BRDE

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) formalizou nesta segunda-feira (26) contrato financeiro com o Banco Europeu de Investimentos (BEI) no valor de 80 milhões de euros (R$ 353 milhões) para financiar projetos com foco em energia renovável, eficiência energética e mobilidade urbana no Paraná, Santa Catarina e do Rio Grande do Sul.
A assinatura do contrato foi no Palácio Iguaçu, com a presença da governadora Cida Borghetti, do diretor-presidente do BRDE, Orlando Pessuti, do diretor de Operações, Guilherme Guerra, e do executivo-sênior do BEI para o Brasil e América Latina, Alexandre Staff Varela. “Este contrato demonstra que o Paraná e o BRDE estão comprometidos com a modernização, a sustentabilidade e a inovação”, afirmou a governadora Cida Borghetti.
O contrato como Banco Europeu é resultado dos entendimentos que foram iniciados em 2017, quando o BRDE recebeu a visita técnica do BEI no Brasil. A aproximação com a instituição se deu especialmente pelo reconhecimento da Política de Responsabilidade Socioambiental do BRDE na contratação de operações financeiras através de programas como o BRDE PCS (Produção e Consumo Sustentáveis).
“A nossa parceria só pode ser concluída porque o banco cumpre os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS). Os projetos a serem financiados devem seguir essa linha, que é uma das prioridades do BEI na região”, disse o executivo-sênior do BEI Alexandre Varela.
Varela disse também que os projetos elegíveis devem seguir as políticas de avaliação ambiental, social e de licitação do banco. “O BRDE é a primeira instituição financeira com quem o BEI faz uma operação destinada a energias renováveis e eficiência energética”, disse.
O presidente Orlando Pessuti destacou a atuação do BRDE como o maior financiador de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) e de Centrais de Geração Hidrelétrica (CGHs) no Paraná. “Com mais este recurso, poderemos investir mais em projetos de energias renováveis, seja através da iniciativa privada ou por meio de projetos com foco em eficiência energética e mobilidade urbana nas cidades da região Sul”.
Pessuti afirmou também que a parceria com o BEI é um importante avanço no objetivo estratégico de diversificação de fundings, ampliando as alternativas do BRDE ao Sistema BNDES, além de reafirmar o compromisso do banco com o desenvolvimento econômico e socioambiental sustentável.
Participaram da solenidade os secretários estaduais do Desenvolvimento Urbano, Silvio Barros; do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Antonio Carlos Bonetti; da Agricultura e Abastecimento, George Hiraiwa, e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Décio Sperandio; o diretor-geral brasileiro da Itaipu, Marcos Stamm; representantes da Ocepar e da Fecomércio; a superintendente da Agência Paraná, Juliana Dallastra, o chefe do GADIR, Paulo Starke, e os gerentes Lisiante Astarita, Tiago Pesch, Carmem Truite e Sérgio Sato.
Florestas – Na mesma solenidade de formalização do contrato com o BEI, o BRDE e o Instituto de Terras, Cartografia e Geologia do Paraná (ITCG) assinaram acordo de cooperação técnica para criação de uma linha de crédito voltada aos concessionários das áreas de florestamento ambiental do ITCG.
O acordo beneficiará concessionários que utilizam os imóveis do Instituto para produção de madeira. O ITCG conta com uma área de aproximadamente 40 mil hectares de florestamento, provenientes do antigo Instituto de Florestas do Paraná, que foi incorporado ao órgão.
As áreas incorporadas ao ITCG são exploradas por concessionários parceiros, que pagam a contrapartida da concessão ao Instituto. Com a linha de crédito do BRDE, eles terão financiamento com juros mais acessíveis, melhorando assim a gestão das áreas públicas de floresta plantada do Paraná.
“A parceria também abre caminho para que, quando o Estado fizer a alienação desses imóveis, haja a possibilidade de um financiamento do BRDE para quem tiver interesse em comprar essas terras”, explicou o presidente do ITCG, Amílcar Cabral.

O BRDE participou do lançamento da Plataforma Oeste 2030, uma parceria da Itaipu Binacional com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD). O lançamento foi nesta quinta-feira (22), no Parque Tecnológico Itaipu, em Foz do Iguaçu, Região Oeste do Paraná.
