BRDE

Um dia após a aprovação de sua indicação por parte do Banco Central do Brasil, Otomar Vivian assumiu, nesta terça-feira (25/5), como o novo diretor de Planejamento do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE).

Ex-deputado e secretário-chefe da Casa Civil do governo gaúcho até janeiro deste ano, Otomar volta a ocupar no banco a mesma função que já desempenhou 12 anos atrás. “Os desafios são outros, mas segue o compromisso de contribuir para que o BRDE cumpra com sua missão de ser um parceiro estratégico do desenvolvimento econômico e social da região Sul, em especial auxiliando na recuperação diante dos efeitos da pandemia”, destacou o diretor.

A posse ocorreu na sede do BRDE, em Porto Alegre, na presença da diretora-presidente Leany Lemos. Logo após, no início da noite, ambos tiveram audiência com o governador Eduardo Leite no Palácio Piratini. Indicado por Leite para representar o Rio Grande do Sul na diretoria colegiada da instituição, Otomar teve sua indicação aprovada pela Assembleia Legislativa ainda no início do mês de abril.

Prefeito de Caçapava do Sul em duas oportunidades, Otomar foi deputado estadual por dois mandatos e presidiu a Assembleia Legislativa em 1995. Por dois momentos assumiu como chefe da Casa Civil, foi secretário estadual de Administração e presidiu o Instituto de Previdência do Estado (IPE). Na primeira vez que ocupou a Diretoria de Planejamento do BRDE, atuou na instituição de novembro 2008 a setembro de 2009.

Fotos: Felipe Dalla Valle/Palácio Piratini

Empreendedores e gestores públicos das cidades gêmeas dos três estados do Sul do país terão a oportunidade, nesta quarta-feira (26/5), de conhecer em detalhes a carteira que o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) tem à disposição para apoiar projetos de desenvolvimento econômico e social nas regiões de fronteira. Com a participação da diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, a reunião virtual inicia às 17 horas.

Organizada pelo deputado estadual Frederico Antunes, presidente da Frente Parlamentar das Cidades Gêmeas de Fronteira na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, o encontro busca mobilizar lideranças de 17 cidades gêmeas localizadas ao longo da fronteira da região Sul. O parlamentar também liderou o movimento que permitiu a instalação de free shops em municípios fronteiriços do lado brasileiro.

Um dos programas do BRDE que poderão ser acessados é o Fungetur, que oferece crédito para empresas do setor de turismo, tanto para investimentos como para capital de giro, com seis anos de prazo para pagar (carência de 12 meses). “Além de várias frentes para financiar projetos de longo prazo, o BRDE está realizando um grande esforço diante dos impactados da pandemia de Covid-19, buscando manter empresas funcionando e preservando empregos”, destacou Leany Lemos.

Para empreendimentos privados, o banco disponibiliza uma variada opção, inclusive com fundos externos, para apoiar projetos na área da inovação, produção de energias renováveis e para o setor agropecuário. Em termos de investimentos do setor público, o programa BRDE Municípios viabiliza empréstimos para obras de saneamento, infraestrutura viária e melhoria nos sistemas de iluminação pública, entre outras ações.

Perto de comemorar 60 anos de trajetória, o BRDE é o 15º banco do país em termos de carteira de crédito. O banco fechou 2020 com mais de R$ 3,3 bilhões em operações de financiamento nos três estados controladores: Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná.

Para acompanhar a reunião, acesse: https://alergs.webex.com/alergs/j.php?MTID=m6756f5a838a979539d580995437af4d9

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), através de sua diretoria e colaboradores, lamenta o falecimento do ex-governador de Santa Catarina e ex-presidente do banco, Casildo Maldaner.

Maldaner Iniciou sua vida pública em 1962 como vereador no município de Modelo, no Oeste Catarinense. Foi deputado e vice-governador do estado de Santa Catarina, eleito em 1986 na chapa encabeçada por Pedro Ivo Campos (PMDB).  Com o falecimento do titular, em janeiro de 1990, assumiu a chefia do poder executivo estadual, exercendo o mandato até março de 1991, sendo até hoje o primeiro e único governador oriundo do oeste catarinense.

Foi eleito senador da república em 1995 e em 1999. Em 2006 foi eleito primeiro suplente de senador. Foi diretor-presidente do BRDE no período de 2003 a 2004 e no ano de 2007, permanecendo na diretoria do Banco até janeiro de 2011, quando assumiu o mandato de senador no lugar de Raimundo Colombo.

