiamentos, aporte de capital via Fundos de Investimento em Participações (FIP) e programas de aceleração de startups e, mais recente, como parceiro em projetos de formação profissional. Através do programa Mais Inovação é BRDE, a instituição acumula nos últimos oito anos perto de R$ 608 milhões em crédito para empresas e cooperativas incorporam modelos inovadores e baseados em novas tecnologias nas suas atividades.

Sobre o South Summit

O South Summit nasceu em 2012 em Madrid, durante a crise econômica na Espanha, com a confiança de que a inovação e o empreendedorismo são os motores de desenvolvimento de qualquer sociedade. Em suas 10 edições, o South Summit já movimentou mais de USD 6,7 bilhões em investimentos em startups. Na última edição, reuniu mais de 20 mil participantes, destacando-se como um dos principais eventos de conexão entre startups, empresas e fundos de investimentos mundiais na Europa. A edição no Brasil tem a coorganização do governo do Estado do Rio Grande do Sul e em colaboração com o Centro de Empreendedorismo e Inovação (IE University).

 

Com um total de R$ 671,7 milhões em operações liberadas no primeiro trimestre deste ano, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) aparece nas primeiras posições no ranking nacional na utilização de recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Líder absoluto entre todas as instituições que operam em parceria com o banco federal na Região Sul, incluindo instituições comerciais e cooperativas de crédito, o BRDE ocupa também a primeira posição em todo o país como agente financeiro do programa BNDES Automático, que financia investimentos fixos.

Na classificação geral em termos de recursos liberados junto ao BNDES, entre janeiro e março, o banco aparece em segundo lugar, ficando atrás apenas do Bradesco (R$ 1,4 bilhão), mas à frente de instituições como Itaú, Santander, Sicredi, Banco do Brasil e Banrisul. Neste período, o BRDE soma 5.728 operações aprovadas junto ao seu principal parceiro de funding. “Trata-se de um desempenho operacional muito forte e que demonstra o quanto o banco está atento aos desafios neste momento de retomada, auxiliando as empresas mais afetadas pela pandemia com capital de giro, mas atuando com força em projetos estratégicos, com forte impacto na geração de emprego e renda”, salientou a diretora de Operações do BRDE, Leany Lemos.

 

Nos estados

Do total das operações já desembolsadas  pelo banco nacional, cerca de R$ 566 milhões são para pessoas jurídicas, com destaque para as linhas de crédito destinadas à construção, ampliação de unidades e modernização do BNDES Automático.

O banco ocupa também o segundo lugar geral, quando o quesito é financiamento para pequenas empresas,especialmente pelo programa Juro Zero RS.  Através do programa que tem os juros do financiamento bancados pelo governo gaúcho, o BRDE já contabiliza mais de três mil contratações em dois meses desde que foi lançado, o que representa R$ 178,5 milhões disponibilizados para empresas de pequeno porte, microempresas e Microempreendedores Individuais (MEIs).

Em Santa Catarina, foram aproximadamente R$ 45 milhões no primeiro trimestre de 2022, especialmente alavancados por programas de Indústria, cooperativas agroindustriais, convênios com empresas e agronegócios. De acordo com o vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito, Marcelo Haendchen Dutra, o BRDE manteve sua essência em promover o desenvolvimento em todas as áreas com recursos do BNDES. “Prosseguimos com investimentos no agronegócio e na promoção de projetos sustentáveis e de inovação, principalmente em energias renováveis” , assegurou.

No Paraná, os valores chegaram a R$ 140 milhões nesse mesmo período, de recursos para Agronegócio, Energias Limpas e Renováveis, além do setor industrial.

“Dos R$ 4,1 bilhões dos financiamentos aprovados pelo BRDE no ano passado, o BNDES respondeu por 59,5%. Essa posição no ranking assegura ao BRDE a superação das metas orçamentária e gerencial, com a conquista de novos limites, a fim de garantir a movimentação da economia, a empregabilidade e atendimento à demanda de créditos”, analisou o presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski.

