BRDE

Somente nos cinco primeiros meses de 2016, 686 operações de crédito da Agência Paraná foram aprovadas pela diretoria do BRDE, num total de R$ 400 milhões para investimentos nas áreas de agronegócio, indústria, serviços, comércio e inovação. A maior parte é para o setor de agronegócio, com aprovações de operações no valor de R$ 178,8 milhões, seguido pelo de infraestrutura, com R$ 111,6 milhões. Além dessas operações, a Agência Paraná analisa atualmente outros 369 processos de financiamento, num total de R$ 1,046 bilhão.
Segundo o superintendente do BRDE Paulo Starke Junior, a agência paranaense começou 2016 com poucos pedidos de financiamento em análise, pois a maioria das solicitações foi concluída ainda em 2015, o que resultou em um ritmo mais lento nas contratações nos primeiros meses de 2016. Em compensação, neste ano o número de aprovações aumentou 9% de janeiro a maio em comparação com o mesmo período do ano passado.
“É um resultado que está dentro de nossas expectativas. Esperamos fechar o primeiro semestre de 2016 com a contratação de pelo menos R$ 600 milhões em recursos para empreendimentos”, explica Starke. Até o final do ano, a previsão do BRDE é disponibilizar R$ 1,28 bilhão a projetos paranaenses. Também está previsto um total de R$ 50 milhões para financiamentos de empreendimentos no estado do Mato Grosso do Sul, através do Fundo Constitucional de Financiamento do Centro Oeste (FCO).

O ministro de Ciência, Tecnologia e Comunicações, Gilberto Kassab, participou nesta sexta-feira (10) de encontro com empresários e lideranças do setor de inovação na sede da Associação Comercial do Paraná (ACP), em Curitiba. O BRDE esteve presente, representado pelo diretor Administrativo Orlando Pessuti e pelo superintendente da Agência Paraná, Paulo Starke Junior. Pessuti aproveitou a oportunidade para apresentar alguns dados sobre a atuação do BRDE no setor de inovação.
Atualmente o banco é o maior repassador da linha FINEP/Inovacred no Brasil, tendo ajudado a concretizar diversos projetos inovadores. Pessuti explicou que o BRDE tem um limite de R$ 200 milhões para financiamentos das linhas, mas já contratou R$ 199 milhões. Ao R$ 1 milhão restante, devem juntar-se outros R$ 50 milhões, mas como as operações em análise já somam R$ 81 milhões, ainda seriam necessários R$ 31 milhões para atender apenas os pedidos atualmente em análise.
“Um pedido que eu faço é que possamos reforçar o caixa da FINEP, não encolher esse projeto maravilhoso que é o Inovacred, porque nele está a esperança de muitos que estão nessa sala e dos que eles representam. É um pedido que faço em nome do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul e, por que não dizer, em nome do governo do Estado do Paraná. O futuro do Inovacred e FINEP estão em suas mãos”, disse Pessuti. Em resposta, Kassab disse que essa demanda já foi repassada ao setor econômico do governo federal para análise.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE foi escolhido pelo Banco Interamericano de Desenvolvimento – BID para ser o agente financeiro responsável pelo Programa Regional de Seguro de Eficiência Energética (E.E.) na Região Sul do Brasil. Nesta quarta-feira (8/6), em Porto Alegre, as duas instituições firmaram termo de cooperação técnica que garantirá o apoio do BID ao BRDE na estruturação de uma estratégia de financiamento para fomentar investimentos privados em medidas de E.E.
O BID aportará US$ 350 mil de fundos do Governo da Dinamarca, que serão utilizados para financiar a contratação de serviços de consultoria e para custear parcialmente os investimentos privados em projetos-piloto relacionados à eficiência energética.
Instrumentos financeiros e estratégias para desenvolvimento de projetos de E.E. são raros em países da América Latina. Há carência de ações integradas, que combinem os instrumentos financeiros e não-financeiros necessários para enfrentar os diferentes obstáculos dos projetos.
Modelo bem-sucedido
O BID tem apoiado os bancos de desenvolvimento da América Latina na promoção de investimentos privados orientados para o aumento da produtividade e a sustentabilidade ambiental. No Brasil, as instituições que participam do Programa são o Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo – BANDES e a Agência de Fomento de Goiás – GoiasFomento.
“Nos últimos anos, o BID intensificou seu trabalho buscando integrar as soluções ambientais relacionadas às mudanças climáticas como parte de seus negócios. Vemos, na atual iniciativa, uma excelente oportunidade para implementar estruturações financeiras inovadoras, que permitam realizar uma distribuição dos riscos mais efetiva entre os atores do mercado, aumentando a confiabilidade de soluções tecnológicas mais eficientes e que sejam ambiental e climaticamente amigáveis”, afirmou Luciano Schweizer, especialista Líder de Mercados Financeiros do BID.
Segundo o vice-presidente do BRDE, Odacir Klein, o Banco pretende corresponder à escolha do BID. “Seremos um parceiro estratégico no estímulo ao financiamento de projetos de eficiência energética na Região Sul, trazendo soluções para as empresas, qualificando suas instalações e colaborando para que se tornem mais competitivas”, reiterou.

