BRDE

Evento em Porto Alegre tem o apoio do BRDE

O 4º Encontro Regional de Consórcios Públicos reúne representantes de diferentes municípios gaúchos, ao longo desta quinta-feira (11/11), com a finalidade de debater a importância da união de prefeituras e demais órgãos públicos para encontrar soluções conjuntas para demandas comuns. Promovido pela Associação Gaúcha de Consórcios Públicos (AGCONP), ocorre na sede da Federação das Associações dos Municípios do RS (Famurs), em Porto Alegre.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é apoiador do encontro, que tem na pauta orientações sobre a terceirização no serviço público, as mudanças na legislação das licitações e a possibilidade de criança de uma frente parlamentar em âmbito estadual de apoio aos consórcios regionais. A AGCONP tem como presidente Cássio Nunes Soares, ex-prefeito de Pântano Grande.

O diretor de Planejamento do BRDE, Otomar Vivian, participou da abertura do encontro e destacou o papel estratégico dos consórcios para o desenvolvimento regional, ajudando inclusive na redução das desigualdades econômicos e sociais. “Muitos projetos deixariam de serem efetivados se casa município agisse de maneira isolada, mas a conjunção de esforços em busca de um desafio comum é uma grande saída e precisa ser estimulada”, disse ele.

Diretor: papel estratégico dos consórcios

O diretor aproveitou a presença de prefeitos e demais gestores para divulgar os programas do banco, entre eles o BRDE Municípios. O programa trabalha com três eixos principais de financiamento. Um deles é saneamento e mobilidade urbana, que envolve drenagem, tratamentos de resíduos sólidos e líquidos, pavimentação, iluminação pública, ciclovia.

O segundo eixo, que é o de infraestrutura social, urbana e rural, trata de projetos para construção ou reforma de escolas, postos de saúde, centros comunitários, melhorias em estradas vicinais, distritos industriais, infraestrutura turística. A outra vertente é a do desenvolvimento institucional, qualificação, modernização de processos e sistema.

Com o propósito de debater os desafios e entraves nos financiamentos a projetos de transição climática nas cidades, a diretora de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Leany Lemos, participou de um evento paralelo da 26ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP26). O fórum aconteceu na manhã nesta quinta-feira (11/11) e abordou o papel dos bancos públicos comprometidos com a implementação do acordo climático de Paris, celebrado ainda ao final de 2015 com metas de redução do aquecimento global.

Organizado pelo Fundo Mundial para o Desenvolvimento das Cidades (FMDV), Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e Banco Nacional de Desenvolvimento de Marrocos, o evento iniciou às 9h30min no horário de Glasgow, na Escócia, onde acontece a COP26 (6h30min horário no Brasil). Além da diretora de Operações do BRDE, o painel reuniu representantes de importantes instituições internacionais, como o Banco Mundial, Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) e KfW (Banco Alemão), entre outras organizações com ampla atuação na agenda do clima mundial.

Na sua manifestação, a diretora do BRDE elencou, em especial, a parceria com o Banco Mundial na estruturação do programa Sul Resiliente. O programa prevê um fundo de € 89,6 milhões para investimentos em municípios da região Sul. O objetivo é apoiar projetos de resiliência urbana por meio da construção ou atualização da infraestrutura existente com o objetivo de mitigar os impactos de desastres naturais e riscos relacionados ao clima, como inundações, inundações repentinas, deslizamentos de terra e outros processos de erosão. O evento ocorreu no pavilhão do Clube Internacional de Financiamento para Desenvolvimento (IDFC) na COP26. e Leany Lemos participou de modo on line.

Diretora destacou importância das parcerias internacionais

Ampliar a participação de instituições como o BRDE na estruturação de carteiras para projetos sustentáveis é considerado essencial para atingir as metas do Acordo de Paris. Estima-se que serão necessários US$ 90 bilhões até 2030 em   investimento em infraestrutura urbana para mitigar o aquecimento global a 2°C. Porém segundo a organização do evento. menos de 10% do financiamento climático internacional é atualmente alocado para investimentos locais. “Aí reside a importância da parceria das instituições de fomento subnacionais em atuar em parceria com os bancos internacionais, algo que estamos trabalhando de maneira muito determinada aqui no BRDE”, destacou Leany Lemos.

Baixo Carbono

Ainda na última terça-feira (9/11), Leany Lemos participou de outro evento na COP26 sobre mudanças climáticas. O seminário promovido pelo Banco Europeu de Investimento (BEI) tratou de investimentos em infraestrutura de baixo carbono, onde um dos destaques foi o projeto da prefeitura de Porto Alegre (RS) de instalação de placas fotovoltaicas em escolas da rede municipal. A iniciativa foi desenvolvida em parceria pelo BEI e com a BRDE e a CEEE. 

