BRDE

O vice-presidente e diretor Administrativo do BRDE, Orlando Pessuti, participou neste sábado (26) do encerramento da Expedição Suinocultura 2016, no Mercado Municipal de Curitiba, promovida do Núcleo de Agronegócio Gazeta do Povo, com apoio do Banco. Durante o encerramento, o público presente provou cortes suínos diferenciados, como o filé mignon e a picanha suína, preparados na hora em uma cozinha aberta montada no local.
“Além de saborosa, a degustação exclusiva é uma forma de reforçar a importância do consumidor dentro da cadeia produtiva, que foi um dos principais focos de debate durante os dois meses em que a equipe de técnicos e jornalistas esteve na estrada, durante a expedição”, disse o gerente do Núcleo de Agronegócio Gazeta do Povo, Giovani Ferreira.
“É uma alegria e um orgulho para o BRDE estar presente na Expedição da Suinocultura e nesse evento de hoje”, disse o diretor Pessuti. “O BRDE financia a suinocultura de toda região Sul e participa de grandes projetos, como o novo frigorífico da cooperativa Frimesa, em Assis Chateaubriand. E vamos continuar investindo cada vez mais no setor, inclusive para melhorar as condições do produtor de suínos”, acrescentou.
A Expedição Suinocultura 2016 acompanhou de perto a realidade do setor nos quatro principais estados produtores, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Minas Gerais. Atualmente, a criação de suínos corresponde a 40% da produção mundial de carnes.
No Brasil, porém, o consumo é considerado baixo, na faixa de 15 kg por habitante ao ano. Na Europa, por exemplo, o índice é de 44 kg/habitante/ano. Ao todo, a expedição rodou mais de 8 mil km e visitou 25 cidades nos quatro estados, que respondem por mais de 80% da criação nacional de suínos, com 2,88 milhões de toneladas produzidas.

O BRDE foi uma das empresas homenageadas no evento Parceiros do Ano 2016, do Pequeno Cotolengo de Curitiba, realizado no dia 23 de novembro. Por meio dos programas de incentivo fiscal e campanhas internas, a Agência Paraná tem contribuído para a manutenção das atividades do Pequeno Cotolengo, que oferece acesso acolhimento, saúde e educação para pessoas com deficiência múltiplas e paralisia cerebral.
Instituição beneficente fundada há 51 anos, o Pequeno Cotolengo conta com mais de 200 pessoas acolhidas e presta mais de 43 mil atendimentos anuais em 13 especialidades diferentes, como neurologia, psicologia, psiquiatria, nutrição e hidroterapia. Em 2015, os recursos obtidos por meio dos incentivos fiscais do BRDE foram aplicados no Programa Adote um Leito.
O programa dá continuidade do atendimento qualificado a crianças, adolescentes, adultos e idosos abrigados na entidade, através do custeio de materiais médico-hospitalares, dietas especiais, produtos para confecções de fraldas descartáveis, entre outros itens.
A Agência Paraná também tem incentivado os seus colaboradores a doarem notas fiscais para a entidade, além de divulgar as ações promovidas pelo Pequeno Cotolengo. Outras entidades sociais como a Associação Franciscana de Educação ao Cidadão Especial (AFECE) e Instituto do Câncer de Londrina também receberam recursos do BRDE em 2015 por meio das leis de incentivo fiscal.
Neste ano, as inscrições de projetos para apoio do BRDE por meio das leis de incentivo fiscal terminaram em 31 de outubro e agora estão em fase de avaliação. Após a finalização do processo de seleção, a lista dos contemplados será divulgada no site www.brde.com.br.

O município de Quatro Barras, na Região Metropolitana de Curitiba, está próximo de concluir um grande projeto de pavimentação, financiado através do programa BRDE Municípios. No total, serão 12 vias públicas beneficiadas em cinco bairros diferentes, com extensão total de mais de 43 mil metros quadrados.
Do investimento total de R$ 6,6 milhões, R$ 5,8 milhões foram liberados através do programa BRDE Municípios, realizado em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Urbano do Paraná, por meio do Paranacidade. O restante, no valor de R$ 828 mil, é contrapartida municipal.
