BRDE

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) promoveu, nesta sexta-feira (12), rodadas de negócios na Comunidade dos Municípios da Região de Campo Mourão (Comcam) e na Sala do Empreendedor de Araruna.
Prefeitos da região, empresários, microempresários e vereadores participaram dos encontros. A iniciativa é realizada em parceria com a Fomento Paraná e faz parte de uma política de aproximação das instituições com os municípios, visando promover o desenvolvimento em todas as regiões do Paraná.
Durante os encontros, o diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski, apresentou as linhas de financiamento do banco voltadas a municípios e empresas. Técnicos estiveram presentes para tirar dúvidas e atender individualmente os potenciais clientes.
“A região de Campo Mourão está entre as mais importantes do Paraná. Nosso objetivo é ser um grande aliado dos interesses municipais e empresariais da região, disponibilizando crédito para torná-la ainda mais forte”, disse Wilson Bley.
As rodadas de negócios já aconteceram nas regiões do Médio Paranapanema e Vale do Ivaí. Próximos encontros estão previstos para acontecer em Francisco Beltrão e Pato Branco, ainda em julho.

BRDE e ANCINE tornam pública a relação de projetos habilitados na Chamada Pública BRDE/FSA – Fluxo Contínuo Produção para Televisão 2018 – MODALIDADE A.
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O diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski, participou nesta quinta-feira (04) da confirmação do financiamento de R$ 15 milhões à cidade de Colombo, localizada na Região Metropolitana de Curitiba.
O encontro aconteceu no Palácio Iguaçu e contou com a presença do governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Júnior, do vice-governador Darci Piana, da prefeita Beti Pavin, do secretário de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas, João Carlos Ortega, e lideranças da região.
Os recursos, provenientes do Avançar Cidades, serão utilizados na revitalização de duas vias do município: a Avenida Abel Scuissiato, que está entre as mais importantes da cidade, e a Rua do Carvalho, que fica no bairro São Dimas.
“São vias estratégicas para a cidade e as obras vão melhorar o fluxo de veículos, a mobilidade e segurança para os moradores, já que ambas as vias terão iluminação, além do ganho imobiliário”, disse o governador do Paraná.
As obras na Abel Scuissiato terão 4,5 quilômetros de extensão. “A via liga Colombo a Pinhais e beneficiará empresas e moradores de vários bairros. Nela, serão investidos R$ 14 milhões”, explicou Beti Pavin.
Este não é o primeiro financiamento do BRDE para o município. Em 2016, o banco financiou, no valor de R$ 11 milhões, outro projeto de revitalização de vias, que incluía obras de terraplanagem, meio-fio, tapa-buracos, drenagem e sinalização.

Nesta quinta-feira (04), o Palácio Iguaçu, sede do Governo do Paraná, recebeu a reunião mensal de diretoria da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar). Os diretores do BRDE Wilson Bley Lipski (Operações) e Luiz Carlos Borges da Silveira (Administrativo) participaram do encontro.
A iniciativa, que contou com a presença do governador Carlos Massa Ratinho Júnior, tem como objetivo mostrar às instituições do Governo do Paraná o que as cooperativas paranaenses representam para a economia do Estado. Atualmente, mais de 100 mil pessoas trabalham com carteira assinada em cooperativas do Paraná.
Durante o encontro, também foram apresentados dados que demonstram a evolução do cooperativismo, como o aumento das receitas, capacidade de armazenagem, exportações e números de cooperados.
“O BRDE tem sido um importante agente de fomento das cooperativas desde a década de 60, em especial no repasse de recursos do BNDES para investimento nas áreas agroindustriais”, disse o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Nesta sexta-feira (28) o diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Wilson Bley Lipski, esteve reunido com as Associações dos Municípios do Médio Paranapanema (Amepar) e do Vale do Ivaí (Amuvi).
A iniciativa, em parceria com a Fomento Paraná, faz parte de uma política de aproximação aos municípios, promovendo o desenvolvimento em todas as regiões do estado do Paraná.
Na Amepar, Wilson Bley apresentou as linhas de financiamento do BRDE voltadas às cidades e empresas. A região do Médio Paranapanema se destaca pela força no setor de serviços e agropecuária, além de concentrar o segundo maior polo moveleiro do país, em Arapongas.
Na Amuvi, o diretor de Operações participou de uma rodada de negócios com prefeitos, técnicos e empresários. O objetivo é atender as demandas de crédito da região do Vale do Ivaí, que tem Apucarana como principal cidade.
Nos próximos meses, o BRDE deve se reunir com outras associações para manter essa política de estreitamento e seguir como apoiador dos interesses dos municípios do Paraná.