 

CLASSIFICAÇÃO BRDE – OPERAÇÕES APROVADAS PELO BNDES

 Fonte: Área de Operações e Canais Digitais do BNDES – Ranking dos Agentes Financeiros Agrupados (março de 2022)

 

Linhas de crédito, financiamento e repasse de recursos por meio de programas do Governo do Estado fortalecem empresas, cooperativas e produtores rurais na Região Norte do Paraná

     

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinou contratos que somam R$ 52,5 milhões, em recursos, financiamentos e linhas de crédito com empresas, cooperativas e produtores rurais, no Expolondrina 2022. Os termos foram assinados pelo diretor administrativo do banco, Luiz Carlos Borges da Silveira, que consolida o relacionamento de transparência do BRDE e “potencializa o desenvolvimento na região Norte do Paraná, com sua produção agrícola, incremento nas indústrias, crescimento na área de tecnologia e na geração de empregos”. A formalização das assinaturas foi realizada nessa quinta-feira (07), na Sociedade Rural do Paraná, Parque de Exposições Ney Braga, em Londrina.

A Integrada Cooperativa Agroindustrial, criada em 1995, com 15 regionais e 65 unidades distribuídas no Paraná e São Paulo, assinou com o BRDE um termo de aprovação de financiamento no valor de R$ 50 milhões, destinados à modernização e ampliação das unidades da cooperativa. O diretor e vice-presidente da Integrada, Jorge Hashimoto, comentou sobre a parceria com o BRDE. “Sempre apoiando projetos e investimentos, principalmente na melhoria ampliação e construção de unidades de recebimento e armazenamento, no apoio ao fortalecimento na agroindustrialização da Integrada, para agregar valor na produção de nossos cooperados, levando a geração de empregos e desenvolvimento dessas regiões”, concluiu. Atuante em 50 municípios, a Integrada tem 11 mil cooperados e mais de 1.800 colaboradores, no incremento do agronegócio no país, com um faturamento de 4,4 bilhões de reais, em 2020. Também foi realizada a assinatura da LSE Empreendimentos, de Apucarana, com o representante da empresa, Pedro Baleotti.

Nos últimos 15 meses, o BRDE realizou operações de crédito, financiamentos e inserção de empresas (pequenas, micro e médias), indústrias, cooperativas em fundos e programas de facilitação de negócios que totalizam R$ 156,5 milhões em contratações na Região Norte do Paraná. Os setores de maior investimento são o Agronegócio, seguido da Indústria e Energia.
“Essa é uma demonstração de que o BRDE cumpre seu papel no que diz respeito a ser um banco de desenvolvimento, na pulverização de recursos, mais próximos do produtor rural até as grandes empresas, conforme compromisso com as diretrizes do governador Ratinho Júnior”, destacou o presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski.

Em publicação recente do balanço financeiro do banco, o BRDE nos três estados do Sul alcançou a marca histórica, com um lucro líquido em 2021 de R$ 266,6 milhões, valor 33,8% superior comparado ao ano anterior. Também bateu recorde de R$ 4,1 bilhões em contratações, mesmo no segundo ano de pandemia e início do período de vacinação, enquanto o Paraná teve R$ 1,4 bilhões em contratações desse total do banco.

Todas as linhas de crédito, documentos ou atendimento com a equipe de prospecção, pode ser acessado com facilidade pelo aplicativo do BRDE ou no link https://www.brde.com.br/equipe-de-atendimento/

*Por Fabio Calsavara para Gazeta do Povo

Os números divulgados pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) mostram que a instituição fechou, em 2021, um valor total de negócios 61,4% maior do que no ano anterior. Os mais de R$ 4 bilhões negociados pelo banco foram comemorados pelo presidente Wilson Bley Lipski, em entrevista à Gazeta do Povo.

Para ele, os bons resultados são fruto da diversificação de fundos de financiamento oferecidos pelo BRDE. Além do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que já chegou a responder por 99% dos recursos captados pelo BRDE, a instituição agora conta cada vez mais empréstimos feitos com instituições internacionais e outras opções que antes
não estavam disponíveis para o setor privado, como os recursos do FGTS.