Aproveitando sua passagem por Curitiba, onde participou de reunião do CODESUL, o governador do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, visitou na terça-feira (7) a Agência Paraná do BRDE. O governador gaúcho percorreu os setores da agência, cumprimentando os técnicos e funcionários do BRDE, acompanhado dos diretores Neuto Fausto de Conto, Odacir Klein, Luiz Corrêa Noronha, João Luiz Agner Regiani e Renato de Mello Vianna.
A gerente de planejamento da agência, Tatiana Henn, agradeceu a presença do governador e se colocou a disposição para outras visitas. Para ela, mesmo rápida, a presença de Sartori foi uma forma de homenagear e valorizar o trabalho dos funcionários que ajudam a construir a história do BRDE. “Nos sentimos muito felizes e honrados com a presença do governador Sartori. Os governadores dos estados do Sul, controladores do BRDE, são sempre muito bem-vindos na nossa agência”, disse Tatiana.

Governador do Paraná substitui no cargo o governador do Rio Grande do Sul, Ivo Sartori. Posse foi nesta terça-feira (7), no Palácio Iguaçu
O governador Beto Richa assumiu nesta terça-feira (7), em Curitiba, a presidência do Conselho de Desenvolvimento e Integração Sul (Codesul), que reúne Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. Richa substituiu o governador gaúcho, José Ivo Sartori, que ocupou o cargo nos últimos 17 meses.
Richa disse que o Codesul vem buscando ao longo de sua trajetória os melhores caminhos para a região Sul, por meio do desenvolvimento sustentável e vigoroso da região. Elogiou a atuação do governador Ivo Sartori na presidência do Codesul e parabenizou o BRDE pelos seus 55 anos. “O BRDE vem fomentando a economia dos nossos estados, gerando emprego e renda”.
“Precisamos agir para preservar os avanços dos estados do Sul e o Mato Grosso do Sul”, afirmou o governador do Paraná. Richa disse que a prioridade para o Sul é gerar empregos, em um momento em que a crise econômica faz a desocupação bater recorde em todo País, e renegociar a dívida dos estados, com a revisão do pacto federativo.
O governador paranaense também defendeu, junto com os demais governadores presentes, José Ivo Sartori, o governador de Santa Catarina, Raimundo Colombo, e a vice-governadora do Mato Grosso do Sul, Rosiane Modesto, a proposta de suspensão temporária do pagamento da dívida dos estados com a União por 24 meses e o alongamento do prazo por 20 anos.
“O governo federal possui instrumentos, que tem usado, como a emissão de moeda ou até o deficit fiscal, como o que acontece nos últimos anos. Os estados não têm nenhuma alternativa que não seja atrasar fornecedores, atrasar pagamentos. Por isso, essa negociação é de interesse do serviço público”, disse o governador Raimundo Colombo.
“Precisamos de um pacto federativo que seja a expressão dos estados e municípios”, concorda o governador Sartori. “Essa crise está levando ao desemprego, vem punindo principalmente as áreas mais industrializadas”, acrescentou.
