BRDE

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) formalizou nesta sexta-feira (03) investimentos que vão ampliar a capacidade de beneficiamento e armazenagem de arroz em duas importantes cooperativas do Estado: Coperja e Copersulca. Além de ampliar estruturas fabris nas cidades de Turvo e Jacinto Machado os investimentos vão possibilitar melhorias em unidades instaladas em cidades gaúchas, onde as cooperativas catarinenses possuem negócios.

As operações foram assinadas pelos representantes da Coperja e Copersulca e o Diretor Financeiro do BRDE, Eduardo Pinho Moreira.

“São obras importantes que atuam em três frentes estratégicas: ajudam regular os preços pagos ao produtor; melhoram a produtividade e competitividade das nossas cooperativas; e por fim, garantem segurança alimentar ao consumidor”, resume Moreira.

No caso da Coperja, são R$ 8,9 milhões que vão ser investidos em Jacinto Machado. A capacidade de armazenagem da unidade Araçá vai ser ampliada em 29 mil toneladas. Outros R$ 13,9 milhões serão investidos na ampliação da capacidade de produção de arroz branco e parboilizado na unidade de Santo Antônio da Patrulha (RS).

Já a Copersulca vai destinar R$ 2,3 milhões para ampliar a capacidade de produção na linha de arroz parboilizado em Turvo, permitindo beneficiar mais 20 mil fardos/mês. Outros R$ 17,1 milhões vão ser destinados para a unidade de Torres (RS). A intenção é ampliar a capacidade de produção de arroz branco, além de aumentar a estrutura de armazenamento das atuais 25 mil para 40 mil toneladas.

Projeto da Associação  Vila Flores conta com o apoio via Lei de Incentivo à Cultura

Como uma alternativa de democratizar o acesso à cultura, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) apoia o projeto Vila Flores – Programação Anual. Desenvolvido pela Associação Cultural Vila Flores (ACVF), localizada no bairro Floresta, em Porto Alegre (RS), o projeto tem como objetivo promover apresentações artísticas, atividades formativas, residências, exposições e abrir espaço para diversas manifestações artísticas produzidas na cidade, permitindo o acesso à cultura através da realização das atividades de forma gratuita.

A iniciativa recebeu apoio financeiro do BRDE pela Lei de Incentivo à Cultura nos anos de 2019 e 2020, o valor repassado soma R$ 50 mil. Segundo a presidente da Associação, a gestora cultural Antonia Wallig, os valores foram investidos na remuneração da equipe gestora do projeto, artistas e grupos convidados, arte educadores, profissionais técnicos e serviços necessários para execução das atividades. O Vila Flores se configura como um centro cultural, de inovação e núcleo de práticas de empreendedorismo colaborativo, que abriga espaços de trabalho de artistas e coletivos criativo, locais para apresentações, exposições, espetáculos e atividades educativas. O espaço é reconhecido nacionalmente e internacionalmente como uma importante iniciativa de acesso à cultura e preservação do patrimônio histórico imaterial e arquitetônico.

Desafio durante a pandemia de incluir através da cultura
Fotos: Caroline Jacobi

De acordo com a presidente da ACVF, as atividades do projeto no ano de 2021, mobilizaram um público aproximado de 2.000 pessoas, entre atividades presenciais e online que contaram com tradução em Libras, para promover acessibilidade a todos os públicos. Ainda segundo a presidente, o apoio financeiro do BRDE foi essencial para a realização do projeto, que através das atividades propostas gerou mais de 30 empregos diretos para a classe artística de Porto Alegre. “Proporcionou que o público pudesse voltar a participar de atividades culturais de forma acessível e cuidadosa com todos os protocolos relacionados pandemia”, explica Antonia Wallig.

Os desafios da pandemia e da inclusão social

Para a gestora cultural, a importância do projeto, principalmente no que se refere à inclusão social por meio da cultura, está atrelada a programação cultural de continuidade. ”Tem a potencialidade de promover a relação das diversas linguagens artísticas entre si e com a cidade, buscando compreender a arte como mediadora de processos de transformação urbana, afirmação da diversidade e de  inclusão social e cultural”, comenta.

Antonia Wallig conta que, após o período de isolamento social intenso imposto pela pandemia, foi muito importante poder retomar a produção de atividades culturais em formato híbrido, com público controlado e transmissão online. “Sentimos que os artistas estavam com muita urgência de voltar para a cena cultural e colocar seus trabalhos na rua, e que os momentos de troca direta com o público serão sempre insubstituíveis. As visitas guiadas e atividades formativas focaram na inclusão social de crianças, jovens e adultos de comunidades socioeconomicamente vulnerabilizadas, contribuindo para a melhora da qualidade de vida e a noção de pertencimento sociocultural desse público”, explica.

