BRDE

A Agência Paraná do BRDE trabalha nos primeiros projetos ligados ao desenvolvimento sustentável com recursos captados na Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD). As operações em análise envolvem projetos nas áreas de iluminação pública, cidades sustentáveis e tratamento de resíduos. O BRDE captou 50 milhões de euros na AFD, que serão investidos em projetos voltados à produção e ao consumo sustentáveis.
A parceria com a AFD faz parte da busca da instituição por novas fontes de recursos, diante da redução dos limites repassados pelo BNDES. Dessa forma, além dos recursos contratados na agência francesa, o BRDE está operando, entre outras novas linhas de financiamento, o Fungetur, Funcafé e o Fundo Clima, este destinado à instalação de sistemas de geração fotovoltaico e aquecimento solar.
Os recursos contratados na AFD vão financiar projetos com impacto positivo no ambiente e clima na Região Sul do Brasil. O financiamento será viabilizado por meio do BRDE PCS – Produção e Consumo Sustentáveis, programa que oferece linhas de crédito para as áreas de energias limpas e renováveis; gestão de resíduos e reciclagem; uso racional e eficiente da água; agronegócio sustentável e cidades sustentáveis.
CONHEÇA O BRDE PCS
O programa BRDE PCS viabiliza empreendimentos nas áreas do agronegócio, indústria, comércio e serviços e está estruturado em cinco subprogramas integrados:
ENERGIAS LIMPAS E RENOVÁVEIS
O BRDE PCS oferece apoio a projetos que visem contribuir para a redução do desperdício e para a racionalização da energia em ambientes domésticos, produtivos ou comerciais. Pela sua natureza sustentável, apenas projetos de geração de energia que utilizem fontes renováveis, como a eólica e a solar, são apoiadas pelo BRDE.
USO RACIONAL E EFICIENTE DA ÁGUA
O BRDE PCS oferece apoio a projetos para o uso racional e eficiente da água no agronegócio, na indústria, no comércio e em serviços.
•INVESTIMENTOS APOIÁVEIS
– Projetos para melhoria da eficiência na utilização da água em atividades de produção agropecuária;
– Recuperação de condições para geração e armazenamento de recursos hídricos;
– Implantação e aprimoramento de processos industriais para redução, otimização e reuso de recursos hídricos.
•ITENS FINANCIÁVEIS
– Obras civis, montagens e instalações;
– Serviços de terraplenagem, perfuração e movimentação do solo;
– Máquinas e equipamentos novos, incluindo os conjuntos e sistemas industriais constantes do Credenciamento de Fabricantes Informatizado – CFI do BNDES;
– Estudos e projetos de engenharia relacionados ao investimento;
– Pesquisa, desenvolvimento e inovação;
– Instalação e montagem de equipamentos.
GESTÃO DE RESÍDUOS E RECICLAGEM
O BRDE PCS oferece apoio a projetos de gestão de resíduos e reciclagem no agronegócio, na indústria, no comércio e em serviços.
•INVESTIMENTOS APOIÁVEIS
– Projetos para reduzir a utilização de materiais em processos industriais e comerciais;
– Investimentos para reciclagem de resíduos;
– Tratamento de resíduos sólidos, efluentes e emissões atmosféricas para sua adequada destinação.
• ITENS FINANCIÁVEIS
– Obras civis e instalações;
– Máquinas e equipamentos;
– Máquinas e equipamentos novos, incluindo os conjuntos e sistemas industriais produzidos no País e constantes do Credenciamento de Fabricantes Informatizado (CFI do BNDES);
– Estudos e projetos de engenharia relacionados ao investimento;
– Pesquisa, desenvolvimento e inovação;
– Instalação e montagem de equipamentos;
– Terraplanagem, perfuração e movimentação do solo.
AGRONEGÓCIO SUSTENTÁVEL
O BRDE PCS oferece apoio a projetos que adotem as melhores práticas de sustentabilidade no Agronegócio, com o objetivo de reduzir impactos ambientais.