Sua trajetória vitoriosa e seu trabalho pelo Estado serão sempre lembrados.

Em nome do BRDE, externamos nossos sentimentos de pesar e desejos de conforto aos familiares e amigos.

 

Cooperação técnica fortalece a experiência das instituições financeiras subnacionais em temas desafiadores

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) firmaram, nesta terça-feira (11/05), um termo de cooperação técnica. O objetivo é promover o intercâmbio de conhecimentos, de experiências e de colaboradores visando à formação, aperfeiçoamento e especialização técnica em temas afins às duas instituições. O acordo foi celebrado em evento on line com a participação do quadro funcional das duas instituições.

Dez áreas estão foco da parceria, envolvendo expertises relacionadas a novos instrumentos financeiros para o desenvolvimento regional; sustentabilidade e emissão de títulos sustentáveis; inovação e transformação digital; economia criativa; precificação de produtos; estruturação de projetos de concessões e PPPs; financiamento de municípios, entre outras.

Na avaliação da diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, o acordo de cooperação representa um instrumento importante para que as duas instituições qualifiquem seus processos internos e busquem inovar no atendimento aos clientes. “Sem dúvida, ao compartilhar experiências e o conhecimento que cada banco conquistou no apoio ao desenvolvimento econômico e social, BRDE e BDMG darão um passo importante para que ambos cumpram com ainda maior capacidade seus compromissos estratégicos”, destacou. A presidente salienta, também, que os dois bancos estão alinhados na promoção de projetos comprometidos com as metas dos Objetivos dos Desenvolvimento Sustentável (ODS).

“A parceria BDMG – BRDE direciona desafios importantes para que as instituições subnacionais de desenvolvimento possam aprimorar suas práticas e curvas de aprendizado. Juntos, vamos fortalecer conhecimentos e ferramentas necessárias a uma recuperação econômica mais sustentável e inovadora em nossas regiões de atuação. Estamos bastante satisfeitos em ter um parceiro como o BRDE e esperamos que a complementariedade das expertises possa render bons frutos”, destaca Sergio Gusmão, presidente do BDMG.

O termo de cooperação entre BDMG e o BRDE prevê a criação de grupos de trabalho temáticos, visando a incrementar a disseminação dos conhecimentos produzidos e ao intercâmbio de experiências para inovar em práticas a partir da expertise dos dois lados. Sem prever qualquer repasse financeiro entre os dois bancos, a parceria tem prazo de 36 meses, com previsão de renovação por meio de termo aditivo.

 

OS BANCOS

Fundado em 1962, o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) oferece crédito competitivo a empresas de todos os portes e setores, atuando também no financiamento a municípios e na estruturação de projetos. Sua estratégia está conectada aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ONU), na busca contínua por gerar impacto socioeconômico positivo. Neste contexto, destaca-se o estímulo à economia verde, inovação, saúde, empreendedorismo feminino, crédito para micro e pequenas empresas, infraestrutura urbana, entre outros.

A poucas semanas de completar 60 Anos de trajetória, o BRDE é o 15º banco em tamanho de carteira no Brasil, com R$ 13,5 bilhões. Em 2020 alcançou R$ 3,3 bilhões em crédito para investimentos e capital de giro a empreendedores dos três Estados acionistas –  Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná – além da parceria com Mato Grosso do Sul. Os valores dos ativos somam R$ 16,6 bilhões.

Através do programa BRDE PCS – Produção e Consumo Sustentáveis, o Banco financiou R$ 586,4 milhões em projetos sustentáveis em 2020, crescimento de 4,8% em relação ao ano anterior.  Desde que foi lançado, em 2015, o programa já financiou projetos que somam mais de R$ 2,38 bilhões.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) deve suspender por seis meses o pagamento de empréstimos para micro e pequenos empreendedores da região Sul do Brasil, cujos negócios foram fortemente impactados pela pandemia. A medida aprovada deve beneficiar aproximadamente 700 contratos, que totalizam cerca de R$ 1 bilhão.

O Diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito, Vladimir Arthur Fey, explica que o congelamento temporário da dívida, conhecido como standstill, já havia sido adotado pelo BRDE no ano passado, beneficiando empresários do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A medida está sendo reeditada agora, tendo em vista o prolongamento da pandemia, com a possibilidade de prorrogação do prazo total de financiamento em até 18 meses para os contratos que utilizam a TLP como fator de atualização. “No formato anterior, o empresário deixava de pagar a dívida durante meio ano. Mas como o prazo do financiamento não mudou, houve um aumento no valor das parcelas. Desta vez é diferente, havendo a possibilidade de alongamento da dívida para não afetar o fluxo mensal de caixa das empresas”, complementa Fey.

Em linha com o movimento feito pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), fonte original dos recursos, a novidade garante fôlego adicional também a alguns dos segmentos mais impactados pela pandemia, independentemente do porte. “É um auxilio significativo para empresas de setores como turismo, eventos e hotelaria, que tiveram as atividades fortemente impactadas no último ano” destaca o Diretor Financeiro Marcelo Haendchen Dutra. Segundo ele, as condições originais dos contratos devem ser mantidas na renegociação, inclusive o spread.

Não estão incluídos neste pacote os empréstimos do Programa Emergencial de Acesso ao Crédito (PEAC) ou que contam com algum fundo garantidor ou subvenção econômica; aqueles tomados para negócios envolvendo comércio exterior; contratados pela administração pública; e dívidas agrícolas.

“O BRDE está estruturando a operacionalização conforme regulamentação do BNDES, que disponibilizou os recursos repassados. Os clientes que tiverem necessidade desta repactuação – e estiverem enquadrados – podem procurar as agências já a partir desta semana”, explica a superintendente de Acompanhamento e Recuperação de Crédito, Ana Cláudia Silveira Camargo.

A diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, explica que, além do standstill com recursos do BNDES, o BRDE vai estender as condições para operações que utilizam recursos próprios. Ela reforça que as medidas integram uma série de ações tomadas desde março do ano passado para ajudar os clientes a enfrentar os impactos da pandemia. “É mais uma demonstração de que o BRDE é um parceiro do empreendedor do Sul. Esperamos que esse conjunto auxilie os empresários a passarem com mais tranquilidade pela crise. E que possamos voltar à normalidade o mais rapidamente possível”.

Segmentos beneficiados pelo standstill BNDES/BRDE:

1 – Atividades artísticas, criativas e de espetáculos

Atividades artísticas, criativas e de espetáculos

Atividades ligadas ao patrimônio cultural e ambiental

Atividades esportivas e de recreação e lazer

Atividades cinematográficas, produção de vídeos e de programas de televisão; gravação de som e edição de música

2 – Transporte aéreo e auxiliares

Transporte aéreo

Atividades auxiliares dos transportes aéreos

3 – Serviços de alojamento

Alojamento

4 – Outras atividades administrativas e serviços complementares

Seleção, agenciamento e locação de mão-de-obra

Agências de viagens, operadores turísticos e serviços de reservas

Serviços para edifícios e atividades paisagísticas

Serviços de escritório, de apoio administrativo e outros serviços prestados principalmente às empresas

5 – Transporte interestadual e intermunicipal de passageiros

Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, intermunicipal, interestadual e internacional

Transporte rodoviário coletivo de passageiros, sob regime de fretamento, e outros transportes rodoviários não especificados anteriormente

6 – Serviços de alimentação

Alimentação

7 – Transporte público urbano

Transporte rodoviário coletivo de passageiros, com itinerário fixo, municipal e em região metropolitana

8 – Transporte ferroviário e metroferroviário de passageiros

Transporte metroferroviário de passageiros

Trens turísticos, teleféricos e similares

9 – Tecidos, artigos de armarinho, vestuário e calçados

Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios

Comércio varejista de calçados e artigos de viagem

Comércio varejista especializado de tecidos e artigos de cama, mesa e banho

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) foi reconhecido como espaço seguro para funcionários, terceirizados, fornecedores e clientes, durante a pandemia do COVID-19. O selo, que assegura as boas práticas sanitárias, é concedido por uma startup paranaense que atende órgãos governamentais e grandes empresas do país e usa como referência recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS), alinhadas às exigências e normativas municipais e estaduais.

Criada pela equipe da Local Confiável a ferramenta monitora diversos indicadores sanitários. Todas as informações podem ser acessadas através da leitura de um QR Code, que leva o visitante a um ambiente digital onde estão consolidados os protocolos de segurança do banco.