Projeto promove relação das diversas linguagens artísticas entre si e com a cidade

Segundo a presidente da ACVF, todas as atividades do projeto por conta da pandemia foram readequadas. “Optou-se por oferecer as visitas guiadas e atividades formativas para pequenos grupos (entre 7 e 10 pessoas), a fim de garantir o distanciamento social dos alunos e garantir a prevenção da Covid-19. As atividades priorizaram o uso dos espaços abertos do Vila Flores, com ampla ventilação, disponibilidade de álcool em gel e uso de máscaras por todos envolvidos”, explica.  “A experiência foi superpositiva e nos inspirou a seguir em formato híbrido, entendendo que com cuidado, informação e segurança é possível retomar gradualmente as atividades e garantir todos protocolos necessários ao combate da Covid-19”, enfatiza a gestora cultural.

Apesar da pandemia, segundo Antonia Wallig, o projeto do Vila Flores teve uma programação intensa no ano 2021, promovendo uma série de atividades culturais voltadas para formação e fruição artística. A presidente da Associação conta que foram realizadas duas apresentações de teatro de rua no Pátio Interno do Vila Flores; dois shows musicais, com intuito de fomentar a produção artística; quatro visitas guiadas ao complexo cultural Vila Flores para pequenas turmas de escolas e universidades públicas; e ainda três atividades formativas de artes visuais gratuitas ligadas à produção artística visual e contemporânea. Além de uma oficina de teatro e montagem de performance com apresentação pública  e uma  residência artística e exposição de artes visuais, para as quais  foi realizada a chamada aberta para artistas de Porto Alegre, que contou com 25 inscrições.

 Incentivos Fiscais

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

 

O Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses 2021 celebrou a união entre o Sistema Ocepar e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE)

Na manhã desta sexta-feira (03) aconteceu o Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses 2021, evento que celebrou a união entre a Organização das Cooperativas do Paraná (Sistema Ocepar) e o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). Estiveram reunidos no Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões, em Curitiba, o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken, o diretor-presidente do BRDE, Wilson Bley Lipski, o vice-governador do Paraná, Darci Piana, e outras autoridades do mundo cooperativista.

O encontro, que teve como foco a celebração dos 60 anos do BRDE e dos 50 anos do Sistema Ocepar, também foi transmitido ao vivo pelo canal do BRDE no YouTube e pela TV Paraná Turismo.

No ano de fundação da Ocepar, em 1971, havia 60 mil cooperados no Paraná. Hoje, são aproximadamente 2,4 milhões. Ricken ressaltou a importância da união das cooperativas com o BRDE para transformar o Paraná na 5ª maior economia do País.

“Não tem como imaginar o Paraná sem as cooperativas. Mesmo com todas as dificuldades, estamos sempre criando oportunidades, porque o cooperativismo mantém suas estratégias de desenvolvimento. Onde há cooperativas, há empresas e renda”, destacou.

Wilson Bley classificou o BRDE como a casa dos cooperativistas do Paraná. “Como paranaense, me orgulho muito de viver num Estado que tem esse sistema de cooperativismo. Os cooperados contribuem com a maior transformação possível: a social. A nossa parceria é missão do banco. Projetamos ainda mais 50, 60, 110 anos de sucesso”, afirmou.

A cooperação entre Sistema Ocepar e BRDE originou muitos frutos ao longo da história. Hoje, 217 cooperativas compõem o sistema, gerando 117.900 empregos diretos e faturando mais de R$ 100 bilhões por ano.

“As cooperativas organizam insumos, logística, crédito. Onde estaríamos hoje com a nossa agricultura se não fossem as cooperativas?”, questionou Darci Piana.

O vice-governador ressaltou os benefícios trazidos pelos recursos do BRDE e destacou a importância de um governo que garanta um panorama propício para o desenvolvimento dessas parcerias.

“As cooperativas aproveitam muito esses recursos, e nos orgulha falar de um banco que tem seguido sua missão. A soma dos dois juntos é motivo de orgulho, e resta ao Governo do Estado fazer sua parte de dar suporte. Não ficaremos para trás nisso”, disse.

