BRDE

Entre as operações da Agência Paraná do BRDE na área de inovação têm destaque contratos assinados com empresas geradoras de energia a partir da biodigestão do lodo, resíduo resultante do tratamento de esgotos sanitários. São projetos financiados por meio da linha Inovacred e do programa BRDE PCS – Produção e Consumo Sustentáveis.
O programa BRDE PCS oferece linhas de crédito para as áreas de energias limpas e renováveis, gestão de resíduos e reciclagem, uso racional e eficiente da água, agronegócio sustentável e cidades sustentáveis.
Pela linha Inovacred, são operações com taxas de TJLP ou TJLP + 1,0%a.a., para empresas com receita operacional bruta de até R$ 90 milhões ao ano. O prazo para pagamento é de 8 anos com até 2 anos de carência.
Os projetos financiados são destinados ao tratamento de resíduos sólidos, efluentes e emissões atmosféricas para sua adequada destinação. Entre os itens financiáveis estão obras civis e instalações, máquinas e equipamentos, terraplanagem, perfuração e movimentação do solo e instalação e montagem de equipamentos.
Para informações sobre soluções inovadoras na área de tratamento de resíduos entre em contato com o BRDE e solicite um atendimento pelo endereço: www.brdepr@brde.com.br ou ligue para a Agência Paraná: (41) 3219-8150.

Produtores rurais interessados em melhorar a capacidade de armazenagem de suas propriedades podem contar com o apoio do BRDE, que financia o setor por meio do Programa de Construção e Ampliação de Armazéns – PCA.
O PCA financia projetos individuais ou coletivos para ampliação da capacidade de armazenagem de grãos, frutas, tubérculos, bulbos, hortaliças, fibras e açúcar para produtores rurais (pessoas físicas ou jurídicas) e de cooperativas de produção.
No Paraná, no período de 2011 a julho de 2018, foram contratados R$ 356,3 milhões pela agência paranaense do BRDE, em mais de 70 operações viabilizadas pela linha PCA em todas as regiões do Estado.
As condições do PCA, para o Plano Safra 2018/2019, são taxa de 5,25%a.a. para unidades com capacidade de até 6.000 toneladas e de 6,0%a.a. para os demais projetos. O prazo pode chegar até 180 meses e 100% dos investimentos podem ser financiados.
Conheça a linha PCA – Programa para Construção e Ampliação de Armazéns:
ITENS FINANCIÁVEIS
– investimentos individuais ou coletivos para ampliação da capacidade de armazenagem de grãos, frutas, tubérculos, bulbos, hortaliças, fibras e açúcar para produtores ruais (pessoas físicas ou jurídicas) e de cooperativas de produção.
Para informações sobre limites, taxas e prazos acesse:
https://www.brde.com.br/agronegocio/armazenagem/ ou ligue para (41) 3219-8150.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é o primeiro banco do país a operar o Fundo Clima, com recursos do BNDES, para financiamento de projetos de pessoas físicas e jurídicas destinados à instalação de sistemas de geração fotovoltaico e de aquecimento solar, além de outros equipamentos cadastrados no subprograma do Fundo Clima “Máquinas e Equipamentos Eficientes”.
No Paraná, diversos projetos estão em análise, sendo a maior demanda por sistemas fotovoltaicos. A primeira operação aprovada foi o financiamento para a empresa Cerealista Coradini, do município de Bagé, no Rio Grande do Sul, no valor de R$ 3,5 milhões, destinados à implantação de uma planta fotovoltaica de 1 MW, equivalente ao consumo residencial de 300 casas, aproximadamente.
O investimento total da Cerealista Coradini, que desde 2006 atua nos segmentos de beneficiamento de arroz e comercialização de grãos, será de R$ 6,5 milhões, contemplando as instalações e o projeto de eficiência energética.