“Caso entenda que alguma norma não esteja sendo cumprida, é possível ao usuário monitorar e denunciar a irregularidade. O registro será enviado diretamente à certificadora, que verificará se a denúncia procede ou não, por meio da solicitação de evidencias de cumprimento pelo BRDE para o quesito apontado”, explica o Gerente Administrativo da AGFLO Arlinton João Calza. Segundo ele, a ferramenta está disponível para todo o público interno e visitantes da DIGER, AGPOA, AGFLO e AGCUR.

Desde o início da pandemia o banco adotou o trabalho remoto e o rodízio de equipes para reduzir o risco de contaminação. Além disso, passou a exigir a medição de temperatura e uso de máscaras para empregados, terceirizados ou visitantes que acessam as estruturas do BRDE. Também disponibilizou material educativo e álcool em gel, restringiu o número de passageiros permitidos por viagem nos elevadores e reforçou o trabalho de higienização e limpeza dos ambientes.

Agora com a orientação da startup paranaense e o monitoramento de locais sensíveis, pequenos ajustes foram feitos: louças e utensílios de cozinha foram recolhidos e substituídos por copos descartáveis, e tapetes sanitizantes foram colocados na entrada dos edifícios.

Segundo o GERAD o conjunto de medidas é mais um de uma série de investimentos feitos pelo BRDE para garantir a segurança da equipe, e permitir que – quando possível – os colaboradores voltem ao trabalho com segurança.

Um modelo que libera crédito no prazo de até duas semanas, atendendo especialmente micro e pequenas empresas e totalmente on line. Essa a experiência do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) esteve entre os destaques do primeiro dia do seminário O Mercado Financeiro e as Oportunidades com as Fintechs. Iniciativa do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o evento está reunindo importantes instituições de fomento, bem como cases de empresas privadas que se destacam na utilização de soluções tecnológicas e inovadoras. Iniciada nesta segunda-feira (26/4), a programação prosseguirá até a próxima quinta-feira, sempre a partir das 14 horas e com transmissão via o canal de Youtube do banco.

Na abertura do seminário, a diretora-presidente Leany Lemos reafirmou suas expectativas que as experiências das outras instituições irão contribuir para que o BRDE possa avançar ainda mais em soluções inovadoras no atendimento dos clientes nos três estados onde atua.  “A inclusão de uma plataforma digital representará ao banco ampliar e melhorar a sua missão de apoiar o desenvolvimento no Sul do país”, destacou ela. “Teremos uma semana profícua”, resumiu. O seminário integra as atividades relacionados aos 60 Anos do BRDE, que serão comemorados agora no mês de junho.

Presidente do BRDE na abertura do seminário

O presidente do BDMG, Sérgio Gusmão, Suchodolski, que também é presidente da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), participou do seminário e destacou a importância do intercâmbio de informações entre os bancos de fomento. Buscando oferecer taxas menores, agilidade e menos burocracia, a plataforma digital com a qual BDMG contribuiu para que o banco conseguisse fechar 2020 atendendo quase 13 mil MPEs no estado de Minas Gerais.

Conforme o superintendente de Micro e Pequenas Empresas do BDMG, Thiago Magalhães Tavares, o modelo oferece a possibilidade de liberação de crédito em até duas semanas, “mas como uma média de prazo que fica em cinco dias”. Na sua participação no seminário, ele destacou que o modelo de atendimento está estruturado através de venda diretas (apoiada em ações de e-mail marketing) e por meio de correspondentes bancários, como cooperativas de crédito, em idades empresariais e até escritórios de contabilidade.   “Com isso e mesmo tendo apenas uma agência, o BDMG consegue estar presente na grande maioria dos municípios.

Uma das ferramentas que garantem agilidade na análise do crédito e sobre a situação da empresa é a parceria operacional com organismos como o Banco Central, Sebrae e Serasa. Segundo Thiago Tavares, o próximo passo já em implementação é incluir num ambiente seguro até mesmo a celebração do contrato de financiamento, descartando qualquer utilização de papel.

Sustentabilidade

As duas primeiras abordagens da tarde tiveram como foco a experiência do Laboratório de Inovação Financeira. Trata-se de um fórum de interação multissetorial criado ABDE, o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O objetivo é criar soluções inovadoras de financiamento para projetos voltados às questões sociais e ambientais e, desta maneira, contribuir para o cumprimento das metas brasileiras associadas aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável – ODS (Agenda 2030) e aos compromissos para o enfrentamento dos riscos de mudança climática (Acordo de Paris).