PRÊMIO OCEPAR

Honraria instituída pelo Sindicato e Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar) há 44 anos, o Troféu Ocepar de 2021 foi entregue nesta sexta ao diretor-presidente do BRDE, Wilson Bley, que representou o banco, principal instrumento de apoio financeiro das cooperativas e do agronegócio no Paraná ao longo de toda essa história.

Criado dia 15 de junho de 1961 pelos governadores do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o BRDE nasceu para desenvolver econômica e socialmente a região. Desde então, atuando dentro das linhas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), vem apoiando de forma expressiva o setor produtivo dos três estados. A união duradoura deu origem ao tema do Encontro Estadual dos Cooperativistas Paranaenses deste ano: BRDE 60 Anos, Sistema Ocepar 50 Anos – Juntos, construindo a história.

Ao receber a honraria, Wilson Bley, acompanhado pelo diretor administrativo do banco, Luiz Carlos Borges da Silveira, agradeceu e dedicou a conquista aos funcionários do BRDE. “Quero deixar meu agradecimento a cada um que contribui com a construção do BRDE. Foi com a força de cada um que nós construímos essa grande instituição que dá apoio às cooperativas”, disse. Por fim, reafirmou o compromisso da instituição de trabalhar para trazer emprego e renda, com políticas públicas que garantam as mesmas oportunidades a todos.

Também foi agraciado com o Troféu Ocepar o cooperativista Frans Borg. Holandês de nascimento, imigrou com a família para Castro quando tinha 2 anos de idade. Fez seus primeiros estudos em Castro e formou-se em Agronomia em 1974. No ano seguinte, tornou-se o primeiro engenheiro agrônomo da Colônia Castrolanda, cooperativa que presidiu por 24 anos, de 1996 a 2019. Hoje, o cooperativista é conhecido como o homem que revolucionou Castrolanda, com seu trabalho para construir uma sociedade mais justa.

Em seu discurso, o homenageado agradeceu a família e as oportunidades que recebeu, destacando a importância da educação em sua vida. “Tenho muita gratidão por ter cursado uma faculdade, especialmente considerando que apenas 8% da população mundial têm acesso às universidades. Então, se ganhei oportunidades como essa, também tenho que contribuir para a sociedade”, afirmou.

COOPERATIVISMO

Em vídeo gravado especialmente para o Encontro Estadual de Cooperativistas Paranaenses, Bruno Laskowsky, diretor de Crédito Indireto para Micros, Pequenas e Médias Empresas e Cooperativas do BNDES, destacou o Paraná como exemplo de modelo cooperativo. Segundo ele, o cooperativismo é um caminho promissor para o desenvolvimento social.

“Temos um desafio em relação à produtividade da economia e também à desigualdade de renda, e incentivar a produtividade através do elemento das cooperativas é um dos caminhos para melhorar a competitividade da economia brasileira e também a desigualdade social”, disse.

O diretor destacou o esforço de todos frente às demandas econômicas que a pandemia gerou e fez algumas apostas para o futuro. “A parceria entre público e privado é fundamental para o desenvolvimento do País e todos os mecanismos desenvolvidos durante a pandemia vieram para ficar. Além disso, acreditamos muito no mercado de carbono, no desenvolvimento sustentável. Queremos uma atuação conjunta do BNDES, do BRDE e da Ocepar: juntando crédito com a preocupação socioambiental, teremos um país mais forte para competir internacionalmente”, completou.

PRESENÇAS

Também participaram do evento e pontuaram a importância do cooperativismo e da união entre o Sistema Ocepar e o BRDE o atual presidente do Sistema OCB, Organização das Cooperativas Brasileiras, Márcio Lopes de Freitas, e Eduardo Giannetti, que conduziu a palestra “O Brasil e o Mundo Pós-Pandemia”.

O Codesul é a mais alta instância diretiva no organograma do BRDE, que atua nos três estados do Sul – Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Como boas-vindas, o governador Ratinho Junior destacou a importância do banco para a economia dos estados.

O governador Carlos Massa Ratinho Junior recebeu nesta terça-feira (30), no Palácio Iguaçu, os governadores Eduardo Leite (Rio Grande do Sul), Carlos Moisés (Santa Catarina) e Reinaldo Azambuja (Mato Grosso do Sul) para o último encontro do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul) em 2021. Na abertura do encontro, a nova diretoria do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) foi apresentada oficialmente, com o paranaense Wilson Bley Lipski como presidente.

O Codesul é a mais alta instância diretiva no organograma do BRDE, que atua nos três estados do Sul – Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Como boas-vindas, o governador Ratinho Junior destacou a importância do banco para a economia dos estados.