A plataforma consiste em um software que irá reunir 67 indicadores ambientais e vai monitorar o progresso dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) na região. É a primeira plataforma das Nações Unidas para acompanhamento dos ODS em nível municipal. “É uma iniciativa inédita do PNUD e única do mundo”, afirmou a coordenadora de Desenvolvimento Humano do PNUD, Samantha Salve.
Dentro dos objetivos da nova plataforma, BRDE, PNUD e Itaipu discutem projeto de cooperação técnica para promover o desenvolvimento sustentável nos 54 municípios da região de abrangência da hidrelétrica, com foco na implementação da Agenda 2030.
Monitoramento – A origem da Plataforma Oeste 2030 vem do Atlas do Desenvolvimento Humano do Brasil, que também tinha como base os indicadores socioambientais para medir o IDH no país.
Em 2015, quando o Brasil assumiu o compromisso global de alcançar o desenvolvimento sustentável por meio da Agenda 2030, as ações começaram a se voltar para o monitoramento dos ODS.
O programa se baseia em indicadores oficiais, cobrindo cada um dos 17 ODS. Os dados do SUS, por exemplo, mostram a evolução do ODS 3, sobre saúde e bem-estar. As informações do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (INEP) apontam o andamento do ODS 4, sobre educação.
“Uma empresa que quer fazer um investimento precisa contratar uma série de estudos. E isso é bastante caro. Agora temos esta plataforma com uma riqueza enorme de dados. Com certeza usaremos para o desenvolvimento da região”, afirmou o presidente do programa Oeste em Desenvolvimento, Danilo Vendrusculo.

Interessados em participar de exposições no Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões, em Curitiba, poderão inscrever suas propostas até o dia 10 de janeiro de 2019.
O edital do calendário expositivo 2019/2020 está disponível no site do BRDE (www.brde.com.br). Para acessá-lo o candidato deverá clicar no banner “Espaço Cultural”, onde poderá obter o regulamento e a ficha de inscrição.
A seleção das propostas será realizada por uma Comissão Cultural formada por funcionários do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e um consultor convidado com formação em Artes Visuais.
Mais informações podem ser obtidas no Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões, avenida João Gualberto, 570, Alto da Glória – Curitiba (PR) ou pelo telefone: (41) 3219-8184, de segunda a sexta-feira, das 12h30 às 18h30. O edital pode ser acessado clicando aqui.
História – Inaugurado em junho de 2005, o Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões já recebeu obras de variadas técnicas e de artistas com diferentes trajetórias em propostas de exposições individuais, coletivas ou integrando circuitos institucionais, a exemplo da Bienal Internacional de Curitiba.
Além das exposições de arte contemporânea, a programação do espaço é bastante diversificada, contemplando atividades musicais, lançamentos de livros e exibição de filmes.
Sua sede, o Palacete dos Leões, é uma edificação histórica que por si só é uma obra de arte. Construído entre 1896 a 1902, foi residência da família de Agostinho Ermelino de Leão Júnior, importante empresário da erva-mate no Paraná.
A riqueza ornamental da arquitetura do prédio é a expressão da prosperidade econômica do ciclo ervateiro, com seu auge no século 19 e nas primeiras décadas do século 20. O BRDE coordena o Espaço Cultural, mantendo suas atividades culturais e preservando suas principais características arquitetônicas de época.

Com participação do BRDE, começou nesta terça-feira (20), em Paranavaí, Noroeste do Paraná, a 2ª Feira Internacional da Mandioca – FIMAN. A feira deste ano traz 100 expositores de países da Ásia, África e América do Sul. A organização espera receber 5 mil visitantes nos três dias do evento. A expectativa de geração de negócios chega perto de R$ 100 milhões.
“É uma honra para o Paraná receber uma feira tão importante como essa, quando Paranavaí se torna a capital mundial da mandioca.”, afirmou a governadora Cida Borghetti na abertura da FIMAN. “Parabéns aos organizadores e expositores da feira, vocês são as pessoas que lutam diariamente para melhor o setor onde atuam”, acrescentou.
no traz 100 expositores de países da Ásia, África e América do Sul. A organização espera receber 5 mil visitantes nos três dias do evento. A expectativa de geração de negócios chega perto de R$ 100 milhões.
