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PCHs
são alternativa
energética para o meio rural
Em sintonia com a política
de desenvolvimento do Governo do Estado, o BRDE
empenhou-se em dar suporte creditício para
projetos alternativos de abastecimento de energia
no Rio Grande do Sul. Destacou-se o apoio ao segmento
de Cooperativas de Eletrificação
Rural, que através de Pequenas Centrais
Hidrelétricas (PCHs) contribui para o abastecimento
de propriedades rurais do estado. Entre 1999 e
2002, o Banco financiou R$ 30,6 milhões
para projetos de PCHs, representando um investimento
de R$ 39,9 milhões no setor. Foram beneficiadas
as cooperativas CERILUZ, de Ijuí, a CERTEL,
de Putinga, a COPREL, de Vitor Graff, e a CRERAL,
de Nonoai. O Banco também financiou o projeto
de uma empresa privada - a Muxfeldt, de Ibiaçá.
Juntas, estas PCHs abrangem 170 municípios
e 89.799 associados a cooperativas.
As usinas de pequeno porte,
com potência instalada de até 30
Mw, representam importante alternativa na reordenação
da matriz energética, considerando-se a
preocupação quanto aos impactos
ambientais. As PCHs têm sua viabilidade
apoiada no custo acessível, no menor prazo
de maturação do investimento, nos
reduzidos impactos ambientais e nas facilidades
decorrentes da legislação. No Rio
Grande do Sul, as PCHs são importantes
opções de geração
de energia, pelo aproveitamento de quedas de pequeno
e médio portes.
Financiamentos
de pequenas hidrelétricas no Rio Grande
do Sul
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