Alguns trechos do projeto já foram concluídos e outros estão em fase de finalização, como a ligação entre a região central do município e o bairro Jardim Menino Deus, um dos mais populosos da cidade. A ligação acontece através da Rua Francisco Sbrissia, já na primeira rotatória de entrada da cidade, em duas vias, totalizando mais de 15 mil metros quadrados de extensão.
Segundo informações da Secretaria de Planejamento Urbano e Obras de Quatro Barras, o trecho está com mais de 60% das obras prontas. O trecho será uma importante via de conexão entre os bairros. Com a obra, além de ampliar os acessos, a mobilidade viária na região será facilitada, estimulando o desenvolvimento local.
Lançado em 2015, o programa BRDE Municípios visa incentivar com recursos financeiros e suporte técnico, projetos de desenvolvimento institucional, saneamento, mobilidade urbana e infraestrutura nos municípios do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

A Agência Paraná do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) e a Federação das Indústrias do Paraná (Fiep) promovem na próxima terça-feira (22), em Curitiba, a Oficina Como Vender pelo Cartão BNDES, dirigida a fabricantes de todos os portes que produzem bens e insumos para micro, pequenas e médias empresas (MPMEs).
A proposta é incentivar as empresas fabricantes a cadastrarem seus produtos para venda pelo Cartão BNDES. Durante a oficina, serão apresentadas as vantagens do uso do cartão para impulsionar a venda de produtos a MPMEs. A oficina acontecerá no Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões, na Avenida João Gualberto, 570, no Alto da Glória.
O Cartão BNDES é um produto que, baseado no conceito de cartão de crédito, visa financiar os investimentos das micro, pequenas e médias empresas e dos microempreendedores individuais (MEIs). Para participar da oficina, é necessário fazer inscrição. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas pela internet (ver link abaixo).
Vantagens – A oficina tem como objetivo que as empresas fabricantes cadastrem seus produtos para venda pelo Cartão, diminuindo a inadimplência dos clientes e ampliando o volume de vendas e participação no mercado, uma vez que seus compradores poderão financiar as compras e os produtos ficarão expostos no site do Cartão.
As principais vantagens e condições do Cartão BNDES para os compradores são: limite de crédito pré-aprovado, concedido pelo banco emissor, de até R$ 1 milhão; financiamento automático em até 48 meses, com pagamento em prestações fixas e iguais e taxa de juros atrativa.
Entre as empresas autorizadas pelo BNDES a operar com o cartão estão fabricantes de artigos têxteis; eletrodomésticos e eletroportáteis; embalagens; informática; máquinas e equipamentos; inovação; materiais de construção; metalomecânicos; móveis, softwares e setor cultural, entre outros.
Serviço: Oficina Como Vender pelo Cartão BNDES
Data: terça-feira, 22 de novembro de 2016
Horário: das 8h30 às 11h
Local: Espaço Cultural BRDE – Palacete dos Leões, Av. João Gualberto, 570, Alto da Glória.
Inscrições:http://www.fiepr.org.br/ofomento/bndes-6-11089-329420.shtml
Informações: http://www.fiepr.org.br/EventAgenda99content329419.shtml?utm_campaign=oficina_bndes&utm_source=fiepr.org.br&utm_medium=emkt&

O BRDE ocupa a 40ª posição entre as 500 maiores empresas do Sul, aponta o ranking Grandes & Líderes – 500 Maiores do Sul, lançado pela Revista Amanhã e a consultoria PwC nesta quarta-feira (9), simultaneamente em Curitiba e Florianópolis. O Banco tem o sexto maior patrimônio líquido entre as 50 maiores empresas com sede no Rio Grande do Sul (R$ 2,3 bilhões).
“Sem dúvida, o apoio do BRDE está presente no desempenho de muitas das empresas apontadas, como as cooperativas Coamo e C. Vale”, disse o vice-presidente e diretor Administrativo do Banco, Orlando Pessuti, que participou do lançamento do ranking em Curitiba, na Federação das Indústrias do Paraná (Fiep).