O presidente da FIMAN 2018, o empresário Maurício Gehlen, disse que a feira é o único evento que atende toda a cadeia produtiva da mandioca, produto eleito pela ONU como o alimento mais importante do século. “E a evolução do setor vem consolidando a mandioca como produto nobre, lembrando que o alimento é responsável no Paraná pela geração de 25 mil empregos somente no campo”, destacou Gehlen.
A FIMAN é dirigida a profissionais do setor industrial, produtores e fornecedores nacionais e internacionais da indústria da mandioca; varejistas e atacadistas de produtos à base de mandioca; produtores rurais e lideranças regionais. A proposta da feira é promover negócios e o intercâmbio entre as empresas produtoras de derivados da mandioca.
O BRDE participa da FIMAN com estande próprio para atender parceiros e potenciais clientes. Participam também, órgãos de pesquisa e desenvolvimento, produtores rurais, fecularias e farinheiras, empresas de soluções ambientais, cooperativas, indústrias química, alimentícia e têxtil e revendedoras de máquinas agrícolas.
São mais de 4 mil m² de perspectivas, no Parque Internacional de Exposições Costa e Silva, oferecendo uma programação com palestras técnicas, visitas a empresas locais, dias de campo, demonstração de novas tecnologias e rodadas de negócios. Paraná é o maior produtor de fécula de mandioca no país e o segundo na produção da raiz, respondendo por 14,79% do total nacional.

O primeiro restaurante do país a usar energia solar fica em Curitiba e recebeu apoio do BRDE. O Restaurante Bellagio inaugurou no dia 12 de novembro o novo sistema de energia solar fotovoltaica, composto por 270 placas. As placas, segundo o proprietário do estabelecimento, Roberto Vezozzo, têm a capacidade para gerar 7.500 KWh/mês.
A iniciativa transformou o estabelecimento totalmente autossuficiente em energia e a economia projetada é de quase R$ 70 mil na conta de luz. O financiamento para instalação do sistema foi feito por meio da linha Máquinas e Equipamentos Eficientes, do Fundo Clima.
O BNDES reabriu as operações para o subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes do Fundo Clima, programa que tem o BRDE como um de seus agentes financeiros. Poderão ser financiadas pessoas físicas, micro e pequenas empresas investindo no Paraná.
O Fundo Clima faz parte dos instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente. Tem a finalidade de garantir recursos para apoio a projetos ou estudos e financiamento de empreendimentos que tenham como objetivo aliviar o processo de mudanças climáticas.
O BRDE foi o primeiro banco do país a operar o Fundo Clima. No Paraná, diversos projetos estão em análise, sendo a maior demanda por sistemas fotovoltaicos. Além do Fundo Clima, o BRDE também apresenta outras linhas de financiamento a projetos de energia, com participação de até 100% do investimento e prazo máximo de pagamento de até 12 anos.
Acesse o site www.bndes.gov.br para ter obter mais informações sobre o Fundo Clima. Entre também em contato com a agência do BRDE em Curitiba saber mais sobre as linhas de financiamento a projetos de energia pelo telefone (41) 3219-8150 ou e-mail brdepr@brde.com.br.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) assinou nesta sexta-feira (9), em Foz do Iguaçu, acordo de cooperação técnica com a Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Palotina (ACIPA) e protocolo de intenções com o Hotel Tarobá, para financiamento de obras de ampliação e reforma do estabelecimento. Foi durante o Congresso Empresarial Paranaense e da 28ª Convenção Anual da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná (FACIAP), eventos promovidos com apoio do BRDE.
“É uma grande satisfação para o BRDE reforçar parcerias e contribuir para o desenvolvimento do Oeste paranaense, região de muitas riquezas, que hoje representa em torno de 26% das operações do Banco no Paraná”, afirmou o presidente do BRDE, Orlando Pessuti. As assinaturas aconteceram no estande do BRDE, com a presença do presidente da ACIPA, Laudio Luiz Soder, de Emília da Costa Mendes, sócia-proprietária do Hotel Tarobá, do presidente da FACIAP, Marco Tadeu Barbosa, e diretores da entidade.