“Os recursos oriundos do BNDES estão ficando mais caros. Estamos falando de uma taxa de juros nominal entre 3%, 3,5%, mais uma Selic de 11,75%, já dá mais do que 1% ao mês. Por isso nós fomos diversificar a nossa captação, e conseguimos encontrar no FGTS recursos que antes eram carreados somente para o setor público. Conseguimos trazer esses recursos para o setor privado. O BNDES começou a colocar políticas restritivas, e nós precisamos diversificar as nossas opções. Se não o fizéssemos, provavelmente nossos números não chegariam a R$ 1,7 bilhão em contratação
em 2021”, apontou o presidente.

Comércio e serviços fecharam mais empréstimos do que o agronegócio

A busca por novas fontes de financiamento permitiu ao BRDE oferecer opções mais adequadas às demandas que surgiram durante a pandemia. Assim, o agronegócio, que sempre foi o principal setor a buscar financiamento no BRDE, foi ultrapassado pelas áreas de comércio e serviços no ano passado – praticamente um a cada três financiamentos fechados pelo banco foram para esses setores do
mercado.

“O agronegócio e as cooperativas são os nossos maiores parceiros, os nossos grandes clientes do BRDE. Só que nesse ano houve esse movimento diferenciado, e mais de 9 mil contratos diretos. Se formos contar os indiretos, esses fechados por meio desses parceiros, como as cooperativas e as operações de segundo piso da Fomento Paraná, nós passamos de 70 mil contratos. Isso para um banco de desenvolvimento é um número muito substancial”, comentou Lipski.

Banco contou com novidades para aumentar volume de negócios

O programa BRDE Empreendedoras do Sul foi lançado em março de 2021 e é apontado como uma das novidades que alavancaram os bons números do banco, explica o presidente. O público-alvo são as produtoras rurais e as empresas com mulheres em cargos de comando, ou com no mínimo 40% de sócias. Somente no Paraná este programa movimentou R$ 32,1 milhões – nos quatro estados onde o BRDE atua foram R$ 96,2 milhões financiados por meio dessa iniciativa.

O banco também oferece o BRDE Labs, um programa de aceleração de startups. Só no ano passado cerca de 4 mil pessoas foram impactadas com lives, mentorias e treinamentos. Em parceria com a Hotmilk, da PUC-PR, o programa contou com 177 startups paranaenses cadastradas. Destas, 18 passaram pela fase de pré-aceleração e 9 avançaram para a aceleração. Para 2022 o programa trabalhará projetos dentro do tema ESG – Environmental, Social and Governance (Ambiental, Social e Governança, em português).

Outro destaque importante citado por Lipski foi o Banco do Agricultor Paranaense. O instrumento, criado pelo Governo do Paraná, auxilia produtores rurais, cooperativas, associações de produção, comercialização e reciclagem, além das agroindústrias familiares. Projetos destinados à irrigação e que utilizem fontes renováveis de geração de energia também podem buscar financiamento junto ao BRDE. Somente no ano passado, o Banco do Agricultor negociou R$ 43,7 milhões com mais de 350 agricultores.

Baixa inadimplência e assertividade dos analistas de crédito

A inadimplência nos contratos aumentou de 2020 para 2021, impactada principalmente pela pandemia. Mesmo assim, o índice de atual de contratos não honrados em dia ainda é considerado aceitável pelo presidente do BRDE. “Subimos de 0,32% para 0,58%, reflexo da pandemia. Mas ainda é um número que está longe da média do sistema financeiro nacional, que passa dos 2,70%”, citou.

Na avaliação do presidente, os bons resultados nesse quesito são fruto da assertividade dos analistas de crédito da instituição. O relacionamento entre banco e cliente, exemplificou Lipski, é quase como se os analistas se tornassem padrinhos e madrinhas dos empreendimentos financiados. O foco, garantiu, é ter a certeza de que os recursos serão aplicados em negócios que fazem a economia girar, criam empregos e impulsionam o desenvolvimento da região.