“É uma alegria receber os três governadores no Paraná e ter construído junto esse elo entre os quatro estados. E uma alegria estar com a diretoria do BRDE, que há poucos meses completou 60 anos e é um banco importantíssimo para a retomada econômica do Brasil, além de ser fundamental para a economia de cada estado representado nesse evento”, disse o governador do Paraná, que a partir de 2022 passa a presidência do Codesul para o governador de Santa Catarina.

O BRDE se tornou referência em fomento de caráter público no apoio a produtores rurais e empresas nos três estados do Sul. A entidade atingiu de janeiro até 31 de outubro a marca de R$ 1,1 bilhão em contratos firmados apenas no Paraná, chegando próximo ao valor estipulado como meta pela diretoria da região, que é contratar R$ 1,25 bilhão neste ano.

“O BRDE vai muito bem e queremos que vá ainda melhor. Queremos ser o maior banco de desenvolvimento regional do Brasil e ser o primeiro banco verde do País”, assinalou Bley aos governadores, com base nas metas alcançadas de 2019 a 2021.

Só neste último triênio foram investidos R$ 6,9 bilhões em contratos de financiamento nos três estados. O índice de inadimplência se manteve baixo: menos de 0,5%, o que aponta para o bom critério na escolha dos projetos financiados.

Como parte da estratégia de retomada, o BRDE também captou R$ 85,7 milhões com o Ministério do Turismo para operações voltadas às empresas que operam no setor turístico nos três estados do Sul. O valor complementa um total de R$ 414,8 milhões que a pasta federal se comprometeu com crédito emergencial diante dos impactos da pandemia.

“É uma nova fase do BRDE, mais pop, costumo definir. Estamos dialogando mais com a sociedade e respondendo às necessidades da sociedade com novos programas, como um programa de crédito voltado exclusivamente ao empreendedorismo feminino, o BRDE Jovem Empreendedor e nos próximos meses vamos lançar um para a terceira idade”, detalhou o presidente do banco.

NOVO PRESIDENTE – Wilson Bley assumiu a presidência do banco no início deste mês e ocupa o cargo até fevereiro de 2023 junto ao vice-presidente e diretor de acompanhamento e recuperação de créditos, Marcelo Haendchen Dutra; ao diretor administrativo, Luiz Carlos Borges da Silveira; ao diretor de planejamento, Otomar Oleques Vivian; à diretora de operações, Leany Barreiro de Sousa Lemos, que ocupava o cargo de presidente na gestão anterior; e ao diretor financeiro, Eduardo Pinho Moreira.

Lipski assumiu a presidência do BRDE no dia 03 de novembro deste ano. Desde março de 2019 atuava como diretor de Operações do Banco, acumulando a vice-presidência nos últimos 14 meses. Anteriormente, atuou como superintendente do Paranacidade e conselheiro da Agência de Fomento do Estado do Paraná (Fomento Paraná). Bley é formado em Direito pela Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) e pós-graduado em Direito Contemporâneo pelo Instituto Brasileiro de Estudos Jurídicos (IBEJ).

COMO ACESSAR – Para solicitar o financiamento, as empresas devem acessar o site www.brde.com.br, no ambiente do Internet Banking (IB). Todos as operações serão através da plataforma digital e a documentação deverá ser inserida (upload) também através do site. O app do BRDE também traz as informações sobre os programas e linhas de financiamento.

PRESENÇAS – Participaram da solenidade o vice-governador Darci Piana; o chefe da Casa Civil, Guto Silva; os secretários estaduais da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara; da Comunicação Social e Cultura, João Debiasi; e os diretores-presidentes da Invest Paraná, Eduardo Bekin, e do Tecpar, Jorge Callado.

Ministério do Turismo confirma liberação de R$ 85 milhões e banco busca outros R$ 100 milhões para a Região Sul

Em comunicado enviado nesta quinta-feira (26/11), o Ministério do Turismo confirmou ao Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) a disponibilidade de R$ 85,7 milhões para operações de financiamento às empresas que operam no setor turístico nos três estados do Sul. O valor complementa um total de R$ 414,8 milhões que o Ministério se comprometeu com o banco como crédito emergencial diante dos impactos da pandemia. A liberação chega um dia após audiência da diretora de Operações do BRDE, Leany Lemos, na sede do MTur, em Brasília, e com participação on line do diretor-presidente do banco, Wilson Bley.

