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O Espaço Cultural Governador Celso Ramos se transformou: tapetes no chão, almofadas coloridas, pequeno balão de ar quente pendurado no teto, árvores carregadas de objetos e palavras, e um túnel com ilustrações. O Projeto Papel Mundo, que recebe apoio do BRDE pela Lei Rouanet, organizou o espaço especialmente para receber a visita das crianças e realizar um trabalho que une contação de história, ilustração, brincadeiras e criação narrativa.
A mostra iniciou na última segunda-feira 03/10 e segue aberta para visitação até 21/10. Além de participar da oficina, os pequenos levam para casa um exemplar da coleção Papel Mundo que reúne três histórias e também um livro em branco para criar e contar sua própria história.
Os três livros da coleção são fruto de projeto coletivo e trazem relatos de vivências, sonhos e memórias fantásticas de três mulheres de idades diferentes – Clara Moreiras Sena Maia Bretas de seis anos, Laura Antonow de 60 anos, e Carol Gesser de 30 anos – recontadas pelo poeta e escritor Dennis Radünz. Cada uma das histórias viraram livros com ilustrações de um artista diferente: Flávia Fernandes, Maurício Muniz e Carla Lado B.
As escolas podem agendar horário pelo e-mail papelmundo2016@gmail.com

O Espaço Cultural Governador Celso Ramos recebeu, na última segunda-feira (5/9), público interessado em observar e debater a viabilidade de uma vida que gere menos impacto ambiental, interagindo de forma mais harmônica com a natureza. Os visitantes participaram da estreia da mostra Por uma arquitetura sustentável, da arquiteta e urbanista Maria Lúcia Mendes Gobbi, que segue até 29/09.
A mostra traz obras que fazem releituras de obras arquitetônicas que existem em diversos países com a proposta de otimizar recursos naturais e repensar a escolha das formas e dos materiais utilizados. Além dos quadros, a exposição traz ainda diversas soluções sustentáveis, como tijolos biodegradáveis de adobe – feitos com uma mistura de terra, fibra e água – e um minhocário caseiro, capaz de transformar o lixo orgânico em adubo.
Para a arquiteta Maria Lúcia Mendes Gobbi, conhecer os projetos que já embutem o conceito da sustentabilidade deve levar o visitante à reflexão. “Temos a necessidade de construir uma nova consciência sobre a relação do ser humano com a natureza que resulte em atitudes concretas”, explica. A arquiteta, com pós-graduação em “Sustentabilidade na Educação”, aposta no ensino como instrumento chave para a mudança.
A exposição pode ser visitada gratuitamente entre 9h e 19h, de segunda a sexta-feira, no térreo da Agência do BRDE de Santa Catarina, no Centro de Florianópolis.

A abertura da exposição Mar(es), que estreou na última terça-feira (02/08), reuniu grande público para apreciar pela primeira vez as obras de Gabriela Luft e de Lu Bicalho exibidas no Espaço Cultural Governador Celso Ramos. A mostra retrata a paixão pelo mar com diferentes técnicas: as aquarelas de Gabriela Luft e as pinturas digitais de Lu Bicalho.
As telas da artista plástica Gabriela Luft estão dispostas em pares, relacionando paisagens litorâneas de Florianópolis, sua cidade natal, e da Itália, país onde viveu nos três últimos anos. Já as obras da ilustradora Lu Bicalho retratam seres reais e mitológicos que habitam o mar com uso de cores claras e impressão Fine Art.
A exposição está aberta a visitação gratuita até 26/08, das 9h às 19h, de segunda a sexta-feira, no térreo da Agência do BRDE de Santa Catarina, no Centro de Florianópolis.

Jornalistas, publicitários, artistas reconhecidos como a pintora Vera Sabino e apreciadores da arte deixaram pequeno o Espaço Cultural Governador Celso, durante a estreia da exposição Quadratura da Cor, do artista George Peixoto, no dia 06/06. Embora a noite fria, o Espaço Cultural BRDE recebeu o seu maior público em 2016, cerca de cem visitantes, conforme calcula a administradora Paula Borges, da Harmônica Arte e Entretenimento.
O nome da mostra faz referência ao formato quadrado das obras e suas multiplicidades: 16 obras em preto e branco deram origem a outras 16 obras coloridas por meio da paleta CMYK, um sistema de cores subtrativas formado por ciano, magenta, amarelo e preto.
“Foi tudo feito em computação gráfica, de uma forma mais moderna, acho que isso barateia a obra também para quem gosta e não tem como comprar”, explicou George Peixoto em matéria publicada ontem no jornal Notícias do Dia.
A exposição tem curadoria de Renata Domingues e pode ser conferida até o dia 30/06, das 9h às 19h, de segunda a sexta-feira, no térreo da Agência do BRDE de Santa Catarina, no Centro de Florianópolis.