•INVESTIMENTOS APOIÁVEIS
– Tratamento e/ou aproveitamento de dejetos, incluindo aproveitamento para geração de energia e compostagem;
– Recuperação de pastagens degradadas;
– Implantação de sistemas de integração lavoura-pecuária, lavoura-floresta, pecuária-floresta ou lavoura-pecuária-floresta e de sistemas agroflorestais;
– Regularização ou adequação das propriedades rurais à legislação ambiental, inclusive recuperação da reserva legal, de áreas de preservação permanente, recuperação de áreas degradadas e implantação e melhoramento de planos de manejo florestal sustentável.
•ITENS FINANCIÁVEIS
– Elaboração de projeto técnico e georreferenciamento das propriedades rurais, inclusive despesas técnicas e administrativas relacionados ao processo de regularização ambiental;
– Assistência técnica necessária até a fase de maturação do projeto;
– Aquisição, transporte, aplicação e incorporação de corretivos agrícolas (calcários e outros);
– Marcação e construção de terraços e implantação de práticas conservacionistas do solo;
– Aquisição de sementes e mudas para a formação de pastagens e florestas;
– Implantação de viveiros de mudas florestais;
– Implantação e recuperação de cercas, aquisição de energizadores de cerca, aquisição, construção ou reformas de bebedouros e de saleiros ou cochos para sal;
– Aquisição de máquinas, implementos e equipamentos de fabricação nacional – inclusive para a implantação de sistemas de irrigação, para a agricultura e pecuária, biodigestores, máquinas e equipamentos para a realização da compostagem e para produção e armazenamento de energia;
– Obras civis para construção e modernização de benfeitorias e de instalações da propriedade rural.
CIDADES SUSTENTÁVEIS
O BRDE PCS também oferece apoio a projetos que tornem grandes cidades e pequenos municípios em comunidades sustentáveis. Juntamente com o programa BRDE Municípios, investimentos em energias limpas e renováveis, agronegócio sustentável, gestão de resíduos e reciclagem além do uso racional e eficiente dos recursos hídricos podem ser financiados pelo poder público para melhorias e investimentos na qualidade de vida da população, seja ela urbana ou rural.
Para mais informações acesse https://www.brde.com.br/brde-pcs-producao-e-consumo-sustentavel/ ou entre em contato com a Agência Paraná do BRDE: brdepr@brde.com.br / (41) 3219-8150

Entre as operações da Agência Paraná do BRDE na área de inovação têm destaque contratos assinados com empresas geradoras de energia a partir da biodigestão do lodo, resíduo resultante do tratamento de esgotos sanitários. São projetos financiados por meio da linha Inovacred e do programa BRDE PCS – Produção e Consumo Sustentáveis.
O programa BRDE PCS oferece linhas de crédito para as áreas de energias limpas e renováveis, gestão de resíduos e reciclagem, uso racional e eficiente da água, agronegócio sustentável e cidades sustentáveis.
Pela linha Inovacred, são operações com taxas de TJLP ou TJLP + 1,0%a.a., para empresas com receita operacional bruta de até R$ 90 milhões ao ano. O prazo para pagamento é de 8 anos com até 2 anos de carência.
Os projetos financiados são destinados ao tratamento de resíduos sólidos, efluentes e emissões atmosféricas para sua adequada destinação. Entre os itens financiáveis estão obras civis e instalações, máquinas e equipamentos, terraplanagem, perfuração e movimentação do solo e instalação e montagem de equipamentos.
Para informações sobre soluções inovadoras na área de tratamento de resíduos entre em contato com o BRDE e solicite um atendimento pelo endereço: www.brdepr@brde.com.br ou ligue para a Agência Paraná: (41) 3219-8150.

Produtores rurais interessados em melhorar a capacidade de armazenagem de suas propriedades podem contar com o apoio do BRDE, que financia o setor por meio do Programa de Construção e Ampliação de Armazéns – PCA.
O PCA financia projetos individuais ou coletivos para ampliação da capacidade de armazenagem de grãos, frutas, tubérculos, bulbos, hortaliças, fibras e açúcar para produtores rurais (pessoas físicas ou jurídicas) e de cooperativas de produção.