O levantamento mostra que, em 2015, apesar do cenário econômico desfavorável, com queda expressiva do PIB nacional, as 500 maiores empresas da Região Sul tiveram um resultado em vendas de R$ 514,6 bilhões em 2015, um aumento de 8,1% em relação ao ano anterior.
O Paraná lidera o ranking, com a soma de R$ 16,9 bilhões em lucros em 2015. Santa Catarina somou R$ 10,6 bilhões e o Rio Grande do Sul, R$ 8,8 bilhões. O ranking pontua o desempenho de 181 empresas do Paraná, 188 do Rio Grande do Sul e 131 de Santa Catarina. A análise do balanço das empresas é feita com base em um indicador exclusivo, o VPG – Valor Ponderado de Grandeza.
“Lançamos hoje a 26ª edição do ranking Grandes & Líderes – 500 Maiores do Sul com muito orgulho, o que só foi possível graças ao compromisso que temos com a credibilidade e a parceria com empresas sérias, de alta qualidade técnica”, afirmou o diretor de redação da Revista Amanhã, Eugênio Esber. A revista está completando 30 anos de circulação.
Esber citou o BRDE entre os parceiros dos 500 Maiores do Sul, destacando a presença do banco no desempenho de várias das empresas relacionadas no ranking. “O BRDE parabeniza a Revista Amanhã e a PwC pelo trabalho de pesquisa e análise feito, possibilitando que os dados sejam usados no planejamento das atividades da empresa”, disse o diretor Pessuti.
Entre as 10 maiores empresas do Sul em 2015, o Grupo Gerdau (RS) aparece em primeiro lugar, repetindo o desempenho de 2014, de acordo com o indicador VPG. Na relação, aparecem três empresas do Rio Grande do Sul, quatro de Santa Catarina e três do Paraná. Em relação ao maior lucro líquido, a Itaipu Binacional lidera o ranking.
No Paraná, entre as 10 maiores empresas, a Copel lidera o ranking, seguida pelo HSBC Bank Brasil S/A, Itaipu Binacional, Coamo Agroindustrial Cooperativa, Klabin, Banco Sistema S/A, Renault do Brasil, Sanepar, C. Vale Cooperativa Agroindustrial e a empresa ALL e Controladas. A Copel também ocupa a primeira posição entre os 50 maiores patrimônios líquidos do Estado.
AS 10 MAIORES EMPRESAS DO SUL
 Grupo Gerdau (RS)
 BRF Brasil Foods (SC)
 Bunge Alimentos (SC)
 Copel e Controladas (PR)
 HSBC Bank Brasil S/A (PR)
 Sicredi (RS)
 Banrisul (RS)
 Grup Weg (SC)
 Itaipu Binacional (PR)
 Engie Brasil Energia (SC)

Os governadores do Paraná, Beto Richa, de Santa Catarina, Raimundo Colombo, e do Rio Grande do Sul, José Ivo Sartori, participaram nesta segunda-feira (31), em Curitiba, de reunião do Codesul. O enfrentamento da crise política e econômica do país foi um dos temas da reunião. Participaram os diretores do BRDE e o secretário de Governo e Gestão Estratégica do Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, que representou o governador Reinaldo Azambuja.
Richa destacou que o atual momento pede mudanças e união entre os Estados. “Juntos somos mais fortes e temos como reivindicar o que é de direito dos Estados do Sul”, afirmou. Para ele, é preciso ter a coragem de promover as reformas que foram adiadas, como a política, e um dos principais desafios é ampliar o percentual de investimentos dos Estados.
“Começamos o ano com muitas dificuldades, mas devemos terminar o ano um pouco melhor”, disse Raimundo Colombo, ao citar a renegociação da dívida dos Estados e a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre as greves. “O próximo passo é enfrentar as reformas, como a previdenciária”, afirmou.