A integração entre os estados para superar dificuldades é fundamental, afirmaram os governadores. “Vivemos uma das maiores crises que o Brasil já enfrentou. É preciso união entre os quatro estados para levarmos nossas reivindicações de forma diferente”, afirmou a vice-governadora do Mato Grosso do Sul, Rosiane Modesto de Oliveira.
Participaram da posse no Palácio Iguaçu o presidente do BRDE, Neuto Fausto de Conto, os diretores do Banco Renato Viana, Orlando Pessuti, Luiz Corrêa Noronha e Odacir Klein, técnicos da instituição e secretários estaduais, entre outras autoridades.
BRDE – Durante a posse, o presidente do BRDE, Neuto de Conto, apresentou o balanço financeiro do Banco de 2015. “Com funcionários qualificados e uma diretoria comprometida, conseguimos vencer na adversidade”, disse. O BRDE fechou o ano de 2015 com lucro líquido de R$ 263 milhões, o maior da história da instituição em seus 55 anos.
Agenda positiva – O governador Beto Richa listou na pauta de trabalho do Codesul, além da proteção do emprego no Sul, a luta por uma melhor distribuição do bolo tributário nacional e a recriação da Superintendência de Desenvolvimento da Região Sul (Sudesul), criada em 1967 e extinta em 1990. Para levar gerar mais desenvolvimento, o grupo de estados sugere, ainda, ações conjuntas para modernizar áreas de transporte e logística de toda a região.
A segurança da faixa de fronteira é outra prioridade. Quase 70% dos municípios brasileiros da região fronteiriça se situam nos estados do Codesul, cuja localização tem importância estratégica para a segurança nacional. “O Exército brasileiro concebeu um importante projeto, o Sistema Integrado de Segurança de Fronteira, o Sisfron, que só foi parcialmente implantado, seja pela falta de prioridade do governo federal, seja pela falta de recursos”, disse Richa.
Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul têm, juntos, um Produto Interno Bruto (PIB) de mais de R$ 1 trilhão. “É um valor superior à economia da grande maioria dos países latino-americanos e de várias nações europeias. São 30 milhões de habitantes que desfrutam dos melhores indicadores sociais do País e que detêm uma renda per capita maior que a média nacional”, disse Beto Richa.
Codesul – Criado em 1961, o Codesul surgiu através de um convênio entre os Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. Em 1992, o Mato Grosso do Sul passou a integrar o grupo, cujo objetivo principal é desenvolver ações conjuntas a fim de fortalecer a atuação dos estados junto ao governo federal.
A presidência é rotativa, bem como a Secretaria Executiva e a Coordenação das Comissões Permanentes. Essa é a segunda vez que o governador do Paraná assume a presidência do Codesul. Junto com ele, tomaram posse os secretários de Estado nas comissões permanentes e o novo secretário executivo, Antonio Carlos Bettega, que assume o posto até então ocupado Vicente Bogo.