No Paraná, no período de 2011 a julho de 2018, foram contratados R$ 356,3 milhões pela agência paranaense do BRDE, em mais de 70 operações viabilizadas pela linha PCA em todas as regiões do Estado.
As condições do PCA, para o Plano Safra 2018/2019, são taxa de 5,25%a.a. para unidades com capacidade de até 6.000 toneladas e de 6,0%a.a. para os demais projetos. O prazo pode chegar até 180 meses e 100% dos investimentos podem ser financiados.
Conheça a linha PCA – Programa para Construção e Ampliação de Armazéns:
ITENS FINANCIÁVEIS
– investimentos individuais ou coletivos para ampliação da capacidade de armazenagem de grãos, frutas, tubérculos, bulbos, hortaliças, fibras e açúcar para produtores ruais (pessoas físicas ou jurídicas) e de cooperativas de produção.
Para informações sobre limites, taxas e prazos acesse:
https://www.brde.com.br/agronegocio/armazenagem/ ou ligue para (41) 3219-8150.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) é o primeiro banco do país a operar o Fundo Clima, com recursos do BNDES, para financiamento de projetos de pessoas físicas e jurídicas destinados à instalação de sistemas de geração fotovoltaico e de aquecimento solar, além de outros equipamentos cadastrados no subprograma do Fundo Clima “Máquinas e Equipamentos Eficientes”.
No Paraná, diversos projetos estão em análise, sendo a maior demanda por sistemas fotovoltaicos. A primeira operação aprovada foi o financiamento para a empresa Cerealista Coradini, do município de Bagé, no Rio Grande do Sul, no valor de R$ 3,5 milhões, destinados à implantação de uma planta fotovoltaica de 1 MW, equivalente ao consumo residencial de 300 casas, aproximadamente.
O investimento total da Cerealista Coradini, que desde 2006 atua nos segmentos de beneficiamento de arroz e comercialização de grãos, será de R$ 6,5 milhões, contemplando as instalações e o projeto de eficiência energética.
Em Santa Catarina, o BRDE aprovou financiamentos para sistemas geradores fotovoltaicos das empresas Arcari, Ferronato & Cia Ltda, de Xanxerê, e Kaliska Textil, de Guabiruba. A agência do BRDE de Santa Catarina protocolou a primeira operação de pessoa física do Fundo Clima.
O QUE É O FUNDO CLIMA
O Fundo Nacional sobre Mudança do Clima, ou Fundo Clima, é um dos instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima. Constitui-se em um fundo de natureza contábil, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente, com a finalidade de apoiar projetos ou estudos e financiar empreendimentos que tenham como objetivo a mitigação das mudanças climáticas.
O subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes do Fundo Clima permite financiar 80% dos itens apoiáveis, ao custo final de 4,03% ao ano, para beneficiárias finais com renda bruta de até R$ 90 milhões. Para beneficiárias finais com renda bruta acima R$ 90 milhões, o custo é de 4,55% ao ano.
O financiamento de fontes energéticas renováveis contribui para a estruturação de uma nova cadeia industrial brasileira, além de reforçar o compromisso com a sustentabilidade. “Trata-se de mais uma ação com recursos do BNDES para incentivar o cidadão brasileiro a investir em sustentabilidade e economia de energia”, afirma o diretor-presidente do BRDE, Orlando Pessuti.
Outras informações sobre o Fundo Clima podem ser obtidas no site do BNDES: https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/financiamento/produto/fundo-clima/fundo-clima.
Ou no portal do BRDE: www.brde.com.br.
No Paraná: a Agência de Curitiba fica na avenida João Gualberto, 570 – Alto da Glória.
Contatos: (41) 3219-8150 – brdepr@brde.com.br.