O governador José Ivo Sartori disse que o país não se salva sem os estados, destacando que o poder público está muito voltado para si mesmo. “É preciso uma gestão com olhar diferente, o poder público precisa olhar para fora, é isso que a população espera”, afirmou o governador. “Por isso é tão importante essa reunião entre os estados do Sul”, acrescentou.
O governador Beto Richa destacou a importância do BRDE no fomento da economia do Sul do país. “O BRDE é um importante instrumento de fomento da produção de nossos estados, atuando de forma decisiva para prover as necessidades da região”, afirmou, lembrando, no caso do Paraná o apoio do Banco a empresas e cooperativas paranaenses.
“Diante da escassez de crédito e os juros altos praticados no país, o BRDE vem conseguindo garantir as melhores condições de financiamento aos setores produtivos, lembrando a importância das cooperativas do Paraná, as maiores do Brasil, na geração de empregos e no desenvolvimento econômico regionalizado”, acrescentou Richa.
Estavam presentes o presidente do BRDE, Odacir Klein, o vice-presidente e diretor Administrativo Orlando Pessuti e os diretores Luiz Correa Noronha (Planejamento), Neuto Fausto de Conto (Acompanhamento e Recuperação de Créditos), Renato Mello Viana (Financeiro) e João Luiz Regiani (Operações) e o secretário-executivo do Codesul, Antonio Carlos Bettega. Também participaram o superintendente da Agência Paraná do BRDE, Paulo Starke, e a gerente de Planejamento, Tatiane Henn.
Moção – Durante a reunião, os governadores assinaram uma moção, que será encaminhada ao presidente Michel Temer, pedindo o descontigenciamento de operações de crédito, junto a bancos de desenvolvimento e agências de fomento, para municípios da região Sul. O pedido diz respeito a uma resolução do Banco Central que na prática limita a capacidade de financiamento desses bancos e agências de fomento ao setor público.
“Há uma limitação do poder de alavancagem do banco”, lembra Paulo Cesar Starke Júnior, superintendente do BRDE no Paraná. “No caso do BRDE, por exemplo, se considerarmos os R$ 60 milhões que serão emprestados somente aos municípios paranaenses nesse ano, a resolução retira um potencial de alavancagem sete vezes maior, de R$ 420 milhões”, disse.
A medida entrou em vigor em uma tentativa do Banco Central de limitar o endividamento de estados e municípios. Mas, no documento, os governadores alegam que, nos últimos anos, a qualidade da situação financeira dos municípios melhorou, com maior equilíbrio de receitas e despesas, graças ao rígido controle sobre o endividamento público decorrente da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Corredores – O secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, José Richa Filho, apresentou na reunião a ferramenta BIM – Building Information Modeling, voltada à modernização de escritórios de engenharia e arquiteto. A nova tecnologia poderá ter financiamento do BRDE. O BIM é uma ferramenta propicia melhorias na qualidade dos projetos, que deixam de ser apenas desenhados e passam a ser modelados em 3D com informações sobre as características da atividade, custos de materiais e mão de obra.
O sistema facilita a detecção de inconsistências, estimula o trabalho colaborativo entre os projetistas das diversas disciplinas, como divisões dos pavimentos, projetos hidráulicos e elétricos, por exemplo. A tecnologia BIM também melhora a precisão dos custos com a obra e reduz a possibilidade de desvios de conduta.
O secretário também a proposta para formação de grandes corredores rodoviários entre Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. A ideia é ligar os quatro estados, formando um corredor de rodovias federais para melhorar o transporte e o escoamento de produção na região.
A ideia é reunir a informação de cada Estado e criar um caderno com cronograma de ações e valores para ser entregue pelos governadores em Brasília. Alguns exemplos de possíveis corredores rodoviários que fazem parte da proposta são: BR-163, BR-158, BR-153, BR-101, BR-280.
Zicosur – Durante a reunião do Codesul também foi assinado um termo de cooperação com a Zona de Integração do Centro-Oeste da América do Sul (Zicosur), com objetivo de criar uma política de cooperação entre os dois blocos na área de infraestrutura. O termo de compromisso foi assinado pelo governador do Paraná e presidente do Codesul, Beto Richa, e o presidente da Zicosur, Valentín Volta Valencia.