No encontro com a secretária nacional de Atração de Investimentos e Parcerias do MTur, Débora Moraes da Cunha Gonçalves, os diretores do BRDE salientaram que existe uma forte demanda do setor por crédito para novos investimentos agora com a retomada gradativa do fluxo de turistas. Desde do início da pandemia, o banco já conseguiu superar a marca de R$ 329 milhões em operações para empresas dos três estados. Ao todo foram 1.385 financiamentos em menos de dois anos que o crédito emergencial foi disponibilizado.

Das empresas que buscam acessar o programa BRDE Turismo, o banco registra uma demanda de financiamentos que alcança R$ 325 milhões. Por isso, os diretores do banco renovaram o pedido de liberação de outros R$ 100 milhões já empenhamos pelo Ministério. “Há uma grande procura por novos investimentos diante da retomada do setor. Quando falamos em turismo doméstico, a região Sul do país tem grandes atrativos e o banco quer ser parceiro nesta retomada que beneficia uma cadeira muito ampla, gerando oportunidades de novos empregos e investimentos para fazer a economia rodar”, observou Leany Lemos.

Liberação dos R$ 85 milhões um dia após audiência em Brasília

Através do programa BRDE Turismo, o banco oferece empréstimos com carência de até 60 meses para investimentos fixos, como é caso de projetos de implantação, ampliação, modernização e reforma de empreendimentos turísticos. O prazo do financiamento é de até 25 anos. Desde que passou a operar o programa em parceria com o Ministério do Turismo, em 2017, o BRDE já registra mais de R$ 431 milhões em financiamentos liberados. “Mas nossa expectativa é chegarmos ao total do montante que ajustamos com o Ministério, que é de R$ 646 milhões, pois o fortalecimento do turismo tem um papel estratégico no crescimento econômico da Região Sul”, frisou o diretor-presidente, Wilson Bley.

Para compra de equipamentos e capital de giro isolado (recursos que ajudam no fluxo de caixa das empresas), o programa do BRDE estabelece como prazo de financiamento em 72 meses e carência de um ano. Em todas as situações, os juros são de 5% ao ano, mais taxa Selic.

Como acessar

Para solicitar o financiamento, as empresas devem acessar o site www.brde.com.br, no ambiente do Internet Banking (IB) – https://ib.brde.com.br/Usuario/Login. Todos as operações serão através da plataforma digital e a documentação deverá ser inserida (upload) também através do site. O app do BRDE também traz as informações sobre o programa.

 

Pensando em proporcionar melhores condições de tratamento para o idoso com câncer em processo de radioterapia e hemodiálise, o Hospital São José de Criciúma aposta na modernidade e na obtenção de equipamentos tecnológicos para trazer mais eficácia, celeridade, e menos efeitos colaterais para os pacientes.

A radioterapia apesar de ter um alto custo de implantação, é responsável por 40% das chances de cura dos pacientes em tratamento de câncer, e investir em tecnologia nestes procedimentos significa otimizar o tempo e o número de sessões disponibilizada para cada indivíduo, acelerando assim a fila de espera dos que aguardam por cirurgias oncológicas.

Essa inovação tecnológica e todos os seus benefícios chegam ao Hospital São José de Criciúma com a compra de novos Braços Robóticos para o Setor de Radioterapia. Esse equipamento é acoplado com Acelerador linear e tem como função a realização de tomografias computadorizadas de alta resolução que auxiliam na assertividade da irradiação.

Segundo a assistente de captação de recursos do Hospital, Cleomara Bez Fontana, a eficácia da compra do equipamento vai refletir nos números de sessões realizadas por cada pessoa “o paciente viria 25 vezes para o tratamento. Com os braços robóticos, em cinco sessões o tratamento estará finalizado”. A compra do equipamento também reflete na demanda de atendimentos que o hospital pretende alcançar “o projeto prevê atender 180 pacientes totalizando 3.600 no mês”.

A aquisição do equipamento só foi possível com o apoio do BRDE através das leis de incentivo fiscal. Neste ano o banco repassou cerca de 30.000 reais ao projeto. Ter o suporte de instituições que apoiem o investimento em tecnologias na área da saúde, assim como o BRDE, é crucial para que mais pacientes possam ter a máxima qualidade em seus tratamentos e atendimentos.

 

LEIS DE INCENTIVO

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

O Banco é a terceira maior instituição financeira do país, segundo ranking dos 500 Maiores do Sul, do Grupo Amanhã

O Banco de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) está entre as 500 maiores empresas do sul do Brasil outra vez, de acordo com o ranking divulgado na quinta-feira (19), no evento 500 Maiores do Sul, organizado pelo Grupo Amanhã. O BRDE é a terceira instituição financeira do Sul e a 48ª entre todas as categorias.