 

José Alexandre Vasco, da CVM

Na sua participação no seminário, o superintendente de Proteção e Orientação aos Investidores da CVM, José Alexandre Vasco, mencionou o quanto o mercado de capitais passa por transformações. Ele observou que existe a necessidade de até US$ 7 trilhões/ano em termos de fundos para financiar projetos comprometidos com a sustentabilidade.

Especialista em mercados financeiros da Divisão de Conectividade Mercados e Finanças do BID, Luciano Schweizwer, trouxe um breve histórico de atuação do banco e destacou as parcerias em andamento com o BRDE.  Através de dois programas, o BRDE deverá captar US$ 150 milhões junto ao BID tanto mitigar os efeitos da pandemia, especialmente de pequenos e microempresários, bem como por intermédio de investimentos em infraestrutura social, infraestrutura urbana, rural e turística em projetos a serem executados por prefeituras ou empreendedores privados dos três estados da região Sul.

CONFIRA A PROGRAMAÇÃO DESTA TERÇA-FEIRA:

 14 horas- Abertura

Wilson Bley Lipski, Vice-Presidente do BRDE

14h15min – Gatner

Palestrante: Alexandre Blauth – Vice–Diretor de Programa Executivo – Gartner

Tema: Transformação Digital, Tendências de tecnologia e Fintechs

15 horas – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Socvial (BNDES)

Palestrante: – Rodrigo Hallak – Gerente de Canais Digitais – GEDIG Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES)

Tema: Canal MPME e parcerias com Fintechs

15h30min – DesenvoveSP

Palestrante: Nelson de Souza – Presidente da DesenvolveSP

Tema: Modelo Negócios DesenvovleSP

 

Durante a Assembleia Geral Ordinária da Associação dos Municípios do Alto Vale do Itajaí (AMAVI), realizada nesta sexta-feira (23) de forma virtual, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) esteve representado pelo diretor de Acompanhamento e Recuperação de Crédito, Vladimir Arthur Fey, e o Gerente de Operações, Júlio Oliveira. Na oportunidade, foi feita uma explanação aos prefeitos sobre a estrutura, resultados do banco e as possibilidades de parcerias para o desenvolvimento dos municípios.

Fey destacou em sua fala a missão do BRDE em promover e liderar ações de fomento ao desenvolvimento econômico e social de toda a região de atuação. “Nosso compromisso é apoiar as iniciativas que necessitem de crédito para saírem do papel e gerarem valor e crescimento às cidades. Os gestores municipais possuem no BRDE um parceiro para contribuir com os projetos”.

Durante a reunião, os prefeitos receberam informações detalhadas sobre os produtos financeiros e parcerias para investimentos no setor público, além de opções de financiamento, taxas de juros e prazos de pagamento. Entre as áreas que o BRDE apoia no setor público estão projetos de Mobilidade Urbana e Rural, Saúde, Educação, Saneamento e Energia renovável.

“Muito importante essa porta aberta, porque assim a gente evolui e torna mais rápido a realização dos projetos e sonhos de cada município”, destacou a presidente da AMAVI e prefeita de Trombudo Central, Geovana Gessner.

A participação do BRDE na reunião dos prefeitos foi proposta pelo Deputado Estadual, Jerry Comper.  Além deste encontro virtual, está prevista em breve uma visita presencial da diretoria do banco aos municípios da região do Alto Vale do Itajaí.

Poucas vezes com tamanho destaque como agora, diante do desafio global de enfrentamento da pandemia da Covid-19, o uso da pesquisa científica na definição das políticas públicas esteve em debate, nesta quinta-feira (22/4), em evento organizado por um grupo de instituições responsáveis pelo Prêmio Evidência e pelo Troféu IMDS – Mobilidade Social. As duas distinções são iniciativas do Centro de Aprendizagem em Avaliação e Resultados para o Brasil e a África Lusófona (FGV EESP Clear), o Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (Imds) e a Escola Nacional de Administração Pública (Enap), com o objetivo de destacar ações governamentais aplicadas no Brasil e que se valeram de evidências cientificamente fundamentadas, cujos vencedores serão conhecidos no final deste ano.