O contrato com o Hotel Tarobá, de Foz do Iguaçu, tem o valor de R$ 2,8 milhões, com recursos do BNDES e do Fundo Geral do Turismo (Fungetur). Prevê expansão do estabelecimento, com reforma de um edifício com 73 apartamentos e construção de estacionamento para 70 vagas. Com o investimento, o hotel passará a oferecer 249 apartamentos. O investimento total no projeto chega a R$ 3,5 milhões.
O acordo do BRDE com a ACIPA facilitará o contato do Banco com as empresas associadas à entidade e celebra o crédito como um instrumento indispensável para atingir metas de produtividade e qualidade compatíveis com uma maior competitividade no mercado, além de visar novas tecnologias e estratégias que ajudem no crescimento das empresas. Com 30 anos de atuação em Palotina, a ACIPA promove a capacitação de seus associados e consultorias especializadas, além de apoiar ações públicas e privadas que promovam o setor empresarial.
“Esse acordo é de suma importância para a ACIPA, porque vai beneficiar nossos associados e todo o segmento associativista, porque estamos falando de oportunidade de crédito, de termos um espaço do BRDE dentro da associação”, disse o presidente da Associação Comercial, Industrial e Agropecuária de Palotina, Laudio Sober. “Dentro do contexto regional, chamamos isso de fomento ao desenvolvimento”, acrescentou.
Palotina, no Oeste do Paraná, é uma das regiões que mais crescem no Brasil. As cooperativas são grandes mobilizadores da economia da região. O Oeste responde por 26% da produção agrícola do Estado e é responsável por mais de 70% da produção suína. Além de ser referência no agronegócio, a região é destaque no turismo, tendo como principal atração as Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu.
Eventos FACIAP – O BRDE participa do Congresso Empresarial Paranaense e da Convenção Anual da FACIAP com estande próprio para atendimento de parceiros e futuros clientes. Os eventos têm o objetivo de trazer ao cenário paranaense discussões de alto nível e importância para o mundo corporativo, através da transferência de conhecimento de renomados palestrantes para um público qualificado. Estão programadas palestras, oficinas e painéis para um público de 3 mil pessoas.
Entre os palestrantes está o jornalista Carlos Alberto Sardenberg, colunista da Globo News e âncora da Rádio CBN, que irá traçar um cenário para as empresas no período pós-eleições. Outras presenças confirmadas são a de Antônio Maciel, eleito oito vezes o Executivo do Ano pelo jornal Valor Econômico e que já esteve à frente de várias multinacionais, e de Robinson Chiba, criador da rede de restaurantes China In Box.
Os eventos seguem até este sábado (10), no Hotel Mabu de Foz do Iguaçu. A FACIAP, organizadora dos eventos, é parceira de longa a ta do BRDE e representa hoje 295 associações comerciais e mais de 50 mil empresas, estando presente em 75% das cidades do do Paraná. Como entidade representativa das empresas, a FACIAP atua como porta-voz dos interesses das organizações junto aos governos federal, estadual e municipal.

O BRDE renovou em outubro a adesão aos princípios do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU), iniciativa que fornece diretrizes para a promoção do crescimento sustentável e da cidadania, através de lideranças corporativas comprometidas e inovadoras.
A adesão ao acordo, presente em 164 países, auxilia no desenvolvimento da Responsabilidade Socioambiental do BRDE, que resulta na qualificação do banco para atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS).
“Mais do que demonstrar total alinhamento e engajamento com os ODS, o BRDE hoje tem os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável no centro de suas operações, como parte integrante do próprio negócio”, afirma o diretor de Planejamento e Financeiro Luiz Corrêa Noronha.
Com essa premissa, o Banco disponibiliza crédito pelo programa BRDE PCS – Produção e Consumo Sustentáveis. O programa visa a qualidade de vida no presente e no futuro, e consolida práticas já usadas pela instituição interna e externamente.