Em Santa Catarina, o BRDE aprovou financiamentos para sistemas geradores fotovoltaicos das empresas Arcari, Ferronato & Cia Ltda, de Xanxerê, e Kaliska Textil, de Guabiruba. A agência do BRDE de Santa Catarina protocolou a primeira operação de pessoa física do Fundo Clima.
O QUE É O FUNDO CLIMA
O Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, ou Fundo Clima, é um dos instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima. Constitui-se em um fundo de natureza contábil, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, com a finalidade de apoiar projetos ou estudos e financiar empreendimentos que tenham como objetivo a mitigação das mudanças climáticas.
O subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes do Fundo Clima permite financiar 80% dos itens apoiáveis, ao custo final de 4,03% ao ano, para beneficiárias finais com renda bruta de até R$ 90 milhões. Para beneficiárias finais com renda bruta acima R$ 90 milhões, o custo é de 4,55% ao ano.
O financiamento de fontes energéticas renováveis contribui para a estruturação de uma nova cadeia industrial brasileira, além de reforçar o compromisso com a sustentabilidade. “Trata-se de mais uma ação com recursos do BNDES para incentivar o cidadão brasileiro a investir em sustentabilidade e economia de energia”, afirma o diretor-presidente do BRDE, Orlando Pessuti.
Outras informações sobre o Fundo Clima podem ser obtidas no site do BNDES: https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/financiamento/produto/fundo-clima/fundo-clima.
Ou no portal do BRDE: www.brde.com.br.
No Paraná: a Agência de Curitiba fica na avenida João Gualberto, 570 – Alto da Glória.
Contatos: (41) 3219-8150 – brdepr@brde.com.br.

O diretor de Operações, João Regiani, representou o BRDE na 48ª Reunião Ordinária da Assembleia Geral da Associação das Instituições Financeiras de Desenvolvimento da América Latina e Caribe – Alide, que ocorreu em Lima, no Peru, de 29 de maio a primeiro de junho. Os trabalhos se desenvolveram sobre três aspectos relacionados: inteligência artificial e o salto na inovação tecnológica para promover a transformação dos negócios e economias latino-americanas, incentivando a incorporação de novas tecnologias disruptivas; fortalecimento da resiliência das cidades e áreas rurais diante dos eventos extremos causados pela ação da natureza; e a inclusão e integração financeira que inclui pessoas, mas também setores, projetos, novos produtos e territórios.

Sobre o tema central da reunião – Bancos de Desenvolvimento, Desafios do Presente e Desafios do Futuro -, Regiani comentou que o objetivo final das políticas públicas é melhorar o bem-estar das pessoas, fornecer as condições e oportunidades para traduzirem suas ideias, desenvolverem empreendimentos, morarem em cidades ou territórios seguros. Visam oferecer infraestrutura e serviços básicos, acesso à educação e empregos de qualidade, entre outros aspectos de importância vital para o desenvolvimento de uma sociedade, complementou. Em conversa com CEO da Agência Francesa de Desenvolvimento – AFD, Rémy Rioux, que atuava em painel, o diretor de Operações relatou que a diretoria do BRDE já aprovou as primeiras operações com base no contrato entre as duas instituições que destinou € 50 milhões para apoiar projetos com impacto positivo sobre o ambiente e o clima na Região Sul do Brasil. Esses processos estão em fase de liberação dos recursos aos empreendedores. No dia 29 de maio, também em Lima, o diretor de Operações do BRDE, João Regiani, havia participado de atividade promovidas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID. No workshop “Green & Sustainable Bonds”, Regiani pode analisar aspectos do mercado de “green bonds” para o financiamento de projetos aderentes aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, operação que o BRDE estuda promover.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) sempre esteve comprometido com as práticas de sustentabilidade, sendo o primeiro banco a exigir Licença Ambiental para financiar projetos de empresas. Com esse compromisso socioambiental, foi estruturado o Programa BRDE PCS – Produção e Consumo Sustentáveis.