A diretora-presidente do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), Leany Lemos, foi uma das painelistas convidadas do webinar com foco no desenvolvimento de políticas a partir do uso de evidências e da prática de monitoramento e avaliação na gestão pública, com destaque para o envolvimento da sociedade civil, por meio das organizações do terceiro setor. Como ex-secretária de Planejamento do Rio Grande do Sul, ela coordenou o Comitê de Dados no enfrentamento da pandemia e atuou diretamente na elaboração do modelo de Distanciamento Controlado, que buscou compatibilizar a estrutura de atendimento de saúde com a atividade econômica.

“Parece fácil efetivar uma política pública baseada em dados, mas na prática se enfrenta uma série de desafios enormes”, observou Leany Lemos. Para ela, o caminho mais indicado na hora de implementar uma política precisa reunir rapidez, efetividade e relevância para a comunidade, “com métricas para medir efeitos diretos e indiretos”. Após um breve relato sobre a experiência da crise financeira que enfrentou no Distrito Federal como secretária de Planejamento, a presidente do BRDE abordou o modelo inédito implementado no RS no combate à pandemia. “Além de produzir uma série de estudos para embasar as decisões do governo, através do Gabinete de Crise, um dos grandes desafios foi comunicar e dar transparência aos dados e às decisões”, acrescentou.

“Posso dizer que, como experiência pessoal, 90% das políticas públicas com base em evidências se mostraram acertadas”, observou Leany Lemos. Com o objetivo de ampliar o debate sobre e contribuir na divulgação do Troféu Evidência, o evento contou também com a participação da secretária de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, Patricia Ellen, e do gerente-geral do Instituto Votorantim, Rafael Gioielli. O webinar teve a mediação do diretor do Vetor Brasil, Marco Camargo e foi realizado em parceria com o Grupo de Institutos Fundações e Empresas (Gife).

Maiores informações sobre as duas premiações estão disponíveis no site: https://eventos.fgv.br/premioevidencia

Para avançar em soluções inovadoras, BRDE reúne experiências de grandes instituições de fomento e do setor privado

Determinado a incorporar novas plataformas digitais nos seus processos de análise e concessão de crédito, o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) estará reunindo, ao longo da próxima semana, experiências bem-sucedidas de organizações que atuam no sistema financeiro com a utilização de soluções tecnológicas e inovadoras. A partir de segunda-feira (26/4), o seminário ´O Mercado Financeiro e as Oportunidades com as Fintechs´ terá quatro dias de palestras (sempre a partir das 14 horas) com a participação de importantes instituições de fomento, bem como cases de empresas privadas com destaque em negócios que romperam com o modelo tradicional na financeira.

Para a diretora-presidente do BRDE, Leany Lemos, o seminário representa uma grande oportunidade para o banco se aproximar do mercado da tecnologia financeira. “Inovar nas suas relações com o cliente, se valendo cada vez mais de plataformas digitais, é um caminho sem volta mas que ganhou uma velocidade muito grande com a pandemia. Estamos em meio a uma verdadeira revolução e os bancos de fomento precisam acompanhar esse processo”, destacou.

Conforme a presidente, um dos principais objetivos da série de palestras é compartilhar os desafios e as soluções que diferentes instituições encontram na automação dos processos e na relação totalmente digital com o público. “Os bancos de fomento estão cada vez mais desafiados a ampliar sua atuação com diferentes segmentos empreendedores, em especial os de menor porte. Essas soluções permitirão avançar no volume das operações de crédito, com valores menores. Ou seja, uma plataforma que otimize e simplifique o crédito em escala”, pontua Leany Lemos.

Além de reunir experiências de instituições de fomento como BNDES, BDMG e DesenvolveSP, além de empresas como a Amazon e Global Web, o evento terá uma atualização do panorama das fintechs no país por parte da Associação que congrega o setor no Brasil. No primeiro dia de atividade, as palestras terão a participação da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Ao lado da Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), as duas instituições criaram o Laboratório de Inovação Financeira (Lab), um fórum de discussões sobre ferramentas financeiras que permitam o avanço do desenvolvimento sustentável.

O seminário integra as atividades relacionados aos 60 Anos do BRDE, que serão comemorados agora no mês de junho. É aberto ao público e terá transmissão pelo canal do BRDE no Youtube (@brdeoficial).

Confira a programação:

https://www.brde.com.br/wp-content/uploads/2021/04/Programação-Seminário.pdf