O Banco também foi classificado como a 3ª maior instituição financeira do Rio Grande do Sul e a 19ª entre todas as categorias gaúchas. Durante a cerimônia, o diretor-presidente do BRDE, Wilson Bley, destacou o papel do Banco como parceiro estratégico do desenvolvimento econômico e social da Região Sul. “É um prazer representar o Banco Regional de Desenvolvimento Econômico do Extremo Sul, porque nós valorizamos as empresas da Região Sul, que são responsáveis por movimentar parte importante da nossa economia”, salientou ele em mensagem aos participantes.

Há 31 anos, o ranking regional de empresas do Brasil é organizado pelo Grupo Amanhã. Dentro das 500 empresas participantes, são agraciadas as 100 maiores por estados. O evento tem como objetivo apresentar os grandes nomes do Paraná, de Santa Catarina e do Rio Grande do Sul em 2021 e gerar valor e relevância para o ambiente de negócio da Região Sul.

Emissão de Certificados de Recebíveis do Agronegócio foi coordenada em conjunto pela Eco Securitizadora e Banco Alfa. Objetivo é custear atividades relacionadas à comercialização de insumos agrícolas dos cooperados.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) emitiu sua primeira garantia voltada ao mercado de capitais nesta semana. O banco foi o garantidor do grupo Ecoagro (que atua como elo entre a cadeia produtiva do Agronegócio e o mercado de capitais), em um valor total de R$ 70 milhões em Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) com emissão coordenada em conjunto pela Eco Securitizadora e Banco Alfa.

A operação conta com lastros cedidos pela Integrada Cooperativa Agroindustrial. Esta captação tem como objetivo financiar as atividades da Integrada relacionadas à comercialização de insumos agrícolas junto aos seus cooperados.

Essa foi a 119ª emissão da empresa de securitização do grupo Ecoagro e os CRAs têm prazo de 5 anos. A participação do BRDE como garantidor foi fundamental para o sucesso da operação, e cria mais uma alternativa para as cooperativas e demais empresas do setor agro da Região Sul.

Os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRAs) são títulos de renda fixa lastreados em recebíveis originados de negócios entre produtores rurais (ou de suas cooperativas). Os CRAs cobrem financiamentos ou empréstimos relacionados à produção e comercialização de produtos, insumos agropecuários e máquinas utilizados na produção agropecuária.

“Há pelo menos dois anos o BRDE estudava a participação neste mercado. Temos papel fundamental para alongar a curva de retorno dos recursos e queremos alavancar mais operações, notadamente com empresas cooperativas”, disse Wilson Bley Lipski, diretor-presidente do BRDE.

Ele destaca que o banco é um dos principais financiadores de projetos do agronegócio na Região Sul. “As maiores cooperativas do Brasil estão na nossa base de clientes, o que faz do banco um grande conhecedor do setor. Temos longa experiência garantindo empreendedores e, agora, também na garantia de papéis que servem de lastro para o mercado de capitais”, afirmou Bley.

“Diante de um cenário econômico desafiador, tivemos a oportunidade de assegurar um recurso de longo prazo”, disse o gerente financeiro da Integrada, Alfredo Freire Neto. “Com essa emissão, a Integrada ingressa no mercado de capitais e dá um passo importante para acessar uma nova fonte de financiamento, alongar o perfil da dívida e fomentar o crescimento da Cooperativa. Expressamos nossos agradecimentos aos participantes, ressaltando a parceria de longa data com o BRDE e a experiência fundamental da Ecoagro no mercado de CRA.”

Para Milton Menten, diretor executivo da Ecoagro, a modalidade de CRA Garantido vem se mostrando uma eficiente ferramenta de acesso do setor produtivo ao mercado de capitais, com benefícios significativos a todos os participantes. “Com certeza, esse é o primeiro CRA de muitos que a Ecoagro emitirá em parceria com o BRDE”, afirmou.

Segundo Augusto Martins, diretor de Corporate e Investment Banking do Alfa, a instituição vem cada vez mais aumentando sua exposição no setor agro, com ênfase na região Sul. “Nessa região coordenamos, também em conjunto com a Ecoagro o bem-sucedido e inédito CRA Garantido da Cotrijal, que contou com a garantia do BNDES na série mezanino. Assim como esta nova emissão que realizamos para a Integrada Cooperativa Agroindustrial, em conjunto com o Ecoagro e o BRDE, reafirmamos o nosso propósito de seguir inovando em operações deste segmento no mercado de capitais brasileiro para levar soluções pioneiras e diferenciadas aos clientes e, também, contribuir com o crescimento deste setor, que é importante para a economia do País”, explicou.