O Programa BRDE PCS que viabiliza empreendimentos nas áreas do agronegócio, indústria, comércio e serviços, está subdividido em cinco categorias integradas: energias limpas e renováveis, uso racional e eficiente da água, gestão de resíduos e reciclagem, agronegócio sustentável e cidades sustentáveis.
Além das linhas operacionais de financiamento, o Banco também participa e apoia ações e eventos ligados ao tema da sustentabilidade. Na reunião do Conselho Temático de Energia realizado pela Federação das Indústria (Fiep) do Paraná, a gerente de Planejamento da Agência Paraná, Lisiane Astarita, representou o BRDE no encontro que avançou no objetivo de definir o marco regulatório para o setor de geração de energias renováveis.
O BRDE participa também do Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano. No evento que acontece de 6 a 8 de junho, em Foz do Iguaçu, no extremo oeste do Paraná, o analista Paulo Marques, da Agência Paraná, irá proferir a palestra “Financiamento de investimentos em energias renováveis”, apresentando os programas e linhas de crédito do BRDE para o setor.
Com a linha BRDE Energia, o Banco oferece crédito a projetos de eficiência energética e geração de energias renováveis. Esse segundo item inclui usinas de biomassa, eólicas e solares, além de pequenas centrais hidrelétricas. Os projetos devem ter eficiência energética, sustentabilidade e responsabilidade ambiental como objetivo.
O Fórum pretende contribuir para o desenvolvimento da cadeia de biogás e biometano no Brasil, em especial nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A atividade de produção de proteína animal, especialmente com aves e suínos, têm espaço para dar tratamento aos dejetos e aumentar ganhos através do investimento em geração do biogás e do biometano.
Para mais informações sobre linhas de financiamento consulte o site: www.brde.com.br ou entre em contato com a Agência Paraná pelo telefone (41) 3219-8000 ou e-mail brdepr@brde.com.br.

O Banco Regional de Desenvolvimento (BRDE) apresentou a linha Inovacred nos encontros do Road Show Paraná: Recursos para a inovação na Indústria. O evento foi promovido pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) e a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).
Os encontros passaram por Curitiba, Londrina, Maringá e Toledo, entre os dias 10 e 13 de abril. O objetivo do Road Show é apresentar ao empresariado paranaense linhas de crédito para investir em inovação. Os encontros contaram com palestras e atendimentos empresariais.
O BRDE e a Embrapii tem uma parceria para fomento a projetos inovadores. “Todo o recurso que for aportado pela empresa no projeto pode ser financiado, além dos recursos subsidiados pela Embrapii. O BRDE busca todos os parceiros que podem trazer as empresas para o financiamento à inovação”, destacou a gerente de planejamento da Agência Paraná do BRDE, Lisiane Astarita, que esteve presente na abertura do evento.
O Road Show conta com uma rodada de negócios ao final do encontro, para aproximar profissionais e pesquisadores de áreas complementares. O foco é transformar conhecimento científico na área de inovações em processos e produtos nas empresas. Adotar processos inovadores permite aumentar ao mesmo tempo competitividade e sustentabilidade.
Parceria – O BRDE tem convênio de cooperação com a Embrapii para facilitar o financiamento de projetos inovadores na Região Sul. O primeiro contrato assinado dentro dessa pareceria foi com a empresa PGA Soluções em Tecnologia, para financiamento de uma plataforma de assistente virtual de negociação.
No caso da PGA, a EMBRAPII vai repassar a fundo perdido um terço do valor total do projeto, de R$ 2,7 milhões. O restante dos recursos para viabilizar o projeto virá do financiamento contratado pela PGA no BRDE e da participação da unidade da EMBRAPII em Campinas (SP) – Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD).

A empresa Radek Systems, que recebeu aporte do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), firmou contrato com a Copel para desenvolver uma tecnologia de medição de consumo de energia em áreas rurais, com o uso de radiofrequência. A tecnologia permite realizar comunicações em longa distância com consumo mínimo de energia.
