BRDE

A ANCINE publicou nesta segunda-feira, 22 de julho, a segunda alteração ao Regulamento de Proposição de Investimento (RPI) das Linhas de Suporte Automático. O RPI unifica as regras de investimento das Linhas de Suporte Automático (SUAT Cinema; SUAT TV e VOD e; SUAT Artístico), valendo para todas as edições dos editais de Suporte Automático a partir de 2017.
Entre as principais alterações constam mudança no momento da comprovação, para os projetos de produção, dos 50% de captação do total de itens financiáveis do projeto e alterações nas minutas de contrato de investimento.
As novas regras entram em vigor a partir desta segunda, valendo para todos os projetos que pretendam utilizar recursos provenientes dos editais do SUAT lançados a partir de 2017, com conclusão da inscrição a partir desta segunda (22).
Acesso o novo regulamento clicando aqui.

A Cooperativa Santa Clara inaugurou sua nova planta industrial de laticínios no município de Casca, no Noroeste gaúcho, na tarde de sexta-feira (12/07). De um investimento total de R$ 130 milhões, R$ 101 milhões foram financiados pelo BRDE. Nas instalações de 22 mil m2, teve início a produção de 300 mil litros de leite por dia e a previsão é de chegar a 600 mil litros até 2021. Ao todo, 150 funcionários e terceirizados já estão trabalhando na industrialização de leite UHT integral, desnatado, semidesnatado e zero lactose, com perspectiva de futura ampliação para outros produtos derivados.
Com a presença do governador Eduardo Leite, o evento de inauguração reuniu cerca de 1.000 pessoas nas novas instalações localizadas na Estrada RS-129 s/nº, km 165, entre autoridades, associados e funcionários da Cooperativa. O BRDE foi representado por seu vice-presidente, diretor de Planejamento e Financeiro, Luiz Corrêa Noronha.
O presidente da Santa Clara, Rogerio Bruno Sauthier, agradeceu a todos, especialmente aos associados. “Me sinto privilegiado, me sinto um grão de pó ao representar os nossos 5.500 associados, os quase 2.200 funcionários, em uma solenidade dessas”, afirmou.
O diretor Administrativo e Financeiro da Cooperativa, Alexandre Guerra, explicou que a inauguração foi resultado de minucioso planejamento. “Já temos 100 anos de história e investimos pensando nos próximos 100”, disse. Segundo Guerra, a fábrica foi instalada em Casca por uma questão estratégica: a região concentra a maior parte da produção láctea do Estado e oferece boas condições de escoamento.
O secretário estadual de Logística e Transportes, Juvir Costella; o secretário da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural, Covatti Filho; e do Meio Ambiente e Infraestrutura, Artur Lemos Júnior, acompanharam a agenda do governador no município. Estavam presentes prefeitos e vice-prefeitos da região, parlamentares, lideranças do cooperativismo, produtores e funcionários da Santa Clara.
Após os pronunciamentos, o governador e o presidente da Santa Clara descerraram a placa alusiva à inauguração e o padre Luiz Signori conduziu uma oração coletiva, abençoando a unidade e seus funcionários. Um brinde com Leite Santa Clara encerrou a solenidade, que foi seguida de visita técnica às instalações da nova indústria.
Pelo BRDE, também participaram do evento em Casca o gerente da GEOPE Rural, Fabiano Casiraghi; Augusto Platonow de Barros, da GEOPE Industrial II; Alexandre Platonow de Barros, gerente para a região do Planalto; e os assessores Paulo Roberto da Silva e Sylvia Bojunga.
Sobre a Santa Clara
Atualmente, a Santa Clara conta com outras duas plantas de processamento de leite no Rio Grande do Sul, uma em Carlos Barbosa, que compreende indústria de leite UHT, leites pasteurizados e derivados, e outra em Getúlio Vargas, apenas para derivados. Em 2018, foram recebidos pela Cooperativa 285 milhões de litros de leite de seus 3.300 produtores em atividade em 136 municípios gaúchos.
Além de laticínios, a Cooperativa atua nos ramos de frigorífico suíno, fábrica de rações, cozinha industrial e varejo, com 11 supermercados, 15 mercados agropecuários e uma farmácia. São 5.500 famílias associadas, 2.150 funcionários e um mix de 350 produtos entre leite e derivados, embutidos e cortes suínos, doces e sucos de frutas.
Foto: Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) promoveu, nesta sexta-feira (12), rodadas de negócios na Comunidade dos Municípios da Região de Campo Mourão (Comcam) e na Sala do Empreendedor de Araruna.
Prefeitos da região, empresários, microempresários e vereadores participaram dos encontros. A iniciativa é realizada em parceria com a Fomento Paraná e faz parte de uma política de aproximação das instituições com os municípios, visando promover o desenvolvimento em todas as regiões do Paraná.
Durante os encontros, o diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski, apresentou as linhas de financiamento do banco voltadas a municípios e empresas. Técnicos estiveram presentes para tirar dúvidas e atender individualmente os potenciais clientes.
“A região de Campo Mourão está entre as mais importantes do Paraná. Nosso objetivo é ser um grande aliado dos interesses municipais e empresariais da região, disponibilizando crédito para torná-la ainda mais forte”, disse Wilson Bley.
As rodadas de negócios já aconteceram nas regiões do Médio Paranapanema e Vale do Ivaí. Próximos encontros estão previstos para acontecer em Francisco Beltrão e Pato Branco, ainda em julho.