“Nós estamos querendo agregar valores a essa operação, não é só entregar dinheiro pensando nas garantias. Nós queremos saber se esse contratante vai manter os empregos, vai gerar mais postos de trabalho. São esses os compromissos que nós estabelecemos ainda mais durante a pandemia, garantir que esses contratos, esses empréstimos gerem desenvolvimento econômico dentro dos estados nos quais nós trabalhamos. Nós fomos nos adaptando a essas realidades, tentando garantir o objetivo maior do banco, que é esse atingimento social de uma boa entrega de crédito. Nós buscamos sempre ter produtos adequados para que quem nos procure consiga gerar empregos e desenvolvimento econômico e social”, finalizou.

Volume de crédito do BRDE no primeiro trimestre é 26% superior ao mesmo período de 2021

Após atingir marcas histórias em operações de crédito ao longo do ano passado, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) inicia 2022 com ritmo acelerado nos financiamentos para os diferentes setores econômicos do Rio Grande do Sul. Nos primeiros três meses, o banco registra R$ 311,12 milhões em novos investimentos apenas no estado, um crescimento de 26% se comparado ao mesmo período de 2021 (R$ 246,56 milhões). Somados, os segmentos da indústria de transformação, do comércio e o de serviços respondem por 78% do volume de recurso contratado no trimestre (veja quadro abaixo).

O total de investimentos no RS alcança 51% de todas as operações de financiamento do banco nos três estados onde opera, que entre janeiro e março registrou R$ 610, 72 milhões. No mesmo intervalo do ano passado, o total na região Sul ficou em R$ 456,49 milhões. “Por conta dos efeitos da estiagem sobre a safra, a economia gaúcha tem enormes desafios neste ano. Por isso, importante que o banco continue cumprindo com sua missão estratégica de apoiar os diferentes setores”, apontou o diretor de Planejamento do BRDE, Otomar Vivian.

No ano passado, o BRDE fechou com R$ 1,43 bilhão em novos investimentos apenas no RS, com os maiores desempenhos ficando com o agronegócio e a indústria de transformação. As contratações em toda a região Sul igualmente atingiram uma marca histórica: R$ 4, 1 bilhões de novos financiamentos. “Os resultados alcançados no primeiro trimestre indicam para um desempenho promissor em 2022, uma vez que o agro, que representa 60% das nossas operações, terá suas contratações ocorrendo em maior volume nos próximos períodos”, anima-se a diretor de Operações do BRDE, Leany Lemos.

Números de contratos

Puxado especialmente pelo programa Juro Zero RS, o número de contratos teve um crescimento exponencial no primeiro trimestre deste ano, com um total de 5.823 operações, algo que chega a superar o total que o banco normalmente desempenhava em 12 meses e considerado todos os estados onde atua. Por meio do programa que tem os juros do financiamento bancados pelo governo do Estado, o BRDE já contabiliza mais de 3 mil contratações em dois meses desde que foi lançado, o que representa R$ 178,5 milhões disponibilizados para empresas de pequeno porte, microempresas e Micro Empreendedores Individuais (MEIs). “O BRDE vem cumprindo uma missão estratégica neste momento de retomada da economia, realizando grande esforço interno para viabilizar um volume jamais visto em termos de contratações em favor das pequenas empresas”, destacou Leany Lemos.

No primeiro trimestre, do total de contratações o comércio responde sozinho por 2.419 participações (R$ 78,64 milhões), seguido da indústria (919 contratações – R$ 94,84 milhões) e transporte, com 488 operações de crédito (R$ 22,74 milhões). “Além do Juro Zero RS, o banco está com uma nova matriz de programas para estar mais alinhado às reais necessidades de quem quer empreender no estado, o incluiu empresas lideradas por mulheres, pelos jovens e projetos vinculadas à pauta da sustentabilidade”, acrescentou o diretor Otomar.

Nos últimos cinco anos foram liberados R$133,7 milhões em recursos para empresas do setor supermercadista

Com a oportunidade de divulgar seus novos macroprogramas em linhas de crédito, financiamento e novos negócios, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), vai participar da Mercosuper, que acontece a partir desta terça-feira (04) até dia 07, no Expotrade Convention Center, em Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba.

