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Concursos
públicos
garantem futuro da instituição
O
BRDE organiza seu pessoal através de quadros
de carreira. A contratação de pessoal
deve ocorrer por concursos públicos de
provas e títulos, conforme determina o
artigo 37 da Constituição Federal.
Ocorre que, por quase duas décadas, não
foram realizadas tais provas de seleção
(a última ocorrera em 1982), o que gerou
distorções administrativas ao longo
dos anos.
Para
garantir a prestação dos serviços,
o BRDE passou crescentemente a valer-se de contratações
temporárias, fato que impediu a formação
e manutenção de equipes qualificadas.
Em outubro de 2001, cerca de 20% do Quadro de
Pessoal era formado por funcionários temporários.
O
envelhecimento do quadro de carreira, com média
etária de 47 anos, a aceleração
das aposentadorias e a elevada rotatividade de
pessoal colocavam em risco a implementação
de boa parte das medidas propostas no Plano para
o Fortalecimento do Banco.
No
ano de 2000, os governadores do Paraná,
Santa Catarina e Rio Grande do Sul autorizaram
a realização dos concursos públicos,
que aconteceram em setembro de 2001, para preenchimento
de 167 vagas de nível médio e superior
nos três Estados onde o BRDE atua.
O
corpo técnico de um banco de desenvolvimento,
amparado por adequado sistema de treinamento
continuado, detém enorme capacidade de
elaboração e realização
de políticas de fomento ao desenvolvimento
econômico e social. Os concursos públicos
coroaram o esforço da Administração
no sentido de renovar os quadros técnicos
do Banco e prepará-lo para o futuro.
Até
dezembro de 2002, 152 concursados foram admitidos
no Banco. Destes, 30 assumiram no cargo de Assistente
Administrativo, 108 assumiram no cargo de Analista
de Projetos, e 14 assumiram nos cargos de Analista
de Sistemas, Técnico em Recursos Humanos
e Bibliotecário. Os técnicos de
nível superior representam 48,25% dos funcionários
de carreira.
Distribuição
do pessoal, dezembro de 2002
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