O diretor de Operações, João Regiani, representou o BRDE na 48ª Reunião Ordinária da Assembleia Geral da Associação das Instituições Financeiras de Desenvolvimento da América Latina e Caribe – Alide, que ocorreu em Lima, no Peru, de 29 de maio a primeiro de junho. Os trabalhos se desenvolveram sobre três aspectos relacionados: inteligência artificial e o salto na inovação tecnológica para promover a transformação dos negócios e economias latino-americanas, incentivando a incorporação de novas tecnologias disruptivas; fortalecimento da resiliência das cidades e áreas rurais diante dos eventos extremos causados pela ação da natureza; e a inclusão e integração financeira que inclui pessoas, mas também setores, projetos, novos produtos e territórios.

Sobre o tema central da reunião – Bancos de Desenvolvimento, Desafios do Presente e Desafios do Futuro -, Regiani comentou que o objetivo final das políticas públicas é melhorar o bem-estar das pessoas, fornecer as condições e oportunidades para traduzirem suas ideias, desenvolverem empreendimentos, morarem em cidades ou territórios seguros. Visam oferecer infraestrutura e serviços básicos, acesso à educação e empregos de qualidade, entre outros aspectos de importância vital para o desenvolvimento de uma sociedade, complementou. Em conversa com CEO da Agência Francesa de Desenvolvimento – AFD, Rémy Rioux, que atuava em painel, o diretor de Operações relatou que a diretoria do BRDE já aprovou as primeiras operações com base no contrato entre as duas instituições que destinou € 50 milhões para apoiar projetos com impacto positivo sobre o ambiente e o clima na Região Sul do Brasil. Esses processos estão em fase de liberação dos recursos aos empreendedores. No dia 29 de maio, também em Lima, o diretor de Operações do BRDE, João Regiani, havia participado de atividade promovidas pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID. No workshop “Green & Sustainable Bonds”, Regiani pode analisar aspectos do mercado de “green bonds” para o financiamento de projetos aderentes aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, operação que o BRDE estuda promover.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) sempre esteve comprometido com as práticas de sustentabilidade, sendo o primeiro banco a exigir Licença Ambiental para financiar projetos de empresas. Com esse compromisso socioambiental, foi estruturado o Programa BRDE PCS – Produção e Consumo Sustentáveis.
O Programa BRDE PCS que viabiliza empreendimentos nas áreas do agronegócio, indústria, comércio e serviços, está subdividido em cinco categorias integradas: energias limpas e renováveis, uso racional e eficiente da água, gestão de resíduos e reciclagem, agronegócio sustentável e cidades sustentáveis.
Além das linhas operacionais de financiamento, o Banco também participa e apoia ações e eventos ligados ao tema da sustentabilidade. Na reunião do Conselho Temático de Energia realizado pela Federação das Indústria (Fiep) do Paraná, a gerente de Planejamento da Agência Paraná, Lisiane Astarita, representou o BRDE no encontro que avançou no objetivo de definir o marco regulatório para o setor de geração de energias renováveis.
O BRDE participa também do Fórum Sul Brasileiro de Biogás e Biometano. No evento que acontece de 6 a 8 de junho, em Foz do Iguaçu, no extremo oeste do Paraná, o analista Paulo Marques, da Agência Paraná, irá proferir a palestra “Financiamento de investimentos em energias renováveis”, apresentando os programas e linhas de crédito do BRDE para o setor.
Com a linha BRDE Energia, o Banco oferece crédito a projetos de eficiência energética e geração de energias renováveis. Esse segundo item inclui usinas de biomassa, eólicas e solares, além de pequenas centrais hidrelétricas. Os projetos devem ter eficiência energética, sustentabilidade e responsabilidade ambiental como objetivo.
O Fórum pretende contribuir para o desenvolvimento da cadeia de biogás e biometano no Brasil, em especial nos estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. A atividade de produção de proteína animal, especialmente com aves e suínos, têm espaço para dar tratamento aos dejetos e aumentar ganhos através do investimento em geração do biogás e do biometano.
Para mais informações sobre linhas de financiamento consulte o site: www.brde.com.br ou entre em contato com a Agência Paraná pelo telefone (41) 3219-8000 ou e-mail brdepr@brde.com.br.