O BRDE PCS está dividido em cinco subprogramas que oferecem apoio a energias renováveis, uso racional e eficiente da água, gestão de resíduos e reciclagem, agronegócio sustentável e projetos de cidades que tenham como objetivo a sustentabilidade.
A preocupação socioambiental do BRDE não é recente. O banco foi a primeira instituição financeira no Brasil a exigir Licença Ambiental das empresas como requisito obrigatório para financiamentos.
Recentemente, participou do “SDGs in Brazil – The role of the private sector” (ODS no Brasil – o papel do setor privado), em Nova York, onde apresentou a experiência do BRDE PCS, selecionado como caso exemplar de sustentabilidade no setor financeiro brasileiro.
PNUD – Em novembro de 2017, o BRDE assinou um memorando de entendimento com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), com foco no combate às mudanças climáticas na Região Sul, dentro do alcance dos ODS.
Neste ano, BRDE, PNUD e Itaipu Binacional trabalham em um projeto de cooperação técnica para promover o desenvolvimento sustentável nos 54 municípios da região de abrangência da hidrelétrica, no Oeste paranaense, com foco na implementação da Agenda 2030.
Os objetivos do projeto são: promover o desenvolvimento institucional e das capacidades locais das municipalidades na Região de Abrangência de Itaipu (RAI), com ênfase na implementação da Agenda 2030; fomentar com subsídios investimentos de interesse social e ambiental na RAI, com ênfase na Agenda 2030, e fomentar investimentos aderentes à Agenda 2030 na RAI.

O BNDES reabriu as operações para o subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes do Fundo Clima, programa que tem o BRDE como um de seus agentes financeiros. Poderão ser financiadas pessoas físicas, micro e pequenas empresas investindo no Paraná.
O Fundo Clima, composto por 10 subprogramas, faz parte dos instrumentos da Política Nacional sobre Mudança do Clima, vinculado ao Ministério do Meio Ambiente. Tem a finalidade de garantir recursos para apoio a projetos ou estudos e financiamento de empreendimentos que tenham como objetivo aliviar o processo de mudanças climáticas.
O subprograma Máquinas e Equipamentos Eficientes é voltado à produção e aquisição de máquinas e equipamentos com maiores índices de eficiência energética ou que contribuam para a redução da emissão de gases do efeito estufa. Permite financiar até 80% dos itens apoiáveis, ao custo final de 4,03% ao ano, para pessoas físicas ou empresas com faturamento bruto anual de até R$ 4,8 milhões.
O BRDE foi o primeiro banco do país a operar o Fundo Clima. No Paraná, diversos projetos estão em análise, sendo a maior demanda por sistemas fotovoltaicos. “Trata-se de mais uma ação com recursos do BNDES para incentivar o cidadão brasileiro a investir em sustentabilidade e economia de energia”, afirma o diretor-presidente do BRDE, Orlando Pessuti.
Além do Fundo Clima, o BRDE também apresenta outras linhas de financiamento a projetos de energia, com participação de até 100% do investimento e prazo máximo de pagamento de até 12 anos. O valor mínimo do financiamento é de R$ 50 mil para microempresas e de R$ 250 mil para as demais empresas.
Outras informações sobre o Fundo Clima podem ser obtidas no site do BNDES: https://www.bndes.gov.br/wps/portal/site/home/financiamento/produto/fundo-clima/fundo-clima. Ou no portal do BRDE: www.brde.com.br. Entre também em contato com a agência do BRDE em Curitiba pelo telefone (41) 3219-8150 ou e-mail brdepr@brde.com.br.

Como parte do programa de apoio a municípios na área de infraestrutura viária, a diretoria do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) aprovou nesta quarta-feira (31), em reunião em Porto Alegre (RS), a contratação de financiamento nos valores de R$ 4,6 milhões e de R$ 10 milhões respectivamente para Cafelândia, no Oeste do Paraná, e Almirante Tamandaré, Região Metropolitana de Curitiba.