Estudantes do curso de Administração da FAE Centro Universitário, de Curitiba (PR), puderam conhecer um pouco do trabalho desenvolvido pelo BRDE. Durante palestra realizada na última sexta-feira (31), os alunos ouviram o superintendente da Agência Paraná, Paulo Starke Junior, e a gerente de planejamento, Tatiana Henn, explicarem como os financiamentos oferecidos por bancos de fomento podem impulsionar o desenvolvimento regional.
Além de fazer uma apresentação institucional do BRDE, eles falaram sobre a importância de parcerias com instituições financeiras para a construção de estratégias de crescimento de qualquer negócio. Os alunos também tiveram a oportunidade de questionar os especialistas sobre o papel do banco de desenvolvimento no sistema financeiro nacional, os pré-requisitos de acesso às fontes de financiamento, a realidade econômica do Paraná e outros aspectos relacionados à atuação do BRDE.
Para o coordenador do curso de administração, Adriano Goedert, a palestra contribuiu para a formação dos estudantes. “A presença dos profissionais do BRDE possibilitou a construção de uma visão prática do conteúdo trabalhado em sala de aula”, explicou. Na avaliação de Tatiana, é importante que os futuros empreendedores e gestores de empresas conheçam desde cedo o BRDE. “Para nós é um prazer participar de eventos como esse que possibilitam que os estudantes construam sua formação universitária já conhecendo o BRDE, atualmente um dos mais importantes mecanismos de desenvolvimento e expansão de negócios na Região Sul”, disse Tatiana.
 

Filmes produzidos com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual serão exibidos em Florianópolis, em parceria com o MIS-SC

Em comemoração a seus 55 anos de fundação, o BRDE organiza sua primeira Mostra de Cinema Brasileiro. São filmes produzidos na Região Sul com recursos do Fundo Setorial do Audiovisual- FSA, do qual o BRDE é o agente financeiro. Esta primeira edição privilegia produções dos 3 estados da região Sul. As exibições acontecem no cinema do CIC, de 15 a 18 de junho.
Em parceria com o Museu da Imagem e do Sim de Santa Catarina, a mostra traz sete filmes, dos quais um é uma produção catarinense. O longa Xucro – Oração do Amor Selvagem, do diretor Chico Faganello, será exibido em dois momentos: em sessão fechada para convidados no dia 15/05 e também no dia 18/6 (sábado), em sessão aberta e gratuita (20h).
Serão exibidos ainda dois desenhos animados: Até que a Sbórnia nos Separe e Bruxarias, ambas produções gaúchas. A mostra também conta com um documentário – Iván, e mais três longas de ficção: Beira Mar, Para Minha Amada Morta e Real Beleza. As sessões dos dias 16 a 18 de junho são gratuitas. Os ingressos estão disponíveis na bilheteria do cinema do CIC uma hora antes da sessão.
No ano passado o BRDE, em conjunto com FSA e Ancine, promoveu o lançamento de treze chamadas públicas. O apoio regional ao setor audiovisual se deu por meio das linhas Suplementação Regional e TVs Públicas, diversificando territorialmente o alcance dos recursos do Fundo. Em 2015, foram firmados 350 contratos, totalizando R$ 242 milhões. Na Região Sul, foram contratados 42 projetos que somaram R$ 21 milhões.
O BRDE passou a ser o agente financeiro do FSA em 2013, mas sua relação com o cinema é mais antiga. O Banco financiou produções cinematográficas antes mesmo de existirem políticas públicas para o incentivo à produção audiovisual.
Entre as obras financiadas pelo BRDE na década de 70 estão: Ela tornou-se freira, produzido pelo ícone da música gaúcha Teixeirinha, Guerra dos Pelados, que trata da Guerra do Contestado e também A Morte não Marca Tempo. 
Confira a programação completa no hotsite clicando aqui.