O Banco Regional de Desenvolvimento (BRDE) apresentou a linha Inovacred nos encontros do Road Show Paraná: Recursos para a inovação na Indústria. O evento foi promovido pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) e a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep).
Os encontros passaram por Curitiba, Londrina, Maringá e Toledo, entre os dias 10 e 13 de abril. O objetivo do Road Show é apresentar ao empresariado paranaense linhas de crédito para investir em inovação. Os encontros contaram com palestras e atendimentos empresariais.
O BRDE e a Embrapii tem uma parceria para fomento a projetos inovadores. “Todo o recurso que for aportado pela empresa no projeto pode ser financiado, além dos recursos subsidiados pela Embrapii. O BRDE busca todos os parceiros que podem trazer as empresas para o financiamento à inovação”, destacou a gerente de planejamento da Agência Paraná do BRDE, Lisiane Astarita, que esteve presente na abertura do evento.
O Road Show conta com uma rodada de negócios ao final do encontro, para aproximar profissionais e pesquisadores de áreas complementares. O foco é transformar conhecimento científico na área de inovações em processos e produtos nas empresas. Adotar processos inovadores permite aumentar ao mesmo tempo competitividade e sustentabilidade.
Parceria – O BRDE tem convênio de cooperação com a Embrapii para facilitar o financiamento de projetos inovadores na Região Sul. O primeiro contrato assinado dentro dessa pareceria foi com a empresa PGA Soluções em Tecnologia, para financiamento de uma plataforma de assistente virtual de negociação.
No caso da PGA, a EMBRAPII vai repassar a fundo perdido um terço do valor total do projeto, de R$ 2,7 milhões. O restante dos recursos para viabilizar o projeto virá do financiamento contratado pela PGA no BRDE e da participação da unidade da EMBRAPII em Campinas (SP) – Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações (CPqD).

A empresa Radek Systems, que recebeu aporte do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), firmou contrato com a Copel para desenvolver uma tecnologia de medição de consumo de energia em áreas rurais, com o uso de radiofrequência. A tecnologia permite realizar comunicações em longa distância com consumo mínimo de energia.
O contrato faz parte do programa de aceleração Copel+ lançado em 2017, que busca projetos que agreguem valor para a empresa. Em contrapartida, as startups receberão apoio financeiro, infraestrutura e contarão com profissionais para mentoria. Além da Radek, outras quatro empresas foram selecionadas.
A Radek Systems, fundada em 2007, em Curitiba, é uma empresa provedora de soluções em Tecnologia da Informação por meio de serviços como o desenvolvimento de softwares nos mercados de energia, telecomunicação, automotivo e marketing digital. A empresa trabalha também com gestão de projetos, implementação de sistemas de automação e medição avançada para redes de energia, por meio de smartgrids.
O aporte feito pelo BRDE, em 2014, foi destinado ao projeto de desenvolvimento de um software para a Gestão de Dados de Medição de Energia Elétrica, o smartgrid, com recursos do Programa BNDES MPME Inovadora. O smartgrid alia aspectos de inovação e sustentabilidade, traz novos conceitos na forma de gerar, transmitir, distribuir e utilizar energia.
Copel + – A chamada pública que inaugurou o Copel+ para as startups encerrou no final de novembro de 2017. O programa busca novos negócios e otimização de processos internos na Companhia. Os projetos (produto, soluções ou serviços) vão agregar valor aos negócios da Copel.
As startups têm até seis meses, a partir da consolidação do contrato, para desenvolver e implementar a solução proposta. Após este período, a Copel preserva o direito implementar esses projetos desenvolvidos. As startups podem levar as soluções customizadas para o mercado sem pagar royalties.
Para maiores informações sobre linhas de financiamento para projeto de Inovação entre em contato pelo e-mail brdepr@brde.com.br e pelo telefone da Agência Paraná (41) 3219-8150.