BRDE e ANCINE tornam pública a relação de projetos habilitados na Chamada Pública BRDE/FSA – Fluxo Contínuo Produção para Televisão 2018 – MODALIDADE A.
Acesse aqui a página desta Chamada.

O diretor de Operações do BRDE, Wilson Bley Lipski, participou nesta quinta-feira (04) da confirmação do financiamento de R$ 15 milhões à cidade de Colombo, localizada na Região Metropolitana de Curitiba.
O encontro aconteceu no Palácio Iguaçu e contou com a presença do governador do Paraná, Carlos Massa Ratinho Júnior, do vice-governador Darci Piana, da prefeita Beti Pavin, do secretário de Desenvolvimento Urbano e Obras Públicas, João Carlos Ortega, e lideranças da região.
Os recursos, provenientes do Avançar Cidades, serão utilizados na revitalização de duas vias do município: a Avenida Abel Scuissiato, que está entre as mais importantes da cidade, e a Rua do Carvalho, que fica no bairro São Dimas.
“São vias estratégicas para a cidade e as obras vão melhorar o fluxo de veículos, a mobilidade e segurança para os moradores, já que ambas as vias terão iluminação, além do ganho imobiliário”, disse o governador do Paraná.
As obras na Abel Scuissiato terão 4,5 quilômetros de extensão. “A via liga Colombo a Pinhais e beneficiará empresas e moradores de vários bairros. Nela, serão investidos R$ 14 milhões”, explicou Beti Pavin.
Este não é o primeiro financiamento do BRDE para o município. Em 2016, o banco financiou, no valor de R$ 11 milhões, outro projeto de revitalização de vias, que incluía obras de terraplanagem, meio-fio, tapa-buracos, drenagem e sinalização.

Nesta quinta-feira (04), o Palácio Iguaçu, sede do Governo do Paraná, recebeu a reunião mensal de diretoria da Organização das Cooperativas do Paraná (Ocepar). Os diretores do BRDE Wilson Bley Lipski (Operações) e Luiz Carlos Borges da Silveira (Administrativo) participaram do encontro.
A iniciativa, que contou com a presença do governador Carlos Massa Ratinho Júnior, tem como objetivo mostrar às instituições do Governo do Paraná o que as cooperativas paranaenses representam para a economia do Estado. Atualmente, mais de 100 mil pessoas trabalham com carteira assinada em cooperativas do Paraná.
Durante o encontro, também foram apresentados dados que demonstram a evolução do cooperativismo, como o aumento das receitas, capacidade de armazenagem, exportações e números de cooperados.
“O BRDE tem sido um importante agente de fomento das cooperativas desde a década de 60, em especial no repasse de recursos do BNDES para investimento nas áreas agroindustriais”, disse o presidente do Sistema Ocepar, José Roberto Ricken.

Nesta sexta-feira (28) o diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Wilson Bley Lipski, esteve reunido com as Associações dos Municípios do Médio Paranapanema (Amepar) e do Vale do Ivaí (Amuvi).
A iniciativa, em parceria com a Fomento Paraná, faz parte de uma política de aproximação aos municípios, promovendo o desenvolvimento em todas as regiões do estado do Paraná.
Na Amepar, Wilson Bley apresentou as linhas de financiamento do BRDE voltadas às cidades e empresas. A região do Médio Paranapanema se destaca pela força no setor de serviços e agropecuária, além de concentrar o segundo maior polo moveleiro do país, em Arapongas.
Na Amuvi, o diretor de Operações participou de uma rodada de negócios com prefeitos, técnicos e empresários. O objetivo é atender as demandas de crédito da região do Vale do Ivaí, que tem Apucarana como principal cidade.
Nos próximos meses, o BRDE deve se reunir com outras associações para manter essa política de estreitamento e seguir como apoiador dos interesses dos municípios do Paraná.