Representantes de diversas entidades que atuam no setor energético vão discutir em Curitiba o cenário da energia no Paraná. O evento, patrocinado pelo BRDE, tem inscrições gratuitas e acontece na segunda-feira (30), a partir das 19 horas, no auditório da Faculdade de Educação Superior do Paraná (FESP).
Serão dois debates principais. No primeiro, representantes da Itaipu Binacional, Copel e BRDE discutirão a situação atual da política energética no Paraná. No segundo painel, o tema serão as restrições a novos empreendimentos de energia, com a participação da FIEP, Secretaria de Meio Ambiente do Paraná e Itaipu.
Como explica o diretor de operações do BRDE, Wilson Quinteiro, a questão energética é fundamental para o setor produtivo, daí a importância de o BRDE estar presente. “Além de o BRDE apoiar diretamente projetos de geração de energia limpa e sustentável e redução do desperdício energético no setor produtivo e comercial, não podemos esquecer de que praticamente todas as atividades financiadas pelo banco, desde a produção no campo até a inovação tecnológica, dependem de alguma fonte de energia. Trata-se de uma discussão que o BRDE precisa acompanhar e participar”, explica o diretor.

O BRDE foi uma das entidades que participaram das homenagens aos 60 anos de fundação do Instituto Emater do Paraná. A solenidade aconteceu na última sexta-feira (20) e reuniu autoridades e funcionários da instituição.
O diretor administrativo do BRDE, Orlando Pessuti, que trabalhou como extensionista da Emater, foi um dos homenageados do dia recebendo o Troféu Pinhão – escultura em madeira do artesão Ademir da Silva, de São José dos Pinhais. Outras autoridades ligadas à história da instituição, funcionários e ex-extensionistas também foram lembrados.
“A assistência técnica rural é um dos grandes pilares para o desenvolvimento da agropecuária paranaense. Ser extensionista é como ser um pastor, é como ser um sacerdote. Trata-se de uma missão de vida. A missão de fomentar o desenvolvimento”, disse Pessuti.
Fundado em 20 de maio de 1956, o Instituto Emater tem atualmente 1,2 mil funcionários, de mais de 40 categorias profissionais, lotados em unidades espalhadas em todos os municípios paranaenses, em 22 unidades regionais, além da unidade estadual. A missão do instituto é buscar aumentar a renda das famílias do meio rural, reduzir as diferenças regionais e os danos ambientais, bem como promover a inclusão social e produtiva.

A Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina (Fiesc) inaugurou na sexta-feira (20), um novo bloco anexo em suas instalações em Florianópolis. O projeto, chamado de Bloco Santa Catarina, foi viabilizado por meio de um financiamento do BRDE no montante de R$ 7,25 milhões e unifica todas as unidades da instituição que estavam em prédios alugados. A estrutura de 4,1 mil m² conta com quatro pavimentos, sendo dois de escritórios e dois de garagens. O novo bloco possui ainda um centro de eventos, uma capela e um heliponto na cobertura e agora abriga o Instituto Euvaldo Lodi e a Previsc. O projeto foi pensado e construído de forma sustentável. Algumas soluções são a vedação em pele de vidro, o reservatório para reaproveitamento da água das chuvas e sensores de iluminação através de movimentos nos estacionamentos.
O superintendente da Agência de Santa Catarina do BRDE, Nelson Ronnie dos Santos, destacou que o banco sempre teve um bom relacionamento com a indústria catarinense, também por meio de sua federação. “O fato de o prédio ser ambientalmente responsável vai ao encontro da estratégia do BRDE, de investir no desenvolvimento sustentável”, explica Ronnie. “A nova estrutura reforça essa parceria estratégica do BRDE com a Fiesc e o setor produtivo do Estado”, completa. Para o presidente da entidade, Glauco José Corte, a nova estrutura otimiza espaço e favorece a integração entre as unidades que antes funcionavam em prédios alugados. Ele destacou a parceria com o BRDE e lembrou que a entidade contratou o financiamento com recursos próprios.
O diretor Financeiro Renato Vianna lembrou que o BRDE e a FIESC têm uma longa história pelo desenvolvimento da Indústria. “A história da FIESC e do BRDE em prol da indústria se renova em ações como o empenho pela inovação em Santa Catarina no qual técnicos e diretores das duas instituições viajaram por todas as regiões do Estado para divulgar o programa BRDE Inova de crédito para apoiar a inovação em ambiente produtivo”.