Em recente levantamento, o BRDE registrou no primeiro semestre deste ano 84,2% de suas operações diretas contratadas tiveram vinculação com ao menos um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), conjunto de metas estabelecidas pelas Nações Unidas a serem alcançadas até o final da década. Através de um projeto-piloto e pioneiro entre os bancos de fomento no Brasil, a análise envolveu um valor total de R$ 1,1 bilhão em financiamentos contratados nos três estados.  Mais recentemente, o banco promoveu uma nova matriz de seus programas de desenvolvimento, criando linhas de financiamento direcionadas a projetos de energias renováveis e de sustentabilidade social e ambiental. 

 

Iniciativa valoriza líderes que contribuem para o desenvolvimento do RS e conta com o apoio do BRDE

O Prêmio Líderes & Vencedores 2021 conheceu os ganhadores em suas seis categorias em cerimônia híbrida, realizada na noite desta terça-feira (9/11), no Teatro Dante Barone, em Porto Alegre. Iniciativa da Assembleia Legislativa e Federasul, a premiação busca valorizar projetos, empresas e líderes empreendedores que contribuem para o desenvolvimento do Rio Grande do Sul. Realizado desde 1995, o evento conta com o apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

A 27ª edição do Prêmio Líderes & Vencedores veio com uma inovação: houve apenas um vencedor por categoria, conhecido após a abertura de um envelope lacrado pelo critério do maior número de indicações recebidas pelas comissões julgadoras (na primeira fase da premiação, jornalistas de todo Estado presidentes das 172 entidades filiadas à Federasul fizeram as indicações). Coube ao diretor de Planejamento do BRDE, Otomar Vivian, fazer o anúncio entre os três finalistas do vencedor na Categoria Referência Educacional. Levou o troféu a ONG Coletivo Autônomo Morro da Cruz, da capital gaúcha.

“Trata-se de um reconhecimento muito especial. Esse prêmio tem um histórico em reconhecer empreendedores e empresas de diferentes tamanhos, mas igualmente lideranças políticas e de atuação social cuja liderança traga impacto ao desenvolvimento econômico e social ao nosso Estado”, destacou Vivian. Ele próprio vencedor do Líderes &Vencedores na edição de 1995, quando presidia o Instituto de Previdência do Estado (IPERGS), o diretor destaca que o reconhecimento deste ano traz um significado especial, pois enaltece o esforço de diferentes áreas na retomada após a crise da pandemia de Covid-19 e seus impactos na sociedade.

O evento híbrido foi transmitido pelas redes sociais das duas entidades promotoras e pela TV Assembleia, e contou com a participação do presidente da Assembleia, deputado Gabriel Souza, do presidente da Federasul, Anderson Trautman Cardoso, de lideranças empresarias e políticas, além de convidados dos finalistas dos finalistas da premiação. O troféu destacou as categorias Expressão Cultural, Destaque Comunitário, Referência Educacional, Sucesso Empresarial – Micro e Pequena Empresa, Sucesso Empresarial – Média e Grande Empresa e Mérito Político.

Após a aprovação de sua indicação por parte do Banco Central do Brasil, Eduardo Pinho Moreira assumiu, nesta sexta-feira (5), como diretor financeiro do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). A posse ocorreu na sede do BRDE, em Florianópolis, na presença de diretores, corpo técnico do banco e familiares.

O Diretor Presidente, Wilson Bley Lipski, deu as boas-vindas ao novo membro da diretoria e ressaltou o bom momento do BRDE. “Nossos números são referência nacional e ambicionamos muito mais. Contar com o Eduardo Pinho Moreira nesta caminhada será um apoio fundamental para tornar o BRDE o maior banco de desenvolvimento do país”, destacou Bley.

Durante o discurso de posse, Eduardo Pinho Moreira mencionou a relevância do novo desafio. “Agradeço o convite feito pelo governador Carlos Moisés e assumo este compromisso com muita responsabilidade e vontade de trabalhar para tornar o BRDE ainda mais presente no desenvolvimento de Santa Catarina”, disse. Natural de Laguna, no Sul do Estado, Pinho Moreira tem 72 anos. É médico cardiologista e tem uma trajetória política reconhecida. Foi prefeito de Criciúma/SC, Deputado Federal, Vice-Governador e Governador de Santa Catarina por dois mandatos.