O contrato faz parte do programa de aceleração Copel+ lançado em 2017, que busca projetos que agreguem valor para a empresa. Em contrapartida, as startups receberão apoio financeiro, infraestrutura e contarão com profissionais para mentoria. Além da Radek, outras quatro empresas foram selecionadas.
A Radek Systems, fundada em 2007, em Curitiba, é uma empresa provedora de soluções em Tecnologia da Informação por meio de serviços como o desenvolvimento de softwares nos mercados de energia, telecomunicação, automotivo e marketing digital. A empresa trabalha também com gestão de projetos, implementação de sistemas de automação e medição avançada para redes de energia, por meio de smartgrids.
O aporte feito pelo BRDE, em 2014, foi destinado ao projeto de desenvolvimento de um software para a Gestão de Dados de Medição de Energia Elétrica, o smartgrid, com recursos do Programa BNDES MPME Inovadora. O smartgrid alia aspectos de inovação e sustentabilidade, traz novos conceitos na forma de gerar, transmitir, distribuir e utilizar energia.
Copel + – A chamada pública que inaugurou o Copel+ para as startups encerrou no final de novembro de 2017. O programa busca novos negócios e otimização de processos internos na Companhia. Os projetos (produto, soluções ou serviços) vão agregar valor aos negócios da Copel.
As startups têm até seis meses, a partir da consolidação do contrato, para desenvolver e implementar a solução proposta. Após este período, a Copel preserva o direito implementar esses projetos desenvolvidos. As startups podem levar as soluções customizadas para o mercado sem pagar royalties.
Para maiores informações sobre linhas de financiamento para projeto de Inovação entre em contato pelo e-mail brdepr@brde.com.br e pelo telefone da Agência Paraná (41) 3219-8150.

Relatório de Administração e Sustentabilidade do BRDE de 2017 está publicado no site do Banco
O Relatório de Administração e Sustentabilidade 2017 que está publicado no site do Banco site do Banco é um instrumento de prestação de contas aos governos dos Estados-controladores e, principalmente, à sociedade da Região Sul. Mais do que registrar o desempenho do BRDE no ano que passou, o Relatório celebra conquistas e desafios.
O ano de 2017 ficará marcado como um período de adaptação e superação para o BRDE. Em paralelo ao enfrentamento à conjuntura de baixo crescimento da economia brasileira e aos reflexos do contexto político turbulento, o Banco teve de se ajustar às transformações estruturais promovidas no sistema brasileiro de fomento e em seu principal fornecedor de funding, o BNDES. Frente a estes desafios, o BRDE buscou novas alternativas e soluções, não só alcançando resultados financeiros e operacionais positivos, como também abrindo novos caminhos e possibilidades para a construção de um futuro próspero e sustentável.
· Do ponto de vista financeiro e patrimonial, o BRDE superou de forma exitosa as dificuldades enfrentadas: o lucro foi de R$ 118 milhões, similar ao do ano anterior, levando o Patrimônio Líquido a superar R$ 2, 5 bilhões. No plano operacional, apesar do contexto recessivo e de estreitamento dos recursos disponibilizados pelo BNDES terem levado ao recuo do valor contratado e desembolsado, o BRDE manteve posição destacada no ranking dos repassadores de recursos daquele banco, mesmo atuando apenas em âmbito regional:
1ª colocação nos desembolsos na Região Sul
6ª colocação no total de operações indiretas
5ª colocação no produto BNDES Automático
4ª colocação nos programas agrícolas do Governo Federal
· O BRDE também se destacou como o maior repassador nacional de recursos do Programa INOVACRED da FINEP, que se destina a financiar projetos de inovação. Foram desembolsados R$ 194,4 milhões até o final de novembro de 2017, o que corresponde a 32,5% do total.
· O desempenho do BRDE produziu repercussões socioeconômicas importantes para o Sul. Foram 33.065 postos de trabalho criados ou mantidos – 6.613 diretos e 26.452 indiretos. As operações também geraram o recolhimento de ICMS incremental de R$ 359 milhões aos Estados-Controladores.