 

O Núcleo de Atenção ao Paciente estima beneficiar perto de 500 crianças e adolescentes

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é um dos apoiadores do projeto Núcleo de Atenção ao Paciente, desenvolvido pelo Instituto do Câncer Infantil (ICI), que busca melhorar a qualidade de vida dos pacientes e de seus familiares e ampliar o alcance da assistência oferecida pela instituição que funciona em Porto Alegre. Referência no atendimento de crianças e adolescentes com câncer, o Instituto completa neste ano 30 anos de atuação.

Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o número de novos casos de câncer infantojuvenil esperados para o Brasil, para cada ano do triênio 2020-2022, é de 8.460. No Rio Grande do Sul, a estimativa é de que 450 crianças e adolescentes desenvolvam a doença no mesmo período, sendo que a maior parte dos casos são tratados em centros oncológicos de Porto Alegre. Assim, o projeto apoiado pelo BRDE é fundamental para a promoção da saúde de crianças e adolescentes que enfrentam o câncer no Estado.

As atividades do Núcleo de Atenção ao Paciente envolvem diversas áreas, como Serviço Social, Nutrição, Psicologia, Pedagogia, Psicopedagogia, Odontologia, Fonoaudiologia, Fisioterapia e Oncopediatria. Os pacientes e seus familiares recebem atendimentos multidisciplinares e podem participar de oficinas culinárias e de artesanato como forma de geração de renda, bem como de programações divertidas para amenizar o sofrimento do tratamento do câncer infantojuvenil. Além disso, os beneficiários recebem doações de cestas básicas, roupas, medicamentos, auxílios para transporte e para a realização de exames especiais.

Valorização da vida

Estima-se que até o final de sua execução, que depende de recursos externos, o projeto do ICI consiga contemplar cerca de 494 pessoas. Com o intuito de valorizar a vida e a infância, em 2019 o BRDE destinou mais de R$ 30 mil para a iniciativa.

Segundo Valéria Gerbatin Braz Foletto, gerente institucional do ICI, os recursos repassados pelo BRDE foram totalmente aplicados no projeto, especialmente na manutenção e no aprimoramento dos serviços prestados aos pacientes e seus familiares. “O investimento foi para o pagamento dos profissionais dedicados ao projeto, incluindo salários, encargos e benefícios, material de consumo, alimentos, material pedagógico, capacitação dos profissionais, ampliação de algumas áreas multiprofissionais, assim como despesas gerais para a prestação de um serviço de qualidade para comunidade assistida”, explicou ela.

Instituo conta com o apoio em diferentes projetos

Desde 2017, o Instituto do Câncer recebe recursos do banco. Além do Núcleo de Atenção ao Paciente, outros projetos foram apoiados, como o `Manutenção e Qualificação do Ambiente’ e ‘Multiplicando conhecimento para salvar vidas: Programa de Capacitação para Equipes Multidisciplinares em Atenção Primária e Terciária’, somando repasses passam de R$ 120 mil.

“O BRDE tem uma importância significativa no Instituto do Câncer Infantil e no projeto do ‘Núcleo de Atenção ao Paciente’. Ter o Banco ao nosso lado faz toda a diferença para nossos projetos e principalmente para a assistência integral das crianças e adolescentes que enfrentam a doença”, concluiu Valéria.

Importância redobrada

Desde 2020, o cuidado do ICI foi redobrado, assim como a importância dos investimentos destinados ao Instituto e seus projetos. A pandemia de Covid-19 mudou a vida de todos e representa uma ameaça ainda maior para as crianças com câncer e suas famílias, que não podem interromper o tratamento da doença.

“Nossa equipe foi solidária aos nossos pacientes e suas famílias e fiel aos compromissos institucionais, entendendo a importância e necessidade de mantermos as portas abertas. O ICI pode orgulhar-se de ter mantido pleno atendimento, sempre tomando todos os cuidados ao seguir rigorosamente as medidas de prevenção contra o Covid recomendadas pelas autoridades”, afirmou a gerente.