Ele sucede o então diretor Vladimir Arthur Fey, que deixou a instituição, depois de quase dois anos. “Foi um tempo de muitos desafios e inúmeras conquistas. Um período em que tive o prazer de conhecer a história de um banco sólido, cuja equipe é capaz de provocar um impacto positivo na vida de Santa Catarina e do Sul do Brasil. Obrigado aos colegas diretores e toda equipe, que me ajudaram nesta construção. E desejo sucesso e muitas realizações ao diretor Eduardo Pinho Moreira que agora se integra a este grupo”, destacou Fey.

O vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito do BRDE, Marcelo Haendchen Dutra, agradeceu o empenho do ex-diretor financeiro, e deu as boas-vindas ao novo colega. “O diretor Vladimir foi um parceiro, compartilhando seu imenso conhecimento técnico e ajudando o BRDE a alcançar os resultados históricos que temos hoje. Agora, damos as boas-vindas ao Pinho Moreira, que é um nome que tem uma trajetória de trabalho em favor de Santa Catarina. Tenho certeza que ele deve nos ajudar a realizar ainda mais por este Estado que vive um momento áureo, graças ao trabalho e liderança do nosso governador Moisés”, disse.

BRDE – O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul é uma instituição financeira pública de fomento controlada pelos governos dos três estados da Região Sul. Foi fundado em 15 de junho de 1961. Possui agências em Curitiba, Florianópolis e Porto Alegre, atendendo as demandas de empreendedores nestas regiões. O BRDE tem 33 mil clientes ativos e está presente em 1087 municípios do Sul do Brasil.

Em cerimônia realizada nesta quinta-feira (28), em Rio do Sul, no Alto Vale do Itajaí, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) autorizou a contratação de financiamento na ordem de R$ 34,7 milhões – recursos que serão aplicados em investimentos no setor do agronegócio catarinense. O governador do estado, Carlos Moisés da Silva, e o diretor financeiro do BRDE, Vladimir Arthur Fey, participaram do ato de assinatura, acompanhados de autoridades políticas e empresariais da região.

“O Governo do Estado tem colaborado para que as regiões continuem investindo e gerando ainda mais emprego em Santa Catarina. Hoje, temos mais um exemplo em parceria com o BRDE, injetando recurso para tornar a economia de Santa Catarina ainda mais forte”, disse o governador.

A operação de crédito autorizada pela banco é destinada a ampliação de uma das unidades da  Cooperativa Regional Agropecuária Vale do Itajaí (Cravil), localizada em Trombudo Central. Os recursos vão contemplar obras de  infraestrutura civil e instalação de equipamentos para aumento da capacidade de recebimento, secagem e armazenagem de grãos, especialmente soja e milho, além da construção de galpãos para armazenagem de insumos agropecuários fornecidos aos cooperados.

“Com o projeto a cooperativa vai aumentar o volume de grãos recebidos da região e melhorar o atendimento aos produtores, que atualmente precisam levar a produção para locais mais distantes e enfrentar filas nas épocas de pico de colheita”, ressalta o presidente da Cravil, Harry Dorow.

Números comprovam apoio ao Agro

O BRDE encerrou o primeiro semestre de 2021 com 1.393 contratos assinados, dos quais 823 ligados ao agronegócio nos três estados em que a instituição atua: Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. “São milhares de clientes, desde o pequeno produtor rural catarinense até as grandes empresas atendidos por diversos programas do banco”, destaca o  vice-presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito do BRDE, Marcelo Haendchen Dutra.

Nos últimos três anos, a agência de Santa Catarina alcançou a marca de R$ 2,54 bilhões em contratações nos mais variados segmentos do estado. “Neste mesmo período, só para o agronegócio catarinense liberamos  o valor de R$ 588 milhões. Uma parceria que fortalece a missão do banco no desenvolvimento das regiões”, comemora o diretor financeiro, Vladimir Arthur Fey.

Cravil – A cooperativa atualmente conta com 4 mil associados e estrutura em mais de 40 municípios. São 55 unidades, 37 lojas agrícolas e supermercados e 17 unidades de recebimento e beneficiamento de cereais e leite. A unidade de beneficiamento de sementes Cravil, situada em Rio do Sul, é a maior produtora de sementes de arroz para o sistema pré-germinado do Brasil, com uma produção anual em torno de 100 mil sacos.

Paranaense ocupava os cargos de vice-presidente e diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul e presidirá a instituição até fevereiro de 2023. Sua gestão será marcada pela aproximação do banco com a sociedade, com políticas públicas voltadas às demandas de empreendedores do campo ou da cidade e dos municípios.

O paranaense Wilson Bley Lipski assumiu nesta quarta-feira (3) a presidência do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). Até então ele ocupava os cargos de vice-presidente e diretor de Operações da instituição. O banco atua nos três estados do Sul – Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul – e no Mato Grosso do Sul.