· Das 4.744 operações de crédito executadas pelo BRDE, 79% foram para micros, pequenas e médias empresas (MPMEs). A média de R$ 463 mil por contratação demonstra o compromisso do BRDE com o fomento ao desenvolvimento econômico e social sustentável para empreendimentos de todos os portes.
· Dentre os programas de crédito do banco, o destaque em 2017 foi o BRDE Produção e Consumo Sustentáveis (PCS), com R$ 482 milhões destinados a empreendimentos de desenvolvimento sustentável – econômico, ambiental e social – na Região Sul do país.
· O Programa BRDE Municípios foi ampliado, passando a oferecer às prefeituras dos três estados da Região Sul novas modalidades de apoio, mediante linhas de crédito e assistência técnica. O programa busca promover o desenvolvimento institucional e a infraestrutura econômica, social e turística, urbana e rural dos Municípios da Região Sul do Brasil, por meio de prestação de serviços e apoio a investimentos em gestão, e nos tecidos urbanos e rurais, visando o atendimento da demanda por serviços básicos e bens públicos, a melhoria da qualidade de vida da população e melhores práticas de gestão e de sustentabilidade.
· Somado o valor de R$ 2,2 bilhões das contratações aos recursos próprios dos investidores, o total aplicado nos projetos financiados pelo banco chegou a R$ 4,071 bilhões. Assim, o BRDE elevou para R$ 132,7 bilhões, em valores atualizados, o volume de recursos que aplicou nos seus 56 anos de atuação na Região Sul.
· Continuando sua política de preservar o emprego e a geração de renda, o BRDE firmou contratos de reestruturação de dívidas da ordem de R$ 182,1 milhões, num total de 220 operações, permitindo, com isso, a manutenção do funcionamento de várias empresas com baixo grau de liquidez no curto prazo, mas avaliadas como viáveis no médio e longo prazo.
· Na busca pela diversificação de fundings, o BRDE assinou, em dezembro de 2017, convênio com o Ministério do Turismo para operar com recursos do Fundo Geral de Turismo (FUNGETUR). Os recursos do fundo têm como objetivo financiar a implantação, ampliação, modernização ou a reforma de empreendimentos turísticos como hotéis, pousadas, restaurantes, agências de viagens e parques temáticos, entre outros. Os recursos serão utilizados por meio do programa “BRDE PROTUR”, criado em junho de 2017 com o objetivo de fortalecer a atuação do Banco no segmento mediante assessoria e apoio técnico, além do apoio creditício a empreendimentos prestadores de serviços reconhecidos pelo Ministério do Turismo como de interesse turístico, em estreita consonância com os objetivos estratégicos e as metas traçadas no Plano Nacional do Turismo – PNT.
· No mesmo sentido, a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e o BRDE assinaram em setembro de 2017 memorando de entendimentos, cumprindo uma das etapas do acordo de cooperação financeira entre as duas instituições. A parceria do BRDE com a AFD permitirá ao Banco incrementar o apoio a projetos voltados à produção e consumo sustentáveis. Com isso, o BRDE amplia suas fontes de recursos, garantindo novos investimentos nos setores produtivos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
· O BRDE, perseguindo continuamente o tema da sustentabilidade, ampliou seu comprometimento com a Agenda Ambiental do Setor Público – A3P, mediante acordo de cooperação, assinado em maio de 2017, com o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e Secretarias de Meio Ambiente do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O objetivo do acordo é a promoção e divulgação da A3P entre os órgãos públicos da Região Sul. Cinco oficinas foram realizadas em polos regionais do RS, e outras estão programadas para Santa Catarina e Paraná. O benefício direto da agenda se move em seis eixos: racionalização do uso dos recursos naturais, a destinação correta dos resíduos, licitação e compras sustentáveis, construções sustentáveis, qualidade de vida no trabalho, sensibilização e capacitação.