Relatório de Administração e Sustentabilidade do BRDE de 2017 está publicado no site do Banco
O Relatório de Administração e Sustentabilidade 2017 que está publicado no site do Banco site do Banco é um instrumento de prestação de contas aos governos dos Estados-controladores e, principalmente, à sociedade da Região Sul. Mais do que registrar o desempenho do BRDE no ano que passou, o Relatório celebra conquistas e desafios.
O ano de 2017 ficará marcado como um período de adaptação e superação para o BRDE. Em paralelo ao enfrentamento à conjuntura de baixo crescimento da economia brasileira e aos reflexos do contexto político turbulento, o Banco teve de se ajustar às transformações estruturais promovidas no sistema brasileiro de fomento e em seu principal fornecedor de funding, o BNDES. Frente a estes desafios, o BRDE buscou novas alternativas e soluções, não só alcançando resultados financeiros e operacionais positivos, como também abrindo novos caminhos e possibilidades para a construção de um futuro próspero e sustentável.
· Do ponto de vista financeiro e patrimonial, o BRDE superou de forma exitosa as dificuldades enfrentadas: o lucro foi de R$ 118 milhões, similar ao do ano anterior, levando o Patrimônio Líquido a superar R$ 2, 5 bilhões. No plano operacional, apesar do contexto recessivo e de estreitamento dos recursos disponibilizados pelo BNDES terem levado ao recuo do valor contratado e desembolsado, o BRDE manteve posição destacada no ranking dos repassadores de recursos daquele banco, mesmo atuando apenas em âmbito regional:
1ª colocação nos desembolsos na Região Sul
6ª colocação no total de operações indiretas
5ª colocação no produto BNDES Automático
4ª colocação nos programas agrícolas do Governo Federal
· O BRDE também se destacou como o maior repassador nacional de recursos do Programa INOVACRED da FINEP, que se destina a financiar projetos de inovação. Foram desembolsados R$ 194,4 milhões até o final de novembro de 2017, o que corresponde a 32,5% do total.
· O desempenho do BRDE produziu repercussões socioeconômicas importantes para o Sul. Foram 33.065 postos de trabalho criados ou mantidos – 6.613 diretos e 26.452 indiretos. As operações também geraram o recolhimento de ICMS incremental de R$ 359 milhões aos Estados-Controladores.
· Das 4.744 operações de crédito executadas pelo BRDE, 79% foram para micros, pequenas e médias empresas (MPMEs). A média de R$ 463 mil por contratação demonstra o compromisso do BRDE com o fomento ao desenvolvimento econômico e social sustentável para empreendimentos de todos os portes.
· Dentre os programas de crédito do banco, o destaque em 2017 foi o BRDE Produção e Consumo Sustentáveis (PCS), com R$ 482 milhões destinados a empreendimentos de desenvolvimento sustentável – econômico, ambiental e social – na Região Sul do país.
· O Programa BRDE Municípios foi ampliado, passando a oferecer às prefeituras dos três estados da Região Sul novas modalidades de apoio, mediante linhas de crédito e assistência técnica. O programa busca promover o desenvolvimento institucional e a infraestrutura econômica, social e turística, urbana e rural dos Municípios da Região Sul do Brasil, por meio de prestação de serviços e apoio a investimentos em gestão, e nos tecidos urbanos e rurais, visando o atendimento da demanda por serviços básicos e bens públicos, a melhoria da qualidade de vida da população e melhores práticas de gestão e de sustentabilidade.
· Somado o valor de R$ 2,2 bilhões das contratações aos recursos próprios dos investidores, o total aplicado nos projetos financiados pelo banco chegou a R$ 4,071 bilhões. Assim, o BRDE elevou para R$ 132,7 bilhões, em valores atualizados, o volume de recursos que aplicou nos seus 56 anos de atuação na Região Sul.
· Continuando sua política de preservar o emprego e a geração de renda, o BRDE firmou contratos de reestruturação de dívidas da ordem de R$ 182,1 milhões, num total de 220 operações, permitindo, com isso, a manutenção do funcionamento de várias empresas com baixo grau de liquidez no curto prazo, mas avaliadas como viáveis no médio e longo prazo.