A Zicosur é uma associação que reúne 43 governos locais de seis países, onde vivem cerca de 30 milhões de habitantes: um estado do Brasil (Mato Grosso do Sul), 17 do Paraguai, oito da Bolívia, quatro do Peru e quatro do Chile e nove da Argentina.
Foram assinadas também resoluções aprovando o relatório administrativo do BRDE de 2015, a definição de visão, valores e missão do Banco e orçamento do Codesul para 2017. E ainda ofícios ao ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, pedindo a capacitação de agentes municipais de proteção e defesa civil e a integração dos sistemas de defesa civil, e ao ministro da Ciência e Tecnologia, Gilberto Kassab, solicitando a liberação de recursos para a Rede Climasul.
Mulheres – Na reunião, o secretário-executivo do Codesul, Antonio Carlos Bettega, anunciou a realização em 2017 do Seminário de Políticas para as Mulheres do órgão. Serão quatro eixos temáticos do seminário, promovido pela Secretaria da Família e Desenvolvimento Social do Paraná: Impacto da Participação das Mulheres nas Políticas Públicas (SC); Empoderamento e Empreendedorismo Feminino (MSl); Intersetorialidade entre as Políticas Públicas (RSl); Enfrentamento à Violência contra a Mulher (PR).

café qualidadeO BRDE é um dos patrocinadores do Prêmio Café Qualidade Paraná, entregue nesta quinta-feira (20) a cafeicultores que se diferenciam na condução de suas lavouras, colhendo grãos que se transformam numa excelente bebida, os chamados cafés especiais. Foram premiados 20 produtores, em quatro categorias. A cerimônia foi realizada na sede do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), em Londrina, e reuniu cerca de 350 participantes.
O objetivo do concurso é valorizar a bebida paranaense, uma estratégia para abrir aos cafeicultores do Estado a possibilidade de conquistar novos mercados, ampliar negócios e aumentar a rentabilidade da atividade. Nesta edição, os primeiros colocados são todos da região Norte do Estado e chegaram ao prêmio após superar mais de 240 concorrentes. O concurso é realizado nas categorias café natural e cereja descascado.
Os cafeicultores devem inscrever um lote de seis a oito sacas. Pequenos agricultores familiares competem com microlotes, de apenas duas sacas. O lote vencedor de cada categoria vai representar o Paraná no concurso nacional, promovido pela Associação Brasileira da Indústria de Café (Abic). A produção dos cinco melhores cafeicultores no concurso tem a venda garantida como forma de incentivo.
O Concurso Café Qualidade Paraná é uma promoção da Câmara Setorial do Café, Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Paraná (Seab), Iapar e Emater-PR, com apoio da Associação dos Engenheiros Agrônomos de Londrina, do Consórcio Pesquisa Café e de cooperativas, indústrias torrefadoras e empresas ligadas ao setor no Estado. Esta foi décima quarta edição do concurso.

Banco fecha primeiros nove meses do ano com 2,9 mil novos clientes
O volume de financiamentos do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE nos primeiros nove meses de 2016 superou a marca de meio bilhão de reais e beneficiou 2,9 mil novos clientes em Santa Catarina. De janeiro a setembro deste ano, foram contratados R$ 516,4 milhões em novas operações de crédito. Deste montante, 42,6% correspondem a financiamentos para grandes empresas, que somaram R$ 220 milhões. Os pequenos produtores rurais somaram 16,7% do volume contratado, alcançando R$ 86,2 milhões.
A maior parte dos contratos com mini e pequenos produtores rurais foi firmada por meio dos agentes conveniados, como as cooperativas de crédito. O volume de financiamento na modalidade de Convênios somou R$ 112,4 milhões, beneficiando 2,8 mil empreendedores rurais e da cidade no Estado.
O diretor Neuto Fausto de Conto explica que os números são positivos, a despeito da crise econômica que o País atravessa. “O BRDE tem atuado no contraciclo do mercado de crédito. No momento em que os bancos de varejo reduzem a oferta de crédito, o BRDE continua apoiando os empresários que querem investir em Santa Catarina”, explica.