Nos últimos cinco anos, o BRDE liberou R$ 133,7 milhões para empresas do setor supermercadista de atacados e atacarejos (forma de comércio que reúne atributos de duas formas tradicionais de comercialização: o atacado e o varejo), com enfoque nas micro, pequenas e médias empresas. Desse valor, 19,3%, ou seja, R$ 25,8 milhões foram destinados a projetos do Programa BRDE Energias Limpas e Renováveis, que financia a instalação de placas fotovoltaicas, a fim de reduzir custos do negócio com energia.

No entanto, a Mercosuper, uma das maiores feiras do setor supermercadista do país, também funciona como espaço de prospecção para os programas de desenvolvimento do banco: Meu Negócio é BRDE e Mais Energia Sustentável é BRDE. “Nossa equipe apresenta todas as linhas possíveis, voltadas às empresas de todos os portes; desde o pequeno mercado até grandes redes, incluindo recursos para construção de novas unidades, ampliação e reforma das instalações e capital de giro associados ao projeto”, explicou o presidente o BRDE, Wilson Bley Lipski.

Energia renovável – Nos últimos anos, houve um crescimento do setor supermercadista, à procura de investimentos ligados a fontes alternativas de energia, como forma de reduzir o custo de um dos principais insumos da atividade.

Em fevereiro deste ano, Leonardo Basseto, proprietário do Supermercado Baía Azul, localizado em Guaratuba, no litoral paranaense, contou sobre a implantação de um sistema gerador fotovoltaico, em suas unidades na região, com recursos captados da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), onde o BRDE trabalha essa linha de financiamento para projetos de impacto social e ambiental. Segundo o empresário, o projeto atende 35% do consumo total da rede e futuramente deve ser estruturada em sua totalidade, com energia solar. O case de Basseto foi matéria que pode ser acompanhada na Agência Estadual de Notícias do Paraná.

Apresentar ao público uma proposta inovadora sobre as problemáticas ambientais atuais em um formato diferenciado e uma narrativa envolvente. Pode-se dizer que é este o objetivo central do diretor e produtor paulista Thiago Eduardo da Silva, ao lançar seu projeto batizado de “Revolixonários”.

A iniciativa surgiu como uma forma de debate e reflexão sobre as fontes de energias que são utilizadas atualmente no país e os malefícios que elas acarretam ao meio ambiente. Além de discutir novas formas sustentáveis de levar essa energia, que hoje é indispensável para a vida humana, de maneira segura e consciente.

A realização em questão trata-se de um filme documentário média metragem, com cerca de 40 a 50 minutos de duração. Em 2020 foi lançado sua primeira parte nomeada “Revolixonários – Mundo de Plástico”, que leva o espectador a sair de sua zona de conforto e entrar de fato na realidade atual ambiental precária em que vivemos. O filme está disponível em diversas plataformas digitais.

Com intuito de impulsionar ainda mais essa pauta entre a sociedade e visando valorizar sobretudo a sustentabilidade, o BRDE através da lei de incentivo à cultura apoia a segunda parte do projeto, denominada: “Revolixonários parte II: Energia do Amanhã”

“O episódio2 completa uma lacuna importante dentro do princípio do documentário que é levar informação para os brasileiros na tentativa de preservar o meio ambiente e melhorar a sociedade. Energia elétrica se tornou uma matriz fundamental do tempo atual. A questão é; será que estamos gerando toda essa energia sem causar danos ao meio ambiente?” Comenta o produtor.

Ele ainda reitera que o aporte financeiro fornecido pelo banco foi de extrema importância pois permitiu que a execução do roteiro progredisse sem nenhum tipo de interferência “permitiu um documentário completo seguindo a ideia original e autêntica do inícioafirma.

O projeto busca através do peso das palavras e o choque das imagens sensibilizar o público para esse assunto que é tão importante, mas tão pouco comentado.

“Vivemos uma era de mudanças e estar consciente e saber fazer melhores escolhas pode transformar o mundo e salvar vidas” reflete Thiago.