· Na busca pela diversificação de fundings, o BRDE assinou, em dezembro de 2017, convênio com o Ministério do Turismo para operar com recursos do Fundo Geral de Turismo (FUNGETUR). Os recursos do fundo têm como objetivo financiar a implantação, ampliação, modernização ou a reforma de empreendimentos turísticos como hotéis, pousadas, restaurantes, agências de viagens e parques temáticos, entre outros. Os recursos serão utilizados por meio do programa “BRDE PROTUR”, criado em junho de 2017 com o objetivo de fortalecer a atuação do Banco no segmento mediante assessoria e apoio técnico, além do apoio creditício a empreendimentos prestadores de serviços reconhecidos pelo Ministério do Turismo como de interesse turístico, em estreita consonância com os objetivos estratégicos e as metas traçadas no Plano Nacional do Turismo – PNT.
· No mesmo sentido, a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e o BRDE assinaram em setembro de 2017 memorando de entendimentos, cumprindo uma das etapas do acordo de cooperação financeira entre as duas instituições. A parceria do BRDE com a AFD permitirá ao Banco incrementar o apoio a projetos voltados à produção e consumo sustentáveis. Com isso, o BRDE amplia suas fontes de recursos, garantindo novos investimentos nos setores produtivos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
· O BRDE, perseguindo continuamente o tema da sustentabilidade, ampliou seu comprometimento com a Agenda Ambiental do Setor Público – A3P, mediante acordo de cooperação, assinado em maio de 2017, com o Ministério do Meio Ambiente (MMA) e Secretarias de Meio Ambiente do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O objetivo do acordo é a promoção e divulgação da A3P entre os órgãos públicos da Região Sul. Cinco oficinas foram realizadas em polos regionais do RS, e outras estão programadas para Santa Catarina e Paraná. O benefício direto da agenda se move em seis eixos: racionalização do uso dos recursos naturais, a destinação correta dos resíduos, licitação e compras sustentáveis, construções sustentáveis, qualidade de vida no trabalho, sensibilização e capacitação.
· Pela esfera cultural, o BRDE renovou o contrato com a ANCINE para seguir como agente financeiro do Fundo Setorial do Audiovisual – FSA por mais 5 anos. Nesse período, a previsão de repasses ao setor chega a R$ 5 bilhões.
· Como agente mandatário do Fundo de Apoio aos Municípios (FUNDAM) desde 2013, o BRDE já repassou mais de R$ 587 milhões aos municípios catarinenses. Esses valores foram aplicados na pavimentação de ruas, construção e ampliação de escolas e creches, transporte escolar, equipamentos de saúde, além de obras voltadas para saneamento, esporte, lazer e assistência social.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinou contratos nesta quarta-feira (11) com produtores rurais e empresas de Londrina e região, no valor de R$ 43,5 milhões. A liberação dos recursos foi durante a Expolondrina 2018, na sede da Sociedade Rural do Paraná, com a presença do diretor de Operações do Banco, João Luiz Regiani.
Os contratos foram assinados com avicultores, a empresa Granjeiro, de Rolândia, cooperativas de crédito, a Cooperativa Integrada, de Londrina, e empresas dos setores do comércio, serviços e indústria. São recursos destinados a construção de unidades produtivas, aquisição de equipamentos, modernização, armazenagem e implantação de aviários.
O diretor Regiani aproveitou a ocasião para anunciar que, a partir de maio próximo, o Banco passará a operar o
Fundo de Defesa da Economia Cafeeira, com um aporte inicial de R$ 50 milhões. “É a busca do BRDE por novas fontes de recursos, mantendo a missão do Banco de fomentar a economia e gerar emprego e renda”, disse Regiani.
“A liberação desses recursos reflete a trajetória do BRDE como banco de fomento à economia e indutor da geração de emprego e renda e a busca por novas fontes de recursos para ampliar ainda mais os seus serviços”, afirmou o diretor. Regiani lembrou a primeira parceria com a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), o primeiro contrato internacional do BRDE.