A meta do novo presidente é tornar o BRDE o maior banco de desenvolvimento regional do Brasil. Para ele, este é um caminho possível após os resultados obtidos pelo banco desde 2019, quando Bley e sua equipe assumiram a diretoria no Paraná. Hoje, a carteira tem 32 mil clientes em 1.285 municípios, fazendo do BRDE a 4ª maior instituição entre os bancos de desenvolvimento e agências de fomento no Brasil em ativos e a 2ª maior em ativos, considerando apenas bancos de desenvolvimento puro no Brasil.

Além disso, é a instituição que menos possui inadimplência, de 0,32% nos últimos 90 dias.

Os números, considerados importantes para o banco, são resultados de novos programas adotados pelo BRDE. “Lançamos programas como Jovem Empreendedor e Mulheres Empreendedoras, que mostram uma ação inovadora do BRDE. Somos um banco e não podemos ficar numa trajetória de menos riscos”, declarou Bley.

Para continuar sendo um banco de desenvolvimento diferenciado, afirma Bley, a aproximação com a sociedade deve ser um pilar. “Nossa gestão será marcada pela aproximação da instituição com a sociedade, atuando com políticas públicas voltadas às demandas de empreendedores do campo ou da cidade, pequenos ou grandes e, principalmente, dos municípios. Vamos transformar o BRDE na maior instituição de fomento e desenvolvimento regional do Brasil”, declarou.

Para isso, o banco toma alguns direcionamentos, como a procura por novos fundings. “Vamos sair ao mercado para captar recursos, entregando dinheiro com longo prazo e condições razoáveis de juros. Há cinco anos, 99,3% dos recursos eram do BNDES. Diversificamos e agora a dependência é de 55%”, disse.

Para construção e desenvolvimento do Paraná, Bley completa que o objetivo é aumentar a carteira de crédito aos municípios dentro da visão de geração de emprego e renda. “O BRDE amplia sua carteira de projetos para se aproximar cada vez mais da sociedade, atendendo a uma premissa desenhada pelo governador Carlos Massa Ratinho Junior já no começo da gestão”, pontuou.

CONTRATAÇÕES
De acordo com o BRDE, as contratações em 2021 devem bater na casa dos R$ 3,5 bilhões. Em 2020, foram R$ 3,3 bilhões. Desse total, R$ 1,5 bilhão foi em aprovações no Paraná, valor que indica a aceleração da retomada econômica estadual.

60 ANOS
O banco completou 60 anos em 2021. Criado em 1961 com o desafio inicial de propiciar ganhos de produtividade para uma economia regional à época majoritariamente agrícola, o BRDE nasceu da necessidade de atrair para os estados do Sul melhores fatias das linhas de crédito federal, por muitos anos fonte majoritária de funding.

Segundo Bley, o desafio agora passa a ser os próximos 60. “Administramos esse banco com muita responsabilidade, com conselhos e auditorias de três tribunais de contas e também do Banco Central. Captamos recursos de fornecedores tradicionais como o BNDES, mas aprendemos a buscar de outras fontes. Por exemplo, estamos hoje, em curso, com oito empréstimos internacionais”, arrematou.

Ciclo de palestras promovido pelo banco terá sua 4ª edição nesta quinta-feira

Cuidar do meio ambiente, promover impacto social e adotar modelos corporativos éticos estão se constituindo, de maneira crescente nos últimos tempos, em fatores que impactam no desempenho das empresas.  Uma maneira das organizações serem reconhecidas por adotar estas práticas é medida através da sigla ESG (do termo em inglês Environmental, Social and Governance), que significa Governança Ambiental, Social e Corporativa.

O tema será pauta da próxima edição do BRDE Cenários, que acontece nesta quinta-feira (28/10), com a participação da especialista em Sustentabilidade/ESG, Vanessa Pinsky. Com mais de 20 anos de experiência profissional nesta área, ela vai realizar a palestra cujo tema é “Agenda ESG e o Papel dos Bancos de Desenvolvimento no Brasil”.

A palestra iniciará às 14 horas, com transmissão pelo canal de Youtube do banco.  Promovido pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o ciclo de palestras chega a sua quarta edição e tem por finalidade abordar temas sobre a conjunta econômica e fiscal do país, tendências de mercado e o papel das instituições de fomento. O evento é aberto ao público e não exige prévia inscrição.

A sigla ESG acabou assumindo a condição de um selo que pode atestar o nível de compromisso de empresas com essas iniciativas, assim como servir de orientação para investimentos. Segundo a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais), em 2020 havia cerca de R$ 700 milhões em fundos ESG, quase três vezes mais que no ano anterior.