O BRDE oferece crédito de longo prazo para empresas e empreendedores rurais de todos os portes, seja diretamente ou por meio de conveniadas.

As pequenas e microempresas do Paraná devem fechar o ano com R$ 130 milhões em contratações de financiamentos junto à agência paranaense do BRDE. Com isso, o volume financiado pelo banco entre 2011 e 2016 para empresas desse porte deve alcançar R$ 705 milhões.
Somente para 2016, a previsão é de um crescimento de cerca de 7% em relação ao volume contratado no ano passado, de R$ 122 milhões. De janeiro a outubro, o volume de contratações já soma R$ 86,5 milhões. O resultado do BRDE contrasta com o desempenho do mercado como um todo, cujo volume de contratações caiu em função da recessão.
Dados do Banco Central mostram que, de janeiro a agosto, o saldo de operações de crédito para pessoas jurídicas de todos os portes encolheu 7,7% em relação ao mesmo período do ano passado no País. Em agosto, o saldo estava em R$ 1,58 trilhão.
“As micros e pequenas empresas são as que mais sofrem em um ambiente menos favorável para a economia”, diz Everson de Almeida Leão, gerente de Operações adjunto da Agência Paraná. “Por um lado sentem a redução na demanda por seus produtos e serviços por conta da queda no consumo. Por outro, percebem a retração do crédito por parte dos bancos comerciais, mais avessos ao risco por casa da crise econômica”.
“O BRDE, por sua vez, vem conseguindo ocupar o espaço deixado pelos bancos comerciais, com um forte trabalho de prospecção e de parceria com as empresas”, afirma Everson Leão.
Área específica – O Paraná tem cerca de 761 mil microempresas e 128 mil empresas de pequeno porte, de acordo com o Sebrae. O BRDE passou a apostar mais nesse segmento a partir de 2012, quando foi criada uma área específica, que conta atualmente com uma equipe de 11 pessoas.
Para o BRDE, enquadram-se no perfil empresas com faturamento anual de até R$ 16 milhões. “Hoje são empresas dos mais diversos setores, do comércio e serviços até a indústria que vêm procurando o crédito do banco para investir”, diz Everson Leão.
De acordo com ele, o BRDE tem adotado práticas para agilizar e facilitar o acesso ao crédito, como convênios com Sociedades Garantidoras de Crédito (SGCs) para auxiliar a emissão de garantias das pequenas e micros, operação do cartão BNDES e convênios com associações comerciais, sindicatos representativos de classe.
Redução de custos, produtividade e inovação
Com a crise econômica, o perfil de investimento do empresariado de pequeno porte também mudou. A maior parte dos recursos não é destinada à expansão, mas à redução de custos, ganhos de produtividade e inovação. O objetivo, na maioria dos casos, é ser mais competitivo em um cenário onde a disputa entre as empresas está mais acirrada, explica Leão.
“Não há como se manter no mercado hoje se não houver inovação”, diz Rodrigo Ramalho, diretor de operações da Tecnospeed, empresa de componentes para o desenvolvimento de softwares, com sede em Maringá. A empresa, que contratou dois financiamentos com o BRDE na área de inovação, cresceu 35% em 2015 e para esse ano deve aumentar suas receitas em 27%, para R$ 7 milhões.
“As negociações com os clientes estão mais demoradas e difíceis. E quem não inova em um mercado em constante evolução como o de software fica estagnado”, afirma Ramalho, que ampliou, nos últimos dois anos, o número de empregados de 40 para 60.
Do total contratado para pequenas e micros em 2016 pelo BRDE no Paraná, R$ 40 milhões devem ser para área de inovação. O volume é 48% superior ao contratado em linhas de inovação no ano passado, de R$ 26,9 milhões.
“Embora a atuação do BRDE na área de inovação seja recente, com cerca de três anos, os resultados são consistentes. No acumulado desde o início das operações até outubro desse ano, o setor de inovação para MPEs foi responsável pela contratação de aproximadamente R$ 46 milhões”, diz Everson Leão.