APOIO BRDE

Em 2021, o banco destinou R$ 4,6 milhões, por meio das leis de incentivo fiscal, igualmente distribuídos entre Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Em Santa Catarina, 37 projetos receberam apoio no valor de aproximadamente R$ 1,8 milhão. Para quem deseja cadastrar seu projeto para receber aporte por parte do BRDE, o cadastro inicia em junho e vai até outubro no endereço eletrônico: https://www.brde.com.br/incentivos-fiscais/

As contratações de crédito do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) pelo setor industrial de Santa Catarina chegaram a R$ 52,8 milhões de janeiro a março deste ano, o que representa aumento de mais de 130% em relação ao mesmo período do ano passado, que foi de R$ 22,6 milhões.

Segundo o vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito do banco, Marcelo Haendchen Dutra, o BRDE participa historicamente do apoio à indústria e segue contribuindo com a tendência de crescimento para este ano. “O banco vem tomando medidas específicas para controlar o impacto negativo da pandemia na economia e aquecer o mercado com concessão de créditos para este setor”, reforça.

De acordo com análise do Observatório Federação da Indústrias de Santa Catarina (FIESC), após encerrar 2021 com o maior crescimento do país, a indústria catarinense iniciou este ano com manutenção do desempenho positivo. Em janeiro, Santa Catarina registrou alta de 0,9% na produção industrial frente a dezembro do ano passado na série livre dos efeitos sazonais, além disso o estado manteve a maior expansão do país no acumulado em 12 meses.

Para o diretor financeiro do BRDE, Eduardo Pinho Moreira, a indústria catarinense se mantém com um desempenho acima da média nacional. “Estar junto com o setor industrial, disponibilizando as linhas de créditos do BRDE, incentiva não só o desenvolvimento econômico regional, mas a geração de renda e emprego”, destaca.

Ainda conforme o Observatório FIESC, a atividade metalúrgica manteve as maiores taxas de crescimento na indústria de transformação do estado. O bom momento da construção no Brasil e o aumento da demanda internacional por insumos industriais em 2021 seguem influenciando positivamente o setor. Em Santa Catarina, a construção esteve aquecida em 2021 e encerrou o ano com mais de 12,7 mil novos postos de trabalho formais criados.

Apoio – O BRDE possui linhas de créditos para financiar projetos que colaborem para o desenvolvimento de Santa Catarina, além de atuar com captação de recursos junto a instituições multilaterais internacionais e contratos assinados com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), Banco Europeu de Investimento (BEI) e com Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF).

Balanço revela aumento de 61.4% nos contratos em 2021 na comparação ao ano anterior e parcerias com novos fundos, nacionais e internacionais ajudaram reduzir impactos causados pela pandemia

Com R$ 4,1 bilhões em contratações, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) alcançou seu recorde histórico em 2021. No ano em que completou 60 anos de existência, o demonstrativo financeiro da instituição aponta a realização de mais de sete mil operações, o que representa um aumento de 61,4% em comparação ao ano anterior. “Foi um ano muito significativo para o BRDE, porque atuamos fortemente na economia dos três estados, injetando recursos que garantiram não só o desenvolvimento de grandes empresas, mas também assegurando a permanência de milhares de empreendimentos que enfrentaram a crise junto com a pandemia”, comemorou o presidente Wilson Bley Lipski.

 

Se garantir a economia em pleno funcionamento é uma das premissas do banco, em 2021 a instituição lançou mão de recursos próprios para minimizar os impactos da pandemia sobre a atividade econômica, o que representa um total de 10,7% das contratações. Além de suprir o crédito emergencial no ano anterior (2020), no ano passado, o BRDE obteve recursos adicionais e intensificou suas operações com instituições financeiras para incrementar o microcrédito.

 

De acordo com o vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito, Marcelo Haendchen Dutra, em 2021 o BRDE manteve sua essência em promover o desenvolvimento em todas as áreas. “Prosseguimos com investimentos no agronegócio, na promoção de projetos sustentáveis e de inovação, no estímulo aos empreendimentos da mulher e do jovem e ainda mantivemos a taxa de inadimplência sob controle (atingindo 0,58% em dezembro) e aumentamos as receitas com a recuperação de créditos”, assegurou.