Para a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, além de sua atualidade e importância para as empresas, a pauta do evento instiga uma reflexão interna no banco em termos de análise dos projetos de financiamento. “Como instituição cuja missão é apoiar o desenvolvimento econômico e social, cabe ao banco orientar-se por essa agenda. Estamos neste caminho, incorporando uma governança com base em uma conduta ética e de respeito à diversidade, além de oferecer crédito a projetos alinhados com a pauta ambiental e social”, destacou a presidente.

Em busca do apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) por meio de leis de incentivo fiscal no exercício de 2021, ao todo 427 entidades concluíram o cadastramento dos seus projetos. Do total de inscrições, mais da metade (52%) das propostas está concentrada nos repasses previstos na Lei de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet) e na sequência, com 81 projetos, aparece os candidatos ao apoio do banco via Lei do Esporte.

Concluído o período de inscrições, as comissões internas das Agências de Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Curitiba (PR) iniciaram as análises dos projetos que tiveram o credenciamento concluído. Este trabalho tem término previsto para o dia 19 de novembro, quando já serão conhecidos também os valores que o BRDE irá disponibilizar neste ano para repassar às entidades selecionadas.

O edital para seleção pública foi lançado em 17 de junho, durante as comemorações dos 60 anos de atuação do BRDE na região Sul do país. As inscrições fecharam no último dia 15 deste mês. No ano passado, foram selecionados 106 projetos, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Os projetos selecionados terão os recursos disponibilizados até o dia 28 de dezembro deste ano.

A inciativa do banco constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos nos três estados do Sul. Desde 2015, o BRDE já disponibilizou mais de R$ 23,7 milhões para instituições da região.

Ao lado de importantes instituições de fomento do país, a diretora-presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Leany Lemos, é convidada da Sessão de Debates Temáticos que o Senado Federal promove nesta segunda-feira (18/10). O evento iniciará às 15 horas e vai abordar o Sistema Nacional de Fomento (SNF), em especial as ações adotadas durante a crise da Covid-19 e a importância das medidas a serem tomadas para a recuperação da economia do país com o fim da pandemia.

Os debates incluem, também, o nível de alinhamento dos bancos de fomento com as metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU). No primeiro semestre deste ano, o BRDE alcançou a marca de 84,2% de suas operações diretas contratadas no período vinculadas ao menos a um dos ODS.

Participam também do encontro o presidente da Associação Brasileira De Desenvolvimento (ABDE) e do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). Sergio Gusmão Suchodolski; presidente do Banco da Amazônia,  Valdecir Tose; da presidente da Agência de Fomento do Rio Grande do Norte (AGN), Márcia Maia; do presidente do Banco de Brasília, Paulo Henrique Costa; e do diretor de Operações da Agência de Fomento da Bahia (Desenbahia), Paulo Costa.

A sessão foi requerida pela senadora Leila Barros (DF) e será transmitida pelo canal do Youtube da TV Senado

Crédito para empreendedoras: programa do BRDE já ultrapassa R$ 106 milhões

Lançado há seis meses pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o programa de crédito especifico para mulheres empreendedoras já superou a marca de R$ 106 milhões de operações aprovadas neste período. Neste período, o banco já liberou 430 pedidos de financiamento nos três estados do Sul, beneficiando empresas de todos os portes.

“O resultado demonstra que as mulheres são participantes ativas da comunidade de negócios e oferecem relevante contribuição para o desenvolvimento da região. O programa traz impactos econômicos e sociais, reduz a desigualdade no acesso ao crédito, uma meta dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Apoiar o empreendedorismo das mulheres significa inserção social, mais riqueza e renda para o Sul.”, comemora a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, ela própria a primeira mulher a assumir o cargo em 60 anos da instituição.

Com o objetivo de apoiar empresas que tenham mulheres no comando (ou com mínimo de 40% de sócias) e produtoras rurais, o BRDE Empreendedoras do Sul oferece financiamento para investimentos fixos e capital de giro.

Além de criar um produto de credito específico para as mulheres, internamente o banco também vem atuando de maneira objetiva em favor da diversidade na sua governança. Há poucos dias, o BRDE tornou-se o primeiro banco de fomento do país a receber o selo Women On Board, conferido a companhias com no mínimo duas mulheres com assento no Conselho de Administração. Pouco mais de 60 empresas do Brasil têm esse reconhecimento por estimular o aumento de participação das mulheres em cargos de liderança e conselhos. A instituição reúne três mulheres no seu Conselho de Administração, elas que respondem por mais de 30% dos postos de liderança no banco.