Na última quinta-feira (27) o diretor de Operações do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Wilson Bley Lipski, recebeu um troféu de agradecimento pelo apoio do Banco ao evento Smart City Expo Curitiba 2019. O reconhecimento foi entregue pelo diretor de Novos Negócios do iCities, Beto Marcelino.
O evento acontece anualmente em Curitiba e reúne especialistas, empresas inovadoras e representantes públicos para debater o desenvolvimento inteligente das cidades.
O Smart City reuniu 6000 visitantes em 2019 e contou com mais de 70 palestrantes. O evento também acontece em outros países da América, Ásia e Europa.

Nesta terça-feira (25), o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) recebeu uma homenagem do Hospital de Clínicas de Curitiba pelo seu apoio ao projeto “Estenose Aórtica no Idoso: oferecendo uma chance de tratamento para uma velhice digna”. O Banco investiu R$ 150 mil na iniciativa em 2017, via Fundo Municipal do Idoso. O certificado de agradecimento foi entregue ao diretor Administrativo Luiz Carlos Borges da Silveira.
O projeto captou recursos durante três anos para comprar próteses valvulares, que são implantadas em idosos portadores de estenose aórtica degenerativa. A doença consiste em um acúmulo de cálcio na válvula aórtica, tornando-a espessa e aumentando o risco de ataque cardíaco, acidente vascular cerebral e morte.
Antes da iniciativa do HC, estes pacientes só podiam ser tratados com a cirurgia de troca valvar, que é considerada de alto risco em pessoas com idades mais avançadas. Com as próteses, os idosos têm uma alternativa de tratamento menos invasiva e sem anestesia geral, além de ter um pós-operatório sem dor e altas em 48 a 72 horas.
O Hospital de Clínicas é o maior hospital público do Paraná e adquiriu 11 próteses com os recursos do BRDE e de outras empresas parceiras. O valor de cada uma delas varia entre R$ 70 mil e R$ 90 mil. Até o momento, seis próteses já foram implantadas com sucesso e a lista de espera já conta com dez pacientes.
A doutora cardiologista Deborah Nercolini é quem executa o projeto. “Algumas famílias não entendem os benefícios deste tratamento e ficam com receio de implantar a prótese. Hoje o idoso pode não ter sintomas aparentes, mas a estenose aórtica é uma doença degenerativa e, lá na frente, o paciente pode piorar e não haver mais próteses disponíveis”, disse Deborah.
O diretor Administrativo do BRDE, Luiz Carlos Borges da Silveira, que foi ministro da Saúde entre 1987 e 89, destacou a importância da parceria: “Esta sociedade entre empresas e hospitais ainda engatinha no Brasil. Em outros países, ela é mais comum. Como a tecnologia avançou, os custos aumentaram, tornando essa atuação em conjunto muito importante para a saúde pública”, afirmou.
Também participou do evento a assessora de diretoria Edna Maria. O agradecimento aconteceu no prédio principal do Complexo Hospital de Clínicas.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Coordenadoria da Defesa Civil do Estado do Paraná estão fazendo uma série de reuniões para identificar os municípios paranaenses que são mais afetados por desastres naturais.
O diretor de Planejamento e Financeiro do BRDE, Luiz Corrêa Noronha, e o superintendente da Agência Paraná do BRDE, Paulo Starke, foram à sede da Defesa Civil do Paraná nesta sexta feira (21) e conheceram o sistema de mapeamento de catástrofes naturais da instituição.
Os dados obtidos vão auxiliar o banco a encontrar projetos com possibilidade de serem apoiados pela linha de financiamento Sul Resiliente, que está em fase de implantação. O objetivo é tornar as cidades da Região Sul do Brasil prevenidas para estes desastres, minimizando o impacto humano, ambiental e econômico.
“Os municípios brasileiros carecem de recursos para fazer frente a esses problemas, em especial aqueles com população abaixo de 100.000 habitantes, que não conseguem acessar as fontes externas. O BRDE oferece crédito e assistência técnica a essas cidades para que a população, seja rural ou urbana, tenha melhor qualidade de vida”, disse Luiz Noronha.
O estudo da Defesa Civil reúne números de ocorrências, desabrigados, desalojados e o volume de assistência enviada aos municípios. Somente nos últimos sete anos, 272 cidades paranaenses foram afetadas por algum tipo de desastre causado pela natureza.
O BRDE terá o recurso de US$ 125 milhões, oriundos do Banco Mundial, para investir em projetos que que solucionem os problemas ou tornem as cidades mais resistentes a estas ameaças. A expectativa é que a linha Sul Resiliente já esteja sendo operada no primeiro semestre de 2020.
“Esta nova linha de crédito será incluída no BRDE Municípios, que oferece linhas de financiamento para saneamento, infraestrutura e mobilidade. Desde sua criação, o programa já financiou mais de meio bilhão de reais”, disse Wilson Bley Lipski, diretor de Operações do BRDE.