· Pela esfera cultural, o BRDE renovou o contrato com a ANCINE para seguir como agente financeiro do Fundo Setorial do Audiovisual – FSA por mais 5 anos. Nesse período, a previsão de repasses ao setor chega a R$ 5 bilhões.
· Como agente mandatário do Fundo de Apoio aos Municípios (FUNDAM) desde 2013, o BRDE já repassou mais de R$ 587 milhões aos municípios catarinenses. Esses valores foram aplicados na pavimentação de ruas, construção e ampliação de escolas e creches, transporte escolar, equipamentos de saúde, além de obras voltadas para saneamento, esporte, lazer e assistência social.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinou contratos nesta quarta-feira (11) com produtores rurais e empresas de Londrina e região, no valor de R$ 43,5 milhões. A liberação dos recursos foi durante a Expolondrina 2018, na sede da Sociedade Rural do Paraná, com a presença do diretor de Operações do Banco, João Luiz Regiani.
Os contratos foram assinados com avicultores, a empresa Granjeiro, de Rolândia, cooperativas de crédito, a Cooperativa Integrada, de Londrina, e empresas dos setores do comércio, serviços e indústria. São recursos destinados a construção de unidades produtivas, aquisição de equipamentos, modernização, armazenagem e implantação de aviários.
O diretor Regiani aproveitou a ocasião para anunciar que, a partir de maio próximo, o Banco passará a operar o
Fundo de Defesa da Economia Cafeeira, com um aporte inicial de R$ 50 milhões. “É a busca do BRDE por novas fontes de recursos, mantendo a missão do Banco de fomentar a economia e gerar emprego e renda”, disse Regiani.
“A liberação desses recursos reflete a trajetória do BRDE como banco de fomento à economia e indutor da geração de emprego e renda e a busca por novas fontes de recursos para ampliar ainda mais os seus serviços”, afirmou o diretor. Regiani lembrou a primeira parceria com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), o primeiro contrato internacional do BRDE.
Contratos – Foi assinada a renovação do convênio já existente com a Granjeiro, no valor de R$ 35 milhões, com a entrega simbólica de cheques a três produtores rurais integrados à empresa, os avicultores Alexandre Ogasawara, de São Sebastião da Amoreira, Jhessica Antunes Vallini e Otávia Maria Vallini,de Jataizinho.
Os três produtores integrados à Granjeiro financiaram no BRDE a construção de aviários. Ao lado da família, a produtora Otávia Vallini recebeu o cheque simbólico de R$ 685,5 mil e agradeceu o apoio do Banco. “Sem uma parceria como essa, fica difícil melhorar, produzir mais”, disse.
De São João do Ivaí, o casal Márcia e Ademir Molina recebeu um cheque simbólico no valor de R$ 1,4 milhão, para construção de dois aviários. Os produtores são integrados da Jaguafrangos. O contrato foi assinado em parceria com a Sicredi Paranapanema e a Sicredi União.
Com a Cooperativa Integrada, de Londrina, foi assinado contrato de R$ 4,8 milhões para aquisição de equipamentos e modernização das unidades de recebimento, beneficiamento e armazenagem de grãos dos municípios de Cornélio Procópio, Cambará, Bandeirantes, Mariluz, Goioerê e Andirá.
Também foi entregue um cheque simbólico à empresa Roldamax Indústria de Componentes para Esquadrias, no valor de R$ 525 mil. O investimento é para relocalização da empresa, cuja sede passará de Londrina para Ibiporã. A empresa fabrica esquadrias de metal para as linhas: madeira, móveis e vidro temperado.
A Hoftalon Centro de Estudos e Pesquisa da Visão, de Londrina, cliente do BRDE desde 2010, assinou financiamento de R$ 1 milhão. Os recursos serão destinados a procedimentos envolvendo o mutirão de cirurgias de catarata no munícipio. A meta é realizar 1.500 cirurgias em 2018, contribuindo para zerar a fila de pacientes que aguarda o procedimento.