Na última quinta-feira (27) o diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Wilson Bley Lipski, recebeu um troféu de agradecimento pelo apoio do Banco ao evento Smart City Expo Curitiba 2019. O reconhecimento foi entregue pelo diretor de Novos Negócios do iCities, Beto Marcelino.
O evento acontece anualmente em Curitiba e reúne especialistas, empresas inovadoras e representantes públicos para debater o desenvolvimento inteligente das cidades.
O Smart City reuniu 6000 visitantes em 2019 e contou com mais de 70 palestrantes. O evento também acontece em outros países da América, Ásia e Europa.

Nesta terça-feira (25), o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) recebeu uma homenagem do Hospital de Clínicas de Curitiba pelo seu apoio ao projeto “Estenose Aórtica no Idoso: oferecendo uma chance de tratamento para uma velhice digna”. O Banco investiu R$ 150 mil na iniciativa em 2017, via Fundo Municipal do Idoso. O certificado de agradecimento foi entregue ao diretor Administrativo Luiz Carlos Borges da Silveira.
O projeto captou recursos durante três anos para comprar próteses valvulares, que são implantadas em idosos portadores de estenose aórtica degenerativa. A doença consiste em um acúmulo de cálcio na válvula aórtica, tornando-a espessa e aumentando o risco de ataque cardíaco, acidente vascular cerebral e morte.
Antes da iniciativa do HC, estes pacientes só podiam ser tratados com a cirurgia de troca valvar, que é considerada de alto risco em pessoas com idades mais avançadas. Com as próteses, os idosos têm uma alternativa de tratamento menos invasiva e sem anestesia geral, além de ter um pós-operatório sem dor e altas em 48 a 72 horas.
O Hospital de Clínicas é o maior hospital público do Paraná e adquiriu 11 próteses com os recursos do BRDE e de outras empresas parceiras. O valor de cada uma delas varia entre R$ 70 mil e R$ 90 mil. Até o momento, seis próteses já foram implantadas com sucesso e a lista de espera já conta com dez pacientes.
A doutora cardiologista Deborah Nercolini é quem executa o projeto. “Algumas famílias não entendem os benefícios deste tratamento e ficam com receio de implantar a prótese. Hoje o idoso pode não ter sintomas aparentes, mas a estenose aórtica é uma doença degenerativa e, lá na frente, o paciente pode piorar e não haver mais próteses disponíveis”, disse Deborah.
O diretor Administrativo do BRDE, Luiz Carlos Borges da Silveira, que foi ministro da Saúde entre 1987 e 89, destacou a importância da parceria: “Esta sociedade entre empresas e hospitais ainda engatinha no Brasil. Em outros países, ela é mais comum. Como a tecnologia avançou, os custos aumentaram, tornando essa atuação em conjunto muito importante para a saúde pública”, afirmou.
Também participou do evento a assessora de diretoria Edna Maria. O agradecimento aconteceu no prédio principal do Complexo Hospital de Clínicas.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Coordenadoria da Defesa Civil do Estado do Paraná estão fazendo uma série de reuniões para identificar os municípios paranaenses que são mais afetados por desastres naturais.
O diretor de Planejamento e Financeiro do BRDE, Luiz Corrêa Noronha, e o superintendente da Agência Paraná do BRDE, Paulo Starke, foram à sede da Defesa Civil do Paraná nesta sexta feira (21) e conheceram o sistema de mapeamento de catástrofes naturais da instituição.
Os dados obtidos vão auxiliar o banco a encontrar projetos com possibilidade de serem apoiados pela linha de financiamento Sul Resiliente, que está em fase de implantação. O objetivo é tornar as cidades da Região Sul do Brasil prevenidas para estes desastres, minimizando o impacto humano, ambiental e econômico.
“Os municípios brasileiros carecem de recursos para fazer frente a esses problemas, em especial aqueles com população abaixo de 100.000 habitantes, que não conseguem acessar as fontes externas. O BRDE oferece crédito e assistência técnica a essas cidades para que a população, seja rural ou urbana, tenha melhor qualidade de vida”, disse Luiz Noronha.
O estudo da Defesa Civil reúne números de ocorrências, desabrigados, desalojados e o volume de assistência enviada aos municípios. Somente nos últimos sete anos, 272 cidades paranaenses foram afetadas por algum tipo de desastre causado pela natureza.
O BRDE terá o recurso de US$ 125 milhões, oriundos do Banco Mundial, para investir em projetos que que solucionem os problemas ou tornem as cidades mais resistentes a estas ameaças. A expectativa é que a linha Sul Resiliente já esteja sendo operada no primeiro semestre de 2020.
“Esta nova linha de crédito será incluída no BRDE Municípios, que oferece linhas de financiamento para saneamento, infraestrutura e mobilidade. Desde sua criação, o programa já financiou mais de meio bilhão de reais”, disse Wilson Bley Lipski, diretor de Operações do BRDE.