Incentivos Fiscais

Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar, através das leis de incentivos fiscais, diferentes projetos sociais, do esporte, da cultura e da saúde. A inciativa constitui parte de sua política de responsabilidade socioambiental e compromisso com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), aplicando de forma direta recursos no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Neste ano, ao todo 427 entidades concluíram o cadastramento dos seus projetos em busca do apoio do Banco. Concluído o período de inscrições, as comissões internas das Agências de Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC) e Curitiba (PR) iniciaram as análises dos projetos.  Este trabalho tem término previsto para o dia 19 de novembro, quando já serão conhecidos também os valores que o BRDE irá disponibilizar neste ano para repassar às entidades selecionadas.

Em 2020 foram selecionados 106 projetos nos três estados, que totalizaram R$ 4,3 milhões. Desde 2015, foram ao redor de R$ 24 milhões de repasses.

Para marcar o encerramento da 7ª edição Mostra Literária, promovida pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), foi realizada a doação de 10 novas coleções de livros através do projeto Pró-Biblioteca, que o banco apoia por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

Participaram do fechamento da programação da Mostra, transmitido ao vivo pelo canal do BRDE no YouTube, o diretor de Planejamento do BRDE, Otomar Vivian; a diretora de Operações do BRDE, Leany Lemos; a coordenadora do Trabalho Prisional do Departamento de Tratamento Penal da Susepe, Elisandra Lidiane Minozzo (representando a Secretaria Estadual de Justiça e Sistemas Penal e Socioeducativo); a presidente da Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (FASE), Sônia D’ Avila; a delegada e titular da 1ª Delegacia de Polícia Especializada no Atendimento à Mulher de Porto Alegre, Jeiselaure Rocha de Souza (representando a Chefia da Polícia Civil), e a diretora da Divisão de Assessoramento Especial da Academia de Polícia do RS, Anita de Oliveira Caruccio.

A importância do incentivo à leitura

Em sua fala, a diretora do BRDE Leany Lemos ressaltou a importância do projeto Pró-Biblioteca, das parcerias e da Mostra Literária promovida pelo banco. “Um impacto muito significativo na vida das pessoas”, enfatiza a diretora sobre a doação dos livros às instituições. De acordo com Paulo Lima, diretor da L&PM, esse ano, em especial e de iniciativa do BRDE, o projeto Pró-Biblioteca passou a beneficiar penitenciárias. Antes o projeto destinava as doações somente para escolas públicas. “Eu acho que é muito importante para essas pessoas, que estão fechadas nesse ambiente, poderem viajar através dos livros. Isso melhora muito a vida dessas pessoas”, explicou Paulo Lima.

Sônia D’Avila, presidente da FASE, reconheceu a importância da iniciativa. “Em nome da Fundação agradeço muitíssimo e em nome dos nossos socioeducandos que serão beneficiados por esse ato de hoje”, falou a presidente da FASE. A delegada Jeiselaure Rocha de Souza, também agradeceu a doação que será encaminhada para os centros que prestam atendimento às mulheres em situação de violência. “Trazer um olhar diferenciado para essas mulheres que precisam de tanto acolhimento”, explicou a delegada. “Alcançar o acesso à informação e cultura para essas pessoas é um grande diferencial”, destacou Elisandra Lidiane Minozz do Departamento de Tratamento Penal da SUSEPE, que na ocasião estava representando a Secretaria de Justiça e Sistemas Penal e Socioeducativo.

 

“O livro pode ser para essas pessoas, não a liberdade física, mas pode ser a sua liberdade no sentido de viajar e ver que existe uma possibilidade”, exemplifica o diretor Otomar Vivian. “Um livro não modifica o mundo, mas as pessoas que leem podem fazer as verdadeiras modificações”, enfatizou o diretor. “O BRDE também tem a sua missão cidadã”, completou.

A entrega simbólica dos livros foi realizada pelo diretor do banco, Otomar Vivian e pelo diretor e um dos fundadores da L&PM Editores, Paulo Lima. As coleções serão distribuídas para penitenciárias (Presídio Estadual de Júlio de Castilhos, Presídio Estadual de Santo Cristo, Presídio Estadual Feminino de Lajeado, Presídio Regional de Pelotas), para a Fundação de Atendimento Sócio-Educativo (FASE) e para a Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher. Na ocasião, a bibliotecária da Agência BRDE do RS, Adriana Reus, foi saudada por ser uma das grandes responsáveis pela realização das edições da Mostra Literária do BRDE.

O encerramento da Mostra Literária foi transmitido ao vivo pelo canal @brdeoficial e segue disponível pelo link: https://www.youtube.com/watch?v=pfA6V3Dk5EM