 

Resultado operacional

O BRDE fechou o período registrando um lucro líquido de R$ 266,6 milhões, montante 33,8% superior na comparação ao ano anterior.  Trata-se do segundo melhor resultado nominal já alcançado pelo banco na série histórica que inicia em 2001. “Considerando que vivemos em 2021 um cenário econômico ainda com fortes impactos da pandemia, sem dúvida alcançamos um resulto muito expressivo.  Buscamos melhorar nossos processos de gestão, oferecer maior agilidade no atendimento dos clientes. O BRDE, sem dúvida, se preparou para auxiliar os diferentes setores e entender as demandas de cada um para a retomada dos investimentos”, celebrou a diretora de Operações, Leany Lemos.

Além de manter a taxa de inadimplência em 0,58% sobre a carteira – entre as mais baixas de bancos de fomento do país, o BRDE fechou 2021 com novo recorde em termos de patrimônio líquido: R$ 3,4 bilhões (9,6% maior que o ano anterior). “Com isso, tivemos maior capacidade financeira para apoiar o desenvolvimento econômico e social da região Sul que é a nossa principal  missão”, comemorou Leany Lemos, ela que presidiu o banco até novembro de 2021, sendo a primeira mulher a ocupar o cargo em 60 anos de história da instituição.

 

BRDE em números

O setor com maior volume destinado foi o de Comércio e Serviços, com valor de R$ 1,3 bilhão, seguido pela Agropecuária com R$ 904,1 milhões em créditos e a Infraestrutura, chegou ao valor de R$ 873,6 milhões. A variação percentual mais expressiva foi observada no Agronegócio, com 89,8% na comparação com 2020.

Em relação ao número de operações contratadas, 53,1% foram direcionadas aos produtores rurais e 44,3% às pequenas e médias empresas, dados que demonstram o sucesso do esforço do BRDE em apoiar os pequenos empreendedores, principalmente em época de dificuldade econômica.

Outro dado relevante para os resultados, está na ampliação de fontes de recursos com parcerias de fornecedores de créditos nacionais e internacionais. Do total contratado, 59,5% dos recursos vieram do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), seguido por aportes internacionais (15,7%), equivalente a R$ 649 milhões, oriundos da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), do Banco Europeu de Investimentos (BEI) e do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF), três parcerias firmadas nos anos recentes com a internacionalização das fontes do BRDE.

 

Programas e Projetos

Com o propósito de fomentar renda, geração de emprego e retomar a economia do país no processo pós-pandemia, o BRDE incrementou programas, fortaleceu projetos e ampliou parcerias.

 

 

SC Mais Renda Empresarial – O programa beneficiou micro e pequenas empresas e os microempreendedores individuais (MEIs) de Santa Catarina. A iniciativa foi viabilizada pela Secretaria de Estado da Fazenda e contou com a operacionalização feita pelo BRDE. O SC Mais Renda Empresarial concedeu R$ 263 milhões, somando mais de 6 mil contratos distribuídos em 218 municípios. Além dos financiamentos a juro zero, subsidiado pelo Governo do Estado, o impacto na manutenção dos empregos também é destaque com quase 15 mil empregos preservados.

Para o diretor financeiro do BRDE, Eduardo Pinho Moreira, o programa fomentou milhares de empresas catarinenses. “Ajustamos nosso foco procurando viabilizar crédito, especialmente capital de giro para o pequeno empreendedor. Além dos juros subsidiados, temos prazo de carência e amortização que atendem a necessidade de quem busca o recurso. Esses investimentos foram fundamentais para a retomada da economia do Estado com a contratação de mais mão de obra, abertura de novos empregos e geração de renda”, explicou.

 

BRDE LABS – No setor de inovação, foram elevados limites por fundos em empresas inovadoras de 1,8% para 2.5%, além do desenvolvimento do programa de aceleração de startups, o BRDE Labs, com soluções para empresas âncoras. Cerca de quatro mil pessoas foram impactadas com o programa, por lives, mentorias e treinamentos. 