Contratos – Foi assinada a renovação do convênio já existente com a Granjeiro, no valor de R$ 35 milhões, com a entrega simbólica de cheques a três produtores rurais integrados à empresa, os avicultores Alexandre Ogasawara, de São Sebastião da Amoreira, Jhessica Antunes Vallini e Otávia Maria Vallini,de Jataizinho.
Os três produtores integrados à Granjeiro financiaram no BRDE a construção de aviários. Ao lado da família, a produtora Otávia Vallini recebeu o cheque simbólico de R$ 685,5 mil e agradeceu o apoio do Banco. “Sem uma parceria como essa, fica difícil melhorar, produzir mais”, disse.
De São João do Ivaí, o casal Márcia e Ademir Molina recebeu um cheque simbólico no valor de R$ 1,4 milhão, para construção de dois aviários. Os produtores são integrados da Jaguafrangos. O contrato foi assinado em parceria com a Sicredi Paranapanema e a Sicredi União.
Com a Cooperativa Integrada, de Londrina, foi assinado contrato de R$ 4,8 milhões para aquisição de equipamentos e modernização das unidades de recebimento, beneficiamento e armazenagem de grãos dos municípios de Cornélio Procópio, Cambará, Bandeirantes, Mariluz, Goioerê e Andirá.
Também foi entregue um cheque simbólico à empresa Roldamax Indústria de Componentes para Esquadrias, no valor de R$ 525 mil. O investimento é para relocalização da empresa, cuja sede passará de Londrina para Ibiporã. A empresa fabrica esquadrias de metal para as linhas: madeira, móveis e vidro temperado.
A Hoftalon Centro de Estudos e Pesquisa da Visão, de Londrina, cliente do BRDE desde 2010, assinou financiamento de R$ 1 milhão. Os recursos serão destinados a procedimentos envolvendo o mutirão de cirurgias de catarata no munícipio. A meta é realizar 1.500 cirurgias em 2018, contribuindo para zerar a fila de pacientes que aguarda o procedimento.
Foram liberados ainda R$ 800 mil para a confeitaria Ateliê de Delícias, de Londrina. O proprietário, Nilo Hachimitsu, cliente do Banco desde 2011, solicitou financiamento para construção de uma unidade industrial de 650 metros quadrados e aquisição de equipamentos. “Sem o apoio do BRDE, esse sonho não seria possível”, afirmou.
Estavam presentes também a gerente de Planejamento da Agência Paraná, Lisiane Astarita, os assessores de diretoria Marcus Ferreira, João Carlos Kuritza, Carlos Kaust e Cacibo Buffara e o presidente da Sociedade Rural do Paraná, Afrânio Brandão .
Exposição – O BRDE participou da Expolondrina 2018 com estande próprio e equipe técnica para atendimento a parceiros e novos clientes. O Banco disponibiliza linhas de financiamento para os diversos setores ligados à cadeia do agronegócio: armazenagem, pecuária de corte, avicultura, suinocultura, florestas e aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas.
Organizada pela Sociedade Rural do Paraná, a Expolondrina, é um dos maiores eventos de negócios e entretenimento do Brasil e tem grande importância para o agronegócio paranaense. Recebe todos os anos em torno de meio milhão de visitantes.
A feira reúne empresas e produtores que expõem a excelência genética da pecuária, novas tecnologias em máquinas e equipamentos, implementos agrícolas, setor automotivo, laboratório e indústria farmacêutica, instituições bancárias, telecomunicação, energia, informática, indústria do vestuário e acessórios, instituições governamentais e educacionais.
Na edição de 2017, participaram da Expolondrina 3.170 expositores e a movimentação financeira foi de R$ 570 milhões. As instituições financeiras presentes à exposição liberaram R$ 345 milhões em financiamentos para o setor rural. O BRDE assinou contratos com empresas e produtos no valor de R$ 21,4 milhões. A feira segue até o próximo dia 15.
Este ano o BRDE participa também na Expoingá que que acontece de 3 a 14 de maio. Na feira, que acontece há 46 anos, estão presentes os setores do agronegócio, indústria, comércio, serviços, gastronomia, entretenimento, lazer e cultura.