Vários órgãos do Governo do Estado se reuniram nesta quarta-feira (12) para iniciar as discussões de parceria voltada à geração de emprego e renda no Paraná. As conversas aconteceram na agência paranaense do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).
“O objetivo é criar um programa de desenvolvimento que invista em municípios com baixo IDH, que impacte na economia local e introduza novas tecnologias às empresas e ao campo”, disse o diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski.
A proposta consiste em uma linha de financiamento, com recursos do BRDE e da Fomento Paraná, que apoie a inovação e sustentabilidade na agricultura e o desenvolvimento tecnológico em micro, pequenas e médias empresas inovadoras. O setor turístico e as cooperativas também podem ser fomentados.
“A ideia traz muitas vantagens ao desenvolvimento do Paraná e vem ao encontro do planejamento para a área da agricultura. Nosso próximo desafio é transformar esta ideia em algo prático”, disse Norberto Ortigara, secretário da Agricultura e Abastecimento do Paraná.
A iniciativa será desenvolvida em conjunto e cada órgão deve ser responsável por uma área do projeto. O secretário de Estado do Planejamento e Projetos Estruturantes, Valdemar Bernardo Jorge, é quem vai liderar o processo, discutindo as melhores maneiras de pôr a ideia em prática.
O secretário de Estado da Fazenda, Renê Garcia Júnior, também participou e apresentou dados da longevidade das empresas no Paraná. Um dos objetivos da proposta que está sendo discutida é consolidar no mercado os empreendimentos que serão apoiados, resultando em um maior tempo de vida. Os detalhes técnicos desta parceria devem ser ajustados na próxima terça-feira (18), em outra reunião na Agência Paraná do BRDE.
PRESENÇAS – Participaram da reunião o diretor Administrativo do BRDE, Luiz Carlos Borges da Silveira; o diretor-presidente da Agência Paraná de Desenvolvimento, José Eduardo Bekin; o diretor-presidente do Instituto Emater, Natalino de Souza, e técnicos e representantes do BRDE, Fomento Paraná, Secretaria da Justiça, Trabalho e Direitos Humanos e Casa Civil.

BRDE e ANCINE tornam pública a ata de seleção final das propostas da Chamada Pública BRDE/FSA Concurso Produção para Cinema 2018 – Coprodução Portugal-Brasil.

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