Foram liberados ainda R$ 800 mil para a confeitaria Ateliê de Delícias, de Londrina. O proprietário, Nilo Hachimitsu, cliente do Banco desde 2011, solicitou financiamento para construção de uma unidade industrial de 650 metros quadrados e aquisição de equipamentos. “Sem o apoio do BRDE, esse sonho não seria possível”, afirmou.
Estavam presentes também a gerente de Planejamento da Agência Paraná, Lisiane Astarita, os assessores de diretoria Marcus Ferreira, João Carlos Kuritza, Carlos Kaust e Cacibo Buffara e o presidente da Sociedade Rural do Paraná, Afrânio Brandão .
Exposição – O BRDE participou da Expolondrina 2018 com estande próprio e equipe técnica para atendimento a parceiros e novos clientes. O Banco disponibiliza linhas de financiamento para os diversos setores ligados à cadeia do agronegócio: armazenagem, pecuária de corte, avicultura, suinocultura, florestas e aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas.
Organizada pela Sociedade Rural do Paraná, a Expolondrina, é um dos maiores eventos de negócios e entretenimento do Brasil e tem grande importância para o agronegócio paranaense. Recebe todos os anos em torno de meio milhão de visitantes.
A feira reúne empresas e produtores que expõem a excelência genética da pecuária, novas tecnologias em máquinas e equipamentos, implementos agrícolas, setor automotivo, laboratório e indústria farmacêutica, instituições bancárias, telecomunicação, energia, informática, indústria do vestuário e acessórios, instituições governamentais e educacionais.
Na edição de 2017, participaram da Expolondrina 3.170 expositores e a movimentação financeira foi de R$ 570 milhões. As instituições financeiras presentes à exposição liberaram R$ 345 milhões em financiamentos para o setor rural. O BRDE assinou contratos com empresas e produtos no valor de R$ 21,4 milhões. A feira segue até o próximo dia 15.
Este ano o BRDE participa também na Expoingá que que acontece de 3 a 14 de maio. Na feira, que acontece há 46 anos, estão presentes os setores do agronegócio, indústria, comércio, serviços, gastronomia, entretenimento, lazer e cultura.

A Caixa Econômica Federal entregou ao BRDE contratos assinados que somam R$ 70.482.000,00 para operações de financiamentos do banco com recursos do FGTS. Os documentos foram repassados pelo vice-Presidente de Fundos de Governo, Valter Gonçalves Nunes, ao diretor-Presidente do BRDE, Orlando Pessuti, em reunião realizada em Brasília, dia 20/2, com as presenças do vice-Presidente e diretor de Acompanhamento e Recuperação de Créditos, Neuto De Conto, e do chefe do GADIR, Paulo Starke, bem como do pelo vice-Presidente de Produtos de Varejo da Caixa, Fábio Lenza , e do Gerente Nacional de Estratégia e Produtos do Agronegócio, Abel Silvestre Reder.

Os R$ 70 milhões se referem a três contratos: Contrato de Pró-transporte, no valor de R$ 27.497.000,00 visando o financiamento de obras de infraestrutura aos municípios da Região Sul; Contrato de Saneamento para Todos, no valor de R$ 20.485.000,00, visando o financiamento de obras de saneamento para empresas públicas; Contrato de REFROTA, no valor de R$ 22.500.000,00, visando o financiamento de aquisição de ônibus para empresas privadas.

Atualmente, o BRDE já é repassador de recursos do FGTS, tendo já contratado R$ 74,7 milhões e possuindo ainda um limite disponível de R$ 81,5 milhões. A demanda atual, considerando o Programa Avançar Cidades, chega a aproximadamente R$ 468 milhões, sendo R$ 332.476.955,83 pré-selecionadas pelo Ministério das Cidades e R$ 135.708.718,93 em análise, o que motivou o BRDE a solicitar limite adicional junto a CAIXA no montante de R$ 360 milhões.

Na reunião, os representantes das duas instituições trataram ainda da ampliação da parceria institucional.