O repasse será feito com recursos do FGTS, por meio do programa Avançar Cidades, do governo federal, do qual o BRDE é agente financeiro. Neste ano, as contratações feitas pela Agência Paraná do Banco no âmbito do programa somam R$ 20 milhões. Em carteira, incluindo projetos em fase de análise ou contratação de financiamento, são mais R$ 80 milhões em investimentos nos municípios paranaenses.
“Passamos por um momento importante no BRDE, de celebração de avanços e também de muitos desafios”, afirma o diretor-presidente do Banco, Orlando Pessuti. “Mesmo com as adversidades da economia, o BRDE cresceu, buscou novas fontes de recursos, ampliou o apoio aos municípios e fechou parcerias internacionais, com a Agência Francesa de Desenvolvimento e o Banco Europeu de Investimentos”.
O primeiro contrato de financiamento no Paraná no âmbito do Avançar Cidades foi assinado com o município de Colombo, na Grande Curitiba, no valor de R$ 17,1 milhões. O município investirá os recursos na pavimentação de importantes vias da cidade, beneficiando 5 mil moradores. No Estado, o programa acontece em parceria entre o BRDE e a Paranacidade, responsável pela análise dos projetos.
Em Almirante Tamandaré e em Cafelândia, os recursos serão investidos em infraestrutura viária e mobilidade, incluindo pavimentação e readequação de vias, entre outros serviços. São obras que melhoram a circulação de veículos e garantem mais segurança a motoristas e pedestres.
O QUE É O AVANÇAR CIDADES
O Avançar Cidades financia projetos voltados à melhoria da circulação de pessoas, incluindo qualificação viária, transporte público coletivo sobre pneus, transporte não motorizado e elaboração de planos de mobilidade urbana, com recursos do FGTS.
O programa financia pavimentação de itinerários de transporte público urbano ou pavimentação de vias de um bairro ou de ligação entre bairros, vinculadas obrigatoriamente à execução de passeios com acessibilidade, microdrenagem e sinalização viária.
É possível também financiar infraestrutura cicloviária, medidas de moderação de tráfego, iluminação pública, arborização, redes de abastecimento de água e redes de coleta de esgotamento sanitário.
Saiba mais sobre financiamento a projetos de infraestrutura nos municípios acessando o portal www.brde.com.br. Ou procure a agência do BRDE em Curitiba, que fica na Avenida João Gualberto, 570, Alto da Glória. Contatos: (41) 3219-8150 ou brdepr@brde.com.br.

O advogado e economista Guilherme Fumagalli Guerra é o novo diretor de Operações do Banco do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). Guerra foi empossado no cargo nesta segunda-feira (29), na Agência Paraná do Banco, pelo diretor-presidente da instituição, Orlando Pessuti.
“Você chega num momento de celebração de conquistas, mas também de grandes desafios”, afirmou Pessuti, ao relembrar a trajetória do BRDE nos últimos oito anos, quando a instituição passou de um capital social de R$ 100 milhões R$ 1,2 bilhão, por conta da capitalização feita pelos governos do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
“Estamos fazendo o crédito acontecer, avançando muito, com parcerias internacionais, novas fontes de recursos, investimentos em inovação e a preocupação com as questões socioambientais, que vem permitindo ao BRDE ter mais de 82% de suas operações aderentes aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável”, afirmou.
Guilherme Guerra agradeceu a confiança depositada nele pela governadora Cida Borghetti e a diretoria do BRDE e disse e estar tranquilo para assumir a nova função, pela experiência adquirida com o trabalho na área financeira e, principalmente, pelo conhecimento que tem a respeito da qualificação do corpo técnico do BRDE.
Guerra é graduado em Direito pela Faculdade de Direito de Curitiba e em Economia pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), onde cursa atualmente mestrado em Economia. Atuou por 11 anos no mercado financeiro, com experiência nas áreas de Compliance e Risco e estruturação de fundos de investimento.
Acompanharam a posse a superintendente da Agência Paraná, Juliana Dallastra, o conselheiro do BRDE Valmor Weiss, o representante do Comitê de Auditoria Alan Jones dos Santos, gerentes e assessores de diretoria e o advogado Fernando Vernalha Guimarães, da VGP Advogados.