 

Banco do Agricultor Paranaense – Instrumento criado pelo Governo do Estado do Paraná para auxiliar produtores rurais, cooperativas e associações de produção, comercialização e reciclagem, e as agroindústrias familiares, além de projetos que utilizem fontes renováveis de geração de energia e programas destinados à irrigação. Em 2021, o valor contratado totalizou R$ 43,7 milhões, beneficiando 351 agricultores. “São linhas de financiamento destinadas ao desenvolvimento sustentável, inovação e tecnologia, a fim de melhorar a competitividade dos produtos do Paraná, por meio de subsídios, com a Fomento Paraná, Secretaria de Agricultura, cooperativas de crédito e o BRDE, com a finalidade de ajudar no crescimento de pequenos e médios agricultores” – explicou o diretor Administrativo, Luiz Carlos Borges da Silveira.

 

ODS – Em 2021, o BRDE aportou mais de R$ 1 bilhão em projetos que colaboram com os desafios do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 2, com a participação significativa de investimentos na infraestrutura de produção de alimentos, incluindo projetos das diversas cooperativas que são tradicionalmente clientes do Banco. E financiou R$ 684 milhões, o que representa 20% das operações diretas em 2021, para projetos que contribuíram para os desafios do ODS 12 – Produção e Consumo Sustentáveis: geração de energia por fonte renovável, saneamento, florestas comerciais, manejo e disposição de resíduos sólidos e uso ou reciclagem de resíduos.  

O diretor de Planejamento, Otomar Vivian, destaca a importância do banco ter implementado, em 2021, uma restruturação de sua matriz de programas e linhas de crédito, tornando a instituição ainda mais aderente à realidade global, aos critérios ESG e à Agenda 2030.  “Ao avançarmos nas parcerias com bancos internacionais, ampliamos o nosso compromisso com a sustentabilidade. Ao mesmo tempo, o BRDE teve um ano de forte atuação diante das demandas de cada setor neste período de retomada da economia, apoiando as pequenas empresas sem descuidar dos setores mais tradicionais da economia”, evidenciou o diretor.

 

BRDE Empreendedoras do Sul – Entre as novidades de 2021 está o programa BRDE Empreendedoras do Sul. Lançado no mês de março, com o objetivo de apoiar empresas que tenham mulheres no comando (ou com mínimo de 40% de sócias) e produtoras rurais. Agora sem limite de operação, o programa fechou o ano com a marca de  nos três estados do Sul, com R$ 96, 2 milhões em financiamentos.

Desde 2017, por meio de incentivos fiscais, o Banco é parceiro da Associação

Com um gol do melhor jogador do mundo, Ricardinho Alves, a Associação Gaúcha de Futsal para Cegos (Agafuc), que por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte recebe apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), sagrou-se tetracampeã da Supercopa do Brasil de Futebol de Cegos neste último sábado (26/03). A Agafuc venceu o Maestro/PR por 1 x 0. A Competição que foi disputada no CT Paralímpico Brasileiro, em São Paulo, e começou no dia 23 de março, reuniu os quatro melhores times do Brasil e a equipe gaúcha saiu invita da competição com três vitórias e um empate.

Para o técnico da Agafuc, Rafael Astrada, a conquista é fruto do trabalho sério e dedicação de todos os envolvidos: “Mais uma vez estamos mostrando que nosso trabalho dentro e fora da quadra é muito forte. Sempre somos o time a ser batido e o mais estudado em função da qualidade dos nossos jogadores, mas conseguimos, com muita garra e entrega, jogo a jogo e respeitando cada adversário. Nosso esforço é enorme para manter patrocinadores e tudo mais, mas o resultado está aí, mais uma vez, mais uma grande conquista para o RS! Agradecemos a todos os envolvidos, jogadores, comissão técnica e direção da Agafuc”, comemora Astrada.

Parceria BRDE e Agafuc

Desenvolvido pela Agafuc na cidade de Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre (RS), o projeto “Olhar no Presente, Visão de Futuro” tem como objetivo promover o esporte adaptado para deficientes visuais e incentivar a participação das modalidades esportivas como forma de inclusão. Por meio da Lei Federal de Incentivo ao Esporte, desde 2017, o BRDE apoia o projeto, cuja prática é fundamental para o aumento da autoestima, motivação, autonomia e independência dos atletas. Até o momento, foram repassados R$ 85,1 mil para a Associação. Inclusive, a parceria bem-sucedida entre o BRDE e a Agafuc foi renovada para o ano de 2022.