A expectativa, de acordo com ele, é que os investimentos em inovação sigam em alta, impulsionadas também pelo CRIATEC 3, fundo voltado para empresas de inovação, criado pelo BNDES e do qual o BRDE é um dos cotistas. O fundo prevê aportes de R$ 200 milhões em empresas inovadoras no Brasil por meio de compra de participações.
Os valores podem variar de R$ 1,5 milhão a R$ 10 milhões, dependendo da avaliação do fundo, que está em fase de captação e seleção de projetos. As prioridades são para setores de Tecnologia de Informação e Comunicação (TIC), agronegócio, nanotecnologia, biotecnologia e novos materiais.
Para mais informações sobre linhas de financiamento consulte o site: www.brde.com.br ou entre em contato com a Agência Paraná pelo telefone (41) 3219-8000 ou e-mail brdepr@brde.com.br.

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) participa nesta semana em Quito, no Equador, da terceira Conferência das Nações Unidas sobre Moradia e Desenvolvimento Urbano Sustentável (Habitat III). O evento começou na segunda-feira (17) e segue até quinta-feira (20). O diretor de Operações João Luiz Agner Regiani representa o BRDE no encontro.
A Habitat III é promovida pela Organização das Nações Unidas e Fundo Mundial para o Desenvolvimento das Cidades (FMDV) e reúne 15 chefes de Estado, 150 ministros, centenas de prefeitos, assim como representantes da sociedade civil, governos nacionais e locais, instituições de fomento e bancos de desenvolvimento. No total, são 36 mil participantes de todo o mundo discutindo como adotar uma nova agenda urbana para os próximos 20 anos.
O BRDE já havia participado em março deste ano da reunião temática “Financiar o Desenvolvimento Sustentável”, na Cidade do México, evento preparatório da Habitat III. Na ocasião, o banco, juntamente com outras instituições mundiais de fomento, incluindo Banco Mundial, KfW Bankengruppe [banco alemão de fomento], Agência Francesa de Desenvolvimento e Fundo das Nações Unidas para o Desenvolvimento de Capital, participou das discussões e elaboração de propostas para a construção de um sistema financeiro de fomento capaz de atender a necessidade de expansão e melhoria da infraestrutura das cidades.
“O BRDE tem ampla expertise na área de financiamento a projetos sustentáveis, sendo um dos pioneiros a exigir adequação dos projetos à legislação ambiental para a concessão de crédito”, explica o diretor Regiani. Ele lembra ainda que o BRDE instituiu o Programa BRDE PCS – Produção e Consumo Sustentáveis justamente para disponibilizar crédito com condições especiais para empreendimentos que minimizem impactos ambientais, como os de geração de energia limpa, eficiência energética, racionalização do uso da água e destinação adequada de resíduos. “Poucas instituições financeiras no mundo podem se orgulhar de atuar tanto junto aos empreendedores privados quanto dos governos municipais para promover o desenvolvimento urbano sustentável e o BRDE é uma delas”, disse Regiani.
PREFEITOS – Pouco antes da abertura oficial da Habitat III, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu aos prefeitos do mundo que adotem a nova agenda global para o desenvolvimento sustentável. “O papel de vocês está crescendo a cada ano (…). Vocês enfrentam demandas imediatas diárias de suas populações: por habitação, transporte, infraestrutura e serviços básicos”, lembrou o secretário-geral.
O desenvolvimento urbano é visto como cada vez mais importante para as Nações Unidas, uma vez que a população urbana mundial deve praticamente dobrar até 2050, exigindo atenção e planejamento dos gestores públicos para atender a necessidade de serviços e infraestrutura para o bem-estar das comunidades.
“Não podemos esquecer de que para garantir a qualidade de vida das populações urbanas é necessário haver infraestrutura, assim como incentivo ao crescimento das economias locais. As instituições financeiras de fomento de todo o mundo têm um importante papel nesse processo e precisam participar de discussões como a Habitat III”, finaliza Regiani.